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  1. 1. TEMA: CONSUMISMO INFANTIL PÚBLICO ALVO: CRIANÇAS DO ENSINO FUNDAMENTAL DE OLHO NO CONSUMO INFANTIL
  2. 2. OBJETIVO <ul><li>Temos como objetivo, analisar o consumo de alimentos supérfluos nas diferentes fases da vida infantil como também os prejuízos que o fator consumismo acarreta na saúde física e mental das crianças. </li></ul>
  3. 3. CONSUMISMO INFANTIL UM PROBLEMA DE TODOS <ul><li>Para tentar conter os hábitos de compra entre as crianças, consideramos imaturas por muitos, em entender sobre os valores de consumo nas escolas tem como objetivo a mobilização para regulamentar as ações do mercado publicitário levado ao público infantil. </li></ul>
  4. 4. <ul><li>Ninguém nasce consumista, o consumo é uma ideologia, um hábito mental forjado que se tornou uma das características culturais mais marcantes da sociedade atual. </li></ul>
  5. 5. <ul><li>As crianças, ainda em pleno desenvolvimento e, portanto, mais vulneráveis que os adultos, não ficam fora dessa lógica e infelizmente sofrem cada vez mais cedo com as graves conseqüências relacionadas aos excessos do consumismo: obesidade infantil, erotização precoce, consumo precoce de tabaco e álcool, estresse familiar, banalização da agressividade e violência, entre outras </li></ul>
  6. 6. <ul><li>Nesse sentido, o consumismo infantil é uma questão urgente, de extrema importância e interesse geral. </li></ul>
  7. 7. <ul><li>A publicidade na TV é a principal ferramenta do mercado para a persuasão do público infantil, que cada vez mais cedo é chamado a participar do universo adulto quando é diretamente exposto às complexidades das relações de consumo sem que esteja efetivamente pronto para isso. </li></ul>
  8. 8. <ul><li>A publicidade não se dirige às crianças apenas para vender produtos infantis. </li></ul>
  9. 9. <ul><li>Elas são assediadas pelo mercado como eficientes promotoras de vendas de produtos direcionados também aos adultos. </li></ul>
  10. 10. <ul><li>A televisão permanece a principal mídia utilizada pela publicidade. Ao cruzar essa informação com o fato da criança brasileira passar em média quatro horas 50 minutos e 11 segundos por dia assistindo à programação televisiva, é possível imaginar o impacto da publicidade na infância </li></ul>
  11. 11. <ul><li>O consumismo infantil, portanto, é um problema que não está ligado apenas à educação escolar e doméstica. Embora a questão seja tratada quase sempre como algo relacionado à esfera familiar, crianças que aprendem a consumir de forma inconsequente e desenvolvem critérios e valores distorcidos é de fato um problema de ordem ética, econômica e social. </li></ul>
  12. 13. <ul><li>Vivenciamos hoje crianças que conhecem mais do que qualquer adulto as melhores marcas, que brigam choram e fazem chantagem emocional com seus pais para conseguir aquele brinquedo que ainda nem foi lançado, mas que já está sendo vendido na internet. </li></ul>
  13. 14. Saber a marca do celular que ele quer, ou o nome da boneca que acabou de ser lançada, é mais fácil do que distinguir o tipo de legumes, fruta ou animais que moram no campo.
  14. 15. <ul><li>A família que não sabe dizer não mediante a influencia da propaganda, está diante de um grande problema. O consumo está se tornando uma doença a ponto de presenciarmos famílias que não tem o que comer, mas tem telefone celular, computador, carro. </li></ul>
  15. 16. Crianças que criam o hábito de consumir desenfreadamente e inconsequentemente criam valores distorcidos num mundo onde o lema é adquirir e descartar. Indivíduos conscientes e responsáveis são à base de uma sociedade mais justa e fraterna.
  16. 17. <ul><li>Sendo assim, cabe aos pais ficarem firmes e ter a conscientização de que presentear não significa amar. Muitas vezes, alguns minutos de carinho e conversa com seu filho, vale mais do que qualquer presente do mundo. </li></ul><ul><li>Ao analisarmos o espaço urbano, constatamos a grande quantidade de elementos destinados à comunicação visual que instigam o consumismo, entre eles estão os cartazes publicitários, anúncios, banners, placas, outdoors, etc. </li></ul>
  17. 19. <ul><li>“ O Brasil precisa de boas embalagens para agregar valor e a melhorar a competitividade de seus produtos no mundo globalizado, e o design começa a ser compreendido como um fator decisivo para o sucesso dos nossos produtos.” (MESTRINER, 2002, p. 27) </li></ul>
  18. 20. Propaganda: Nação Zumbi <ul><li>Comprando o que parece ser Procurando o que parece ser O melhor pra você Proteja-se do que você Proteja-se do que você vai querer Para as poses, lentes, espelhos, retrovisores Vendo tudo reluzente Como pingente da vaidade Enchendo a vista, ardendo os olhos O poder ainda viciando cofres Revirando bolsos Rendendo paraísos nada artificiais Agitando a feira das vontades E lançando bombas de efeito imoral Gás de pimenta para temperar a ordem Gás de pimenta para temperar </li></ul>
  19. 21. <ul><li>Corro e lanço um vírus no ar Sua propaganda não vai me enganar Corro e lanço um vírus no ar Sua propaganda não vai me enganar Como pode a propaganda ser a alma do negócio Se esse negócio que engana não tem alma Vendam, comprem Você é a alma do negócio Necessidades adquiridas na sessão da tarde A revolução não vai passar na tv, é verdade Sou a favor da melo do camelô, ambulante Mas 100% antianúncio alienante </li></ul>
  20. 22. <ul><li>Corro e lanço um vírus no ar Sua propaganda não vai me enganar Corro e lanço um vírus no ar Sua propaganda não vai me enganar Eu vi a lua sobre a Babilônia Brilhando mais do que as luzes da Time Square Como foi visto no mundo de 2020 A carne só será vista num livro empoeirado na estante Como nesse instante, eu tô tentando lhe dizer </li></ul>
  21. 23. <ul><li>Que é melhor viver do que sobreviver O tempo todo atento pro otário não ser você Você é a alma do negócio, a alma do negócio é você Corro e lanço um vírus no ar Sua propaganda não vai me enganar Corro e lanço um vírus no ar Sua propaganda não vai me enganar </li></ul>
  22. 24. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BARBOSA, Lívia.  Sociedade de consumo . Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 2004. SAMPAIO, Inês Silva Vitorino.  Televisão, Publicidade e Infância .São Paulo: Annablume; Fortaleza: Secretaria de Cultura e Desporto do Estado do Ceara, 2000.
  23. 25. COMPONENTES <ul><li>Marilúcia Pizzi </li></ul><ul><li>Nelci Lucia Sciota </li></ul><ul><li>Renata Pagnussat </li></ul><ul><li>Sandra Toffoli </li></ul>

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