Os PrincíPios Do Estilo JornalíStico

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  • Muito bom, me ajudou a entender um pouco do universo jornalístico antes de decidir optar por cursar Comunicação Social- Jornalismo. Muito Obrigada! :)
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Os PrincíPios Do Estilo JornalíStico

  1. 1. O JORNALISMO: filosofia, evolução, conceito Prof. José Lins JR. Comunicação Social – Jornalismo FANOR/2009.1 Notas comentadas do Capítulo I do livro JORNALISMO INTERPRETATIVO, de Luiz Beltrão, 1980.
  2. 2. FILOSOFIA DO JORNALISMO: essência <ul><li>A essência do jornalismo é a informação da atualidade , ou seja, de fatos e idéias que estão ocorrendo, desenrolando-se ou atuando em e sobre determinada comunidade no momento preciso de sua manifestação. (jornalismo ≠ História) </li></ul><ul><li>Rafael Mainar: “o jornalismo é a história que passa.” </li></ul>
  3. 3. <ul><li>O objetivo do jornalismo é a atualidade de interesse abrangente : </li></ul><ul><li>o jornalismo não se ocupa do exclusivamente privado, do rotineiro, ou do que tem significado apenas para um indivíduo ou para um pequeno e específico grupo social, mas daquilo que ocupa o espaço comum, em qualquer parte do universo, na natureza, no espírito, em qualquer domínio da ciência, da arte, da técnica, do comportamento humano. </li></ul>FILOSOFIA DO JORNALISMO: objetivo
  4. 4. <ul><li>Variedade de motivos no universo das ocorrências; </li></ul><ul><li>Interpretação jornalística: </li></ul><ul><li>não cabe ao jornalismo informar ligeira e frivolamente sobre os fatos ou censurá-los com maior soma de afeto ou adesão, mas explicar, ensinar, guiar, propor soluções, submetê-las à censura, reformá-las, pois informação e orientação são funções básicas sociais do periodismo; </li></ul><ul><li>submeter dados a uma seleção crítica, a fim de proporcionar ao público os que são realmente significativos; </li></ul>FILOSOFIA DO JORNALISMO: atributos
  5. 5. <ul><li>Interpretação jornalística: </li></ul><ul><li>a cada momento, o jornalista tem em mãos um enorme volume de fatos e situações que se poderão transformar em matéria de difusão; contudo, o veículo de que se utiliza, seja por limitação de tempo ou de espaço, reclama uma seleção, efetuada à base do primordial interesse do público, o que exige “o desenvolvimento de um critério especial, de um juízo jornalístico, que se resume em submeter o interesse particular e transitório para obter a universalidade e considerar, nos fatos, o seu valor permanente” (SANTAMARINA, 1947). </li></ul>FILOSOFIA DO JORNALISMO: atributos
  6. 6. <ul><li>Interpretação jornalística: </li></ul><ul><li>ALL THE NEWS THAT FIT TO PRINT </li></ul><ul><li>(lema do New York Times) </li></ul><ul><li>mais de um milhão de palavras de informações vindas de todas as partes do globo  a média do texto diário é de 145 mil palavras. (o restante serve para manter os jornalistas bem informados e habilitados à interpretação dos acontecimentos) </li></ul><ul><li>aptidão para tirar o essencial do acidental , o permanente do decorrente , requerendo bom senso, honestidade e imparcialidade. </li></ul>FILOSOFIA DO JORNALISMO: atributos
  7. 7. <ul><li>Interpretação jornalística: </li></ul><ul><li>esse tipo de interpretação difere-se da histórica e da filosófica: </li></ul><ul><li>JORNAL  FATO ATUAL </li></ul><ul><li>HISTÓRIA  PROCESSOS </li></ul><ul><li>FILOSOFIA  CAUSAS E CONSEQÜENCIAS </li></ul>FILOSOFIA DO JORNALISMO: atributos
  8. 8. <ul><li>A necessidade vital de informação dos indivíduos e das sociedades imprime ao jornalismo a característica da oportu-nidade e da constância das suas mani-festações  atividade social por exce-lência  daí o caráter periódico  impor-tância vital do jornalismo para a sobre-vivência e aperfeiçoamento do homem e da sociedade. </li></ul>EVOLUÇÃO DO JORNALISMO
  9. 9. <ul><li>O Jornalismo Primitivo: </li></ul><ul><li>símbolos mnemônicos (cordas de nós coloridos dos peruanos); </li></ul><ul><li>símbolos pitográficos (hieróglifos, ideogramas); </li></ul><ul><li>símbolos fonéticos. </li></ul>EVOLUÇÃO DO JORNALISMO
  10. 10. <ul><li>Mesmo admitindo a existência de registros jornalísticos desde 1750 a.C., o primeiro veículo com periodicidade regular historicamente comprovado na Antiguidade é o ACTA DIURNA , instituído por Caio Julio Caesar (59 a.C.). Augusto, no sec. I d.C., substitui, em Roma, os Anais dos Pontífices por este periódico; </li></ul><ul><li>divulgavam informações de interesse público: cerimônias fúnebres, execuções, incêndios, banquetes, aniversários; </li></ul><ul><li>cópias eram enviadas a diferentes pontos do Império. </li></ul>EVOLUÇÃO DO JORNALISMO
  11. 11. <ul><li>Com a queda do Império Romano, os bárbaros – povos ágrafos – ignoram esse tipo de jornalismo escrito; </li></ul><ul><li>o pergaminho, sobre o qual Paulo redigira suas epístolas – misto de informação de atualidade e propaganda (cristã) – iria se refugiar nos mosteiros; </li></ul><ul><li>na Alta Idade Média, a circulação das notícias se dá através da oralidade dos jograis; </li></ul><ul><li>em 1395, Carlos VI proibiu menção ao Papa, ao rei e aos senhores feudais. </li></ul>EVOLUÇÃO DO JORNALISMO
  12. 12. <ul><li>Em 1440, Gutemberg  prensa móvel; </li></ul><ul><li>na Baixa Idade Média: Veneza (capital da imprensa)  folhas vendidas a “uma gazeta” (moeda local); </li></ul><ul><li>Daí o nome que originou muitos jornais conhecidos. </li></ul>EVOLUÇÃO DO JORNALISMO
  13. 13. <ul><li>Com o Renascimento surgem pioneiros do jornalismo escrito, com algumas penalidades da Inquisição. Entre eles: </li></ul><ul><li>os avvisi venezianos; </li></ul><ul><li>as news letters inglesas; </li></ul><ul><li>os ordinari Zeitungen alemães; </li></ul><ul><li>Journal d’un beugeois de Paris , uma antecipação da imprensa marrom, noticiando escândalos, narrando anedotas e registrando fenômenos meteorológicos. </li></ul>EVOLUÇÃO DO JORNALISMO
  14. 14. <ul><li>O Jornalismo Moderno: </li></ul><ul><li>a “descoberta” do Novo Mundo; </li></ul><ul><li>o tráfico de escravos / a miscigenação racial; </li></ul><ul><li>surge o homo typographicus , a massa; </li></ul><ul><li>o livro/jornal passou a ser a fonte de conhecimento; </li></ul><ul><li>a imprensa aniquila as línguas francas e alimenta o vernáculo, e com isso, o nacionalismo; </li></ul><ul><li>antecipa a Revolução Industrial; </li></ul><ul><li>nos EUA e Canadá se torna o principal fator da evolução e da segurança das instituições; </li></ul><ul><li>invenção/aperfeiçoamento da fotografia e da impressão. </li></ul>EVOLUÇÃO DO JORNALISMO
  15. 15. <ul><li>Londres: 1621  1º jornal em inglês; 1638  1º jornal com noticiário internacional; </li></ul><ul><li>Portugal: 1641  1º jornal em português: A Gazeta de Lisboa; </li></ul><ul><li>França: 1665  1ª revista, em estilo almanaque; </li></ul>EVOLUÇÃO DO JORNALISMO NA EUROPA
  16. 16. <ul><li>Colônias britânicas na América: 1702 a 1735  1º jornal diário; </li></ul><ul><li>América Latina: 1729  Gaceta de Guatemala e Las Primicias de La Cultura de Quito (não diários); </li></ul><ul><li>Peru: 1743  Gaceta de Lima (1º jornal diário da América Latina); </li></ul>EVOLUÇÃO DO JORNALISMO NAS AMÉRICAS
  17. 17. <ul><li>Até 1808, a imprensa era proibida, só sendo liberada com a chegada da Família Real – mantida a censura prévia até 1827; </li></ul><ul><li>RJ, 13/05/1808: Impressão Régia, hoje Imprensa Nacional; </li></ul><ul><li>Londres, 01/06/1808: 1º jornal brasileiro (editado por Hipólito José da Costa): Correio Brasiliense; </li></ul><ul><li>RJ, 10/09/1808: 1º jornal brasileiro: Gazeta do Rio de Janeiro; </li></ul>EVOLUÇÃO DO JORNALISMO NO BRASIL
  18. 18. <ul><li>O francês Max Leclerc , que foi ao Brasil como correspondente para cobrir o início do regime republicano, assim descreveu o cenário jornalístico de 1889: </li></ul><ul><li>&quot;A imprensa no Brasil é um reflexo fiel do estado social nascido do governo paterno e anárquico de D. Pedro II: por um lado, alguns grandes jornais muito prósperos, providos de uma organização material poderosa e aperfeiçoada, vivendo principalmente de publicidade, organizados em suma e antes de tudo como uma emprêsa comercial e visando mais penetrar em todos os meios e estender o círculo de seus leitores para aumentar o valor de sua publicidade, a empregar sua influência na orientação da opinião pública. (...) Em tôrno deles, a multidão multicor de jornais de partidos que, longe de ser bons negócios, vivem de subvenções dêsses partidos, de um grupo ou de um político e só são lidos se o homem que os apoia está em evidência ou é temível.&quot; </li></ul>EVOLUÇÃO DO JORNALISMO NO BRASIL
  19. 19. <ul><li>O Jornalismo Contemporâneo: </li></ul><ul><li>1ª FASE (sec. XVIII e XIX) : </li></ul><ul><li>sofre influências da democracia liberal, onde todo cidadão é igual e tem o direito de julgar os fatos de acordo com sua consciência e opinar livremente sobre eles – fase áurea do jornalismo opinativo ; </li></ul><ul><li>Sofre influência da industrialização, que acentua a divisão de classes sociais antagônicas. Assim, o jornalismo perde sua função opinativa e serve a fins capitalistas, com o propósito de evitar o enfraque-cimento do poder econômico – jornalismo em cadeia , ou seja, a massa não tem condições de opinar e decidir sobre questões que estavam muito além do seu entendimento. </li></ul>EVOLUÇÃO DO JORNALISMO
  20. 20. <ul><li>O Jornalismo Contemporâneo: </li></ul><ul><li>2ª FASE (primeira metade do sec. XX) : </li></ul><ul><li>novos media : cinema (a ficção dramática) e rádio (o show musical) – instrumentos de informação superficial e de evasão; </li></ul><ul><li>superficialidade constituída pela fórmula norte-americana dos 5 W: </li></ul><ul><li>Who, What, Whom, Where, When </li></ul>EVOLUÇÃO DO JORNALISMO
  21. 21. <ul><li>O Jornalismo Contemporâneo: </li></ul><ul><li>2ª FASE (primeira metade do sec. XX) : </li></ul><ul><li>embasado na doutrina freudiana da irraciona-lidade do homem comum, enfatiza o caráter emocional da informação em detrimento do racional: </li></ul><ul><ul><li>Jornalismo marrom (crimes, conquistas) ; </li></ul></ul><ul><ul><li>Happy-end (fato consumado) ; </li></ul></ul><ul><ul><li>Continua na próxima semana (intervalo cheio de indagações) . </li></ul></ul>EVOLUÇÃO DO JORNALISMO
  22. 22. <ul><li>O Jornalismo Contemporâneo: </li></ul><ul><li>2ª FASE (primeira metade do sec. XX) : </li></ul><ul><li>a sociedade de massa se implanta num ritmo de emoção, aventura, alienação e suspense. </li></ul><ul><li>3ª FASE (segunda metade do sec. XX) : </li></ul><ul><li>Objetividade jornalística: ater-se ao fato, esmiuçá-lo, narrá-lo de modo que a que nenhum aspecto importante seja sonegado ao conhecimento do receptor. </li></ul>EVOLUÇÃO DO JORNALISMO
  23. 23. <ul><li>O Jornalismo Contemporâneo: </li></ul><ul><li>3ª FASE (segunda metade do sec. XX) </li></ul><ul><li>Para J. Edward Gerald (1963), o jornalismo contemporâneo divide-se em dois blocos: </li></ul><ul><li>eminentemente opinativo – quando a informação está subordinada a interesses partidários ou a idéias específicas (ex. totalitarismo) ; </li></ul><ul><li>Informativo-objetivo – mergulha na atualidade dos fatos, esmiuçando questões sócio-econômicas e políticas . </li></ul>EVOLUÇÃO DO JORNALISMO
  24. 24. <ul><li>INFORMAÇÃO DE IDÉIAS, SITUAÇÕES E FATOS ATUAIS, INTERPRETADOS À LUZ DO INTERESSE COLETIVO E TRANSMITIDOS PERIODICAMENTE À SOCIEDADE, COM O OBJETIVO DE DIFUNDIR CONHECIMENTOS E ORIENTAR A OPINIÃO PÚBLICA, NO SENTIDO DE PROMOVER O BEM COMUM. </li></ul>CONCEITO DE JORNALISMO
  25. 25. MATÉRIA todo texto jornalístico de descrição ou narrativa factual. Dividem-se em matérias &quot;quentes&quot; (sobre um fato do dia, ou em andamento) e matérias &quot;frias&quot; (temas relevantes, mas não necessariamente novos ou urgentes).
  26. 26. SUBTIPOS DE MATÉRIAS: <ul><li>matéria leve ou feature - texto com informações pitorescas ou inusitadas, que não prejudicam ou colocam ninguém em risco; muitas vezes este tipo de matéria beira o entretenimento; </li></ul><ul><li>suíte - é uma matéria que dá seqüência ou continuidade a uma notícia, seja por desdobramento do fato, por conter novos detalhes ou por acompanhar um personagem; </li></ul>
  27. 27. SUBTIPOS DE MATÉRIAS: <ul><li>perfil - texto descritivo de um personagem, que pode ser uma pessoa ou uma entidade, um grupo; muitas vezes é apresentado em formato testemunhal; </li></ul><ul><li>entrevista - é o texto baseado fundamen-talmente nas declarações de um indivíduo a um repórter; quando a edição do texto expli-cita as perguntas e as respostas, seqüencia-das, chama-se de ping-pong. </li></ul>
  28. 30. OS PRINCÍPIOS DO ESTILO JORNALÍSTICO Para uma redação clara, objetiva e eficaz, algumas “normas” devem ser observadas quando da redação de textos.
  29. 31. PRINCÍPIO DA CORREÇÃO <ul><li>Respeitar as regras gramaticais; </li></ul><ul><li>Obedecer as normas de estilo em vigor no jornal; </li></ul><ul><li>Ajustar-se à realidade (intenção da verdade). </li></ul>
  30. 32. PRINCÍPIO DA CLAREZA <ul><li>Fácil acesso e compreensão; </li></ul><ul><li>Não apresentar dúvidas; </li></ul><ul><li>Não conter ambigüidades. </li></ul>
  31. 33. PRINCÍPIO DA SIMPLICIDADE <ul><li>Vocabulário comum; </li></ul><ul><li>Obedecer à estrutura S-V-C. </li></ul>
  32. 34. PRINCÍPIO DA FUNCIONALIDADE <ul><li>Adaptável às necessidades da mídia: </li></ul><ul><li>espaçamento e número de caracteres ou palavras; </li></ul><ul><li>escrito de maneira que possa ser fragmentado sem perder a informação principal nem a lógica enunciativa. </li></ul>
  33. 35. PRINCÍPIO DA CONCISÃO <ul><li>Texto econômico (evitar informações desnecessárias); </li></ul><ul><li>“ Escrever é cortar palavras” </li></ul><ul><li>Para dizermos que haverá um evento “X” na FANOR, não precisamos dizer a roupa que os organizadores estarão usando, nem onde foi comprada ou por quanto. </li></ul>
  34. 36. PRINCÍPIO DA PRECISÃO <ul><li>Linguagem denotativa; </li></ul><ul><li>Fontes claramente identificadas (salvo quando o anonimato for necessário, respeitando-se as regras deontológicas); </li></ul><ul><li>Acontecimentos descritos com pormenor, mas sem chegar ao irrelevante. </li></ul>
  35. 37. PRINCÍPIO DA SEDUÇÃO <ul><li>Ser cativante e agradável; </li></ul><ul><li>Ter vivacidade e ritmo; </li></ul><ul><li>Proporcionar prazer e satisfação. </li></ul>
  36. 38. PRINCÍPIO DO RIGOR <ul><li>Exatidão entre acontecimentos e suas relações; </li></ul><ul><li>As interpretações devem partir dos fatos conhecidos para os desconhecidos, das partículas elementares para as mais complexas, mencionando, obrigatoriamente, as etapas intermediárias do raciocínio. </li></ul>
  37. 39. PRINCÍPIO DA EFICÁCIA <ul><li>O essencial deve ser imediatamente apreendido. </li></ul>
  38. 40. PRINCÍPIO DA COORDENAÇÃO <ul><li>A informação deve ser exposta por etapas, em blocos articulados e bem definidos; </li></ul><ul><li>Não se pode passar de uma apresentação/descrição a uma conclusão, sem expor os elementos que levaram a esta conclusão. </li></ul>
  39. 41. PRINCÍPIO DA SELETIVIDADE <ul><li>Evitar o óbvio e o irrelevante; </li></ul><ul><li>A capacidade de selecionar informação é marca do bom jornalismo. </li></ul>
  40. 42. PRINCÍPIO DA UTILIDADE <ul><li>Conter conteúdo útil; </li></ul><ul><li>Poder ser utilizado. </li></ul><ul><li>O consumo e uso da informação devem ser gratificantes. </li></ul>
  41. 43. PRINCÍPIO DO INTERESSE <ul><li>A informação não há de ser apenas importante, mas também interessante; </li></ul><ul><li>Tornar interessante a informação importante. </li></ul>
  42. 44. PRINCÍPIO DA HIERARQUIZAÇÃO <ul><li>A hierarquização das informações prestadas ajudam a organizar o texto: </li></ul><ul><li>Elas podem abrir a matéria; </li></ul><ul><li>Fechar a matéria; </li></ul><ul><li>Ou serem desenvolvidas ao longo da matéria. </li></ul>
  43. 45. ENUNCIAÇÕES JORNALÍSTICAS <ul><li>Descrições; </li></ul><ul><li>Citações; </li></ul><ul><li>Análises; </li></ul><ul><li>Opiniões. </li></ul><ul><li>A imprensa ocidental, via de regra, ainda separa informação factual dos comentários (analíticos ou opinativos). </li></ul>

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