Aula da ProfªLina Sue Matsumoto<br />e-mail lina.sue@hotmail.com<br /> site linasue.uuuq.com<br />1<br />MOTIVAÇÃO<br />
P.P.B.<br />Profª Lina Sue<br />P.P.B.<br />Profª Lina Sue<br />MOTIVAÇÃO<br />MYERS, David G. Introdução à Psicologia Ger...
P.P.B.<br />Profª Lina Sue<br />P.P.B.<br />Profª Lina Sue<br />MOTIVAÇÃO<br />Conceituação<br />3<br />“Eles podem porque...
  Conceitos motivacionais = três perspectivas:</li></ul>Teoria original do instinto = um comportamento complexo deve ter u...
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  Os níveis de açúcar do sangue são monitorados pelo hipotálamo no cérebro, que regula a fome e o peso corporal.
 A privação de comida, tornam as pessoas obcecadas por comida: conversam, sonham, colecionam receitas, livros culinária, d...
 Há mais fome do que as pontadas/roncos de um estômago vazio = a fome persiste em pessoas em pessoas sem o  estômago = a f...
 Sinais do estômago, intestinos e fígado  cérebro para motivar a comer ou não.</li></li></ul><li>P.P.B.<br />Profª Lina S...
  A hereditariedade influencia o tipo de corpo e o ponto fixo? Mudanças lentas e mantidas alteram o ponto fixo?
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Ppb aula 5_motivacao

  1. 1. Aula da ProfªLina Sue Matsumoto<br />e-mail lina.sue@hotmail.com<br /> site linasue.uuuq.com<br />1<br />MOTIVAÇÃO<br />
  2. 2. P.P.B.<br />Profª Lina Sue<br />P.P.B.<br />Profª Lina Sue<br />MOTIVAÇÃO<br />MYERS, David G. Introdução à Psicologia Geral R.Janeiro: LTC, 2006, Cap.12, pág.254.<br />2<br />MOTIVAÇÃO<br />
  3. 3. P.P.B.<br />Profª Lina Sue<br />P.P.B.<br />Profª Lina Sue<br />MOTIVAÇÃO<br />Conceituação<br />3<br />“Eles podem porque pensam que podem“ (Virgílio, Eneida 19 a.C.)<br /><ul><li>MOTIVAÇÃO  é uma necessidade ou desejo que energiza o comportamento e o orienta para um objetivo (motivo: fome, sexo, realização, sede, curiosidade...)
  4. 4. Conceitos motivacionais = três perspectivas:</li></ul>Teoria original do instinto = um comportamento complexo deve ter um padrão fixo numa espécie e não ser adquirido.<br />Teoria da redução do impulso = a necessidade fisiológica cria um estado psicológico que impulsiona o organismo a reduzir a necessidade (o objetivo fisiológico da redução do impulso é a homeostase).<br />Teoria dos incentivos = não apenas somos premidos por nossa necessidade a reduzir os impulsos, mas também somos puxados pelos incentivos (estímulos + ou -, que nos atraem ou repelem).<br />
  5. 5. P.P.B.<br />Profª Lina Sue<br />P.P.B.<br />Profª Lina Sue<br />MOTIVAÇÃO<br />Hierarquia de Necessidades<br />4<br />-realização<br />
  6. 6. P.P.B.<br />Profª Lina Sue<br />P.P.B.<br />Profª Lina Sue<br />MOTIVAÇÃO<br />Motivação da Fome<br />5<br />“Ninguém tem vontade de beijar quando está com fome“ (Dorothea Dix, 1801-1887)<br /><ul><li>FOME  reflete a interação da fisiologia com a aprendizagem.
  7. 7. Os níveis de açúcar do sangue são monitorados pelo hipotálamo no cérebro, que regula a fome e o peso corporal.
  8. 8. A privação de comida, tornam as pessoas obcecadas por comida: conversam, sonham, colecionam receitas, livros culinária, deleitavam com delicias proibidas.
  9. 9. Há mais fome do que as pontadas/roncos de um estômago vazio = a fome persiste em pessoas em pessoas sem o estômago = a fome existe com o estômago cheio.
  10. 10. Sinais do estômago, intestinos e fígado  cérebro para motivar a comer ou não.</li></li></ul><li>P.P.B.<br />Profª Lina Sue<br />P.P.B.<br />Profª Lina Sue<br />MOTIVAÇÃO<br />Psicologia da Fome<br />6<br /><ul><li>Ponto fixo  “termostato do peso”
  11. 11. A hereditariedade influencia o tipo de corpo e o ponto fixo? Mudanças lentas e mantidas alteram o ponto fixo?
  12. 12. Adequação do ritmo metabólico = o índice de dispêndio de energia, em repouso.
  13. 13. Nossas preferências por gostos doces e salgados são genéticas e universais.
  14. 14. A cultura também afeta o paladar.
  15. 15. Os humanos tem uma aversão natural a alimentos desconhecidos = “neofobia”.
  16. 16. Como os cães de Pavlov, as pessoas tendem a salivar na expectativa de alimentos atraentes.
  17. 17. Vontade de comer = acionada pela presença do alimento (externo) do que fatores internos (fome).</li></li></ul><li>P.P.B.<br />Profª Lina Sue<br />P.P.B.<br />Profª Lina Sue<br />MOTIVAÇÃO<br />Distúrbios Alimentares<br />7<br /><ul><li>Transtornos alimentares  Os transtornos alimentares (AN,BN,TCAP,TANE) são quadros psiquiátricos que afetam principalmente adolescentes e adultos jovens, na maioria mulheres, levando a grandes prejuízos biopsicossociais, com elevada morbidade e mortalidade.
  18. 18. AN – Anorexia Nervosa  busca incessante pela magreza, mesmo estando abaixo do peso, IMC < 17, amenorreica, mulheres 8:2 homens = subtipo restritivo ou purgativo.
  19. 19. BN – Bulima Nervosa  episódios de compulsão alimentar, seguidos de comportamentos purgativos (vômitos, uso laxantes ou diuréticos, exercícios físicos em excesso), com oscilação de peso dentro da faixa de normalidade, apresentando comportamentos obssessivos e/ou impulsivos.
  20. 20. Perfil psicológico  Pensamento dicotômico, perfeccionismo, baixa auto-estima, distorção da imagem corporal, > ansiedade, > impulsividade, > negatividade. </li></li></ul><li>P.P.B.<br />Profª Lina Sue<br />P.P.B.<br />Profª Lina Sue<br />MOTIVAÇÃO<br />Motivação Sexual<br />8<br /><ul><li> A motivação sexual é a maneira mais hábil da natureza fazer as pessoas procriarem, possibilitando assim, a sobrevivência da espécie.
  21. 21. O sexo tem um motivo de base fisiológica, como a fome, mas é mais afetado pela aprendizagem e pelos valores pessoais.
  22. 22. Orientação sexual = novas evidências sugerem a influência genética =hormônios pré-natais e cerebrais.
  23. 23. A fisiologia do sexo = O ciclo da resposta sexual = Masters & Johnson (1966)  4 estágios = Fase de excitação sexual = Fase do platô = Orgasmo = Fase da resolução
  24. 24. A psicologia do sexo = A fome responde a uma necessidade e o sexo, não é uma necessidade (Se não comemos, morremos. Se não temos sexo, podemos sentir vontade de morrer, mas não morremos)  ambas motivações dependem de fatores fisiológicos internos e são influenciados por estímulos externos.</li></li></ul><li>P.P.B.<br />Profª Lina Sue<br />P.P.B.<br />Profª Lina Sue<br />MOTIVAÇÃO<br />Motivação de Realização<br />9<br /><ul><li>Motivação de realização  um desejo de um feito significativo, de dominar habilidades ou idéias, de controlar ou atingir depressa um padrão elevado.
  25. 25. Pessoas cujas histórias sugerem uma baixa motivação de realização tendem a escolher as tarefas muito fáceis ou as muito difíceis, em que o fracasso é improvável ou não é embaraçoso (Geen,1984)
  26. 26. Pessoas cujas histórias expressam uma alta motivação de realização tendem a preferir tarefas moderadamente difíceis, em que o sucesso é viável, mas atribuível à sua competência e esforço.
  27. 27. Superastros= altamente motivados e disciplinados = não apenas pelo talento natural = quando a preparação se deparava com uma oportunidade, o resultado era o sucesso (sorte???)
  28. 28. Motivação disciplinada =importância na vida das pessoas realizadoras.</li></li></ul><li>P.P.B.<br />Profª Lina Sue<br />P.P.B.<br />Profª Lina Sue<br />MOTIVAÇÃO<br />Motivação de Realização<br />10<br /><ul><li> Crianças altamente motivadas, na maioria das vezes têm pais que estimulam sua independência desde cedo, elogiando-as e recompensando-as por seus sucessos (Teevan & McGee, 1972) Estes pais estimulam-nas a se vestir e comer sozinhas, a se sair bem na escola, e expressam satisfação pelas realizações dos filhos.
  29. 29. Elevada motivação de realização = raizesemocionais(associam realização com emoções positivas) e cognitivas(aprendem a atribuir suas realizações à própria competência e esforço, o que eleva suas expectativas).
  30. 30. Motivação Intrínseca  desejo de ser eficiente e desempenhar um comportamento por si mesmo = encaram o trabalho, estudo ou a diversão em busca do prazer, interesse, expressão pessoal ou desafio.
  31. 31. Motivação extrínseca  é a procura de recompensas externas e a evitação de punições.</li></li></ul><li>Namastê !<br />ProfªLina Sue Matsumoto<br />e-mail lina.sue@hotmail.com<br /> site linasue.uuuq.com<br />11<br />

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