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  • 1. A PSICOLOGIA DO COMPORTAMENTO ORGANIZACIONAL 1 PSICOLOGIA DO COMPORTAMENTO ORGANIZACIONAL Nas últimas décadas, cada vez mais o ser humano tem chamado a atenção dos estudiosos e merecido cuidadosos estudos a fim de que se possa conhecer aspectos peculiares do comportamento Grandes esforços têm sido feitos para que tal acervo de conhecimentos venha estar disponível àquelas pessoas que se interessam pelo comportamento humano para que possam resolver problemas do dia-a- dia. Fonte: Bergamini. Psicologia aplicada à administração de empresas. 4 ed. SãoProf. Marcus Muniz, Esp . Paulo. Atlas.
  • 2. A PSICOLOGIA DO COMPORTAMENTO ORGANIZACIONAL Os indivíduos chamaram, primeiramente a atenção em virtude dosseus desvios de conduta, isto é, quando sua maneira de ser não seenquadrava na faixa daquilo que se chama de normalidade. Passou-se então a estudar muito mais o ser normal em sua estruturanatural de existir e se comparar. O interesse pelo comportamento humano está presente em quasetodas as áreas da vida de cada um e todos nós ao mesmo tempo. Um dos objetivos pretendidos com o estudo da psicologia é a busca deformas mais saudáveis de vida para o ser humano. Bernstein, Clarke-Stewart,Penner, Roy e Wickens (2000, p. 3). Fonte: Bergamini. Psicologia aplicada à administração de empresas. 4 ed. SãoProf. Marcus Muniz, Esp . Paulo. Atlas.
  • 3. A PSICOLOGIA DO COMPORTAMENTO ORGANIZACIONAL O HOMEM ATUAL: COMPORTAMENTO E AUTOCONHECIMENTO Perfil diagnosticado: Ansiedade – Segundo Cabral & Nick, 1997, p.21, é o estadoemocional desagradável e apreensivo, suscitado pela suspeita ou previsão deum perigo para a integridade da pessoa. Angústia - Segundo Cabral & Nick, 1997, p.19, de modo geral,pode considerar-se termo sinônimo de ansiedade. Portanto alguns interpretespsicanalistas têm querido encontrar certas tonalidades na definição do termooriginalmente introduzido por Freud. Fonte: Bergamini. Psicologia aplicada à administração de empresas. 4 ed. SãoProf. Marcus Muniz, Esp . Paulo. Atlas.
  • 4. A PSICOLOGIA DO COMPORTAMENTO ORGANIZACIONAL Para suplantar essas e outras variáveis de comportamento, cada serhumano está constantemente buscando conseguir elementos que possamfornecer-lhe informações, esclarecer e equacionar melhor suas preocupaçõesmais íntimas, fato esse que as obras que falam das ações e reações humanasdespertam tanto interesse de todos. As obras mais atuais de comportamento organizacional mostram omesmo tipo de preocupação e apontam a dificuldade de enfrentar o cenárioatual de trabalho. Os cientistas do comportamento foram compreendendo que poderiamajudar mais as pessoas à medida que facilitassem que se conhecessem. Fonte: Bergamini. Psicologia aplicada à administração de empresas. 4 ed. SãoProf. Marcus Muniz, Esp . Paulo. Atlas.
  • 5. A PSICOLOGIA DO COMPORTAMENTO ORGANIZACIONAL Grande parte dos indivíduos não parece ter coragem suficiente paraassumir perante os demais suas dificuldades de ajustamento – seu mal-estarinterior. As pessoas falam com naturalidade de suas doenças físicas, mas nãose sentem tão à vontade para expor um público seus problemas psicológicos. Como ciência que visa o estudo do comportamento humano, apsicologia é, hoje, mais acessível às pessoas em geral e seus conceitos sedespiram de uma retórica científica de difícil apreensão, para retratar commaior simplicidade a realidade existencial do dia-a-dia de cada um. Fonte: Bergamini. Psicologia aplicada à administração de empresas. 4 ed. SãoProf. Marcus Muniz, Esp . Paulo. Atlas.
  • 6. A PSICOLOGIA DO COMPORTAMENTO ORGANIZACIONAL Os chamados problemas e situações desagradáveis exigem que cadaum utilize de recursos que facilitem pretender soluções mais confortáveis. Uma vez que alguém se vê diante de um impasse, há de reagir pararlivrar-se da situação conflitiva e nesse momento o reduto de forças internas ésolicitado a entrar em ação, para que providências sejam tomadas, tendo emvista a solução do problema, eis aí aquilo que leva ao desgaste da energiainterior. Na atualidade, grande número de pessoas já conseguem detectar omomento preciso em que o auxílio do especialista se faz necessário e, poriniciativa própria, antes que seu problema se agravem, o procura, não seconsiderando erradamente como exemplos de pessoas fracas. Fonte: Bergamini. Psicologia aplicada à administração de empresas. 4 ed. SãoProf. Marcus Muniz, Esp . Paulo. Atlas.
  • 7. A PSICOLOGIA DO COMPORTAMENTO ORGANIZACIONAL Como no caso da dor física a dor psíquica também deve serpreservada, evitando-se assim que casos mais graves de desajustamentosurjam e torna-se crônicos, o que levaria à necessidade de uma intervençãomais drástica por parte a quem caberia orientar tais pessoas. Fonte: Bergamini. Psicologia aplicada à administração de empresas. 4 ed. SãoProf. Marcus Muniz, Esp . Paulo. Atlas.
  • 8. A PSICOLOGIA DO COMPORTAMENTO ORGANIZACIONAL A Psicologia e a busca de sintomas comportamentais. Fonte: Bergamini. Psicologia aplicada à administração de empresas. 4 ed. SãoProf. Marcus Muniz, Esp . Paulo. Atlas.
  • 9. A PSICOLOGIA DO COMPORTAMENTO ORGANIZACIONAL A natureza das ciências do Comportamento- As ciências comportamentaisSão regidas por raciocínios especiais, pautando-se por fatospertencentes à história de vida de cada um- O ser humano vai passando por experiências pessoais que vãomarcando indelevelmente sua história de vida. Fonte: Bergamini. Psicologia aplicada à administração de empresas. 4 ed. SãoProf. Marcus Muniz, Esp . Paulo. Atlas.
  • 10. A PSICOLOGIA DO COMPORTAMENTO ORGANIZACIONAL A psicologia e o comportamento organizacional - Dois requisitosbásicos a ser entendido 1º Que esse campo de conhecimento possua delimitados ecaracterizados os assuntos que pretende estudar, assuntos formam aquilo quese conhece como campo de estudo da ciência que retrata com clareza oconteúdo que tal ciência estuda e delimita seu campo de investigação 2º Que estudo possua métodos próprios de investigação, para tal,torna-se necessário que siga tipos específicos de passos formais queprecisam ser galgados até que se atinja o objetivo final, que é o conhecimentotão completo e adequado quanto possível daquilo que essa ciência se propôsestudar. Fonte: Bergamini. Psicologia aplicada à administração de empresas. 4 ed. SãoProf. Marcus Muniz, Esp . Paulo. Atlas.
  • 11. A PSICOLOGIA DO COMPORTAMENTO ORGANIZACIONAL A psicologia e o comportamento organizacional Um dos aspectos do comportamento humano cujo estudo mais temsido incentivado na atualidade é aquele que procura compreender como aspessoas vivem e resolvem seus problemas dentro do ambiente de trabalho emque se encontram Diferentemente da tecnologia, das finanças e de comercialização, aadministração das empresas tem deixado claro que o elemento humano secaracteriza como fator de inquestionável importância com relação aocomprometimento de se chegar aos objetivos organizacionais. Segundo Spector os estudos e as pesquisas em comportamentoorganizacional dispõe de duas direções: Fonte: Bergamini. Psicologia aplicada à administração de empresas. 4 ed. SãoProf. Marcus Muniz, Esp . Paulo. Atlas.
  • 12. A PSICOLOGIA DO COMPORTAMENTO ORGANIZACIONAL A psicologia e o comportamento organizacional Primeiro – Psicólogos organizacionais, professores de universidades,conduzem pesquisas sobre as pessoas no ambiente de trabalho Segundo – A maioria dos psicólogos organizacionais está envolvidacom a prática, seja como consultores ou como funcionários das organizações A psicologia do comportamento organizacional tem atualmente comoobjetivo principal aprofundar-se no estudo do homem que trabalha de formamenos generalizada Sem uma teoria psicológica, o administrador não compreenderá osignificado das bandeiras vermelhas da desordem humana; nem predirá osefeitos prováveis das mudanças que se pretende fazer na organização ou napolítica pessoal. Fonte: Bergamini. Psicologia aplicada à administração de empresas. 4 ed. SãoProf. Marcus Muniz, Esp . Paulo. Atlas.
  • 13. O COMPORTAMENTO NAS ORGANIZAÇÕES: DINÂMICAS NOS PEQUENOS GRUPOS Fonte: Bergamini. Psicologia aplicada à administração de empresas. 4 ed. SãoProf. Marcus Muniz, Esp . Paulo. Atlas.
  • 14. O COMPORTAMENTO NAS ORGANIZAÇÕES: DINÂMICAS NOS PEQUENOS GRUPOS “AS PESSOAS PRECISAM UMA DAS OUTRAS” Embora tão simplesmente formulado, esse conceito tem mérito de sero ponto de partida todas as vezes que se reconhece que ninguém vive isoladonem pode pretender existir no vácuo Há em torno de nós, um universo de coisas, mas há principalmentepessoas que dependem mais do que se possa superficialmente avaliar Vejamos exemplo com as cenas que seguem Trabalhar em grupo, de maneira produtiva e eficaz, tem sido o grandediferencial que pode levar a organização a posições de maior destaque. Fonte: Bergamini. Psicologia aplicada à administração de empresas. 4 ed. SãoProf. Marcus Muniz, Esp . Paulo. Atlas.
  • 15. O COMPORTAMENTO NAS ORGANIZAÇÕES: DINÂMICAS NOS PEQUENOS GRUPOS As pessoas precisam interagir da maneira mais produtiva possívelpara que os objetivos almejados possam ser atingidos Quando atingida essa interação positiva, nota-se a sinergia – o todo émaior do que a soma das partes, amplia-se as forças individuais, atingindoassim a eficácia do grupo como um todo. O comportamento eficaz dos pequenos grupos só poderá ser atingidouma vez que se conheça como eles funcionam. Muchinsky (2004, pp 279-280) apresenta três tipos básicos de grupotrabalhando como equipes conforme segue Fonte: Bergamini. Psicologia aplicada à administração de empresas. 4 ed. SãoProf. Marcus Muniz, Esp . Paulo. Atlas.
  • 16. O COMPORTAMENTO NAS ORGANIZAÇÕES: DINÂMICAS NOS PEQUENOS GRUPOS .. Fonte: Bergamini. Psicologia aplicada à administração de empresas. 4 ed. SãoProf. Marcus Muniz, Esp . Paulo. Atlas.
  • 17. O COMPORTAMENTO NAS ORGANIZAÇÕES: DINÂMICAS NOS PEQUENOS GRUPOS Quando se busca conhecer como funciona um grupo de pessoas noqual os laços entre elas são importantes para que um objetivo seja atingido,implicitamente se refere a troca entre essas pessoas. Relacionamentointerpessoal Interpessoal, refere-se a relações que ocorrem entre duas pessoas,em oposição àqueles relacionamentos nos quais pelo menos um participante ésem ânimo Um conceito muito útil de ‘interpessoal’ é aquele no qual todas assituações classificadas como tal têm importantes propriedades em comum –propriedades em comum – propriedades que são, em geral, diferentesdaquelas situações não interpessoais Fonte: Bergamini. Psicologia aplicada à administração de empresas. 4 ed. SãoProf. Marcus Muniz, Esp . Paulo. Atlas.
  • 18. O COMPORTAMENTO NAS ORGANIZAÇÕES: DINÂMICAS NOS PEQUENOS GRUPOSA consciência da presença do outro altera a predisposição comportamental de fo A partir da interação entre os membros do grupo que surge aatmosfera do grupo O que vem a ser atmosfera do grupo? É o estado de espírito, um modode sentir e agir, que permeia no grupo todo, pois sabe-se que não é fácil terum grupo entrosado, pois os indivíduos possuem personalidades diferentes,conseguinte, traz ao grupo aspectos peculiares nos seguintes termos:interesse, aptidões, intenções, desejos, inibições e frustrações Fonte: Bergamini. Psicologia aplicada à administração de empresas. 4 ed. SãoProf. Marcus Muniz, Esp . Paulo. Atlas.
  • 19. O COMPORTAMENTO NAS ORGANIZAÇÕES: DINÂMICAS NOS PEQUENOS GRUPOS O sucesso da interação parece intimamente ligado a dois aspectosinterdependentes: 1º A característica do estilo comportamental de cada um dos sujeitose; 2º O sistema de lentes de percepção social que cada um deles utilizapara conhecer o outro “A habilidade de trabalhar com outras pessoas depende muito dahabilidade das suas personalidades ou estilos de desenvolver um ao outro,suprindo aqueles traços que faltam no outro, bem como de apoio mútuo” Fonte: Bergamini. Psicologia aplicada à administração de empresas. 4 ed. SãoProf. Marcus Muniz, Esp . Paulo. Atlas.
  • 20. O COMPORTAMENTO NAS ORGANIZAÇÕES: DINÂMICAS NOS PEQUENOS GRUPOS A maneira pela qual as pessoas se comportam nessa fase irá configurar três tipos diferentes de participação Fonte: Bergamini. Psicologia aplicada à administração de empresas. 4 ed. SãoProf. Marcus Muniz, Esp . Paulo. Atlas.
  • 21. O COMPORTAMENTO NAS ORGANIZAÇÕES: DINÂMICAS NOS PEQUENOS GRUPOS Na fase de inclusão, o equilíbrio do relacionamento entre as pessoasque se encontram nessa fase inicial de amadurecimento se dá quando hápessoas que querem ser incluídas, isto é, se deixam incluir no grupo a partir daação de outras , que tomam a iniciativa de incluí-las A fase de controle, um passo diante da maturidade, é quandocomeçam os relacionamentos que têm por objetivo estabelecer as “relações depoder, influência e autoridade entre as pessoas (Schutz, 1994, p. 37). Comona fase anterior, aqui vão surgir formas comportamentais que caracterizamtrês estilos diferentes Fonte: Bergamini. Psicologia aplicada à administração de empresas. 4 ed. SãoProf. Marcus Muniz, Esp . Paulo. Atlas.
  • 22. O COMPORTAMENTO NAS ORGANIZAÇÕES: DINÂMICAS NOS PEQUENOS GRUPOS Fonte: Bergamini. Psicologia aplicada à administração de empresas. 4 ed. SãoProf. Marcus Muniz, Esp . Paulo. Atlas.
  • 23. O COMPORTAMENTO NAS ORGANIZAÇÕES: DINÂMICAS NOS PEQUENOS GRUPOS É nessa fase que passa a existir uma definição mais nítida dos papéisdesempenhados pelos participantes do pequeno grupo Cada membro do grupo faz o possível para conquistar seu própriolugar e desempenhar aquele tipo de papel que o identifica Muito provavelmente é neste momento que o líder do grupo, enquantotal, aparece e assume sua posição Com relação aos sentimentos, a necessidade de controle é definidacomo a necessidade de estabelecer e manter um sentimento mútuo pelacompetência e responsabilidade dos outros. Esses sentimentos inclui ser capaz de respeitar os outros, bem como,merecer o respeito dos outros com relação a si próprio, em nível satisfatório Fonte: Bergamini. Psicologia aplicada à administração de empresas. 4 ed. SãoProf. Marcus Muniz, Esp . Paulo. Atlas.
  • 24. O COMPORTAMENTO NAS ORGANIZAÇÕES: DINÂMICAS NOS PEQUENOS GRUPOS Passado a fase de controle, o pequeno grupo entra na sua fase maisprodutiva segundo Schutz (1994, p. 40) chamada de Abertura É representada pelo “tanto que a pessoa sente o desejo de se abrirpara outra pessoa Ao nível de sentimento, a abertura é definida como a necessidade deestabelecer e manter um sentimento de mútua afeição com outras pessoas É nesse momento que o grupo atinge sua real produtividade,desenvolvendo vínculos eficazes Segundo Schutz (1978, p. 49) resume-se as três fases deamadurecimento dos pequenos grupos conforme segue Fonte: Bergamini. Psicologia aplicada à administração de empresas. 4 ed. SãoProf. Marcus Muniz, Esp . Paulo. Atlas.
  • 25. O COMPORTAMENTO NAS ORGANIZAÇÕES: DINÂMICAS “Possuo trêsNOS PEQUENOS GRUPOS manifestam-se como necessidade interpessoais. Elas secomportamentos e sentimentos para com outras pessoas e estão arraigadasem meus sentimentos para comigo mesmo, isto é, em meu autoconceito. Astrês áreas de necessidades são: Inclusão – refere-se a meus sentimentos, quanto a ser importante,ter significado ou mérito Controle – refere-se aos meus sentimentos de competência,incluindo inteligência, aparência, praticabilidade e habilidade para enfrentar omundo Afeição – refere-se a sentir amado, aos sentir que, se minhaessência pessoal for revelada em sua totalidade, será vista como plena deamor. Fonte: Bergamini. Psicologia aplicada à administração de empresas. 4 ed. SãoProf. Marcus Muniz, Esp . Paulo. Atlas.
  • 26. O COMPORTAMENTO NAS ORGANIZAÇÕES: DINÂMICAS NOS PEQUENOS GRUPOS Não é difícil observar que essa dinâmica de desenvolvimento dospequenos grupos aparece dentro do contexto organizacional. O momento da inclusão, do controle e, finalmente, o trabalho maisprodutivo, desenvolvido na fase de abertura, bem como os três típicosdescritos dentro de cada uma dessas fases, aplicam-se com extremafreqüência ao dia-a-dia dos grupos de trabalho Fonte: Bergamini. Psicologia aplicada à administração de empresas. 4 ed. SãoProf. Marcus Muniz, Esp . Paulo. Atlas.
  • 27. O COMPORTAMENTO NAS ORGANIZAÇÕES: DINÂMICAS NOS PEQUENOS GRUPOS A Interação social Fonte: Bergamini. Psicologia aplicada à administração de empresas. 4 ed. SãoProf. Marcus Muniz, Esp . Paulo. Atlas.
  • 28. O COMPORTAMENTO NAS ORGANIZAÇÕES: DINÂMICAS NOS PEQUENOS GRUPOS - A INTERAÇÃO SOCIAL Trata-se de um aspecto importante do ser humano, cuidadosamente estudado pela Psicologia Social, que visa descobrir e estudar as leis e as formas das quais os pequenos grupos mostram uma dinâmica particular, um tipo de origem e, conseqüentemente, posteriores fases de desenvolvimento Fonte: Bergamini. Psicologia aplicada à administração de empresas. 4 ed. SãoProf. Marcus Muniz, Esp . Paulo. Atlas.
  • 29. O COMPORTAMENTO NAS ORGANIZAÇÕES: DINÂMICAS NOS PEQUENOS GRUPOS - A INTERAÇÃO SOCIAL Kurt Lewin, nascido na Prússia. A Prússia foi uma poderosa nação européia que dominou boa parte do centro do continente no século 19 Suas raízes, porém, vêm da Idade Média, quando o país era habitado por caçadores e criadores de gado Do século 13 em diante, a área caiu na mão de reinos germânicos, que impuseram costumes próprios e transformaram a Prússia em uma máquina de guerra Fonte: Bergamini. Psicologia aplicada à administração de empresas. 4 ed. SãoProf. Marcus Muniz, Esp . Paulo. Atlas.
  • 30. O COMPORTAMENTO NAS ORGANIZAÇÕES: DINÂMICAS NOS PEQUENOS GRUPOS - A INTERAÇÃO SOCIAL Kurt Lewin, desenvolveu muito de seus trabalhos voltados à dinâmica dos pequenos grupos dentro das organizações no famoso instituto conhecido como MIT, afinal o que é o MIT? O Massachusetts Institute of Technology (MIT) é um centro universitário de educação e pesquisa privado localizado em Cambridge, Massachusetts, nos EUA. O MIT é um dos líderes mundiais em ciência e tecnologia, bem como outros campos, como administração, economia, lingüística, ciência política e filosofia. Fonte: Bergamini. Psicologia aplicada à administração de empresas. 4 ed. SãoProf. Marcus Muniz, Esp . Paulo. Atlas.
  • 31. O COMPORTAMENTO NAS ORGANIZAÇÕES: DINÂMICAS NOS PEQUENOS GRUPOS - A INTERAÇÃO SOCIAL Lewin, elucida a dinâmica das relações interpessoais e intergrupais a partir a partir das mesmas hipóteses e das mesmas concepções sobre as quais amadureceu longamente, elaborando sua tese sobre desenvolvimento da personalidade – ao que clamou de dinâmica da vida intrapessoal Com relação a dinâmica de uma personalidade, Lewin demonstrou experimentalmente ser função da sua psicogênese. O que vem a ser psicogênese? É a parte da Psicologia que se ocupa em estudar a origem e o desenvolvimento dos processos mentais, das funções psíquicas, das causas psíquicas que podem causar uma alteração no comportamento etc. Fonte: Bergamini. Psicologia aplicada à administração de empresas. 4 ed. SãoProf. Marcus Muniz, Esp . Paulo. Atlas.
  • 32. O COMPORTAMENTO NAS ORGANIZAÇÕES: DINÂMICAS NOS PEQUENOS GRUPOS - A INTERAÇÃO SOCIAL Conte (1793-1857), como sociólogo declarou-se contrário à edificação de uma nova ciência, que chamou de “Psicologia Social”, sendo o primeiro a usar o tema. Durkhein (1858-1917), também sociólogo, também se opondo, considera que a psicologia social não é senão uma palavra que designa toda uma espécie de generalidades, variadas e imprecisas, sem objetivo definido. A expressão Psicologia Social foi aceita pela primeira vez por sociólogos e filósofos sociais franceses que procuraram buscar as primeiras interpretações psicológicas para os fatos sociais. Fonte: Bergamini. Psicologia aplicada à administração de empresas. 4 ed. SãoProf. Marcus Muniz, Esp . Paulo. Atlas.
  • 33. O COMPORTAMENTO NAS ORGANIZAÇÕES: DINÂMICAS NOS PEQUENOS GRUPOS - A INTERAÇÃO SOCIAL William MacDougall (1871-1929), psicólogo social e sociólogo inglêsda Universidade de Oxford propõe a seguinte divisão:• Psicologia Individual – é o campo de conhecimento que estuda os traçosfundamentais do indivíduo como ser humano• Psicologia Coletiva – detém-se especialmente no estudo do grupo esuas principais características• Psicologia Social – volta-se para a busca de compreensão da influênciado grupo sobre o indivíduo Para Freud, no processo de desenvolvimento do indivíduo, oprograma do princípio do prazer (encontrar satisfação e felicidade) é mantidocomo objetivo principal. Fonte: Bergamini. Psicologia aplicada à administração de empresas. 4 ed. SãoProf. Marcus Muniz, Esp . Paulo. Atlas.
  • 34. O COMPORTAMENTO NAS ORGANIZAÇÕES: DINÂMICAS NOS PEQUENOS GRUPOS - A INTERAÇÃO SOCIAL Segue em seu pensamento A integração, numa comunidade humana, ou adaptação a ela,aparece com condições dificilmente evitável, que tem de ser preenchidaantes que esse objeto de felicidade possa ser alcançado Fonte: Bergamini. Psicologia aplicada à administração de empresas. 4 ed. SãoProf. Marcus Muniz, Esp . Paulo. Atlas.
  • 35. O COMPORTAMENTO NAS ORGANIZAÇÕES: DINÂMICAS NOSPEQUENOS GRUPOS – KURT LEWIN E A TEORIA DE CAMPO Kurt Lewin, tem-se nele o primeiro esforço centralizador, nosentido de convocar os psicólogos sociais a mobilizar-se em pesquisarmais a fundo o estudo do comportamento humano dentro dosmicrogrupos, onde o relacionamento face a face das pessoas que os compõecaracteriza-se como fator de importância preponderantePara que haja comportamento de grupo, é necessário que vários indivíduosexperimentem as mesmas emoções de grupo, que estas sejamsuficientemente intensas para integrá-los e deles formar um grupo, que,finalmente o grau de coesão atingido por esses indivíduos seja tal que eles setornem capazes de adotar o mesmo tipo de comportamento Fonte: Bergamini. Psicologia aplicada à administração de empresas. 4 ed. SãoProf. Marcus Muniz, Esp . Paulo. Atlas.
  • 36. O COMPORTAMENTO NAS ORGANIZAÇÕES: DINÂMICAS NOS PEQUENOS GRUPOS – KURT LEWIN E A TEORIA DE CAMPO Para Kurt Lewin, são necessários dois tipos diferente depequenos grupos:1º Há aquele que se organiza e se orienta em função daexecução ou do cumprimento de uma tarefa, conhecido como “psicogrupo”2º Estruturado em função da polarização dos seus próprios membros e édenominado “sociogrupo”É o conjunto das intenções existentes no interior de um espaço psicossocialque determina a dinâmica do grupo; portanto, esse fenômeno é irredutível,não podendo ser explicado à luz da psicologia individual.Por sua vez, o comportamento dos indivíduos, mesmo enquanto seressociais, é função dessa dinâmica grupal, independente mesmo das vontadesindividuais Fonte: Bergamini. Psicologia aplicada à administração de empresas. 4 ed. SãoProf. Marcus Muniz, Esp . Paulo. Atlas.
  • 37. O COMPORTAMENTO NAS ORGANIZAÇÕES: DINÂMICAS NOSPEQUENOS GRUPOS – KURT LEWIN E A TEORIA DE CAMPO Dessa forma, a atitude de um indivíduo é função de suarelação dinamica com os diferentes aspectos da situação social queassume – é portanto, o ambiente que coloca o indivíduo em umdeterminado estado de espíritoFinalmente, as percepções de cada um dos membros desse grupo, a respeitoda situação social, são condicionadas por suas atitudes enquanto membro deuma restrita coletividade Fonte: Bergamini. Psicologia aplicada à administração de empresas. 4 ed. SãoProf. Marcus Muniz, Esp . Paulo. Atlas.
  • 38. O COMPORTAMENTO NAS ORGANIZAÇÕES: DINÂMICAS NOSPEQUENOS GRUPOS – KURT LEWIN E A TEORIA DE CAMPO Na teoria de campo é necessário levar em conta:a.“Totalidade Dinâmica”, na qual admite que a personalidade éconsiderada como constituída de sistemas complexos, que são as formas eos processos psíquicosb. Essa personalidade constitui-se do “eu íntimo”, como se fosse um núcleocentral provido de valores fundamentais e de maior importância para oindivíduo; do “eu social” no qual se encontram aqueles sistemas de valorescompartilhados com o grupo; e do “eu público”, caracterizando a região maissuperficial da personalidade, responsável pelos contatos humanos Fonte: Bergamini. Psicologia aplicada à administração de empresas. 4 ed. SãoProf. Marcus Muniz, Esp . Paulo. Atlas.
  • 39. O COMPORTAMENTO NAS ORGANIZAÇÕES: DINÂMICAS NOSPEQUENOS GRUPOS – KURT LEWIN E A TEORIA DE CAMPO Dessa forma, são elaborados quatro pressupostos básicos:1. O grupo deve ser considerado como o terreno dentro do qual o indivíduose mantém – sua integração num grupo depende, portanto, da clara definiçãode sua participação no seu espaço vital, ou da caracterização da sualiberdade típica de movimento no interior do grupo;2. O indivíduo, conscientemente ou não, utiliza-se do grupo e das relaçõessociais que mantém, tendo em vista satisfazer necessidades próprias, bemcomo suas aspirações sociais; portanto, o indivíduo utiliza o grupo como seuinstrumento Fonte: Bergamini. Psicologia aplicada à administração de empresas. 4 ed. SãoProf. Marcus Muniz, Esp . Paulo. Atlas.
  • 40. O COMPORTAMENTO NAS ORGANIZAÇÕES: DINÂMICAS NOSPEQUENOS GRUPOS – KURT LEWIN E A TEORIA DE CAMPO Dessa forma, são elaborados quatro pressupostos básicos:3. Mesmo que o indivíduo se sinta ignorado, isolado ou rejeitado pelo grupo,ele não deixa de ser um dado de realidade da qual faz parte; portanto,valores, necessidades e expectativas pessoais são por ele gratificados oufrustrados. Nenhum membro deixa de sofrer o impacto do grupo e nãoescapa à sua totalidade;4. O grupo é considerado como um dos elementos do espaço vital doindivíduo, ou melhor, é um setor desse espaço vital Fonte: Bergamini. Psicologia aplicada à administração de empresas. 4 ed. SãoProf. Marcus Muniz, Esp . Paulo. Atlas.
  • 41. O COMPORTAMENTO NAS ORGANIZAÇÕES: DINÂMICAS NOSPEQUENOS GRUPOS – KURT LEWIN E A TEORIA DE CAMPO Mailhiot (1970, p. 55) comenta o trabalho de Lewin “A ‘adaptação social’, em resumo, consistiria, segundo Lewin, emconcluir essa superação, em atualizar suas aspirações e suas atitudes, ematingir os objetivos pessoais, sem nunca forçar ou romper os laços funcionaiscom a realidade coletiva ou o campo social no qual o indivíduo se insere eque constitui o fundamento de sua existência” Fonte: Bergamini. Psicologia aplicada à administração de empresas. 4 ed. SãoProf. Marcus Muniz, Esp . Paulo. Atlas.
  • 42. O COMPORTAMENTO NAS ORGANIZAÇÕES: DINÂMICAS NOS PEQUENOS GRUPOS Thibaut e Kelley propõem que o termo “grupo” tem sido tãoamplamente utilizado que se torna necessário restringir e dar maior precisãoàqueles critérios que o definem; portanto, propõem duas característicasbásicas, as quais qualificam um conjunto de pessoas enquanto pertencentesa um pequeno grupo Num trabalho denominado “Formação e desenvolvimento depequenos grupos” , os dois autores posicionam-se da seguinte forma diantedo problema Fonte: Bergamini. Psicologia aplicada à administração de empresas. 4 ed. SãoProf. Marcus Muniz, Esp . Paulo. Atlas.
  • 43. O COMPORTAMENTO NAS ORGANIZAÇÕES: DINÂMICAS NOS PEQUENOS GRUPOS Primeiro – critério é aquele que diz respeito ao seu tamanho. Deforma clara, um grupo deve compreender duas ou mais pessoas, masteoricamente não há um limite superior para o seu tamanho. Na práticaefetivamente funcione é usualmente composto de vinte pessoas, mesmoassim dá fragmentação para grupos menores Segundo – distingue um grupo de uma coleção de pessoas é que osmembros interajam uns com os outros de tal forma que o comportamento deum membro influencie o comportamentalmente independentes Terceiro – é que os membros se percebam a si mesmos comosendo um grupo. Para tanto, eles precisam estar psicologicamente atentosuns aos outros e isso, do ponto de visto prático, impõe limites ao tamanhopossível do grupo” (HILTON; REITZ, 1971, p. 31) Fonte: Bergamini. Psicologia aplicada à administração de empresas. 4 ed. SãoProf. Marcus Muniz, Esp . Paulo. Atlas.
  • 44. O COMPORTAMENTO NAS ORGANIZAÇÕES: DINÂMICAS NOS PEQUENOS GRUPOS Existem muitas outras peculiaridades passíveis de exame nosseguintes tocante:• À formação e o desenvolvimento• À estrutura• O Funcionamento• A Influência no Comportamento Individual• O Processo de Interação• A Estruturação Tais assuntos contam com extensa bibliografia que pode serencontrada no campo da Psicologia Social Fonte: Bergamini. Psicologia aplicada à administração de empresas. 4 ed. SãoProf. Marcus Muniz, Esp . Paulo. Atlas.
  • 45. O COMPORTAMENTO NAS ORGANIZAÇÕES: DINÂMICAS NOS PEQUENOS GRUPOS Em termos práticos• Não se pode negar a importância dos estudos e pesquisas• É a partir do grupo que cada um estabelece seu próprio auto-conceito• Somente dentro dos grupos é que se pode compartilhar e oferecerauxílio para atividades que tenham objetivos comuns• É inegável que, se o grupo tem poder de ajustar e favorecer odesenvolvimento produtivo de personalidade, ele também pode ter uma açãodestrutiva ao homem• Finalmente, há que se considerar que seria ótimo que os objetivos dopróprio indivíduo, do grupo e da organização, fossem coincidentes. Comoisso não é sempre possível, há que se possuir um certo grau deconformidade individual, para continuar pertencendo ao grupo. Fonte: Bergamini. Psicologia aplicada à administração de empresas. 4 ed. SãoProf. Marcus Muniz, Esp . Paulo. Atlas.
  • 46. O COMPORTAMENTO NAS ORGANIZAÇÕES: PERSONALIDADE, DIFERENÇAS INDIVIDUAIS PERSONALIDADE, DIFERENÇAS INDIVIDUAIS Fonte: Bergamini. Psicologia aplicada à administração de empresas. 4 ed. SãoProf. Marcus Muniz, Esp . Paulo. Atlas.
  • 47. O COMPORTAMENTO NAS ORGANIZAÇÕES: PERSONALIDADE, DIFERENÇAS INDIVIDUAIS Fonte: Bergamini. Psicologia aplicada à administração de empresas. 4 ed. SãoProf. Marcus Muniz, Esp . Paulo. Atlas.
  • 48. O COMPORTAMENTO NAS ORGANIZAÇÕES: PERSONALIDADE, DIFERENÇAS INDIVIDUAIS Fonte: Bergamini. Psicologia aplicada à administração de empresas. 4 ed. SãoProf. Marcus Muniz, Esp . Paulo. Atlas.
  • 49. O COMPORTAMENTO NAS ORGANIZAÇÕES: PERSONALIDADE, DIFERENÇAS INDIVIDUAIS “O Estudo da Personalidade é o ápice da Psicologia. Todo oconhecimento psicológico, em última análise, contribui para a compreensão dapersonalidade: o que forma, por que difere de indivíduo para indivíduo, comose desenvolve e se transforma” (KRECH; CRUTCHFIELD, 1963, p. 293) Fonte: Bergamini. Psicologia aplicada à administração de empresas. 4 ed. SãoProf. Marcus Muniz, Esp . Paulo. Atlas.
  • 50. O COMPORTAMENTO NAS ORGANIZAÇÕES: PERSONALIDADE, DIFERENÇAS INDIVIDUAIS O conceito científico de personalidade aproxima-se um pouco mais doseu significado real quando se emprega o termo para designar alguém queficou na história. Fonte: Bergamini. Psicologia aplicada à administração de empresas. 4 ed. SãoProf. Marcus Muniz, Esp . Paulo. Atlas.
  • 51. O COMPORTAMENTO NAS ORGANIZAÇÕES: PERSONALIDADE, DIFERENÇAS INDIVIDUAIS Há várias teorias sobre aquilo que possa ser considerado como personalidade; para diferenciá-las, basta que sejam revistas as orientações que seguiram as principais correntes do pensamento psicológico anteriormente mencionadas. É através delas que se sabe que a personalidade pode ser representada como resultado de um reduto inato de características básicas, acrescido de experiências vividas, que dá a alguém uma fisionomia comportamental ímpar; é a isso que se está referindo quando o tema é personalidade. Fonte: Bergamini. Psicologia aplicada à administração de empresas. 4 ed. SãoProf. Marcus Muniz, Esp . Paulo. Atlas.
  • 52. O COMPORTAMENTO NAS ORGANIZAÇÕES: PERSONALIDADE, DIFERENÇAS INDIVIDUAIS Quando o objetivo que se tem é conhecer a personalidade do outro, o início do processo precisa residir no conhecimento de si mesmo, aquilo que se chama de autopercepção. A autopercepção que cada um pode ter de si mesmo, quanto mais fiel for, menor será a probabilidade de se projetar no outro aqueles traços próprios de personalidade de quem o outro percebe. Fonte: Bergamini. Psicologia aplicada à administração de empresas. 4 ed. SãoProf. Marcus Muniz, Esp . Paulo. Atlas.
  • 53. O COMPORTAMENTO NAS ORGANIZAÇÕES: PERSONALIDADE, DIFERENÇAS INDIVIDUAIS Mediante a observação do comportamento exteriorizado é que se torna possível inferir algo a respeito daquilo que esteja acontecendo no interior das pessoas. Só se é pode avaliar o potencial intelectual de alguém fazendo-o comportar-se diante de uma situação que solicite ação desse potencial específico, como no caso dos testes de inteligências Fonte: Bergamini. Psicologia aplicada à administração de empresas. 4 ed. SãoProf. Marcus Muniz, Esp . Paulo. Atlas.
  • 54. O COMPORTAMENTO NAS ORGANIZAÇÕES: PERSONALIDADE, DIFERENÇAS INDIVIDUAIS Para Robbins (1999, p. 34) “para nossos propósitos, você deve pensar na Personalidade como a soma total de maneiras pelas quais um indivíduo reage e interage com os outros. É descrita mais frequentemente em termos mensuráveis que uma pessoa exibe” . Não projetando no outro suas próprias características e observando- o de maneira sistemática por um espaço de tempo maior, será possível chegar mais próximo do verdadeiro retrato de quem está atrás da máscara. Fonte: Bergamini. Psicologia aplicada à administração de empresas. 4 ed. SãoProf. Marcus Muniz, Esp . Paulo. Atlas.
  • 55. O COMPORTAMENTO NAS ORGANIZAÇÕES: PERSONALIDADE, DIFERENÇAS INDIVIDUAIS As pessoas podem ser parecidas umas com as outras, mas isto nãosignifica que sejam absolutamente cópias fiéis umas das outras. Assim, sempre haverá algo de diferente, o que permite que não sefaça confusão entre elas. Nem os gêmeos idênticos, vindos de um mesmo óvulo, asemelhança é perfeita, embora até parentes próximos possam confundi-los. Fonte: Bergamini. Psicologia aplicada à administração de empresas. 4 ed. SãoProf. Marcus Muniz, Esp . Paulo. Atlas.
  • 56. O COMPORTAMENTO NAS ORGANIZAÇÕES: PERSONALIDADE, DIFERENÇAS INDIVIDUAIS Dois aspectos são considerados primordiais para que se possa compreender melhora as diferenças individuais da personalidade. Esses dois aspectos podem ser reunidos em dois tipos diferentes de respostas: •o primeiro visa descobrir aqueles pontos que explicam a causalidade ou o “porquê” de as pessoas serem diferentes, e •o segundo o “como” ou em que elas diferem uma das outras. Fonte: Bergamini. Psicologia aplicada à administração de empresas. 4 ed. SãoProf. Marcus Muniz, Esp . Paulo. Atlas.
  • 57. O COMPORTAMENTO NAS ORGANIZAÇÕES: PERSONALIDADE, DIFERENÇAS INDIVIDUAIS A personalidade trata-se da maneira de ser das pessoas, dos A personalidade se mostra através seus hábitos motores, das de tudo aquilo que a pessoa é motivações psíquicas e, capaz de produzir ou de ser. Além consequentemente, dos tipos de disso, ela difere dos demais da relacionamento interpessoal que mesma forma como a assinatura de com elas se mantêm cada um difere de todas as demais, sendo sempre ímpar. Fonte: Bergamini. Psicologia aplicada à administração de empresas. 4 ed. SãoProf. Marcus Muniz, Esp . Paulo. Atlas.
  • 58. O COMPORTAMENTO NAS ORGANIZAÇÕES: PERSONALIDADE, DIFERENÇAS INDIVIDUAIS Os recursos instrumentais para avaliar de maneira sistemática a personalidade – os testes psicológicos – precisam ser aplicados com rigor técnico, para que se possa confiar em seus resultados. As diferenças individuais de personalidade têm diferentes origens – sejam elas de ordem física, psicológica, social ou cultural e assim por diante. A psicologia está principalmente voltada para a exploração e o estudo das semelhanças e diferenças das funções psíquicas existentes em cada pessoa. Fonte: Bergamini. Psicologia aplicada à administração de empresas. 4 ed. SãoProf. Marcus Muniz, Esp . Paulo. Atlas.
  • 59. O COMPORTAMENTO NAS ORGANIZAÇÕES: PERSONALIDADE, DIFERENÇAS INDIVIDUAIS Quem quer realmente conhecer a personalidade de alguém precisalevar em conta as variáveis que a compõem. Para Spector (2002, p. 31):•Uma variável é um atributo ou característica das pessoas ou das coisas, quepode variar (assumir diferentes valores);•As aptidões (inteligência);•A postura (satisfação no trabalho);•O comportamento (ausência no trabalho); e•Desempenho no trabalho (vendas semanais) por parte das pessoas sãovariáveis comuns na pesquisa organizacional e cada posicionamento daspessoas, referente a cada variável, é quantificada (convertida em números) demodo que possam ser aplicados métodos estatísticos. Fonte: Bergamini. Psicologia aplicada à administração de empresas. 4 ed. SãoProf. Marcus Muniz, Esp . Paulo. Atlas.

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