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Produtos Mer Fin Jun08 Geral

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Produtos do Mercado Financeiro: uma abordagem analítica

Produtos do Mercado Financeiro: uma abordagem analítica

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  • 1. Produtos do Mercado Financeiro Lilian Gallagher
  • 2. Programa
    • Renda Fixa
    • Indicadores
    • Ações
    • Derivativos
    • Fundos de investimento
    • Riscos
  • 3. Renda Fixa
  • 4. Renda Fixa x Renda Variável?
  • 5. Principais conceitos
    • Prefixado x Pós-fixado x Flutuante
    • Funding
    • Compulsório
    • Mercado primário x secundário
  • 6. Ganho com renda fixa
    • Juros
    • Ágio e deságio
  • 7. Produtos
    • CDB / RDB
    • CDI
    • Poupança
    • Letra hipotecária – LH
    • Operação compromissada
    • Títulos públicos
    • Debênture
    • Commercial paper (nota promissória)
    Fundo Garantidor de Crédito
  • 8. Títulos do Tesouro Nacional
    • Prazo mínimo: 90 dias
    • Diversos indexadores
    • Juros periódicos: CUPOM
    • NTN-B, C, D, F
    Nota do Tesouro Nacional NTN
    • Rentabilidade: Selic
    Letra Financeira do Tesouro LFT
    • Emitida com deságio
    • Prefixada
    • Curto prazo (min: 28 dias)
    Letra do Tesouro Nacional LTN
  • 9. Títulos Públicos Federais por indexador 100 0 37,3 33,4 26,3 2,1 0,9 1.224,87 2007 100 0 35,2 38,9 22,4 2,2 1,3 1.081,66 2006 100 0 24,5 56,4 13,8 2,2 3,1 1.003,67 2005 100 0 20,1 52,4 14,9 2,7 9,88 810,26 2004 100 0 12,5 61,4 13,6 1,8 10,8 731,43 2003 100 0 2,2 60,8 12,5 2,1 22,4 623,19 2002 100 0,2 7,8 52,8 7 3,8 28,6 624,08 2001 100 0,7 14,8 52,2 6 4,7 22,3 510,7 2000 100 0,5 9 57 5,6 5,4 22,8 414,9 1999 100 0,7 3,5 69,1 0,4 5,4 21 323,86 1998 100 0,6 40,9 34,8 0,3 8 15,4 255,51 1997 100 1,4 61 18,6 1,8 7,9 9,4 176,21 1996     xado Selic preço     R$ Bi Total Outros Prefi- Over/ Índices TR Câmbio fora BC Período Índice de correção Dívida Fim de
  • 10. Debênture
    • Valor mobiliário emitido por S.A. que representa direito de crédito contra a emissora.
    • Médio e longo prazo
    • Tipos de debêntures:
      • Nominativa e escritural
      • Simples,conversíveis, permutáveis
  • 11. Quanto à espécie
      • garantia real
      • garantia flutuante
      • sem preferência ou quirografária
      • subordinadas
  • 12. Outras informações
    • Agente fiduciário
    • Banco mandatário
    • Melhores esforços x garantia firme
    • Emissão pública x privada
    • Ganhos:
      • Juros
      • Prêmios
      • Participação nos lucros
      • Deságio
  • 13. Títulos no mercado externo
    • Global Bonds
    • Treasury Bonds
    • Eurobonds / notes
    • Bill x Note x Bond
  • 14. Análise dos Títulos de Renda Fixa
    • Yield-to-Maturity
    • Duration
    • Rating
  • 15. Preço de mercado
    • O preço de mercado de um papel de renda fixa é função de 4 fatores:
      • Valor de face
      • Cupom
      • Prazo de vencimento
      • Taxa de juros atual do mercado
  • 16. Preço unitário
    • PU = VN / (1 + i) (n/360)
    • ou
    • PU = VN / (1 + i) (n/252)
    • Onde:
    • PU = Preço Unitário expresso com 6 casas decimais
    • i = Taxa anual na base 360 dias (pode ser 252, depende do papel)
    • n = Número de dias corridos (ou úteis) entre a liquidação da operação e o vencimento
    • VN = Valor nominal
    • PU: histórico ≠ mercado
  • 17. Exemplo
    • Qual o PU de uma LTN com 63 dias úteis a decorrer cotada a 19,50%?
    • Obs.: A LTN é cotada em dias úteis
    • PU = 1000 / (1 + 0,1950) (63/252)
    • PU = 956,440645
  • 18. Current Yield
    • CY = C i / P m
    • Onde:
    • CY = o rendimento corrente do título
    • C i = o cupon anual do título i
    • P m = o valor de mercado do título
  • 19. Exemplo:
    • Qual o current yield de um título de renda fixa que está sendo negociado a 98,75% de seu valor de face e cujo cupom anual é de 15%?
    • CY = 15 / 98,75 = 15,19%
  • 20. Yield to Maturity
    • Rendimento real do papel:
    • Leva em consideração os juros do cupom do papel, o preço de compra, o valor de resgate, tempo entre o pagamento dos juros, e o prazo restante até o vencimento.
    • Pressupostos:
      • 1. Mantém o papel até o vencimento
    • 2. Reinveste os cash flows intermediários pela mesma taxa do YTM
    • Cálculo semelhante à Taxa Interna de Retorno (IRR)
  • 21. Duration
    • Mede a volatilidade do preço do papel através da “duração” do papel.
    • Média ponderada dos prazos a decorrer de um título de renda fixa em função de seus fluxos de caixa (rendimentos + valores de resgate), trazidos a valor presente.
    • Leva em consideração cupom e prazo de vencimento.
    • Não é mais do que o período de recuperação do investimento. Este indicador possibilita ainda estudar qual o impacto do aumento da taxa de juros no preço da obrigação.
  • 22. Macaulay Duration
    • D =  (C t (t) / (1+i) t ) /  (C t / (1+i) t )
    Onde: t = período de pagamento do cupom C t = juros ou pagamento do principal que ocorre no período t i = YTM Preço VP cash flow n n t=1 t=1
  • 23. Exemplo 8,0% 8,0% YTM 8% 4% Cupom anual 10 anos 10 anos Vencimento $1.000 $1.000 Valor de Face Título B Título A
  • 24. Cálculo da Macaulay Duration – Título A * Título descontado pelo YTM 8,12 anos Duration 8,1193 1,0000 731,58 (7) Soma 6,5850 0,6585 481,73 0,4632 1040 10 0,2466 0,0274 20,01 0,5002 40 9 0,2360 0,0295 21,61 0,5403 40 8 0,2233 0,0319 23,34 0,5835 40 7 0,2070 0,0345 25,21 0,6302 40 6 0,1860 0,0372 27,22 0,6806 40 5 0,1608 0,0402 29,40 0,7350 40 4 0,1302 0,0434 31,75 0,7938 40 3 0,0938 0,0469 34,29 0,8573 40 2 0,0506 0,0506 37,04 0,9259 40 1 (6) (1) X (5) (5) (4) / (7) (4) PV (2) X (3) (3) 1/(1+ 0,08) n (2) $ Cash Flow (1) Ano
  • 25. Cálculo da Macaulay Duration – Título B * Título descontado pelo YTM 7,21 anos Duration 7,2053 1.0000 1.008,00 Soma 4,9629 0,4963 500,26 0,4632 1080 10 0,3573 0,0397 40,02 0,5002 80 9 0,3430 0,0429 43,22 0,5403 80 8 0,3242 0,0463 46,68 0,5835 80 7 0,3001 0,0500 50,42 0,6302 80 6 0,2701 0,0540 54,45 0,6806 80 5 0,2333 0,0583 58,80 0,7350 80 4 0,1890 0,0630 63,50 0,7938 80 3 0,1520 0,0760 76,58 0,8573 80 2 0,0735 0,0735 74,07 0,9259 80 1 (6) (1)x(5) (5) (4) / (7) (4) $ PV fluxo (2)x(3) (3) 1/(1+ 0,08) n (2) $ Cash Flow (1) Ano
  • 26. Conclusão
    • A duration de um papel “zero cupom” será igual ao prazo de vencimento.
    • A duration de um papel com cupom será sempre menor que seu prazo de vencimento.
    • Há uma relação inversa entre cupom e duration.
    • Há geralmente uma relação positiva entre prazo até vencimento e duration. A taxa de duration vai diminuindo a medida que o vencimento vai se aproximando.
  • 27. Duration modificada
    • Medida de sensibilidade do preço do título à taxa de juros
    Preço Yield ΔP ΔY Curva de juros
  • 28. Cálculo da duration modificada Dm = D / (1 + YTM)
  • 29. Exemplo
    • Com base nos mesmos títulos, e tendo que:
    • Título A está sendo negociado a um PU de mercado de $ 731,60 e o título B ao par, calcular a Duration modificada.
    731,60 40 40 ... 40 1040 Título A YTM A = 8,0% YTM B = 8,0% Dm A = 8,12 / (1 + 0,08) = 7,51 Dm B = 7,21 / (1 + 0,08) = 6,68
  • 30. Conclusão
    • Dada uma variação na taxa de juros de mercado da ordem de 1%, o preço de mercado do papel varia:
      • Para o título A: 7,51%
      • Para o título B: 6,68%
  • 31. Rating
    • Nota final que resulta de uma opinião que uma agência tem sobre o risco relativo da emissão de uma empresa ou governo, baseada na:
      • capacidade e vontade do emissor para pagar completamente e no prazo acordado, principal e juros, durante o período de vigência do instrumento de dívida;
      • severidade da perda, em caso de inadimplência.
  • 32. Principais agências de rating no Brasil
    • Standard & Poor’s (S&P)
    • Moody’s
    • Fitch
    • LF Rating
  • 33. Rating nacional Fitch Moody’s “ br”, “bra” D DD DDD C CC CCC B D BB C BBB B A F3 AA F2 AAA F1 Longo Prazo Curto Prazo C Ca Caa Ba Baa ST-4 A ST-3 Aa ST-2 Aaa ST-1 Longo Prazo Curto Prazo
  • 34. Rating – Investment Grade BBB- Baa3 BBB Baa2 Capacidade de pagamento adequada BBB+ Baa1 BBB BBB A- A3 A A2 Grau Médio Forte capacidade de pagamento A+ A1 A A AA- Aa3 AA Aa2 Alta qualidade AA+ Aa1 AA AA Alto Grau - Mais alta qualidade; extremamente forte AAA Aaa AAA AAA Definição S&P Moody’s Fitch Duff and Phelps
  • 35. High Yield = Especulativo Em falência ou inadimplência ou com outros problemas CC C D Ca CC C DDD DD D CC C CC+ Caa3 Vulnerabilidade presente à inadimplência CCC Caa2 Default CCC+ Caa1 CCC CCC B- B3 B B2 Obrigações de alto risco B+ B1 B B obrigações; incerteza corrente BB- Ba3 Provável cumprimento de BB Ba2 Especulativa BB+ Ba1 BB BB Definição S&P Moody’s Fitch Duff and Phelps
  • 36. Principais indicadores
    • Taxa DI = “CDI”
    • IGP-M x IGP-DI
    • Dólar PTax
    • TR
    • TJLP
  • 37. Ações
  • 38. Características
    • Título de propriedade
    • Menor fração do capital de uma empresa
    • Nominativas e escriturais
    • Ordinárias x preferenciais
  • 39. Direitos e proventos dos acionistas
    • Dividendos
    • Juros sobre capital próprio
    • Subscrição
    • Venda do direito de subscrição
    • Bonificações
    • Split x Inplit
  • 40. Operacionalidade
    • sistema eletrônico de negociação
    • Liquidação:
      • Mercado a vista: Física e Financeira:D+3
      • Mercado a termo: Financeira D + n
      • (n = 30, 60, 90, 120, 180)
  • 41. Operações
    • Day-trade
    • Descoberto
    • Arbitragem
    • Aluguel de ações
  • 42. Aluguel de ações
    • Tomador do aluguel tem o ativo disponível em sua carteira durante contrato.
    • Recompra em no máximo até D-3 da liquidação.
    • Margem
    • Por que alugar ações:
      • Vendas a vista;
      • Garantia de operações em mercados de liquidação futura;
      • Cobertura no lançamento de opções de compra.
  • 43. Quanto à liquidez
    • “ Blue Chips” ou de 1a. Linha
    • Ações de 2a. Linha
    • Ações de 3a. Linha
  • 44. Valor de uma ação
      • de mercado
      • de livro / nominal
      • patrimonial
      • de liquidação
      • de subscrição
      • intrínseco
  • 45. Índices de ações
    • IBOVESPA
    • IBrX
    • IBrX-50
    • ISE
    • IEE
    • ITEL
    • INDX
  • 46. IBOVESPA FONTE: BOVESPA Média aritmética = 32,6% Retorno acumulado = 35.477,6% Retorno anualizado = 15,8% 151,14 1988 -71,99 1987 73,39 2007 -0,52 1986 45,54 2006 52,23 1985 44,83 2005 67,37 1984 28,23 2004   120,63 1983 141,3 2003   -17,1 1982 -45,53 2002 7,43 1981 -25,34 2001 -4,5 1980 -17,97 2000 -22,97 1979 70,15 1999 -19,85 1978 -38,53 1998 8,42 1977 34,85 1997 -8,87 1976 53,23 1996 10,51 1975 -13,91 1995 14,3 1974 59,59 1994 4,72 1973 111,24 1993 -49,6 1972 -3,66 1992 87,12 1971 288,63 1991 35,9 1970 -72,73 1990 133,02 1969 24,06 1989 47,23 1968 EM US$   EM US$   % ANUAL MÊS/ANO % ANUAL MÊS/ANO VARIAÇÃO   VARIAÇÃO  
  • 47. Análise dos títulos de renda variável
    • Análise técnica
    • Análise fundamentalista
      • Múltiplos
  • 48. Análise técnica
    • O valor de mercado de qualquer produto ou serviço está baseado somente pela interação entre oferta e demanda.
    • A oferta e a demanda são governadas por inúmeros fatores, tanto racionais como irracionais, tais como fatores de variáveis econômicas defendidas por analistas fundamentalistas, bem como opiniões, humor e suposições. O mercado pesa todos esses fatores continuamente e automaticamente. Não há somente investidores racionais no sentido econômico da palavra.
    • Desprezando flutuações menores, os preços para ativos individuais e o valor total do mercado tende a se mover de acordo com tendências, que persiste por períodos apreciáveis de tempo.
    • Tendências predominantes mudam em reação a mudanças no relacionamento entre oferta e demanda. Essas mudanças, não importam porque ocorram, podem ser detectadas mais cedo ou mais tarde pela ação do próprio mercado.
  • 49. Fundamentos
    • Preço e volume negociados;
    • Padrões regulares que podem ser visualizados nos gráficos das ações;
    • Componentes psicológicos dos investidores, tais como lembrança do valor de aquisição ou venda de papéis, bem como emoções sentidas durante o ganho ou perda com essas negociações;
    • Análise de tendências e determinação de preços alvos .
  • 50. Ciclo típico do mercado de ações
  • 51. Principais múltiplos
    • Cot/VPA = preço de mercado da ação/valor patrimonial.
    • EBITDA = Mede o lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização. Analisa a rentabilidade do negócio em si, pois elimina os efeitos das decisões contábeis e financeiras.
    • P/L = preço de mercado da ação/lucro líquido por ação. É medido em anos e indica o tempo que o investidor terá para retornar o investimento sob a forma de lucros, além da valorização da ação.
  • 52.
    • Dividend yield = último dividendo pago pela empresa / preço de mercado da ação. Uma análise mais rápida deste indicador permite uma conclusão do tempo em que uma ação leva seu investimento a reaver o valor pago pela mesma. Este indicador mede a rentabilidade dos dividendos, assumindo-se a manutenção da taxa de distribuição do último exercício.
    • Pay-out (taxa de distribuição) = (total de dividendos + juros sobre o capital em T0 / lucro líquido em T0) x 100
  • 53.
    • Valor da Empresa (VE): é calculado como a soma entre o Valor de Mercado e a Dívida Líquida da Empresa, e reflete o valor total da empresa. Ou seja, o capital próprio (acionistas) e o de terceiros (dívida líquida). Em geral, o valor da empresa é usado no cálculo de índices relativos a Vendas, EBIT e EBITDA (todos eles representam fluxos disponíveis a acionistas e credores).
    • VE/EBITDA : o EBITDA é uma medida aproximada do fluxo de caixa operacional da Empresa, pois exclui depreciação e despesas financeiras. Esse múltiplo relaciona valor da empresa com a sua capacidade de geração de caixa (fluxo de caixa). Esse múltiplo não se aplica a empresas financeiras, pois para essas empresas endividamento financeiro (e despesas financeiras) faz parte de suas atividades normais.
  • 54. Fluxo de caixa descontado
    • n
    • P 0 =  (D t / (1 + k) t )
    • Onde:
    • P0 = valor presente da ação
    • Dt = dividendo durante o período
    • k = taxa de desconto que representa o retorno requerido pelo investidor no ativo j
    t=1
  • 55.
    • Suponhamos que um investidor tenha estimado em R$ 0,40 e 0,44 os dividendos correntes a serem distribuídos, respectivamente, ao final de cada um dos próximos dois anos. Admitindo-se que o valor previsto de venda ao final do segundo ano seja de R$ 5,50 por ação, o preço máximo a ser pago por essa ação hoje, ao fixar-se em 18% ao ano a rentabilidade mínima desejada, é igual a:
    • D1 = 0,40 D2 = 0,44 P2 = 5,50 k = 18%
    • P0 = (0,40 / 1,18) + (0,44 / 1,182) + (5,50 / 1,182)
    • P0 = 0,339 + 0,316 + 3,950
    • P0 = 4,60 / ação
    4,60 0,44 + 5,50 0,40
  • 56. Modelo Gordon
    • P 0 = D 1 / (k – g)
    • Onde:
    • D1 = dividendo
    • g = taxa de crescimento dos dividendos
  • 57. Exemplo
    • Consideremos uma ação com um dividendo corrente de R$ 1 por ação, e que tem a expectativa de crescer para R$ 1,09 no próximo ano. Você acredita que, no longo prazo, o lucro desta companhia e os dividendos vão continuar crescendo 9%. No longo prazo, você espera que a taxa de inflação vá cair. Você estabelece uma taxa de retorno para o longo prazo sobre essa ação de 13%. Com estes dados, calcule P0.
    • P1 = 1,09 g = 0,09 k = 0,13
    • P 0 = D1 / (k – g)
    • P 0 = 1,09 / 0,13 – 0,09
    • P 0 = R$ 27,25
  • 58. Derivativos
  • 59. O que são derivativos?
    • Instrumentos utilizados para minimizar os riscos contra oscilações de preços futuros de ativos, taxas de juros, indexadores e moedas.
    • Além da função de hedge , pode ser utilizado como alavancagem , aumentando as possibilidades de ganho sobre um determinado capital.
  • 60. Definição
    • Termo – acordo de compra e venda para liquidação futura
    • Futuro – contrato a termo padronizado
    • Opção – direito de compra e venda sobre ativos
    • Swap – acordo para troca de fluxos de caixa
  • 61. Mercado de balcão
    • Maior flexibilidade - hedge sob encomenda
    • Partes definem ativo, volume, vencimento
    • Ausência de liquidez
    • Risco de crédito
    • Falta de transparência na formação do preço
  • 62. Bolsas de valores ou mercadorias
    • Contratos padronizados – ativo, volume e vencimento
    • Clientes negociam apenas preço e quantidade
    • Transparência na formação de preços
    • Mercado secundário (liquidez)
    • Redução do risco de crédito – clearing house
  • 63. Participantes do mercado
    • Hedger – atua no mercado buscando proteção contra oscilação de preços (risco de mercado)
    • Ex: Exportador, Importador, Empresa com dívidas em dolar
    • Especulador – aposta na tendência dos preços (garante a liquidez)
  • 64. Termo
  • 65. Conceitos
    • Acordo de compra e venda de um ativo com preço e prazo estabelecidos.
    • Contratos intransferíveis
    • Prazos: 30, 60, 90, 120, 150 e 180 dias (BOVESPA – min 12 dias)
    • Valor a Termo = Preço a Vista x (1 + i) n
    • Garantias:
      • Cobertura
      • Margem (dinheiro, títulos públicos, ações, ouro, fiança)
  • 66. Exemplos
    • Se um importador deseja garantir a taxa de câmbio para 30 dias ele pode comprar dólar a termo junto a um banco.
    • Investidor não tem dinheiro agora mas deseja garantir o preço.
  • 67. Características
    • Contratos feitos sob encomenda
    • Inexistência de mercado secundário – risco de liquidez
    • Risco de contraparte – risco de crédito
    • Geralmente são negociados em balcão
    • Não há transparência na formação dos preços
    • Contratos não são padronizados
    • Geralmente são liquidados com a entrega do ativo
    • Para sair da posição é necessário encontrar uma contraparte disposta a fazer uma operação inversa pelo prazo que falta
  • 68. Estratégias
    • Alavancagem
      • Investidor aposta numa queda da ação mas não tem o ativo em carteira.
      • Investidor aposta numa alta firme do mercado e deseja comprar uma quantidade de ações superior à que sua disponibilidade financeira permitiria comprar a vista naquele momento.
    • Proteger Preços - investidor espera uma alta no preço de uma ação mas seus recursos estão aplicados em outro ativo, que não pode se desfazer.
    • Aumentar a Receita – Investidor quer se desfazer da ação e só vai precisar dos recursos no futuro.
  • 69.
    • Operação Caixa – investidor em ações precisa de recursos para uma aplicação rápida, mas não quer deixar a posição na ação.
    • Operação Financiamento – investidor não está interessado em correr o risco da ação, mas apenas em ganhar a diferença existente entre os preços a vista e a termo, ou seja, os juros da operação.
    • Diversificação - investidor quer apostar na alta do mercado, mas não quer concentrar todos os seus recursos em apenas um ativo para não assumir riscos muito elevados.
  • 70. Futuros
  • 71. Conceitos
    • Um contrato de futuro dá ao detentor tanto o direito como a obrigação de conduzir a transação envolvendo outro título ou commodity – ativo – numa data futura pré-determinada a um preço pré-definido.
    • Contrato a termo padronizado: Bolsa estipula ativo, volume e data de liquidação.
    • Clientes negociam preço e quantidade.
    • Ajuste diário
  • 72. Margem de garantia
    • Garante o pagamento de 2 ajustes diários
    • Calculada pela Bolsa com base em dados históricos (últimos 40 pregões) e cenário de estresse
    • São aceitos dinheiro, títulos públicos e outros ativos indicados pela Bolsa
    • Se um participante não paga o ajuste diário, a bolsa liquida sua posição e utiliza as garantias
    • Podem ser alteradas pela Bolsa em função da volatilidade
    • Garantias são executadas em cascata
    • Saldo da margem < saldo mínimo: chamada de margem
    • Saldo da margem > saldo mínimo: cliente pode sacar
  • 73. Contratos negociados na BM&F
    • Contratos financeiros:
    • Juros DI Taxa de câmbio Ouro
    • Ibovespa Cupom cambial Títulos da dívida externa
    • Contratos de commodities:
    • Soja Milho Açúcar
    • Café Boi gordo Algodão
    • Álcool anidro Etanol
  • 74. Características dos contratos futuros Produto Quantidade por contrato futuro Meses de vencimento Café 100 sacas de 60 quilos Março, maio, julho, setembro e dezembro Açúcar 270 sacas de 50 quilos Março, maio, agosto, outrubro e dezembro Álcool 30 metros cúbicos Março, maio, agosto, outrubro e dezembro Soja 450 sacas de 60 quilos Fevereiro, março, maio, julho, setembro e novembro Milho 450 sacas de 60 quilos Fevereiro, março, maio, julho, setembro e novembro Algodão 12.750 quilos Março, maio, julho, outubro e dezembro Boi gordo 330 arrobas Todos os meses  
  • 75. Depósito interfinanceiro – DI futuro
    • Objeto de negociação: taxa de juros efetiva ano
    • A taxa reflete a expectativa do mercado mediante a acumulação das taxas diárias do CDI até o vcto
    • Negocia taxa, mas registra PU
    • PU = 100.000 / (1 + 1) du/252
    • Quantidade de contratos = valor da posição / PU
    • Comprado em DI (taxa) é equivalente a vendido em PU
    • Vendido em DI (taxa) é equivalente a comprado em PU
    • PU ajuste do dia anterior é corrigido pelo CDI
    • Ganho ou Perda = PU ajuste – PU ajuste D-1 corrigido
  • 76. Opções
  • 77. Conceitos
    • Direito de compra e venda sobre ativos
    • Opção americana x européia
    • Titular (comprador)
    • Lançador (vendedor)
    • Call (opção de compra)
    • Put (opção de venda)
    • Série de opções
    • Se lançador: apresentar cobertura ou margem
  • 78. Denominação das opções na Bovespa Opção Vencimento Compra Venda A M Janeiro B N Fevereiro C O Março D P Abril E Q Maio F R Junho G S Julho H T Agosto I U Setembro J V Outubro K W Novembro L X Dezembro EXEMPLOS: PETR H18 - Opção de Compra sobre Petrobrás PN, com vencimento em agosto e preço de exercício de $ 180,00 por lote de mil ações*. VALE V23 - Opção de Venda sobre Vale do Rio Doce PNA, com vencimento em outubro e preço de exercício de $ 30,00 por ação*. (*) A identificação das séries autorizadas e seus respectivos preços de exercício são divulgadas diariamente pela BOVESPA
  • 79. Considerações precificação opções
    • Valor tempo
    • Valor intrínseco
    • Taxa de juros
    • Volatilidade
  • 80. Classificação das opções Preço de exercício menor que o preço do objeto. Preço de exercício maior que o preço do objeto. Fora do Dinheiro ( “Out of the money” ) Preço de exercício igual ao preço do objeto. Preço de exercício igual ao preço do objeto. No Dinheiro ( “At the money” ) Preço do exercício maior que o preço do objeto. Preço de exercício menor que o preço do objeto. Dentro do Dinheiro ( “In the money” ) OPÇÃO DE VENDA OPÇÃO DE COMPRA CLASSIFICAÇÃO
  • 81. Classificação call
  • 82. Classificação put
  • 83. Valor tempo
    • Opção: compra de ação Alegre PN
    • Prazo até vencimento da opção: 20 dias
    • Preço a vista da ação Alegre PN: $ 92,00
    • Preço de exercício: $ 86,00
    • Cotação opção: $ 7,00
    Leva em consideração: prazo até vencimento, volatilidade, custo do dinheiro e rendimento Prêmio: $ 7,00 Valor intrínseco: $ 6,00 Valor tempo: $ 1,00
  • 84. Swap
  • 85. Características
    • Swap = Troca de fluxo financeiro
    • Esses fluxos podem se referir a:
      • Moedas – trocar RS$ x US$ ou Dolares x Yenes
      • Taxas de Juros – trocar prefixado x posfixado
      • Indexadores – trocar variação cambial x CDI, CDI x IGPM
    • Ajuste no vencimento por diferença
    • Negociação em balcão
    • Bancos são obrigados a registrar na Cetip ou na BM&F
  • 86. Características
    • Não há movimentação de caixa no momento D+0
    • O valor fixado pelas partes é apenas referência (Valor Nocional)
    • Sempre há uma posição ativa e uma passiva
    • No vencimento ocorre a liquidação por diferença
      • Comprado  comprado, dado ou aplicado no indexador 1
      • Vendido  vendido, tomado ou captado no indexador 1
    • Empresa com dívidas em dólar realiza swap com um banco
      • recebe variação do dólar + cupom e paga CDI
  • 87. IR e ajuste negativo Valor aplicado R$ 100.000   Taxa pré 35% a.a.   Valor no resgate R$ 135.000 100.000 + (100.000 x 35%) Rendimento R$ 35.000 135.000 – 100.000 Alíquota IR* 20%   (-) Valor IR recolhido R$ 7.000 35.000 x 20% Valor a receber R$ 128.000 135.000 – 7.000 Rentabilidade DI 27%   (+)Ajuste (R$ 8.000) (100.000 x 27%) – (100.000 x 35%) Líquido a receber R$ 120.000  
  • 88. Com mais detalhes... Valor reajustado DI R$127.000 100.000 + (100.000 x 27%) Ganho hipotético R$ 27.000 127.000 – 100.000 IR a recolher hipotético R$ 5.400 27.000 x 20% Líq. a receber hipotético R$121.600 127.000 – 5.400 Valor líquido recebido R$120.000 Conforme cálculo anterior Perda no IR R$ 1.600 121.600 – 120.000
  • 89. Fundo de Investimento
  • 90. Estrutura legal do fundo
    • Formado sob a forma de condomínio
    • Tem CNPJ
    • Não faz parte do balanço do banco => não gera funding para o banco
    • Não tem garantia do FGC
    • Tem demonstrativos financeiros próprios
    • O banco não é dono do fundo, e sim os cotistas
  • 91. Vantagens de um fundo
    • “ A união faz a força”
    • Gestão profissional
    • Diversificação
    • Equidade
    • Facilidade no acompanhamento da performance
  • 92. Órgãos reguladores / fiscalizadores
    • CVM
    • ANBID = auto-regulador
  • 93. Figuras de um fundo
    • Gestor
    • Administrador
    • Distribuidor
    • Custodiante
    • Auditor
  • 94. Fonte: ANBID Principais gestores de fundos –abril 2008   100,0% 1.210.862,4 TOTAL    100,0% 26,7% 322.834,5 OUTROS   73,3% 2,1% 25.982,4 BANCO SAFRA INVEST. 10 71,2% 3,4% 41.744,8 ABN AMRO REAL 9 67,7% 4,4% 53.587,0 HSBC 8 63,3% 4,4% 53.775,9 SANTANDER 7 58,9% 4,6% 55.844,4 UNIBANCO 6 54,3% 4,8% 58.182,6 UBS PACTUAL 5 49,5% 5,8% 70.697,3 CEF 4 43,6% 12,2% 147.224,1 BRADESCO 3 31,5% 12,5% 151.023,8 ITAU 2 19,0% 19,0% 229.965,6 BB 1 Acumulado Market share PL admin R$ MM Gestor  
  • 95. Principais administradores – abril 2008   100,0% 1.210.862,4 TOTAL   100,0% 23,5% 285.070,6 OUTROS   76,5% 3,5% 41.775,2 ABN AMRO REAL 10 73,0% 4,8% 57.608,2 UNIBANCO 9 68,2% 4,9% 58.780,6 SANTANDER 8 63,4% 5,1% 62.053,9 UBS PACTUAL 7 58,3% 5,1% 62.159,7 BNY MELLON DTVM 6 53,1% 5,2% 62.457,7 HSBC 5 48,0% 5,8% 70.639,1 CEF 4 42,1% 11,2% 135.264,5 BRADESCO 3 31,0% 11,8% 142.601,4 ITAU 2 19,2% 19,2% 232.451,3 BB 1 Acumulado Market share PL admin R$ MM Administrador  
  • 96. Chinese Wall $ Banco $ Clientes
  • 97. Chinese Wall $ Banco $ Clientes Empresas de Asset Management
  • 98. Tipos de fundos – quanto à emissão de cotas
    • Abertos – Emitem e resgatam cotas indefinidamente, de acordo com suas regras.
    • Fechados – Emitem uma quantidade de cotas pré estabelecida. Não há resgate. As vendas têm que ser feitas no mercado secundário (balcão / bolsa para alguns). Podem ter prazo de encerramento ou não. São montados com finalidade específica. Valores da cota: patrimonial e de mercado.
  • 99. Tipos de fundos – quanto à regulamentação
    • FI / FIC de FI
    • FI Imobiliário
    • FIDC / FIC-FIDC
    • Fundo de Previdência
    • Fundo de Privatização
  • 100. Estrutura – FIC Asset Success FIC Havens FI Asset A FI Asset B FI Asset H FI Asset G FI Asset F FI Asset E FI Asset C FI Asset D
  • 101. Estrutura - FIC FI DI FIC DI Diamante FIC DI Rubi FIC DI Quartzo FIC DI C Topázio Tx adm: 0,5% 1,0% 2,0% 4,0% Investimento Mínimo: R$ 250.000 R$ 100.000 R$ 20.000 R$ 500
  • 102. Classificação CVM 409
    • Curto prazo
    • Referenciado
    • Renda fixa
    • Ações
    • Cambial
    • Dívida Externa
    • Multimercado
  • 103. Instrução CVM 450
    • 30/03/2007
    • Objetivos
      • Melhorar nível de informação aos investidores;
      • Ampliar alternativas de investimento;
      • Assegurar que o perfil de risco do cliente seja analisado.
  • 104. Principais alterações - 450
    • Investimento no exterior:
      • Fundos Multimercado – até 20%
      • Outros fundos – até 10%
    • Fundos para investidores “super qualificados” (invest. mínimo = R$ 1milhão) não têm restrições de limite.
    • Fundo de Crédito Privado
      • mais de 50% PL em crédito privado
      • Termo de ciência de risco
    • Prazo máximo de ocultação de carteira: 30 dias.
  • 105. Fundos por segmento – fevereiro 08 Disponível em < http://www.anbid.com.br/documentos_download/fundos_investimentos/boletins_mensais/Boletim_fev_08.pdf >
  • 106. Classificação ANBID
    • Curto prazo
    • Referenciado: DI, dólar, euro, outros
    • Renda fixa: pré / crédito / indexadores / alavancados
    • Multimercado: balanceado, s/c alancagem, s/c rd variável
    • Capital protegido
    • Investimento exterior
    • Ações: indexados, ativos s/c alavancagem, setoriais, outros, fechados
    • Privatização
    • Imobiliário
  • 107. Cota
    • PL / quantidade de cotas
    • Abertura x fechamento
    • “ Come cotas”
    • Marcação a mercado
  • 108. Marcação a mercado Preço de ajuste do pregão fornecido pela BM&F. Mercados futuros Cotações médias do encerramento do pregão da BOVESPA. Não havendo negociação no dia, é mantido o preço médio do último pregão em que houve negociação. Ações e opções de ações Metodologia de marcação a mercado Título
  • 109. Taxa contratada (% do indexador) no início da operação e percentual deste mesmo indexador exigido para operação similar da data de análise ao vencimento. Operações pós fixadas Valor de vencimento (valor de resgate) deste título trazido a valor presente pelo fator de desconto (referente à data de vencimento do título) obtido com base na curva de juros prefixados verificada no mercado. Operações prefixadas Metodologia de marcação a mercado Título
  • 110. Valor projetado de resgate deste título trazido a valor presente pelo fator de desconto (referente à data de vencimento do título) obtido da curva de juros de mercado em reais. Operações indexadas ao IGPM (+ cupon) Levam em conta a variação do dólar com retornos especificados em variação cambial + cupom contratado. Operações indexadas ao Dólar (+ cupon) Metodologia de marcação a mercado Título
  • 111. Individualizar cada parcela que compõem os swaps, considerando tanto as pontas ativas quanto as passivas. Estruturas com swap Metodologia de marcação a mercado Título
  • 112. Taxa de administração
    • Fixa
    • Performance
      • critério de linha d’água
      • Que fundos podem cobrar performance?
    • Taxa de entrada
    • Taxa de saída
  • 113. Investidor Qualificado
    • Instituições financeiras;
    • Companhias seguradoras e sociedades de capitalização;
    • Entidades abertas e fechadas de previdência complementar;
    • Pessoas físicas ou jurídicas que possuam investimentos financeiros em valor superior a R$ 300.000,00 e que, adicionalmente, atestem por escrito sua condição de investidor qualificado mediante termo próprio;
    • Fundos de investimento destinados exclusivamente a investidores qualificados; e
    • Administradores de carteira e consultores de valores mobiliários autorizados pela CVM, em relação a seus recursos próprios.
  • 114. Taxa de administração - Outras observações:
    • Fatores que afetam o custo: risco e volume de aplicação mínimo.
    • Só pode ser elevada mediante Assembléia Geral de Condôminos.
    • Além da Tx Adm, o fundo incorre em outras despesas.
    • FIC têm que informar tx adm total
  • 115. Fundo Exclusivo
    • Liberdade na definição dos objetivos e estratégias de investimento.
    • Facilidade de controle
    • Vantagens fiscais:
      • CPMF ( x Conta Investimento)
      • IOF
  • 116. Documentos do fundo
    • Prospecto – política de investimento e riscos
    • Regulamento
    • Termo de adesão
    • Termo de ciência de risco
  • 117. Art. 30 Instrução CVM 409
    • Todo cotista ao ingressar no fundo deve atestar, mediante termo próprio, que:
      • recebeu o regulamento e, se for o caso, o prospecto;
      • tomou ciência dos riscos envolvidos e da política de investimento;
      • tomou ciência da possibilidade de ocorrência de patrimônio líquido negativo, se for o caso, e, neste caso, de sua responsabilidade por conseqüentes aportes adicionais de recursos.
  • 118. Instrução CVM 450
    • Adequar os fundos à nova realidade de mercado
    • Permite aplicação no exterior:
      • 20% fundos multimercados e
      • 10% outros fundos
  • 119. Clube de Investimento
  • 120. O que é um clube de investimento? Aplicação financeira criada por um grupo de pessoas que desejam investir seu dinheiro em ações de empresas, tornando-se sócio delas.
  • 121. Para montar um clube de investimento você vai precisar de: □ Um estatuto social □ Um administrador, que deve ser uma Corretora membro da BOVESPA, uma Distribuidora ou um banco. □ Três sócios fundadores no mínimo
  • 122. Gestão
    • Contratada
    • Participantes do Clube
    • Compartilhada
  • 123. Reuniões de acompanhamento
  • 124. Algumas regras básicas
    • 150 participantes no máximo (exceção para funcionários de empresas)
    • 51% mínimo aplicado em ações
    • Registro e fiscalização da BOVESPA, em conjunto com a CVM
  • 125. Suporte Instituto Nacional de Investidores – INI www.ini.org.br
  • 126. Metodologia
    • Investir com regularidade, independentemente das perspectivas do mercado
    • Reinvestir todos os lucros
    • Investir nas empresas em crescimento
    • Diversificar para reduzir o risco
    • Comprar empresas com boa governança corporativa
  • 127. Previdência privada
    • PGBL x VGBL
    • Tributação
  • 128. Análise dos fundos
    • Gestor
    • Objetivos
    • Taxa de administração
    • Carteira
    • Rentabilidade
    • Riscos
    • Imposto de renda
  • 129. Imposto de renda 15% 20% 24 meses ou mais 17,5% 20% 12 a 24 meses 20% 20% 6 a 12 meses 22,5% 22,5% Até 6 meses Outros Fundo Curto Prazo Prazo
  • 130. Imposto de renda prev. privada 10% 10 anos ou mais 15% 8 a 10 anos 20% 6 a 8 anos 25% 4 a 6 anos 30% 2 a 4 anos 35% Até 2 anos Alíquota Prazo de permanência
  • 131. Gestão de Riscos
  • 132.
    • Fronteira Eficiente
    • Desvio padrão
    • Tracking error
    • Tipos de risco
    • VaR
    • Stress test
    • Back test
    • Beta
    • Índice de Sharpe
  • 133. Tracking error
    • Risco associado ao deslocamento entre o retorno da carteira e o do benchmark que se deseja bater ou seguir. Medido pelo Erro Quadrático Médio (EQM).
    • Erro Quadrático Médio – Média dos quadrados das diferenças entre o benchmark e o retorno observado.
    • Semelhante ao desvio padrão.
    • Diferença: utiliza o benchmark e não a média dos retornos.
  • 134. Tipos de risco
    • Mercado
    • Crédito
    • Liquidez
    • Operacional
    • Legal
  • 135. Risco sistemático Risco não-sistemático Risco sistemático Não-diversificável Desvio-padrão No. ativos
  • 136. Value at Risk (VaR)
    • Mede a pior perda esperada ao longo de determinado intervalo de tempo, sob condições normais de mercado e dentro de determinado nível de confiança.
    • Surgiu em 1994, depois de uma série de desastres com derivativos.
    • Instrumento abrangente e de fácil aceitabilidade e compreensão para mensurar o risco de mercado.
    • Induziu ao conceito de gestão de risco global da carteira.
    • Fornece aos usuários uma medida concisa do risco de mercado.
    • Mede o risco utilizando a mesma unidade de moeda constante do resultado do banco.
  • 137. Exemplo
    • Se o VAR de uma carteira de um banco é de R$ 35 milhões, a um nível de confiança de 99%, isso significa dizer que há apenas uma oportunidade em 100, sob condições normais de mercado, de ocorrer um prejuízo acima de US$ 35 milhões. Este único valor resume a exposição do banco ao risco de mercado, bem como a probabilidade de uma oscilação adversa.
  • 138. O VaR serve para
    • Fornecimento de informações gerenciais: serve para informar a alta gerência dos riscos incorridos em transações e operações de investimento, bem como acionistas.
    • Alocação de recursos: estabelecimento de limites de posição para traders e para decisão sobre onde alocar recursos.
    • Avaliação de performance: pode ser usado para que o desempenho se ajuste ao risco.
  • 139. Stress test
    • Análise que estima a perda financeira em cenários econômico-financeiros críticos.
    • Permite complementar a análise do VaR, que considera as condições de mercado como de normalidade. Enquanto o VaR tende a avaliar o risco “cotidiano”, em condições de normalidade, o Stress Test avalia o risco em situações de crise . A análise conjunta tende a ser muito mais eficiente.
  • 140. Back testing
    • Como os administradores de recursos sabem que os modelos quantitativos de análise podem oferecer retornos ajustados ao risco acima da média?
      • Eles esperam que o futuro seja similar ao passado, porque as estratégias quantitativas foram back tested.
      • Examinam se a composição e o retorno das carteiras teriam funcionado a contento no passado, através da utilização de dados históricos.
      • O back test busca avaliar a consistência entre o resultado do VaR e o resultado efetivo do fundo , avaliando empiricamente a robustez dos modelos utilizados para estimar o risco do fundo.
      • Compara as oscilações efetivamente ocorridas com os valores do VaR calculados historicamente.
      • Risco da ferramenta: as relações existentes no passado não são garantias de repetição no futuro.
  • 141. Beta M ede o risco sistemático baseado na covariância do ativo com o mercado Retorno da ação Retorno do Mercado Beta Beta
  • 142. Índice de Sharpe
    • William F. Sharpe, em 1966, escreveu um paper onde ele procurava avaliar a performance dos fundos de investimentos.
    • Usa o desvio padrão dos retornos como uma medida de risco.
    • Avalia o portfolio manager com base em retorno e diversificação
  • 143. Sharpe
    • R i = média dos retornos da carteira i num período t
    • RFR = média dos retornos de um título sem risco num períod t
    •  i = desvio padrão do retorno da carteira i num período t
    S i = R i – RFR  i
  • 144. Exemplo
    • Assumindo que o risco do mercado é 0,14, a taxa sem risco é 0,08 e que o desvio padrão do retorno anual do mercado é 0,20, examine os portfolios abaixo:
    • Portfolio Retorno médio Desvio padrão
    • anual do retorno
    • D 0,13 0,18
    • E 0,17 0,22
    • F 0,16 0,23
  • 145. Calculando... S m = R m – RFR = 0,14 – 0,08 = 0,300  m 0,20 S D = R D – RFR = 0,13 – 0,08 = 0,278  D 0,18 S E = R E – RFR = 0,17 – 0,08 = 0,409  D 0,22 S F = R F – RFR = 0,16 – 0,08 = 0,348  D 0,23
  • 146. Estratégia de Stop loss
    • A estratégia de stop loss procura definir a perda máxima aceita para mudança de posição.
  • 147. Alocação de portfolio
    • Etapas:
      • Demonstrativo Financeiro Pessoal
      • Definição de necessidades (fluxo de caixa)
      • Definição de perfil
      • Definição de objetivos
    •  Asset Allocation
  • 148. Processo 1. Definir política de investimento Foco: necessidades de cto e lgo pzo; familiaridade c/ mer. Fin.; expectativas  2. Examinar cenários atuais e projetados nas áreas financeira, econômica, política e social Foco: expectativa no curto e médio prazo para usar na montagem de um portfolio específico  3. Implementar o plano, montando o portfolio Foco: Atender as necessidades do investidor com o menor risco possível  4. Fazer feedback: monitorar e atualizar as necessidades do investidor, condições de mercado e performance do portfolio
  • 149. Muito obrigada Lilian Gallagher Tels: 2215-0276 ou 9225-7227 [email_address]
  • 150.
    • Telefones : (21) 3814-3927
    • Internet : www.andima/treinamento.com.br
    • E-mail : [email_address]