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Guiao elaboracao projetos investigação (Moreira, 2003)
 

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Guiao elaboracao projetos investigação (Moreira, 2003) Guiao elaboracao projetos investigação (Moreira, 2003) Document Transcript

  • elaboração de projectos de investigação texto enquadradorelaboração de projectos de investigaçãotexto enquadradorO texto que se segue tem incluídos aspectos que deverão ser lidos à luz de temas que foramjá objecto de discussão nas sessões presenciais, nos contactos estabelecidos com osorientadores e nas leituras que, eventualmente, já tenham sido realizadas. Servem tãosomente para criar âncoras conceptuais e "lembretes" do que deveria ter sido já alcançado.Outros aspectos, de maior "novidade", tentam centrar o vosso esforço no essencial dodesenvolvimento das vossas propostas de projecto para dissertação. Sinceros votos de BOM TRABALHO! A. Moreira, 2003 ‰Guião de elaboração de projectos de investigação: nota introdutóriaRedigir projectos consequentes não é muito difícil, embora também não se possa afirmar queseja fácil. Trata-se de uma arte e, como a maioria das artes, requer diligência e prática. Cadacampo disciplinar e cada fonte de financiamento têm uma cultura distinta de expectativas,costumes e normas que governam a preparação e o processo de revisão de propostas.Existem, não obstante, determinadas características que são virtualmente universais.Numerosos artigos e livros fornecem indicações gerais para propostas de redacção,enquanto que outros tantos se dirigem a campos específicos. Basta, para tal, realizar umapesquisa na Web.Apresentam-se, seguidamente, alguns conselhos recolhidos de diversas destas fontes,organizadas em quatro secções: "trabalho de casa" - que espero que tenham iniciado emtempo útil, estrutura da proposta: componentes, indicações gerais e revisão.I. Trabalho de casaManter-se informadoAs propostas bem sucedidas mantêm-se a par da investigação realizada no domínio deconhecimento em que pretendem investigar. Verificar regularmente fontes de informaçãocomo Web sites do domínio (oficiais e não oficiais); Web sites de instituições definanciamento; bases de dados de investigação e de divulgação de resultados deinvestigação; anuários de investigação, etc. deverá ser uma preocupação constante.Começar cedoAssim que lhe surgir uma ideia boa para um projecto, deverá começar a verificar bibliografiada especialidade e partir dos autores mais recorrentemente citados. • Os projectos de investigação, especialmente nas áreas em que nos movimentamos, têm frequentemente que ser programados em torno das exigências do ano académico, seja do ponto de vista curricular do investigador, seja do ponto de vista da execução do próprio projecto, tantas vezes dirigido a situações escolares que se espartilham, temporalmente, sob os mesmos pressupostos. • Como em qualquer outro projecto, é frequentemente útil escrever a proposta e pô-la então de lado, durante alguns dias. Quando voltar a lê-la, ficará certamente admirado com os erros de linguagem, factuais, lógicos, etc., que irá encontrar. • A probabilidade de uma primeira proposta ser bem sucedida é exígua, pelo que deverá ser trabalhada com tempo para revisão e reapreciação. O papel do orientador é fundamental em todo este processo.II. Estrutura da proposta: componentesA maioria das propostas de investigação obedecem a determinada estrutura (ou sequênciaorganizada de componentes), com uma ou outra variante. Deverá preparar cada uma delas 1
  • elaboração de projectos de investigação texto enquadradorcom cuidado, mantendo, desde o início, o pressuposto de que se encontra a trabalhar nosentido de levar a bom termo uma dissertação de mestrado que será sujeita a defesapública. Por tal, assuma a proposta de trabalho (o projecto) como um primeiro estádio naprossecução dessa meta, seja nos aspectos formais, seja nos aspectos substantivos.TítuloÉ sempre conveniente uma folha de rosto, que fornece informação sobre o curso, oinvestigador principal, orientador, a instituição de acolhimento e a data. • Manter o título conciso: algumas instituições, como a UA, limitam o comprimento de títulos das dissertações a um número específico de caracteres. • O título pode ser usado para "dirigir" a proposta a um grupo ou a um domínio de arguição, devendo assim exprimi-lo de modo a reflectir claramente a finalidade básica do projecto. • O título deve ser compreensível para o leitor leigo mas informado. Manter em mente quem poderá ser o potencial leitor da proposta, e também o facto de as dissertações se tornarem públicas.ÍndiceIndique os números de todas as secções principais da proposta e respectiva página.ResumoO resumo pode facilmente transformar-se na componente mais importante de uma proposta. • Um resumo é um SUMÁRIO que inclui uma visão geral de todo o projecto (não é uma introdução). Isto significa que deve incluir informação sobre o problema, métodos, resultados, e importância antecipados do estudo. • Mantê-lo breve: de 100 a 500 palavras. • Usar linguagem acessível a um leigo informado; evitar jargão específico da área disciplinar. • Tal como o título, o resumo pode ser a base pela qual os membros de uma comissão científica departamental poderão julgar uma proposta, a sua aceitação no âmbito das competências que reconhecem a quem a vai supervisionar e, futuramente, a atribuirão a potenciais arguentes. • Escrever o resumo em ÚLTIMO lugar, e revê-lo com cuidado para se certificar da sua concordância com o texto global final, é uma estratégia que se recomenda ao investigador menos experiente.Introdução/exposição do problema ou da necessidade de investigação • As primeiras impressões contam: comece com uma afirmação clara, concisa, e forte. • Esta secção introduz o quem, o quê, o quando, o porquê, o onde, e o como do projecto proposto. • Resume brevemente a evidência que estabelece os objectivos e a necessidade de realização do projecto, como essa necessidade será abordada ou os objectivos atingidos, e os resultados previstos.Finalidades e objectivosEsta secção identifica a finalidade do projecto, o que se pretende conseguir (que pergunta sepropõe responder ou que problema pretende resolver), e os resultados previstos. • As finalidades são afirmações de âmbito lato, gerais sobre os resultados ideais do projecto. • Os objectivos descrevem desenlaces mais restritos, mais específicos e mensuráveis, e devem ser compatíveis com os objectivos enunciados, ou enquanto etapas para a sua consecução. • Os resultados antecipados são as "descobertas" ou os "produtos finais previstos" do projecto, que pode ser uma decisão sobre uma hipótese, uma recomendação política, um trabalho de criação para uma mostra ou um espectáculo, um artigo publicado, etc.. (Deverá ter o cuidado aqui de antecipar questões do tipo: "E se o projecto não tem este desenlace?" - Os resultados esperados deverão ser descritos com um "plano B" hipotético em mente). 2
  • elaboração de projectos de investigação texto enquadrador • As finalidades e os objectivos de um projecto não significam o mesmo que a sua importância; ver abaixo.Enquadramento teórico: Revisão da literatura de suporteEsta secção deverá fazer duas coisas: • (1) deve resumir de modo completo o estado-da-arte do conhecimento no domínio de modo a estabelecer o contexto para o projecto proposto. • (2) deve demonstrar de modo convincente que o projecto necessita de ser empreendido para preencher um vazio real de conhecimento. o Estabelecer claramente que o projecto levanta questões ou problemas importantes no seu campo de investigação. o Sublinhar a inovação: as questões/problemas que pretende abordar nunca foram perspectivadas deste modo. o "Não rever a literatura" simplesmente pela listagem de autores e datas. A secção de suporte teórico deve centrar-se em teorias, conceitos, métodos, ou interpretações específicos a que projecto se dirige. o É frequentemente conveniente organizar esta secção pela revisão cronológica do desenvolvimento de um domínio específico de investigação e das questões, problemas, ou lacunas de compreensão que ainda perduram. o Incluir como trabalhos citados tanto os clássicos fundamentais como artigos recentes sobre o estado-da-arte no domínio de conhecimento. o Mostrar consciência da existência de pontos de vista alternativos. Gerir controvérsias e debates dentro do campo de modo equilibrado e não dogmático. o Ao discutir a sua própria posição num argumento, defendê-la fornecendo dados que a suportem. o Não discuta pelo recurso à mera asserção (isto é, está correcto porque eu acho que está) ou pelo apelo à autoridade (está correcto porque Fulano (1985) o diz).(Metodologia) Métodos/Procedimentos/MateriaisEsta secção, o "desenho da investigação" do projecto, constitui o núcleo duro da proposta.Deve estar de acordo com três critérios: • (1) deve derivar logicamente da enunciação do problema ou necessidade; • (2) deve progredir, com fluência e clareza, da descrição dos dados e das técnicas a ser usadas para a explicação de como os resultados serão interpretados em função das finalidades expressas, dos objectivos, e dos resultados esperados; e, • (3) deve "convencer" os leitores de que as conclusões serão válidas.As razões mais comuns de "rejeição" de propostas são a incapacidade de esclarecer o leitorrelativamente ao que se fará exactamente no projecto. A solução para este problema é dizero que se fará exactamente no projecto!Possui um número limitado de páginas para expôr a proposta (no nosso caso não ultrapasseas 20); esta secção é onde deve concentrar os seus esforços. As abordagens e métodosespecíficos de investigação variarão dependendo do seu domínio particular, naturalmente,mas no general necessitará de incluir algum subconjunto dos seguintes elementos: • Hipóteses a ser testadas ou conceitos a ser explorados. Todas as hipóteses na proposta devem ser testáveis. A proposta não deve tomar como verdadeiras as hipóteses que vão ser testadas. As hipóteses levantadas implicam o compromisso do investigador em as estudar, sendo o mesmo verdadeiro para as questões/problemas de investigação, que se transformam em compromissos do investigador em lhes dar resposta/os solucionar. • Descrição de como as experiências/actos de investigação serão concebidos e conduzidos. • Ciências sociais: os seguintes elementos são particularmente importantes nas propostas em ciências sociais. o Identificação da população do estudo e/ou dos participantes. o Descrição do processo de amostragem e do tamanho da amostra. 3
  • elaboração de projectos de investigação texto enquadrador o Descrição, ainda que sumária, dos instrumentos de investigação (ou incluir como apêndices). o Descrição dos tipos específicos e adequação das análises estatísticas dos dados brutos, tais como a regressão, componentes principais, etc., ou de outros procedimentos de análise, tais como análise de conteúdo, de protocolos, etc. • Participantes: Indicação clara das qualificações e dos papeis de todos os participantes, incluindo alunos, consultores, investigadores ou outros. • A v a l i a ç ã o : Como é que o projecto será avaliado, quem o fará e quão frequentemente; como é que os problemas inesperados serão resolvidos e que medidas estão previstas para a eventualidade de o projecto se deparar com dificuldades. • Dados preliminares: se, eventualmente, estiver já de posse de dados de projectos piloto que demonstrem a eficácia da abordagem que propõe, inclua-os. • Equipamentos, recursos e espaços essenciais: descrever o que são, como serão usados, e sua disponibilidade. • P e r m i s s õ e s: garantia de que todas as permissões, colaborações e normas necessárias foram asseguradas e ou cumpridas. Há normas que são instituídas pela universidade, pelo estado, e/ou outras entidades para a pesquisa que envolve, dentre outros, assuntos humanos. Não partir do pressuposto de que está tudo assegurado. Haverá eventualmente necessidade de autorizações, estabelecimento de protocolos, etc. Aconselhe-se com quem o/a orienta. • Material ilustrativo: mapas, cartas, fotografias, etc. (se necessário).CronogramaUma proposta de investigação bem sucedida deve exibir um equilíbrio cuidadoso entretempo (um ano) e dinheiro (propinas e outros gastos), que são recursos finitos, e objectivosdo projecto. • A Universidade impõe-me limites temporais para a execução do projecto? Há limites financeiros àquilo que pretendo realizar? • O projecto de investigação que delineei tem objectivos que podem ser cumpridos dentro do período permitido pela Universidade? • É o âmbito do trabalho razoável para o período e exigências do projecto? Um dos maiores problemas de um investigador inexperiente é um âmbito excessivamente ambicioso de trabalho. • Como é que me vou organizar para que o meu trabalho se desenvolva numa base de metas mensais, em função dos meus compromissos familiares, profissionais e sociais?Importância e impacto do projectoA importância de um projecto não é o mesmo que a finalidade ou os objectivos do projecto.As afirmações da importância e impacto do projecto devem ser feitas com cuidado e podemser acomodadas em justificações diversas: • Pelo avanço do estado do conhecimento num domínio particular, pelo enriquecimento do nosso património cultural, científico, técnico, estético, ou pelo contributo para o bem público. • Pela realização dos objectivos da instituição de acolhimento (consultar os objectivos e missão da instituição de acolhimento, dos seus centros de investigação e, especialmente, do curso de mestrado e respectivas disciplinas que se encontra a frequentar, é sempre uma fonte importante de centração dos objectivos das propostas).DisseminaçãoComo serão os resultados do projecto comunicados à comunidade?Para além da defesa pública da dissertação de mestrado, deveria ter já em mente um planomais pensado que deverá passar pela publicação dos resultados em periódicos eapresentações em congressos. O/A orientador(a) também aqui tem um papel fundamental.Consulte-o em devido tempo. 4
  • elaboração de projectos de investigação texto enquadradorReferências citadasComo em qualquer projecto, deve ter o cuidado de fornecer informação das citação de toda aliteratura referida no texto da proposta, particularmente na secção de revisão da literatura. • As referências ultrapassadas e/ou incompletas podem contribuir para a "rejeição" de uma proposta. • Verificar o texto com cuidado de modo a certificar-se de que todas as citações no texto estão contempladas nas Referências Citadas e de que todos os artigos constantes das Referências Citadas se encontram mencionadas no texto, que estão correctas e que correspondem em termos de datas. • Aderir estritamente a todas as exigências de limite de páginas, layout do documento e estilo de citação. Quando estas exigências existirem, o que se exige é coerência • Devem seguir-se as normas da Sociedade Portuguesa de Ciências da Educação e da APA – American Psychological Association – de que se oferece uma súmula através de exemplos.Livros1 autorAbrantes, J. C. (1992). Os media e a escola. Da imprensa aos audiovisuais no ensino e naformação. Lisboa: Texto Editora.2 ou mais autoresGalvão, C., & Leão, C. (1994). Um projecto com projectos: o centro de recursos da Escolada Tapada. Lisboa: Livraria Escolar Editora (Cadernos de Inovação Educacional).Capítulos de livros1 autorRamos, J. L. P. (1999). A escola que aprende: Um estudo múltiplo de casos no domínio daintegração das TIC na escola. In P. Dias & C. V. de Freitas (Org.), Actas da I ConferênciaInternacional de Tecnologias de Informação e Comunicação na Educação, Desafios’ 99,Challenges’ 99. Braga: Centro de Competência Nónio Século XXI da Universidade do Minho,(pp. 275-286).2 ou mais autoresLeite, C. & Negrão, J. (2001).Desenvolvimento do projecto “as TIC e a escola para todos —uma nova dimensão às actividades de complemento educativo” na escola EB 2, 3 RosaRamalho — Barcelinhos. In P. Dias & C. V. de Freitas (Org.), Actas da II ConferênciaInternacional de Tecnologias de Informação e Comunicação na Educação, Desafios’ 2001,Challenges’ 2001. Braga: Centro de Competência Nónio Século XXI da Universidade doMinho, (pp. 1061-1071).Artigos de revistas1 autorBarroso, C. (1991). Gestão e animação de um centro de recursos – A experiência do CRE deMarquesa de Alorna. Inovação, 4(1), 199-211.2 ou mais autoresFinn Jr., C., Manno, B., & Vanourek, G. (2000). Accountability via transparency. EducationWeek, 19(33), 42, 44-45.Referências retiradas da InternetTaylor, S. M. (1997). Cooperative learning in distance education.http://www.ihets.org/learntech/distance_ed/fdpapers/1997/taylor.html (consultado na Internetem 21 de Fevereiro de 2002).III. Indicações geraisSiga as instruçõesLer as indicações para a preparação da proposta com cuidado e segui-las à letra! Aimportância desta indicação não pode ser demasiadamente enfatizada. • Não viole regras no tamanho de página, número de palavras, tamanho de margens, tamanho da fonte, organização e formato, etc. Este não é definitivamente o momento para dar asas à sua criatividade recorrendo a fontes e/ou estilos não recomendados. 5
  • elaboração de projectos de investigação texto enquadrador • Esteja alerta relativamente à inclusão de apêndices. Não os utilize para contornar os limites de páginas da proposta. • Só porque numa dada instituição se fazem as coisas de uma determinada maneira, não significa que todas as outras as façam do mesmo modo. Preste atenção e respeite as normas da instituição de acolhimento: esta atitude só lhe trará benefícios. • Algumas instituições disponibilizam normas, formulários ou modelos para fins específicos. Informe-se da sua existência e finalidade e peça-os.IV. RevisãoO aspecto também é importantePoucas coisas enfurecem mais os leitores de qualquer texto do que uma propostadescuidada, repleta de erros tipográficos, de pontuação, gramaticais, e de cálculo. Não hásimplesmente nenhuma desculpa para esta situação com os presentes programas de cálculoe de processamento de texto. O pensamento vem sempre à mente: se a proposta estáapresentada deste modo tão "incompetente", como é que o estudo será conduzido? Damesma forma? • Usar um verificador do ortografia e um verificador de gramática (cuidado com as palavras homónimas e homógrafas). • Pedir a um colega experiente que leia e verifique erros tipográficos, correcção e clareza da proposta, e que lhe dê uma opinião honesta. • Não confie numa única revisão, especialmente se realizada por si. Mesmo que tenha intenção de corrigir, a sua atenção, enquanto parte interessada, irá certamente centrar-se no conteúdo, e os erros de forma persistirão. Corrija, corrija, corrija! Novamente o papel de quem faz a orientação é fundamental também neste aspecto.Ser concisoA proposta deve ser completa, mas a escrita deve ser viva, clara e legível, objectiva, e nãorepetitiva. • Evitar o jargão desnecessário e pretensioso. Isto é especialmente importante se a proposta vai ser avaliada por orientadores de diferentes áreas disciplinares. • Definir acrónimos a primeira vez que são usados e evitar abreviaturas. • Evitar jogos de palavras, hipérboles, e afirmações não fundamentadas ou extravagantes que distraem da objectividade da escrita académica. • Evitar fazer perguntas retóricas.Explicar! Não presumirExplicar adequadamente, mas não falar "de alto" para os leitores.Não presumir que qualquer coisa é óbvia ou que os leitores lerão com agrado nasentrelinhas: poderá não ser óbvio e os leitores, certamente, não verão com agrado ter quedescobrir significados nas entrelinhas.Em síntese, e de acordo com o anteriormente exposto, as propostas deveriam conter asseguintes componentes:TítuloÍndiceResumoIntroduçãoFinalidades e objectivosEnquadramento teóricoMetodologiaCronogramaResultados esperadosBibliografia 6