A Educacao do Homem Feudal

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Apresentação elaborada para a disciplina de Fundamentos da Educação, profa. Inajara Salles, do Programa Especial de Formação de Professores, CEFET-MG - Belo Horizonte - Brasil. Setembro de 2004.

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  • conteudo fraco ralo e sem valor cientifico.Além de tudo coloca o cristianismo como problema explicitamente.o Trivium e quadrivium, bases para a formação dos grandes filósofos e pensadores como tambem pra o entendimento do ser e o do mundo ao redor do cidadão comum são relegados à ultimo plano.Resumindo : empulhação.
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  • PARABENS PELO CONTEUDO AMEI BASTENTE E FOI MUITO UTIL PARA MIM
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  • É JUSTAMENTE O QUE EU ESTOU ESTUDADO O MATERIAL É MARAVILHOSO E DE FACÍL ENTENDIMENTO, PARABÉNS É MUITO BOM TER ESTE APOIO PARA ESTUDO!!!!
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  • barabens foi muito importante para mim, eu gostei muito obrigado.
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  • Ola colega, se possível mande pra mim este slide. Me será muito enriquecedor e podemos trocar slides. Grato desde já.

    cardousous.eemop@gmail.com
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  • Cena escolar do século XV Um aluno recita a licao ajoelhado diante de seu mestre O que o professor tem nas mãos? Para que serve? Há mesas para os alunos? Como é o chão?
  • Somente os filhos dos mestres passam a ter acesso às provas de ofício
  • Não havia perigo para um homem protegido por uma armadura
  • Educação do cavaleiro nao destaca a atividade intelectual Senhores não se importavam em administrar terras
  • A Educacao do Homem Feudal

    1. 1. Élcio Benjamim Fernanda M. Lara Janaina Alessandra Letícia Capelão de Souza Liliane Cruz Helington Frank Júnior Geraldo Múcio Setembro-2004 CEFET/MG – Centro Federal de Educação Tecnológica Formação Pedagógica de Docentes Fundamentos da Educação Profª Inajara de Sales
    2. 2. A EDUCAÇÃO DO HOMEM FEUDAL
    3. 3. :: sobre educação feudal :: Feudalismo A influência da igreja As escolas leigas pagãs contexto histórico Paganismo e Cristianismo A Patrística pedagogia O monaquismo O renascimento Carolíngio As escolas seculares Universidades Servos das glebas educação Os enciclopedistas A escolástica Formação: cavaleiros, “gentes de ofício” mulheres Influência dos árabes Império Bizantino
    4. 4. Feudalismo :: contexto histórico :: Relação de suserania e vassalagem (alicerce do sistema feudal)
    5. 5. Feudalismo :: contexto histórico :: <ul><li>O mundo antigo e o trabalho escravo; </li></ul><ul><li>Decadência do sistema; </li></ul><ul><li>Igreja Católica e o fim da escravidão; </li></ul>
    6. 6. Feudalismo :: contexto histórico :: Subdivisão da terra Servo x Vilão Escravo x Colono
    7. 7. Feudalismo :: contexto histórico :: <ul><li>Escravidão x Servidão; </li></ul><ul><li>As classes sociais; </li></ul><ul><li>O enfraquecimento do poder do rei; </li></ul>
    8. 8. Feudalismo :: contexto histórico :: Pirâmide social no sistema feudal
    9. 9. Feudalismo :: contexto histórico :: <ul><li>O Estado e a Igreja; </li></ul><ul><li>A transfiguração do Cristianismo; </li></ul><ul><li>Economia feudal; </li></ul><ul><li>Economia monástica; </li></ul>
    10. 10. Feudalismo :: contexto histórico :: <ul><li>Economia feudal </li></ul><ul><li>Exploração </li></ul><ul><li>Saques </li></ul>
    11. 11. Feudalismo :: contexto histórico :: Economia monástica Trabalho servil
    12. 12. A influência da igreja :: contexto histórico ::
    13. 13. A influência da igreja :: contexto histórico :: <ul><li>Influência espiritual e política; </li></ul><ul><li>Acúmulo e empréstimo de dinheiro; </li></ul><ul><li>Controle do conhecimento. </li></ul>
    14. 14. A influência da igreja :: contexto histórico :: Carlos Magno Reis bárbaros eram convertidos para receber empréstimos.
    15. 15. :: contexto histórico :: As escolas leigas pagãs Escola medieval. O ensino medieval estava estreitamente ligado à Igreja
    16. 16. :: contexto histórico :: As escolas leigas pagãs <ul><li>Ensino das sete artes liberais (trivium e quadrivium); </li></ul><ul><li>Existiu, ainda, após a queda do Império; </li></ul><ul><li>Os funcionários são substituídos por religiosos. </li></ul>
    17. 17. Paganismo e Cristianismo :: pedagogia ::
    18. 18. Paganismo e Cristianismo :: pedagogia :: Desaparecimento da escola pagã A escola monástica em duas categorias : 1ª instruções para futuros monges; 2ª pregação para a plebe. A igreja abraça a instrução pública
    19. 19. A patrística :: pedagogia ::
    20. 20. A Patrística :: pedagogia :: <ul><li>Filosofia dos padres do século II até o V </li></ul><ul><li>Santo Agostinho principal figura </li></ul><ul><li>Tenta harmoniza a fé e a razão e converter os não-cristãos. </li></ul>
    21. 21. Os enciclopedistas :: pedagogia ::
    22. 22. Os enciclopedistas :: pedagogia :: <ul><li>Filosofia dos padres do século V até o IX </li></ul><ul><li>Vários pensadores de saber enciclopédico </li></ul><ul><li>Retomam a cultura antiga e continuam o trabalho de adequação às verdades teológicas </li></ul><ul><li>Introduzem os tratados lógicos de Aristóteles. </li></ul>
    23. 23. A escolástica :: pedagogia :: Filosofia das Escolas cristãs Século IX até o XIV A filosofia se torna estudo obrigatório nas escolas.
    24. 24. A escolástica :: pedagogia :: Os teólogos procuram: apoiar a fé na razão; converter os não-crentes; combater os infiéis. Em face das heresias, impor a crença é impossível; é necessário trabalho de argumentação, sustentado por um sistema lógico.
    25. 25. A escolástica :: pedagogia :: O método constituído de várias etapas: A leitura – O comentário – As questões – e a discussão. Santo Tomás de Aquino Principal nome na divulgação e comentário da obra de Aristóteles .
    26. 26. O monaquismo :: educação :: Visita a um monastério National Geographic no artigo &quot;New Views of Medieval Europe“ de Kenneth Setton (1962).
    27. 27. O monaquismo :: educação :: Movimento religioso desenvolvido nos mosteiros e exerceu grande influencia na cultura medieval Mosteiros formados por monges e depois os ascetas intensificando a vida comunitária
    28. 28. O monaquismo :: educação :: Fundação do Monte Cassino em 529 Ordem Beneditina considerada a 1a. na Idade Média Surgimento das escolas monacais em que se aprende o latim e as humanidades
    29. 29. :: educação :: Manuscrito do século XI do Mosteiro de Monte Cassino ilustrado com cenas da vida e da época de S. Bento. O monaquismo
    30. 30. :: educação :: S. Bento escrevendo a sua regra para os monges da sua ordem;  S. Bento nos seus últimos momentos da sua vida;  O funeral de S. Bento e a visão que dois monges, muito distantes um do outro, tiveram do caminho que conduziria ao céu o fundador da sua ordem;  A louca milagrosamente curada depois de dormir na gruta que S. Bento ocupara como eremita,  S. Gregório depois de terminar a sua obra, Vida de S. Bento, de que estas ilustrações fazem parte.
    31. 31. O renascimento Carolíngio :: educação ::
    32. 32. O renascimento Carolíngio :: educação :: Inicia-se no final do século VIII e inicio IX Objetivo reforma da vida eclesiástica e conseqüentemente o sistema de ensino. Criação da escola palatina e reestruturação e fundação de escolas monacais, catedrais e paroquiais
    33. 33. O renascimento Carolíngio :: educação :: Conteúdo do ensino estudo clássico das sete artes liberais Divisão das disciplinas: Trivium Quadrivium
    34. 34. O renascimento Carolíngio :: educação :: Conteúdo do ensino estudo clássico das sete artes liberais Divisão das disciplinas: Trivium gramática, retórica e dialética Objeto de estudo estudo de letras e literatura, arte de bem falar, história, lógica. Quadrivium
    35. 35. O renascimento Carolíngio :: educação :: Conteúdo do ensino estudo clássico das sete artes liberais Divisão das disciplinas: Trivium geometria, aritmética, música e astronomia Objeto de estudo geografia, lei dos números, leis dos sons e a harmonia do mundo e física Quadrivium
    36. 36. Um Diálogo Pedagógico do século VIII :: educação :: Disputatio (discussão) entre o mestre Alcuíno e o segundo filho de Carlos Magno, o jovem Pepino. As adivinhas tinham, além do caráter jocoso, uma função pedagógica: aguçar a inteligência dos jovens. As duas coisas andavam juntas: deve-se ensinar divertindo, diz Alcuíno a Carlos Magno
    37. 37. Um Diálogo Pedagógico do século VIII :: educação :: P.: O que é a escrita? A.: O guarda da história. P.: O que é a palavra? A.: A delatora dos segredos da alma. 5   P.: Quem gera a palavra? A.: A língua. P.: O que são os legumes? A.: Os amigos dos médicos, o louvor dos cozinheiros. 155 P.: O que é que faz doce o amargo? A.: A fome. P.: O que é que faz com que o homem não se canse? A.: O lucro. P.: O que é o sonho dos acordados? [14] 160 A.: A esperança.
    38. 38. Renascimento das cidades: as escolas seculares :: educação ::
    39. 39. Renascimento das cidades: as escolas seculares :: educação :: <ul><li>Séculos XI e XII </li></ul><ul><li>Escolas se multiplicaram nas cidades </li></ul><ul><li>Artesãos e comerciantes fazem doações e financiavam escolas </li></ul>- filhos aprenderiam a ler, escrever e contar - mais controle dos negócios <ul><li>Filho dos nobres: professor particular </li></ul>
    40. 40. Renascimento das cidades: as escolas seculares :: educação :: O renascimento das cidades e o surgimento da burguesia, se deu a partir da liberação do acesso ao Mediterrâneo e o reinicio do desenvolvimento do comércio Transformação dos Burgos em cidades Burgueses são os servos libertos que se dedicam ao comércio e se abrigam nos arredores das cidades
    41. 41. Renascimento das cidades: as escolas seculares :: educação :: Por volta do século XI moedas voltam a circular O comércio impulsiona o crescimento das cidades, iniciam-se as lutas contra o poder feudal e as vilas se transformam em comunas ou cidades livres Forma-se três pólos de atividade medieval: Castelo, Mosteiro e a Cidade
    42. 42. Renascimento das cidades: as escolas seculares :: educação :: Surgimento das escolas seculares – do século, do mundo, atividade não-religiosa. Adequação do ensino com ênfase em história, geografia e ciência naturais Necessidade de aprender a ler, escrever e calcular Divisão da classe burguesa entre rico e os pequenos comerciantes e artesãos, consequentemente, adaptação na educação de acordo com seus interesses.
    43. 43. Formação dos “gentes de ofício” :: educação ::
    44. 44. Formação dos “gentes de ofício” :: educação :: <ul><li>Conclusão do ensino básico: 10/11 anos </li></ul><ul><li>Meninos começam a aprender um ofício (corporação) </li></ul><ul><li>Ofícios dos homens libertos na cidade </li></ul><ul><li>alfaiate, ferreiro, sapateiro, tecelão, marceneiro, etc. </li></ul>
    45. 45. Formação dos “gentes de ofício” :: educação :: <ul><li>para cada profissão determina : </li></ul><ul><li>material a ser usado, - processo de fabricação, - preço do produto, - horário de trabalho, - condições de aprendizagem. </li></ul><ul><li>Corporações de ofício: regulamentação rigorosa da produção </li></ul>
    46. 46. Formação dos “gentes de ofício” :: educação :: <ul><li>para possuir oficina deve : </li></ul><ul><li>dispor de economias, - provar que é capaz de produzir uma obra-prima em sua especialidade. - se aprovador, pagar uma taxa. </li></ul><ul><li>Corporações de ofício: regulamentação rigorosa da produção </li></ul>
    47. 47. Formação dos “gentes de ofício” :: educação :: <ul><li>Aprendizes vivem na casa dos mestres </li></ul><ul><li>Companheiros ou oficiais empregam-se mediante remuneração </li></ul>Corporações passam a cobrar taxas muito altas exclusão dos mais pobres
    48. 48. :: educação :: Formação militar a educação do Cavaleiro
    49. 49. :: educação :: Formação militar a educação do Cavaleiro Cavaleiros nobres que se dedicavam à guerra Senhores feudais desprezam instrução e cultura aumento da riqueza (violência e saque)
    50. 50. :: educação :: Formação militar a educação do Cavaleiro Onde se formavam os guerreiros – os bellatores -, esses homens de armas que tiravam os seus filhos das escolas monásticas tão logo eles aprendiam gramática? escolas para formar os cavaleiros da nobreza <ul><ul><ul><li>Bellator, -oris, adj. I - Sent. proprio: 1) Belicoso, de guerra, de batalha; Sent. figurado: 2) fogoso. Fonte: Dic. Escolar Latino-Português, Ernesto Faria.1975 </li></ul></ul></ul>
    51. 51. :: educação :: Formação militar a educação do Cavaleiro Ritual de aprendizagem das armas Pajem Escudeiro Cavaleiro
    52. 52. :: educação :: Pajem Escudeiro Cavaleiro <ul><li>7 ao 14 anos </li></ul><ul><li>enviado a outro castelo </li></ul><ul><li>aprende equitação e manejo com armas </li></ul>
    53. 53. :: educação :: Pajem Escudeiro Cavaleiro <ul><li>14 a 21 anos </li></ul><ul><li>acompanha cavaleiro às guerras, torneios e caçadas. </li></ul>
    54. 54. :: educação :: Pajem Escudeiro Cavaleiro <ul><li>Aos 21 anos </li></ul><ul><li>Armado cavaleiro </li></ul>
    55. 55. :: educação ::
    56. 56. :: educação :: Formação militar a educação do Cavaleiro Onde está o cavaleiro das fantasias da literatura e lendas?
    57. 57. :: educação :: Formação militar a educação do Cavaleiro Valorização das habilidades de caça e guerra Guerras de cobiça (sede de tesouros) entre senhores
    58. 58. :: educação :: Universidades Cambrigde Oxford
    59. 59. :: educação :: Universidades Universidade: Qualquer assembléia corporativa No caso da educação, trata-se de Universidade dos mestres e estudantes. (Luta pela ascensão social) Século XII : Ampliação dos estudos, além das artes liberais, filosofia, teologia, leis e medicina.
    60. 60. :: educação :: Universidades Professores: Clérigos não ordenados (Pedro Abelardo,  1079 –  1142) Organização do trabalho na Universidade. Regras, proibições e privilégios
    61. 61. :: educação :: Universidades Exigência de provas para obter os títulos de bacharel, licenciado e doutor. Avaliação do aluno exame privado: - perguntas ao júri exame público: - apresentação de um trabalho ORAL original - estudantes fazem perguntas
    62. 62. :: educação :: Universidades Níveis de estudo: <ul><li>1º Nível (Correspondente ao ensino médio) </li></ul><ul><li>Retórica; </li></ul><ul><li>Gramática; </li></ul><ul><li>Lógica; </li></ul><ul><li>Aritmética; </li></ul><ul><li>Música; </li></ul><ul><li>Geometria; </li></ul><ul><li>Astronomia. </li></ul><ul><li>2° Nível (Corresponde ao ensino superior) </li></ul><ul><li>Artes; </li></ul><ul><li>Teologia; </li></ul><ul><li>Medicina; </li></ul><ul><li>Direito. </li></ul>
    63. 63. :: educação :: Universidades Salermo: Especializada em medicina (Primeira universidade – 1087) A de Paris: Especializada em teologia (Século XII)
    64. 64. :: educação :: Universidades Cambridge e Oxford: Especializada em estudos científicos; matemática, física e astronomia (Século XII) Bolonha: Especializada em direito (Século XII)
    65. 65. :: educação :: Universidades Ao longo da Idade Média foram fundadas mais de 80 universidades na Europa Ocidental.
    66. 66. :: educação :: Universidades Importância: Reis e Igreja disputam seu controle (Século XIII) A lógica aristotélica determinam as regras do bem pensar. A escolástica atinge no século XIII o seu apogeu. (Método utilizado na universidade)
    67. 67. :: educação :: Universidades A Universidade torna-se o centro da fermentação intelectual. A Igreja é afrontada com freqüência. (Instalação do Santo Ofício – Inquisição. Séc. XII) Decadência das Universidades (Século XIV) A ausência de debate crítico afasta as Universidades escolásticas das tendências da ciência moderna.
    68. 68. :: educação :: Formação das mulheres Sobre a educação das meninas, as opiniões divergiam. Muitos pais preferiam que elas ficassem ignorantes; outros pensavam que elas deviam aprender a ler para estudar os textos sagrados e neles pautar a sua conduta. Havia quem defendesse que as mulheres deveriam ser bem instruídas para quem fossem capazes de administrar seus bens e controlar suas despesas quando adultas. Nas famílias que viviam mais isoladas, as mulheres tinham um mesmo destino: não recebiam nenhuma instrução.
    69. 69. :: educação :: Formação das mulheres <ul><li>O acesso a educação (pobres e nobres) </li></ul><ul><li>Emancipação das cidades livres surgimento das escolas seculares. </li></ul><ul><li>Século VI nos mosteiros </li></ul><ul><li>Os beneditinos </li></ul>
    70. 70. E o servo das glebas? :: educação :: Terreno feudal a que os servos estavam adistritos
    71. 71. E o servo das glebas? :: educação :: <ul><li>Predomínio de uma sociedade estática, hierarquizada. </li></ul><ul><li>Livros ilustrados </li></ul><ul><li>Poesia e música é o que atinge o povo de modo mais direto. </li></ul>
    72. 72. Influência dos árabes :: educação :: O profeta Maomé, visto numa pintura turca da Idade Média. Os muçulmanos árabes normalmente fazem restrições à representação da figura humana, e mais ainda do profeta fundador de sua religião. Contudo, os artistas turcos, apesar de também muçulmanos, não se sujeitavam a tal restrição.
    73. 73. Influência dos árabes :: educação :: Século VII - Maomé funda a religião islâmica; Século X - Criação de inúmeras escolas primárias pelos árabes.
    74. 74. Influência dos árabes :: educação :: Durante a influência árabe: as cidades de Córdova, Toledo, Granada e Sevilha tornaram-se grandes centros culturais.
    75. 75. Império Bizantino :: educação ::
    76. 76. Império Bizantino :: educação :: Século VI - O Imperador Justiniano tenta conservar os costumes romanos. (Grande revisão e sistematização do Direito Romano); Século XI - Cume da divergência entre os imperadores e o papado. Cisma do Oriente.
    77. 77. Império Bizantino :: educação :: <ul><li>Criação da Igreja Cristã Ortodoxa grega; </li></ul><ul><li>Os bizantinos recusam a autoridade do papa de Roma; </li></ul><ul><li>Separação das duas Igrejas. </li></ul>
    78. 78. Império Bizantino :: educação :: Escolas superiores: <ul><li>Não havia predomínio do ensino religioso; </li></ul><ul><li>Os clássicos eram estudados sem restrição; </li></ul><ul><li>Meta: a mesma da estabelecida na Antigüidade -> fornecer funcionários capacitados para a administração do Estado . </li></ul>
    79. 79. :: contexto histórico – pedagogia - educação :: Conclusão A educação surge como instrumento para um fim maior, a salvação da alma e a vida eterna. Predomina a visão teocêntrica, a de Deus como fundamento de toda a ação pedagógica e finalidade da formação do cristão.
    80. 80. :: contexto histórico – pedagogia - educação :: Referências Bibliográficas www.patristica.netfirms.com/ - Patrística www.corazones.org/ santos/escolastica.htm Escolástica http://stthaquinas.8m.com/images.html Tomás de aquino http://www.ewtn.com/spanish/Saints/Tom%C3%A1s_de_Aquino.htm www.elarcadigital.com.ar/ 62/suplementos.asp Enciclopedista http://www.johndclare.net/Church2. htm Monaquista http://www.lourencocastanho.com.br/trabalho/micro9/CARLOS%20MAGNO. htm Carlos Magno http://www.hottopos.com/videtur16/jean.htm Diálogo pedagógico http://www.antiquemapsandprints.com/CET. htm Cambridge http://www.constelar.com.br/revista/edicao40/islam1. htm Maomé http://www.imperiobizantino.com / Bizantino www.hottopos.com/mp5/ Santo Agostinho

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