MANUAL DE PROTOCOLOS Y PROCEDIMIENTOS GENERALES DE ENFERMERÍA
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H o s p i t a l U n i v e r s i t a r i o R e i n a S o f í a - C Ó R D O B A
Edita
Dirección de Enfermería
Unidad de Do...
Prólogo
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a presente 3ª edición de los Protocolos y Procedimientos d...
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Índice
Requerimientos del Paciente al Ingreso, Traslado y ...
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Alimentación e Hidratación
Código PROTOCO...
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Eliminación
Código PROTOCOLOS Y PROCEDIMIENTOS
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Movilización
Código PROTOCOLOS Y PROCEDIM...
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Reposo
Código PROTOCOLOS Y PROCEDIMIENTOS
I - 1 Valoració...
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Requerimientos Terapéuticos
Código PROTOC...
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RT – 24 Dolor precordial. Actuación de Enfermería 381
RT ...
Introducción
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Cualquier organización proyectada a la Calidad y al Clien...
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DIRECCIÓN DE ENFERMERÍA
Elaborar un Manua...
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Requerimientos del Paciente al Ingreso,
Traslado y Alta
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PRESENTACION AL PACIENTE Y/O FAMILIA.
CUIDADOS DE E...
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7. Anotar en el libro de registro: fecha,...
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ANEXO DE MATERIALES
Código Producto
Sin cód. HISTORIA CLÍ...
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VALORACION DE ENFERMERIA AL INGRESO
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4. Kozier,Erb,Olivieri.Enfermería Fundamental: Conceptos,...
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TRASLADO DEL PACIENTE A OTRA UNIDAD...
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11. Verificar la devolución de los medios utilizados para...
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TRASLADO DEL PACIENTE A PRUEBAS C...
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13. Una vez recibido el paciente en la unidad de origen t...
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TRASLADO DEL PACIENTE A OTRO CENT...
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BIBLIOGRAFIA DE REFERENCIA
1. Netzel, C. y cols. Protocol...
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RECEPCION DEL PACIENTE TRAS EXPLO...
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BIBLIOGRAFIA DE REFERENCIA
1. D´Avis, C. R. Cuidado posto...
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ALTA DEL PACIENTE
OBJETIVO
Reincorp...
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OBSERVACIONES
- En Pediatría y Servicios Especiales, el f...
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ALTA VOLUNTARIA
OBJETIVO
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BIBLIOGRAFIA DE REFERENCIA
1. Netzel, C. y cols. Protocol...
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ALTA VOLUNTARIA POR EXTREMA GRAVE...
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14. Comunicar al servicio de Admisión la disponibilidad d...
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CUIDADOS POST MORTEM
OBJETIVO
Asegura...
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9. Cubrir el cadáver según las normas del hospital. Si la...
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9. Kozier, Erb, Olivieri. Enfermería Fund...
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Higiene y cuidados de la piel
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CAMA CERRADA
OBJETIVO
Preparar la cama en condicion...
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BIBLIOGRAFIA DE REFERENCIA
1. Netzel, C. ...
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ASEO DEL PACIENTE ENCAMADO
OBJETIVO
Proporcionar al...
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15. Cambiar el agua, jabón y esponja.
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5. Fundación Jiménez Díaz. Manual de Técnicas y Procedimi...
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B - 2.1
LAVADO DE GENITALES
OBJETIVO
Mant...
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En la mujer:
a) Pedir a la paciente que flexione las rodi...
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190025 PALANGANAS 40 CM.
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CAMBIO DE ROPA DEL PACIENTE ENCAMADO
OBJETIVO
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sucia y residuos respectivamente.
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Código Producto
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LAVADO DE CABEZA EN LA CAMA
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14. Aclarar el cabello con abundante agua, retirando todo...
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ANEXO DE MATERIALES
Código Producto
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HIGIENE BUCAL
OBJETIVO
Mantener la cavidad oral del...
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En pacientes con la conciencia disminuida...
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ANEXO DE MATERIALES
Código Producto
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HIGIENE DE LOS OJOS
OBJETIVO
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Alimentación e Hidratación
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ALIMENTACION ORAL - CUIDADOS BASICOS
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13. Ayudar al paciente después de la inge...
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PREVENCIÓN DE LA ASPIRACIÓN
OBJETIVO
Evitar la br...
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21. Realizar lavado de manos.
22. Anotar ...
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SONDAJE NASOGASTRICO
OBJETIVO
Establecer una vía de...
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12. Flexionar la cabeza del paciente haci...
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6. Dirección de Enfermería Hospital Universitario San Car...
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SONDAJE NASOINTESTINAL PARA ALIME...
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OBSERVACIONES
- No intentar nunca reinsertar la guía reti...
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ALIMENTACION ENTERAL POR SONDA
OBJETIVO
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e) Dejar que el preparado caiga por grave...
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  1. 1. MANUAL DE PROTOCOLOS Y PROCEDIMIENTOS GENERALES DE ENFERMERÍA
  2. 2. 4 H o s p i t a l U n i v e r s i t a r i o R e i n a S o f í a - C Ó R D O B A Edita Dirección de Enfermería Unidad de Docencia, Calidad e Investigación de Enfermería HOSPITAL UNIVERSITARIO REINA SOFÍA CÓRDOBA Imprime Imprenta Vistalegre • CÓRDOBA Depósito Legal CO-487/2001 COORDINACIÓN CIENTÍFICA Dirección de Enfermería Hospital Universitario Reina Sofia. Gloria Farnós Brosa Directora Dolores Ruiz Ruiz Subdirectora Unidad de Docencia, Calidad e Investigación de Enfermería Mª José Berenguer García Jefe de Bloque José Carlos Giména Aparicio Supervisor Rosario Giménez de la Torre Supervisora Dolores de la Torre Peinado Enfermera Mª José Notario Madueño Enfermera Manuel Rich Ruiz Enfermero Joaquín Toro Santiago Enfermero COMITÉ CIENTÍFICO Y DE REDACCIÓN Asunción Parias Salas Enfermera UCI HG Dolores Madueño González Enfermera hospitalización HP Estrella Barambio Ruiz Enfermera hospitalización HL Antonio Martínez Cervelló Enfermero UCIP HI COLABORADORES Agradecemos la colaboración prestada a: Nieves Pérez Alcalá Enfermera (Recursos Materiales) Dolores Prieto Almeda Fisioterapeuta Matilde Membrillo Fuentes Supervisora HG Dolores Garrido Ramiro Enfermera HG Mª Victoria Rino García-Camacho Enfermera HG Mª Luisa Matilla Rubio-Chavarri Enfermera HP Y a todos los profesionales del Hospital por su aportación en el mismo, sin el cual sería implosible plantearnos este Manual ni su Mejora Continua.
  3. 3. Prólogo
  4. 4. MANUAL DE PROTOCOLOS Y PROCEDIMIENTOS GENERALES DE ENFERMERÍA 7 a presente 3ª edición de los Protocolos y Procedimientos de Enfermería, representa la consolidación de un estilo y de un instrumento de trabajo del Hospital Universitario Reina Sofía que ha alcanzado ya un alto nivel de madu- rez profesional. Como en las anteriores ediciones, el objeto del presente libro es fijar recopi- lando y editando los diversos protocolos de trabajo de los profesionales de enfermería del Hospital Universitario Reina Sofía, de modo que se utilice cotidianamente como referencia de la mejor práctica que hoy por hoy, han consensuado nuestros profesionales para nuestro hospital. La actualización de protocolos y prcedimientos es una actividad continua, como es continuo el avance del conocimiento y experiencias en nuestra prác- tica habitual. Asi lo entiende la Enfermería de nuestro Hospital y es por ello que existe toda una organización flexible, ligada al trabajo cotidiano, de per- manente mejora del conocimiento y esperiencia y por tanto de procedimien- tos y protocolos. En cierto sentido, el presente volumen comenzará a estar superado desde el mismo momento de ver la luz. Ciertamente que, aunque los cambios, los avances, son continuos, los cambios significativos conllevan tiempo. La 2ª edición de esta obra fue publicada en 1998. Durante los tres años transcurridos los cambios y mejoras introducidos en los procedimientos de Enfermería del Hospital permiten que estemos hablando prácticamente de una nueva obra. No solo se han revisado cuidadosamente todos los items sino que la gran mayoría se ha confeccionado de nuevo, introduciendo enfoques, valoraciones, técnicas o sistemas de medida incor- porados a lo largo de estos años. Esta 3ª edición ve la luz en 2001, coincidiendo con el 25 aniversario de la inauguración del H.U.R.S. En estos años el H.U.R.S. se ha situado entre el grupo de hospitales más prestigiosos de España gracias sin duda a la valía de un buen número de sus profesionales que forman la masa crítica del hospital, y a un estilo de trabajo que ha acabado marcando nuestra identidad. DIRECTOR GERENTE L
  5. 5. MANUAL DE PROTOCOLOS Y PROCEDIMIENTOS GENERALES DE ENFERMERÍA 9 Índice Requerimientos del Paciente al Ingreso, Traslado y Alta Código PROTOCOLOS Y PROCEDIMIENTOS A - 1 Presentación al paciente y/o familia. Cuidados de enfermería al ingreso. 23 A - 2 Valoración de Enfermería al ingreso 26 A - 3 Traslado del paciente a otra unidad 28 A - 3.1 Traslado del paciente a pruebas complementarias, exploraciones e intervenciones 30 A - 3.2 Traslado del paciente a otro centro 32 A - 3.3 Recepción del paciente tras exploraciones o intervenciones quirúrgicas 34 A - 4 Alta de paciente 36 A - 4.1 Alta voluntaria 38 A - 4.2 Alta voluntaria por extrema gravedad 40 A - 5 Cuidados post-mortem 42 Higiene y Cuidados de la Piel Código PROTOCOLOS Y PROCEDIMIENTOS B - 1 Cama cerrada 47 B - 2 Aseo del paciente encamado 49 B - 2.1 Higiene de genitales 52 B - 3 Cambio de ropa del paciente encamado 55 B - 4 Lavado de cabeza en la cama 58 B - 5 Higiene bucal 61 B - 6 Higiene de los ojos 64
  6. 6. 10 H o s p i t a l U n i v e r s i t a r i o R e i n a S o f í a - C Ó R D O B A Alimentación e Hidratación Código PROTOCOLOS Y PROCEDIMIENTOS C - 1 Alimentación Oral – Cuidados básicos 69 C - 1.1 Prevención de la aspiración 71 C - 2 Sondaje nasogástrico 73 C - 2.1 Sondaje nasointestinal para alimentación 76 C - 2.2 Alimentación Enteral por sonda 79 C - 2.3 Retirada de la SNG y SNI 83 C - 3 Alimentación Enteral por gastrostomía y yeyunostomía 85 C - 4 Alimentación Parenteral Total 88 Oxigenación Código PROTOCOLOS Y PROCEDIMIENTOS D - 1 Oxigenoterapia 95 D - 1.1 Administración de Oxígeno mediante mascarilla 97 D - 1.2 Administración de Oxígeno mediante gafas 99 D - 1.3 Administración de Oxígeno mediante carpa 101 D - 1.4 Administración de Oxígeno a través de traqueostomía. 103 D - 2 Cuidados respiratorios 105 D - 2.1 Respiración diafragmática 106 D - 2.2 Tos asistida 108 D - 2.3 Drenaje postural 110 D - 2.4 Clapping – Drenaje por percusión 112 D - 2.5 Drenaje por vibración 114 D - 2.6 Espirometría incentivada 116 D - 3 Aspiración orofaríngea / nasofaríngea 118 D - 3.1 Aspiración de secreciones por traqueostomía. 121 D - 4 Cuidados y mantenimiento de la traqueostomía 123
  7. 7. MANUAL DE PROTOCOLOS Y PROCEDIMIENTOS GENERALES DE ENFERMERÍA 11 Eliminación Código PROTOCOLOS Y PROCEDIMIENTOS E - 1 Medición de diuresis 129 E - 1.1 Colocación y retirada del orinal tipo “Botella” 131 E - 1.2 Colocación y retirada de la cuña 133 E - 1.3 Colocación y cuidados de un colector urinario 136 E - 2 Sondaje vesical en el hombre 139 E - 2.1 Sondaje evacuador en el hombre 143 E - 3 Sondaje vesical en la mujer 146 E - 3.1 Sondaje evacuador en la mujer 149 E - 4 Cuidados y mantenimiento del sondaje vesical 152 E - 4.1 Retirada de la sonda vesical permanente 156 E - 5 Sondaje rectal 158 E - 5.1 Enema de limpieza 161 E - 5.2 Enema de retención 164 E - 5.3 Eliminación fecal 166 E - 6 Aspiración gástrica continua 168 E - 7 Balance del equilibrio de líquidos 170 E - 8 Cuidados al paciente ostomizado 172 Termorregulación Código PROTOCOLOS Y PROCEDIMIENTOS F - 1 Cuidados del paciente en la hipotermia 177 F - 2 Cuidados del paciente en la hipertermia 180
  8. 8. 12 H o s p i t a l U n i v e r s i t a r i o R e i n a S o f í a - C Ó R D O B A Movilización Código PROTOCOLOS Y PROCEDIMIENTOS G - 1 Valoración y planificación de la necesidad de actividad-ejercicio 185 G - 2 Movilización del paciente 187 G - 3 Posición del paciente encamado - Supino 189 G - 3.1 Posición del paciente encamado - Prono 191 G - 3.2 Posición de decúbito lateral 193 G - 3.3 Posición de Fowler 195 G - 3.4 Posición de Trendelemburg 197 G - 4 Posición de Sims 199 G - 5 Posición de litotomía 201 G - 6 Posición genupectoral 203 Seguridad Código PROTOCOLOS Y PROCEDIMIENTOS H - 1 Sujeción del paciente 207 H -1.1 Sujeción del tronco 210 H - 1.2 Sujeción de las extremidades 212 H - 2 Prevención de caídas 215 H . 2.1 Cuidados de Enfermería en las caídas 218 H - 3 Prevención de úlceras por presión 220 H - 3.1 Tratamiento de las úlceras por presión 224 H - 4 Prevención de infecciones 229 H - 5 Valoración del dolor 231
  9. 9. MANUAL DE PROTOCOLOS Y PROCEDIMIENTOS GENERALES DE ENFERMERÍA 13 Reposo Código PROTOCOLOS Y PROCEDIMIENTOS I - 1 Valoración del patrón sueño. 237 I - 2 Atención al paciente en la necesidad de reposo /sueño. 238 Comunicación Código PROTOCOLOS Y PROCEDIMIENTOS J - 1 Valoración de la comunicación verbal y no verbal 243 J - 2 Comunicación Enfermera – Paciente 244 J - 3 Información al paciente 246 Requerimientos diagnósticos Código PROTOCOLOS Y PROCEDIMIENTOS RD – 1 Medición del pulso arterial 251 RD – 2 Frecuencia respiratoria 253 RD – 3 Control de temperatura 255 RD – 4 Control de presión arterial 257 RD – 5 Control de presión venosa central 260 RD – 6 Extracción de sangre de una vena periférica 263 RD – 7 Valoración y control de glucemia por punción percutánea 268 RD – 8 Punción capilar 270 RD – 9 Punción arterial. Gasometría 272 RD – 10 Valoración del nivel de conciencia 275 RD – 11 Obtención de muestras de orina 278 RD – 11.1 Obtención de muestras de orina por sonda 280 RD – 11.2 Obtención de muestras de orina para cultivo 282 RD – 12 Realización de un ECG 284 RD – 13 Colaboración y cuidados en la realización de una Punción Lumbar 287
  10. 10. 14 H o s p i t a l U n i v e r s i t a r i o R e i n a S o f í a - C Ó R D O B A Requerimientos Terapéuticos Código PROTOCOLOS Y PROCEDIMIENTOS RT – 1 Normas generales de preparación/admón. de medicamentos 293 RT – 2 A. M. Por vía oral 296 RT – 3 A. M. Por vía sublingual 299 RT – 4 A. M. Por sonda nasogástrica 301 RT – 5 A. M. Por vía rectal 304 RT – 6 A.M. Por vía cutánea 307 RT – 7 A.M. Por vía oftálmica 310 RT – 8 A.M. Por vía ótica 313 RT – 9 A.M. Por vía respiratoria. Instilación 315 RT – 10 A.M. Por vía inhalatoria 317 RT – 11 A.M. Por Aerosolterapia 320 RT – 12 A.M. Por vía vaginal 323 RT – 13 A.M. Por vía intradérmica 325 RT – 14 A.M. Por vía subcutánea 328 RT – 15 A.M. Por vía intramuscular 331 RT – 16 A.M. Por vía intravenosa 335 RT – 17 Técnicas de inserción de catéteres periféricos 340 RT – 17.1 Cuidado y mantenimiento de catéteres periféricos 345 RT – 17.2 Técnica de retirada de catéteres periféricos 348 RT – 18 Técnica de inserción de catéter central tipo tambor (DRUM ® ) de acceso periférico 351 RT – 18.1 Cuidado y mto. de CVC 355 RT – 18.2 Retirada de CVC 358 RT – 18.3 Colaboración en la inserción de CVC 361 RT – 19 Fluidoterapia 365 RT – 20 Transfusión sanguínea y hemoderivados 369 RT – 21 Colocación del tubo de Guedel 373 RT – 22 Ventilación con mascarilla y balón resucitador (Ambú) 376 RT – 23 Convulsiones. Cuidados de Enfermería 378
  11. 11. MANUAL DE PROTOCOLOS Y PROCEDIMIENTOS GENERALES DE ENFERMERÍA 15 RT – 24 Dolor precordial. Actuación de Enfermería 381 RT – 25 Reacciones anafilácticas agudas 384 RT – 26 Shock. Cuidados de Enfermería 386 RT – 27 Hemorragias Agudas. Cuidados de Enfermería 388 RT – 28 Reanimación Cardio-Pulmonar 391 RT – 29 Preparación del carro de parada 395 RT – 30 Cuidados de Enfermería antiálgicos 401 RT – 31 Colaboración y cuidados en la realización de una Paracentesis 404 RT – 32 Colaboración y cuidados en la realización de una Toracocentesis 407 RT – 33 Cura de herida. Técnica seca 411 RT – 34 Cura de herida. Técnica húmeda 414 RT – 35 Control y cuidado de Drenajes Quirúrgicos 417 RT – 36 Retirada de suturas quirúrgicas 421 RT – 37 Preparación del carro de curas 424 RT – 37.1 Limpieza del carro de cura 428 RT – 37.2 Limpieza y desinfección del instrumental 430 Abreviaturas Abreviaturas 433
  12. 12. Introducción
  13. 13. MANUAL DE PROTOCOLOS Y PROCEDIMIENTOS GENERALES DE ENFERMERÍA 19 Cualquier organización proyectada a la Calidad y al Cliente, como ya valorábamos en la anterior edición, debe recoger todas y cada una de sus actividades en un documen- to, confeccionado por los profesionales que las llevan a cabo y contrastadas por la evidencia científica disponible, que asegure de esta manera la disminución de la varia- bilidad de la práctica clínica, a través de la administración de cuidados contrastados ci entificamente por la evidencia más reciente disponible y facilitando que todos los profesionales , a pesar de sus características individuales, formación previa y experien- cia pesonal y teniendo presente la autonomía profesional, actuen de la misma mane- ra, obteniendo así resultados de cuidados de calidad. Esto, en organizaciones, cuyo objetivo, entre otros es el de proporcionar una Aten- ción Sanitaria de la máxima calidad y donde los cuidados tienen una importancia relevante en la misma, las diversas formas de abordaje de los mencionados problemas deben quedar reflejados en un documento, que según la cultura y desarrollo de la propia organización, recibe diversos calificativos y que en la nuestra recibe el nombre de Manual de Procedimientos Generales de la Dirección de Enfermería. El presente Manual de Procedimientos Generales, es consecuencia de la evolución seguida por nuestra organización y sus profesionales en la última década, desde que en 1992 viese la luz la primera edición de un documento que recopilase «la forma de hacer» y por tanto la práxis enfermera en nuestro hospital, hasta esta última edición, ha hecho falta llegar a la definición de una identidad profesional, la adopción de una filosofía enfermera determinada, un Modelo de Cuidados concreto, el diseño de una metodología de cuidados basada en principios científicos y de calidad, y por supuesto la elaboración de unos instrumentos, que nos permitan llevar a cabo, en el marco de los cuidados de calidad la Misión que como colectivo profesional tenemos encomen- dada en el Hospital Universitario Reina Sofía y hemos asumido. Por tanto el Manual de Procedimientos Generales que ahora presentamos, es fruto de la revisión sistemática de los distintos documentos que lo conforman, esto es, de los grupos y procedimientos que constituyen el núcleo de conocimiento del propio Manual. Igualmente y dentro de una filosofía de sistematización y coherencia en los cuidados, hemos intentado que la organización de los procedimientos corresponda a cada una de la fuentes de dificultad que define el Modelo de Cuidados de Virginia Henderson, así como los requimientos que complementan al modelo en nuestra práxis diaria, como son los de Adaptación al Ingreso hospitalario, traslado y alta del Paciente y los Terapéuticos y Diagnósticos. Una gran aportación, considerando que cada día son más necesarios los datos objeti- vos y concretos a cerca de lo que realizamos, ha sido la incorporación en detalle de cantidad y calidad del material fungible necesario para la realización de los procedi- mientos, así como la codificación y alternativas de consumo disponibles en nuestro centro, sirviendo de base para el desarrollo en un futuro próximo de sistemas que nos permitan ponderar en su globalidad los cuidados dispensados.
  14. 14. 20 H o s p i t a l U n i v e r s i t a r i o R e i n a S o f í a - C Ó R D O B A DIRECCIÓN DE ENFERMERÍA Elaborar un Manual de Calidad no es fácil, supone una gran dosis de responsabilidad para las personas encargadas de su coordinación, siendo especialmente importante la participación de todos aquellos profesionales que tengan algo que aportar para su mejora, por ello no tenemos por menos que agradecer tanto al equipo revisor, al de coordinación en su revisión y por supuesto a todos los profesionales de la Direc- ción de Enfermería de nuestro hospital, que con su trabajo, aportaciones, ideas, y sugerencias, han conseguido la mejora efectiva y eficiente de este Manual que es el de todos y del que nos sentimos orgullosos. Pero la tarea, no ha hecho nada más que empezar, ya que en una organización mo- derna y adaptada a las necesidades cambiantes de la salud de nuestros ciudadanos, no tenemos más remedio que pensar en próximas ediciones de este Manual, que ya desde hoy empezamos a mejorar.
  15. 15. A Requerimientos del Paciente al Ingreso, Traslado y Alta
  16. 16. MANUAL DE PROTOCOLOS Y PROCEDIMIENTOS GENERALES DE ENFERMERÍA 23 A - 1 PRESENTACION AL PACIENTE Y/O FAMILIA. CUIDADOS DE ENFERMERIA AL INGRESO OBJETIVO Conseguir la adaptación del paciente y/o familia al medio hospitalario en el menor tiempo posible, con un trato personalizado y humano. Ofrecer la información que precise el paciente y/o familia. Material - Brazaletes de identificación del paciente cuando se precise. - Champú. - Compresas tocológicas según necesidades detectadas. - Empapador - cubrecamas. - Esponja. - Información: normas de la unidad (boletín informativo). - Pañales. - Papel higiénico. - Pastilla de jabón. - Peine. - Registros de Enfermería. - Vaso de u.s.u. Equipo - Cama cerrada (B – 1). - Cuña. - Habitación y armario limpios. - Historia completa. - Libro de registros de la unidad. - Mesita auxiliar, sillón, silla, luz y timbre en perfectas condiciones. - Orinal caballero. - Palangana. - Ropa: pijama o camisón, toalla. PROCEDIMIENTO 1. Acompañar y acomodar al paciente y familia en la habitación, confirmando identidad. 2. Presentarse al paciente y /o familia. 3. Entregar el boletín informativo de la unidad, aclarando posibles dudas tanto al paciente como a la familia. 4. Mostrar el medio físico al paciente y enseñarle su correcta utilización. 5. Proporcionar utensilios de aseo personal y pijama o camisón. 6. Confeccionar la historia del paciente según protocolo de la unidad.
  17. 17. 24 H o s p i t a l U n i v e r s i t a r i o R e i n a S o f í a - C Ó R D O B A 7. Anotar en el libro de registro: fecha, hora, nombre completo, unidad de pro- cedencia, especialidad a la que se destine y nº de historia 8. La Supervisora de Enfermería se presentará al paciente y/o familia dentro de las primeras 24 - 48 horas después del ingreso, quedando registrado en la hoja evolución de Enfermería. 9. Registrar en la hoja de evolución de Enfermería la cumplimentación de este procedimiento. OBSERVACIONES - El contenido de la información debe de estar coordinado entre los profesiona- les del equipo de salud para evitar contradicciones en el proceso informativo. - En las ocasiones que se requiera se identificará al paciente con una pulsera colocada en la muñeca. (Ej.: neonatos, lactantes, niños, puérperas...).Recomendado siempre. BIBLIOGRAFIA DE REFERENCIA 1. Netzel, C. y cols. Protocolos de Enfermería. Ediciones Doyma S.A..Barcelona.1988.Pág. 1. 2. Knight Macheca, M. K.. Ingreso de los clientes. En: Perry, A. G.; Potter, P.A..Enfermería Clínica: técnicas y procedimientos.4ª Ed. Editorial Harcourt Brace S.A..Madrid.1999.Pág. 3 -13. 3. Sorrentino, S.A..Enfermería práctica.3ª Ed. Editorial Mosby S.A..Madrid.1994.Pág. 322,323. 4. Buchda, V.; Tryniszewski, C..Procedimientos de Enfermería. Guía rápida de la enfermera.1ª Ed. Editorial Interamericana. México D.F.1995. Pág. 7. 5. Fundación Jiménez Díaz. Manual de Técnicas y Procedimientos básicos de En- fermería. Madrid 1990. Pág. 12-15. 6. Esteban, A; Portero, M. P. Técnicas de Enfermería.2ª Ed. Ediciones Rol. Ma- drid. 1988. Pág 10. 7. Dirección de Enfermería Hospital Universitario San Carlos. Manual de Procedi- mientos básicos de Enfermería. Ministerio de Sanidad y Consumo. Madrid. 1991. Pág. 11-36. 8. Sastre, H. Manual de Procedimientos de Enfermería Pediátrica. Hospital Infan- til Niño Jesús. Madrid. 1991.Pág 7-40. 9. Kozier,Erb,Olivieri.Enfermería Fundamental: Conceptos, procesos y práctica. 4ª Ed. Interamericana McGraw-Hill. Madrid. 1993. Pág. 348-384. 10. De Brunner, Suddart. Enfermería Médico- Quirúrgica. 7ª Ed. México. 1992. Pág. 24-26, 83-94.
  18. 18. MANUAL DE PROTOCOLOS Y PROCEDIMIENTOS GENERALES DE ENFERMERÍA 25 ANEXO DE MATERIALES Código Producto Sin cód. HISTORIA CLÍNICA COMPLETA (VARÍA SEGÚN UNIDADES) 170017 LIBRO 648/19 REGISTRO ENFERMO 130190 BRAZALETE IDENTIFICAC.ADULTO 131971 BRAZALETE IDENTIFICAC.ADULTOC/BOLSILLO 65X25 M.PCODIG.BARRA 131972 BRAZALETE IDENTIFICAC.BEBE C/BOLSILLO 65X25 MM.P/CODIG.BARRA 130189 BRAZALETE IDENTIFICAC.INFANTIL *** CHAMPU 100012 COMPRESA TOCOLOGICA ALGODON Y MALLA 100219 EMPAPADORES-CUBRECAMAS 60X90 U.S.U. 190011 ESPONJA IMPREGNADA 130MM P/ADULTO (E/INDIVIDU) 190026 ESPONJA IMPREGNADA 75MM INFANTIL (E/INDIVIDUAL) 130499 ORINAL CABALLERO CRISTAL, FONDO Y LATERAL RECT 131751 ORINAL CABALLERO PLASTICO 130500 ORINAL CUÑA PLÁSTICO 190025 PALANGANAS 40 CM. 100045 PAÑAL CELULOSA T/COMPRESA GRANDE 100119 PAÑAL-BRAGA EXTRA P/ADULTOS INCONTINENTE 100152 PAÑAL-BRAGUITA T/GRANDE P/BEBE (9-15 K.) 100239 PAÑAL-BRAGUITA T/JUNIOR P/NIÑO (16-20 K.) 100255 PAÑAL-BRAGUITA T/SUPER P/NIÑO (19-29 K.) 100146 PAÑAL-BRAQUITA T/MEDIANO P/BEBE (6-10 K.) 100145 PAÑAL-BRAQUITA T/PEQUEÑO P/BEBE (3-5 K.) 100256 PAÑAL-BRAQUITA T/PREMATURO (0-4 K.) 190007 PAPEL HIGIENICO 190018 PASTILLAS JABON 15 GR. 190008 PEINES 150073 VASOS U.S.U. PLASTICO 200 C.C. *** Material no dependiente del almacén. Adquisición por otros medios.
  19. 19. 26 H o s p i t a l U n i v e r s i t a r i o R e i n a S o f í a - C Ó R D O B A A -2 VALORACION DE ENFERMERIA AL INGRESO OBJETIVO Identificar las necesidades del paciente, para establecer los cuidados de enfermería. Material - Hoja de Valoración Inicial de Enfermería. - Impreso de petición de dietas a Cocina. - Impreso de petición de medicación para Farmacia. - Registros de Enfermería PROCEDIMIENTO 1. Preservar la intimidad. 2. Explicar el objetivo del procedimiento al paciente. 3. Realizar valoración inicial de Enfermería y cumplimentar el registro antes de las primeras 24 horas. 4. Pautar los cuidados de Enfermería y la medicación prescrita. 5. Cursar impresos a Cocina y Farmacia, si fuera necesario. 6. Anotar en registros de Enfermería. OBSERVACIONES - La entrevista se realizará teniendo en cuenta las siguientes consideraciones: - Crear un clima de calidez y aceptación. - Dirigirse al paciente por su nombre, indicando nuestro nombre y el papel que representamos dentro del equipo. - Emplear conductas no verbales apropiadas. - No utilizar terminología que el paciente no comprenda. - Evitar interrumpir al paciente cuando este hablando. - Mantener una actitud de tranquilidad, sin prisas. BIBLIOGRAFIA DE REFERENCIA 1. Knight Macheca, M. K. Ingreso de los clientes. En: Perry, A. G.; Potter, P.A..Enfermería Clínica: técnicas y procedimientos.4ª Ed. Editorial Harcourt Brace S.A..Madrid.1999.Pág. 9,10. 2. Dirección de Enfermería Hospital Universitario San Carlos. Manual de Procedi- mientos básicos de Enfermería. Ministerio de Sanidad y Consumo. Madrid. 1991. Pág. 11-36. 3. Sastre, H. Manual de Procedimientos de Enfermería pediátrica. Hospital Infan- til Niño Jesús. Madrid. 1991.Pág 33-40.
  20. 20. MANUAL DE PROTOCOLOS Y PROCEDIMIENTOS GENERALES DE ENFERMERÍA 27 4. Kozier,Erb,Olivieri.Enfermería Fundamental: Conceptos, procesos y práctica. 4ª Ed. Interamericana McGraw-Hill. Madrid. 1993. Pág. 190-262. 5. De Brunner, Suddart. Enfermería Médico- Quirúrgica. 7ª Ed. México. 1992. Pág. 23-40. ANEXO DE MATERIALES Código Producto 171156 RG-455 HOJA DE VALORACION DE ENFERMERÍA 171153 RG-452 HOJA DE EVOLUCION DE ENFERMERIA 170483 RG-56 RECETA INTERIOR (T/100 HOJAS) 170600 SS. 19/3 VALE PETICION MATERIAL 170599 SS 19/1 ADQUISICION ARTICULOS (T/50 x 3 JUEGOS)
  21. 21. 28 H o s p i t a l U n i v e r s i t a r i o R e i n a S o f í a - C Ó R D O B A A - 3 TRASLADO DEL PACIENTE A OTRA UNIDAD OBJETIVO Realizar el traslado del paciente a otra Unidad del Hospital en condiciones de seguri- dad y comodidad, evitando complicaciones potenciales. Material - Bolsa para residuos. - Historia del Paciente. - Impreso de traslado. - Impreso para Ambulancia. - Impresos a Cocina y Farmacia. - Material de Cama cerrada (B – 1). - Material de oxigenoterapia (D – 1) si precisa - Material de sueroterapia (RT - 19)..., si precisa. Equipo - Carro de ropa sucia. - Enseres del paciente. - Equipo de Cama cerrada (B – 1). - Equipo de oxigenoterapia(D – 1) si precisa - Equipo de sueroterapia (RT - 19)..., si precisa - Libro de registro de la unidad. - Silla de ruedas, camilla, cuna, incubadora o cama según estado del paciente. PROCEDIMIENTO 1. Comunicar al paciente y familiares el traslado y causas del mismo con suficien- te antelación. 2. Cursar el impreso de traslado al Servicio de Admisión. 3. Cursar el impreso de ambulancia, si precisa. 4. Recopilar Historial Clínico y anotar en Registro de Enfermería las Pruebas com- plementarias pendientes de realizar o recibir resultados. 5. Valorar el estado general del paciente, para escoger el medio de transporte. 6. Comprobar el buen estado de higiene del paciente y cama. Revisar drenajes, sondas, sueros, etc. si los tuviera. 7. El celador trasladará al paciente acompañado por el personal de Enfermería, según prescripción facultativa . 8. Entregar Historia Clínica en la Unidad receptora. 9. Cumplimentar el libro de registro de la unidad de procedencia. 10. Cursar la baja en la planilla de cocina y en la hoja de medicación de monodosis (si la hubiera).
  22. 22. MANUAL DE PROTOCOLOS Y PROCEDIMIENTOS GENERALES DE ENFERMERÍA 29 11. Verificar la devolución de los medios utilizados para el traslado del paciente. 12. Recoger y limpiar la habitación. 13. Realizar procedimiento de cama cerrada (B - 1). 14. Comunicar al Servicio de Admisión la disponibilidad de la cama. BIBLIOGRAFIA DE REFERENCIA 1. Netzel, C. y cols. Protocolos de Enfermería. Ediciones Doyma S.A..Barcelona.1988.Pág. 4. 2. Sorrentino, S.A.. Enfermería práctica. 3ª Ed. Editorial Mosby S.A.. Madrid. 1994. Pág. 331,332. 3. Knight Macheca, M. K.. Traslado de los clientes. En: Perry, A. G.; Potter, P.A.. Enfermería Clínica: técnicas y procedimientos. 4ª Ed. Editorial Harcourt Brace S.A..Madrid. 1999. Pág. 13-16. 4. Buchda, V.; Tryniszewski, C.. Procedimientos de Enfermería. Guía rápida de la enfermera. 1ª Ed. Editorial Interamericana. México D.F. 1995.Pág. 7. 5. Fundación Jimenez Díaz. Manual de Técnicas y Procedimientos básicos de En- fermería. Madrid 1990. Pág. 12-15. 6. Esteban, A; Portero, M. P. Técnicas de Enfermería.2ª Ed. Ediciones Rol. Ma- drid. 1988. Pág 11. 7. Dirección de Enfermería Hospital Universitario San Carlos. Manual de Procedi- mientos básicos de Enfermería. Ministerio de Sanidad y Consumo. Madrid. 1991. Pág. 41. 8. Sastre, H. Manual de Procedimientos de Enfermería pediátrica. Hospital Infan- til Niño Jesús. Madrid. 1991.Pág 9. ANEXO DE MATERIALES Código Produccto VALE PET. P-100 (AMBULANCIA) 171153 RG-452 HOJA DE EVOLUCION DE ENFERMERIA 170017 LIBRO 648 /19 REGISTRO DE ENFERMOS 170818 RG-288 ORDEN DE TRASLADO INTERIOR 160054 BOLSA BLANCA 50X55 G-300 TROQUEL C/ANAGRAMA 160006 BOLSA BASURA NEGRA 52X60 GALGA-80
  23. 23. 30 H o s p i t a l U n i v e r s i t a r i o R e i n a S o f í a - C Ó R D O B A A - 3.1 TRASLADO DEL PACIENTE A PRUEBAS COMPLEMENTARIAS, EXPLORACIONES E INTERVENCIONES OBJETIVO Realizar el traslado del paciente a otra Unidad del Hospital (donde se le efectuarán pruebas complementarias, exploraciones o intervenciones) en condiciones de seguri- dad y comodidad, evitando complicaciones potenciales. Material - Autorización para la prueba solicitada. - Historia clínica completa. - Impreso de petición de ambulancia, si precisa. - Impreso de solicitud de la prueba. - Material de oxigenoterapia (D–1), si precisa. - Material de sueroterapia (RT - 19)... si precisa. Equipo - Equipo de oxigenoterapia (D–1), si precisa. - Equipo de sueroterapia (RT - 19)... si precisa. - Silla de ruedas, camilla, cuna, incubadora o cama según el paciente. PROCEDIMIENTO 1. Verificar los datos de identificación del paciente con los de la prueba soli- citada. 2. Informar al paciente y/o familia. 3. Comprobar y adjuntar autorización firmada para la prueba. 4. Cursar impreso de ambulancia, si precisa. 5. Comprobar la correcta higiene del paciente y cama. 6. Preparar al paciente para su traslado. 7. Revisar sueros, colocarlos sobre un soporte y garantizar el ritmo de perfusión. 8. Observar la correcta posición de catéteres, drenajes y apósitos, fijándolos si fuera necesario. 9. Adjuntar documentación precisa según protocolo de la prueba. 10. El celador trasladará al paciente acompañado del personal de Enfermería, se- gún prescripción facultativa. 11. El personal del Servicio o Unidad de recepción asumirá la responsabilidad de los cuidados del paciente durante la realización de la prueba. Registrará los cuidados realizados durante la misma. 12. Comprobar las condiciones de higiene, posición de catéteres, drenajes, etc., a la vuelta del paciente a la unidad.
  24. 24. MANUAL DE PROTOCOLOS Y PROCEDIMIENTOS GENERALES DE ENFERMERÍA 31 13. Una vez recibido el paciente en la unidad de origen tras la realización de la prueba, se registrará en hoja de Enfermería las incidencias y evolución del paciente durante la realización de la misma (comunicadas por el personal de la unidad donde se ha realizado la prueba). Ej.: alergias a contrastes, desfallecimientos... BIBLIOGRAFIA DE REFERENCIA 1. Knight Macheca, M. K..Traslado de los clientes .En: Perry, A. G.; Potter, P.A..Enfermería Clínica: técnicas y procedimientos.4ª Ed. Editorial Harcourt Brace S.A..Madrid.1999.Pág. 13-16. 2. Fundación Jimenez Díaz. Manual de Técnicas y Procedimientos básicos de En- fermería. Madrid 1990. Pág. 12-15. 3. Esteban, A; Portero, M. P. Técnicas de Enfermería.2ª Ed. Ediciones Rol. Ma- drid. 1988. Pág 10. 4. Dirección de Enfermería Hospital Universitario San Carlos. Manual de Procedi- mientos básicos de Enfermería. Ministerio de Sanidad y Consumo. Madrid. 1991. Pág. 11-36. 5. Sastre, H. Manual de Procedimientos de Enfermería pediátrica. Hospital Infan- til Niño Jesús. Madrid. 1991.Pág 9-40. ANEXO DE MATERIALES Código Producto VALE PET. P-100 (AMBULANCIA) 171153 RG-452 HOJA DE EVOLUCION DE ENFERMERIA 171163 RG-462 CONSENTIMIENTO INFORMADO 171164 RG-463 CONSENTIMIENTO INFORMADO NEONATOS 171134 RG-433 HOJA DE CONSULTA 171136 RG-435 CONSULTA DE RADIODIAGNÓSTICO 171137 RG-436 CONSULTA A MEDICINA NUCLEAR 171184 RG-477 SOLICITUD DE RESONANCIA MAGNETICA
  25. 25. 32 H o s p i t a l U n i v e r s i t a r i o R e i n a S o f í a - C Ó R D O B A A - 3.2 TRASLADO DEL PACIENTE A OTRO CENTRO OBJETIVO Realizar el traslado del paciente a otro centro en condiciones de seguridad y comodi- dad, evitando complicaciones potenciales. Material - Bolsa para residuos. - Impreso de alta. - Impreso de Cocina. - Impreso de Farmacia. - Impreso de petición de ambulancia. - Informe médico de alta y de Enfermería al alta. - Material de Cama cerrada (B – 1). - Material de O2 (D – 1), si precisa. - Material de sueroterapia (RT - 19)..., si precisa. Equipo - Carro de ropa sucia. - Equipo de Cama cerrada (B – 1). - Equipo de O2 (D – 1), si precisa. - Equipo de sueroterapia (RT - 19)..., si precisa. - Libro de registros de la unidad. - Silla de ruedas o cama según estado del paciente. PROCEDIMIENTO 1. Comprobar la identidad del paciente. 2. Comunicar el traslado al paciente y familiares con antelación. 3. Confirmar con Gestoría de Usuarios el traslado y tramitar impreso de petición de ambulancia. 4. Preparar al paciente para el traslado. 5. Entregar al paciente y/o familia el informe de Enfermería al alta. 6. Mandar al Servicio de Admisión el parte de Alta. 7. Anotar en el registro de pacientes: fecha, hora y lugar de traslado. 8. Verificar la devolución del equipo utilizado para el traslado. 9. Organizar la historia del paciente para su traslado al Servicio de Archivos. 10. Cumplimentar el impreso de baja para Cocina y Farmacia (si los hubiera). 11. Recoger y limpiar la habitación. 12. Realizar procedimiento de Cama cerrada (B - 1). 13. Comunicar al Servicio de Admisión la disponibilidad de la cama.
  26. 26. MANUAL DE PROTOCOLOS Y PROCEDIMIENTOS GENERALES DE ENFERMERÍA 33 BIBLIOGRAFIA DE REFERENCIA 1. Netzel, C. y cols. Protocolos de Enfermería. Ediciones Doyma.S.A. Barcelona.1988.Pág. 5. 2. Knight Macheca, M. K..Traslado de los clientes .En: Perry, A. G.; Potter, P.A..Enfermería Clínica: técnicas y procedimientos.4ª Ed. Editorial Harcourt Brace S.A..Madrid.1999.Pág. 13 - 16. 3. Sorrentino, S.A..Enfermería práctica.3ª Ed.. Editorial Mosby S.A..Madrid.1994.Pág. 331,332. 4. Buchda, V.; Tryniszewski, C..Procedimientos de Enfermería. Guía rápida de la enfermera.1ª Ed. Editorial Interamericana. México D.F..1995.Pág.7. 5. Fundación Jiménez Díaz. Manual de Técnicas y Procedimientos básicos de En- fermería. Madrid 1990. Pág. 12-15. 6. Esteban, A; Portero, M. P. Técnicas de Enfermería.2ª Ed. Ediciones Rol. Ma- drid. 1988. Pág 10. 7. Dirección de Enfermería Hospital Universitario San Carlos. Manual de Procedi- mientos básicos de Enfermería. Ministerio de Sanidad y Consumo. Madrid. 1991. Pág. 11-36. 8. Sastre, H. Manual de Procedimientos de Enfermería Pediátrica. Hospital Infan- til Niño Jesús. Madrid. 1991.Pág 9-40. ANEXO DE MATERIALES Código Producto VALE PET. P-100 (AMBULANCIA) 171101 RG-400 HOJA CLIN. ESTADIST. (00) PAPEL CONTINUO 171153 RG-452 HOJA DE EVOLUCION DE ENFERMERIA 171158 RG-457 INFORME DE ENFERMERIA AL ALTA 170017 LIBRO 648/19 REGISTRO ENFERMO 160006 BOLSA BASURA NEGRA 52 X 60 GALGA - 80 160054 BOLSA BLANCA TROQUEL C/ ANAGRAMA
  27. 27. 34 H o s p i t a l U n i v e r s i t a r i o R e i n a S o f í a - C Ó R D O B A A - 3.3 RECEPCION DEL PACIENTE TRAS EXPLORACIONES O INTERVENCIONES QUIRÚRGICAS OBJETIVO Recibir al paciente manteniendo la continuidad de los cuidados. Material - Historia clínica completa. - Material de oxigenoterapia (D – 1), sueroterapia (RT - 19) .., si precisa. - Material de aspiración (D – 3) (E – 6), drenaje (RT - 35)..., si lo precisa. - Registros. Equipo - Equipo de oxigenoterapia (D – 1), sueroterapia (RT - 19)..., si precisa. - Equipo de aspiración (D – 3) (E – 6), drenaje (RT - 35)..., si lo precisa. PROCEDIMIENTO 1. Recibir al paciente por la enfermera/o responsable asignada/o. 2. Verificar los datos de identificación del paciente 3. Acompañar al paciente hasta su instalación definitiva en su habitación, solici- tando a los familiares la espera en la zona indicada para ello, hasta finalizar el procedimiento. 4. Disponer los soportes, conexiones, etc. para los dispositivos y elementos tera- péuticos y revisar sueros para garantizar ritmo de perfusión. 5. Observar la correcta posición de catéteres, drenajes y apósitos, fijándolos si fuera necesario. 6. Revisar la historia clínica ajustando tratamientos y cuidados específicos. 7. Realizar valoración de necesidades básicas a la recepción y compararla con la valoración al ingreso, adecuando los cuidados a las alteraciones detectadas. 8. Observar coloración del paciente y estado neurológico. 9. Tomar constantes si fuera necesario. 10. Controlar, medir y anotar el débito de los drenajes si los hubiera. 11. Facilitar el acceso moderado de los familiares, si las condiciones generales del paciente lo permite, contestando a las preguntas relacionadas con los cuida- dos de Enfermería. 12. Se registrará en hoja de Enfermería las incidencias y evolución del paciente durante la realización de la prueba (comunicadas por el personal de la unidad donde se ha realizado la exploración).
  28. 28. MANUAL DE PROTOCOLOS Y PROCEDIMIENTOS GENERALES DE ENFERMERÍA 35 BIBLIOGRAFIA DE REFERENCIA 1. D´Avis, C. R. Cuidado postoperatorio del cliente quirúrgico. En Perry, A.G.; Potter, P.A..Enfermería Clínica: técnicas y procedimientos.4ª Ed. Editorial Harcourt Brace S.A..Madrid.1999.Pág. 1090 -1099. 2. Fundación Jiménez Díaz. Manual de Técnicas y Procedimientos básicos de En- fermería. Madrid 1990. Pág. 12-15. 3. Esteban, A; Portero, M. P. Técnicas de Enfermería.2ª Ed. Ediciones Rol. Ma- drid. 1988. Pág. 10. 4. Dirección de Enfermería Hospital Universitario San Carlos. Manual de Procedi- mientos básicos de Enfermería. Ministerio de Sanidad y Consumo. Madrid. 1991. Pág. 11-36. 5. Sastre, H. Manual de Procedimientos de Enfermería Pediatrica. Hospital Infan- til Niño Jesús. Madrid. 1991.Pág 9-40. ANEXO DE MATERIALES Código Producto 171153 RG-452 HOJA DE EVOLUCION DE ENFERMERIA HISTORIA COMPLETA SEGÚN PROTOCOLO UNIDAD
  29. 29. 36 H o s p i t a l U n i v e r s i t a r i o R e i n a S o f í a - C Ó R D O B A A - 4 ALTA DEL PACIENTE OBJETIVO Reincorporar al paciente a su medio habitual, procurando la continuidad de los cuidados. Material - Bolsa de residuos. - Impreso para ambulancia o taxi si el enfermo lo requiere. - Impreso para Cocina. - Impreso para Farmacia. - Informe de Enfermería al alta. - Informe Médico de Alta. - Material para Cama cerrada (B – 1). - Medicación y material de cura, si precisa. - Parte de Alta. - Registros de Enfermería. Equipo - Carro de ropa sucia. - Carro de ruedas, o camilla según precise. - Equipo para Cama cerrada (B – 1). - Libro de registro de la unidad. PROCEDIMIENTO 1. Informar al paciente y familia del alta con suficiente antelación. 2. Cursar impreso de ambulancia, si precisa. 3. Entregar informe de Enfermería al alta, revisando con el paciente y familia los cuidados de Enfermería que deberá continuar fuera del hospital. 4. Entregar medicación y material necesario, si precisa, para la continuidad del tto. durante las primeras 24 horas. 5. Despedir al paciente y su familia. 6. Anotar el Alta en el libro de Registro de la Unidad y en la Hoja de Evolución de Enfermería. 7. Cursar impreso de Alta al Servicio de Admisión. 8. Recoger la historia clínica para enviar al Servicio de Archivos. 9. Cumplimentar y cursar los impresos de baja a Cocina y Farmacia (si los hubiera). 10. Recoger y limpiar habitación. 11. Realizar procedimiento de cama cerrada. (B –1). 12. Avisar al Servicio de Admisión de la disponibilidad de la cama para un nuevo paciente.
  30. 30. MANUAL DE PROTOCOLOS Y PROCEDIMIENTOS GENERALES DE ENFERMERÍA 37 OBSERVACIONES - En Pediatría y Servicios Especiales, el familiar que recoge al paciente, tiene que identificarse firmando en la hoja de evolución de Enfermería registrando su nº de DNI. BIBLIOGRAFIA DE REFERENCIA 1. Netzel,C. y cols. Protocolos de Enfermería. Ediciones Doyma S.A..Barcelona.1988.Pág. 6,7. 2. Knight Macheca, M. K. Alta hospitalaria de los clientes. En: Perry, A. G.; Potter, P.A..Enfermería Clínica: técnicas y procedimientos.4ª Ed. Editorial Harcourt Brace S.A..Madrid.1999.Pág. 16 -23. 3. Sorrentino, S.A..Enfermería práctica.3ª Ed. Editorial Mosby S.A..Madrid.1994.Pág. 331,332. 4. Buchda, V.; Tryniszewski, C..Procedimientos de Enfermería. Guía rápida de la enfermera.1ª Ed. Editorial Interamericana. México D.F.1995.Pág. 20. 5. Fundación Jimenez Díaz. Manual de Técnicas y Procedimientos básicos de En- fermería. Madrid 1990. Pág. 16,17. 6. Esteban, A; Portero, M. P. Técnicas de Enfermería.2ª Ed. Ediciones Rol. Ma- drid. 1988. Pág 25. 7. Dirección de Enfermería Hospital Universitario San Carlos. Manual de Procedi- mientos básicos de Enfermería. Ministerio de Sanidad y Consumo. Madrid. 1991. Pág. 37-45. 8. Sastre, H. Manual de Procedimientos de Enfermería Pediatrica. Hospital Infan- til Niño Jesús. Madrid. 1991.Pág 8. ANEXO DE MATERIALES Código Producto VALE PET. P-100 (AMBULANCIA) 171158 RG-457 INFORME DE ENFERMERIA AL ALTA 171101 RG-400 HOJA CLIN. ESTADIST. (00) PAPEL CONTINUO 171153 RG-452 HOJA DE EVOLUCION DE ENFERMERIA 170017 LIBRO 648/19 REGISTRO ENFERMO 160006 BOLSA BASURA NEGRA 52X60 GALGA - 80 160054 BOLSA BLANCA TROQUEL C/ ANAGRAMA
  31. 31. 38 H o s p i t a l U n i v e r s i t a r i o R e i n a S o f í a - C Ó R D O B A A - 4.1 ALTA VOLUNTARIA OBJETIVO Facilitar al paciente la documentación legal necesaria para su salida del centro hospi- talario cuando éste demande el alta. Material - Bolsa para residuos. - Impreso de Alta. - Impreso de Alta Voluntaria (Por triplicado) - Impreso de Cocina. - Impreso de Farmacia - Material de Cama cerrada (B–1). Equipo - Carro de ropa sucia. - Carro de ruedas o camilla, si precisa. - Equipo de Cama cerrada (B–1). - Libro de Registro de la Unidad. PROCEDIMIENTO 1. Avisar al médico responsable. 2. Cumplimentar impresos de Alta. 3. Entregar el impreso de alta voluntaria al enfermo o familiar más directo, para su firma. 4. Despedir al paciente y/o familia. 5. Anotar en registro de Enfermería, la hora del Alta y la fecha. 6. Anotar en Registro de la Unidad. 7. Cursar baja a Cocina y Farmacia. 8. Cursar impreso de alta y alta voluntaria al servicio de Admisión. 9. Recoger y limpiar la habitación. 10. Hacer cama cerrada. (B – 1). 11. Comunicar al servicio de Admisión la disponibilidad de la cama.
  32. 32. MANUAL DE PROTOCOLOS Y PROCEDIMIENTOS GENERALES DE ENFERMERÍA 39 BIBLIOGRAFIA DE REFERENCIA 1. Netzel, C. y cols. Protocolos de Enfermería. Ediciones Doyma S.A..Barcelona.1988.Pág. 6,7. 2. Knight Macheca, M. K. Alta hospitalaria de los clientes. En: Perry, A. G.; Potter, P.A..Enfermería Clínica: técnicas y procedimientos.4ª Ed. Editorial Harcourt Brace S.A..Madrid.1999.Pág. 16 -23. 3. Sorrentino, S.A..Enfermería práctica.3ª Ed. Editorial Mosby S.A..Madrid.1994.Pág. 331,332. 4. Buchda, V.; Tryniszewski, C..Procedimientos de Enfermería. Guía rápida de la enfermera.1ª Ed. Editorial Interamericana. México D.F.1995.Pág. 20. 5. Fundación Jimenez Díaz. Manual de Técnicas y Procedimientos básicos de En- fermería. Madrid 1990. Pág. 17,18. 6. Esteban, A; Portero, M. P. Técnicas de Enfermería.2ª Ed. Ediciones Rol. Ma- drid. 1988. Pág 10. 7. Dirección de Enfermería Hospital Universitario San Carlos. Manual de Procedi- mientos básicos de Enfermería. Ministerio de Sanidad y Consumo. Madrid. 1991. Pág. 43. 8. Sastre, H. Manual de Procedimientos de Enfermería Pediatrica. Hospital Infan- til Niño Jesús. Madrid. 1991.Pág 8. ANEXO DE MATERIALES Código Producto VALE PET. P-100 (AMBULANCIA) 171185 RG-457 INFORME DE ENFERMERIA AL ALTA 171101 RG-400 HOJA CLIN. ESTADIST. (00) PAPEL CONTINUO 171153 RG-452 HOJA DE EVOLUCION DE ENFERMERIA 170017 LIBRO 648/19 REGISTRO ENFERMO 171102 RG-401 PETICION ALTA VOLUNTARIA 160006 BOLSA BASURA NEGRA 160054 BOLSA BLANCA TROQUEL C/ ANAGRAMA
  33. 33. 40 H o s p i t a l U n i v e r s i t a r i o R e i n a S o f í a - C Ó R D O B A A - 4.2 ALTA VOLUNTARIA POR EXTREMA GRAVEDAD OBJETIVO Facilitar al paciente y/o familia la documentación legal necesaria para la salida del centro hospitalario procurando la continuidad de los cuidados. Material - Bolsa para residuos. - Impreso de Alta Voluntaria (triplicado). - Impreso de Alta. - Impreso para ambulancia. - Impreso para Cocina. - Impreso para Farmacia. - Informe Médico de alta. - Informe de Enfermería al Alta. - Material de Cama cerrada (B – 1). - Material de sueroterapia (RT - 19), oxigenoterapia (D – 1), etc. según necesi- dades. - Medicación y material de cura si precisa. Equipo - Carro de ropa sucia. - Carro de ruedas o camilla. - Equipo de Cama cerrada (B – 1). - Equipo de sueroterapia (RT - 19), oxigenoterapia (D – 1), etc. según necesidades. - Libro de registro de la unidad. PROCEDIMIENTO 1. Avisar al médico responsable. 2. Entregar el impreso de Alta Voluntaria al enfermo o familiar más directo para su firma. 3. Cursar el impreso de ambulancia. 4. Entregar informe de Enfermería al Alta, revisando con el paciente y familia los cuidados de Enfermería que deberá continuar fuera del hospital. 5. Entregar medicación y material de cura si precisa para la continuidad del tto. 6. Despedir al enfermo y/o familia. 7. Anotar en la hoja de Evolución de Enfermería fecha y hora de alta. 8. Anotar en el libro de registro la fecha y hora de alta. 9. Cursar impresos de Alta y Alta voluntaria al servicio de Admisión. 10. Cumplimentar y cursar impresos de baja para Cocina y Farmacia, si los hubiera. 11. Organizar la Hª clínica para su envío al servicio de archivos. 12. Recoger y limpiar habitación. 13. Hacer cama cerrada (B – 1).
  34. 34. MANUAL DE PROTOCOLOS Y PROCEDIMIENTOS GENERALES DE ENFERMERÍA 41 14. Comunicar al servicio de Admisión la disponibilidad de la cama. BIBLIOGRAFIA DE REFERENCIA 1. Netzel, C. y cols. Protocolos de Enfermería. Ediciones Doyma S.A..Barcelona.1988.Pág. 6,7. 2. Knight Macheca, M. K. Alta hospitalaria de los clientes. En: Perry, A. G.; Potter, P.A..Enfermería Clínica: técnicas y procedimientos.4ª Ed. Editorial Harcourt Brace S.A..Madrid.1999.Pág. 16 -23. 3. Sorrentino, S.A..Enfermería práctica.3ª Ed. Editorial Mosby S.A..Madrid.1994.Pág. 331,332. 4. Buchda, V.; Tryniszewski, C..Procedimientos de Enfermería. Guía rápida de la enfermera.1ª Ed. Editorial Interamericana. México D.F.1995.Pág. 20. 5. Fundación Jiménez Díaz. Manual de Técnicas y Procedimientos básicos de En- fermería. Madrid 1990. Pág. 17,18. 6. Esteban, A; Portero, M. P. Técnicas de Enfermería.2ª Ed. Ediciones Rol. Ma- drid. 1988. Pág 10. 7. Dirección de Enfermería Hospital Universitario San Carlos. Manual de Procedi- mientos básicos de Enfermería. Ministerio de Sanidad y Consumo. Madrid. 1991. Pág. 43. 8. Sastre, H. Manual de Procedimientos de Enfermería Pediátrica. Hospital Infan- til Niño Jesús. Madrid. 1991.Pág 8. ANEXO DE MATERIALES Código Producto VALE PET. P-100 (AMBULANCIA) 171158 RG-457 INFORME DE ENFERMERIA AL ALTA 171101 RG-400 HOJA CLIN. ESTADIST. (00) PAPEL CONTINUO 171153 RG-452 HOJA DE EVOLUCION DE ENFERMERIA 170017 LIBRO 648/19 REGISTRO ENFERMO 171102 RG-401 PETICION ALTA VOLUNTARIA 160006 BOLSA BASURA NEGRA 52X60 GALGA - 80 160054 BOLSA BLANCA TROQUEL C/ ANAGRAMA
  35. 35. 42 H o s p i t a l U n i v e r s i t a r i o R e i n a S o f í a - C Ó R D O B A A-5 CUIDADOS POST MORTEM OBJETIVO Asegurar los cuidados necesarios para mantener la integridad del cadáver, así como la atención a la familia en el proceso de duelo hasta su traslado al Tanatorio. Material - Algodón. - Bata u.s.u. no estéril. - Bolsas para residuos - Esparadrapo de tela. - Esponja. - Guantes u.s.u. no estériles. - Impreso de Alta. - Impreso para Cocina. - Impreso para Farmacia. - Impreso para Traslado Urbano. - Jeringas de 10 cc. - Mascarilla quirófano. - Material de Cama cerrada (B – 1). - Sudario. Equipo - Biombo - Libro de registro de la Unidad. - Palangana. - Pinzas. - Tijeras. - Toalla. PROCEDIMIENTO 1. Notificar al médico de guardia. 2. Solicitar a la familia que abandone la habitación, proporcionándole los cuida- dos que precise en el proceso del duelo y facilitándole los servicios religiosos que requiera. 3. Trasladar al paciente que comparte la habitación con el fallecido a otra habita- ción. Si no es posible, aislarlo mediante un biombo. 4. Realizar lavado de manos (P.M.P.). 5. Preparar todo el material y trasladarlo a la habitación. 6. Colocarse guantes. 7. Realizar higiene del cadáver, retirando sondas, catéteres, drenajes... 8. Taponar suficientemente los orificios naturales, heridas y cavidades.
  36. 36. MANUAL DE PROTOCOLOS Y PROCEDIMIENTOS GENERALES DE ENFERMERÍA 43 9. Cubrir el cadáver según las normas del hospital. Si la familia lo demanda, se facilitará que puedan vestir con sus ropas al cadáver. 10. Retirarse los guantes. 11. Recoger y entregar todas las pertenencias del fallecido a los familiares y permi- tirles si lo desean permanecer junto al difunto durante unos minutos. 12. Realizar lavado de manos. 13. Anotar en hoja de Enfermería la fecha y hora exacta del éxitus. 14. Anotar en el libro de registro de la Unidad. 15. Retirar la historia clínica completa para su envío al servicio de Archivos. 16. Identificar el cadáver con: nombre, fecha, hora y unidad de procedencia. 17. Preparar el traslado al mortuorio y cursar el impreso de Traslado Urbano, si precisa. 18. Cumplimentar y cursar impresos de baja a Cocina y Farmacia. 19. Recoger y limpiar la habitación. 20. Hacer cama cerrada (B – 1). 21. Comunicar al servicio de Admisión la disponibilidad de la cama. OBSERVACIONES - En caso de que el fallecido sea infeccioso, seguir el procedimiento de. Medici- na Preventiva. - En caso de solicitud de necropsia, no retirar catéteres, sondas ni drenajes. Adjuntar autorización a la Hª. clínica. BIBLIOGRAFIA DE REFERENCIA 1. Netzel, C. y cols. Protocolos de Enfermería. Ediciones Doyma S.A..Barcelona.1988.Pág. 8,9. 2. Sorrentino, S.A..Enfermería práctica.3ª Ed. Editorial Mosby S.A..Madrid.1994.Pág. 469 - 470. 3. Buchda, V.; Tryniszewski, C..Procedimientos de Enfermería. Guía rápida de la enfermera.1ª Ed. Editorial Interamericana. México D.F.1995.Pág. 236. 4. Fdez. Alvarez, V. Atención de Enfermería al paciente terminal. Ayuda al pa- ciente y familia frente al dolor y la muerte. En: Beltrán Chacón, A; Ponce Blandón, J. A. Servicio Andaluz de Salud. Diplomados de Enfermería. Contes- taciones al programa oficial. Materia específica. 1ª Ed. Editorial Ceditán / Al- gaida. Vol. IV. Sevilla 1998. Pág. 189,190. 5. Breckinridge, P. Cuidados del cuerpo después de la muerte. En: Perry, A. G.; Potter, P.A..Enfermería Clínica: técnicas y procedimientos.4ª Ed. Editorial Harcourt Brace S.A..Madrid.1999.Pág. 1374 -1377. 6. Esteban, A; Portero, M. P. Técnicas de Enfermería.2ª Ed. Ediciones Rol. Ma- drid. 1988. Pág 26. 7. Dirección de Enfermería Hospital Universitario San Carlos. Manual de Procedi- mientos básicos de Enfermería. Ministerio de Sanidad y Consumo. Madrid. 1991. Pág. 47-52. 8. Sastre, H. Manual de Procedimientos de Enfermería Pediatrica. Hospital Infan- til Niño Jesús. Madrid. 1991.Pág 214.
  37. 37. 44 H o s p i t a l U n i v e r s i t a r i o R e i n a S o f í a - C Ó R D O B A 9. Kozier, Erb, Olivieri. Enfermería Fundamental: Conceptos, procesos y práctica. 4ª Ed. Interamericana McGraw-Hill. Madrid. 1993. Pág. 870-894. 10. De Brunner, Suddart. Enfermería Médico- Quirúrgica. 7ª Ed. México. 1992. Pág. 160-164. ANEXO DE MATERIALES Código Producto VALE PET. P-100 (AMBULANCIA) 171101 RG-400 HOJA CLIN. ESTADIST. (00) PAPEL CONTINUO 171153 RG-452 HOJA DE EVOLUCION DE ENFERMERIA 170017 LIBRO 648/19 REGISTRO ENFERMO 100004 ALGODON HIDROFILO (PAQ.1 K.) 131074 BATA TEJIDO NO TEJIDO N/ESTERIL U.S.U. 160054 BOLSA BLANCA TROQUEL C/ ANAGRAMA 160006 BOLSA BASURA NEGRA 52X60 GALGA-80 100017 ESPARADRAPO TELA 10 X 10 100019 ESPARADRAPO TELA 5 X 2 1/2 100020 ESPARADRAPO TELA 5 X 5 190011 ESPONJA IMPREGNADA 130MM P/ADULTO (E/INDIVIDU 190026 ESPONJA IMPREGNADA 75MM INFANTIL (E/INDIVIDUA 131009 GUANTES LATEX N/EST.AMBID.GRANDE LARGO 131008 GUANTES LATEX N/EST.AMBID.MEDIANO LARGO 131456 GUANTES LATEX N/EST.AMBID.PEQUEÑO LARGO 131805 GUANTES VINILO N/EST.AMBID.GRANDE 131806 GUANTES VINILO N/EST.AMBID.MEDIANO 131807 GUANTES VINILO N/EST.AMBID.PEQUEÑO 130447 JERINGAS U.S.U. C/LUER 10 CC. (3 CUERPOS) 130469 MASCARILLAS QUIROFANO U.S.U.C/CINTAS 190025 PALANGANAS 40 CM. LENCERIA SUDARIO
  38. 38. B Higiene y cuidados de la piel
  39. 39. MANUAL DE PROTOCOLOS Y PROCEDIMIENTOS GENERALES DE ENFERMERÍA 47 B - 1 CAMA CERRADA OBJETIVO Preparar la cama en condiciones de higiene y comodidad para el paciente. Material - Empapador-cubrecamas ( en las unidades que lo requieran). Equipo - Almohada. - Cama. - Cuna. - Colcha. - Funda de almohada. - Funda de colchón. - Incubadora. - Manta. - Sábanas (3). PROCEDIMIENTO 1. Realizar lavado de manos ( P.M.P.). 2. Preparar material y trasladarlo a la habitación. 3. Colocar la cama en posición horizontal. 4. Comprobar buen estado de todo el material. 5. Colocar la funda de colchón y sobre ella la sábana bajera, extendiéndola y ajustando las cuatro esquinas de forma que no tenga arrugas. 6. Extender la sábana encimera, con el dobladillo hacia arriba, plegando las es- quinas inferiores. 7. Colocar la colcha siguiendo el mismo procedimiento de la sábana encimera con el borde superior por encima de ésta. 8. Poner funda a la almohada y dejarla sobre la cabecera de la cama. OBSERVACIONES - Según necesidades de la unidad, se colocará una tercera sábana doblada a modo de entremetida y un salvacamas. - Las incubadoras deberán prepararse con las condiciones óptimas de humedad y temperatura. Las cunas térmicas deberán también estar a la temperatura adecuada.
  40. 40. 48 H o s p i t a l U n i v e r s i t a r i o R e i n a S o f í a - C Ó R D O B A BIBLIOGRAFIA DE REFERENCIA 1. Netzel, C. y cols. Protocolos de Enfermería. Ediciones Doyma S.A..Barcelona.1988.Pág. 22,23. 2. Sorrentino, S.A..Enfermería práctica.3ª Ed. Editorial Mosby S.A..Madrid.1994.Pág. 182 - 183. 3. Buchda, V.; Tryniszewski, C..Procedimientos de Enfermería. Guía rápida de la enfermera.1ª Ed. Editorial Interamericana. México D.F.1995.Pág. 63. 4. Perry, A. G. Hacer una cama desocupada. En: Perry, A. G.; Potter, P.A..Enfermería Clínica: técnicas y procedimientos.4ª Ed. Editorial Harcourt Brace S.A..Madrid.1999.Pág. 1374 -1377. 5. Fundación Jiménez Díaz. Manual de Técnicas y Procedimientos básicos de En- fermería. Madrid 1990. Pág. 30. 6. Esteban, A; Portero, M. P. Técnicas de Enfermería.2ª Ed. Ediciones Rol. Ma- drid. 1988. Pág 19. 7. Dirección de Enfermería Hospital Universitario San Carlos. Manual de Procedi- mientos básicos de Enfermería. Ministerio de Sanidad y Consumo. Madrid. 1991. Pág. 55. 8. Sastre, H. Manual de Procedimientos de Enfermería Pediátrica. Hospital Infan- til Niño Jesús. Madrid. 1991.Pág 7-48. 9. Kozier, Erb,Olivieri. Enfermería Fundamental: Conceptos, procesos y práctica. 4ª Ed. Interamericana McGraw-Hill. Madrid. 1993. Pág. 538-552. 10. De Brunner, Suddart. Enfermería Médico- Quirúrgica. 7ª Ed. México. 1992. Pág. 69-73. ANEXO DE MATERIALES Código Producto 100219 EMPAPADORES-CUBRECAMAS 60X90 U.S.U.
  41. 41. MANUAL DE PROTOCOLOS Y PROCEDIMIENTOS GENERALES DE ENFERMERÍA 49 B - 2 ASEO DEL PACIENTE ENCAMADO OBJETIVO Proporcionar al paciente el aseo necesario para satisfacer las necesidades de higiene y confort, conservando el buen estado de hidratación de la piel. Material - Aceite almendras. - Artículos de higiene personal. - Bolsa para residuos. - Esponjas u.s.u. sin jabón (2). - Guantes u.s.u. no estériles. - Jabón neutro. - Papel higiénico. - Peine. - Registros de Enfermería. - Vaselina líquida. Equipo - Botella. - Carro de ropa sucia. - Cortauñas. - Cuña. - Palangana. - Pijama o camisón. - Toalla. PROCEDIMIENTO 1. Realizar lavado de manos ( P.M.P.) 2. Preparar el material y trasladarlo al lado del paciente. 3. Informar al paciente. 4. Preservar la intimidad del paciente. 5. Mantener temperatura adecuada y evitar corrientes de aire en la habitación. 6. Proteger al paciente de las caídas (H – 2) 7. Colocarse guantes. 8. Ofrecer cuña o botella si la necesita.(E – 1.1, E – 1.2) 9. Preparar agua a temperatura adecuada. 10. Colocar al paciente en decúbito supino (G – 3). 11. Desnudar al paciente y cubrirlo parcialmente con la sábana. 12. Comenzar a lavar al paciente por la cara con agua sin jabón. Secar. 13. Lavar con agua y jabón el cuello, orejas, brazos y axilas. Enjuagar y secar. 14. Acercar la palangana al borde de la cama y permitir que el paciente introduzca las manos y se las lave. Secarle las manos.
  42. 42. 50 H o s p i t a l U n i v e r s i t a r i o R e i n a S o f í a - C Ó R D O B A 15. Cambiar el agua, jabón y esponja. 16. Seguir lavando el tórax. En las mujeres incidir de manera especial en la zona submamaria. Continuar con el abdomen. Enjuagar y secar. 17. Colocar al paciente en decúbito lateral (G – 3.2). 18. Lavar la parte posterior del cuello, hombros, espalda y nalgas. Enjuagar y se- car. 19. Colocar de nuevo al paciente en decúbito supino (G – 3). 20. Lavar extremidades inferiores prestando mayor atención a los pliegues interdigitales. Enjuagar y secar. 21. Cambiar el agua, jabón y la esponja. 22. Lavar genitales y zona anal. ( B – 2.1 ). Enjuagar. 23. Secar bien la piel, poniendo especial atención a los pliegues cutáneos. 24. Frotar la espalda con aceite de almendras o vaselina líquida. 25. Vestir al paciente con el pijama o el camisón. 26. Peinar al paciente y facilitar el uso de los artículos de aseo personal (desodo- rante, colonia, talco...). 27. Observar el estado de las uñas, limpiar y cortar si es necesario. 28. Dejar al paciente en posición cómoda y adecuada, permitiendo el fácil acceso al timbre y objetos personales. 29. Recoger el material. 30. Retirarse los guantes. 31. Realizar lavado de manos. 32. Anotar en los registros las posibles incidencias. OBSERVACIONES - Realizar el aseo diario y tantas veces como sea necesario. - Valorar la colaboración del paciente y familia. - Comprobar el grado de autonomía del paciente fomentando el autocuidado, siempre con la ayuda y supervisión del personal asignado. - En pacientes con miembro superior inmovilizado o portador de una vía venosa, se desvestirá comenzando por el brazo sano/ libre. Para vestirlo se comenzará por el brazo afectado. - Si el paciente lo necesita, se avisará al barbero mediante el impreso destinado a tal fin. BIBLIOGRAFIA DE REFERENCIA 1. Netzel, C. y cols. Protocolos de Enfermería. Ediciones Doyma S.A..Barcelona.1988.Pág. 10,11,17-19. 2. Sorrentino, S.A..Enfermería práctica.3ª Ed. Editorial Mosby S.A..Madrid.1994.Pág. 201-203,220. 3. Buchda, V.; Tryniszewski, C..Procedimientos de Enfermería. Guía rápida de la enfermera.1ª Ed. Editorial Interamericana. México D.F.1995.Pág. 40. 4. Perry, A. G. Bañar al usuario. En: Perry, A. G.; Potter, P.A..Enfermería Clínica: técnicas y procedimientos.4ª Ed. Editorial Harcourt Brace S.A..Madrid.1999.Pág. 137 -143.
  43. 43. MANUAL DE PROTOCOLOS Y PROCEDIMIENTOS GENERALES DE ENFERMERÍA 51 5. Fundación Jiménez Díaz. Manual de Técnicas y Procedimientos básicos de En- fermería. Madrid 1990. Pág. 38-40. 6. Esteban, A; Portero, M. P. Técnicas de Enfermería.2ª Ed. Ediciones Rol. Ma- drid. 1988. Pág 12,13. 7. Dirección de Enfermería Hospital Universitario San Carlos. Manual de Procedi- mientos básicos de Enfermería. Ministerio de Sanidad y Consumo. Madrid. 1991. Pág. 57-58. 8. Sastre, H. Manual de Procedimientos de Enfermería Pediátrica. Hospital Infan- til Niño Jesús. Madrid. 1991.Pág 48. 9. Kozier,Erb,Olivieri. Enfermería Fundamental: Conceptos, procesos y práctica. 4ª Ed. Interamericana McGraw-Hill. Madrid. 1993. Pág. 541-570. 10. De Brunner, Suddart. Enfermería Médico- Quirúrgica. 7ª Ed. México. 1992. Pág. 69-73. ANEXO DE MATERIALES Código Producto 171153 RG-452 HOJA DE EVOLUCIÓN DE ENFERMERÍA 171141 RG-440 HOJA DE MEDICACIÓN ADMINISTRADA 120002 ACEITE ALMENDRAS DULCE 1000 CC 160006 BOLSA BASURA NEGRA 52X60 GALGA-80 190011 ESPONJA IMPREGNADA 130MM P/ADULTO (E/INDIVIDUAL) 190026 ESPONJA IMPREGNADA 75MM INFANTIL (E/INDIVIDUAL) 120167 GLICERINA M-4094 F/1000 131009 GUANTES LATEX N/EST.AMBID.GRANDE LARGO 131008 GUANTES LATEX N/EST.AMBID.MEDIANO LARGO 131456 GUANTES LATEX N/EST.AMBID.PEQUEÑO LARGO 131805 GUANTES VINILO N/EST.AMBID.GRANDE 131806 GUANTES VINILO N/EST.AMBID.MEDIANO 131807 GUANTES VINILO N/EST.AMBID.PEQUEÑO 190019 JABON LIQUIDO DERMATOLOGICO F/1L. 130499 ORINAL CABALLERO CRISTAL, FONDO Y LATERAL RECT 131751 ORINAL CABALLERO PLASTICO 130500 ORINAL CUÑA PLÁSTICO 190025 PALANGANAS 40 CM. 190007 PAPEL HIGIENICO 190008 PEINES
  44. 44. 52 H o s p i t a l U n i v e r s i t a r i o R e i n a S o f í a - C Ó R D O B A B - 2.1 LAVADO DE GENITALES OBJETIVO Mantener limpios los genitales del paciente para cubrir las necesidades de higiene y prevenir infecciones. Material - Bolsa para residuos. - Esponja sin jabón. - Guantes de u.s.u. no estériles. - Jabón neutro. - Pañal-braga. - Papel higiénico. - Registros. Equipo - Botella. - Cuña. - Palangana. - Toalla. PROCEDIMIENTO 1. Realizar lavado de manos ( P.M.P. ) 2. Preparar el material y trasladarlo al lado del paciente. 3. Informar al paciente. 4. Preservar la intimidad del paciente. 5. Mantener temperatura adecuada y evitar corrientes de aire en la habitación. 6. Proteger al paciente de las caídas (H – 2). 7. Colocarse los guantes. 8. Ofrecer la cuña o botella si la necesita.(E – 1.1, E – 1.2) 9. Preparar agua a temperatura adecuada. 10. Colocar al paciente en decúbito supino (G – 3). 11. Desnudar al paciente y cubrirlo parcialmente con la sábana. 12. Retirar pañal si lo tuviera. En el varón: a) Retraer el prepucio del pene del paciente y lavar el glande. Enjuagar; pero no secar, ya que la humedad lubrica e impide la fricción. b) Devolver el prepucio a su posición para evitar edema y lesión tisular. c) Limpiar la parte superior y los lados del escroto. Enjuagar y secar. d) Poner al paciente en decúbito lateral (G – 3.2) e) Limpiar la parte inferior del escroto y región anal. Enjuagar y secar bien.
  45. 45. MANUAL DE PROTOCOLOS Y PROCEDIMIENTOS GENERALES DE ENFERMERÍA 53 En la mujer: a) Pedir a la paciente que flexione las rodillas o ayudarle si no puede por sí misma. b) Separar las piernas de la paciente. c) Separar los labios vulvares con una mano y lavar con la otra, limpiando de adelante hacia atrás el periné (para evitar contaminar la uretra o la vagina). d) Enjuagar y secar bien con la toalla. e) Colocar a la paciente en decúbito lateral (G – 3.2). f) Limpiar el área rectal desde la vagina hasta el ano en un solo movimiento. g) Proceder de la misma manera para enjuagar y secar. 13. Colocar pañal si lo precisa. 14. Dejar al paciente en posición adecuada y cómoda, permitiendo un fácil acceso al timbre y objetos personales. 15. Recoger material. 16. Retirarse los guantes. 17. Realizar lavado de manos. 18. Anotar en los registros de Enfermería posibles incidencias. BIBLIOGRAFÍA DE REFERENCIA 1. Netzel, C. y cols. Protocolos de Enfermería. Ediciones Doyma S.A..Barcelona.1988.Pág. 18, 19. 2. Sorrentino, S.A..Enfermería práctica.3ª Ed. Editorial Mosby S.A..Madrid.1994.Pág. 211-214. 3. Buchda, V.; Tryniszewski, C..Procedimientos de Enfermería. Guía rápida de la enfermera.1ª Ed. Editorial Interamericana. México D.F.1995.Pág. 226. 4. Perry, A. G. Cuidados del periné. En: Perry, A. G.; Potter, P.A..Enfermería Clíni- ca: técnicas y procedimientos.4ª Ed. Editorial Harcourt Brace S.A..Madrid.1999.Pág. 146 -150. ANEXO DE MATERIALES Código Producto 171153 RG-452 HOJA DE EVOLUCIÓN DE ENFERMERÍA 171141 RG-440 HOJA DE MEDICACIÓN ADMINISTRADA 160006 BOLSA BASURA NEGRA 52X60 GALGA-80 190011 ESPONJA IMPREGNADA 130MM P/ADULTO (E/INDIVIDUAL) 190026 ESPONJA IMPREGNADA 75MM INFANTIL (E/INDIVIDUAL) 131009 GUANTES LATEX N/EST.AMBID.GRANDE LARGO 131008 GUANTES LATEX N/EST.AMBID.MEDIANO LARGO 131456 GUANTES LATEX N/EST.AMBID.PEQUEÑO LARGO 131805 GUANTES VINILO N/EST.AMBID.GRANDE 131806 GUANTES VINILO N/EST.AMBID.MEDIANO 131807 GUANTES VINILO N/EST.AMBID.PEQUEÑO 190019 JABON LIQUIDO DERMATOLOGICO F/1L. 130499 ORINAL CABALLERO CRISTAL, FONDO Y LATERAL RECT 131751 ORINAL CABALLERO PLASTICO 130500 ORINAL CUÑA PLÁSTICO
  46. 46. 54 H o s p i t a l U n i v e r s i t a r i o R e i n a S o f í a - C Ó R D O B A 190025 PALANGANAS 40 CM. 100045 PAÑAL CELULOSA T/COMPRESA GRANDE 100119 PAÑAL-BRAGA EXTRA P/ADULTOS INCONTINENTE 100152 PAÑAL-BRAGUITA T/GRANDE P/BEBE (9-15 K.) 100239 PAÑAL-BRAGUITA T/JUNIOR P/NIÑO (16-20 K.) 100255 PAÑAL-BRAGUITA T/SUPER P/NIÑO (19-29 K.) 100146 PAÑAL-BRAQUITA T/MEDIANO P/BEBE (6-10 K.) 100145 PAÑAL-BRAQUITA T/PEQUEÑO P/BEBE (3-5 K.) 100256 PAÑAL-BRAQUITA T/PREMATURO (0-4 K.) 190007 PAPEL HIGIENICO
  47. 47. MANUAL DE PROTOCOLOS Y PROCEDIMIENTOS GENERALES DE ENFERMERÍA 55 B - 3 CAMBIO DE ROPA DEL PACIENTE ENCAMADO OBJETIVO Realizar el cambio de ropa de cama para satisfacer las necesidades de higiene y confort del paciente. Material - Bolsa para ropa sucia. - Empapador-cubrecamas. - Guantes u.s.u. no estériles. - Registros. Equipo - Almohadas. - Colcha. - Fundas de almohadón. - Funda de Colchón. - Manivela. - Manta. - Sábanas (3). PROCEDIMIENTO 1. Realizar lavado de manos (P.M.P.) 2. Preparar el material y trasladarlo al lado del paciente. 3. Informar al paciente. 4. Preservar la intimidad del paciente. 5. Mantener temperatura adecuada y evitar corrientes de aire en la habitación. 6. Proteger al paciente de las caídas (H – 2) 7. Colocarse los guantes. 8. Poner la cama en posición horizontal, si el paciente lo tolera. 9. Aflojar ropa de cama. 10. Retirar colcha y manta. Si están sucias, depositarlas en el carro para ropa su- cia. 11. Dejar la sábana encimera sobre el paciente para que no quede descubierto. 12. Colocar al paciente en decúbito lateral (G - 3.2). 13. Enrollar la sábana sucia hacia el centro de la cama. 14. Colocar la sábana bajera limpia enrollándola hasta el centro de la cama y fijando las dos esquinas. 15. Colocar la entremetida y empapador-cubrecamas, si precisa siguiendo la mis- ma técnica. 16. Volver al paciente hacia el lado limpio, retirando la sábana sucia, entremetida y empapador-cubrecamas si las hubiera, depositándolas en las bolsas de ropa
  48. 48. 56 H o s p i t a l U n i v e r s i t a r i o R e i n a S o f í a - C Ó R D O B A sucia y residuos respectivamente. 17. Estirar la sábana y la entremetida evitando arrugas, remeterlas debajo del col- chón y efectuar el doblez de las dos esquinas restantes. 18. Poner al paciente en decúbito supino (G - 3). 19. Extender la sábana encimera limpia sobre el paciente, retirando la sucia y de- positándola en la bolsa de ropa sucia. 20. Colocar colcha y manta si precisa. 21. Doblar la parte superior de la sábana por encima de la colcha. 22. Remeter con holgura la sábana encimera y colcha en los pies de la cama para evitar decúbitos y posturas inadecuadas. 23. Quitar el almohadón sucio y sustituirlo por uno limpio. 24. Colocar la almohada por debajo de la cabeza del paciente. 25. Dejar al paciente en postura cómoda y adecuada permitiéndole fácil acceso al timbre y objetos personales. 26. Recoger el material. 27. Retirarse los guantes. 28. Realizar lavado de manos. 29. Anotar en registros de Enfermería. OBSERVACIONES - Se tendrá en cuenta las posibles patologías que impidan emplear esta técnica. En algunos casos se procederás a levantar al enfermo en bandeja, y se cambia- rá la ropa desde la cabeza a los pies. BIBLIOGRAFIA DE REFERENCIA 1. Netzel, C. y cols. Protocolos de Enfermería. Ediciones Doyma S.A..Barcelona.1988.Pág. 28,29 2. Sorrentino, S.A..Enfermería práctica.3ª Ed. Editorial Mosby S.A..Madrid.1994.Pág. 187-190. 3. Buchda, V.; Tryniszewski, C..Procedimientos de Enfermería. Guía rápida de la enfermera.1ª Ed. Editorial Interamericana. México D.F.1995.Pág. 59. 4. Perry, A. G. Hacer una cama ocupada. En: Perry, A. G.; Potter, P.A..Enfermería Clínica: técnicas y procedimientos.4ª Ed. Editorial Harcourt Brace S.A..Madrid.1999.Pág. 188 -193. 5. Fundación Jiménez Díaz. Manual de Técnicas y Procedimientos básicos de En- fermería. Madrid 1990. Pág. 33-35. 6. Esteban, A; Portero, M. P. Técnicas de Enfermería.2ª Ed. Ediciones Rol. Ma- drid. 1988. Pág 19. 7. Dirección de Enfermería Hospital Universitario San Carlos. Manual de Procedi- mientos básicos de Enfermería. Ministerio de Sanidad y Consumo. Madrid. 1991. Pág. 59. 8. Sastre, H. Manual de Procedimientos de Enfermería Pediátrica. Hospital Infan- til Niño Jesús. Madrid. 1991.Pág 48. 9. Kozier,Erb,Olivieri. Enfermería Fundamental: Conceptos, procesos y práctica. 4ª Ed. Interamericana McGraw-Hill. Madrid. 1993. Pág. 538-552. 10. De Brunner, Suddart. Enfermería Médico- Quirúrgica. 7ª Ed. México. 1992.
  49. 49. MANUAL DE PROTOCOLOS Y PROCEDIMIENTOS GENERALES DE ENFERMERÍA 57 Pág. 69-73. ANEXO DE MATERIALES Código Producto 171153 RG-452 HOJA DE EVOLUCIÓN DE ENFERMERÍA 171141 RG-440 HOJA DE MEDICACIÓN ADMINISTRADA 160006 BOLSA BASURA NEGRA 52X60 GALGA-80 100219 EMPAPADORES-CUBRECAMAS 60X90 U.S.U. 131009 GUANTES LATEX N/EST.AMBID.GRANDE LARGO 131008 GUANTES LATEX N/EST.AMBID.MEDIANO LARGO 131456 GUANTES LATEX N/EST.AMBID.PEQUEÑO LARGO 131805 GUANTES VINILO N/EST.AMBID.GRANDE 131806 GUANTES VINILO N/EST.AMBID.MEDIANO 131807 GUANTES VINILO N/EST.AMBID.PEQUEÑO
  50. 50. 58 H o s p i t a l U n i v e r s i t a r i o R e i n a S o f í a - C Ó R D O B A B - 4 LAVADO DE CABEZA EN LA CAMA OBJETIVO Proporcionar al paciente encamado el aseo necesario para mantener la higiene del pelo y cuero cabelludo. Material - Bolsa para ropa sucia. - Champú. - Champú antiparásitos. - Crema suavizante. - Empapador-cubrecamas. - Guantes u.s.u. no estériles. - Registros. - Torundas pequeñas de algodón (2). Equipo - Cepillo de cabello. - Palangana o lavacabezas. - Recipiente para el agua limpia. - Secador. - Toalla. PROCEDIMIENTO 1. Realizar lavado de manos ( P.M.P.). 2. Preparar el material y trasladarlo al lado del paciente. 3. Informar al paciente. 4. Preservar la intimidad del paciente. 5. Mantener la temperatura adecuada y evitar corrientes de aire en la habitación. 6. Proteger al paciente de las caídas (H – 2). 7. Colocarse los guantes. 8. Poner la cama en posición horizontal, si el paciente lo tolera. Colocar al pa- ciente en decúbito supino (G – 3). 9. Retirar el cabezal de la cama 10. Desplazar al paciente para que la cabeza quede en el borde de la cama. Si no es posible, situar al paciente en diagonal sobre la cama, en el borde lateral. 11. Colocar el empapador- cubrecamas de protección debajo de los hombros del paciente. 12. Poner una toalla alrededor del cuello y las torundas de algodón taponando los oídos. 13. Colocar el lavacabezas o palangana debajo de la cabeza del paciente y realizar el lavado.
  51. 51. MANUAL DE PROTOCOLOS Y PROCEDIMIENTOS GENERALES DE ENFERMERÍA 59 14. Aclarar el cabello con abundante agua, retirando todos los restos del champú. 15. Aplicar la crema suavizante si lo precisa y aclarar posteriormente. 16. Secar bien con toalla o secador y peinar. 17. Retirar las torundas de algodón. 18. Dejar al paciente en postura cómoda y adecuada permitiéndole fácil acceso al timbre y objetos personales. 19. Recoger el material. 20. Retirarse los guantes. 21. Realizar lavado de manos. 22. Anotar en registros de Enfermería. OBSERVACIONES - El lavado de cabeza puede estar contraindicado en algunos casos: - Aumento de la presión intracraneal. - Perdida de líquido cefalorraquídeo. - Incisiones abiertas en cuero cabelludo. - Lesiones cervicales. - Traqueotomías. - Dificultad respiratoria. - En pacientes que presentan pediculosis (piojos) en el cuero cabelludo, se utili- zará el procedimiento de desparasitación de Medicina Preventiva. BIBLIOGRAFIA DE REFERENCIA 1. Netzel, C. y cols. Protocolos de Enfermería. Ediciones Doyma S.A..Barcelona.1988.Pág.12,13. 2. Sorrentino, S.A..Enfermería práctica.3ª Ed. Editorial Mosby S.A..Madrid.1994.Pág. 215-217. 3. Buchda, V.; Tryniszewski, C..Procedimientos de Enfermería. Guía rápida de la enfermera.1ª Ed. Editorial Interamericana. México D.F.1995.Pág. 46 4. Perry, A. G. Lavado del cabello del usuario encamado. En: Perry, A. G.; Potter, P.A..Enfermería Clínica: técnicas y procedimientos.4ª Ed. Editorial Harcourt Brace S.A..Madrid.1999.Pág. 161-166. 5. Fundación Jiménez Díaz. Manual de Técnicas y Procedimientos básicos de En- fermería. Madrid 1990. Pág. 41,42. 6. Esteban, A; Portero, M. P. Técnicas de Enfermería.2ª Ed. Ediciones Rol. Ma- drid. 1988. Pág 15. 7. Dirección de Enfermería Hospital Universitario San Carlos. Manual de Procedi- mientos básicos de Enfermería. Ministerio de Sanidad y Consumo. Madrid. 1991. Pág. 61. 8. Sastre, H. Manual de Procedimientos de Enfermería Pediátrica. Hospital Infan- til Niño Jesús. Madrid. 1991.Pág 48. 9. Kozier,Erb,Olivieri. Enfermería Fundamental: Conceptos, procesos y práctica. 4ª Ed. Interamericana McGraw-Hill. Madrid. 1993. Pág. 538-552. 10. De Brunner, Suddart. Enfermería Médico- Quirúrgica. 7ª Ed. México. 1992. Pág. 69-73.
  52. 52. 60 H o s p i t a l U n i v e r s i t a r i o R e i n a S o f í a - C Ó R D O B A ANEXO DE MATERIALES Código Producto 171153 RG-452 HOJA DE EVOLUCIÓN DE ENFERMERÍA 171141 RG-440 HOJA DE MEDICACIÓN ADMINISTRADA 100004 ALGODÓN HIDROFILO ( PAQ. 1 K.) 160006 BOLSA BASURA NEGRA 52X60 GALGA-80 *** CEPILLO PARA EL CABELLO *** CREMA SUAVIZANTE PARA EL CABELLO *** CHAMPU 190030 CHAMPU ANTIPARASITOS 100 CC 100219 EMPAPADORES-CUBRECAMAS 60X90 U.S.U. 131009 GUANTES LATEX N/EST.AMBID.GRANDE LARGO 131008 GUANTES LATEX N/EST.AMBID.MEDIANO LARGO 131456 GUANTES LATEX N/EST.AMBID.PEQUEÑO LARGO 131805 GUANTES VINILO N/EST.AMBID.GRANDE 131806 GUANTES VINILO N/EST.AMBID.MEDIANO 131807 GUANTES VINILO N/EST.AMBID.PEQUEÑO *** LAVACABEZAS 190025 PALANGANAS 40 CM. *** SECADOR *** Material no dependiente del almacén. Adquisición por otros medios.
  53. 53. MANUAL DE PROTOCOLOS Y PROCEDIMIENTOS GENERALES DE ENFERMERÍA 61 B - 5 HIGIENE BUCAL OBJETIVO Mantener la cavidad oral del paciente limpia para evitar sequedad, malos olores y prevenir infecciones. Material - Bolsa para residuos. - Cepillo de dientes. - Depresor de madera. - Gasas estériles. - Mascarilla. - Guantes u.s.u. no estériles. - Material de aspiración si precisa ( D- 3 ). - Pasta dentífrica. - Registros. - Solución antiséptica (clorhexidina diluida al 50%) - Vaselina. - Vaso de u.s.u. Equipo - Equipo de aspiración si precisa ( D- 3 ). - Riñonera. - Toalla. PROCEDIMIENTO Valorar la autonomía del paciente y potenciar el autocuidado. En pacientes autónomos: informar y facilitar el material necesario para la higiene. En pacientes conscientes que precisen ayuda se actuará de la siguiente manera: a) Realizar lavado de manos ( P.M.P.). b) Preparar el material y trasladarlo al lado del paciente. c) Informar al paciente. d) Preservar la intimidad del paciente. e) Colocarse guantes y mascarilla. f) Colocar al paciente sentado o semiincorporado . g) Colocación de toalla alrededor del cuello. h) Aspirar secreciones si es necesario ( D-3 ). i) Cepillar dientes, lengua y encías, si el paciente lo tolera. j) Enjuagar con antiséptico diluido en agua.
  54. 54. 62 H o s p i t a l U n i v e r s i t a r i o R e i n a S o f í a - C Ó R D O B A En pacientes con la conciencia disminuida, el procedimiento variará en los siguientes puntos: a) Colocar al paciente con la cabeza lateralizada. b) Enrollar una gasa alrededor de un depresor formando una torunda. c) Empapar con antiséptico y escurrir bien la gasa en los bordes del vaso. d) Limpiar bien toda la cavidad oral. e) Secar labios y aplicar vaselina. Dejar al paciente en postura cómoda y adecuada permitiéndole fácil acceso al timbre y objetos personales. Recoger el material. Retirar guantes y mascarilla. Realizar lavado de manos. Anotar en registros de Enfermería. OBSERVACIONES - Si el paciente lleva prótesis, retirar y limpiar, manteniéndola en un recipiente con agua fría hasta su próxima utilización. BIBLIOGRAFIA DE REFERENCIA 1. Netzel, C. y cols. Protocolos de Enfermería. Ediciones Doyma S.A..Barcelona.1988.Pág.16. 2. Sorrentino, S.A..Enfermería práctica.3ª Ed. Editorial Mosby S.A..Madrid.1994.Pág.195-201. 3. Buchda, V.; Tryniszewski, C..Procedimientos de Enfermería. Guía rápida de la enfermera.1ª Ed. Editorial Interamericana. México D.F.1995.Pág. 43 4. Perry, A. G. Higiene de la cavidad oral en el usuario inconsciente o debilitado. En: Perry, A. G.; Potter, P.A..Enfermería Clínica: técnicas y procedimientos.4ª Ed. Editorial Harcourt Brace S.A..Madrid.1999.Pág. 155-158. 5. Marqués Andrés, S.. La enfermera y cuidados paliativos. Rev. Enfermería cien- tífica. Vol. 174-175. Sep.-Oct. 1996. Pág. 61. 6. Fundación Jiménez Díaz. Manual de Técnicas y Procedimientos básicos de En- fermería. Madrid 1990. Pág. 44,45. 7. Esteban, A; Portero, M. P. Técnicas de Enfermería.2ª Ed. Ediciones Rol. Ma- drid. 1988. Pág 14. 8. Dirección de Enfermería Hospital Universitario San Carlos. Manual de Procedi- mientos básicos de Enfermería. Ministerio de Sanidad y Consumo. Madrid. 1991. Pág. 63. 9. Sastre, H. Manual de Procedimientos de Enfermería Pediátrica. Hospital Infan- til Niño Jesús. Madrid. 1991.Pág 48. 10. Kozier,Erb,Olivieri. Enfermería Fundamental: Conceptos, procesos y práctica. 4ª Ed. Interamericana McGraw-Hill. Madrid. 1993. Pág. 538-552. 11. De Brunner, Suddart. Enfermería Médico- Quirúrgica. 7ª Ed. México. 1992. Pág. 69-73.
  55. 55. MANUAL DE PROTOCOLOS Y PROCEDIMIENTOS GENERALES DE ENFERMERÍA 63 ANEXO DE MATERIALES Código Producto 171153 RG-452 HOJA DE EVOLUCIÓN DE ENFERMERÍA 171141 RG-440 HOJA DE MEDICACIÓN ADMINISTRADA 160006 BOLSA BASURA NEGRA 52X60 GALGA-80 *** CEPILLO DE DIENTES 100132 COMPRESA BLANCA 10X10 ESTERIL 130309 DEPRESORES DE MADERA ESMERILADOS 131009 GUANTES LATEX N/EST.AMBID.GRANDE LARGO 131008 GUANTES LATEX N/EST.AMBID.MEDIANO LARGO 131456 GUANTES LATEX N/EST.AMBID.PEQUEÑO LARGO 131805 GUANTES VINILO N/EST.AMBID.GRANDE 131806 GUANTES VINILO N/EST.AMBID.MEDIANO 131807 GUANTES VINILO N/EST.AMBID.PEQUEÑO 130469 MASCARILLAS QUIROFANO U.S.U.C/CINTAS *** PASTA DENTÍFRICA 150073 VASOS U.S.U. PLASTICO 200 C.C. FARMACIA VASELINA FARMACIA SOLUCIÓN ANTISEPTICA (CLORHEXIDINA) *** Material no dependiente del almacén. Adquisición por otros medios.
  56. 56. 64 H o s p i t a l U n i v e r s i t a r i o R e i n a S o f í a - C Ó R D O B A B - 6 HIGIENE DE LOS OJOS OBJETIVO Proporcionar al paciente el aseo necesario para mantener los ojos limpios y húmedos, previniendo la aparición de infecciones. Material - Gasas u.s.u. estériles. - Jeringas de 10 cc. estériles. - Guantes u.s.u. no estériles. - Registros. - Suero salino fisiológico. Equipo - Batea. PROCEDIMIENTO 1. Realizar lavado de manos ( P.M.P. ). 2. Preparar el material y trasladarlo al lado del paciente. 3. Informar al paciente. 4. Preservar la intimidad del paciente. 5. Colocar al paciente en decúbito supino (G - 3) o Fowler (G - 3.3) 6. Colocarse los guantes . 7. Cargar las jeringas con SSF. 8. Abrir los párpados del paciente con los dedos de una mano. Con la otra pro- ceder a la limpieza del ojo, instilando el SSF desde el lagrimal hacia fuera (usar una jeringa estéril para cada ojo). 9. Secar con una gasa estéril cada ojo. 10. Cerrar suavemente los párpados. 11. Dejar al paciente en postura cómoda y adecuada permitiéndole fácil acceso al timbre y objetos personales. 12. Recoger el material. 13. Retirarse los guantes . 14. Realizar lavado de manos. 15. Anotar en registros de Enfermería. BIBLIOGRAFIA DE REFERENCIA 1. Netzel, C. y cols. Protocolos de Enfermería. Ediciones Doyma S.A..Barcelona.1988.Pág.14. 2. Buchda, V.; Tryniszewski, C..Procedimientos de Enfermería. Guía rápida de la enfermera.1ª Ed. Editorial Interamericana. México D.F.1995.Pág. 205. 3. McConnell, E. A.. Cómo irrigar el ojo. Rev. Nursing. Enero 1992.Pág. 72.
  57. 57. MANUAL DE PROTOCOLOS Y PROCEDIMIENTOS GENERALES DE ENFERMERÍA 65 ANEXO DE MATERIALES Código Producto 171153 RG-452 HOJA DE EVOLUCIÓN DE ENFERMERÍA 171141 RG-440 HOJA DE MEDICACIÓN ADMINISTRADA 160006 BOLSA BASURA NEGRA 52X60 GALGA-80 131009 GUANTES LATEX N/EST.AMBID.GRANDE LARGO 131008 GUANTES LATEX N/EST.AMBID.MEDIANO LARGO 131456 GUANTES LATEX N/EST.AMBID.PEQUEÑO LARGO 131805 GUANTES VINILO N/EST.AMBID.GRANDE 131806 GUANTES VINILO N/EST.AMBID.MEDIANO 131807 GUANTES VINILO N/EST.AMBID.PEQUEÑO 100132 COMPRESA BLANCA 10X10 ESTERIL 130447 JERINGAS U.S.U. C/LUER 10 CC. (3 CUERPOS) 131988 JERINGAS U.S.U. C/LUER 10 CC. SIN LATEX FARMACIA SUERO FISIOLOGICO (AMP. 10 CC)
  58. 58. C Alimentación e Hidratación
  59. 59. MANUAL DE PROTOCOLOS Y PROCEDIMIENTOS GENERALES DE ENFERMERÍA 69 C - 1 ALIMENTACION ORAL - CUIDADOS BASICOS OBJETIVO Proporcionar la dieta adecuada al paciente según sus necesidades, situación de salud y creencias religiosas y administrar los cuidados necesarios en la ingesta. Material - Cañitas flexibles. - Dieta prescrita. - Empapador-cubrecamas. - Jabón neutro. - Registros. - Servilletas. - Toallitas de celulosa. Equipo - Bandeja. - Palangana. - Mesa. - Toalla - Utensilios de vajilla (cubierto, plato, vaso). PROCEDIMIENTO 1. Realizar lavado de manos (P.M.P.). 2. Comprobar la dieta prescrita. Si existen alergias o intolerancias a algún ali- mento, verificar su ausencia en la dieta. 3. Revisar los artículos de la bandeja comparándolos con la tarjeta de la dieta. 4. Informar al paciente. 5. Pedir al paciente que se lave las manos o ayudarle si es necesario. 6. Ayudar al paciente a colocarse en posición adecuada. 7. Colocar la mesa con la bandeja al alcance del paciente para su mayor comodi- dad. 8. Dar tiempo suficiente para la ingesta. 9. En pacientes que no puedan comer sin ayuda, actuaremos de la siguiente manera: a) En pacientes adultos de edad avanzada, con alteración neurológica... admi- nistrar cantidades pequeñas, valorar masticación, deglución y fatiga ( C – 1.1). b) Preguntar al paciente en qué orden desea comer y cortar la comida en piezas suficientemente pequeñas. c) Ofrecer líquidos cuando lo solicite. 10. Estimular la ingesta creando un clima de comunicación. 11. Observar y anotar la cantidad ingerida. 12. Retirar la bandeja y dejarla en el lugar adecuado.
  60. 60. 70 H o s p i t a l U n i v e r s i t a r i o R e i n a S o f í a - C Ó R D O B A 13. Ayudar al paciente después de la ingesta en el lavado de manos e higiene bucal ( B – 5). 14. Colocar al paciente en posición cómoda y adecuada, con fácil acceso al timbre y objetos personales. 15. Realizar lavado de manos. 16. Valoración de la ingesta y anotación en registros de enfermería. BIBLIOGRAFIA DE REFERENCIA 1. Netzel, C. y cols. Protocolos de Enfermería. Ediciones Doyma S.A..Barcelona.1988.Pág.30,31. 2. Sorrentino, S.A..Enfermería práctica.3ª Ed. Editorial Mosby S.A..Madrid.1994.Pág.279,280. 3. Evans Orr, M. Atención a un cliente adulto con alimentación oral. En: Perry, A. G.; Potter, P.A..Enfermería Clínica: técnicas y procedimientos.4ª Ed. Editorial Harcourt Brace S.A..Madrid.1999.Pág. 762-766. 4. Fundación Jiménez Díaz. Manual de Técnicas y Procedimientos básicos de En- fermería. Madrid 1990. Pág. 156,157. 5. Dirección de Enfermería Hospital Universitario San Carlos. Manual de Procedi- mientos básicos de Enfermería. Ministerio de Sanidad y Consumo. Madrid. 1991. Pág. 73. 6. Sastre, H. Manual de Procedimientos de Enfermería Pediátrica. Hospital Infan- til Niño Jesús. Madrid. 1991.Pág 68-76. 7. Kozier,Erb,Olivieri. Enfermería Fundamental: Conceptos, procesos y práctica. 4ª Ed. Interamericana McGraw-Hill. Madrid. 1993. Pág. 1056-1102. 8. De Brunner, Suddart. Enfermería Médico- Quirúrgica. 7ª Ed. México. 1992. Pág.892-895. ANEXO DE MATERIALES Código Producto 171153 RG-452 HOJA DE EVOLUCIÓN DE ENFERMERÍA 171141 RG-440 HOJA DE MEDICACIÓN ADMINISTRADA 170477 RG-50 HOJA DE TRATAMIENTO DE ENFERMERA 171138 RG-437 ORDEN DE TRATAMIENTO 150012 CAÑITAS FLEXIBLES (PAQ/50 U.) 100219 EMPAPADORES-CUBRECAMAS 60X90 U.S.U. 190025 PALANGANAS 40 CM. 190018 PASTILLAS JABÓN 15 GR. 190010 SERVILLETAS DE CELULOSA 190028 TOALLITA CELULOSA CORTADA 37,5X32,5 COCINA DIETA PRESCRITA
  61. 61. MANUAL DE PROTOCOLOS Y PROCEDIMIENTOS GENERALES DE ENFERMERÍA 71 C - 1.1 PREVENCIÓN DE LA ASPIRACIÓN OBJETIVO Evitar la broncoaspiración durante la alimentación oral en el paciente que pueda pre- sentar disfagia. Material - Alimentos pastosos. - Espesantes. - Gelatinas. - Material ( C – 1) Equipo - Equipo ( C – 1) PROCEDIMIENTO 1. Realizar lavado de manos (P.M.P.) 2. Comprobar la dieta prescrita. Si existen alergias o intolerancias a algún ali- mento, verificar su ausencia en la dieta. 3. Revisar los artículos de la bandeja comparándolos con la tarjeta de la dieta. 4. Informar al paciente. 5. Pedir al paciente que se lave las manos o ayudarle si es necesario. 6. Colocar al paciente en posición Fowler (G – 3.3) y con la cabeza ligeramente hacia delante. 7. Cubrir el pecho del paciente con un empapador-cubrecamas. 8. Preguntar al paciente si presenta alguna dificultad al tragar. 9. Evitar la ingesta de líquidos. 10. Ofrecer al paciente alimentos semiblandos en pequeña cantidad. 11. Insistir a los pacientes con hemiplejia que mastiquen con el lado no afecto. 12. Valorar la aparición de signos de dificultad como: tos, disnea, babeo... 13. Inspeccionar con suavidad la boca comprobando que no haya restos de ali- mentos. 14. Ayudar o proporcionar el resto de la dieta si no se observan signos de dificultad. 15. Estimular la ingesta creando un clima de comunicación. 16. Mantener o pedirle al paciente que continúe incorporado de 30 a 60 minutos después de la ingesta para evitar el reflujo gastro-esofágico. 17. Observar y anotar la cantidad ingerida. 18. Retirar la bandeja y dejarla en el lugar adecuado. 19. Ayudar al paciente después de la ingesta en el lavado de manos e higiene bucal (B – 5). 20. Colocar al paciente en posición cómoda y adecuada, con fácil acceso al timbre y objetos personales.
  62. 62. 72 H o s p i t a l U n i v e r s i t a r i o R e i n a S o f í a - C Ó R D O B A 21. Realizar lavado de manos. 22. Anotar en registros de Enfermería. OBSERVACIONES - Para facilitar la ingesta de líquidos se podrán añadir sustancias espesantes. BIBLIOGRAFIA DE REFERENCIA 1. Evans Orr, M. Atención a un cliente adulto con alimentación oral. En: Perry, A. G.; Potter, P.A..Enfermería Clínica: técnicas y procedimientos.4ª Ed. Editorial Harcourt Brace S.A..Madrid.1999.Pág. 766-768. ANEXO DE MATERIALES Código Producto 171153 RG-452 HOJA DE EVOLUCIÓN DE ENFERMERÍA 171141 RG-440 HOJA DE MEDICACIÓN ADMINISTRADA 170477 RG-50 HOJA DE TRATAMIENTO DE ENFERMERA 171138 RG-437 ORDEN DE TRATAMIENTO 150012 CAÑITAS FLEXIBLES (PAQ/50 U.) 100219 EMPAPADORES-CUBRECAMAS 60X90 U.S.U. 190025 PALANGANAS 40 CM. 190018 PASTILLAS JABÓN 15 GR 190010 SERVILLETAS DE CELULOSA 190028 TOALLITA CELULOSA CORTADA 37,5X32,5 COCINA DIETA PRESCRITA COCINA ESPESANTE COCINA GELATINAS
  63. 63. MANUAL DE PROTOCOLOS Y PROCEDIMIENTOS GENERALES DE ENFERMERÍA 73 C - 2 SONDAJE NASOGASTRICO OBJETIVO Establecer una vía de acceso al estómago del paciente a través de las fosas nasales con fines diagnósticos, terapéuticos o para alimentación. Material - Apósito transparente estéril. - Bolsa para residuos. - Depresor de madera. - Esparadrapo antialérgico. - Gasas no estériles. - Jeringa de 50 c.c. estéril. - Lubricante hidrosoluble. - Guantes de u.s.u. no estériles. - Registros de Enfermería. - Sonda nasogástrica adecuada según motivo del sondaje (Salem, Levin...). - Toallitas de celulosa. - Vaso de u.s.u. Equipo - Batea. - Estetoscopio. - Paño limpio o toalla. - Pinza de clamp o tapón de SNG. - Sistema de aspiración. (E – 6) PROCEDIMIENTO 1. Realizar lavado de manos (P.M.P.). 2. Preparar el material y trasladarlo al lado del paciente. 3. Informar al paciente del motivo del sondaje pidiéndole colaboración. 4. Preservar la intimidad del paciente. 5. Colocar al paciente en posición de Fowler (G - 3.3). 6. Colocarse los guantes. 7. Colocar toalla o paño sobre el tórax del paciente. 8. Comprobar que la SNG no presenta defectos y es permeable. 9. Medir de forma aproximada la longitud de la sonda desde la punta de la nariz al lóbulo de la oreja y al apéndice xifoides. Señalar con esparadrapo o rotula- dor. 10. Lubricar sonda con agua o lubricante hidrosoluble. 11. Inclinar la cabeza del paciente hacia atrás e insertar la sonda a través de la fosa nasal, hacia la zona posterior de la garganta (nasofaringe posterior). Esta manio- bra puede producir náuseas. Si esto ocurre, retirar y avanzar la SNG hacia el oído.
  64. 64. 74 H o s p i t a l U n i v e r s i t a r i o R e i n a S o f í a - C Ó R D O B A 12. Flexionar la cabeza del paciente hacia el tórax, una vez que la SNG ha pasado la nasofaringe. 13. Facilitar el procedimiento, solicitándole al paciente que beba pequeños sorbos de agua, si no es posible, insistir en la necesidad de respirar por la boca y deglutir durante la técnica. 14. Introducir la sonda hasta la señal sin forzar el paso de la misma. Si se encuen- tra alguna resistencia, el paciente tose, se ahoga o se vuelve cianótico, inte- rrumpir la maniobra y retirarla. 15. Comprobar correcta colocación de las siguientes formas: a) Aspirar suavemente con la jeringa para extraer contenido gástrico (si lo hay, confirmar la buena colocación de la SNG). b) Introducir 20 c.c. de aire con la jeringa por la sonda y auscultar con el fonendoscopio en el epigastrio (la ausencia de ruido indica mala coloca- ción). c) Confirmar la colocación mediante la Rx de tórax / abdomen. 16. Fijar la sonda sin impedir la movilidad y visibilidad del paciente, y evitando decúbitos en las fosas nasales. 17. Conectar el extremo de la sonda al sistema de drenaje (bolsa colectora o aspirador), al equipo de alimentación, o pinzar la sonda con la pinza de clamp según prescripción médica. 18. Dejar al paciente en postura cómoda y adecuada permitiéndole fácil acceso al timbre y objetos personales. 19. Recoger el material. 20. Retirar guantes. 21. Realizar lavado de manos. 22. Anotar en registros de Enfermería el procedimiento realizado, así como las características del líquido drenado. OBSERVACIONES - En prematuros y neonatos, medir la distancia desde el puente nasal hasta el extremo inferior del esternón. Para comprobar la colocación de la SNG, intro- ducir entre 2 c.c. y 5 c.c. de aire con la jeringa. BIBLIOGRAFIA 1. Buchda, V.; Tryniszewski, C..Procedimientos de Enfermería. Guía rápida de la enfermera.1ª Ed. Editorial Interamericana. México D.F.1995. Pág. 278,279. 2. D´Avis, C. R.. Inserción y mantenimiento de la sonda nasogástrica. En: Perry, A. G.; Potter, P.A..Enfermería Clínica: técnicas y procedimientos.4ª Ed. Editorial Harcourt Brace S.A..Madrid.1999.Pág. 1081-1089. 3. McConnell, E. A.. Colocación de una sonda nasogástrica. Rev. Nursing. Junio- Julio.1997.Pág. 53. 4. González - Quevedo, M. C.; Llorente, M. T.. Inserción de una sonda nasogástrica. Rev. Metas de Enfermería. Nº 20. 1999.Pág. 16-18. 5. Fundación Jiménez Díaz. Manual de Técnicas y Procedimientos básicos de En- fermería. Madrid 1990. Pág. 156,157.
  65. 65. MANUAL DE PROTOCOLOS Y PROCEDIMIENTOS GENERALES DE ENFERMERÍA 75 6. Dirección de Enfermería Hospital Universitario San Carlos. Manual de Procedi- mientos básicos de Enfermería. Ministerio de Sanidad y Consumo. Madrid. 1991. Pág. 73. 7. Sastre, H. Manual de Procedimientos de Enfermería Pediátrica. Hospital Infan- til Niño Jesús. Madrid. 1991.Pág 68-76. 8. Kozier,Erb,Olivieri. Enfermería Fundamental: Conceptos, procesos y práctica. 4ª Ed. Interamericana McGraw-Hill. Madrid. 1993. Pág. 1056-1102. 9. De Brunner, Suddart. Enfermería Médico- Quirúrgica. 7ª Ed. México. 1992. Pág.892-895. ANEXO DE MATERIALES Código Producto 171153 RG-452 HOJA DE EVOLUCIÓN DE ENFERMERÍA 170477 RG-50 HOJA DE TRATAMIENTO DE ENFERMERA 171138 RG-437 ORDEN DE TRATAMIENTO 100140 APOSITO QUIR. TRANSP. 6X7 ESTERIL 160006 BOLSA BASURA NEGRA 52X60 GALGA-80 130985 CLAMP- PINZA COLAPSADORA DE TUBOS. 100131 COMPRESA BLANCA 10X10 130309 DEPRESORES DE MADERA ESMERILADOS 100015 ESPARADRAPO ANTIALERGICO 25 X 10 131009 GUANTES LATEX N/EST.AMBID.GRANDE LARGO 131008 GUANTES LATEX N/EST.AMBID.MEDIANO LARGO 131456 GUANTES LATEX N/EST.AMBID.PEQUEÑO LARGO 131805 GUANTES VINILO N/EST.AMBID.GRANDE 131806 GUANTES VINILO N/EST.AMBID.MEDIANO 131807 GUANTES VINILO N/EST.AMBID.PEQUEÑO 130443 JERINGAS U.S.U. C/CATETER 50 CC. 130596 SONDA ASPIRACIÓN Nº 6 ENDOT. ESTÉRIL USU 130594 SONDA ASPIRACIÓN Nº 8 ENDOT. ESTÉRIL USU 131121 SONDA GASTRICA SALEM Nº 10 131122 SONDA GASTRICA SALEM Nº 12 131129 SONDA GASTRICA SALEM Nº 14 130994 SONDA GASTRICA SALEM Nº16 130993 SONDA GASTRICA SALEM Nº18 130603 SONDA NASOGAST. LEVIN Nº 10 RADIOPACA USU 130064 SONDA NASOGAST. LEVIN Nº 12 RADIOPACA USU 130605 SONDA NASOGAST. LEVIN Nº 14 RADIOPACA USU 130585 SONDA NASOGAST. LEVIN Nº 16 RADIOPACA USU 130586 SONDA NASOGAST. LEVIN Nº 18 RADIOPACA USU 130715 TAPON PARA SONDA VESICAL ESTERIL 190028 TOALLITA CELULOSA CORTADA 37,5X32,5 150073 VASOS U.S.U. PLASTICO 200 C.C. FARMACIA LUBRICANTE HIDROSOLUBLE
  66. 66. 76 H o s p i t a l U n i v e r s i t a r i o R e i n a S o f í a - C Ó R D O B A C - 2.1 SONDAJE NASOINTESTINAL PARA ALIMENTACIÓN OBJETIVO Establecer una vía de acceso al intestino delgado del paciente para alimentación. Material - Bolsa de residuos. - Bolsa para admón. de Nutrición Enteral. - Depresor. - Esparadrapo antialérgico. - Gasas no estériles. - Jeringa de 50 cc. estéril. - Lubricante hidrosoluble. - Guantes de u.s.u. no estériles. - Preparado comercial de Nutrición Enteral. - Registros de Enfermería. - Sistema de Nutrición Enteral. - Sonda nasoduodenal para alimentación enteral. - Toallita celulosa. - Vaso de u.s.u. Equipo - Batea. - Bomba de infusión enteral. - Estetoscopio. - Paño limpio o toalla. - Pinza de clamp o tapón de SNG. PROCEDIMIENTO 1. Insertar la sonda NSI siguiendo el procedimiento (C - 2), con la siguiente ex- cepción: a) Colocar al paciente en decúbito lateral derecho (G - 3.2), una vez introdu- cida la sonda, para facilitar el paso al duodeno. b) Dejar colocada la guía hasta la confirmación radiológica de la sonda 2. Administrar la alimentación por SNI en infusión continua según procedimien- to (C – 2.2) para asegurar una absorción adecuada. 3. Comprobar que el contenido de líquido intestinal sea menor de 30 ml. o no exista. (Si hubiera más cantidad puede deberse a un desplazamiento de la SNI hacia el estómago).
  67. 67. MANUAL DE PROTOCOLOS Y PROCEDIMIENTOS GENERALES DE ENFERMERÍA 77 OBSERVACIONES - No intentar nunca reinsertar la guía retirada, mientras la sonda de alimenta- ción permanezca colocada (puede perforar el tracto gastrointestinal). BIBLIOGRAFIA DE REFERENCIA 1. Evans Orr, M . Administración de nutrición enteral mediante una sonda nasogástrica(calibre pequeño o grande) En: Perry, A. G.; Potter, P.A. Enferme- ría Clínica: técnicas y procedimientos. 4ª Ed. Editorial Harcourt Brace S.A..Madrid.1999. Pág 772-776 2. Evans Orr, M . Administración de nutrición enteral mediante una sonda nasointestinal o de yeyunostomía. En: Perry, A. G.; Potter, P.A. Enfermería Clí- nica: técnicas y procedimientos. 4ª Ed. Editorial Harcourt Brace S.A..Madrid.1999. Pág 788-791 3. Buchda, V.; Tryniszewski, C..Procedimientos de Enfermería. Guía rápida de la enfermera.1ª Ed. Editorial Interamericana. México D.F. 1995. Pág. 15 ANEXO DE MATERIALES Código Producto 171153 RG-452 HOJA DE EVOLUCIÓN DE ENFERMERÍA 171141 RG-440 HOJA DE MEDICACIÓN ADMINISTRADA 170477 RG-50 HOJA DE TRATAMIENTO DE ENFERMERA 171138 RG-437 ORDEN DE TRATAMIENTO 160006 BOLSA BASURA NEGRA 52X60 GALGA-80 131542 BOLSA P/ADMON.NUTRIC.ENTERAL FLEXITAINER R-69 130985 CLAMP- PINZA COLAPSADORA DE TUBOS. 131009 GUANTES LATEX N/EST.AMBID.GRANDE LARGO 131008 GUANTES LATEX N/EST.AMBID.MEDIANO LARGO 131456 GUANTES LATEX N/EST.AMBID.PEQUEÑO LARGO 131805 GUANTES VINILO N/EST.AMBID.GRANDE 131806 GUANTES VINILO N/EST.AMBID.MEDIANO 131807 GUANTES VINILO N/EST.AMBID.PEQUEÑO 130443 JERINGAS U.S.U. C/CATETER 50 CC. 131765 SISTEMA NUTRICION ENTERAL (ROSCA C/ESTRECHO) 131841 SISTEMA NUTRICION ENTERAL P/BOMBA C/PUNZON Y CUELLO ANCHO 131748 SISTEMA NUTRICION ENTERAL P/BOMBA(INFANTIL 131750 SISTEMA NUTRICION ENTERAL P/BOMBA(PORTATIL) 131990 SISTEMA NUTRICION ENTERAL POR GRAVEDAD P/PACIENTES EXTERNOS 131747 SISTEMA NUTRICION ENTERAL ROSCA CUELLO ANCHO 131562 SISTEMA P/ADM. NUTRICION ENTERAL POR GRAVEDAD 131901 SONDA GASTRODUODENAL Nº 6 SILICONA 131908 SONDA P-ALIMENT. ENTERAL 6 FR S/LASTRE 131540 SONDA P-ALIMENT. ENTERAL 8 FR 91 CM S/LASTRE 131541 SONDA P-ALIMENT.ENTERAL 8 FR 114 CM C/LASTRE 1311860 SONDA P-ALIMENT.ENTERAL 10 FR 106 CM C/LASTRE 131539 SONDA P-ALIMENT.ENTERAL 12 FR 114 CM C/LASTRE 131538 SONDA P-ALIMENT.ENTERAL 12 FR 91CM S/LASTRE
  68. 68. 78 H o s p i t a l U n i v e r s i t a r i o R e i n a S o f í a - C Ó R D O B A 130715 TAPON PARA SONDA VESICAL ESTERIL 190028 TOALLITA CELULOSA CORTADA 37,5X32,5 150073 VASOS U.S.U. PLASTICO 200 C.C. FARMACIA PREPARADO COMERCIAL DE NUTRICIÓN ENTERAL
  69. 69. MANUAL DE PROTOCOLOS Y PROCEDIMIENTOS GENERALES DE ENFERMERÍA 79 C - 2.2 ALIMENTACION ENTERAL POR SONDA OBJETIVO Proporcionar una dieta equilibrada al paciente a través de la sonda nasointestinal. Material - Agua. - Bolsa para admón. de nutrición enteral. - Bolsa para residuos. - Jeringa de 50 c.c. estéril. - Guantes u.s.u. no estériles. - Preparado comercial de nutrición enteral. - Registros de Enfermería. - Sistema de nutrición enteral. - Sonda para alimentación enteral. - Tapón para SNG. - Toallita de celulosa. - Vaso u.s.u. Equipo - Bomba de infusión para N.E. - Estetoscopio. - Pinza de clamp. - Soporte de gotero. PROCEDIMIENTO 1. Realizar lavado de manos (P.M.P.). 2. Preparar el material y trasladarlo al lado del paciente. 3. Informar al paciente. 4. Preservar la intimidad del paciente. 5. Colocar al paciente en posición de Fowler (G - 3.3). 6. Colocarse los guantes. 7. Comprobar correcta colocación de la sonda (C - 2). 8. Comprobar tolerancia, antes de iniciar la alimentación, verificando que el resi- duo gástrico sea menor de 150 ml en adultos (en pacientes pediátricos variará según la edad). Administración en bolo: a) Pinzar la sonda. b) Conectar el cilindro de la jeringa de 50 c.c. sin el émbolo al extremo de la SNG. c) Rellenar con el preparado alimenticio. d) Despinzar la sonda.
  70. 70. 80 H o s p i t a l U n i v e r s i t a r i o R e i n a S o f í a - C Ó R D O B A e) Dejar que el preparado caiga por gravedad o ejerciendo una ligera pre- sión. f) Lavar la SNG, al finalizar, con 20-30 ml de agua en adultos y no más de 10 ml en niños. Administración enteral a débito continuo (NEDC): a) Pinzar la SNG. b) Conectar el sistema de la bomba al extremo distal de la SNG. y programar el ritmo prescrito. c) Comprobar la tolerancia c / 4 - 8 h.(menos de 150 ml de residuo gástrico). d) Lavar la sonda con agua c / 8h. de 20 a 30 ml. y siempre que se administre medicación ( 2-5 ml. en niños ). e) Cambiar sistema y bolsa de alimentación c / 24 h. Administración enteral cíclica: Utilizada en pacientes como transición entre NEDC y oral. Se administra en varias tomas prescritas, de un volumen determinado con un periodo de descanso entre ellas. La manera de proceder será igual que en la NEDC. 9. Dejar al paciente en postura cómoda y adecuada permitiéndole fácil acceso al timbre y objetos personales. 10. Recoger el material. 11. Retirarse los guantes. 12. Realizar lavado de manos. 13. Anotar en registros de Enfermería el procedimiento realizado. OBSERVACIONES - No iniciar la alimentación en volúmenes máximos. - No es imprescindible la esterilidad para todo el sistema pero sí la higiene máxi- ma. - Para evitar el reflujo en los pacientes con NEDC o cíclica, la cabecera de la cama permanecerá ligeramente elevada, y en los pacientes que se administre en forma de bolo, permanecerán en posición de Fowler (G - 3.3) al menos durante 30 minutos tras la toma. - Anotar y comunicar al facultativo posibles incidencias tales como vómitos , diarrea, distensión abdominal... BIBLIOGRAFÍA DE REFERENCIA 1. Evans Orr, M. Administración de nutrición enteral mediante una sonda nasogástrica(calibre pequeño o grande) En: Perry, A. G.; Potter, P.A..Enfermería Clínica: técnicas y procedimientos.4ª Ed. Editorial Harcourt Brace S.A..Madrid.1999.Pág. 779-788. 2. Netzel, C. y cols. Protocolos de Enfermería. Ediciones Doyma S.A..Barcelona.1988.Pág. 36,37. 3. Buchda, V.; Tryniszewski, C..Procedimientos de Enfermería. Guía rápida de la

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