Projeto monografia 2
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Projeto monografia 2 Projeto monografia 2 Document Transcript

  • UNIVERSIDADE FEDERAL DO TOCANTINS CAMPUS UNIVERSITÁRIO DE ARRAIASCURSO DE LICENCIATURA EM BIOLOGIA-EAD INTERFERÊNCIA NA PRÁTICA DE ENSINO ARRAIAS JUNHO/2010
  • LEONOR DOS SANTOS RODRIGUESINTERFERÊNCIA NA PRÁTICA DE ENSINO Projeto de Monografia apresentado ao curso de Licenciatura em Biologia EaD, Campus de Arraias-TO, como requisito parcial para obtenção do título de Licenciatura em Biologia. Orientação da Prof. Ms. Alice Fátima Amaral. ARRAIAS, TO JUNHO/2010
  • SUMÁRIO1-INTRODUÇÃO __________________________________________ 42-JUSTIFICATIVA _________________________________________63-OBJETIVOS ____________________________________________74-REVISÃO DA LITERATURA _______________________________85-METODOLOGIA_________________________________________115.1-Área de estudo__________________________________________________115.2-Coleta de dados_________________________________________________126-CRONOGRAMA DE ATIVIDADES __________________________147-REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA __________________________15
  • 41. INTRODUÇÃO O estágio é um momento privilegiado que visa proporcionar ao acadêmicocondições de experiências prática de docência que o conduza à análise e reflexãosobre o processo educativo. Nesse ínterim, situações encontradas em duas turmasdo 3º ano do Ensino Médio durante o estágio provocam discussão sobre anecessidade de ensino e a aprendizagem significativa, vez que as mesmas seapresentam desinteressadas em se envolver no processo de aprendizagem, porémcomprometidos em buscar alternativas para aprovação, mas sem compromisso coma aprendizagem. O manual de estágio supervisionado preconiza que o processo de estágiodeve garantir as condições para que os acadêmicos desenvolvam suas atividadesde modo que este trabalho auxilie na reestruturação do currículo escolar,considerando as condições e características da Escola Campo e da própriaUniversidade. O estágio em Prática de Ensino em Biologia são entendidos comoespaços em que o acadêmico deverá analisar o processo de ensino, observando ediagnosticando situações que propiciam ou dificultam as aprendizagens dos alunos.As atividades de estágio devem privilegiar o desenvolvimento da pesquisaresultantes da reflexão sobre a prática. Sendo assim, este projeto objetiva levantar bibliografias para fundamentaçãoteórica e realizar pesquisa in loco para detectar causa da situação-problema ebuscar alternativas adequadas para superação da situação descrita acima. Dessaforma faz se necessário uma interação com o corpo docente e diretivo da escola eatuação em sala de aula para que possa aplicar metodologias diferenciadas quepossibilite a solução ou minimização da problemática. Discussões no II Simpósio Internacional / V Fórum de Educação Nacionaladmite que as dificuldades no processo de ensino-aprendizagem devem anumerosos obstáculos que permanecem escondidos no cotidiano dos professores. Éde suma importância o ensino contextualizado na disciplina de Biologia, no entanto,o livro didático tem tomado espaço privilegiado na formação acadêmica dos alunos,onde alunos e professores participam como atores que desempenham seus papéis,não se envolvendo com quem produziu os conteúdos ou na forma como esteschegam até eles. “Não são apenas recursos para serem usados pelos professores e
  • 5pelos alunos, mas passam a ser os verdadeiros sustentadores da práticapedagógica” (Sacristán, p.156,2000) que são seguidas fielmente pelos professores,sem análise do conhecimento prévio dos alunos, tornando assim, o ensino, muitasvezes, superficial, mecânico e repetitivo em detrimentos aos aprendizados dinâmico,processuais e significativos. Segundo os PCN o ensino contextualizado é o recurso que a escola tem pararetirar o aluno da condição de espectador passivo. Se bem trabalhado permite que,ao longo da transposição didática, o conteúdo do ensino provoque aprendizagenssignificativas que mobilizem o aluno e estabeleçam entre ele e o objeto doconhecimento uma relação de reciprocidade. “A contextualização evoca dimensõespresentes na vida pessoal, social e cultural, e mobiliza competências cognitivas jáadquiridas”. (BRASIL, 1999, P 91). Os alunos precisam ser críticos e entender que não basta somente aaquisição de notas para aprovação no final do ano. Corroborando com o relato daComissão Internacional sobre Educação para o Século XXI, é preciso aprender aaprender, sendo a educação encarada, não apenas como um meio para um fim,mas também como um fim por si. Esta motivação so pode ser despertada poreducadores competentes, sensíveis às necessidades e dificuldades dos estudantes,capazes de lhes apresentarem metodologias adequadas, ilustradoras das matériasem estudos e facilitadoras da retenção e compreensão das mesmas. Os alunos do 3º ano em questão parecem incapazes de compreenderminimamente o conteúdo ministrado e de se apropriarem das respostas dasatividades, vez que se apresentam desestimulado à aprendizagem. Não se pode deixar de considerar que o 3º ano do Ensino Médio é oencerramento de um curso e como tal tem certas responsabilidades com oprofissional que se forma. Trata-se, assim, de orientar o ensino de Ciências parauma reflexão mais crítica acerca dos processos de produção do conhecimentocientífico-tecnológico e de suas implicações na sociedade e na qualidade de vida decada cidadão.
  • 62. JUSTIFICATIVA Pesquisadores como Krasilchik, entendem que o Ensino de Biologia tem,entre outras funções, a de contribuir para que: Cada indivíduo seja capaz de compreender e aprofundar explicações atualizadas de processos e de conceitos biológicos, a importâncias da ciência e da tecnologia na vida moderna, enfim o interesse pelo mundo dos seres vivos. Esses conhecimentos devem contribuir, também, para que o cidadão seja capaz de usar o que aprendeu ao tomar decisões de interesse individual e coletivo, no contexto de um quadro ético de responsabilidade e respeito que leva em conta o papel do homem na biosfera. (Krasilchik, 2004, p. 11) Levando em consideração que o ensino de Biologia deve possibilitar que osalunos levem situações do mundo real para dentro da escola e, no sentido inverso,conteúdos científicos sistematizados da escola para compreensão do mundo real, oEnsino Médio deveria qualificar os alunos a ter uma visão de mundo e como atuarnele, assim como de interferir no modo como as pessoas interagem e se relacionamcom ele (DEMO, 1989; MORAES, 2001). Tendo por base a fundamentação teórica citada, a aprendizagem dos alunosevidenciada durante o estágio de regência no ensino de Biologia (genética), suscitouquestionamentos e motivos para reflexão, vez que demonstraram pouca ounenhuma interação com conceitos relevantes para aquisição de habilidades ecompetências na temática trabalhada. Nesse sentido, é que se faz necessário apresente pesquisa, cujo resultado poderá ser utilizado para:  Sensibilizar os educadores na recuperação e valorização de um ensino significativo;  Colaborar com a reflexão dos agentes educadores quanto à importância de sua postura profissional e humana no processo de ensino;  Perceber a importância de integrar e inovar metodologias de ensino de acordo com as necessidades de aprendizagem de uma turma.
  • 73. OBJETIVOSGERAL Despertar o interesse à aprendizagem significativa dos alunos de dois 3º anosdo Ensino Médio de uma escola pública.ESPECÍFICOS- Planejar e executar aulas com metodologias diferenciadas de forma que instigue osinteresses e a capacidade dos alunos nas resoluções de situações-problema.- Envolver os alunos em atividades participativas considerando fatos do contexto;- Despertar o interesse pelo aprendizado, tendo as oportunidades da vida comofoco.- Promover avaliação formativa e somativa de forma que os alunos se sintamdesafiados com a aprendizagem adquirida.
  • 84. REVISÃO DA LITERATURA A primeira observação importante é considerar que faz partenecessariamente da educação para a cidadania que o aluno consiga adquirir naescola a capacidade de entender e de participar social e politicamente dosproblemas da comunidade e saiba posicionar-se pessoalmente de maneira crítica,responsável e construtiva com relação, por exemplo, a problemas científicos etecnológicos que afetam toda a sociedade. Metas que devem e podem serconquistadas tanto na sala de aula como fora dela, através do diálogo como formade mediar conflitos e de tomar decisões coletivas (PCNs, 1997, p. 107). As condições para que uma aprendizagem significativa se efetive, desafia oprofessor a adotar a postura de mediador entre o aluno e o conhecimento, levandoem conta que o discente é o sujeito da aprendizagem. Por isso, é válido todo oesforço no sentido de envolver os alunos, tornando as aulas momentos de interação,aprendizagem, de exercitar as várias possibilidades de resposta e de quereraprender. Provocar a sede de aprender, problematizando o conteúdo, tornando-ointeressante e não tirar o sabor da descoberta dando respostas prontas. (Santos,2008). Segundo Adelar Hengemühle, (2004, p.55 e 56) quando um modelo motiva osalunos, e quando o professor consegue transpor as teorias para a prática da sala deaula, com certeza a motivação será outra, a qualidade da aprendizagem será muitomaior. É preciso ressignificar a educação: abordar os conteúdos em situações-problema. Anastásio (2006, p. 14) comunga com a mesma ideia quando afirma serimportante entender um pouco melhor quem são os alunos enquanto pessoas comsonhos, aspirações e até desesperanças, pois dessa maneira serão planejadasatividades nas quais eles se sintam convocados a fazer aulas com o professor. As aulas de Ciências proporcionam grandes espaços para que o aluno sejaatuante, construtor do próprio conhecimento, descobrindo que a ciência é mais doque mero aprendizado de fatos. Através das aulas contextualizadas o aluno aprendea interagir com as suas próprias dúvidas, chegando a conclusões, à aplicação dosconhecimentos por ele obtidos, tornando-se agente do seu aprendizado. É negada aprática de ensino baseado exclusivamente no livro-texto onde o aluno torna se
  • 9apenas memorizador de conteúdos sem significados, o que dificulta a suaapreensão. No livro, O Currículo – Uma reflexão sobre a prática - Gimeno aindaressalta a necessidade de sintetizar, filtrar e selecionar muito cuidadosamente oscomponentes dos livros-texto, revisando se a forma de desenvolvê-los, ou teremosuma escolaridade sem fim. A escola não se justifica pela apresentação do conhecimento obsoleto emuitas vezes morto. É essencial para a escola estimular a vontade de aprender, ageração e a difusão do conhecimento vivo, integrado nos valores e expectativas dasociedade. Isso será impossível de se atingir sem ampla utilização da aprendizagemsignificativa. A relação professor-aluno é um instrumento indispensável no processo de construção do conhecimento, onde o verdadeiro educador vê o seu educando como um sujeito do processo ensino-aprendizagem e não como uma tábua rasa. Isso quer dizer que o aluno é o autor da sua aprendizagem. Portanto, não comparece à escola para escutar aulas copiadas que o levem a reproduzir a copia, mas para construir e reconstruir conhecimentos juntamente com o professor. Assim, a relação professor- aluno deve firmar se no propósito de que aquele que ensina, ao ensinar aprende, e aquele que aprende, do aprender também ensina. (LIBÂNEO, 2008). A missão da Escola é atuar efetivamente para o desenvolvimento global dosalunos, para formação do aluno crítico, capaz de perceber a realidade que o cerca,modificando-a, mediante construção de conhecimentos coerentes com os valorescoletivos, possibilitado pelas experiências nas aulas práticas. O professor assume opapel de investigador, esclarecedor, de organizador de experiência significativas daaprendizagem. Seu compromisso é o de adequar a partir da melhor observação econhecimento de cada um dos alunos, sem perder a observação conjunta epromovendo sempre ações interativas. (Jussara Hoffmann, 2004). O prazer e a empatia levam os discentes a aprenderem com entusiasmo e aconstruir e reconstruir continuamente a relação professor aluno. A visão que oeducador possui de sua ação pedagógica é fundamental para a construção darelação educacional. (Celso Vasconcelos, 2000). Tornar a aprendizagem dos conhecimentos em sala de aula num desafioprazeroso é conseguir que seja significativa para todos, tanto para o professorquanto para o conjunto dos alunos que compõem a turma. É transformá-la em umprojeto coletivo, em que a aventura da busca do novo, do desconhecido, de sua
  • 10potencialidade, de seus riscos e limites seja a oportunidade para o exercício e oaprendizado das relações sociais e dos valores. (Demétrio, 2009). As aulas devem levar em conta as necessidades dos alunos, baseando senos seus conhecimentos já adquiridos que levará o professor a “individualizar ediversificar os percursos de formação, diferenciar a pedagogia, direcionar para umaavaliação mais formativa, conduzir projetos, desenvolver trabalho em equipe e enfimcolocar os alunos no centro da ação pedagógica com trabalhos direcionados àsituação-problema contextualizados” ( Perrenoud, p 14,2000). O conhecimento de informações ou de dados isolados é insuficiente. Épreciso situar as informações e os dados em seu contexto para que adquiramsentido, assim confere Edgar Morin no livro “Os sete Saberes necessários àEducação do Futuro”. Os PCN trazem justificativas para um ensino contextualizado; para o caso daBiologia, vem assim exemplificado: “O adolescente que aprendeu tudo sobreaparelho reprodutivo, mas não entende o que se passa com seu corpo a cada ciclomenstrual, não aprendeu de modo significativo.” (BRASIL, 1999 p. 92). Assim, “épossível generalizar a contextualização como recurso para tornar a aprendizagemsignificativa ao associá-la com experiências da vida cotidiana ou com osconhecimentos adquiridos espontaneamente.” (BRASIL 1999, p. 94). Com isso osPCN pretendem, facilitar o processo ensino aprendizagem sugerindo a introdução deexperiências mais concretas ao se trabalhar com os conhecimentos sistematizadosdos livros didáticos. A contextualização busca dar um novo significado ao conhecimento escolarpossibilitando a aprendizagem significativa.
  • 115. METODOLOGIAÁREA DE ESTUDO A pesquisa será realizada no colégio público de Ensino Médio do Estado doTocantins. Essa escola tem uma estrutura física em condições suficiente paraatender os seus 903 alunos, distribuídos nos três turnos, sendo 422 alunos (7° ao 9°ano) no Ensino Fundamental e 481 no Ensino Médio, incluindo a modalidade EJA. Éum prédio amplo dividido em 3 pavilhões, com 15 salas de aula, 1 sala paraprofessores, 1 biblioteca com bom acervo bibliográfico e material pedagógicoespecífico (jogos, mapas, etc.), 1 sala de secretaria, 1 biblioteca, 1 laboratório deinformática e 1 de ciências, sala de direção geral e 1 direção administrativa, 1 salade suporte pedagógico, 1 sala de vídeo, 11 sanitários para professores e alunos efuncionários administrativos, pátio coberto, jardim (interno) e (externo) 1 quadrapoliesportiva descoberta, áreas livres e outra dependências para manutenção delimpeza e alimentação. A área total desta escola é de 640.000 m2. Os alunos sãodistribuídos em 29 turmas, nos turnos matutino, vespertino e noturno, com umavariação de 17 a 43 alunos em cada sala. Quantidade propícia a um trabalho dequalidade. As salas de aulas, em sua maioria, são amplas, arejadas e com boacomodidade para os alunos. Atende turmas de todas as séries do ensino a partir do7º ano do Ensino Fundamental ao 3º ano do Ensino Médio, envolvendo amodalidade regular e EJA. As salas de apoio ao pedagógico (biblioteca, informática, vídeo/teleposto) sãobastante movimentadas pelos alunos e professores durante a execução das aulas. Asala de Ciências, um mine laboratório, porém com material suficiente para ministraras aulas de acordo com conteúdos exigidos (mesa grande, pia, armários, laboratóriomóvel, vários instrumentos como lupas, microscópios, reagentes e outros) é poucoutilizado por alunos e professores. As aulas de Ciências são geralmenteenriquecidas com a utilização de data show, uma forma de expositor do conteúdoque facilita apresentação ilustrativa do texto em questão. O colégio é relativamente equipado para o desenvolvimento de atividadeeducacional, no que se refere aos instrumentos tecnológicos: antenas parabólicassendo 1 digital e 1 analógica, televisores, vídeos k-7, DVDS, 27 computadores com
  • 12internets , mesa de som com acessórios e caixas acústicos, filmadora, maquinafotográfica digital, data show, copiadoras. O trabalho de pesquisa será realizado em duas turmas do Ensino Médio,sendo o 3° “B” vespertino com um total de17 alunos e o 3° “C” noturno com aquantidade de 24 alunos, precisamente nas aulas de Biologia. Terá envolvimentodos professores da turma de outras disciplinas, a título de informação, do professorregente de Biologia que deverá supervisionar e acompanhar o trabalho, docoordenador pedagógico que gerencia, coordena e supervisiona todas as atividadesrelacionadas ao processo de ensino e aprendizagem da turma, do diretor geral e dostrês auxiliares pedagógicos (biblioteca, laboratório de informática e sala de vídeo /teleposto). Os professores, em sua maioria, são formados na área e tem condiçãoadequada para planejar e executar um currículo adequado às condições necessáriasda clientela em questão. Avaliação no colégio é bimestral, e conforme ao tipo de objetivo pode serrealizados trabalhos em grupos e individuais, provas orais e escritas, observação decadernos, realização de exercícios em classe ou em casa, pesquisa bibliográfica,entre outros, porém o que prevalece são as provas escritas. Quando o aluno não seapropria dos conhecimentos é oferecida nova oportunidade através da recuperaçãoparalela, garantida no regimento escolar. A média para progressão é 7,0 e afrequência é de 75%.COLETA DE DADOS Para realização da presente pesquisa, O trabalho será realizado em 5 etapasa serem descritas abaixo:1ª- Entrevistas orais na escola com coordenadores pedagógicos e os professoresregentes das turmas com o objetivo de conhecer a rotina de atividades desenvolvidapelos alunos na escola.2ª- Observar aprendizagem dos alunos em sala de aula quanto ao conteúdoministrado anteriormente (1ª Lei de Mendel).3ª- Aplicar metodologias de ensino diferenciado:
  • 13- aulas dinamizadas com material concreto de forma a testar veracidade dasoperações matemáticas sobre probabilidade prevista no livro didático provocar aatenção e interesse dos alunos;- ministrar o conteúdo sobre a 2ª Lei de Mendel utilizando levantamento de hipótesesde forma que levem os alunos a participar da construção de conceitos,contextualizando situações-problema com envolvimento de características dospróprios alunos para incentivar a participação e apreensão dos conteúdos;- utilizar a sala de informática para pesquisa e debates dos resultados;- atividades em grupo e de consulta como forma de efetivar a participação dosalunos e transformar em rotina a atividade de registrar os conteúdos aprendidos, nosentido de quebrar a comodidade e passividade dos alunos durante a aula;- planejar cada aula dando importância ao trabalho do professor no envolvimentoentusiástico, na promoção de um ambiente alegre e satisfatório para aprendizagemdos alunos;4ª – Ministrar aulas extras para os alunos que não conseguirem uma aprendizagemsatisfatória do conteúdo em pauta.5ª- Ressignificar a avaliação da aprendizagem:- Aplicar avaliação em instrumento próprio após cada metodologia diferenciada paracomparar resultados e avaliar a metodologia de ensino;- Relacionar nota com a participação e aprendizagem efetiva dos conteúdos com oobjetivo de provocar o interesse da turma na compreensão significativa;
  • 146. CRONOGRAMA Período de 2010 Setembro. Outubro. Agosto. Junho. Julho. Maio. ATIVIDADES Abril. Levantamento de X material bibliográfico Leitura, seleção e X fichamento do material Elaboração do projeto X X Execução do projeto X X Análise dos dados X Redação provisória do X trabalho Redação definitiva do X trabalho Entrega X
  • 157. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICASSANTOS, J. C. F. dos. Aprendizagem Significativa: modalidades de aprendizageme o papel do professor. Porto Alegre: Mediação, 2008.Faculdade de Tecnologia e Ciências - Ensino a Distância. .Licenciatura emBiologia, 1. ed. Sociedade Mantenedora de Educação Superior da Bahia S/C Ltda.2006.FREIRE, Paulo. Pedagogia da Autonomia. Saberes necessários à práticaeducativa. São Paulo, Paz e Terra, 1996AMABIS, J. M. A Revolução na Genética: Um tema para a escola secundária? In.Encontro sobre temas de Genética e melhoramento, 18, 2001, Piracicaba.Anais.Piracicaba: USP,2001. p. 7-10.AUSUBEL, D. P.; NOVAK, J. D.; HANESIAN, H. Psicologia Educacional. Rio deJaneiro: Interamericana, 1980.HENGEMÜHLE, Adelar. Gestão de ensino e práticas pedagógicas. Petrópolis,RJ: vozes, 2004SACRISTÁN, J. GIMENO. O Currículo: uma reflexão sobre a prática. Porto Alegre:ArtMed, 2000.DELIZOICOV, DEMÉTRIO. Ensino de Ciências: fundamentos e métodos. SãoPaulo:Cortez, 2009.BRASIL, Ministério da Educação, Secretaria de Educação Média e Tecnologia.Parâmetros Curriculares Nacionais: Ensino Médio. Brasília: Ministério daEducação, 1999. 364 p.DEMO, Pedro. Educação e qualidade, Campinas: SP: Papirus, 9°. Ed. 2004, 1994.
  • 16KRASILCHIK, Miriam. Prática de ensino de Biologia. São Paulo. Editora daUniversidade de São Paulo, 2004.MORIN, Edgar. Os Sete Saberes Necessários à Educação do Futuro. São Paulo:Cortez; Brasília, DF: UNESCO, 2003.