CAMPUS UNIVERSITÁRIO DE ARRAIAS Acadêmica: Leonor dos Santos Rodrigues Orientadora: Alice Fátima Amaral ESTÁGIO SUPERVISIO...
<ul><li>INTRODUÇÃO </li></ul>
<ul><li>KRASILCHIK, M. (2004).  Prática de ensino de Biologia .   Contribuições do ensino de Biologia:  compreender a impo...
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<ul><li>MATERIAL E MÉTODOS </li></ul>
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A pesquisa foi realizada em 5 etapas: <ul><li>1ª. Visão dos coordenadores pedagógicos e professores regentes das turmas es...
<ul><li>Aula participativa com uso de materiais facilitadores da aprendizagem </li></ul><ul><li>Recursos: baralho, moedas,...
Exercício teórico <ul><li>Três questões, envolvendo conhecimentos sobre probabilidade e 1ª Lei de Mendel, foram repassadas...
2ª Lei de Mendel <ul><li>Alunos como objeto de estudo </li></ul>
<ul><li>4ª. Avaliação do trabalho de intervenção </li></ul><ul><li>Quantitativa: Avaliação logo no início do estágio, para...
Resultados e Discussão <ul><li>Os profissionais definiram as turmas 3ºB e 3ºC, como disciplinados e com potencial para des...
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<ul><li>Conversa informal sobre a valorização dos estudos e da avaliação como diagnóstico da aprendizagem e valorização da...
 
CONCLUSÃO <ul><li>Não existe aluno passivo por si mesmo. A motivação e aprendizagem significativa dependem da atuação doce...
MENSAGEM FINAL <ul><li>“O ensino contextualizado é o recurso que a escola tem para retirar o aluno da condição de espectad...
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS <ul><li>ANASTASIOU, L. das G. C.; ALVES, L. P.(orgs.). Processos de ensinagem na universidade: ...
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<ul><li>PERRENOUD, P. Dez novas competências para ensinar. Porto Alegre: Artes Médicas Sul, 2000. </li></ul><ul><li>RODRIG...
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Apresentação artigo1

  1. 1. CAMPUS UNIVERSITÁRIO DE ARRAIAS Acadêmica: Leonor dos Santos Rodrigues Orientadora: Alice Fátima Amaral ESTÁGIO SUPERVISIONADO Um relato de experiência no ensino de genética ARRAIAS-TO
  2. 2. <ul><li>INTRODUÇÃO </li></ul>
  3. 3. <ul><li>KRASILCHIK, M. (2004). Prática de ensino de Biologia . Contribuições do ensino de Biologia: compreender a importância da ciência e da tecnologia na vida moderna, usar o que aprendeu para tomar decisões de interesse individual e coletivo, assumir o seu papel de homem na biosfera. Critica o ensino. </li></ul><ul><li>KUBATA et al. . A POSTURA DO PROFESSOR EM SALA DE AULA: atitudes que promovem bons comportamentos e alto rendimento educacional. </li></ul><ul><li>A passividade e acomodação em nível de país resulta em baixos índices de aprendizagem. Dando ao mesmo autonomia. </li></ul><ul><li>SANTOS (2008). Aprendizagem Significativa: modalidades de aprendizagem e o papel do professor . </li></ul><ul><li>É função do professor provocar a sede de aprender, de ser mediador entre o aluno e o conhecimento, problematizando o conteúdo, tornando-o interessante e não tirar o sabor da descoberta dando respostas prontas. </li></ul>
  4. 4. <ul><li>SILVEIRA (2008). Uma contribuição para o ensino de Genética . </li></ul><ul><li>Para resolver e entender de forma significativa um simples problema de genética é necessário que o aluno tenha formalizado os conceitos de genética. </li></ul><ul><li>Parâmetros Curriculares Nacionais: Ensino Médio. </li></ul><ul><li>O ensino contextualizado é o recurso que a escola tem para retirar o aluno da condição de espectador passivo, pois provoca aprendizagens significativas, vez que estabelece entre ele e o objeto do conhecimento, uma relação de reciprocidade. </li></ul><ul><li>VASCONCELLOS (2006) . Avaliação da Aprendizagem: Práticas de Mudança - por uma práxis transformadora. </li></ul><ul><li>O educador deve ajudar o aluno na tomada de consciência do que está acontecendo com ele; às vezes o educando permanece anos na escola e nunca entende direito o que ali se passa e, sobretudo, o que se passa nele. </li></ul>
  5. 5. <ul><li>O motivo desse trabalho é relatar uma experiência pedagógica ocorrida durante o estágio no Ensino Médio, o qual teve o objetivo de despertar o interesse do aluno para o estudo de genética; promover mudança de postura dos alunos de forma a torná-los atuante no processo ensino-aprendizagem. </li></ul><ul><li>Esse trabalho pretende colaborar com informações sobre a importância da aplicação de metodologias simples e contextualizadas, para ensino de genética. Informações que podem servir de embasamento teórico-científico para outros formandos, professores, para direcionar as atividades de organização e planejamento de aulas mais adequadas ao perfil da turma. </li></ul>
  6. 6. <ul><li>MATERIAL E MÉTODOS </li></ul>
  7. 7. <ul><li>O trabalho de pesquisa foi realizado no ano de 2010, durante estágio supervisionado nas aulas de Biologia, em duas turmas do Ensino Médio de escola pública. A turma 3° “B” vespertino com um total de 17 alunos e o 3° “C” noturno com 24 alunos e equipe pedagógica envolvida com as referidas turmas. A escolha das referidas turmas, foi pautada no diagnóstico estabelecido durante estágio de regência e entrevistas feitas aos envolvidos com a turma. Assim os critérios relevantes para tal seleção foram: estudantes sem interesse pelos estudos, acomodados, porém preocupados com a aprovação e atenciosos com o professor. </li></ul>
  8. 8. A pesquisa foi realizada em 5 etapas: <ul><li>1ª. Visão dos coordenadores pedagógicos e professores regentes das turmas estudadas </li></ul><ul><li>Entrevista: para você qual o perfil das turmas 3° “B” vespertino e 3° “C” noturno, quanto a comportamento, interesse, participação, rendimento, competência dos alunos e freqüência. </li></ul><ul><li>2ª. Análise da turma: participação, interesse e habilidades quanto ao conteúdo sobre genética. </li></ul><ul><li>Primeiro encontro: aula mais informal, ambiente mais confiante, sensibilização quanto à importância do conhecimento genético para a vida através de várias reflexões levantadas como: Em um casal, quem é o responsável pelo sexo da criança; Um casal moreno pode ter filhos de cor clara; e finalmente analisamos como as mulheres sofreram com essa ignorância. </li></ul><ul><li>3ª. Metodologia de ensino para intervenção </li></ul><ul><li>Aula participativa com utilização de materiais interativos, contextualização do conteúdo à vida dos alunos, atividades coletivas e revisão de conteúdos conforme necessidades. </li></ul>
  9. 9. <ul><li>Aula participativa com uso de materiais facilitadores da aprendizagem </li></ul><ul><li>Recursos: baralho, moedas, dados... </li></ul>Qual a probabilidade de obter duas caras no lançamento simultâneo das duas moedas? Qual a probabilidade de obter três caras no lançamento simultâneo das três moedas? Possibilidades de eventos no lançamento das moedas 1ª moeda 2ª moeda 01 cara cara 02 cara coroa 03 coroa cara 04 coroa coroa Resp. 1/4 = 1/2 . 1/2
  10. 10. Exercício teórico <ul><li>Três questões, envolvendo conhecimentos sobre probabilidade e 1ª Lei de Mendel, foram repassadas aos alunos, e solicitado que voluntários fossem ao quadro socializar a resolução com os colegas. As questões estruturadas foram as seguintes: </li></ul><ul><li>Vamos testar nossos conhecimentos </li></ul><ul><li>1-Sabe-se que um homem e uma mulher são heterozigotos para um gene recessivo que causa o albinismo. Se eles tiverem dois filhos (não importa o sexo), qual a probabilidade de os dois serem normais? </li></ul><ul><li>2-A capacidade de sentir o gosto de uma substância amarga chamada PTC deve-se a um gene dominante. Qual a probabilidade de um casal sensível e heterozigótico ter um filho do sexo feminino e sensível ao PTC? </li></ul><ul><li>3-Numa família com 9 filhas, qual a probabilidade de o décimo filho ser homem? </li></ul>
  11. 11. 2ª Lei de Mendel <ul><li>Alunos como objeto de estudo </li></ul>
  12. 12. <ul><li>4ª. Avaliação do trabalho de intervenção </li></ul><ul><li>Quantitativa: Avaliação logo no início do estágio, para determinar conhecimento sobre probabilidade e 1 a lei de Mendel: Inicialmente, planejada para ser individual, no entanto, devido a dificuldade dos alunos, foi passada para ser em dupla e por fim em dupla e com consulta. </li></ul><ul><li>Avaliações aplicadas ao fim de cada intervenção metodológica. </li></ul><ul><li>Qualitativa: o envolvimento da turma durante a aula, ou seja: participação nas discussões, busca por informações, colaboração com os colegas para organização e resolução de atividades, interesse em registrar os conteúdos apreendidos e motivação durante as avaliações. </li></ul><ul><li>5ª. Aulas extras para os alunos que não conseguiram uma aprendizagem satisfatória do conteúdo em pauta. </li></ul>
  13. 13. Resultados e Discussão <ul><li>Os profissionais definiram as turmas 3ºB e 3ºC, como disciplinados e com potencial para desenvolver, porém acomodados e desinteressados. Sendo a turma B composta de alunos mais freqüentes e com melhor disponibilidade para estudos, enquanto a turma C é formada de alunos que trabalham para se manter, o que compromete sua freqüência regular nas aulas. </li></ul><ul><li>Estagiária confirma: Não havia participação efetiva nas aulas, a postura dos alunos era a de ficar calados olhando para o quadro sem demonstrar qualquer interesse de registro o que se falava ou mesmo escrevia no quadro, para futuras consultas ou fixação de conteúdos </li></ul>
  14. 14. <ul><li>A participação e interesse dos alunos se limitaram aos momentos dos trabalhos coletivos com jogos. A metodologia aplicada não conseguiu levantar o interesse da turma em resolver atividades escritas de fixação e nem de buscar novas informações. </li></ul><ul><li>Em aula subseqüente, os alunos não conseguiram resolver exercício de fixação escrito envolvendo probabilidade e 1ª Lei de Mendel. Faltavam lhe os conceitos básicos da genética: heterozigose; recessividade; dominância ... </li></ul><ul><li>Revisões de conteúdos de forma tradicional alcançou se pouco resultado, mesmo a prova sendo em dupla e de consulta: 3º B apenas 8,1% dos alunos atingiram média e no 3º C 15% conseguiram nota satisfatória. </li></ul><ul><li>Reação dos alunos com o baixo rendimento: reivindicação de visto em caderno, trabalhos fáceis que viesse a proporcionar a obtenção de pontos. Ao relacionar nota com aprendizagem um dos alunos foi bastante categórico “ se eu tirar nota ruim no diário você vai ver” . </li></ul>
  15. 15. <ul><li>Conversa informal sobre a valorização dos estudos e da avaliação como diagnóstico da aprendizagem e valorização da real aprendizagem para resultados quantitativos (notas), levaram os alunos a um novo comportamento: anotações e participação efetiva nas aulas. </li></ul><ul><li>Uso de modelos humanos integrou o conteúdo a vida dos alunos, mostrando bons resultados: interesse e participação. </li></ul>
  16. 17. CONCLUSÃO <ul><li>Não existe aluno passivo por si mesmo. A motivação e aprendizagem significativa dependem da atuação docente, ao ministrar ensino com situações que fazem parte do cotidiano dos alunos, do processo de avaliação como instigadora da aprendizagem, da metodologia prática interativa que desafia as operações mentais do educando. </li></ul>
  17. 18. MENSAGEM FINAL <ul><li>“O ensino contextualizado é o recurso que a escola tem para retirar o aluno da condição de espectador passivo. Se bem trabalhado permite que, ao longo da transposição didática, o conteúdo de ensino provoque aprendizagens significativas, que mobilizem o aluno e estabeleçam entre ele e o objeto do conhecimento, uma relação de reciprocidade. A contextualização evoca dimensões presentes na vida pessoal, social e cultural, e mobiliza competências cognitivas já adquiridas”. (Brasil, 1999, P 91). </li></ul>
  18. 19. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS <ul><li>ANASTASIOU, L. das G. C.; ALVES, L. P.(orgs.). Processos de ensinagem na universidade: pressupostos para as estratégias de trabalho em sala de aula. 6. ed. – Joinville, SC: UNIVILLE, 2006. p. 14. </li></ul><ul><li>AUSUBEL, D. P.; NOVAK, J. D.; HANESIAN, H. Psicologia Educacional . Rio de Janeiro: Interamericana, 1980. </li></ul><ul><li>BRASIL, Ministério da Educação, Secretaria de Educação Média e Tecnologia . Parâmetros Curriculares Nacionais: Ensino Médio . Brasília: Ministério da Educação, 1999. </li></ul><ul><li>BRASIL. Parâmetros Curriculares Nacionais. Vol. 1 / Secretaria de Educação Fundamental. – Brasília: MEC/SEF, 1997. </li></ul><ul><li>DELIZOICOV, DEMÉTRIO. Ensino de Ciências: fundamentos e métodos. São Paulo:Cortez, 2009. </li></ul><ul><li>DELORS, Jacques. Educação: um tesouro a descobrir . 9. ed. São Paulo : Cortez, 2009. </li></ul><ul><li>FREIRE, Paulo. Pedagogia da Autonomia . Saberes necessários à prática educativa. São Paulo, Paz e Terra, 1996. </li></ul>
  19. 20. <ul><li>HENGEMÜHLE, Adelar. Gestão de ensino e práticas pedagógicas. Petrópolis, RJ: vozes, 2004. </li></ul><ul><li>Hoffmann, Jussara. Avaliar para promover: as setas do caminho . Porto Alegre: Mediação, 2001. </li></ul><ul><li>KRASILCHIK, Miriam. Prática de ensino de Biologia . São Paulo. Editora da Universidade de São Paulo, 2004. </li></ul><ul><li>MELO, J. R. de; CARMO, E. M. (2009). Investigações Sobre O Ensino De Genética E Biologia Molecular No Ensino Médio Brasileiro: Reflexões Sobre As Publicações Científicas. Ciência & Educação , v. 15, n. 3, p. 593-611. </li></ul><ul><li>MINAYO, M. C. S.; SANCHES, O. Quantitativo-Qualitativo: Oposição ou Complementaridade? Cadernos Saúde Pública, Rio de Janeiro, v. 9, n. 3, p. 239-262, jul./set. 1993. </li></ul><ul><li>MORAES, Edmundo Carlos de. Ações Pedagógicas Relacionais. Florianópolis: Artigo para o curso dirigido aos professores da E.E.B. José Boiteax, ago. 2001. </li></ul><ul><li>OLIVEIRA, Marta Kohl de. Vygotsky – Aprendizado e Desenvolvimento , 4. ed. São Paulo: Scipione, 2009. </li></ul>
  20. 21. <ul><li>PERRENOUD, P. Dez novas competências para ensinar. Porto Alegre: Artes Médicas Sul, 2000. </li></ul><ul><li>RODRIGUES, C. C.; MELLO, M. L. A prática no ensino de genética e biologia molecular : desenvolvimento de recursos didáticos para o Ensino Médio, 2005. Disponível em: <http://www.pucminas.br/seminarioprograd/iv_seminario/pdfs/puc_prat_ens_gen.pdf>. Acesso em: 20 agosto de 2010. </li></ul><ul><li>SACRISTÁN, J. GIMENO. O Currículo: uma reflexão sobre a prática. Porto Alegre: ArtMed, 2000. </li></ul><ul><li>SANTOS, J. C. F. dos. Aprendizagem Significativa : modalidades de aprendizagem e o papel do professor. Porto Alegre: Mediação, 2008. </li></ul><ul><li>VASCONCELLOS, Celso dos S . Avaliação da Aprendizagem: Práticas de Mudança - por uma práxis transformadora, 7a ed. São Paulo: Libertad, 2006. </li></ul><ul><li>WERNECK, Hamilton. Se você finge que ensina , eu finjo que aprendo . 21. ed. Petrópolis: Vozes, 2002. </li></ul>
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