Departamento de
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Investime...
Apresentação




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 a tendência de crescimento da economia brasil...
Redução do Investimento

      % Empresas que não irão realizar
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Destino dos Recursos
    •Existe uma maior sensibilidade dos Investimentos em M&E ao
    desaquecimento econômico, que red...
Meta da PDP de FBKF/PIB


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Meta da PDP para inv. privado em P&D/PIB


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Origem dos recursos

Origem dos Recursos investidos (R$ bilhões)
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Objetivos dos Investimentos
Objetivos dos Investimentos
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Necessidade do Investimento

Necessidades dos Investimentos
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Estratégias das Empresas


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Obstáculos ao investimento

• A carga tributária e a taxa SELIC, porém, ainda se mantém como
  maior empecilho para os inv...
PORTE
Investimento por porte

    Investimento / Faturamento (% e R$)


                                                        ...
Destinos dos Investimentos por porte
Destino dos Investimentos por porte
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Origem dos Investimentos por porte
Origem dos recursos por porte
                            TOTAL          Pequenas      ...
Estratégia por porte
Principais estratégias por porte
      Objetivos               Necessidades                  Limitant...
SETORES
Espera-se maior concentração dos investimentos por
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Investimento em M&E por setor
Investimento em Máquinas e Equipamentos por setor
                                    2008  ...
Investimento em Inovação
     por setor

– Investimento em Inovação por setor
                                    2008    ...
Investimento em P&D por setor
Investimento em P&D por setor
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Participação acumulada dos
  setores nos investimentos



  Setores     Investimento   Investimento   Investimento
   (25%...
Origem dos recursos por setor

 • Com exceção de veículos, que manterá a mesma
   estrutura de origem de recursos, podem s...
Estratégias por setor - Objetivos

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Estratégias por setor - Necessidades

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Estratégias por setor

• Com exceção do investimento em maquinário, a intenção dos
  setores se destaca conforme matriz:
 ...
Fatores que contribuiriam para o aumento do
investimento

• Contribuiria para a ampliação do investimento (além da
  reduç...
Propostas

Desoneração Fiscal para:
   – bens de capital, máquinas, equipamentos e outros bens incorporados ao ativo
     ...
Propostas

Investimentos em FBKF e Gestão:
   – Para aumentar o acesso ao crédito:
       • operacionalizar mecanismos de ...
Propostas

Investimentos em inovação e P&D
   – Desoneração e incentivos fiscais:
       • Não restringir a Lei do Bem à e...
Propostas

Agenda para São Paulo
   – Agilizar a operacionalização da Nossa Caixa Desenvolvimento
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Pesquisa FIESP sobre a Intenção de Investimento 2009: O Impacto da Crise

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Pesquisa FIESP sobre a Intenção de Investimento 2009: O Impacto da Crise

  1. 1. Departamento de Competitividade e Tecnologia Pesquisa FIESP sobre a Intenção de Investimento 2009: O Impacto da Crise Maio de 2009
  2. 2. Apresentação Para verificar qual o impacto da crise, que modificou a tendência de crescimento da economia brasileira, a FIESP realizou uma pesquisa, junto com a Ipsos, com 1.204 empresas entre os dias 26 de novembro e 23 de dezembro sobre os investimentos realizados em 2008 e a intenção de investir em 2009.
  3. 3. Redução do Investimento % Empresas que não irão realizar % do Faturamento Investido investimentos 5,80% 25% 6,00% 4,50% 25% 5,00% 20% 11% 4,00% 15% 3,00% 10% 2,00% 5% 1,00% 0% 0,00% 2008 2009 2008 2009 Investimentos Planejados (R$ bilh) R$ 102,50 R$ 120,00 R$ 81,10 R$ 100,00 R$ 80,00 R$ 60,00 R$ 40,00 R$ 20,00 R$ 0,00 2008 2009
  4. 4. Destino dos Recursos •Existe uma maior sensibilidade dos Investimentos em M&E ao desaquecimento econômico, que reduz a produção e eleva a ociosidade da indústria, desincentivando a ampliação da oferta 120,0 - 20,9% 102,5 •Foco das empresas é na eficiência produtiva. 100,0 R$ 21,4 bi a menos 81,1 •Investimento em P&D é de longo prazo, ou seja, uma - 20,5 bi: maq/eq 80,0 garantia de ampliação de mercado no futuro. Um dos - 0,4 bi: inovação - 0,6 bi: P&D aprendizados que fica74,8 o fim das crises econômicas é com justamente a necessidade de investir durante os tempos 60,0 (73%) -37,75% 54,3 Máquinas e Equipamentos mais difíceis como estratégia de competição a ser (67%) enfrentada quando a economia se recuperar. 40,0 20,0 17,4 Inovação (gestão, produto e -2,3% 17,0 processo) (17%) (21%) 10,3 9,7 Pesquisa e -6,1% (10%) (12%) Desenvolvimento 0,0 2008 2009 Relativamente haverá menor queda nos Fonte: Pesquisa Ipsos-FIESP; Elaboração: Decomtec/FIESP investimentos em P&D e Inovação do que em M&E.
  5. 5. Meta da PDP de FBKF/PIB 22,0 Havia Meta da PDP superado a 21,0% meta da PDP 19,8% 20,0 em 2008 Expectativa 18,0 18,2% 16,0 2007 2008 2009 2010 • Haverá comprometimento da meta de investimento da PDP: A FBKF deve cair pelo menos 0,8 p. p. em 2009 decorrente da redução do investimento em Máq. e Equip. • Só com a queda dos investimentos em M&E poderá ocorrer em três anos queda de 1,5 milh de postos de trabalho
  6. 6. Meta da PDP para inv. privado em P&D/PIB Mesmo com queda 0,65 menor de P&D e Meta da PDP 0,65% Inovação, ainda assim (R$ 20,4 bi) o valor de 0,60 investimento é baixo 0,60% (R$ 17,9 bi) 0,55 0,50 Expectativa 0,49% (R$ 14,3 bi) 0,45 2005 2008 2009 2010 • Haverá comprometimento também da meta de P&D: o investimento privado deve cair para 0,49%, retornando aos níveis de 2003, pior resultado da década.
  7. 7. Origem dos recursos Origem dos Recursos investidos (R$ bilhões) Próprios Privados Públicos 2008 2009 2008 2009 2008 2009 Máquinas e 50,0 35,8 16,5 9,8 8,2 8,7 Equipamentos (68%) (66%) (22%) (18%) (11%) (16%) Inovação (gestão, 14,3 13,3 2,3 2,0 0,9 1,7 produto e processo) (82%) (78%) (13%) (12%) (5%) (10%) Pesquisa e 8,5 7,9 1,1 1,0 0,6 0,9 Desenvolvimento (83%) (81%) (11%) (10%) (6%) (9%) 72,9 57,0 19,5 12,8 9,7 11,3 Total (71,3%) (70,3%) (19,2%) (15,8%) (9,4%) (13,9%) Fonte: Pesquisa Ipsos-FIESP; Elaboração: Decomtec/FIESP O orçamento do BNDES tem condições de suprir essa demanda, dado que o banco deve aumentar a oferta de recursos que já foi alta (desembolsou cerca de R$ 30 bilhões para indústria de transformação em 2008 direta e indiretamente); Porém os principais aumentos proporcionais de demandas por recursos públicos foram em inovação e P&D, pressionando o setor público a ampliar linhas como as FINEP e de programas como o Revitaliza do BNDES.
  8. 8. Objetivos dos Investimentos Objetivos dos Investimentos (resposta múltipla) Eficiência Produtiva Diminuir os custos 57% Aumentar a produtividade 52% Aumentar a participação de mercado 47% Mercado Aumentar o faturamento e/ou rentabilidade 47% Expandir a capacidade de produção atual 39% Adequar produtos para enfrentar a 31% concorrência nacional e internacional Adequar produtos para exportar 13% NS/NR 3% Fonte: Pesquisa Ipsos-FIESP; Elaboração: Decomtec/FIESP
  9. 9. Necessidade do Investimento Necessidades dos Investimentos (resposta múltipla) Eficiência Produtiva Melhoria de gestão 44% Aquisição de máquinas e equipamentos 43% Inovação e melhoria de processos 38% Substituição de máq. e eq. obsoletos 35% Desenvolvimento de novos produtos 31% Mercado Inovação ou melhoria em produtos 30% Reformas e melhorias de instalações 30% Aumentar a planta industrial 22% Fusão ou aquisição de outra empresa 4% NS/NR 7% Fonte: Pesquisa Ipsos-FIESP; Elaboração: Decomtec/FIESP
  10. 10. Estratégias das Empresas Eficiência Mercado Produtiva Diminuir Aumentar Aumentar Produtividade Custos Share Faturamento Aquisição de Inovação Inovação Máquinas e em Gestão em Substituição/ Processo Produto Modernização • No geral a indústria procurará em 2009 incrementar mais fatores voltados para eficiência produtiva.
  11. 11. Obstáculos ao investimento • A carga tributária e a taxa SELIC, porém, ainda se mantém como maior empecilho para os investimentos da indústria nacional; se a carga brasileira fosse igual à chinesa, o investimento poderia dobrar Gráfico 8 – Limitantes ao investimento (resposta múltipla) Carga tributária elevada na economia 64% Aumentos da taxa de juros SELIC 36% Baixa taxa de Crescimento da economia 34% Restrições ao crédito (ex. custos) 28% Instabilidade cambial 27% Falta ou limitação de recursos próprios 27% Espectativa de baixo retorno 24% Perda de mercados para importados 15% Produção com ociosidade elevada 9% Acesso a Produtos Financeiros 9% Infra-Estrutura adequada 5% NS/NR 6% Fonte: Pesquisa Ipsos-FIESP; Elaboração: Decomtec/FIESP
  12. 12. PORTE
  13. 13. Investimento por porte Investimento / Faturamento (% e R$) -26.6% -22.4% -31.0% -11.1% 6,4 5,8 5,8 5,4 4,8 4,7 4,5 4,0 TOTAL Pequenas Médias Grandes 2008 102,5 bilhões 5,8 7,6 5,4 bilhões 14,15,8 bilhões 80,86,4 bilhões 2009 81,14,5 bilhões 7,3 4,8 bilhões 10,44,0 bilhões 63,44,7 bilhões Fonte: Pesquisa Ipsos-FIESP; Elaboração: Decomtec/FIESP • As médias, por não terem programas específicos (como as pequenas) e poder de mercado (como as grandes), serão as que mais reduzirão sua intenção de investir.
  14. 14. Destinos dos Investimentos por porte Destino dos Investimentos por porte TOTAL Pequenas Médias Grandes 2008 2009 2008 2009 2008 2009 2008 2009 Máquinas e 73% 67% 71% 62% 74% 67% 73% 71% Equipamentos Inovação (gestão, 17% 21% 19% 26% 17% 19% 17% 19% produto e processo) Pesquisa e 10% 12% 10% 12% 9% 14% 10% 10% Desenvolvimento Fonte: Pesquisa Ipsos-FIESP; Elaboração: Decomtec/FIESP •Haverá redução de investimentos em M&E em todos os portes •Os principais aumentos de investimentos são: Pequenas = Inovação Médias = P&D
  15. 15. Origem dos Investimentos por porte Origem dos recursos por porte TOTAL Pequenas Médias Grandes 2008 2009 2008 2009 2008 2009 2008 2009 Própr. 72% 70% 78% 76% 70% 68% 68% 68% TOTAL 3ºs 19% 16% 16% 15% 20% 15% 21% 18% Públ. 9% 14% 5% 9% 10% 17% 11% 14% Própr. 68% 66% 76% 73% 65% 63% 64% 63% Máquinas e Equipamentos 3ºs 21% 18% 18% 16% 23% 18% 24% 20% Públ. 11% 16% 6% 11% 12% 19% 12% 17% Própr. 82% 78% 84% 80% 83% 77% 78% 79% Inovação 3ºs 13% 12% 12% 13% 12% 10% 15% 11% Públ. 5% 10% 4% 7% 5% 13% 7% 10% Própr. 83% 81% 84% 80% 85% 81% 79% 80% P&D 3ºs 11% 10% 11% 13% 10% 8% 12% 11% Públ. 6% 9% 5% 7% 5% 11% 9% 9% Fonte: Pesquisa Ipsos-FIESP; Elaboração: Decomtec/FIESP
  16. 16. Estratégia por porte Principais estratégias por porte Objetivos Necessidades Limitantes Soluções Pequenas Aumentar o Carga Diminuição da Aquisição de faturamento tributária carga 51% máquinas e 41% 61% 57% e/ou elevada na tributária na rentabilidade equipamentos economia economia Estratégia de Diminuir os Melhoria de gestão 35% Aumentos da 35% Diminuição da aumento de 48% taxa de juros taxa de juros 36% custos SELIC SELIC Faturamento por Expandir a Falta ou Diminuição desenvolvimento de Desenvolvimento de limitação de das capacidade de 47% novos produtos 35% recursos 35% exigências 20% novos produtos. produção atual próprios bancárias Aumentar a Reformas e participação de 47% melhorias de 35% mercado instalações Médias 61% Carga Diminuição da Diminuir os tributária carga custos Melhoria de gestão 50% elevada na 69% tributária na 60% Diminuição de economia economia custos com Aquisição de 43% Aumentos da 37% Diminuição da Aumentar a 53% máquinas e taxa de juros taxa de juros 34% incremento de produtividade equipamentos SELIC SELIC gestão Aumentar a Inovação ou Baixa taxa de Estabilidade participação de 48% melhoria em 40% Crescimento 35% da taxa de 24% mercado processos da economia câmbio Grandes 59% 47% Carga Diminuição da Diminuição de Inovação ou Diminuir os tributária carga melhoria em 56% 49% custos com custos elevada na tributária na processos economia economia Aquisição de Baixa taxa de 39% Diminuição da inovação ou Aumentar a melhoria de 56% máquinas e 45% Crescimento taxa de juros 31% produtividade equipamentos da economia SELIC Aumentar a Restrições ao Aumento da processo participação de 46% Melhoria de gestão 43% crédito (ex. 38% taxa de cresc. 29% mercado custos) da economia Fonte: Pesquisa Ipsos-FIESP; Elaboração: Decomtec/FIESP
  17. 17. SETORES
  18. 18. Espera-se maior concentração dos investimentos por setor, a despeito de todos setores terem reduzido sua intenção de investir em 2009 0,0% Ed ição e Im p ressão B orracha e Variação dos Investimentos entre 2008 e 2009 Plasti co -10,0% M in. Não Móveis M aqu in as e Me talico s Pro du to s Eq uip am en to sto s Qu imi cos Ve iculo s Alim en to s e -20,0% Bebidas 61,9% do Investimento em 2009 -30,0% T extil M et. Basic a El etro nic os Açu car e Info rm ática Alco o l -40,0% Co uros Pa pel e Celu lo se 25,7% do Investimento em 2 009 = In v. em -50,0% 2009 Estr. Me tálica s M ade ira -60,0% -1,5% -1,0% -0,5% 0,0% 0,5% 1,0% 1,5% 2,0% 2,5% 3,0% Variação em p.p. da Participação dos Investimentos da Industria entre 2008 e 2009 (*) Não contém todos os setores, somente os que têm amo stra suficiente Fonte: Pesquisa Ipsos-FIESP; Elaboração: Decomtec/FIESP
  19. 19. Investimento em M&E por setor Investimento em Máquinas e Equipamentos por setor 2008 2009 ∆ Part. Setor % no total % Acum. % no total % Acum. (p.p.) Veículos 17,4% 17,4% 18,3% 18,3% 0,9% Alimentos e Bebidas 15,5% 32,9% 17,8% 36,1% 2,2% Produtos químicos 14,3% 47,2% 17,3% 53,3% 3,0% Metalurgia básica 10,9% 58,1% 9,0% 62,3% -1,9% Máq. e Equipamentos 6,7% 64,8% 6,1% 68,5% -0,6% Açúcar e Álcool 6,0% 70,8% 6,0% 74,5% 0,0% Borracha e Plástico 3,9% 74,7% 4,5% 79,0% 0,6% Eletrônicos / Informática 4,8% 79,6% 4,2% 83,3% -0,6% Minerais não-metálicos 3,3% 82,8% 3,6% 86,9% 0,3% Têxteis e Vestuário 4,1% 86,9% 3,3% 90,2% -0,8% Papel e celulose 4,4% 91,3% 3,3% 93,5% -1,1% Edição e impressão 2,1% 93,4% 2,3% 95,8% 0,2% Estruturas metálicas 3,4% 96,9% 2,2% 98,0% -1,3% Couros 1,4% 98,3% 0,8% 98,8% -0,6% Móveis 1,0% 99,3% 0,7% 99,5% -0,3% Madeira 0,7% 100,0% 0,5% 100,0% -0,2% Fonte: Pesquisa Ipsos-FIESP; Elaboração: Decomtec/FIESP
  20. 20. Investimento em Inovação por setor – Investimento em Inovação por setor 2008 2009 ∆ Part. Setor % no total % Acum. % no total % Acum. (p.p.) Veículos 22,1% 22,1% 21,2% 21,2% -0,9% Produtos químicos 12,9% 35,0% 13,9% 35,1% 1,0% Alimentos e Bebidas 13,7% 48,8% 13,5% 48,7% -0,2% Metalurgia básica 10,3% 59,1% 10,1% 58,7% -0,3% Máq. e Equipamentos 8,1% 67,2% 9,6% 68,3% 1,4% Açúcar e Álcool 7,8% 75,0% 7,3% 75,6% -0,5% Eletrônicos / Informática 4,1% 79,1% 4,7% 80,3% 0,6% Têxteis e Vestuário 3,1% 82,3% 3,9% 84,2% 0,8% Minerais não-metálicos 3,3% 85,5% 3,6% 87,8% 0,4% Borracha e Plástico 4,3% 89,8% 3,5% 91,3% -0,8% Edição e impressão 2,1% 91,9% 2,9% 94,2% 0,8% Couros 1,9% 93,8% 1,8% 96,0% 0,0% Móveis 1,2% 95,0% 1,8% 97,8% 0,5% Estruturas metálicas 2,1% 97,1% 1,3% 99,0% -0,9% Papel e celulose 2,0% 99,1% 0,7% 99,7% -1,3% Madeira 0,9% 100,0% 0,3% 100,0% -0,6% Fonte: Pesquisa Ipsos-FIESP; Elaboração: Decomtec/FIESP
  21. 21. Investimento em P&D por setor Investimento em P&D por setor 2008 2009 ∆ Part. Setor % no total % Acum. % no total % Acum. (p.p.) Produtos químicos 17,5% 17,5% 22,1% 22,1% 4,6% Veículos 16,2% 33,7% 13,4% 35,5% -2,7% Alimentos e Bebidas 14,2% 47,9% 12,5% 47,9% -1,7% Metalurgia básica 10,3% 58,2% 11,1% 59,0% 0,8% Máq. e Equipamentos 9,5% 67,6% 9,1% 68,2% -0,3% Açúcar e Álcool 8,0% 75,6% 8,8% 77,0% 0,9% Têxteis e Vestuário 5,1% 80,7% 6,0% 83,0% 0,8% Minerais não-metálicos 4,8% 85,5% 3,9% 86,9% -0,9% Borracha e Plástico 2,6% 88,1% 3,1% 89,9% 0,4% Estruturas metálicas 2,1% 90,2% 2,3% 92,2% 0,2% Eletrônicos / Informática 4,7% 94,9% 2,3% 94,5% -2,4% Papel e celulose 0,9% 95,8% 1,8% 96,3% 0,9% Couros 0,6% 96,4% 1,6% 97,9% 1,0% Móveis 1,6% 98,0% 1,1% 99,1% -0,5% Edição e impressão 1,7% 99,8% 0,7% 99,8% -1,0% Madeira 0,2% 100,0% 0,2% 100,0% 0,0% Fonte: Pesquisa Ipsos-FIESP; Elaboração: Decomtec/FIESP
  22. 22. Participação acumulada dos setores nos investimentos Setores Investimento Investimento Investimento (25%) M&E em P&D em Inovação Veículos Alimentos e Bebidas 62,30% 59% 58,70% Quimico Met Basica
  23. 23. Origem dos recursos por setor • Com exceção de veículos, que manterá a mesma estrutura de origem de recursos, podem ser identificados quatro agrupamentos: Crescimento por Crescimento por Crescimento por Crescimento só recursos públicos recursos públicos recursos próprios por próprios ou só e redução dos e privados e públicos por terceiros demais Estruturas Papel e Celulose Açúcar e Álcool Têxtil e Vestuário Metálicas Alimentos e Químico Metalurgia básica Madeira Bebidas Eletrônicos e irão aumentar os Investimentos em P&D e Inovação e Os setores Borrachas e Informática Plásticos aumentarão a demanda por recursos públicos, sobretudo nos recursos Minerais não da FINEP, das FAPs, dos fundos do MCT, bem como dos oriundos Couros metálicos programas para Inovação em produto, processo e gestão como Revitaliza do BNDES, e outros programas com fundos públicos que apóiem os investimentos em gestão.
  24. 24. Estratégias por setor - Objetivos 60% Alimentos e Produtos Bebidas Químicos Móveis Edição e 55% Papel e Impressão Celulose Plástico e 50% Estruturas Borracha Metálicas Metalurgia Têxteis e Básica Vestuário 45% Mercado Madeira Veículos Minerais Não- Eletrônicos / Metálicos 40% Informática Mercado Couros Máquinas e 35% Equipamentos Mercado + Efic. Produtiva 30% Eficiência Acúcar e Produtiva Álcool 25% 40% 45% 50% 55% 60% 65% Eficiência Produtiva
  25. 25. Estratégias por setor - Necessidades 60% Processo Móveis 55% GEstão Veículos Couros 50% Produto Edição e Impressão Máquinas e Têxteis e Equipamentos Processo 45% Vestuário Metalurgia Básica 40% Produtos Químicos Plástico e Borracha 35% Alimentos e Minerais Não- Bebidas Eletrônicos / Metálicos Informática 30% 25% 20% 25% 30% 35% 40% 45% Produto
  26. 26. Estratégias por setor • Com exceção do investimento em maquinário, a intenção dos setores se destaca conforme matriz: Tabela 13 – Matriz de Estratégia dos Setores Eficiência Produtiva Mercado Aumento de Aumento da Aumento do Redução de Custo Produtividade Participação Faturamento Metalurgia básica Veículos Móveis Processo Máq./Equipamentos Têxtil e Vestuário Veículos Edição/Impressão Edição/Impressão Máq./Equipamentos Inovações e melhorias Minerais não metálicos Veículos Máq./Equipamentos Gestão Máq./Equipamentos Veículos Alimentos e Móveis Alim. e bebidas bebidas Couros Borracha e Plástico Veículos Eletrônicos / Produto Couros Químicos Informática Máq./Equipamentos Fonte: Pesquisa Ipsos-FIESP; Elaboração: Decomtec/FIESP • Os setores de Açúcar e Álcool, Estruturas metálicas, Papel e Celulose e Madeira apresentaram- se com intenção de investir quase exclusivamente em Máquinas e Equipamentos
  27. 27. Fatores que contribuiriam para o aumento do investimento • Contribuiria para a ampliação do investimento (além da redução da carga e SELIC) os seguintes fatores: Tabela 15 – Fatores que contribuiriam para os Investimentos Aumento da Estabilidade da Diminuição das taxa de Aumento do nível taxa de câmbio exigências bancárias crescimento de Crédito para o do Real sobre o para a contratação de da economia consumidor Dólar Empréstimos (PIB) Plástico e Alimentos e Açúcar e Álcool Madeira Borracha Bebidas Eletrônicos / Minerais Não- Couros Móveis Informática Metálicos Edição e Máquinas e Estruturas Metálicas Veículos Impressão Equipamentos Produtos Metalurgia Têxteis e Vestuário Químicos Básica Papel e Celulose Fonte: Pesquisa Ipsos-FIESP; Elaboração: Decomtec/FIESP
  28. 28. Propostas Desoneração Fiscal para: – bens de capital, máquinas, equipamentos e outros bens incorporados ao ativo imobilizado para utilização na produção de bens destinados à venda ou na prestação de serviços; – obras civis, edificações e benfeitorias em imóveis próprios ou de terceiros, utilizados nas atividades da empresa; – investimento em capacitação, treinamento e aperfeiçoamento gerencial, técnico e de apoio operacional e melhoria da gestão empresarial; – investimentos em infra-estrutura, tais como eletricidade, comunicações, transportes urbanos e saneamento. Os incentivos deverão ser: – redução a 0% do IPI; – depreciação integral no próprio ano de aquisição p/ PJ tributada pelo lucro real; – exclusão do lucro líquido, para efeito da apuração do lucro real e da base de cálculo da CSLL; – crédito integral ou presumido de PIS/PASEP e COFINS; – abatimento, do faturamento mensal, de até 25% dos gastos nos investimentos, para apuração da base de cálculo do IRPJ e da CSLL, para as pessoas jurídicas tributadas com base no lucro presumido; – isenção de até 100% do IPI incidente sobre produtos inovativos.
  29. 29. Propostas Investimentos em FBKF e Gestão: – Para aumentar o acesso ao crédito: • operacionalizar mecanismos de garantias; • reduzir assimetria de informação no mercado de crédito; • reduzir a burocracia no mercado de crédito •Proposta DECOMTEC ao BNDES para – Para aumentar a oferta de crédito: efetivo funcionamento do FGPC • incentivar bancos a operarem com linhas de crédito direcionado; • aumentar a capilaridade do sistema financeiro ao investimento; • monitorar e garantir a aplicação das linhas de financiamento ao investimento do FAT que são operadas pelos bancos públicos; • estruturar sistema de informações que monitore e informe quais os bancos mais ativos nas operações de crédito para o investimento. – Reestruturação / Desenvolvimento de produtos de financiamento ao investimento; – Divulgação de linhas e capacitação da indústria •Manual de Instrumentos da PDP.
  30. 30. Propostas Investimentos em inovação e P&D – Desoneração e incentivos fiscais: • Não restringir a Lei do Bem à empresas que declarem lucro real; • Permitir o uso de créditos acumulados em atividade de P&D • Minimizar a insegurança jurídica •GT de Inovação (Reunião SRF) – Oferta de crédito: • 50% da subvenção econômica do FNDCT p/ MPMEs • Garantir a disponibilidade de recursos às MPMEs, na forma de fluxo contínuo, atendendo a todos os setores da indústria; • Definir uma estrutura de funding permanente para a FINEP; • Ampliar recursos para equalização de juros via Fundos Setoriais; • Utilizar ativos intangíveis como garantias nos financiamentos a P&D; • Promover o aumento da capilaridade das agências; • Simplificar documentos necessários ao financiamento, por faixas de valores. – Desenvolvimento / Reestruturação de produtos de financiamento ao investimento •Projeto de Capacitação de Agentes Gestores de Inovação – Piloto em Americana. – Divulgação de linhas e capacitação da indústria. •Palestra Regionais de Divulgação dos Instrumentos da Inovação •Manual de Instrumentos da PDP.
  31. 31. Propostas Agenda para São Paulo – Agilizar a operacionalização da Nossa Caixa Desenvolvimento priorizando: • Financiamento a Capital fixo e Capital de Giro à ampliação e modernização de empresas paulistas ou que queiram investir no estado; • Financiamento de projetos estruturantes; •Proposta realizada pelo DECOMTEC em Seminário • Destinação de parcela de recursos ao financiamento das MPMEs; realizado em Abril/07 • Equalização das taxas de juros dos empréstimos que vier a oferecer; • Agilizar a disponibilidade e ampliar a oferta de recursos do FDA estadual. – Desoneração de investimentos • Aplicar as medidas de diferimento na aquisição de máquinas e equipamentos , para todos os setores da indústria paulista – Desenvolvimento Tecnológico •Proposta baseada em estudo • Operacionalizar e ampliar recursos do FUNCET; realizado pelo DECOMTEC • Incluir na Lei Paulista de Inovação, a desoneração de ICMS para empresas que realizem projetos de desenvolvimento tecnológico; • Simplificar os procedimentos de financiamento da Fapesp, incluindo a inovação incremental.

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