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Pesquisa FIESP sobre a Intenção de Investimento 2009: O Impacto da Crise
 

Pesquisa FIESP sobre a Intenção de Investimento 2009: O Impacto da Crise

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Pesquisa FIESP sobre a Intenção de
Investimento 2009: O Impacto da Crise

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    Pesquisa FIESP sobre a Intenção de Investimento 2009: O Impacto da Crise Pesquisa FIESP sobre a Intenção de Investimento 2009: O Impacto da Crise Presentation Transcript

    • Departamento de Competitividade e Tecnologia Pesquisa FIESP sobre a Intenção de Investimento 2009: O Impacto da Crise Maio de 2009
    • Apresentação Para verificar qual o impacto da crise, que modificou a tendência de crescimento da economia brasileira, a FIESP realizou uma pesquisa, junto com a Ipsos, com 1.204 empresas entre os dias 26 de novembro e 23 de dezembro sobre os investimentos realizados em 2008 e a intenção de investir em 2009.
    • Redução do Investimento % Empresas que não irão realizar % do Faturamento Investido investimentos 5,80% 25% 6,00% 4,50% 25% 5,00% 20% 11% 4,00% 15% 3,00% 10% 2,00% 5% 1,00% 0% 0,00% 2008 2009 2008 2009 Investimentos Planejados (R$ bilh) R$ 102,50 R$ 120,00 R$ 81,10 R$ 100,00 R$ 80,00 R$ 60,00 R$ 40,00 R$ 20,00 R$ 0,00 2008 2009
    • Destino dos Recursos •Existe uma maior sensibilidade dos Investimentos em M&E ao desaquecimento econômico, que reduz a produção e eleva a ociosidade da indústria, desincentivando a ampliação da oferta 120,0 - 20,9% 102,5 •Foco das empresas é na eficiência produtiva. 100,0 R$ 21,4 bi a menos 81,1 •Investimento em P&D é de longo prazo, ou seja, uma - 20,5 bi: maq/eq 80,0 garantia de ampliação de mercado no futuro. Um dos - 0,4 bi: inovação - 0,6 bi: P&D aprendizados que fica74,8 o fim das crises econômicas é com justamente a necessidade de investir durante os tempos 60,0 (73%) -37,75% 54,3 Máquinas e Equipamentos mais difíceis como estratégia de competição a ser (67%) enfrentada quando a economia se recuperar. 40,0 20,0 17,4 Inovação (gestão, produto e -2,3% 17,0 processo) (17%) (21%) 10,3 9,7 Pesquisa e -6,1% (10%) (12%) Desenvolvimento 0,0 2008 2009 Relativamente haverá menor queda nos Fonte: Pesquisa Ipsos-FIESP; Elaboração: Decomtec/FIESP investimentos em P&D e Inovação do que em M&E.
    • Meta da PDP de FBKF/PIB 22,0 Havia Meta da PDP superado a 21,0% meta da PDP 19,8% 20,0 em 2008 Expectativa 18,0 18,2% 16,0 2007 2008 2009 2010 • Haverá comprometimento da meta de investimento da PDP: A FBKF deve cair pelo menos 0,8 p. p. em 2009 decorrente da redução do investimento em Máq. e Equip. • Só com a queda dos investimentos em M&E poderá ocorrer em três anos queda de 1,5 milh de postos de trabalho
    • Meta da PDP para inv. privado em P&D/PIB Mesmo com queda 0,65 menor de P&D e Meta da PDP 0,65% Inovação, ainda assim (R$ 20,4 bi) o valor de 0,60 investimento é baixo 0,60% (R$ 17,9 bi) 0,55 0,50 Expectativa 0,49% (R$ 14,3 bi) 0,45 2005 2008 2009 2010 • Haverá comprometimento também da meta de P&D: o investimento privado deve cair para 0,49%, retornando aos níveis de 2003, pior resultado da década.
    • Origem dos recursos Origem dos Recursos investidos (R$ bilhões) Próprios Privados Públicos 2008 2009 2008 2009 2008 2009 Máquinas e 50,0 35,8 16,5 9,8 8,2 8,7 Equipamentos (68%) (66%) (22%) (18%) (11%) (16%) Inovação (gestão, 14,3 13,3 2,3 2,0 0,9 1,7 produto e processo) (82%) (78%) (13%) (12%) (5%) (10%) Pesquisa e 8,5 7,9 1,1 1,0 0,6 0,9 Desenvolvimento (83%) (81%) (11%) (10%) (6%) (9%) 72,9 57,0 19,5 12,8 9,7 11,3 Total (71,3%) (70,3%) (19,2%) (15,8%) (9,4%) (13,9%) Fonte: Pesquisa Ipsos-FIESP; Elaboração: Decomtec/FIESP O orçamento do BNDES tem condições de suprir essa demanda, dado que o banco deve aumentar a oferta de recursos que já foi alta (desembolsou cerca de R$ 30 bilhões para indústria de transformação em 2008 direta e indiretamente); Porém os principais aumentos proporcionais de demandas por recursos públicos foram em inovação e P&D, pressionando o setor público a ampliar linhas como as FINEP e de programas como o Revitaliza do BNDES.
    • Objetivos dos Investimentos Objetivos dos Investimentos (resposta múltipla) Eficiência Produtiva Diminuir os custos 57% Aumentar a produtividade 52% Aumentar a participação de mercado 47% Mercado Aumentar o faturamento e/ou rentabilidade 47% Expandir a capacidade de produção atual 39% Adequar produtos para enfrentar a 31% concorrência nacional e internacional Adequar produtos para exportar 13% NS/NR 3% Fonte: Pesquisa Ipsos-FIESP; Elaboração: Decomtec/FIESP
    • Necessidade do Investimento Necessidades dos Investimentos (resposta múltipla) Eficiência Produtiva Melhoria de gestão 44% Aquisição de máquinas e equipamentos 43% Inovação e melhoria de processos 38% Substituição de máq. e eq. obsoletos 35% Desenvolvimento de novos produtos 31% Mercado Inovação ou melhoria em produtos 30% Reformas e melhorias de instalações 30% Aumentar a planta industrial 22% Fusão ou aquisição de outra empresa 4% NS/NR 7% Fonte: Pesquisa Ipsos-FIESP; Elaboração: Decomtec/FIESP
    • Estratégias das Empresas Eficiência Mercado Produtiva Diminuir Aumentar Aumentar Produtividade Custos Share Faturamento Aquisição de Inovação Inovação Máquinas e em Gestão em Substituição/ Processo Produto Modernização • No geral a indústria procurará em 2009 incrementar mais fatores voltados para eficiência produtiva.
    • Obstáculos ao investimento • A carga tributária e a taxa SELIC, porém, ainda se mantém como maior empecilho para os investimentos da indústria nacional; se a carga brasileira fosse igual à chinesa, o investimento poderia dobrar Gráfico 8 – Limitantes ao investimento (resposta múltipla) Carga tributária elevada na economia 64% Aumentos da taxa de juros SELIC 36% Baixa taxa de Crescimento da economia 34% Restrições ao crédito (ex. custos) 28% Instabilidade cambial 27% Falta ou limitação de recursos próprios 27% Espectativa de baixo retorno 24% Perda de mercados para importados 15% Produção com ociosidade elevada 9% Acesso a Produtos Financeiros 9% Infra-Estrutura adequada 5% NS/NR 6% Fonte: Pesquisa Ipsos-FIESP; Elaboração: Decomtec/FIESP
    • PORTE
    • Investimento por porte Investimento / Faturamento (% e R$) -26.6% -22.4% -31.0% -11.1% 6,4 5,8 5,8 5,4 4,8 4,7 4,5 4,0 TOTAL Pequenas Médias Grandes 2008 102,5 bilhões 5,8 7,6 5,4 bilhões 14,15,8 bilhões 80,86,4 bilhões 2009 81,14,5 bilhões 7,3 4,8 bilhões 10,44,0 bilhões 63,44,7 bilhões Fonte: Pesquisa Ipsos-FIESP; Elaboração: Decomtec/FIESP • As médias, por não terem programas específicos (como as pequenas) e poder de mercado (como as grandes), serão as que mais reduzirão sua intenção de investir.
    • Destinos dos Investimentos por porte Destino dos Investimentos por porte TOTAL Pequenas Médias Grandes 2008 2009 2008 2009 2008 2009 2008 2009 Máquinas e 73% 67% 71% 62% 74% 67% 73% 71% Equipamentos Inovação (gestão, 17% 21% 19% 26% 17% 19% 17% 19% produto e processo) Pesquisa e 10% 12% 10% 12% 9% 14% 10% 10% Desenvolvimento Fonte: Pesquisa Ipsos-FIESP; Elaboração: Decomtec/FIESP •Haverá redução de investimentos em M&E em todos os portes •Os principais aumentos de investimentos são: Pequenas = Inovação Médias = P&D
    • Origem dos Investimentos por porte Origem dos recursos por porte TOTAL Pequenas Médias Grandes 2008 2009 2008 2009 2008 2009 2008 2009 Própr. 72% 70% 78% 76% 70% 68% 68% 68% TOTAL 3ºs 19% 16% 16% 15% 20% 15% 21% 18% Públ. 9% 14% 5% 9% 10% 17% 11% 14% Própr. 68% 66% 76% 73% 65% 63% 64% 63% Máquinas e Equipamentos 3ºs 21% 18% 18% 16% 23% 18% 24% 20% Públ. 11% 16% 6% 11% 12% 19% 12% 17% Própr. 82% 78% 84% 80% 83% 77% 78% 79% Inovação 3ºs 13% 12% 12% 13% 12% 10% 15% 11% Públ. 5% 10% 4% 7% 5% 13% 7% 10% Própr. 83% 81% 84% 80% 85% 81% 79% 80% P&D 3ºs 11% 10% 11% 13% 10% 8% 12% 11% Públ. 6% 9% 5% 7% 5% 11% 9% 9% Fonte: Pesquisa Ipsos-FIESP; Elaboração: Decomtec/FIESP
    • Estratégia por porte Principais estratégias por porte Objetivos Necessidades Limitantes Soluções Pequenas Aumentar o Carga Diminuição da Aquisição de faturamento tributária carga 51% máquinas e 41% 61% 57% e/ou elevada na tributária na rentabilidade equipamentos economia economia Estratégia de Diminuir os Melhoria de gestão 35% Aumentos da 35% Diminuição da aumento de 48% taxa de juros taxa de juros 36% custos SELIC SELIC Faturamento por Expandir a Falta ou Diminuição desenvolvimento de Desenvolvimento de limitação de das capacidade de 47% novos produtos 35% recursos 35% exigências 20% novos produtos. produção atual próprios bancárias Aumentar a Reformas e participação de 47% melhorias de 35% mercado instalações Médias 61% Carga Diminuição da Diminuir os tributária carga custos Melhoria de gestão 50% elevada na 69% tributária na 60% Diminuição de economia economia custos com Aquisição de 43% Aumentos da 37% Diminuição da Aumentar a 53% máquinas e taxa de juros taxa de juros 34% incremento de produtividade equipamentos SELIC SELIC gestão Aumentar a Inovação ou Baixa taxa de Estabilidade participação de 48% melhoria em 40% Crescimento 35% da taxa de 24% mercado processos da economia câmbio Grandes 59% 47% Carga Diminuição da Diminuição de Inovação ou Diminuir os tributária carga melhoria em 56% 49% custos com custos elevada na tributária na processos economia economia Aquisição de Baixa taxa de 39% Diminuição da inovação ou Aumentar a melhoria de 56% máquinas e 45% Crescimento taxa de juros 31% produtividade equipamentos da economia SELIC Aumentar a Restrições ao Aumento da processo participação de 46% Melhoria de gestão 43% crédito (ex. 38% taxa de cresc. 29% mercado custos) da economia Fonte: Pesquisa Ipsos-FIESP; Elaboração: Decomtec/FIESP
    • SETORES
    • Espera-se maior concentração dos investimentos por setor, a despeito de todos setores terem reduzido sua intenção de investir em 2009 0,0% Ed ição e Im p ressão B orracha e Variação dos Investimentos entre 2008 e 2009 Plasti co -10,0% M in. Não Móveis M aqu in as e Me talico s Pro du to s Eq uip am en to sto s Qu imi cos Ve iculo s Alim en to s e -20,0% Bebidas 61,9% do Investimento em 2009 -30,0% T extil M et. Basic a El etro nic os Açu car e Info rm ática Alco o l -40,0% Co uros Pa pel e Celu lo se 25,7% do Investimento em 2 009 = In v. em -50,0% 2009 Estr. Me tálica s M ade ira -60,0% -1,5% -1,0% -0,5% 0,0% 0,5% 1,0% 1,5% 2,0% 2,5% 3,0% Variação em p.p. da Participação dos Investimentos da Industria entre 2008 e 2009 (*) Não contém todos os setores, somente os que têm amo stra suficiente Fonte: Pesquisa Ipsos-FIESP; Elaboração: Decomtec/FIESP
    • Investimento em M&E por setor Investimento em Máquinas e Equipamentos por setor 2008 2009 ∆ Part. Setor % no total % Acum. % no total % Acum. (p.p.) Veículos 17,4% 17,4% 18,3% 18,3% 0,9% Alimentos e Bebidas 15,5% 32,9% 17,8% 36,1% 2,2% Produtos químicos 14,3% 47,2% 17,3% 53,3% 3,0% Metalurgia básica 10,9% 58,1% 9,0% 62,3% -1,9% Máq. e Equipamentos 6,7% 64,8% 6,1% 68,5% -0,6% Açúcar e Álcool 6,0% 70,8% 6,0% 74,5% 0,0% Borracha e Plástico 3,9% 74,7% 4,5% 79,0% 0,6% Eletrônicos / Informática 4,8% 79,6% 4,2% 83,3% -0,6% Minerais não-metálicos 3,3% 82,8% 3,6% 86,9% 0,3% Têxteis e Vestuário 4,1% 86,9% 3,3% 90,2% -0,8% Papel e celulose 4,4% 91,3% 3,3% 93,5% -1,1% Edição e impressão 2,1% 93,4% 2,3% 95,8% 0,2% Estruturas metálicas 3,4% 96,9% 2,2% 98,0% -1,3% Couros 1,4% 98,3% 0,8% 98,8% -0,6% Móveis 1,0% 99,3% 0,7% 99,5% -0,3% Madeira 0,7% 100,0% 0,5% 100,0% -0,2% Fonte: Pesquisa Ipsos-FIESP; Elaboração: Decomtec/FIESP
    • Investimento em Inovação por setor – Investimento em Inovação por setor 2008 2009 ∆ Part. Setor % no total % Acum. % no total % Acum. (p.p.) Veículos 22,1% 22,1% 21,2% 21,2% -0,9% Produtos químicos 12,9% 35,0% 13,9% 35,1% 1,0% Alimentos e Bebidas 13,7% 48,8% 13,5% 48,7% -0,2% Metalurgia básica 10,3% 59,1% 10,1% 58,7% -0,3% Máq. e Equipamentos 8,1% 67,2% 9,6% 68,3% 1,4% Açúcar e Álcool 7,8% 75,0% 7,3% 75,6% -0,5% Eletrônicos / Informática 4,1% 79,1% 4,7% 80,3% 0,6% Têxteis e Vestuário 3,1% 82,3% 3,9% 84,2% 0,8% Minerais não-metálicos 3,3% 85,5% 3,6% 87,8% 0,4% Borracha e Plástico 4,3% 89,8% 3,5% 91,3% -0,8% Edição e impressão 2,1% 91,9% 2,9% 94,2% 0,8% Couros 1,9% 93,8% 1,8% 96,0% 0,0% Móveis 1,2% 95,0% 1,8% 97,8% 0,5% Estruturas metálicas 2,1% 97,1% 1,3% 99,0% -0,9% Papel e celulose 2,0% 99,1% 0,7% 99,7% -1,3% Madeira 0,9% 100,0% 0,3% 100,0% -0,6% Fonte: Pesquisa Ipsos-FIESP; Elaboração: Decomtec/FIESP
    • Investimento em P&D por setor Investimento em P&D por setor 2008 2009 ∆ Part. Setor % no total % Acum. % no total % Acum. (p.p.) Produtos químicos 17,5% 17,5% 22,1% 22,1% 4,6% Veículos 16,2% 33,7% 13,4% 35,5% -2,7% Alimentos e Bebidas 14,2% 47,9% 12,5% 47,9% -1,7% Metalurgia básica 10,3% 58,2% 11,1% 59,0% 0,8% Máq. e Equipamentos 9,5% 67,6% 9,1% 68,2% -0,3% Açúcar e Álcool 8,0% 75,6% 8,8% 77,0% 0,9% Têxteis e Vestuário 5,1% 80,7% 6,0% 83,0% 0,8% Minerais não-metálicos 4,8% 85,5% 3,9% 86,9% -0,9% Borracha e Plástico 2,6% 88,1% 3,1% 89,9% 0,4% Estruturas metálicas 2,1% 90,2% 2,3% 92,2% 0,2% Eletrônicos / Informática 4,7% 94,9% 2,3% 94,5% -2,4% Papel e celulose 0,9% 95,8% 1,8% 96,3% 0,9% Couros 0,6% 96,4% 1,6% 97,9% 1,0% Móveis 1,6% 98,0% 1,1% 99,1% -0,5% Edição e impressão 1,7% 99,8% 0,7% 99,8% -1,0% Madeira 0,2% 100,0% 0,2% 100,0% 0,0% Fonte: Pesquisa Ipsos-FIESP; Elaboração: Decomtec/FIESP
    • Participação acumulada dos setores nos investimentos Setores Investimento Investimento Investimento (25%) M&E em P&D em Inovação Veículos Alimentos e Bebidas 62,30% 59% 58,70% Quimico Met Basica
    • Origem dos recursos por setor • Com exceção de veículos, que manterá a mesma estrutura de origem de recursos, podem ser identificados quatro agrupamentos: Crescimento por Crescimento por Crescimento por Crescimento só recursos públicos recursos públicos recursos próprios por próprios ou só e redução dos e privados e públicos por terceiros demais Estruturas Papel e Celulose Açúcar e Álcool Têxtil e Vestuário Metálicas Alimentos e Químico Metalurgia básica Madeira Bebidas Eletrônicos e irão aumentar os Investimentos em P&D e Inovação e Os setores Borrachas e Informática Plásticos aumentarão a demanda por recursos públicos, sobretudo nos recursos Minerais não da FINEP, das FAPs, dos fundos do MCT, bem como dos oriundos Couros metálicos programas para Inovação em produto, processo e gestão como Revitaliza do BNDES, e outros programas com fundos públicos que apóiem os investimentos em gestão.
    • Estratégias por setor - Objetivos 60% Alimentos e Produtos Bebidas Químicos Móveis Edição e 55% Papel e Impressão Celulose Plástico e 50% Estruturas Borracha Metálicas Metalurgia Têxteis e Básica Vestuário 45% Mercado Madeira Veículos Minerais Não- Eletrônicos / Metálicos 40% Informática Mercado Couros Máquinas e 35% Equipamentos Mercado + Efic. Produtiva 30% Eficiência Acúcar e Produtiva Álcool 25% 40% 45% 50% 55% 60% 65% Eficiência Produtiva
    • Estratégias por setor - Necessidades 60% Processo Móveis 55% GEstão Veículos Couros 50% Produto Edição e Impressão Máquinas e Têxteis e Equipamentos Processo 45% Vestuário Metalurgia Básica 40% Produtos Químicos Plástico e Borracha 35% Alimentos e Minerais Não- Bebidas Eletrônicos / Metálicos Informática 30% 25% 20% 25% 30% 35% 40% 45% Produto
    • Estratégias por setor • Com exceção do investimento em maquinário, a intenção dos setores se destaca conforme matriz: Tabela 13 – Matriz de Estratégia dos Setores Eficiência Produtiva Mercado Aumento de Aumento da Aumento do Redução de Custo Produtividade Participação Faturamento Metalurgia básica Veículos Móveis Processo Máq./Equipamentos Têxtil e Vestuário Veículos Edição/Impressão Edição/Impressão Máq./Equipamentos Inovações e melhorias Minerais não metálicos Veículos Máq./Equipamentos Gestão Máq./Equipamentos Veículos Alimentos e Móveis Alim. e bebidas bebidas Couros Borracha e Plástico Veículos Eletrônicos / Produto Couros Químicos Informática Máq./Equipamentos Fonte: Pesquisa Ipsos-FIESP; Elaboração: Decomtec/FIESP • Os setores de Açúcar e Álcool, Estruturas metálicas, Papel e Celulose e Madeira apresentaram- se com intenção de investir quase exclusivamente em Máquinas e Equipamentos
    • Fatores que contribuiriam para o aumento do investimento • Contribuiria para a ampliação do investimento (além da redução da carga e SELIC) os seguintes fatores: Tabela 15 – Fatores que contribuiriam para os Investimentos Aumento da Estabilidade da Diminuição das taxa de Aumento do nível taxa de câmbio exigências bancárias crescimento de Crédito para o do Real sobre o para a contratação de da economia consumidor Dólar Empréstimos (PIB) Plástico e Alimentos e Açúcar e Álcool Madeira Borracha Bebidas Eletrônicos / Minerais Não- Couros Móveis Informática Metálicos Edição e Máquinas e Estruturas Metálicas Veículos Impressão Equipamentos Produtos Metalurgia Têxteis e Vestuário Químicos Básica Papel e Celulose Fonte: Pesquisa Ipsos-FIESP; Elaboração: Decomtec/FIESP
    • Propostas Desoneração Fiscal para: – bens de capital, máquinas, equipamentos e outros bens incorporados ao ativo imobilizado para utilização na produção de bens destinados à venda ou na prestação de serviços; – obras civis, edificações e benfeitorias em imóveis próprios ou de terceiros, utilizados nas atividades da empresa; – investimento em capacitação, treinamento e aperfeiçoamento gerencial, técnico e de apoio operacional e melhoria da gestão empresarial; – investimentos em infra-estrutura, tais como eletricidade, comunicações, transportes urbanos e saneamento. Os incentivos deverão ser: – redução a 0% do IPI; – depreciação integral no próprio ano de aquisição p/ PJ tributada pelo lucro real; – exclusão do lucro líquido, para efeito da apuração do lucro real e da base de cálculo da CSLL; – crédito integral ou presumido de PIS/PASEP e COFINS; – abatimento, do faturamento mensal, de até 25% dos gastos nos investimentos, para apuração da base de cálculo do IRPJ e da CSLL, para as pessoas jurídicas tributadas com base no lucro presumido; – isenção de até 100% do IPI incidente sobre produtos inovativos.
    • Propostas Investimentos em FBKF e Gestão: – Para aumentar o acesso ao crédito: • operacionalizar mecanismos de garantias; • reduzir assimetria de informação no mercado de crédito; • reduzir a burocracia no mercado de crédito •Proposta DECOMTEC ao BNDES para – Para aumentar a oferta de crédito: efetivo funcionamento do FGPC • incentivar bancos a operarem com linhas de crédito direcionado; • aumentar a capilaridade do sistema financeiro ao investimento; • monitorar e garantir a aplicação das linhas de financiamento ao investimento do FAT que são operadas pelos bancos públicos; • estruturar sistema de informações que monitore e informe quais os bancos mais ativos nas operações de crédito para o investimento. – Reestruturação / Desenvolvimento de produtos de financiamento ao investimento; – Divulgação de linhas e capacitação da indústria •Manual de Instrumentos da PDP.
    • Propostas Investimentos em inovação e P&D – Desoneração e incentivos fiscais: • Não restringir a Lei do Bem à empresas que declarem lucro real; • Permitir o uso de créditos acumulados em atividade de P&D • Minimizar a insegurança jurídica •GT de Inovação (Reunião SRF) – Oferta de crédito: • 50% da subvenção econômica do FNDCT p/ MPMEs • Garantir a disponibilidade de recursos às MPMEs, na forma de fluxo contínuo, atendendo a todos os setores da indústria; • Definir uma estrutura de funding permanente para a FINEP; • Ampliar recursos para equalização de juros via Fundos Setoriais; • Utilizar ativos intangíveis como garantias nos financiamentos a P&D; • Promover o aumento da capilaridade das agências; • Simplificar documentos necessários ao financiamento, por faixas de valores. – Desenvolvimento / Reestruturação de produtos de financiamento ao investimento •Projeto de Capacitação de Agentes Gestores de Inovação – Piloto em Americana. – Divulgação de linhas e capacitação da indústria. •Palestra Regionais de Divulgação dos Instrumentos da Inovação •Manual de Instrumentos da PDP.
    • Propostas Agenda para São Paulo – Agilizar a operacionalização da Nossa Caixa Desenvolvimento priorizando: • Financiamento a Capital fixo e Capital de Giro à ampliação e modernização de empresas paulistas ou que queiram investir no estado; • Financiamento de projetos estruturantes; •Proposta realizada pelo DECOMTEC em Seminário • Destinação de parcela de recursos ao financiamento das MPMEs; realizado em Abril/07 • Equalização das taxas de juros dos empréstimos que vier a oferecer; • Agilizar a disponibilidade e ampliar a oferta de recursos do FDA estadual. – Desoneração de investimentos • Aplicar as medidas de diferimento na aquisição de máquinas e equipamentos , para todos os setores da indústria paulista – Desenvolvimento Tecnológico •Proposta baseada em estudo • Operacionalizar e ampliar recursos do FUNCET; realizado pelo DECOMTEC • Incluir na Lei Paulista de Inovação, a desoneração de ICMS para empresas que realizem projetos de desenvolvimento tecnológico; • Simplificar os procedimentos de financiamento da Fapesp, incluindo a inovação incremental.