2013 panorama da energia nuclear -edição novembro ELETRONUCLEAR

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2013 panorama da energia nuclear -edição novembro ELETRONUCLEAR

  1. 1. Panoram da Ene ma ergia Nucl lear n Mu no undo Ohi 3-4 – PWR 2.360 M - Japão 4 MW E Edição o Nove embro o 2013 3 Vogtle 3 – AP1.000 M - USA (em c e MW construção) Flamanville 3 EPR 1.600 MW –França 3- Surry 1 PWR 1.780 M 1-2 MW - USA GP PL.G – Gerê ência de Plan nejamento E Estratégico Hanul 1-6 - PWR 6.1 MW - Coreia do Sul l 157 Pan norama da E Energia Nuc clear – Nove embro 2013 1
  2. 2. C Conteú údo I – II III IV - Introd dução pag 3 g. Destaq ques - pa 4 ag. Geraçã Nuclea Mundi - pag. 11 ão ar ial Distribu uição dos reator - pag 13 s res g. Situaçã da ene ão ergia nuc clear em alguns países /regiões m  Amér ricas -- p pag. 15  Europ -- pag 29 pa g.  Áfric / Orien Médio / Países Árabes Africanos-- pag.65 ca nte  Ásia -- pag. 7 73  Austr rália – pag 92 g. Acordos Comercia e de Coopera ais ação Nuc clear - pag.93 V – Alguns A te VI - Ambient e sociedade - pag.105 Combustí ível VII – C  Urânio - p pag.109  Tó ório - pag.113 VIII - C Combustível Irra adiado  Comb bustível Ir rradiado – pag. 114 4  Radia ação – pag 116 g.  Resíd duos nucleares e Re ejeitos rad dioativos – pag. 120 IX - P Prolifera ação e Riscos par a Seg ra gurança - pag.123 3 X - A Algumas Aplicaçõ Nucle ões eares - pag.126 XI – D Descomis ssionamento pag.1 131 XII – C Conclusõe - pag.133 ões XIII - P Principais Fontes de Info s ormação - pag. 1 136 Not Comen ta: ntários ser rão bem v vindos e podem ser encaminh hados a: Rut Soares Alves - r th rtalves@ele etronuclear r.gov.br Tel. +55 21 2588 786 61 Per rmitida a r reproduçã total ou parcial c ão u com a dev vida indica ação dos c créditos. GPL.G – Gerênc de Plane cia ejamento Estratégico Panor rama da Energia Nucle – Novem ear mbro 2013 2
  3. 3. In ntroduç ção É prováve que o ac el cidente de Fukushima Daiiche em março de 2011 seja um marco para o fim do m e a o m isolament de Indús to stria Nuclea no mund que ago mais q ar do ora que nunca precisa que seus líde e eres mundiais se foquem nas lições a aprendidas com este te errível episó ódio. As soluçõ ões até ago propost ora tas requere erão a milhõ ões de dólares em investimentos em todos os s s países co tecnolog nuclear, mas como resultado a seguranç será mu aumenta om gia , o ça uito ada e levar a rá geração d mais em de mpregos também. Nov vos projetos serão ain s nda mais acurados de evido às no ovas restrições para suportar eventos extremos que foram a s s adicionados às bases d projeto. s de do Agência Int ternacional de Energia (IEA) em seu relató a m ório anual “World Ene ergy De acord com a A Outlook 2 2012, a ene ergia nuclea poderia c ar crescer em 58% até 2 m 2035, mas a participaç ção nuclear no r total gera ado cairia dos atuais 13% para 12 2%, princip palmente de evido as rev visões efetu uadas em s seus planejame entos energ géticos dev vido ao acidente japo onês de Fu ukushima D Daiichi. O c crescimento da o capacidad projetada ainda con de a ntinuará, sen liderado pela China Coréia do Sul, Índia e Rússia. ndo o a, o O suporte da socied e dade à tecn nologia nuc clear é indis spensável p para o seu sucesso e para que isto ocorra é f fundamenta uma com al municação a adequada, p precisa e op portuna de f forma a cria as bases da ar s confiança do público em geral e em espe a o ecial dos qu por ventura possam vir a ser afetados pe ue m elas operaçõe das emp es presas nucle eares. Não tem sido este o com o mportamento dos participantes de o este t mercado. Numa épo oca em que a internet é disponível 24horas por dia e praticam e s em mente todos os s países, a empresas precisam repensar c as s como comunicam o ev vento de um acidente, dispondo-s a m se ouvir dúv vidas e a re esponder to odas as que estões colocadas com abertura e transparên ncia. É prec ciso trabalhar muito e tre einar seus c comunicado ores mais a ainda porque os questi ionamentos serão sem s mpre novos. O descom missioname ento das centrais em fim de vid útil nos próximos anos requ da s uererá gran ndes investime entos e dis sponibilidad de recu de ursos huma anos espec cializados h hoje não d disponíveis no mercado. O mesmo pode ser dito quanto a implemen ntação de um solução definitiva p ma o para os reje eitos radioativo em geral e em espec os de alta atividade os cial e. Atualmen em torno de 150.000 pessoas trabalham com nucle e desta aproxima nte o s m ear as adamente 3 38% estão se preparando para a apo o osentadoria em até 5 a a anos. A rep posição desta mão de o obra altame ente zada requer políticas próprias em cada país, com criação de cursos em univers r o s sidades que só e especializ atrairão a alunos se houver persp pectivas de empregos no futuro. Há ainda a áreas de pesquisa que e as e demanda arão grande contingente e. nder a uma economia descarbon a nizada, com propõe a ONU para lidar com as mudan mo a m nças Para aten climáticas a geração nuclear se coloca com tecnolog provada e disponív para con s, o e mo gia a vel ntribuir a cus stos baixos de operação e por longo tempo po central para o mix q e or que as matrizes energ géticas impõ õem as hoje. Barr reiras criada por gove ernos por ra azões polític precisam ser pens cas sadas para o bem de s seus próprios h habitantes. GPL.G – Gerênc de Plane cia ejamento Estratégico Panor rama da Energia Nucle – Novem ear mbro 2013 3
  4. 4. PANO MA DA ENER ORAM RGIA NUCL LEAR N MUNDO NO O I – De estaque da e es edição de Nov vembro 2013 o Em 2013, até Novem , mbro o 435 reatores nucle eares de po otência em o operação co capacidade instalad total de 3 om da 370,536 GW(e) W o 71 reatores nuclea ares em con nstrução (ca apacidade instalada tot de 66,83 GW(e)) tal 31 ento de longa duração o Fechame o Crysta River 3 (860 MW(e), PWR, USA) em 5 /02/2 al 2013 o Kewau unee (566 M MW(e), PWR USA em 7/05/2013 R, o San O Onofre 2 (10 MW(e), PWR, USA em 7 /06/2 070 A) 2013 o San O Onofre 2 (10 MW(e), PWR, USA em 7 /06/2 070 A) 2013 Novas co onexões à r rede o Hongy yanhe-1 (10 MW(e), PWR, CHIN em 18 / 000 NA) /02/2013 Início de construção para 7 un nidades: o Virgil C Summer 2 (1117 MW C. W(e), PWR, USA) em 9 /03/2013 , o Virgil C Summer 3 (1117 MW C. W(e), PWR, USA) on 4 /11/2013 , o Vogtle e-3(1117 MW W(e), PWR, USA) em 1 /03/2013 , 12 3 o Baraka 2 (1340 MW(e), PW UAE) em 7/05/2013 ah WR, m 3 o Shin-H Hanul-2(134 MW(e), P 40 PWR, Coreia do Sul) em 19 /06/20 a m 013 o Yangji iang 5 (1000 MW(e), PWR, China) on 19 /06/ 0 ) /2013 o Tianw 4 (1050 MW(e), PW China) o 27 /09/20 wan WR, on 013 Em 2012: Início de construção: o Baltiisk – 1 (1082 M MW(e) PWR Rússia) e 22/02/20 R, em 012 chin-1 (1340 MW(e), PWR, KORE REP.) em 10/07/201 0 EA m 12 o Shin-Ulc o Barakah 1 (1340 M h MW(e), PWR UAE) em 18/07/2012 R, 2 onexões à r rede Novas co o Shin –W Wolsong 1 (9 MW(e), PWR, Coré do Sul) em 27/01/2012 960 , éia o Shin –K Kori - 2 (960 MW(e), PW Coréia do Sul) em 28/01/2012 WR, 2 ento após l longo temp de fecha po amento Religame o Bruce -1 (772 MW( PHWR, CANADA) em 19 /09/2 (e), 2012 o Bruce -2 (772 MW( PHWR, CANADA) em 16 /10/2 2 (e), 2012 ento definit tivo Fechame o Oldburry A1 (217 M y MW(e), GCR Grã Breta R, anha em 29 9/02/2012 o Wylfa (490 MW(e), GCR, Grã Bretanha e 25/04/20 ã em 012 Em 2011: o o 435 rea atores nucle eares de po otência em o operação co uma ca om apacidade in nstalada líquida total de 368.192 GW W(e) 63 reato ores nucleares de potência em con nstrução GPL.G – Gerênc de Plane cia ejamento Estratégico Panor rama da Energia Nucle – Novem ear mbro 2013 4
  5. 5. Novas co onexões à r rede: o Kaiga 4 (202 MW(e PHWR, Í e), Índia) – em 19/01/2011 Chasnupp2 (300 MW(e PWR, Pa 2 e), aquistão)– e 14/03/20 em 011 o Lingao 4 (1000 MW W(e), PWR, China) – em 3/05/2011 m 1 o CEFR - (20 MW(e), FBR, Chin – Reator rápido exp na) r perimental e em 21/07/2 2011 o Bushehr 1 (915 MW W(e), PWR-VVER, Irã) – em 3/09/2 2011 o Kalinin4 (950 MW(e PWR-VV 4 e), VER, Rússia em 14/1 a)– 11/2011 o Qinshan 2-4 (610 M n MW(e), PWR China) – em 25/11/2 R, 2011 Início de constru o ução: o Chasnu upp 3 (315 M MW(e), PWR Paquistão) – em 28/ R, /05/11 o Rajasthan 7 (630 M MW(e), PHW Índia) – em 18/07/11 WR, Fecha amento def finitivo: o Fukushi ima-Daiichi 1,2,3,4 (43 39/760/760/ /760 MW(e), BWR, Ja apão)- foram oficialme m ente declarad como fe das echadas em 20/05/11 m o Oldbury A2 (217 MW(e), GCR y R-Magnox, In nglaterra) em 30 Junho – Término de vida útil o l o Biblis A and B (116 67/1240 MW W(e), PWR, Alemanha) foram ofic ) cialmente de eclaradas co omo fechada em 6/08/11 as o Brunsbu uettel (771 MW(e), B BWR, Alem manha) fora am oficia almente dec claradas co omo fechada em 6/08/11 as o Isar 1 (8 878 MW(e), BWR, Ale emanha) for ram oficialm mente decla aradas com fechadas em mo s 6/08/11 o Kruemm (1346 M mel MW(e), BWR Alemanha foram of R, a) ficialmente d declaradas como fecha adas em 6/08 8/11 o Neckarw westheim 1 (785 MW(e), PWR, A Alemanha) f foram ofici ialmente de eclaradas co omo fechada em 6/08/2 as 2011 o Philipps sburg 1 (89 MW(e), BWR, Ale 90 emanha) foram oficia almente de eclaradas co omo fechada em 6/08 as 8/11 Unterw weser (1345 MW(e), P 5 PWR, Alema anha) foram oficialme m ente declarad como fe das echadas em 6/08/11. m 435 Rea atores em n op peração por tip IAEA – Nov po vembro 2013 GPL.G – Gerênc de Plane cia ejamento Estratégico Panor rama da Energia Nucle – Novem ear mbro 2013 5
  6. 6. 435 Rea atores em n op peração por pa IAEA – Nov aís vembro 2013 • 15 País ses, que re epresentam a metade da populaç ção mundia constroem 69 novos reatores com al m s capacid dade total líq quida de 66 6.831 MW. • 65 País ses, que não possuem tecnologia n o nuclear exp pressaram ju unto à AIEA seu interes nesta A sse questão para a construção de reatores e o, e e/ou desenv volver uma indústria nes sentido. ste GPL.G – Gerênc de Plane cia ejamento Estratégico Panor rama da Energia Nucle – Novem ear mbro 2013 6
  7. 7. Reatore em Con es nstrução p País por ARGENTINA BRAZIL CHINA + TA AIWAN 2 2 2 FINLAND 3 1 1 FRANCE INDIA 10 3 32 2 JAPAN SOUTH KOREA 5 PAKISTAN 2 7 1 1 RUSSIA SLOVAKIA UKRAINE UNITED AR EMIRATES RAB S UNITED ST TATES OF AME ERICA 71 Reato ores em constr rução por país s Reato em C ores Construção por tipo o 4 1 2 BWR - Boilin Light-Waterng Cooled and Moderated Reactor FBR - Fast Breeder Reacto or 5 HTGR - High h-Temperature e Gas-Cooled Reactor 59 PHWR - Pressurized Heav vyWater-Moderated and Co ooled Reactor PWR - Press surized LightWater-Moderated and Co ooled Reactor 71 Reatores e construção por tipo do re em o eator GPL.G – Gerênc de Plane cia ejamento Estratégico Panor rama da Energia Nucle – Novem ear mbro 2013 7
  8. 8. Reatores em op R s peração ou o operaci ionais d desligad dos País Núme ro de Reato ores Ca apacidade e elétrica líq quida [MW ] ARGENT TINA 2 93 35 ÁFRICA DO SUL 2 183 30 NHA ALEMAN 9 1206 68 ARMÊNIA 1 37 75 A BÉLGICA 7 592 27 BRASIL 2 199 90 RIA BULGÁR 2 190 06 CANADÁ Á 19 1350 00 CHINA+T TAIWAN 24 1888 88 COREIA DO SUL A 23 2073 39 ÁQUIA ESLOVÁ 4 181 6 ESLOVÊ ÊNIA 1 88 68 ESPANH HA 8 756 67 100 9856 60 4 275 52 FRANÇA A 58 6313 30 GRÃ BR RETANHA 16 923 31 HOLAND DA 1 48 82 HUNGRIA A 4 188 89 21 530 08 1 91 5 50 4421 5 O MÉXICO 2 40 164 PAQUISTÃO 3 72 25 HECA REP. CH 6 380 04 ROMÊNI IA 2 130 00 RÚSSIA A 33 2364 43 SUÉCIA 10 947 74 5 330 08 15 1310 07 435 37171 2 ESTADO UNIDOS OS S FINLÂND DIA ÍNDIA IRÃ JAPÃO SUÍÇA A UCRÂNIA Total GPL.G – Gerênc de Planejamento Estratégico cia e Panor rama da Energia Nucle – Novem ear mbro 2013 8
  9. 9. Resumo das Análises e dos Procedime o entos adota ados pela m maioria dos países ap o s pós acident Fukushim te ma Após o acidente de Fukushim no Japão em maço de 2011, to a indús e ma o oda stria nuclear se mobilizou r para a avaliação d evento e das prov do vidências a serem tom madas de f forma a ga arantir que os mesmos fatos não se repetiss s sem em outras centrai As lições advindas do evento geraram um is. s ma série de providênc e cias conform o result me tado das av valiações que cada pa fez. As questões, os aís problem e as soluções enco mas ontrados não são comu a todos os reatores nem a todo os paíse o uns s os es. Há caso em que s concluiu que era ne os se ecessário mudar a estru utura regula atória do pa para torn aís nar as agên ncias mais independen ntes, mas a grande m maioria fez as análises voltadas à garantia de s resistên ncia dos re eatores a e eventos ex xtremos (terremotos, t tsunamis, e enchentes, vendavais e furacões e ao com s) mportament dos siste to emas de se egurança e desligamen seguro das centra nto ais. Foram também a avaliados os processo de resp os posta externa à emergências e os SAMG G’s (Proced dimentos de Gestão de Acidentes S e Severos) A seguir apresenta amos um re esumo dos p principais ações por pa aís. As ava aliações rea alizadas pelos países e seus ór rgãos reguladores ger ram progra amas e pro ocedimentos para san s nar eventua ais fragilida ades e já for ram ou estã sendo de ão esenvolvidos s. Conform tabela a me acima, as p principais aç ções foram concentrad nas áre onde ha das eas avia potenc cial para me elhorias : 1. E Estrutura Regulatória d País; do 2. A Avaliação d Resistênc Sísmica da Central; da cia GP PL.G – Gerê ência de Plan nejamento E Estratégico Pan norama da E Energia Nuc clear – Nove embro 2013 9
  10. 10. 3. V Verificação das defesa para Ench as hentes e Ts sunamis; 4. I Instalação d Geradore Diesel de Emergênc se nece de es e cia, essário; 5. V Verificação das Bomba de Refrig as geração Emergência; 6. V Verificação da Refriger ração da Pis scina dos E Elementos C Combustíveis Usados; 7. V Verificação Instrumenta ação da pis scina dos ele ementos co ombustíveis usados; 8. I Instalação d recombin de nadores de Hidrogênio; 9. I Instalação v ventilação e especial na c contenção 10. C Criar SAMG (Procedi G’s imentos par gestão de acidentes severos) ra e 11. A Avaliação d acidentes múltiplos ( de s (para centra de com m ais mais de um reator); A comp paração da g geração de energia nu uclear nos a anos de 201 e 2011 m 10 mostra que a maioria dos países a aumentou e energia ger rada por fon nuclear de um ano para o seg nte o guinte. Ape enas o Japã ão, que pre ecisou desli igar grande parte de s e sua frota para os test tes após o terremoto e tsunami de março d 2011 e a Alemanha que desligo alguns de seus reato de ou e ores espont taneamente tiveram um e ma ração de en redução na sua ger o nergia elétric nuclear. ca Ger ração nuclear po país e ano ( 2010/2011/2012) or GP PL.G – Gerê ência de Plan nejamento E Estratégico Pan norama da E Energia Nuc clear – Nove embro 2013 10
  11. 11. II - G Geração Nucle Mundial o ear Com o c crescimento global do c o consumo en nergético, m muitos esfor rços têm sid feitos par aumentar a do ra r oferta d energia, com a energia nuc de , clear se configurando como uma das tecn a nologias ma ais importantes para o futuro de esta indústri ia. A ener rgia nuclear tem uma das melho r ores taxas de geração de calor e o entre as fon ntes térmica de geraç e não e as ção emite gases do efeito e estufa. É um ma produçã de ener ão rgia em lar rga escala, se configurando com energia de base de sistema mo a as, concent trada em u uma peque ena área co um com om mbustível p potente e d preço e de extremamen nte competi itivo. Para qu as funções de uma sociedade moderna sejam desem ue mpenhadas a contento (moviment o tar indústria comércio prover com a, o, municação, saúde, ser rviços públic cos, etc..) é indispensá ável dispor da energia, em espec cial da elé étrica de forma confiável e a pr reço adequado. O sup primento e a seguran nça energét tica é hoje uma quest tão essencial para qualquer país e estão n origem de s, na muitas d decisõe estratégic dos gov das es cas vernos. Os dado de totaliz os zação da ge eração de e energia são disponibiliz zados pelas empresas envolvidas, s sempre anualmente e. Em 201 os Estad 12 dos Unidos foram o p s país que m mais gerou e energia por fonte nuc r clear, sendo o respons sável por ce erca de 32% da produção total des tipo de e % ste energia no m mundo. Também se destac m caram: Fran (17%), J nça Japão (6,3% Alemanh (4%), Rú %), ha ússia (6,5%), Coréia do o Sul (6% Canadá (3,5%), Ucrânia (3,4% e China + Taiwan (4 %), %) 4%). O Bra foi respo asil onsável por r 0,6% da geração de energia p fonte nuc a por clear no mu undo. A França diminuiu sua prod u dução de e energia nuclear em 2 2012 que atingiu 407 7.438 GWh h principa almente dev vido às paradas mais lo ongas no pe eríodo. No Japã a produç foi de ap ão ção penas 17.23 GWh, co enorme queda em r 30 om relação a 20 quando 011 o chegou a 156.182 GWh, aind como co 2 da onsequência do aciden de Fuku a nte ushima Daiic Apenas chi. s dois rea atores estão em operaç o ção. A Alemanha produ uziu 94.098 GWh bruto com peq 8 os quena redu ução em relação ao an de 2011 no 1 quando atingiu 96.9 951 GWh líquidos. De acor com a A rdo Agência Int ternacional de Energia (IEA) em s relatório anual “W a seu o World Energy y Outlook 2012, a en k nergia nucle poderia crescer em 58% até 2035, mas a participaç nuclear ear a m ção r no total gerado cairia dos atua 13% par 12%, prin ais ra ncipalmente devido às revisões ef e fetuadas em m planejam mentos ene ergéticos n nacionais devido ao a acidente japonês de Fukushima Daiichi. O crescim mento da cap pacidade pr rojetada aind continua sendo li da ará, iderado pela China, Co a oréia do Sul, Índia e R Rússia. Atualme ente 65 pa aíses que n não possue tecnolog nuclear expressar em gia r ram junto à AIEA seu u interess nesta qu se uestão, para a constru a ução de rea atores e/ou desenvolve uma indú er ústria neste e sentido. As potênci em expa . ias ansão quere multiplic o número de usinas em seu ter em car s rritório. Mesmo após o ac cidente da central de Fukushima no Japão muitos go a o, overnos co onsideram a ampliaç internac ção cional da energia nuclear uma opç à mudança climátic e uma alternativa às ção ca s oscilaçõ do preç dos prod ões ço dutos energ géticos, além de ser u m uma proteçã à incerte sobre o ão eza GP PL.G – Gerê ência de Plan nejamento E Estratégico Pan norama da E Energia Nuc clear – Nove embro 2013 11
  12. 12. suprime ento dos co ombustíveis fósseis. A expansão d energia nuclear em todo o mu da m undo requer r que os g governos at tuem com re esponsabilidade e crité érios de seg gurança rígid nessa e dos empreitada. . Pa articipação da geração nucle de cada pa no total nu ear aís uclear gerado – 2012 As princ cipais barreiras à opção nuclear dizem respeito à segura ança das us sinas, à disp posição dos s rejeitos radioativos e à prolif s feração de armas nucleares, alé dos cu ém ustos de co onstrução e manutenção. Deve ser também conside e erada a dif ficuldade de fornecime ento para os grandes s compon nentes nucle eares. Adiciona almente a I IEA projeta a necessid dade dos governos mi itigarem os riscos financeiros das s construç ções e proje etos nuclea ares através de política específica como a incorporaçã do preço s as as, ão o do carb bono nos cu ustos de geração, de fo orma que o 375 GWe de fonte n os e nuclear, pre evistos para a iniciar a operaçõe ente 202 e 2030, t as es 20 tanto para s substituir as plantas an s ntigas como em novos o s projetos de geração elétrica po s o ossam obte o adequad investimento. er do GP PL.G – Gerê ência de Plan nejamento E Estratégico Pan norama da E Energia Nuc clear – Nove embro 2013 12
  13. 13. III - D Distribu uição d rea dos atores Dentre os maiores parques g s geradores, destacam-s os Estad se dos Unidos com 100 u unidades, a França com 58 rea atores e o Japão com 5 Em 2013, até setem 50. mbro, foram iniciadas a obras de m as e cinco no ovas usinas e duas no s, ovas foram conectadas aos seus grids. Houv ainda o fechamento s ve o definitivo de quatro usinas am o mericanas (C Cristal River 3, Kenaune San Onofre 2 e 3) . De acordo r ee, o com a W World Nucle Associat ear tion - WNA até setembro de 2013 a experiênc acumula em todo cia ada o o mund pelos rea do atores nucle eares de potência (so omatório dos anos de operação d todos os de s reatores foi de ma de 14.50 anos, com a geração de cerca d 61.200 T s), ais 00 m o de TWh de ene ergia. No quad a seguir apresentam os mai dro r mos iores fornec cedores mun ndiais de tecnologia nu uclear: Vendedo ores GE G Westinghou W use Areva A AECL A Mitsubish M Toshiba T General Ato G omics Eskon E Ti ipo do Rea ator AB BWR / ES SBWR AP P1000 EP PR AC 700 CR US PWR SA AB BWR GT TMHR PB BMR A escas ssez de gra andes forjad é um p dos problema a ser enfrent tado pelos construtore de novos es s reatores nucleares pelo mund Não exis s do. stem muitos fabricante de vasos de pressão do reator s es s o r, gerador de vapor ou grande turbinas. res es O Nucle Enginee ear ering Institute - NEI ale que as p erta providências não podem tardar so o risco de ob e impacta os crono ar ogramas de construçã de nova usinas. Outras gra e ão as andes fábric cas são as s chinesa China First Heavy Industries e Ch a t hina Erzhon a russa OMZ Izhora a coreana Doosan, a ng, a, a francesa Le Creu a usot e a in ndiana JSW Todas estão aum W. mentando s suas capac cidades. Os s movime entos mais recentes sã na Alem ão manha que abriu uma nova fábri ica em Völklingen e a compan nhia frances Alstom q sa que abriu u uma nova fá ábrica nos Estados Unidos para atender as s necessidades de g grandes turb binas e turb bogeradores e outros e s equipamento para usin à gás e os nas es cado norte-a americano. Temos aind novas fá da ábricas prev vistas na In nglaterra, na a nucleare no merc Índia e n China. na Os cons sórcios “Are eva/Mitsubis Westinghouse-Tos shi; shiba; e GE E-Hitachi” sã os vend ão dedores que e possuem maior es m scala e tec cnologia par causar impacto rea na indús ra al stria nuclear Devemos r. s ainda co onsiderar o coreanos e os russo Como sã poucos o concorre os s os. ão os entes, o me ercado pode e passar p uma esc por calada nos preços em geral. r Após o acidente de Fukush hima Dai-íc che no Japão algum mas conseq quências pu uderam ser observa adas tais co omo os prob blemas de s suprimento que são m mais críticos. A Japan S Steel Works s (JSW), que fabrica várias pa a artes e com mponentes para usina nucleare para clie as es entes como o AREVA e TOSHIBA está a pr A A rocura de ou utros cliente para a sua capacida de prod es ade dução cujas s encome endas foram fortemente afetada p m e pelo acident Segundo seu presidente Mr. Ikuo Sato, a te. o GP PL.G – Gerê ência de Plan nejamento E Estratégico Pan norama da E Energia Nuc clear – Nove embro 2013 13
  14. 14. indústria deve se dedicar à produção de turbin a o nas a gás e eólicas num futur próximo. ro Compon nentes nucleares repre esentavam c cerca de 20 do fatura 0% amento da e empresa. Até sete embro de 2 2013, segu undo a AIEA 82,7% d A, dos reatore (359) em operação no mundo es m o o tinham m mais de 20 anos de atividade. De estes 183 un nidades tinh ham entre 2 e 30 anos e 176 tem 20 s m mais de 30 anos d atividade. Estas frota terão qu ser subst e de as ue tituídas por novos reat tores ou por r outra fo onte de gera ação. Parte da solução é ampliar a vida útil d usinas e o das existentes, t transferindo o o proble ema do sup primento de energia p e para o futur Segundo a WNA a 2030, 143 reatores ro. o até s devem s fechado por términ da vida ú ser os no útil. Mesmo após o a acidente na central nuclear de Fukushim a e ma, no Jap pão, muitos governos s s eram a expa ansão da en nergia nucle uma opç à mudança climátic e uma alternativa às ear ção ca s conside oscilaçõ nos pre ões eços dos pro odutos ener rgéticos, alé de ser u ém uma proteçã contra as incertezas ão s s do abas stecimento de combus stível fóssil. A expansã mundial da energia nuclear ex ão a xige que os s governo ajam de forma resp os ponsável e aplicar crit térios rígido de segurança na o os operação de e instalaç ções nuclear res. Total de reatore 434 es: Númer de reatores ro Nú me ro de rea to Anos s Idade dos reatores e operação em fonte IAEA Setem e: mbro 2013 GP PL.G – Gerê ência de Plan nejamento E Estratégico Pan norama da E Energia Nuc clear – Nove embro 2013 14
  15. 15. IV - Situ V uação atua da e o al energi nuc ia clear e em a algun país / r ns ses regiõe es A - Amé éricas Localização aproximada d usinas nuc o das cleares na Amé érica do Norte e A – Am A1 mérica do Nor rte dá Canad País usinas em m operação o capacida ade atual (M MW) Canadá 19 14.385 5 usinas em s capac cidade em constru ução constru ução (MW) 0 0 energia gera ada 2012 (TWH H) % do t total gerado e 2012 em 90,984 15,30 A capac cidade insta alada nuclea total do país até 20 foi de 14.385 MW. As demais fontes são ar 012 s o hidráulic térmica, nuclear, a ca, , além de out tras como e eólica, biom massa, biog e solar. O Canadá gás . á tem 19 usinas nuc cleares em operação ( (17 delas e Ontário) que produ em ) uziram 90.9 984 TWh ou u 15,30% da energia elétrica do país em 20 a o 012. Todos os reatores são do tip PHWR - Pressurized s po d heavy w water reacto or. Em sete embro de 20 012, seguin process de reform e recone ndo so ma exão da Cen ntral Bruce (4 unidades s PHWR), foi religada a usina B Bruce 2 (772 2MW) que e estava fechada desde 1995. As unidades 3 e 4 (730 MW cada) foram relig gadas em 2 2004 e 2003 respectiva 3 amente e a unidade 1 (772 MW) ) retornou ainda em 2012. A us u sina Point L Lepreau tam mbém estav sendo re va eformada e em outubro o de 2012 foi reconec 2 ctada à rede. O plano de energia de longa duração pu o a ublicado em novembro de 2010 p m o prevê pelo m menos duas s novas n nucleares (c capacidade total de 2.000 MW) n região de Ontário (em Darlington onde já na á existem outras 4 us m sinas) e a re eforma de o outras 10 até 2020. é Em junho de 201 a Ontar Power G 13 rio Generation (OPG) rec cebeu as o ofertas de construção o detalhad das, cronog gramas e es stimativas d custos pa os dois potenciais reatores nu de ara ucleares em m GP PL.G – Gerê ência de Plan nejamento E Estratégico Pan norama da E Energia Nuc clear – Nove embro 2013 15
  16. 16. Darlingt ton. As pro opostas for ram da We estinghouse Electric C e Canadá (AP P1000) e S SNC-Lavalin n Nuclear Candu En r/ nergia. As s submissões concluídas serão analisadas por uma equipe do OPG e s s e os ministérios da Energia, F Finanças e Infraestrutu de Ont ura tário. A Comissão de Segurança a Nuclear do Canad também concedeu uma licen r dá m u nça de pre eparação do local, ma nenhum as m trabalho foi feito no site. o o Ainda e 2013 foi também re em enovada po mais 5 an a licenç de opera or nos ça ação dos se reatores eis s das usinas Pickering A e B q que pertenc cem à Onta ario Power Generation (OPG) até agosto de n é e 2018. Em 201 a empre 13 esa Alstom foi selecio onada para a reforma dos 4 geradores de vapor das a a e s r turbinas da centra de Darlin s al ngton (4x90 MW) em Ontario q 00 m que pertencem à Ont tario Power Generat tion’s (OPG Estes se G). erviços são de longa duração e o custo ap o proximado s será de 265 5 milhões de euros ( s (340 milhõe de dólares). As ativ es vidades com mpreenderã reforma d turbinas, ão de gerador res, e equipamentos auxiliares associados O crono s. ograma pre evê que os trabalhos s s comece na parad de manutenção no o em da outono de 2016 e a con nclusão das atividades é esperada s a para 2024. Este é u dos maiores projeto de infrae um os estrutura do Canada e f facilitará o a aumento da a vida útil da central. á u retirar do Protocolo de Kyoto para mudanças a s Em 2011 o Canadá se tornou o primeiro país a se r as z seria capaz de atingir a metas pr as ropostas de evido à exploração das s climática uma vez que não s reservas de Xisto ( s (região de A Alberta) par a produç de óleo que aumentaria as em ra ção missões em m 15%. Esta decisão faz parte das estraté o égias energ géticas do país uma v vez que ele é o maior e forneced de óleo e gás pa o merc dor o ara cado americ cano e pret tende aume entar ainda mais este a e suprime ento. AECL d desenvolve de reator C Candu Avançado (geraç III) cujo projeto utiliza urânio enriquecido ção o o ou tório, mas para o qual ainda não há un a nidades con nstruídas. O país p possui proje próprio d reatores (CANDU) p eto de parcialmente suportado pelo gover que, em e o rno m 2010, de ecidiu se af fastar do ne egócio, após ter aportad quase 2 bilhões de dólares des 2006 na s do sde a empresa AECL, n desenvo a no olvimento d nova geração CA da ANDU. Ess decisão deve-se a sa dimensã da divis ão são de reat tores da AE ECL que nã é grand o suficie ão de ente para co oncorrer no o mercado com gigantes do p o porte da A AREVA ou Toshiba e General Electric. a Especia alistas garan ntiam que s sem a partic cipação do governo canadense seria difíc a sobrev o cil vivência da tecnolog CANDU mas em ju gia U, unho de 2011 o SNCLavalin Group as ssinou aco ordo de compra da participa ação do go overno na d divisão de re eatores da AECL. D vital imp De portância no Canadá e no mundo o é o National Rese earch Unive ersal React - NRU, tor reator o operado pela Atomic En a nergy of Ca anada Ltd AECL, localizado em Cha alk River, entre as provínci de Queb e de On ias bec ntário, e que produzia a metad dos isóto de opos médico no mundo os o. NRU GP PL.G – Gerê ência de Plan nejamento E Estratégico em C Chalk River – Canadá (foto AECL) ) Pan norama da E Energia Nuc clear – Nove embro 2013 16
  17. 17. Esse re eator enfren ntou problem de manutenção, t mas tendo sido fechado em 14/05/200 devido a m 09 falhas e elétricas e vazamento de água p pesada. Fo oram necess sários 15 m meses de c correções e manutenção. Em 17 de Agost de 2010, após os re to eparos, o ór rgão regulad autorizo o retorno dor ou o ao servi deste re iço eator e o reinicio da pro odução de r radioisótopo a nível m os mundial. Em Outubro de e 2011 es reator q ste que produz também m materiais de pesquisa n nuclear usa ando neutro recebeu ons u autoriza ação para c continuar su produçã de radioi ua ão isótopos até 2016. Es é o mais antigo do é ste o mundo e se encont em oper tra ração desde 1953. e adá os produtores d urânio no mundo. A empresa C de o CAMECO é proprietária a O Cana é um do maiores p de diver rsas minas cuja produç é expor ção rtada para v vários países Como ex s. xemplo pode emos citar o acordo de coopera ação firmado com a Índ para ab o dia bastecimento das centr rais nuclear indianas res s que entrou em vigo em 2013. or Resídu Nuclea uos ares O Cana prevê depósito geo adá ológico prof fundo - Dee Geologic Repository (DGR), pa resíduos ep c y ara s nucleare de baixa e media r es a radioativida ade. Os trab balhos de p preparação do sítio, co onstrução e operaçã estão pr ão ropostos pa a região de Tiverton próximo ao sítio d Central B ara o o da Bruce. Este e depósito deverá ate o ender a todas as usina das centr as rais de Bruc Pickering e Darlingto ce, g on. Em 200 após es 07, studar as op pções, o go overno canadense dec cidiu que to odo o seu c combustíve el irradiado seria sela em con o ado ntêineres se eguros e guardado em depósitos s subterrâneo rochosos os s para uso no futuro. Essas instalações se erão um me egaprojeto c com previsã de gasto da ordem ão os m de 20 b bilhões de d dólares num área de 10 hectare na supe ma e es erfície e galerias a 500 metros de 0 e profundidade. Oit to comunid dades exp pressaram interesse sendo tr rês nas r regiões de e Saskatc chewan (Pin nehouse, Pa atuanak e C Creighton) e cinco em O Ontário. Ess comunid sas dades estão o no perío odo de apr rendizado s sobre resídu nuclear, que poder ser um legado para as futuras uo rá a s geraçõe com as novas tecn es nologias nu ucleares pa recupera e recicla combustível que se ara ar ar e espera d desenvolve nos próxim 100 anos. er mos O órgão regulador do Canadá - Canadian Nuclear S o á n Safety Comm mission (CN NSC) criou u plano de um e ação pa todos o operador de quaisquer insta ara os res alações nuc cleares do p país para q que revisem m suas po osturas e critérios de se egurança, à luz dos ev ventos de Fukushima, c com ênfase em defesa e a em pro ofundidade e mecanis smos de prevenção e mitigação de conse o equências de eventos s adverso e severo em ger os os ral. No plano os ris scos externos tais com eventos sísmicos, mo s enchent tes, incênd dios, furacõ ões, etc. devem ser considera ados e pl lanos de emergência a atualiza ados. Os plan de revit nos talização da usinas d central B as da Bruce (em O Ontário) con ntinuam com o mesmo m o cronogr rama, sendo que a unid o dade 2 deve retornar a operação no final de 2011 e a n e número 1 no o início de 2012. O custo final será de U l US$ 5 bilhõ ões. Os tra abalhos para as dema 6 usinas ais s começa arão em 201 15. GP PL.G – Gerê ência de Plan nejamento E Estratégico Pan norama da E Energia Nuc clear – Nove embro 2013 17
  18. 18. Estad Unido dos os País us sinas em op peração capacidade a atual (MW) Estados Unidos 100 98.560 usinas em capacidade em energi gerada ia % do total construção construção ( (MW) 2012 (TWH) ger 2 rado em 2012 2 3 3.500 769 9,331 18,97 Os Esta ados Unidos são o pro s oprietário do maior par o rque nuclea do mundo com 100 usinas em ar o, 0 m operaçã (67 PWR e 33 B ão Rs BWRs),ate m maio de 20 013, que co orrespondia a uma capacidade am e instalada de 107.71 MW e pr 14 roduziram, e 2012, ce em erca de 770 TWh(e). Este valor co 0 orrespondeu u a cerca de 19% da energia do país e ce a erca de 32,8 de toda a energia nuclear no mundo em 8% a o m 2012. E Este valor é ainda cerca de 70% d energia e da elétrica gera sem a produção d gases de ada de e efeito es stufa. A capac cidade insta alada bruta s reduziu e 2013 (ju se em unho) para 9 98.560 MW devido ao fechamento W o de 4 ce entrais (Kew waunee em Wisconsin Crystal R m n; River-3 na Florida e S San Onofre e -3 na e-2 a Souther Californi rn ia) devido às condiç ções econô ômicas das usinas ( s (não seria econômico o remodelá-las) e da região on a nde estão in nstaladas (o consumo não cresce como es o eu sperado). A retomad da const da trução da u usina Watts Bar-2 no T s Tennessee (PWR 1.16 MW) ho emprega 60 oje a 3.300 tr rabalhadore da TVA C (Tennes es Co. ssee Valley Authority C Company). O projeto ex xperimentou u aumento de custo e atraso de cron o os os nograma, m mas a entr rega do co ombustível nuclear de e fornecim mento West tinghouse já foi autorizada pelo NRC e o inic de opera á cio ação está previsto para a 2015. Em 2013 teve início a construção dos primeiros mod delos AP1000 nos Esta ados Unidos (o modelo s o foi aprovado no pa pelo NRC em fevere de 2012) com as usinas Vogt 3 e 4, no estado da aís C eiro tle o a Geórgia as prime a, eiras unidad des americ canas nova em mais de 33 an as s nos, com p previsão de e operaçã em 2018 e 2019 respectivamen ão nte. Trabalhad solda um c dor componente d do gerador d Vapor em W de Watts Bar 2 ( foto TVA A) Loca alização e idad aproximada das usinas nuc de cleares americanas em opera ação h http://www.nr rc.gov/reactor rs/operating/l list-power-rea actor-units.ht tml Segue-s neste co se ontexto de novas cons struções as duas unida ades novas na Centra de Summ s al mer com 2 ( (dois) reato ores AP100 (operado SCE&G), na Carolina do Sul. A primeira de entrar e 00 or , eve em GP PL.G – Gerê ência de Plan nejamento E Estratégico Pan norama da E Energia Nuc clear – Nove embro 2013 18
  19. 19. operaçã em 2017 e a segund em 2019 Assim chega-se a 5 novos reato ão 7 da 9. ores em construção co om capacid dade instalad de bruta de 6218 M da MW. Houve n últimos anos um grande aume nos ento de cap pacidade ins stalada nos EUA devido à ampliaç o ção da capa acidade das usinas que chegou, e maio de 2013, a 6 s em e 6.862 MW a ainda que n nenhuma no ova unidade tivesse sid construíd Isto repr e do da. resenta mais de 4 vez a futura Angra 3 (1.405 MW) e zes em construç ção no Bra asil. Neste processo a algumas us sinas chega aram a aum mentar sua potência e em varias o ocasiões dif ferentes, já tendo sido analisada 148 solic á o as citações. Ainda estão pendentes de análise outras 14 s solicitações (1.000 MW e outras 3 poderão a W) acrescentar 180 MW a sistema a r ao até 2017. Cita-se também o programa p para a escol de novo sítios par a localiza lha os ra ação de usinas nuclear res nos Estados Unido (“Nuclear Power 201 os r 10”). Neste c contexto ex xistem 30 us sinas novas em proces s sso de licen nciamento c com suas C COL (Const truction and Operation License) e avaliaçã pelo órg d n em ão gão licenciad – o NRC dor C. Localizaçã aproximada das futuras usinas nucleares ão a American (http://ww nas ww.nrc.gov/rea actors/new- reactors/c col/new-reacto or-map.html) Central d Vogtle 3 de http://www.sou utherncompany.com/what-doing g/energyinnovation/nuc clearenergy/gallery y/images/_highR Rez/RW5_3261_ _wText.jpg Outro fa relevant a ser cita é o aum ato te ado mento da vi útil das usinas que está sendo estendida ida e a para 60 anos. Nest caso já s 73 unid 0 te são dades com vida útil am mpliada, equ uivalente a 66.735 MW W funciona ando por m mais vinte an nos, sem os custos de capital par a constru s ra ução. Existe ainda 18 em 8 usinas e process de amplia em so ação de vida no NRC – Nuclear R Regulatory C Commission e outras 9 n, que já i iniciaram o processo, mas não a ainda não c concluíram o envio de toda a doc cumentação o necessá ária. Sob este ponto d vista, no últimos 1 anos os americano acrescen de os 10 s os ntaram uma a capacid dade equiva alente a mai de 30 no is ovos reatore grandes operando p 40 anos Em 18 de es por s. e agosto d 2011 a d de diretoria da TVA aprov a retoma da construção da unidade 1 ( vou ada (1260 MW PWR) d Central Bellefonte no estado do Alabam A construção dos reatores Be da ma. ellefonte fo oi suspens nos anos de 1980 q sa s quando a u unidade 1 e estava a 90% completo e unidade 2 em 58% % o e % complet Atualmen não há um cronograma válido para coloc as usina em opera to. nte o car as ação. GP PL.G – Gerê ência de Plan nejamento E Estratégico Pan norama da E Energia Nuc clear – Nove embro 2013 19
  20. 20. A const trução havia sido interr a rompida de evido à qued na dema da anda por en nergia e ao custos. A os estimativa atual de custo é d 4,9 bilhõ e de ões de dóla ares. O rea ator é um P PWR de fab bricação do o ços enharia e c construção já foram contratados à AREVA. A Babcock & Wilcox e os serviç de enge cerca de 50 comple 0% etas deverá estar pronta entre 20 018 e 2020, usina cujas obras estão em c sendo q as atua obras só se iniciam quando o combustíve de Watts Bar-2 (atua que ais ó m el almente em m construç ção) estiver carregado para não acumular c r o, construção de 2 usinas simultane eamente. Já á estão tr rabalhando neste proj jeto 300 empregados da AREVA todos b A, baseados nos Estados s Unidos. Outra p preocupação americana é com o combustíve para o seu parque. Neste sentido o NRC o a el C autorizo a operaç ou ção (junho 2 2010) das n novas casc catas na fáb brica da Ure enco no No México. ovo Este é o primeiro e enriquecimento america pelo pro ano ocesso de c centrifugaçã a gás. ão Em 201 cerca d 48 milhõ 12, de ões de libr ra-peso ou 83% do u urânio total comprado por usinas s nucleare dos EU era de origem estrangeira, de acordo c es UA com dados da Administração de e Informação de Ene ergia-EIA do EUA. Alé disso, m os ém mais de um t terço (38%) do Urânio enriquecido ) o necessá ário para fabricar c combustível para os reatores americano foi forn os necido por r enriquece edores estra angeiros. Arkansas Nu uclear One Generating Stati ion (Courtesy: E Entergy Nuclea ar) Ainda em 2012, 84% do urânio estrangeiro % o fornecido veio do Canadá o á, Rússia, Austrália, Cazaquistã e Namíb O resto ão bia. o veio do U Uzbequistão Níger, África do Sul, o, Brasil, Ch hina, Malaw e na Ucrânia, EIA wi, A afirmou. T Também de 2012, um total de 52 e 2 milhões de quilos de hexafluoret de urânio to o (UF6) e f entregue aos enriq foi e quecedores na China França, Alemanha Holanda, a, a, Rússia, R Reino Unid e Estad do dos Unidos. Enriquece edores no os Estado os Unidos s receberam 62% das remess m sas, e os s restantes, 38%, foi p , para enrique ecedores de e outros p países. O p preço médio desembo o olsado na co ompra de s serviços de enriquecim e mento pelos s propriet tários e ope eradores de reatores nu ucleares comerciais do EUA por SWU1(sepa os arative work k unit - u unidade de trabalho s separativo) foi $ 141,36, totaliza ando 16 milhões SWU conforme U e informou o EIA . Isso repres senta um c custo total para os pr roprietários e operado ores de US S reatores nucleares comerciais de cerca de US $ 2,3 bilhões. s s Está pre evisto tamb bém o uso d combust de tível óxido m misto de urânio e plutô ônio retirado de ogivas o s nucleare desativadas (existem cerca de 7 tonelada de plutônio disponíve para tal f es as el fim) e testes s estão em andamen na usina Browns F nto a Ferry da TVA que receb subsídio do Depar A beu rtamento de e Energia americano (DoE) para usar este material em suas usina de potência. a o a m as O governo america ano prevê u aument da participação nuclear de 50G até 202 O plano um to GW 20. o prevê g garantias de empréstim no valo de US$ 5 bilhões, que se seg e mos or 54 guem ao co ompromisso o assumid pelo pre do esidente Ob bama que pediu ao C Congresso q que aprove uma ampla lei sobre e e geração de energia e mudanç climática (com as em o a ça missões de g gases causadores do e efeito estufa a caindo 2 28% até 202 com inc 20), centivos para que a en nergia limpa se torne lucrativa. GP PL.G – Gerê ência de Plan nejamento E Estratégico Pan norama da E Energia Nuc clear – Nove embro 2013 20
  21. 21. O governo dos EU diz que usinas que queimam c UA carvão, pet tróleo e gás são a maior fonte de s e emissõe de gases de efeito estufa nos EUA, que em conjunto represen es s ntam cerca de 40% de e toda a p poluição dom méstica. Se egundo a Ca Branca os EUA vã fazer um progresso contínuo na asa ão a redução da poluiç o ção de usinas de en nergia a co ombustível fóssil, liderando o processo no o desenvo olvimento d tecnologias energét de ticas limpas como o g s, gás natural energias renováveis, l, tecnolog de carvã limpo e n gia ão nuclear. O acide ente em Fuk kushima parece não te afetado m er muito os ânimos nos EU indo ape UA enas até as s revisões de segura s ança que t todos os pa aíses estão realizando Pesquisa de opiniã entre os o o. as ão s resident próximo a centrais continuam muito favo tes os s m oráveis (80% pro ativid % dades das c centrais). Na a populaç em gera 68% dos americanos dizem que a seguranç das usin nucleare do país é ção al s e ça nas es alta. Esses valores devem ain ficar ma favoráveis quando d divulgaçã do relató do NRC s nda ais da ão ório C e do Sa andia National Laborat tories (em a avaliação p auditore independ por es dentes) com uma nova m a abordag gem matem mática sobre a dissipa e ação de rad diação nas usinas am mericanas e caso de em e derretim mento do nú úcleo do rea ator. Os dad demons dos stram valore muito me es enores de ra adiação (da a ordem d 30 para 1) para o m de meio ambien e para o público em geral dev nte m vendo se co oncentrar na a área da usina. De acor com um estudo do Electric Po rdo m o ower Resea arch Institut lançado em fevereir de 27 de te, ro e 2012 ex xistem locais potenciais nos EUA p s para 515 gigawatts (GW de grand usinas nucleares e W) des 201 GW de pequen plantas. No estudo 25 estado poderiam cada um s W nas o, os m suportar, no mínimo, 10 0 GW de grandes ins stalações de reatores s e sem maiores problemas de implantação. Foi d s s definido que e uma "grande" usin de energ nuclear teria uma capacidade nominal de 1.600 M na gia r MW, e uma a planta d "pequena" como te de endo uma c capacidade de 350 MW o que re W, epresenta u pequeno um o reator m modular ou u "grupo d pequeno reatores" um de os Constru ução e pré-c construção para novos reatores e s estão em an ndamento e 5 sítios, esperandoem se que a capacida ade instalad passe d da dos 101 GW em 2010 para 109 GW em 2 W 0 9 2020. Outro o exemplo é o acord que The Babcock & Wilcox Company e TV assinara no qual se definem o do VA am m os plano para pro os ojeto, licenç junto ao NRC e con ça nstrução de até 6 reato e ores modulares (SMRSmall M Modular Rea actor) no sít de Clinch River- Roane County até 2020. Segundo o presidente tio h y e ruce Lacy) as ameaças principais à energia nuclear nos da cons sultoria Lacy Consulting Group (Br y g s s EUA co ontinuam sendo o temp de constr po rução, os cu ustos de financiamento e o preço competitivo o o do gás. idente do N Nuclear Ene ergy Institu ute- Marvin Fertel divu ulgou estud dos nos quais não há á O presi perspec ctiva de aum mento maio de custos para nova usinas n Estados Unidos em razão de or s as nos s e Fukushi ima uma ve que con ez ndicionantes derivadas do ataque terrorista d 11 de setembro de s de e 2001 já haviam tr á razido modi ificações de seguranç para est indústria, que teve de instalar e ça ta r barreira e modifica as ações física variadas. as os res Resíduo Nuclear ados Unidos tem previsão de um repositório definitivo d grande p s de porte para a deposição o Os Esta de rejeitos radioativos de alta atividade q a que atende eriam, além da guarda do combus stível usado o nas usi inas de ge eração de energia elé étrica, todo o combustível usad pelos re o do eatores dos s submarinos, porta aviões, e d qualquer outra instalação civil o militar co reatores nucleares. de ou om s Esse re epositório seria em Yu ucca Mount tain, Nevad da. Em 20 010, o NRC decidiu abandonar o C projeto (após gasto mais de 9 bilhões d dólares). O NRC já definiu qu tais resíd os de . á ue duos podem m ser armazenados c com segurança no próp sitio das centrais p pelo men mais 60 anos após prio s por nos 0 s GP PL.G – Gerê ência de Plan nejamento E Estratégico Pan norama da E Energia Nuc clear – Nove embro 2013 21
  22. 22. o términ da vida ú da usina Em agosto de 2013 a Corte de A no útil a. o Apelações d Distrito d Columbia do de a ordenou que o NRC retomass a revisão do pedido de licença para constr e operar o depósito u C se o ruir o de resíd duos nucle eares no sí ítio de Yuc cca Mountain, conform solicitaçã do DoE Com isto me ão E. o continua pendente a decisão de como e quando o país resolv a verá a ques stão dos seus resíduos s nucleare es. A pol lítica governamental americana pode es a star se en ncaminhand para o do reprocessamento d material i do irradiado. Resíduo de alta ativid os dade armazen nados nas cent trais nucleares americanas por estado s 1. Nota a: SWU -Tr rabalho de s separação r representa o esforço necessário p para separar o U235 e U238. Ele é medido e quilogra em amas de trab balho de se eparação (kg SW). g co Méxic País usinas em m operação o capacid dade atual ( (MW) usin em nas cons strução ca apacidade em m co onstrução (MW W) energia gerada a 2012 ( (TWH) % d total gerad do do em 2012 México 2 164 40 0 0 8,4 412 4,7 co m em ão 0 O Méxic possui uma central nuclear com 2 usinas e operaçã (Laguna Verde 1 e 2 BWR, 820 MW, ca ada) localiza adas em Ve Cruz, cu produção de eletrici era uja o idade, em 2 2012, foi de 8,412 TWh h ou 4,7% da energi elétrica d país. O proprietário e operado da centra é a empresa estata % ia do o or al al Comisio Federal de Electric on cidad (CFE que tem o domínio (cerca de 2/3) da capacidade E) m o e e instalada no sistem elétrico m ma mexicano, in nclusive a tr ransmissão e parte da d distribuição o. GP PL.G – Gerê ência de Plan nejamento E Estratégico Pan norama da E Energia Nuc clear – Nove embro 2013 22
  23. 23. Laguna Verde – Méxi ico (Imagem Comision F m Federal de Ele ectricidad -CF FE) As longas parad das para a ampliação de potência em 20% e outras manutençõ a ões, terminad das em ag gosto de 2 2010 as du uas usinas ( (Laguna Ve erde-1 e -2) fizeram ca o air percentual de p participação da ener rgia nuclear no total da energia do país. O país tem planos de constru mais usin uir nas nos pró óximos anos, sendo q que a prime eira deverá estar na re ede em 2021. As usin nas futuras (previsão d 10) dev de verão ter en ntre 1.300 e 1.600 MW com tec W cnologia a ser definida a. A Coréia do Sul tem planos de participar deste dese r envolviment mexicano através de acordos e to o e joint ven ntures, uma vez que o México pr a retende alca ançar 35% de capacid dade em en nergia limpa a até 2024 (aí incluíd as novas nucleares 4 das s). A matriz elétrica é bem divers z sificada com o gás sup m prindo aprox ximadamente 49%, o ó óleo 20%, o carvão 12.5%, a hidroeletricid dade 10.5% e a nuclea 4,7% em 2007, conf ar forme dados da WNA. O consu umo de ene ergia per capita é cerca de 1.800 k a kWh/ano. O país é o sé étimo maior exportador r r mundial de petróleo mas não possui mina de urânio em opera l o, as o ação. O país tem ainda reatores de s e pesquis e assin sa nou acordo de coo os operação c com o Canadá na área de p pesquisa e desenvo olvimento. Todo o combustíve nuclear n México é proprieda el no ade do gove erno, que t também é r responsáve el stão dos res síduos. No caso da cen ntral Laguna Verde ele estão gua a es ardados no próprio sítio o pela ges das usin nas. O Secre etário Mexic cano de En nergia - José Antonio M é Meade, o go overnador d Estado d Veracruz do de z Javier D Duarte (onde se localizam Laguna Verde 1 e 2), e os rep e a presentante da Comis es sión Federa al de Elec ctricidad, ju untos com os técnic cos da Co omisión Nacional de Seguridad Nuclear y Salvagu uardas (CNS SNS) realizaram uma i inspeção ge nas dua usinas m eral as mexicanas. E relatório Em o garantir ram que as condições de operaç s ção da cent tral não ins spiram maio ores cuidados e que a energia nuclear no México tem futuro, mesmo n , não se pre etendendo construir nova centra al amente. imediata Segundo o Secret tário a tecnologia nuc clear funcio ona muito bem no M México, mes smo com o histórico de terremo tem soluçõe técnicas viáveis, lem o otos do país que, ele a s argumenta, t es mbrando ser r mais dif fícil lidar co as questões sob a perspectiva política do tema. O M om a o Ministro de Energia do o país Jor Herrera recomendo a expans nuclear como part do plano estratégico 2026, mas rdy a ou são r te o s devido à grandes reservas de gás natural do país e aos seus b às e baixos preç a expansão nuclear ços r é agora menos atra aente e dev verá ser prot telada por m mais de 3 an nos. resso mexic cano apoia a tecnologia em níveis variados, d a dependendo do partido político. o O congr GP PL.G – Gerê ência de Plan nejamento E Estratégico Pan norama da E Energia Nuc clear – Nove embro 2013 23
  24. 24. A – Am A2 mérica do Sul Localização apro oximada das u usinas nucleare na América do Sul es a Argen ntina País Argentina usinas em m operação o 2 capacida ade atual (M MW) 935 usinas em constru ução 1 capac cidade em construção (MW) 6 692 energia gera ada 2012 (TWH H) 5,902 % do to gerado otal em 2012 m 4,7 A Argen ntina possu 2 usinas nucleares em operaç ui ção (Atucha 1- PHWR 335 MW e Embalse a R, e PHWR, 600 MW), cuja produ ução de ele etricidade, em 2012, f de 5,90 TWh ou 4,7 % da foi 02 a energia elétrica do país. No m o mesmo sítio de Atucha 1, em Lim a cerca de 100 km de Buenos o a ma, s Aires, e está em con nstrução At tucha 2 - P PHWR, 692 MW. O PH HWR Emba alse é de fo ornecimento o canaden nse (reator CANDU) e os Atuch 1 e Atu r ha ucha 2 são de fornec o cimento da Alemanha a a (KWU/S Siemens e s sucessoras). A produç ção de elet tricidade de fonte nucl e lear na Arg gentina vem m caindo nos últimos anos em c s consequênc do fraco desempen da mais antiga das usinas do cia o nho s o país, At tucha 1. A obras de Atucha 2 começaram em 1981 foram pa As e m 1, aralisadas em 1987 e retomad em 2006. A constru das ução termin em sete nou embro de 20 e a usin se encon em fase 011 na ntra e de teste pré opera es acionais que devem ter e rminar no se egundo trim mestre de 20 013. Em junh de 2012 o país com ho mpletou a pr rodução da água pesad (600mt) necessária a operação da o inicial d Atucha 2, na cent de tral de Neu uquen (Neu uquen Engineering Se ervices Co) conforme ), e informou o Ministro de Planeja o amento. rno entina assin em ago nou osto de 2011, um contr rato com o Canadá (SNS-LavalinO gover da Arge Candu E Energy) par as ativida ra ades de am mpliação de vida em ma 30 anos da usina Embalse que ais e começo a operação comercia em janeir de 1984. São 7 con ou al ro . ntratos no va de 444 milhões de alor e dólares (US$ 240 milhões financiado pela Co 0 os orporação Andina de Fomento e o-CAF) que e endem tran nsferência d tecnologi canadens e desenv da ia se volvimento da indústria local para a a compree fabricaç ção de com mponentes n nucleares. O custo tota do projeto é de US$ al $1.366 milh hões (sendo o que a diferença ser gasta com contraçõe no merca argentino. Pretend rá m es ado de-se ainda aumentar a capacid dade de geração da u usina. Nesta linha, em agosto de 2010, foi contratado (empresa m o a canaden L-3 Mapps) um sim nse mulador de escopo tota para Emb al balse já obje etivando o a aumento de e vida útil. GP PL.G – Gerê ência de Plan nejamento E Estratégico Pan norama da E Energia Nuc clear – Nove embro 2013 24
  25. 25. Além dis o país, antes de co sto, omeçar uma concorrên a ncia internac cional, está em convers sações com m vários f fornecedore (Canadá França, Rússia, C es á, China, Japã e USA) para a definição da ão a tecnolog e/ou dos prazos de mais dois reatores de geração elétr gia rica, sendo um deles o s provave elmente no sítio de Atu ucha. A Rú ússia (Rosa atom ) inform em out mou tubro de 20 012, através s de seu diretor ge eral, , Kirill Komarov, que sem dúvida irá participar da concorr rência para a suprime ento da nova usina Atuc 3. a cha A polític de divers ca sificação en nergética em mpreendida pelo país r reduziu forte emente a dependência a de petr róleo que e existia nos anos de 1 1970, caind de 93% para 42% em 1994 e estando do % % o atualme ente em cerc de 52%. ca Nes contexto na Provín ste o ncia de Buenos Aires, na localidade de Lima a Arge e a, entina está á con nstruindo o CAREM - Central Argentina de e Elementos Mo odulares, p protótipo de reator de e e des sign argent tino propos sto pela e empresa de e tecn nologia INV VAP, que po oderá ser u usado como o ger rador de e eletricidade (27MWe), reator de e r pes squisa com até 100M m MWt ou des ssalinizador com potência a 8 MWe em cogeraç m até ção. Aparência do Reator CA a AREM desenvolvido pela INVA AP (Imagem: Invap) http://www w.invap.net/nuc clear/carem/des sc_tec.html Há também a prev visão de construção de submarino de propul e o lsão nuclea conforme informou a ar ministra da Defesa Nilda Gar em junho de 2010 usando est mesma t a a rré ta tecnologia q que poderia a operar já em 2015 (5 anos ant do proje brasileiro tes eto o). O interc cambio ene ergético, principalment com o B te Brasil, ocorr conforme a disponibilidade de re e e cada pa fornecer o insumo. aís Os oper radores de Atucha 1 re ecebem treinamento no simulador da Eletronuclear em M o r Mambucaba a - Angra dos Reis e os de E a Embalse são treinados no simula o s ador da Hid dro-Quebec na Central Nuclear de Gentille no Cana r e-2 adá. Em ma de 2013 foi assina aio 3 ado o acor rdo entre A Argentina (INVAP) e Brasil (CNE EN) para o fornecim mento de en ngenharia b básica para o RMB (re eator multi p propósito br rasileiro). O reator será á similar a OPAL ins ao stalado pelo argentino na Austrá os os ália. O acidente japon nês e sua consequ as uências es stão sendo cuidadosa o amente an nalisados e compara adas aos projetos de c centrais na Argentina c como parte do process de melho contínua so ora a das me esmas confo orme inform a Autoridad Regula ma atoria Nuclear Argenti ina (ARN) que poderá á incorpor alguma modificação que cons rar o sidere pertin nente. Devid à sua loc do calização as usinas do o país não estão suje o eitas aos ev ventos do Ja apão segundo a ARN. GP PL.G – Gerê ência de Plan nejamento E Estratégico Pan norama da E Energia Nuc clear – Nove embro 2013 25
  26. 26. Brasil l País usinas em m operação o capacida ade atual (M MW) usinas em constr rução capacidade em cons strução (MW) energia ge erada 2012 (TW WH) % do total gerad em 2012 do Brasil l 2 1.990 0 1 1.405 16,086 6 3,2 O Brasi é décimo consumido mundial d energia e a oitava economia em termos de produto il or de o interno bruto, sendo o segundo não perte encente à OECD, atrás apenas da China. O Brasil tem duas u usinas nucleares em operação (Angra 1- PW 640 MW e Angra 2 PWR, 1350 WR, W 0 MW) cu produção de eletrici uja o idade, em 2 2012, foi de 16,086 TW ou 3,2% da energia elétrica do e Wh % a o país e u uma usina e construç (Angra 3 PWR, 1.4 MW) co obras iniciadas em 2010, após em ção 405 om s ampla n negociação com a prefe eitura de An ngra dos Re com resp eis peito à licen de uso d solo e as nça do s compen nsações am mbientais e sociais cujo montante de investi e imentos che ega a 317 milhões de e ta reais. A conclusão esta previst para 2018. Angra 3 – status de co onstrução do E Edifício do Reat tor gosto 2013 - foto Eletronuclea ar) (Ag Em 28 de setembro d 2013, co de ompletaramnos desde que a usin Angra 2 na se 13 an atingiu 10 00% de sua potência nominal. A a produção de energia elétrica da usina neste e período ultrapassou 115 milhõe de MWh. es Toda est energia seria sufic ta ciente para a abastecer a cidade d Rio por nove anos; r do São Paulo por seis; e Brasília, p mais de o, por e duas déca adas. r O Brasil é eminente emente aba astecido por energia hi idrelétrica (6 66,91% de capacidade e instalada) cuja geração repres sentou mais s de 90% d total em 2012. Espera-se um do m m forte crescimento ec conômico at 2030, da té a mesma forma, grande aumento do o consumo de energia elétrica. Os planos de s e expansão da matr o riz elétrica brasileira a a (conforme dados da Empresa d Pesquisa e de a Energética - EPE) preveem além da a ) a construç de usin com out ção nas tras fontes de combust tível, a cons strução de 4 a 8 usina nucleares as s num horizonte até 2030, locali izadas no n nordeste e n sudeste d país. De no do efinições de sítios, tipos s or estão em es studos no p país através da Eletrob s bras Eletron nuclear e da a de reato e outras questões e EPE. Em term mos de com mbustível n Brasil as estimativa das res no s as servas de S Santa Quité éria (Ceará) ) chegam a 142,5 m tonelada de urâni O país tem ainda em produç m mil as io. ção a mina de Caetité é r (Bahia) que está ampliando a produção. Prospectar o território é o desafio que ainda precisa ser o vencido mas as ex o, xpectativas são promiss soras. O Brasil tem ainda quatro rea a atores de pe esquisa, doi em São P is Paulo, um e Minas G em Gerais e um m o. sado para produzir ra adioisótopos que são usados na s, a no Rio de Janeiro O maior deles é us GP PL.G – Gerê ência de Plan nejamento E Estratégico Pan norama da E Energia Nuc clear – Nove embro 2013 26
  27. 27. indústria e na medicina. Dentr as divers aplicaçõ médicas desses elementos, destacam-se a re sas ões s e os marc cadores em exames dia agnósticos e os para tr ratamento de tumores. sil iente em radiofármac cos, impor rtando part do que necessita te e a O Bras não é autossufici principa almente o m molibdênio-99. O fornecimento h hoje é ince erto com ap penas três produtores s principa Canadá a Holanda e a África do Sul. A Argentina também pode ser for ais: á, a a rnecedor do o material para o Bra asil, podend chegar a 30% do ne do ecessário. O Reator Multipropósito Brasileiroo RMB cu projeto s encontra em fase de concepção e que ficará localizad em Iperó, ao lado do ujo se e o do o Centro E Experimental Aramar, conforme a CNEN, será uma solu ução para este problem ma. Em sete embro de 2 2010 a Agên ncia Interna acional de E Energia Atômica (AIEA aprovou p A) proposta da a Divisão de Radiofá ármacos do Instituto d Engenha o de aria Nuclea (IEN), no Rio de Ja ar o aneiro, para a estudar a viabilidad de um m de método alte ernativo e m mais econôm mico de pro odução do i iodo-124. O radioisó ótopo vem s sendo pesq quisado em vários país para us na tomo ses so ografia por emissão de e pósitron (PET), co ns onsiderado o exame de imagem m e mais modern da atualid no dade. Na área de formaç de pess a ção soal especia alizado a US (Univers SP sidade de S Paulo) v criar até São vai é 2012 (a aulas se inic ciando em 2013) um curso de engenharia n nuclear na área vizinh ao RMB. ha Este é o segundo curso de en ngenharia n nuclear em universidad pública n Brasil, o primeiro fo de no oi criado n UFRJ em 2010. Es na stes cursos abrangem a tecnolog nuclear como um todo e não s m gia o somente a engenh e haria nuclea Na UFR existe ain ar. RJ nda um cur pós-grad rso duação em nuclear no o COPPE E-UFRJ. Na Universidade Federa de Pern a al nambuco há um curso de energ no qua á o gia al também é tratada a parte nuclear da gera m ação de ene ergia. O Brasil e a Argent tina em 201 resolvera ampliar seu acordo de coopera 11 am o ação nuclea assinado ar, o em 200 08, para a construçã de dois reatores de pesqu ão s uisa. Esses reatores serão tipo s o multipro opósito e s serão usados para a produção de radiois sótopos, tes stes de irr radiação de e combus stíveis e materiais e pes squisas de nêutrons. Em julho 2012 foi i iniciado o p projeto básic de engen co nharia do S Submarino c com Propuls Nuclear são Brasileir – SN BR Este pro ro R. ojeto básico deve levar três anos após a qu se inicia a fase do o s ual a o projeto detalhado, simultanea amente com a construç m ção do submarino, em 2016, no e m estaleiro da a Marinha que está s a sendo cons struído em I Itaguaí (RJ) O contrat chega a 21 bilhões de reais. O ). to término da construção para a operação e experimenta do reator nuclear e d respectiv planta de al da va e ão ENE) está estimado pa 2014. A conclusão da construç do prim ara ção meiro SNBR R propulsã (LABGE está pre evisto para 2 2020. O gover brasileir aprovou em agosto de 2012 a criação da empresa es rno ro statal Amaz zônia Azul – AMAZU destinad a promo UL da over, desen nvolver, ab bsorver, tra ansferir e m manter as tecnologias s necessá árias ao pro ograma nuc clear e as at tividades re elacionadas aos trabalh da Marinha quanto hos o a propu ulsão do submarino nu uclear. A AM MAZUL tam mbém dever ajudar a criar novas empresas rá s s para o s setor nuclea oferecend assistênc técnica s necessária. ar do cia se espeito às c consequênc cias do acid dente nuclear em Fuku ushima, apó revisões técnicas a ós s Com re Eletronu uclear, emp presa que c constrói e o opera as us sinas nucle eares brasile eiras, inicio as ações ou s para reduzir possí íveis riscos que as us s sinas puderem estar s submetidas no caso d acidente s de e severo. Com ba nos conhecimentos atuais, um evento sim ase s m milar ao japo onês não po oderia ocorr no Brasil rer porque o país está distante d bordas da placa te á das ectônica que o abriga, as placas d Atlântico e do o GP PL.G – Gerê ência de Plan nejamento E Estratégico Pan norama da E Energia Nuc clear – Nove embro 2013 27
  28. 28. Sul e da África se afastam en a nquanto as do Japão s chocam e o tipo de sismo do A se Atlântico Sul não provoca tsunam mis. Chile O Chile importa 70 de sua e 0% energia sen a maior parte produ ndo uzida por hidrocarbone etos. O país s não pos ssui reatore nucleare de potên es es ncia, mas t tem dois re eatores de pesquisa. O país tem m desenvo olvido estud para verificar a pos dos ssibilidade d construir uma usina de geração de energia de o a e está c cooperando com a AIE em progr o EA ramas de autoavaliaçã para se p ão preparar para as novas s construç ções. Em feve ereiro de 20 011 foi ass sinado acord de coop do peração nuc clear com a França co foco em om m treiname ento nuclea dos cientistas e p ar profissionais chilenos, incluindo projeto, co s onstrução e operaçã de centra nucleare de potên ão ais es ncia. O acordo também inclui min m neração de urânio para a suprir os reatores f s franceses. O Minis stro de Min nas e Energ chileno, Laurence Golborne, atesta que o Chile d gia e dobrará sua a necessidade de en nergia nos próximos 12 anos. O país vem te entando equilibrar sua fontes de as e energia que nos a anos noven era bas nta seada em h hidroeletricidade. Estas fontes pr recisam ser diversificadas devid principa do, almente, às secas ocor rridas nos ú últimos anos (reservató s órios vazios) ) que ger instabilid rou dade de sup primento de energia elétrica. A so e olução do gá natural n atendeu ás não u a esta n necessidade e o país está se volta e ando para a energia nuc clear. Após o acidente de Março no Japão, o Chile não m o mudou de o opinião sobre a energi nuclear e ia vem de emonstrando através de seu pr residente - Sebastián Piñera que energia nuclear e n a terremo otos não são excludent o tes. Esta po osição do g governo se deve a pre eocupação forte com a escasse de energ no país e a expe ez gia s eriência acu umulada co a opera om ação de 2 reatores de e pesquis (desde os anos 70) q são usa sa s que ados para e estudos méd dicos. Tais reatores res sistiram aos s fortes t terremotos que já assolaram o país. Novos estudos em energ nuclear estão em s gia r m andame ento. A maior da população chilen não apoia esta posiç ria na a ção. Venez zuela s A Vene ezuela não possui ce entrais nucl leares, mas o campo nuclear n o não é com mpletamente e desconh hecido pelo país. O Instituto Vene o ezolano de Investigaci iones Científicas, IVIC operou um m reator de pesquisa de 3MWt d 1964 até 1994 para a produção de radioisó de o ótopos para a indústria, a medicina e agricultura. Em N Novembro d 2010 a Assemblei Nacional do País r de ia l ratificou um m ação com a Rússia p para trabalh um rea har ator de pes squisa e um reator de m e acordo de coopera potência O acord prevê o desenvolv a. do vimento de pessoal co treinam om mentos em segurança, proteção ambiental, regulação proteção radiológica e de salvag o o, guardas, mas por hora o país não a o demons outros in stra nteresses n energia n na nuclear. GP PL.G – Gerê ência de Plan nejamento E Estratégico Pan norama da E Energia Nuc clear – Nove embro 2013 28
  29. 29. B – Euro opa Locali ização aproxim mada das usin nucleares n Europa nas na A ener rgia nuclear representa 30% da eletricidade s r a suprida na União Euro opeia como um todo. A política nuclear dif fere de país para país e em alguns (ex. Á Áustria, Irla anda, Estôn nia) não há á nenhum usina de geração e operaçã Em com ma e em ão. mparação a França te grande número de em e usinas e 19 sítios diferentes. em s O Cons selho Europeu (The E European C Council) ad dotou norm quanto à gestão d resíduos ma de s radioativ vos de qua alquer fonte e combu e ustível irrad diado e sol licitou que os estados membros s informem quais sã os respe ão ectivos prog gramas nac cionais para lidar com o tema até 2015. Os a s terão que definir se vão guardar o reprocess seus res o ou sar síduos e co omo o farão, quanto va ai países t custar, e etc., não po odendo mais aplicar a política de “esperar pa ver” (wa ara aiting and se utilizada ee) a até aqui. Países po oderão se u para um solução, mas ela te que ser verificada e aprovada unir ma erá r a pela AIE EA. Não se permitido exportar seus resíd erá duos para países que não dispo e onham de repositórios s adequad dos nem para os p países da África, do Pacifico, do Caribe e para a Antártica e a (http://ec.europa.eu u). A Europa tem 196 reatores nucleares em opera s s ação em 14 4 paíse e muitos deles estã buscando a extensão de suas es ão s vidas úteis. Após o acidente de Fukush s e hima a Uniã Europeia ão a (UE) através de diversas en ntidades est tabeleceu u plano de um e verific cação da se egurança da centrais no bloco, m as mantendo a segur rança energ gética. Este testes co es omeçaram e junho e em são c compostos d três fase na prime uma pr de es: eira ré-avaliação o é feita pelo operador ao res a sponder a u question um nário da UE, na se egunda par as resp rte postas são avaliadas pelo órgão o r regula ador do país e na terc ceira a ava aliação é re ealizada por um co omitê de es specialistas internacion nais. Existem 19 novos m s reator em cons res strução no c continente. As ques stões dizem respeito a capacidad de resist a desastr naturais tais como terremotos, m a: de tir res s tsunami enchentes ou outra condiçõe naturais extremas; ser capaz de resistir à eventos is, as es s z r s provoca ados pelo h homem, sejam elas po terrorismo ou descu or uido (explos sões, queda de avião, incêndio e as me os); edidas preventivas que são tomad para evitar e/ou mit e das tigar esses e eventos. A Europ não tem fontes sig pa m gnificativas de urânio e 80% do material qu alimenta as usinas ue a s europeia vem da R as Rússia, Caz zaquistão, C Canadá, Austrália e Níg ger. GP PL.G – Gerê ência de Plan nejamento E Estratégico Pan norama da E Energia Nuc clear – Nove embro 2013 29
  30. 30. Em junh de 2011 a Foratom Associaçã da Indús ho mão stria Nuclea Europeia emitiu um relatório de ar e estudo para auxilia a estabe ar elecer a bas de uma matriz ene se ergética seg gura, comp petitiva e de e emissão de gases-estu no con ufa ntinente nos próximos 40 anos, no qual co s oncluiu que e baixa e qualque seja o ce er enário para alcançar o objetivo de baixa emis e ssão neste prazo, todo precisam os m incluir a energia nu uclear. Em 4 de outubro de 2012 a Comissã Europeia Pós-Fukus ão a shima listou u as princ cipais recom mendações para a melhoria da se egurança das usinas n Europa d na decorrentes s dos test de estre tes esse realiza ados. No seu relatório a Conselho e ao Parla ao o amento Eur ropeu foram m resumid os resultados de 18 meses de avaliaçõe de segura dos e es ança e risco abrangen o ntes em 145 5 ia unidade de energi nuclear n UE, e traç es na çando plano para açõ subsequ os ões uentes. Os operadores de usinas nuc cleares terã que inves um valo entre 10 e 25 bilhõe de euros ão stir or es s ente entre 13 e 32,5 bilhões de dólare es) para fa azer atualiz zações de segurança a (atualme r recomendadas pel teste de estresse pós-Fukush lo e hima da UE e do pro E ocesso de revisão por especia alistas. As re ecomendaçõ são as seguintes: ões • A análise sísmic do sitio n ca nuclear deve ser basea em terre e ada emotos com uma proba m abilidade de e meno de uma vez em 1 os a 10.000 ano levando em consid os, deração o terremoto mais grave e duran esse pe nte eríodo. • A me esma abordagem de 10 0.000 anos deve ser us sada para graves inund dações. • A res sistência sís smica deve ser calculada usando um pico d aceleraç e o de ção mínima do solo de e 0,1g, e o projeto da planta deve ser ca , o apaz de res sistir a um te erremoto qu produzir aceleração. ue Esta é uma reco omendação da AIEA. • Os e equipamento necessári para lidar com os a o io acidentes de evem ser armazenados em locais s devid damente pro otegidos contra eventos externos. • Deve ser instala ou melh e ada horada a ins strumentaçã sísmica d local. ão do • O pro ojeto da pla anta deve da aos oper ar radores pelo menos um hora par restaurar as funções o ma ra r s de se egurança ap a falta d energia e / ou perda de refriger pós de a ração. • Os procediment operacio tos onais de em mergência de evem cobrir todos os estados da p r planta. diretrizes de gestão de acidentes severos ta e e s ambém dev abranger todos os estados da ve r a • As d plant ta. • As m medidas passivas, co omo recom mbinadores passivos de hidrogênio (H2) "ou outras s altern nativas rele evantes" dev vem estar d disponíveis no local pa evitar ex ara xplosões de hidrogênio e o ou ou utros gases combustíve em caso de acident severos s eis o tes s. • Os sistemas de ventilação d devem esta disponíve para filtra adequada ar eis ar amente a co ontenção. backup da sala de controle de emergência deve estar disponível no caso de a sala de e e • Um b contr role princip se tornar inabitáv devido à radiação incêndio ou perigo externos pal vel o, os s extre emas. http://ec.europa.eu/en nergy/nuclear r/safety/doc/s swd_2012_02 287_en.pdf Alema anha País Alemanh ha usinas e em capacidad de usinas e em capacid dade em operaçã ão atual (MW construç W) ção construç (MW) ção 9 12.068 0 0 energia líquida ge erada 2002 (T TWH) % do total gerado o o em 2012 94,098 16,10 A Alema anha tem u uma capacid dade elétric instalada total de 16 ca 61.570 WW, com uma capacidade e nuclear de 12.068 MW nas 9 usinas au utorizadas a operar (e existem 17 usinas, mas apenas 9 efetivam mente geram energia, v m visto que oito delas - K Kruemmel, Brunsbuette Biblis A e B, Isar 1, el, Neckarw westheim 1, Unterwese e Phillips er sburg 1- se encontram desligadas por razões políticas e s s GP PL.G – Gerê ência de Plan nejamento E Estratégico Pan norama da E Energia Nuc clear – Nove embro 2013 30
  31. 31. legais d país. Fora gerados por fonte n do am s nuclear 94,0 TWh em 2012, o q represe 098 m que entou 16,1% % da ener rgia gerada no país. O custo pa ara substitu a energ elétrica uir gia a g gerada pela usinas nucleares alemãs em as m fu uncionamen nto por en nergia reno ovável seria a a necessit alto tando de su ubsídios do governo da a m maior econo omia da Eu uropa. A ma atriz elétrica a d do país é diversific cada com o carvão o re epresentando aproxim madamente 50%, o gás s 12%, o vent 6%, e ou to utras fontes completam m o quadro, al lém dos ma de 25% de nuclear ais r. A Alemanha exportava mais ener a a rgia do que e im mportava, p porém este quadro mu udou após o d desligament dos 8 re to eatores. Alé disso, o ém p país é um dos maio ores impor rtadores de e e energia prim mária no mundo. Também não está claro com o país cumprirá se m á mo eus compro omissos de reduzir as emissões e s naciona de CO2 se desativa todos os seus reato ais ar s ores. Os al lemães sub bsidiaram fo ortemente a energia solar e tam mbém fizera uma gr am rande apost na energ eólica, e em ambo os casos ta gia os s do ausa de falta de sol ou vento, de eletricidad importada de fontes e de s contand com o apoio, em ca nucleare na Franç Republic Checa e Rússia. At es ça, ca tualmente planejam construir uma longa linha a de tran nsmissão desde a Su uécia para importar e energia de base prod duzida pelo reatores os s nucleare daquele país. Uma vez que o consumo in es nterno é de 6.300 kWh e h/ano per ca apita (cerca a de 3 vez o brasileiro) e não diminuiu es se torno uma ques zes sta ou stão de difíc solução. É injusto se cil e conside erar livre de energia nuclear qu uando, na prática, há uma terc á ceirização das usinas s nucleare es. Em 201 depois d demorad discuss 10, de das sões no con ngresso, foi aprovada a proposta que previa i a que os reatores pu udessem op perar por ma 8 ou 12 anos depen ais ndendo da idade da us sina em vez z do térm mino previsto para 20 022 das us sinas existe entes. Com esta prop m posta algum mas usinas s operaria por mais de 50 anos. am s Após o acidente d Fukushima, mais u de uma vez o governo d Alemanh mudou de opinião, da ha ndo a posiç ção tomada em 2010 de extensã da vida útil das usinas. Todas as usinas a ão s s reverten foram d desligadas p 3 mese para test de segu por es tes urança. As 8 usinas m mais antigas não foram s m religada As dem as. mais serão f fechadas c conforme cr ronograma da planilha Com isso 10% da a. a energia do país dei ixou de ser gerada e bilhões de dó ólares em in nvestimento se perder os ram. eradores que tiveram s suas usinas fechadas tempestiva s amente pelo governo alemão em o m Os ope março d 2011 (po de otência de 8.336 MWe) protestam v veementem mente quant aos lucros cessantes to s s e a inca apacidade que terão de atender ao seu merca e o ado. Segundo a E.ON (V Vice-Chairm Ralf Gu man ueldner) o custo total de esta decisã chegará a 33 bilhões ão s de euros, isso sem considerar os custos d novas lin r de nhas de tran nsmissão qu sistemas substitutos ue s s de geração necess sitarão e os custos dos possíveis r racionamentos de ener rgia que enf fraquecerão o a indús stria do paí ís. O cons sequente aumento das emissões de carbon (estimad em pelo s s no do o menos 7 milhões de toneladas métricas também t 70 s) trará conflito com os p os países vizin nhos na UE. GP PL.G – Gerê ência de Plan nejamento E Estratégico Pan norama da E Energia Nuc clear – Nove embro 2013 31
  32. 32. Será inevitável a importação de energia de fonte fóssil e/ou mesmo n u nuclear, o q que mina a credibilidade de tal política. A mesm opinião d E.ON é compartilha pelo Ministro da In ma da ada ndústria francês Eric B Besson, que e declara que o país vizinho se mais de s erá ependente d importaç de ções de ene ergia e mais poluente, lembran que a população alemã hoje já paga o do ndo á obro do valo pago pela francesa p or a pela energia a elétrica, será ainda mais penalizada. , a Reatore Nucleare Alemães es es s Reator Tipo MWe (liq) Operação Comercial Operador 010 20 de esligamento ac cordado desligamento Março 2011 2008 2016 & possível plano de fechamento s im 2009 2017 s im fev/77 Vattenfall 2009 2018 s im 1240 jan/77 RWE 2011 2018 s im 878 mar/79 E.ON 2011 2019 s im 1345 s et/79 E.ON 2012 2020 s im BWR 890 mar/80 EnBW 2012 2026 s im BWR 1260 mar/84 Vattenfall 2016 2030 s im 2014 2028 2015 2016 2030 2017 2016 2030 2021 Biblis-A PWR 1167 Neckarw westheim-1 PWR 785 Brunsbüt ttel BWR 771 Biblis-B PWR Isar-1 BWR ser Unterwes PWR Phillipsbu urg-1 Kruemm mel Agenda provisória p Fecham mento Total (8) fev/75 RWE dez/76 EnBW fe echamento 2001 8336 jun/82 E.ON Grafenrheinfeld PWR 1275 Gundrem mmingen-B BWR 1284 Gundrem mmingen-C BWR 1288 Grohnde PWR 1360 fev/85 E.ON 2017 2031 2021 Phillipsbu urg-2 PWR 1392 abr/85 EnBW 2018 2032 2019 Brokdorf f PWR 1370 dez/86 E.ON 2019 2033 2021 Isar-2 PWR 1400 2020 2034 2022 Emsland PWR 1329 jun/88 RWE 2021 2035 2022 Neckarw westheim-2 PWR 1305 abr/89 EnBW 2022 2036 2022 Total e operação (9) em o jan/85 RWE abr/88 E.ON 12,003 Total (17) T abr/84 RWE We 20,339 MW gentes das empresas p pretendem acionar jud dicialmente o governo pelo classif ficam como o Os dirig confisco de seus r o rendimentos visto que o regulador da ativid s, e dade declar rou que as usinas são o seguras e que a en s nergia dos reatores ora fechados já havia sido vendida. a á o O custo da energia elétrica na Alemanha após o f o a a, fechamento das usinas antigas, já aumentou s á u 12% e a emissões de carbon mais de 10%. Segun estimat as s no ndo tivas do pró óprio Ministé de Meio ério o Ambiente e Conse ervação da Alemanha mesmo q a, que a perce entagem de energias renováveis e s dobrass seria ain se, nda necessário investir 122 bilhõe de euros no setor n próximo 10 anos, r es s nos os sem co ontar os inv vestimentos em linha de trans s as smissão, ce entrais a g gás de “back up” das s renováv veis, subsíd dios variados para at tração dos investidore etc. Se es, egundo o Instituto de e GP PL.G – Gerê ência de Plan nejamento E Estratégico Pan norama da E Energia Nuc clear – Nove embro 2013 32
  33. 33. Pesquis sas Econôm micas da A Alemanha o custos p os podem che egar a 200 bilhões de Euros. É e esperad a perda de empreg diretos (11.000 na E.On e ou da gos utros 8.000 na RWE) d indústria da a nuclear alemã conf forme inform mam seus d dirigentes e um corte fo nos dividendos. orte Us sina Nuclear I Isar-2 - Segunda maior prod dutora mundia al de energia nucl e lear em 2010 – fechada em 2011 A decisões políticas n Alemanh embora As s na ha, a im mportantes, são movid por forç políticas dos ças s nacionais – O dano rea para as pessoas ou al u para o ambi r iente causa ado pela fo onte nuclear te sido ext em tremamente baixo, esp e pecialmente e se compara e ado com os registros de outras s fo ontes de energia atualmente em uso o generalizado o. A Voerde A Aluminium, 3 maior pr 3ª rodutora de e alumínio da Alemanha, anunciou sua falê o ência em 8 d maio de 2012, em d de decorrência da redução o dos pre eços do alum mínio comb binada com custos de produção c crescentes. Este foi "um indicador r do processo gradua de desind al dustrializaçã disse U ão", Ulrich Grillo, presidente da entidad comercia , e de al da Alem manha para a indústria metal, W a WirtschaftsVereinigung Metalle (W WVM). "A Produção de e metais, especialmente alumínio, está e risco na Alemanha devido a elevados preços da em a a eletricidade que nã são mais competitivo internacio ão os onalmente", disse Grillo. Usuário alemães de mais de 20 GWh por ano pa os e agam 11,95 centavos de euro po kWh, em 5 or m compara ação com 6,9 centavos de dóla na Franç de acor ar ça, rdo com da ados do en nergy.eu de e novemb de 2011 Entre os 27 países da UE, ap bro 1. penas Chipr Itália, M re, Malta e Eslo ováquia têm m preços m mais altos p para os consumidores p pesados de eletricidade. e r O WVM pediu ao governo alemão pa impleme M o ara entar urgen ntemente m medidas para proteger indústria intensiva de energia dos ele a a evados de c custos de eletricidade e para in e ncentivar as s empresa de metal a reduzir a emissões de dióxido de carbono de seus p as l as s o o processos de produção. e A indústria não dev ser pena ve alizada, diss Grillo, po causa do "preço da eletricidade crescente, se or o e que resultam claramente do s sistema de a apoio do Es stado ás en nergias reno ováveis, esp pecialmente e ica." a energia fotovoltai sídios têm e estimulado empresas d energia e donos de imóveis a adicionar c de e cerca de 25 5 Os subs GWe de capacidad solar, pr e de rincipalment nos últim cinco an te mos nos. Isso pr roduziu 2,4% do poder % r de gera ação da Ale emanha nos 12 meses até fevere s s eiro, de aco ordo com e estatísticas da Agência a Internac cional de Energia (IE EA), enqua anto os 12 GWe re 2 estantes da capacida a ade nuclear r representaram 15,3 3%. De lon nge, a maior parte da e energia alemã vem de combustív e veis fósseis, cerca de 71%. Os dados da A mostra também qu a exporta AIE ue ação de energia alemã caiu 0,9% ã % até ro ação subiu 7 7,7%. no ano a fevereir de 2012, e a importa Logo a após o acid dente de F Fukushima, em março 2011, os líderes a o s alemães or rdenaram o fechame ento dos oit reatores do país que começara a operar até 1980. A indústria respondeu to am a u chaman os comb ndo ósseis em substituição. "Como as fontes reno ováveis de e energia não o bustíveis fó fornecem energia contínua, d devemos us gás e c sar carvão para o trabalho disse Ut Tillmann, a o", tz GP PL.G – Gerê ência de Plan nejamento E Estratégico Pan norama da E Energia Nuc clear – Nove embro 2013 33
  34. 34. porta-vo de um ór oz rgão da indú ústria intens siva de ener rgia e direto or-executivo do Conselho Europeu o u da Indús stria Químic ca. Em jun nho de 2012 uma pesquisa mostrou que 77 por c e cento dos alemães estão mais s preocup pados com a manutenção de e eletricidade acessível do que o abandono da energia a nuclear. A pesquisa foi realiza por vota . a ada ação grupo T TNS Emnid em nome d ‘ Iniciativ para uma d da va a Nova E Economia de Mercado Social’, qu é financi e ue iado princip palmente pe elos empregadores na a indústria metal. a ontraditoriam mente a es política dita de s sta segurança, a Alemanh continua ha a Enquanto isso, co do antidade mu significa uito ativa de arm nucleare em seu t mas es território, op peradas, em m mantend uma qua sua mai parte, pe OTAN. ior ela Resíduo Nuclear os res No que tange à pol lítica de res síduos nucle eares, existe na Alem em manha 2 dep pósitos defin nitivos, para a resíduos de baixa e média a s atividade. O de Morsle eben, que fo construíd ainda pe governo oi do elo o comunis da antiga RDA e o de Konrad l sta licenciado e 2002 e li em iberado definitivamente em 2007. e O governo federal alemão e 2 estados federais do país cheg 24 o garam a ac cordo sobre a estrutura a para a elaboração de uma le de seleç o ei ção do loca para resí al íduo nuclea de alta a ar atividade. O ministro alemão do Meio Ambiente Pete Altmaier informou e um com o o er em municado 9 de abril de e 2013 qu o govern espera q a lei de escolha do local poss ser aprov ue no que o sa vada antes do recesso o do Parlamento ale emão de v verão, em j julho 2013. O governo federal e os estados também m concord daram que o novos tra os ansportes de combustív nuclear usado pode ser envia e vel em ados para a mina d sal de Gorleben. O sítio d Gorlebe está se de de en endo usado como um local de o m e armazenamento temporário, m que o uso sofre op mas posição. Armênia País s usinas em s opera ação capac cidade atual (MW) usin em nas cons strução capacidade em c m co onstrução (MW W) Armên nia 1 37 75 0 0 energia gerada a % do total 2012 (TWh) gera ado em 2012 2,1 123 26,62 Armênia é uma ex república soviética com cerca d 3,2 milhõ de hab a x de ões bitantes. O país possui uma us sina em ope eração - Ar rmênia 2 (P PWR, 375M MW), localiz zada em Me etsamor, em operação m o desde 1 1980. Tem t também um usina fechada perma ma anentement desde 19 te 989, após um terremoto m o em 1988 8. Em 201 a única usina em o 12 operação no país prod o duziu 2,123 TWh de e 3 energia elét trica o que e representou 26,62% da energi elétrica gerada no pa que foi de 7,978 TW % ia aís, Wh. O país é particula armente dep pendente da Rússia q quanto ao s seu comérc e à dist cio tribuição de e energia cuja única empresa fo comprada pela empr oi a resa russa R RAO-UES e 2005. O gás natura em al é basica amente imp portado da R Rússia, mas a construç de um g s ção gasoduto pa fornecer gás natura ara r al do Irã p para a Armê ênia foi conc cluída em d dezembro de 2008, e a entregas de gás se expandiram e as m com a c conclusão da Usina Tér rmica Yerev em abril de 2010. van GP PL.G – Gerê ência de Plan nejamento E Estratégico Pan norama da E Energia Nuc clear – Nove embro 2013 34
  35. 35. O país f os mesm testes q as naçõ da UE, mesmo não fazendo parte do Bloc fez mos que ões o co. Áustria País Áust tria usinas s em capa acidade operaç ção atua (MW) al 0 Energia us sinas em capacidade e em % do total Nuclear g gerada co onstrução co onstrução (MW W) gerad em 2012 do 2012 (TW WH) 700 0 0 0 0 A Áustr tem uma usina pro ria onta que n nunca opero devido à decisão apertada (5 ou 50,47%) da a populaç em pleb ção biscito na qu se definiu que o pa não teria energia nu ual aís a uclear para a produção o de eletr ricidade. Em decorrência, a Cent m tral de Zwe entendorf (B BWR-700 M MW) foi can ncelada em m novemb de 1978 As empre bro 8. esas de pro ojeto e construção fora dissolvi am idas e os c contratos de e fornecim mento de c combustível nuclear co as EXP om PORT (USS SR) e US Department of Energy t y (DOE) f foram cancelados assi como o contrato de reprocess im e samento do combustív irradiado o vel o com a fr rancesa CO OGEMA. Nuclear Power Station Z Zwentendorf, Áu ustria da) (desativad Na Áustria cerca de 60% d N da eletricidade vem da produçã e a ão domestica d hidrelétricas. O país de ta ambém tem petróleo e gás, mas a m im mportação de energia elétrica d a de fo onte nuclea dos países vizinho ar os varia num valor que en ntre 5 e 10% % do total do consumo. Oficialment te não se fala sobre isso mas o us o, so de eletricidad nuclear c de comprada d da Alemanha e da Republica Checa é A in ndispensáve para e el equilíbrio d do sistema. O país com mpra energia nuclear bara ou com t ata tarifa noturn na e a usa para bombear á a água para o os re eservatórios s das hidrelétrica as situadas nas partes alt s tas e depo ois usa a energ a energ hidráulic gia gia ca us da água bombeada nos seu pico ou até exporta par ra horários de p outros p países. É a magica de transform nuclear em “energia verde” conforme ex e mar xplica o Pro of. Helmuth Böck, pres h sidente da A Austrian Nu uclear Socie A forma ety. ação acadêm mica na áre nuclear n ea na Áustria é muito des senvolvida, destacando o-se as ativ vidades de g gestão do c conheciment nuclear d to do Atomins stitute (ATI) que desenv volve progra amas de pe esquisa, trei inamento e educação n seu reato no or Triga. abriga tamb bém a sede da Agência Internacion de Ener a nal rgia Atômica – AIEA e a unidades a as s O país a de treina amento e educação no campos d ciência e tecnologia da mesma. os de a GP PL.G – Gerê ência de Plan nejamento E Estratégico Pan norama da E Energia Nuc clear – Nove embro 2013 35
  36. 36. Bélgic ca País Bélgica usinas em capacidade e operação atual (MW) 7 6212 usinas em capacidade em E Energia N Nuclear % do total gerad o do construç ção construção (MW) gerada 2012 ( g (TWH) em 2 2012 0 0 38,46 51,00 A Bélgic tem dua centrais n ca as nucleares, Doel com 4 usinas (PW 2911 M WR, MW) e Tiha ange com 3 unidade (PWR, 31 MW). A usinas têm entre 28 e 39 anos de operaç e estão licenciadas es 158 As 8 s ção s por 40 a anos. Em julho de 20 012 o gover rno belga a ampliou a v vida útil das usinas ma antigas s ais Doel-1 ( (412-MW), Doel-2(454-MW) e Tihange-1 (1.0 009-MW) po mais 10 a or anos, ou sej até 2025 ja, 5 (comple etando 50 an de oper nos ração). Em 2012 foram ge erados por f fonte nuclea 38,46 T ar TWh em 201 o que re 12, epresentou 51,00% da a energia gerada no país. Atualme ente a dec cisão de desligamento de todos os reator o s res até 20 025 está se endo muito o question nada e está condicion á nada a exis stência no país de fon ntes energé éticas para atender as s necessidades sem submeter a populaç m ção à racio onamentos. Os custos serão eno ormes, com m os rança de s suprimento, dependên ncia de fon ntes interna acionais, a aumento de e prejuízo à segur emissõe que dim es, minuiriam a competitividade do país, con nforme assi inalado no relatório Belgium Energy Challenges Towards 2 m’s s 2030, no qual é fortem mente reco omendado, o retorno à geração nuclear. o As oper radoras GD Suez e Electrabel j DF junto com o consumidores eletr intensivo (Indústria os ro os a química gases, plá a, ásticos, aço e metais especiais) s uniram p os se para tentar m manter a op peração das s centrais pelo maio prazo po s or ossível. Pre etendem ain nda investir na construção de no r ova central, seguind o modelo finlandês no qual os consumidores se unem para a co do o m onstrução d sua fonte de e de ener rgia (modelo de Olkiluo o oto). Na área de pesqui o gover aprovou em março de 2010 u a isa rno u o uma resoluç que aut ção toriza o uso o r dos rec cursos do fu uturo reator de pesqui Myrrha (Multi-purpose Hybrid Research Reactor for r isa High-Te ech Applications) para desenvolvimento de soluções in novativas e energia e medicina em a nuclear. O reator e acelerado foram concebidos po SCK-CE que con . or or EN, ncedeu um contrato de e €24 milhões de eu uros (32 milhões de d dólares) para o projeto de engen o nharia a um consórcio m o liderado pela multin o nacional Areva em out tubro de 2013. Os outr participa ros antes no co onsórcio são o a italiana Ansaldo N Nucleare e a espanhola Empresar a rios Agrupad dos. Esse re eator será usado, p por exemplo, para tr ratamento de resíduo nuclear através de o e transmu utação; para modificaçã de carac a ão cterísticas d semicond de dutores (do oped silicon) essenciais ) s para ap plicações em compone m entes eletrônicos, etc.. Uma fábric com gra ca ande capaci idade ainda a r está mu uito distant porém um projeto piloto (ao custo de 1 bilhão de euros) deverá ser te, o o comissio onado até 2019 no Centro Belga de Pesqu a uisas Nuclea ares-SCK, como parte do projeto e o Myrrha. Os testes levarão 5 a anos até o i início da op peração com mercial, mas poderão l s levar a uma a grande redução na quantidade e no tamanho dos d a depósitos pe ermanentes para resíd s duos de alta a atividade. O result tado do stre testes a ess aplicados fo oram satisfa atórios e o ó órgão regula ador declar em 8 de rou e GP PL.G – Gerê ência de Plan nejamento E Estratégico Pan norama da E Energia Nuc clear – Nove embro 2013 36
  37. 37. novemb de 2011 que as usin belgas são seguras e podem continuar em operação bro nas o. stro de ener rgia da Bélg gica afirmou que a decisão sobre a extensão de vida da usinas do u as o O minis país só será tomad após os resultados dos testes de stress que estão sendo exec da s s s cutados em m todas as usinas nucleares da Europa. s Os belg são favo gas oráveis (75%) à manut tenção dos parques nu ucleares pa geração de energia ara o a elétrica no país, co onforme pes squisa realiz zada em fev vereiro de 2 2012. Mais de 40% são a favor da o a ção de nov vas usinas. A condiçã mais cita ão ada pelos e entrevistado foi a segurança de os e construç operaçã e a gestã dos resíd ão ão duos. Bulgá ária País usinas em m operação o capacidad de atual (MW W) usinas em constru ução capac cidade em constr rução (MW) Bulgária a 2 2000 0 0 Energia Nuclear gerada 201 12 (TWH) % do to gerado otal em 2012 m 14,86 3 31,65 A Bulgá ária tem 2 usinas nuc cleares (KO OZLODUY 5 e 6 – V VVER-PWR 1000 MW, cada) em m operaçã comercia que gera ão al, aram 14,86 TWh, cerc de com 31,65% d geração elétrica em 6 ca m da m 2012. Foram suspe ensas as ob bras das duas usinas q se enco que ontravam em construçã (Belene 1 m ão e 2 VV VER PWR 1000 MW em 2012 e existem ainda 4 reatores que foram fechados W) 2 m m s (KOZLO ODUY 1 a 4 – VVER 4 MW) pa atender acordo de f 440 ara fazer parte da união europeia. Na a Bulgária o govern já demo a, no onstrou inte eresse em substituir a centrais nucleares antigas por as novas, m tem pro mas oblemas qu uanto ao fina anciamento das usinas s. Cent tral nuclear de KOZLODUY e A NEK - Nation Electric Company nal onstruir a da Bulgária pretendia co ntral Nuclear de Belene (2x 1000 e Cen MW – VVER) e assinou contrato W u com a russa A m Atomstroyex xport para projeto, construção o e com missionamen nto das usinas da cent tral, mas o preço fornecido pelo concorre os entes estav acima va do que o pa aís aceita pagar o erno decidiu cancelar o projeto. u gove Em março de 2012 o governo e decidiu usar os equipame s entos que já haviam sid fabricad do dos para Belene em uma ou utra usina na Central d KOZLOD de DUY (o reato número 7 Os resu or 7). ultados do Stress testes de segurança realizados por toda a Europa estão sendo analisad dos e as recomendações se erão implem mentadas on couber. nde GP PL.G – Gerê ência de Plan nejamento E Estratégico Pan norama da E Energia Nuc clear – Nove embro 2013 37
  38. 38. O país possui um reator de pesquisa q m que é oper rado pelo In nstituto de Pesquisa e Energia r mia as, a. mantém seus planos estratégicos s Nuclear da Academ Búlgara de Ciência em Sofia O país m de amp pliar sua ge eração de e energia nuc clear, fazer nova centr e amplia a vida da usinas ral ar as Kozlodu para reduzir sua dependência d Rússia q uy da quanto à energia primária (gás e ó óleo). Resídu Nucleares uos O país contratou o projeto de um depós interme e sito ediário de b baixa ao co onsórcio form mado pelas s empresa espanh as holas ENRESA, Wes stinghouse Electric S Spain (WES e a a S) alemã DBE E Technology. O dep pósito será c construído n sítio da u no usina Kozlod duy. Eslová áquia País Eslováqu uia usinas em capac cidade operação atual (MW) 4 usi inas em c capacidade em con nstrução c construção (M MW) 1.896 2 880 Energia Nuclear gera 2012 ada (T TWH) % do total gerado em m 2012 1 14,41 53,8 A Eslov váquia tem 4 reatores nucleares em oper m ração come ercial, que em 2012 produziram m 14,41TW de ener Wh rgia elétrica o que representou 5 a, 53,80 % da energia p a produzida no país. As s r duas un nidades em construção são de Mochovce 3 e 4 (VVER 440MW ca o R ada) e deve eriam entrar em ope eração em 2014 e 2015 respectivamente, m mas há um atraso na conclusão Há ainda m a o. a planos d construç de outro 2 reatore entre os a de ção os es anos de 2020 e 2025. As emissõe de gases es s do efeito estufa do país são em 70% derivadas da ge o m eração de e energia por combustíve fósseis e eis esta é u uma das raz zões do país para amp pliar a geraç nuclear que auxilia na redu ção r aria ução destes s gases. Pa ter aces ara sso à Com munidade Européia em m 2004 o país concordou em fechar os dois u s rea atores mais velhos (Bo ohunice V1 u unidade 1 e 2) o que oco orreu em 2 2006 e 200 Como o 08. con nsumo de energia per capita é 4.550 KWh h por ano e mais de 50% da energ vem de % gia e fon nuclear, a estabilid nte dade e a se egurança do o for rnecimento de combu ustível são primordiais s para a qualida de vida da populaç ade a ção. Todo o com mbustível nuclear é contratad junto à do em mpresa russa TVEL. a Cent tral Nuclear Mo ochovce (www.seas.sk/ /en) De esde 2008 o país defin que irá reprocessar niu os seus resíd duos de al atividade e estuda lta a loc calização pa repositó ara ório de baix e média xa a ativ vidade. A Eslov váquia faz p parte do TN desde 1993 e assin NP nou também o tratado adicional e 1999. O m em país faz também, p z, parte do NS - Nuclea Suppliers Group. SG ar Os traba alhos de co onstrução de Mochovce 3 e 4 continuam. Com em toda Europa, a usinas do e e mo a as o país pas ssarão pelo testes de stress defin os nidos pela U UE. GP PL.G – Gerê ência de Plan nejamento E Estratégico Pan norama da E Energia Nuc clear – Nove embro 2013 38

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