• Like
  • Save
2013   panorama da energia nuclear -edição novembro ELETRONUCLEAR
Upcoming SlideShare
Loading in...5
×
 

2013 panorama da energia nuclear -edição novembro ELETRONUCLEAR

on

  • 423 views

 

Statistics

Views

Total Views
423
Views on SlideShare
423
Embed Views
0

Actions

Likes
0
Downloads
15
Comments
0

0 Embeds 0

No embeds

Accessibility

Categories

Upload Details

Uploaded via as Adobe PDF

Usage Rights

© All Rights Reserved

Report content

Flagged as inappropriate Flag as inappropriate
Flag as inappropriate

Select your reason for flagging this presentation as inappropriate.

Cancel
  • Full Name Full Name Comment goes here.
    Are you sure you want to
    Your message goes here
    Processing…
Post Comment
Edit your comment

    2013   panorama da energia nuclear -edição novembro ELETRONUCLEAR 2013 panorama da energia nuclear -edição novembro ELETRONUCLEAR Document Transcript

    • Panoram da Ene ma ergia Nucl lear n Mu no undo Ohi 3-4 – PWR 2.360 M - Japão 4 MW E Edição o Nove embro o 2013 3 Vogtle 3 – AP1.000 M - USA (em c e MW construção) Flamanville 3 EPR 1.600 MW –França 3- Surry 1 PWR 1.780 M 1-2 MW - USA GP PL.G – Gerê ência de Plan nejamento E Estratégico Hanul 1-6 - PWR 6.1 MW - Coreia do Sul l 157 Pan norama da E Energia Nuc clear – Nove embro 2013 1
    • C Conteú údo I – II III IV - Introd dução pag 3 g. Destaq ques - pa 4 ag. Geraçã Nuclea Mundi - pag. 11 ão ar ial Distribu uição dos reator - pag 13 s res g. Situaçã da ene ão ergia nuc clear em alguns países /regiões m  Amér ricas -- p pag. 15  Europ -- pag 29 pa g.  Áfric / Orien Médio / Países Árabes Africanos-- pag.65 ca nte  Ásia -- pag. 7 73  Austr rália – pag 92 g. Acordos Comercia e de Coopera ais ação Nuc clear - pag.93 V – Alguns A te VI - Ambient e sociedade - pag.105 Combustí ível VII – C  Urânio - p pag.109  Tó ório - pag.113 VIII - C Combustível Irra adiado  Comb bustível Ir rradiado – pag. 114 4  Radia ação – pag 116 g.  Resíd duos nucleares e Re ejeitos rad dioativos – pag. 120 IX - P Prolifera ação e Riscos par a Seg ra gurança - pag.123 3 X - A Algumas Aplicaçõ Nucle ões eares - pag.126 XI – D Descomis ssionamento pag.1 131 XII – C Conclusõe - pag.133 ões XIII - P Principais Fontes de Info s ormação - pag. 1 136 Not Comen ta: ntários ser rão bem v vindos e podem ser encaminh hados a: Rut Soares Alves - r th rtalves@ele etronuclear r.gov.br Tel. +55 21 2588 786 61 Per rmitida a r reproduçã total ou parcial c ão u com a dev vida indica ação dos c créditos. GPL.G – Gerênc de Plane cia ejamento Estratégico Panor rama da Energia Nucle – Novem ear mbro 2013 2
    • In ntroduç ção É prováve que o ac el cidente de Fukushima Daiiche em março de 2011 seja um marco para o fim do m e a o m isolament de Indús to stria Nuclea no mund que ago mais q ar do ora que nunca precisa que seus líde e eres mundiais se foquem nas lições a aprendidas com este te errível episó ódio. As soluçõ ões até ago propost ora tas requere erão a milhõ ões de dólares em investimentos em todos os s s países co tecnolog nuclear, mas como resultado a seguranç será mu aumenta om gia , o ça uito ada e levar a rá geração d mais em de mpregos também. Nov vos projetos serão ain s nda mais acurados de evido às no ovas restrições para suportar eventos extremos que foram a s s adicionados às bases d projeto. s de do Agência Int ternacional de Energia (IEA) em seu relató a m ório anual “World Ene ergy De acord com a A Outlook 2 2012, a ene ergia nuclea poderia c ar crescer em 58% até 2 m 2035, mas a participaç ção nuclear no r total gera ado cairia dos atuais 13% para 12 2%, princip palmente de evido as rev visões efetu uadas em s seus planejame entos energ géticos dev vido ao acidente japo onês de Fu ukushima D Daiichi. O c crescimento da o capacidad projetada ainda con de a ntinuará, sen liderado pela China Coréia do Sul, Índia e Rússia. ndo o a, o O suporte da socied e dade à tecn nologia nuc clear é indis spensável p para o seu sucesso e para que isto ocorra é f fundamenta uma com al municação a adequada, p precisa e op portuna de f forma a cria as bases da ar s confiança do público em geral e em espe a o ecial dos qu por ventura possam vir a ser afetados pe ue m elas operaçõe das emp es presas nucle eares. Não tem sido este o com o mportamento dos participantes de o este t mercado. Numa épo oca em que a internet é disponível 24horas por dia e praticam e s em mente todos os s países, a empresas precisam repensar c as s como comunicam o ev vento de um acidente, dispondo-s a m se ouvir dúv vidas e a re esponder to odas as que estões colocadas com abertura e transparên ncia. É prec ciso trabalhar muito e tre einar seus c comunicado ores mais a ainda porque os questi ionamentos serão sem s mpre novos. O descom missioname ento das centrais em fim de vid útil nos próximos anos requ da s uererá gran ndes investime entos e dis sponibilidad de recu de ursos huma anos espec cializados h hoje não d disponíveis no mercado. O mesmo pode ser dito quanto a implemen ntação de um solução definitiva p ma o para os reje eitos radioativo em geral e em espec os de alta atividade os cial e. Atualmen em torno de 150.000 pessoas trabalham com nucle e desta aproxima nte o s m ear as adamente 3 38% estão se preparando para a apo o osentadoria em até 5 a a anos. A rep posição desta mão de o obra altame ente zada requer políticas próprias em cada país, com criação de cursos em univers r o s sidades que só e especializ atrairão a alunos se houver persp pectivas de empregos no futuro. Há ainda a áreas de pesquisa que e as e demanda arão grande contingente e. nder a uma economia descarbon a nizada, com propõe a ONU para lidar com as mudan mo a m nças Para aten climáticas a geração nuclear se coloca com tecnolog provada e disponív para con s, o e mo gia a vel ntribuir a cus stos baixos de operação e por longo tempo po central para o mix q e or que as matrizes energ géticas impõ õem as hoje. Barr reiras criada por gove ernos por ra azões polític precisam ser pens cas sadas para o bem de s seus próprios h habitantes. GPL.G – Gerênc de Plane cia ejamento Estratégico Panor rama da Energia Nucle – Novem ear mbro 2013 3
    • PANO MA DA ENER ORAM RGIA NUCL LEAR N MUNDO NO O I – De estaque da e es edição de Nov vembro 2013 o Em 2013, até Novem , mbro o 435 reatores nucle eares de po otência em o operação co capacidade instalad total de 3 om da 370,536 GW(e) W o 71 reatores nuclea ares em con nstrução (ca apacidade instalada tot de 66,83 GW(e)) tal 31 ento de longa duração o Fechame o Crysta River 3 (860 MW(e), PWR, USA) em 5 /02/2 al 2013 o Kewau unee (566 M MW(e), PWR USA em 7/05/2013 R, o San O Onofre 2 (10 MW(e), PWR, USA em 7 /06/2 070 A) 2013 o San O Onofre 2 (10 MW(e), PWR, USA em 7 /06/2 070 A) 2013 Novas co onexões à r rede o Hongy yanhe-1 (10 MW(e), PWR, CHIN em 18 / 000 NA) /02/2013 Início de construção para 7 un nidades: o Virgil C Summer 2 (1117 MW C. W(e), PWR, USA) em 9 /03/2013 , o Virgil C Summer 3 (1117 MW C. W(e), PWR, USA) on 4 /11/2013 , o Vogtle e-3(1117 MW W(e), PWR, USA) em 1 /03/2013 , 12 3 o Baraka 2 (1340 MW(e), PW UAE) em 7/05/2013 ah WR, m 3 o Shin-H Hanul-2(134 MW(e), P 40 PWR, Coreia do Sul) em 19 /06/20 a m 013 o Yangji iang 5 (1000 MW(e), PWR, China) on 19 /06/ 0 ) /2013 o Tianw 4 (1050 MW(e), PW China) o 27 /09/20 wan WR, on 013 Em 2012: Início de construção: o Baltiisk – 1 (1082 M MW(e) PWR Rússia) e 22/02/20 R, em 012 chin-1 (1340 MW(e), PWR, KORE REP.) em 10/07/201 0 EA m 12 o Shin-Ulc o Barakah 1 (1340 M h MW(e), PWR UAE) em 18/07/2012 R, 2 onexões à r rede Novas co o Shin –W Wolsong 1 (9 MW(e), PWR, Coré do Sul) em 27/01/2012 960 , éia o Shin –K Kori - 2 (960 MW(e), PW Coréia do Sul) em 28/01/2012 WR, 2 ento após l longo temp de fecha po amento Religame o Bruce -1 (772 MW( PHWR, CANADA) em 19 /09/2 (e), 2012 o Bruce -2 (772 MW( PHWR, CANADA) em 16 /10/2 2 (e), 2012 ento definit tivo Fechame o Oldburry A1 (217 M y MW(e), GCR Grã Breta R, anha em 29 9/02/2012 o Wylfa (490 MW(e), GCR, Grã Bretanha e 25/04/20 ã em 012 Em 2011: o o 435 rea atores nucle eares de po otência em o operação co uma ca om apacidade in nstalada líquida total de 368.192 GW W(e) 63 reato ores nucleares de potência em con nstrução GPL.G – Gerênc de Plane cia ejamento Estratégico Panor rama da Energia Nucle – Novem ear mbro 2013 4
    • Novas co onexões à r rede: o Kaiga 4 (202 MW(e PHWR, Í e), Índia) – em 19/01/2011 Chasnupp2 (300 MW(e PWR, Pa 2 e), aquistão)– e 14/03/20 em 011 o Lingao 4 (1000 MW W(e), PWR, China) – em 3/05/2011 m 1 o CEFR - (20 MW(e), FBR, Chin – Reator rápido exp na) r perimental e em 21/07/2 2011 o Bushehr 1 (915 MW W(e), PWR-VVER, Irã) – em 3/09/2 2011 o Kalinin4 (950 MW(e PWR-VV 4 e), VER, Rússia em 14/1 a)– 11/2011 o Qinshan 2-4 (610 M n MW(e), PWR China) – em 25/11/2 R, 2011 Início de constru o ução: o Chasnu upp 3 (315 M MW(e), PWR Paquistão) – em 28/ R, /05/11 o Rajasthan 7 (630 M MW(e), PHW Índia) – em 18/07/11 WR, Fecha amento def finitivo: o Fukushi ima-Daiichi 1,2,3,4 (43 39/760/760/ /760 MW(e), BWR, Ja apão)- foram oficialme m ente declarad como fe das echadas em 20/05/11 m o Oldbury A2 (217 MW(e), GCR y R-Magnox, In nglaterra) em 30 Junho – Término de vida útil o l o Biblis A and B (116 67/1240 MW W(e), PWR, Alemanha) foram ofic ) cialmente de eclaradas co omo fechada em 6/08/11 as o Brunsbu uettel (771 MW(e), B BWR, Alem manha) fora am oficia almente dec claradas co omo fechada em 6/08/11 as o Isar 1 (8 878 MW(e), BWR, Ale emanha) for ram oficialm mente decla aradas com fechadas em mo s 6/08/11 o Kruemm (1346 M mel MW(e), BWR Alemanha foram of R, a) ficialmente d declaradas como fecha adas em 6/08 8/11 o Neckarw westheim 1 (785 MW(e), PWR, A Alemanha) f foram ofici ialmente de eclaradas co omo fechada em 6/08/2 as 2011 o Philipps sburg 1 (89 MW(e), BWR, Ale 90 emanha) foram oficia almente de eclaradas co omo fechada em 6/08 as 8/11 Unterw weser (1345 MW(e), P 5 PWR, Alema anha) foram oficialme m ente declarad como fe das echadas em 6/08/11. m 435 Rea atores em n op peração por tip IAEA – Nov po vembro 2013 GPL.G – Gerênc de Plane cia ejamento Estratégico Panor rama da Energia Nucle – Novem ear mbro 2013 5
    • 435 Rea atores em n op peração por pa IAEA – Nov aís vembro 2013 • 15 País ses, que re epresentam a metade da populaç ção mundia constroem 69 novos reatores com al m s capacid dade total líq quida de 66 6.831 MW. • 65 País ses, que não possuem tecnologia n o nuclear exp pressaram ju unto à AIEA seu interes nesta A sse questão para a construção de reatores e o, e e/ou desenv volver uma indústria nes sentido. ste GPL.G – Gerênc de Plane cia ejamento Estratégico Panor rama da Energia Nucle – Novem ear mbro 2013 6
    • Reatore em Con es nstrução p País por ARGENTINA BRAZIL CHINA + TA AIWAN 2 2 2 FINLAND 3 1 1 FRANCE INDIA 10 3 32 2 JAPAN SOUTH KOREA 5 PAKISTAN 2 7 1 1 RUSSIA SLOVAKIA UKRAINE UNITED AR EMIRATES RAB S UNITED ST TATES OF AME ERICA 71 Reato ores em constr rução por país s Reato em C ores Construção por tipo o 4 1 2 BWR - Boilin Light-Waterng Cooled and Moderated Reactor FBR - Fast Breeder Reacto or 5 HTGR - High h-Temperature e Gas-Cooled Reactor 59 PHWR - Pressurized Heav vyWater-Moderated and Co ooled Reactor PWR - Press surized LightWater-Moderated and Co ooled Reactor 71 Reatores e construção por tipo do re em o eator GPL.G – Gerênc de Plane cia ejamento Estratégico Panor rama da Energia Nucle – Novem ear mbro 2013 7
    • Reatores em op R s peração ou o operaci ionais d desligad dos País Núme ro de Reato ores Ca apacidade e elétrica líq quida [MW ] ARGENT TINA 2 93 35 ÁFRICA DO SUL 2 183 30 NHA ALEMAN 9 1206 68 ARMÊNIA 1 37 75 A BÉLGICA 7 592 27 BRASIL 2 199 90 RIA BULGÁR 2 190 06 CANADÁ Á 19 1350 00 CHINA+T TAIWAN 24 1888 88 COREIA DO SUL A 23 2073 39 ÁQUIA ESLOVÁ 4 181 6 ESLOVÊ ÊNIA 1 88 68 ESPANH HA 8 756 67 100 9856 60 4 275 52 FRANÇA A 58 6313 30 GRÃ BR RETANHA 16 923 31 HOLAND DA 1 48 82 HUNGRIA A 4 188 89 21 530 08 1 91 5 50 4421 5 O MÉXICO 2 40 164 PAQUISTÃO 3 72 25 HECA REP. CH 6 380 04 ROMÊNI IA 2 130 00 RÚSSIA A 33 2364 43 SUÉCIA 10 947 74 5 330 08 15 1310 07 435 37171 2 ESTADO UNIDOS OS S FINLÂND DIA ÍNDIA IRÃ JAPÃO SUÍÇA A UCRÂNIA Total GPL.G – Gerênc de Planejamento Estratégico cia e Panor rama da Energia Nucle – Novem ear mbro 2013 8
    • Resumo das Análises e dos Procedime o entos adota ados pela m maioria dos países ap o s pós acident Fukushim te ma Após o acidente de Fukushim no Japão em maço de 2011, to a indús e ma o oda stria nuclear se mobilizou r para a avaliação d evento e das prov do vidências a serem tom madas de f forma a ga arantir que os mesmos fatos não se repetiss s sem em outras centrai As lições advindas do evento geraram um is. s ma série de providênc e cias conform o result me tado das av valiações que cada pa fez. As questões, os aís problem e as soluções enco mas ontrados não são comu a todos os reatores nem a todo os paíse o uns s os es. Há caso em que s concluiu que era ne os se ecessário mudar a estru utura regula atória do pa para torn aís nar as agên ncias mais independen ntes, mas a grande m maioria fez as análises voltadas à garantia de s resistên ncia dos re eatores a e eventos ex xtremos (terremotos, t tsunamis, e enchentes, vendavais e furacões e ao com s) mportament dos siste to emas de se egurança e desligamen seguro das centra nto ais. Foram também a avaliados os processo de resp os posta externa à emergências e os SAMG G’s (Proced dimentos de Gestão de Acidentes S e Severos) A seguir apresenta amos um re esumo dos p principais ações por pa aís. As ava aliações rea alizadas pelos países e seus ór rgãos reguladores ger ram progra amas e pro ocedimentos para san s nar eventua ais fragilida ades e já for ram ou estã sendo de ão esenvolvidos s. Conform tabela a me acima, as p principais aç ções foram concentrad nas áre onde ha das eas avia potenc cial para me elhorias : 1. E Estrutura Regulatória d País; do 2. A Avaliação d Resistênc Sísmica da Central; da cia GP PL.G – Gerê ência de Plan nejamento E Estratégico Pan norama da E Energia Nuc clear – Nove embro 2013 9
    • 3. V Verificação das defesa para Ench as hentes e Ts sunamis; 4. I Instalação d Geradore Diesel de Emergênc se nece de es e cia, essário; 5. V Verificação das Bomba de Refrig as geração Emergência; 6. V Verificação da Refriger ração da Pis scina dos E Elementos C Combustíveis Usados; 7. V Verificação Instrumenta ação da pis scina dos ele ementos co ombustíveis usados; 8. I Instalação d recombin de nadores de Hidrogênio; 9. I Instalação v ventilação e especial na c contenção 10. C Criar SAMG (Procedi G’s imentos par gestão de acidentes severos) ra e 11. A Avaliação d acidentes múltiplos ( de s (para centra de com m ais mais de um reator); A comp paração da g geração de energia nu uclear nos a anos de 201 e 2011 m 10 mostra que a maioria dos países a aumentou e energia ger rada por fon nuclear de um ano para o seg nte o guinte. Ape enas o Japã ão, que pre ecisou desli igar grande parte de s e sua frota para os test tes após o terremoto e tsunami de março d 2011 e a Alemanha que desligo alguns de seus reato de ou e ores espont taneamente tiveram um e ma ração de en redução na sua ger o nergia elétric nuclear. ca Ger ração nuclear po país e ano ( 2010/2011/2012) or GP PL.G – Gerê ência de Plan nejamento E Estratégico Pan norama da E Energia Nuc clear – Nove embro 2013 10
    • II - G Geração Nucle Mundial o ear Com o c crescimento global do c o consumo en nergético, m muitos esfor rços têm sid feitos par aumentar a do ra r oferta d energia, com a energia nuc de , clear se configurando como uma das tecn a nologias ma ais importantes para o futuro de esta indústri ia. A ener rgia nuclear tem uma das melho r ores taxas de geração de calor e o entre as fon ntes térmica de geraç e não e as ção emite gases do efeito e estufa. É um ma produçã de ener ão rgia em lar rga escala, se configurando com energia de base de sistema mo a as, concent trada em u uma peque ena área co um com om mbustível p potente e d preço e de extremamen nte competi itivo. Para qu as funções de uma sociedade moderna sejam desem ue mpenhadas a contento (moviment o tar indústria comércio prover com a, o, municação, saúde, ser rviços públic cos, etc..) é indispensá ável dispor da energia, em espec cial da elé étrica de forma confiável e a pr reço adequado. O sup primento e a seguran nça energét tica é hoje uma quest tão essencial para qualquer país e estão n origem de s, na muitas d decisõe estratégic dos gov das es cas vernos. Os dado de totaliz os zação da ge eração de e energia são disponibiliz zados pelas empresas envolvidas, s sempre anualmente e. Em 201 os Estad 12 dos Unidos foram o p s país que m mais gerou e energia por fonte nuc r clear, sendo o respons sável por ce erca de 32% da produção total des tipo de e % ste energia no m mundo. Também se destac m caram: Fran (17%), J nça Japão (6,3% Alemanh (4%), Rú %), ha ússia (6,5%), Coréia do o Sul (6% Canadá (3,5%), Ucrânia (3,4% e China + Taiwan (4 %), %) 4%). O Bra foi respo asil onsável por r 0,6% da geração de energia p fonte nuc a por clear no mu undo. A França diminuiu sua prod u dução de e energia nuclear em 2 2012 que atingiu 407 7.438 GWh h principa almente dev vido às paradas mais lo ongas no pe eríodo. No Japã a produç foi de ap ão ção penas 17.23 GWh, co enorme queda em r 30 om relação a 20 quando 011 o chegou a 156.182 GWh, aind como co 2 da onsequência do aciden de Fuku a nte ushima Daiic Apenas chi. s dois rea atores estão em operaç o ção. A Alemanha produ uziu 94.098 GWh bruto com peq 8 os quena redu ução em relação ao an de 2011 no 1 quando atingiu 96.9 951 GWh líquidos. De acor com a A rdo Agência Int ternacional de Energia (IEA) em s relatório anual “W a seu o World Energy y Outlook 2012, a en k nergia nucle poderia crescer em 58% até 2035, mas a participaç nuclear ear a m ção r no total gerado cairia dos atua 13% par 12%, prin ais ra ncipalmente devido às revisões ef e fetuadas em m planejam mentos ene ergéticos n nacionais devido ao a acidente japonês de Fukushima Daiichi. O crescim mento da cap pacidade pr rojetada aind continua sendo li da ará, iderado pela China, Co a oréia do Sul, Índia e R Rússia. Atualme ente 65 pa aíses que n não possue tecnolog nuclear expressar em gia r ram junto à AIEA seu u interess nesta qu se uestão, para a constru a ução de rea atores e/ou desenvolve uma indú er ústria neste e sentido. As potênci em expa . ias ansão quere multiplic o número de usinas em seu ter em car s rritório. Mesmo após o ac cidente da central de Fukushima no Japão muitos go a o, overnos co onsideram a ampliaç internac ção cional da energia nuclear uma opç à mudança climátic e uma alternativa às ção ca s oscilaçõ do preç dos prod ões ço dutos energ géticos, além de ser u m uma proteçã à incerte sobre o ão eza GP PL.G – Gerê ência de Plan nejamento E Estratégico Pan norama da E Energia Nuc clear – Nove embro 2013 11
    • suprime ento dos co ombustíveis fósseis. A expansão d energia nuclear em todo o mu da m undo requer r que os g governos at tuem com re esponsabilidade e crité érios de seg gurança rígid nessa e dos empreitada. . Pa articipação da geração nucle de cada pa no total nu ear aís uclear gerado – 2012 As princ cipais barreiras à opção nuclear dizem respeito à segura ança das us sinas, à disp posição dos s rejeitos radioativos e à prolif s feração de armas nucleares, alé dos cu ém ustos de co onstrução e manutenção. Deve ser também conside e erada a dif ficuldade de fornecime ento para os grandes s compon nentes nucle eares. Adiciona almente a I IEA projeta a necessid dade dos governos mi itigarem os riscos financeiros das s construç ções e proje etos nuclea ares através de política específica como a incorporaçã do preço s as as, ão o do carb bono nos cu ustos de geração, de fo orma que o 375 GWe de fonte n os e nuclear, pre evistos para a iniciar a operaçõe ente 202 e 2030, t as es 20 tanto para s substituir as plantas an s ntigas como em novos o s projetos de geração elétrica po s o ossam obte o adequad investimento. er do GP PL.G – Gerê ência de Plan nejamento E Estratégico Pan norama da E Energia Nuc clear – Nove embro 2013 12
    • III - D Distribu uição d rea dos atores Dentre os maiores parques g s geradores, destacam-s os Estad se dos Unidos com 100 u unidades, a França com 58 rea atores e o Japão com 5 Em 2013, até setem 50. mbro, foram iniciadas a obras de m as e cinco no ovas usinas e duas no s, ovas foram conectadas aos seus grids. Houv ainda o fechamento s ve o definitivo de quatro usinas am o mericanas (C Cristal River 3, Kenaune San Onofre 2 e 3) . De acordo r ee, o com a W World Nucle Associat ear tion - WNA até setembro de 2013 a experiênc acumula em todo cia ada o o mund pelos rea do atores nucle eares de potência (so omatório dos anos de operação d todos os de s reatores foi de ma de 14.50 anos, com a geração de cerca d 61.200 T s), ais 00 m o de TWh de ene ergia. No quad a seguir apresentam os mai dro r mos iores fornec cedores mun ndiais de tecnologia nu uclear: Vendedo ores GE G Westinghou W use Areva A AECL A Mitsubish M Toshiba T General Ato G omics Eskon E Ti ipo do Rea ator AB BWR / ES SBWR AP P1000 EP PR AC 700 CR US PWR SA AB BWR GT TMHR PB BMR A escas ssez de gra andes forjad é um p dos problema a ser enfrent tado pelos construtore de novos es s reatores nucleares pelo mund Não exis s do. stem muitos fabricante de vasos de pressão do reator s es s o r, gerador de vapor ou grande turbinas. res es O Nucle Enginee ear ering Institute - NEI ale que as p erta providências não podem tardar so o risco de ob e impacta os crono ar ogramas de construçã de nova usinas. Outras gra e ão as andes fábric cas são as s chinesa China First Heavy Industries e Ch a t hina Erzhon a russa OMZ Izhora a coreana Doosan, a ng, a, a francesa Le Creu a usot e a in ndiana JSW Todas estão aum W. mentando s suas capac cidades. Os s movime entos mais recentes sã na Alem ão manha que abriu uma nova fábri ica em Völklingen e a compan nhia frances Alstom q sa que abriu u uma nova fá ábrica nos Estados Unidos para atender as s necessidades de g grandes turb binas e turb bogeradores e outros e s equipamento para usin à gás e os nas es cado norte-a americano. Temos aind novas fá da ábricas prev vistas na In nglaterra, na a nucleare no merc Índia e n China. na Os cons sórcios “Are eva/Mitsubis Westinghouse-Tos shi; shiba; e GE E-Hitachi” sã os vend ão dedores que e possuem maior es m scala e tec cnologia par causar impacto rea na indús ra al stria nuclear Devemos r. s ainda co onsiderar o coreanos e os russo Como sã poucos o concorre os s os. ão os entes, o me ercado pode e passar p uma esc por calada nos preços em geral. r Após o acidente de Fukush hima Dai-íc che no Japão algum mas conseq quências pu uderam ser observa adas tais co omo os prob blemas de s suprimento que são m mais críticos. A Japan S Steel Works s (JSW), que fabrica várias pa a artes e com mponentes para usina nucleare para clie as es entes como o AREVA e TOSHIBA está a pr A A rocura de ou utros cliente para a sua capacida de prod es ade dução cujas s encome endas foram fortemente afetada p m e pelo acident Segundo seu presidente Mr. Ikuo Sato, a te. o GP PL.G – Gerê ência de Plan nejamento E Estratégico Pan norama da E Energia Nuc clear – Nove embro 2013 13
    • indústria deve se dedicar à produção de turbin a o nas a gás e eólicas num futur próximo. ro Compon nentes nucleares repre esentavam c cerca de 20 do fatura 0% amento da e empresa. Até sete embro de 2 2013, segu undo a AIEA 82,7% d A, dos reatore (359) em operação no mundo es m o o tinham m mais de 20 anos de atividade. De estes 183 un nidades tinh ham entre 2 e 30 anos e 176 tem 20 s m mais de 30 anos d atividade. Estas frota terão qu ser subst e de as ue tituídas por novos reat tores ou por r outra fo onte de gera ação. Parte da solução é ampliar a vida útil d usinas e o das existentes, t transferindo o o proble ema do sup primento de energia p e para o futur Segundo a WNA a 2030, 143 reatores ro. o até s devem s fechado por términ da vida ú ser os no útil. Mesmo após o a acidente na central nuclear de Fukushim a e ma, no Jap pão, muitos governos s s eram a expa ansão da en nergia nucle uma opç à mudança climátic e uma alternativa às ear ção ca s conside oscilaçõ nos pre ões eços dos pro odutos ener rgéticos, alé de ser u ém uma proteçã contra as incertezas ão s s do abas stecimento de combus stível fóssil. A expansã mundial da energia nuclear ex ão a xige que os s governo ajam de forma resp os ponsável e aplicar crit térios rígido de segurança na o os operação de e instalaç ções nuclear res. Total de reatore 434 es: Númer de reatores ro Nú me ro de rea to Anos s Idade dos reatores e operação em fonte IAEA Setem e: mbro 2013 GP PL.G – Gerê ência de Plan nejamento E Estratégico Pan norama da E Energia Nuc clear – Nove embro 2013 14
    • IV - Situ V uação atua da e o al energi nuc ia clear e em a algun país / r ns ses regiõe es A - Amé éricas Localização aproximada d usinas nuc o das cleares na Amé érica do Norte e A – Am A1 mérica do Nor rte dá Canad País usinas em m operação o capacida ade atual (M MW) Canadá 19 14.385 5 usinas em s capac cidade em constru ução constru ução (MW) 0 0 energia gera ada 2012 (TWH H) % do t total gerado e 2012 em 90,984 15,30 A capac cidade insta alada nuclea total do país até 20 foi de 14.385 MW. As demais fontes são ar 012 s o hidráulic térmica, nuclear, a ca, , além de out tras como e eólica, biom massa, biog e solar. O Canadá gás . á tem 19 usinas nuc cleares em operação ( (17 delas e Ontário) que produ em ) uziram 90.9 984 TWh ou u 15,30% da energia elétrica do país em 20 a o 012. Todos os reatores são do tip PHWR - Pressurized s po d heavy w water reacto or. Em sete embro de 20 012, seguin process de reform e recone ndo so ma exão da Cen ntral Bruce (4 unidades s PHWR), foi religada a usina B Bruce 2 (772 2MW) que e estava fechada desde 1995. As unidades 3 e 4 (730 MW cada) foram relig gadas em 2 2004 e 2003 respectiva 3 amente e a unidade 1 (772 MW) ) retornou ainda em 2012. A us u sina Point L Lepreau tam mbém estav sendo re va eformada e em outubro o de 2012 foi reconec 2 ctada à rede. O plano de energia de longa duração pu o a ublicado em novembro de 2010 p m o prevê pelo m menos duas s novas n nucleares (c capacidade total de 2.000 MW) n região de Ontário (em Darlington onde já na á existem outras 4 us m sinas) e a re eforma de o outras 10 até 2020. é Em junho de 201 a Ontar Power G 13 rio Generation (OPG) rec cebeu as o ofertas de construção o detalhad das, cronog gramas e es stimativas d custos pa os dois potenciais reatores nu de ara ucleares em m GP PL.G – Gerê ência de Plan nejamento E Estratégico Pan norama da E Energia Nuc clear – Nove embro 2013 15
    • Darlingt ton. As pro opostas for ram da We estinghouse Electric C e Canadá (AP P1000) e S SNC-Lavalin n Nuclear Candu En r/ nergia. As s submissões concluídas serão analisadas por uma equipe do OPG e s s e os ministérios da Energia, F Finanças e Infraestrutu de Ont ura tário. A Comissão de Segurança a Nuclear do Canad também concedeu uma licen r dá m u nça de pre eparação do local, ma nenhum as m trabalho foi feito no site. o o Ainda e 2013 foi também re em enovada po mais 5 an a licenç de opera or nos ça ação dos se reatores eis s das usinas Pickering A e B q que pertenc cem à Onta ario Power Generation (OPG) até agosto de n é e 2018. Em 201 a empre 13 esa Alstom foi selecio onada para a reforma dos 4 geradores de vapor das a a e s r turbinas da centra de Darlin s al ngton (4x90 MW) em Ontario q 00 m que pertencem à Ont tario Power Generat tion’s (OPG Estes se G). erviços são de longa duração e o custo ap o proximado s será de 265 5 milhões de euros ( s (340 milhõe de dólares). As ativ es vidades com mpreenderã reforma d turbinas, ão de gerador res, e equipamentos auxiliares associados O crono s. ograma pre evê que os trabalhos s s comece na parad de manutenção no o em da outono de 2016 e a con nclusão das atividades é esperada s a para 2024. Este é u dos maiores projeto de infrae um os estrutura do Canada e f facilitará o a aumento da a vida útil da central. á u retirar do Protocolo de Kyoto para mudanças a s Em 2011 o Canadá se tornou o primeiro país a se r as z seria capaz de atingir a metas pr as ropostas de evido à exploração das s climática uma vez que não s reservas de Xisto ( s (região de A Alberta) par a produç de óleo que aumentaria as em ra ção missões em m 15%. Esta decisão faz parte das estraté o égias energ géticas do país uma v vez que ele é o maior e forneced de óleo e gás pa o merc dor o ara cado americ cano e pret tende aume entar ainda mais este a e suprime ento. AECL d desenvolve de reator C Candu Avançado (geraç III) cujo projeto utiliza urânio enriquecido ção o o ou tório, mas para o qual ainda não há un a nidades con nstruídas. O país p possui proje próprio d reatores (CANDU) p eto de parcialmente suportado pelo gover que, em e o rno m 2010, de ecidiu se af fastar do ne egócio, após ter aportad quase 2 bilhões de dólares des 2006 na s do sde a empresa AECL, n desenvo a no olvimento d nova geração CA da ANDU. Ess decisão deve-se a sa dimensã da divis ão são de reat tores da AE ECL que nã é grand o suficie ão de ente para co oncorrer no o mercado com gigantes do p o porte da A AREVA ou Toshiba e General Electric. a Especia alistas garan ntiam que s sem a partic cipação do governo canadense seria difíc a sobrev o cil vivência da tecnolog CANDU mas em ju gia U, unho de 2011 o SNCLavalin Group as ssinou aco ordo de compra da participa ação do go overno na d divisão de re eatores da AECL. D vital imp De portância no Canadá e no mundo o é o National Rese earch Unive ersal React - NRU, tor reator o operado pela Atomic En a nergy of Ca anada Ltd AECL, localizado em Cha alk River, entre as provínci de Queb e de On ias bec ntário, e que produzia a metad dos isóto de opos médico no mundo os o. NRU GP PL.G – Gerê ência de Plan nejamento E Estratégico em C Chalk River – Canadá (foto AECL) ) Pan norama da E Energia Nuc clear – Nove embro 2013 16
    • Esse re eator enfren ntou problem de manutenção, t mas tendo sido fechado em 14/05/200 devido a m 09 falhas e elétricas e vazamento de água p pesada. Fo oram necess sários 15 m meses de c correções e manutenção. Em 17 de Agost de 2010, após os re to eparos, o ór rgão regulad autorizo o retorno dor ou o ao servi deste re iço eator e o reinicio da pro odução de r radioisótopo a nível m os mundial. Em Outubro de e 2011 es reator q ste que produz também m materiais de pesquisa n nuclear usa ando neutro recebeu ons u autoriza ação para c continuar su produçã de radioi ua ão isótopos até 2016. Es é o mais antigo do é ste o mundo e se encont em oper tra ração desde 1953. e adá os produtores d urânio no mundo. A empresa C de o CAMECO é proprietária a O Cana é um do maiores p de diver rsas minas cuja produç é expor ção rtada para v vários países Como ex s. xemplo pode emos citar o acordo de coopera ação firmado com a Índ para ab o dia bastecimento das centr rais nuclear indianas res s que entrou em vigo em 2013. or Resídu Nuclea uos ares O Cana prevê depósito geo adá ológico prof fundo - Dee Geologic Repository (DGR), pa resíduos ep c y ara s nucleare de baixa e media r es a radioativida ade. Os trab balhos de p preparação do sítio, co onstrução e operaçã estão pr ão ropostos pa a região de Tiverton próximo ao sítio d Central B ara o o da Bruce. Este e depósito deverá ate o ender a todas as usina das centr as rais de Bruc Pickering e Darlingto ce, g on. Em 200 após es 07, studar as op pções, o go overno canadense dec cidiu que to odo o seu c combustíve el irradiado seria sela em con o ado ntêineres se eguros e guardado em depósitos s subterrâneo rochosos os s para uso no futuro. Essas instalações se erão um me egaprojeto c com previsã de gasto da ordem ão os m de 20 b bilhões de d dólares num área de 10 hectare na supe ma e es erfície e galerias a 500 metros de 0 e profundidade. Oit to comunid dades exp pressaram interesse sendo tr rês nas r regiões de e Saskatc chewan (Pin nehouse, Pa atuanak e C Creighton) e cinco em O Ontário. Ess comunid sas dades estão o no perío odo de apr rendizado s sobre resídu nuclear, que poder ser um legado para as futuras uo rá a s geraçõe com as novas tecn es nologias nu ucleares pa recupera e recicla combustível que se ara ar ar e espera d desenvolve nos próxim 100 anos. er mos O órgão regulador do Canadá - Canadian Nuclear S o á n Safety Comm mission (CN NSC) criou u plano de um e ação pa todos o operador de quaisquer insta ara os res alações nuc cleares do p país para q que revisem m suas po osturas e critérios de se egurança, à luz dos ev ventos de Fukushima, c com ênfase em defesa e a em pro ofundidade e mecanis smos de prevenção e mitigação de conse o equências de eventos s adverso e severo em ger os os ral. No plano os ris scos externos tais com eventos sísmicos, mo s enchent tes, incênd dios, furacõ ões, etc. devem ser considera ados e pl lanos de emergência a atualiza ados. Os plan de revit nos talização da usinas d central B as da Bruce (em O Ontário) con ntinuam com o mesmo m o cronogr rama, sendo que a unid o dade 2 deve retornar a operação no final de 2011 e a n e número 1 no o início de 2012. O custo final será de U l US$ 5 bilhõ ões. Os tra abalhos para as dema 6 usinas ais s começa arão em 201 15. GP PL.G – Gerê ência de Plan nejamento E Estratégico Pan norama da E Energia Nuc clear – Nove embro 2013 17
    • Estad Unido dos os País us sinas em op peração capacidade a atual (MW) Estados Unidos 100 98.560 usinas em capacidade em energi gerada ia % do total construção construção ( (MW) 2012 (TWH) ger 2 rado em 2012 2 3 3.500 769 9,331 18,97 Os Esta ados Unidos são o pro s oprietário do maior par o rque nuclea do mundo com 100 usinas em ar o, 0 m operaçã (67 PWR e 33 B ão Rs BWRs),ate m maio de 20 013, que co orrespondia a uma capacidade am e instalada de 107.71 MW e pr 14 roduziram, e 2012, ce em erca de 770 TWh(e). Este valor co 0 orrespondeu u a cerca de 19% da energia do país e ce a erca de 32,8 de toda a energia nuclear no mundo em 8% a o m 2012. E Este valor é ainda cerca de 70% d energia e da elétrica gera sem a produção d gases de ada de e efeito es stufa. A capac cidade insta alada bruta s reduziu e 2013 (ju se em unho) para 9 98.560 MW devido ao fechamento W o de 4 ce entrais (Kew waunee em Wisconsin Crystal R m n; River-3 na Florida e S San Onofre e -3 na e-2 a Souther Californi rn ia) devido às condiç ções econô ômicas das usinas ( s (não seria econômico o remodelá-las) e da região on a nde estão in nstaladas (o consumo não cresce como es o eu sperado). A retomad da const da trução da u usina Watts Bar-2 no T s Tennessee (PWR 1.16 MW) ho emprega 60 oje a 3.300 tr rabalhadore da TVA C (Tennes es Co. ssee Valley Authority C Company). O projeto ex xperimentou u aumento de custo e atraso de cron o os os nograma, m mas a entr rega do co ombustível nuclear de e fornecim mento West tinghouse já foi autorizada pelo NRC e o inic de opera á cio ação está previsto para a 2015. Em 2013 teve início a construção dos primeiros mod delos AP1000 nos Esta ados Unidos (o modelo s o foi aprovado no pa pelo NRC em fevere de 2012) com as usinas Vogt 3 e 4, no estado da aís C eiro tle o a Geórgia as prime a, eiras unidad des americ canas nova em mais de 33 an as s nos, com p previsão de e operaçã em 2018 e 2019 respectivamen ão nte. Trabalhad solda um c dor componente d do gerador d Vapor em W de Watts Bar 2 ( foto TVA A) Loca alização e idad aproximada das usinas nuc de cleares americanas em opera ação h http://www.nr rc.gov/reactor rs/operating/l list-power-rea actor-units.ht tml Segue-s neste co se ontexto de novas cons struções as duas unida ades novas na Centra de Summ s al mer com 2 ( (dois) reato ores AP100 (operado SCE&G), na Carolina do Sul. A primeira de entrar e 00 or , eve em GP PL.G – Gerê ência de Plan nejamento E Estratégico Pan norama da E Energia Nuc clear – Nove embro 2013 18
    • operaçã em 2017 e a segund em 2019 Assim chega-se a 5 novos reato ão 7 da 9. ores em construção co om capacid dade instalad de bruta de 6218 M da MW. Houve n últimos anos um grande aume nos ento de cap pacidade ins stalada nos EUA devido à ampliaç o ção da capa acidade das usinas que chegou, e maio de 2013, a 6 s em e 6.862 MW a ainda que n nenhuma no ova unidade tivesse sid construíd Isto repr e do da. resenta mais de 4 vez a futura Angra 3 (1.405 MW) e zes em construç ção no Bra asil. Neste processo a algumas us sinas chega aram a aum mentar sua potência e em varias o ocasiões dif ferentes, já tendo sido analisada 148 solic á o as citações. Ainda estão pendentes de análise outras 14 s solicitações (1.000 MW e outras 3 poderão a W) acrescentar 180 MW a sistema a r ao até 2017. Cita-se também o programa p para a escol de novo sítios par a localiza lha os ra ação de usinas nuclear res nos Estados Unido (“Nuclear Power 201 os r 10”). Neste c contexto ex xistem 30 us sinas novas em proces s sso de licen nciamento c com suas C COL (Const truction and Operation License) e avaliaçã pelo órg d n em ão gão licenciad – o NRC dor C. Localizaçã aproximada das futuras usinas nucleares ão a American (http://ww nas ww.nrc.gov/rea actors/new- reactors/c col/new-reacto or-map.html) Central d Vogtle 3 de http://www.sou utherncompany.com/what-doing g/energyinnovation/nuc clearenergy/gallery y/images/_highR Rez/RW5_3261_ _wText.jpg Outro fa relevant a ser cita é o aum ato te ado mento da vi útil das usinas que está sendo estendida ida e a para 60 anos. Nest caso já s 73 unid 0 te são dades com vida útil am mpliada, equ uivalente a 66.735 MW W funciona ando por m mais vinte an nos, sem os custos de capital par a constru s ra ução. Existe ainda 18 em 8 usinas e process de amplia em so ação de vida no NRC – Nuclear R Regulatory C Commission e outras 9 n, que já i iniciaram o processo, mas não a ainda não c concluíram o envio de toda a doc cumentação o necessá ária. Sob este ponto d vista, no últimos 1 anos os americano acrescen de os 10 s os ntaram uma a capacid dade equiva alente a mai de 30 no is ovos reatore grandes operando p 40 anos Em 18 de es por s. e agosto d 2011 a d de diretoria da TVA aprov a retoma da construção da unidade 1 ( vou ada (1260 MW PWR) d Central Bellefonte no estado do Alabam A construção dos reatores Be da ma. ellefonte fo oi suspens nos anos de 1980 q sa s quando a u unidade 1 e estava a 90% completo e unidade 2 em 58% % o e % complet Atualmen não há um cronograma válido para coloc as usina em opera to. nte o car as ação. GP PL.G – Gerê ência de Plan nejamento E Estratégico Pan norama da E Energia Nuc clear – Nove embro 2013 19
    • A const trução havia sido interr a rompida de evido à qued na dema da anda por en nergia e ao custos. A os estimativa atual de custo é d 4,9 bilhõ e de ões de dóla ares. O rea ator é um P PWR de fab bricação do o ços enharia e c construção já foram contratados à AREVA. A Babcock & Wilcox e os serviç de enge cerca de 50 comple 0% etas deverá estar pronta entre 20 018 e 2020, usina cujas obras estão em c sendo q as atua obras só se iniciam quando o combustíve de Watts Bar-2 (atua que ais ó m el almente em m construç ção) estiver carregado para não acumular c r o, construção de 2 usinas simultane eamente. Já á estão tr rabalhando neste proj jeto 300 empregados da AREVA todos b A, baseados nos Estados s Unidos. Outra p preocupação americana é com o combustíve para o seu parque. Neste sentido o NRC o a el C autorizo a operaç ou ção (junho 2 2010) das n novas casc catas na fáb brica da Ure enco no No México. ovo Este é o primeiro e enriquecimento america pelo pro ano ocesso de c centrifugaçã a gás. ão Em 201 cerca d 48 milhõ 12, de ões de libr ra-peso ou 83% do u urânio total comprado por usinas s nucleare dos EU era de origem estrangeira, de acordo c es UA com dados da Administração de e Informação de Ene ergia-EIA do EUA. Alé disso, m os ém mais de um t terço (38%) do Urânio enriquecido ) o necessá ário para fabricar c combustível para os reatores americano foi forn os necido por r enriquece edores estra angeiros. Arkansas Nu uclear One Generating Stati ion (Courtesy: E Entergy Nuclea ar) Ainda em 2012, 84% do urânio estrangeiro % o fornecido veio do Canadá o á, Rússia, Austrália, Cazaquistã e Namíb O resto ão bia. o veio do U Uzbequistão Níger, África do Sul, o, Brasil, Ch hina, Malaw e na Ucrânia, EIA wi, A afirmou. T Também de 2012, um total de 52 e 2 milhões de quilos de hexafluoret de urânio to o (UF6) e f entregue aos enriq foi e quecedores na China França, Alemanha Holanda, a, a, Rússia, R Reino Unid e Estad do dos Unidos. Enriquece edores no os Estado os Unidos s receberam 62% das remess m sas, e os s restantes, 38%, foi p , para enrique ecedores de e outros p países. O p preço médio desembo o olsado na co ompra de s serviços de enriquecim e mento pelos s propriet tários e ope eradores de reatores nu ucleares comerciais do EUA por SWU1(sepa os arative work k unit - u unidade de trabalho s separativo) foi $ 141,36, totaliza ando 16 milhões SWU conforme U e informou o EIA . Isso repres senta um c custo total para os pr roprietários e operado ores de US S reatores nucleares comerciais de cerca de US $ 2,3 bilhões. s s Está pre evisto tamb bém o uso d combust de tível óxido m misto de urânio e plutô ônio retirado de ogivas o s nucleare desativadas (existem cerca de 7 tonelada de plutônio disponíve para tal f es as el fim) e testes s estão em andamen na usina Browns F nto a Ferry da TVA que receb subsídio do Depar A beu rtamento de e Energia americano (DoE) para usar este material em suas usina de potência. a o a m as O governo america ano prevê u aument da participação nuclear de 50G até 202 O plano um to GW 20. o prevê g garantias de empréstim no valo de US$ 5 bilhões, que se seg e mos or 54 guem ao co ompromisso o assumid pelo pre do esidente Ob bama que pediu ao C Congresso q que aprove uma ampla lei sobre e e geração de energia e mudanç climática (com as em o a ça missões de g gases causadores do e efeito estufa a caindo 2 28% até 202 com inc 20), centivos para que a en nergia limpa se torne lucrativa. GP PL.G – Gerê ência de Plan nejamento E Estratégico Pan norama da E Energia Nuc clear – Nove embro 2013 20
    • O governo dos EU diz que usinas que queimam c UA carvão, pet tróleo e gás são a maior fonte de s e emissõe de gases de efeito estufa nos EUA, que em conjunto represen es s ntam cerca de 40% de e toda a p poluição dom méstica. Se egundo a Ca Branca os EUA vã fazer um progresso contínuo na asa ão a redução da poluiç o ção de usinas de en nergia a co ombustível fóssil, liderando o processo no o desenvo olvimento d tecnologias energét de ticas limpas como o g s, gás natural energias renováveis, l, tecnolog de carvã limpo e n gia ão nuclear. O acide ente em Fuk kushima parece não te afetado m er muito os ânimos nos EU indo ape UA enas até as s revisões de segura s ança que t todos os pa aíses estão realizando Pesquisa de opiniã entre os o o. as ão s resident próximo a centrais continuam muito favo tes os s m oráveis (80% pro ativid % dades das c centrais). Na a populaç em gera 68% dos americanos dizem que a seguranç das usin nucleare do país é ção al s e ça nas es alta. Esses valores devem ain ficar ma favoráveis quando d divulgaçã do relató do NRC s nda ais da ão ório C e do Sa andia National Laborat tories (em a avaliação p auditore independ por es dentes) com uma nova m a abordag gem matem mática sobre a dissipa e ação de rad diação nas usinas am mericanas e caso de em e derretim mento do nú úcleo do rea ator. Os dad demons dos stram valore muito me es enores de ra adiação (da a ordem d 30 para 1) para o m de meio ambien e para o público em geral dev nte m vendo se co oncentrar na a área da usina. De acor com um estudo do Electric Po rdo m o ower Resea arch Institut lançado em fevereir de 27 de te, ro e 2012 ex xistem locais potenciais nos EUA p s para 515 gigawatts (GW de grand usinas nucleares e W) des 201 GW de pequen plantas. No estudo 25 estado poderiam cada um s W nas o, os m suportar, no mínimo, 10 0 GW de grandes ins stalações de reatores s e sem maiores problemas de implantação. Foi d s s definido que e uma "grande" usin de energ nuclear teria uma capacidade nominal de 1.600 M na gia r MW, e uma a planta d "pequena" como te de endo uma c capacidade de 350 MW o que re W, epresenta u pequeno um o reator m modular ou u "grupo d pequeno reatores" um de os Constru ução e pré-c construção para novos reatores e s estão em an ndamento e 5 sítios, esperandoem se que a capacida ade instalad passe d da dos 101 GW em 2010 para 109 GW em 2 W 0 9 2020. Outro o exemplo é o acord que The Babcock & Wilcox Company e TV assinara no qual se definem o do VA am m os plano para pro os ojeto, licenç junto ao NRC e con ça nstrução de até 6 reato e ores modulares (SMRSmall M Modular Rea actor) no sít de Clinch River- Roane County até 2020. Segundo o presidente tio h y e ruce Lacy) as ameaças principais à energia nuclear nos da cons sultoria Lacy Consulting Group (Br y g s s EUA co ontinuam sendo o temp de constr po rução, os cu ustos de financiamento e o preço competitivo o o do gás. idente do N Nuclear Ene ergy Institu ute- Marvin Fertel divu ulgou estud dos nos quais não há á O presi perspec ctiva de aum mento maio de custos para nova usinas n Estados Unidos em razão de or s as nos s e Fukushi ima uma ve que con ez ndicionantes derivadas do ataque terrorista d 11 de setembro de s de e 2001 já haviam tr á razido modi ificações de seguranç para est indústria, que teve de instalar e ça ta r barreira e modifica as ações física variadas. as os res Resíduo Nuclear ados Unidos tem previsão de um repositório definitivo d grande p s de porte para a deposição o Os Esta de rejeitos radioativos de alta atividade q a que atende eriam, além da guarda do combus stível usado o nas usi inas de ge eração de energia elé étrica, todo o combustível usad pelos re o do eatores dos s submarinos, porta aviões, e d qualquer outra instalação civil o militar co reatores nucleares. de ou om s Esse re epositório seria em Yu ucca Mount tain, Nevad da. Em 20 010, o NRC decidiu abandonar o C projeto (após gasto mais de 9 bilhões d dólares). O NRC já definiu qu tais resíd os de . á ue duos podem m ser armazenados c com segurança no próp sitio das centrais p pelo men mais 60 anos após prio s por nos 0 s GP PL.G – Gerê ência de Plan nejamento E Estratégico Pan norama da E Energia Nuc clear – Nove embro 2013 21
    • o términ da vida ú da usina Em agosto de 2013 a Corte de A no útil a. o Apelações d Distrito d Columbia do de a ordenou que o NRC retomass a revisão do pedido de licença para constr e operar o depósito u C se o ruir o de resíd duos nucle eares no sí ítio de Yuc cca Mountain, conform solicitaçã do DoE Com isto me ão E. o continua pendente a decisão de como e quando o país resolv a verá a ques stão dos seus resíduos s nucleare es. A pol lítica governamental americana pode es a star se en ncaminhand para o do reprocessamento d material i do irradiado. Resíduo de alta ativid os dade armazen nados nas cent trais nucleares americanas por estado s 1. Nota a: SWU -Tr rabalho de s separação r representa o esforço necessário p para separar o U235 e U238. Ele é medido e quilogra em amas de trab balho de se eparação (kg SW). g co Méxic País usinas em m operação o capacid dade atual ( (MW) usin em nas cons strução ca apacidade em m co onstrução (MW W) energia gerada a 2012 ( (TWH) % d total gerad do do em 2012 México 2 164 40 0 0 8,4 412 4,7 co m em ão 0 O Méxic possui uma central nuclear com 2 usinas e operaçã (Laguna Verde 1 e 2 BWR, 820 MW, ca ada) localiza adas em Ve Cruz, cu produção de eletrici era uja o idade, em 2 2012, foi de 8,412 TWh h ou 4,7% da energi elétrica d país. O proprietário e operado da centra é a empresa estata % ia do o or al al Comisio Federal de Electric on cidad (CFE que tem o domínio (cerca de 2/3) da capacidade E) m o e e instalada no sistem elétrico m ma mexicano, in nclusive a tr ransmissão e parte da d distribuição o. GP PL.G – Gerê ência de Plan nejamento E Estratégico Pan norama da E Energia Nuc clear – Nove embro 2013 22
    • Laguna Verde – Méxi ico (Imagem Comision F m Federal de Ele ectricidad -CF FE) As longas parad das para a ampliação de potência em 20% e outras manutençõ a ões, terminad das em ag gosto de 2 2010 as du uas usinas ( (Laguna Ve erde-1 e -2) fizeram ca o air percentual de p participação da ener rgia nuclear no total da energia do país. O país tem planos de constru mais usin uir nas nos pró óximos anos, sendo q que a prime eira deverá estar na re ede em 2021. As usin nas futuras (previsão d 10) dev de verão ter en ntre 1.300 e 1.600 MW com tec W cnologia a ser definida a. A Coréia do Sul tem planos de participar deste dese r envolviment mexicano através de acordos e to o e joint ven ntures, uma vez que o México pr a retende alca ançar 35% de capacid dade em en nergia limpa a até 2024 (aí incluíd as novas nucleares 4 das s). A matriz elétrica é bem divers z sificada com o gás sup m prindo aprox ximadamente 49%, o ó óleo 20%, o carvão 12.5%, a hidroeletricid dade 10.5% e a nuclea 4,7% em 2007, conf ar forme dados da WNA. O consu umo de ene ergia per capita é cerca de 1.800 k a kWh/ano. O país é o sé étimo maior exportador r r mundial de petróleo mas não possui mina de urânio em opera l o, as o ação. O país tem ainda reatores de s e pesquis e assin sa nou acordo de coo os operação c com o Canadá na área de p pesquisa e desenvo olvimento. Todo o combustíve nuclear n México é proprieda el no ade do gove erno, que t também é r responsáve el stão dos res síduos. No caso da cen ntral Laguna Verde ele estão gua a es ardados no próprio sítio o pela ges das usin nas. O Secre etário Mexic cano de En nergia - José Antonio M é Meade, o go overnador d Estado d Veracruz do de z Javier D Duarte (onde se localizam Laguna Verde 1 e 2), e os rep e a presentante da Comis es sión Federa al de Elec ctricidad, ju untos com os técnic cos da Co omisión Nacional de Seguridad Nuclear y Salvagu uardas (CNS SNS) realizaram uma i inspeção ge nas dua usinas m eral as mexicanas. E relatório Em o garantir ram que as condições de operaç s ção da cent tral não ins spiram maio ores cuidados e que a energia nuclear no México tem futuro, mesmo n , não se pre etendendo construir nova centra al amente. imediata Segundo o Secret tário a tecnologia nuc clear funcio ona muito bem no M México, mes smo com o histórico de terremo tem soluçõe técnicas viáveis, lem o otos do país que, ele a s argumenta, t es mbrando ser r mais dif fícil lidar co as questões sob a perspectiva política do tema. O M om a o Ministro de Energia do o país Jor Herrera recomendo a expans nuclear como part do plano estratégico 2026, mas rdy a ou são r te o s devido à grandes reservas de gás natural do país e aos seus b às e baixos preç a expansão nuclear ços r é agora menos atra aente e dev verá ser prot telada por m mais de 3 an nos. resso mexic cano apoia a tecnologia em níveis variados, d a dependendo do partido político. o O congr GP PL.G – Gerê ência de Plan nejamento E Estratégico Pan norama da E Energia Nuc clear – Nove embro 2013 23
    • A – Am A2 mérica do Sul Localização apro oximada das u usinas nucleare na América do Sul es a Argen ntina País Argentina usinas em m operação o 2 capacida ade atual (M MW) 935 usinas em constru ução 1 capac cidade em construção (MW) 6 692 energia gera ada 2012 (TWH H) 5,902 % do to gerado otal em 2012 m 4,7 A Argen ntina possu 2 usinas nucleares em operaç ui ção (Atucha 1- PHWR 335 MW e Embalse a R, e PHWR, 600 MW), cuja produ ução de ele etricidade, em 2012, f de 5,90 TWh ou 4,7 % da foi 02 a energia elétrica do país. No m o mesmo sítio de Atucha 1, em Lim a cerca de 100 km de Buenos o a ma, s Aires, e está em con nstrução At tucha 2 - P PHWR, 692 MW. O PH HWR Emba alse é de fo ornecimento o canaden nse (reator CANDU) e os Atuch 1 e Atu r ha ucha 2 são de fornec o cimento da Alemanha a a (KWU/S Siemens e s sucessoras). A produç ção de elet tricidade de fonte nucl e lear na Arg gentina vem m caindo nos últimos anos em c s consequênc do fraco desempen da mais antiga das usinas do cia o nho s o país, At tucha 1. A obras de Atucha 2 começaram em 1981 foram pa As e m 1, aralisadas em 1987 e retomad em 2006. A constru das ução termin em sete nou embro de 20 e a usin se encon em fase 011 na ntra e de teste pré opera es acionais que devem ter e rminar no se egundo trim mestre de 20 013. Em junh de 2012 o país com ho mpletou a pr rodução da água pesad (600mt) necessária a operação da o inicial d Atucha 2, na cent de tral de Neu uquen (Neu uquen Engineering Se ervices Co) conforme ), e informou o Ministro de Planeja o amento. rno entina assin em ago nou osto de 2011, um contr rato com o Canadá (SNS-LavalinO gover da Arge Candu E Energy) par as ativida ra ades de am mpliação de vida em ma 30 anos da usina Embalse que ais e começo a operação comercia em janeir de 1984. São 7 con ou al ro . ntratos no va de 444 milhões de alor e dólares (US$ 240 milhões financiado pela Co 0 os orporação Andina de Fomento e o-CAF) que e endem tran nsferência d tecnologi canadens e desenv da ia se volvimento da indústria local para a a compree fabricaç ção de com mponentes n nucleares. O custo tota do projeto é de US$ al $1.366 milh hões (sendo o que a diferença ser gasta com contraçõe no merca argentino. Pretend rá m es ado de-se ainda aumentar a capacid dade de geração da u usina. Nesta linha, em agosto de 2010, foi contratado (empresa m o a canaden L-3 Mapps) um sim nse mulador de escopo tota para Emb al balse já obje etivando o a aumento de e vida útil. GP PL.G – Gerê ência de Plan nejamento E Estratégico Pan norama da E Energia Nuc clear – Nove embro 2013 24
    • Além dis o país, antes de co sto, omeçar uma concorrên a ncia internac cional, está em convers sações com m vários f fornecedore (Canadá França, Rússia, C es á, China, Japã e USA) para a definição da ão a tecnolog e/ou dos prazos de mais dois reatores de geração elétr gia rica, sendo um deles o s provave elmente no sítio de Atu ucha. A Rú ússia (Rosa atom ) inform em out mou tubro de 20 012, através s de seu diretor ge eral, , Kirill Komarov, que sem dúvida irá participar da concorr rência para a suprime ento da nova usina Atuc 3. a cha A polític de divers ca sificação en nergética em mpreendida pelo país r reduziu forte emente a dependência a de petr róleo que e existia nos anos de 1 1970, caind de 93% para 42% em 1994 e estando do % % o atualme ente em cerc de 52%. ca Nes contexto na Provín ste o ncia de Buenos Aires, na localidade de Lima a Arge e a, entina está á con nstruindo o CAREM - Central Argentina de e Elementos Mo odulares, p protótipo de reator de e e des sign argent tino propos sto pela e empresa de e tecn nologia INV VAP, que po oderá ser u usado como o ger rador de e eletricidade (27MWe), reator de e r pes squisa com até 100M m MWt ou des ssalinizador com potência a 8 MWe em cogeraç m até ção. Aparência do Reator CA a AREM desenvolvido pela INVA AP (Imagem: Invap) http://www w.invap.net/nuc clear/carem/des sc_tec.html Há também a prev visão de construção de submarino de propul e o lsão nuclea conforme informou a ar ministra da Defesa Nilda Gar em junho de 2010 usando est mesma t a a rré ta tecnologia q que poderia a operar já em 2015 (5 anos ant do proje brasileiro tes eto o). O interc cambio ene ergético, principalment com o B te Brasil, ocorr conforme a disponibilidade de re e e cada pa fornecer o insumo. aís Os oper radores de Atucha 1 re ecebem treinamento no simulador da Eletronuclear em M o r Mambucaba a - Angra dos Reis e os de E a Embalse são treinados no simula o s ador da Hid dro-Quebec na Central Nuclear de Gentille no Cana r e-2 adá. Em ma de 2013 foi assina aio 3 ado o acor rdo entre A Argentina (INVAP) e Brasil (CNE EN) para o fornecim mento de en ngenharia b básica para o RMB (re eator multi p propósito br rasileiro). O reator será á similar a OPAL ins ao stalado pelo argentino na Austrá os os ália. O acidente japon nês e sua consequ as uências es stão sendo cuidadosa o amente an nalisados e compara adas aos projetos de c centrais na Argentina c como parte do process de melho contínua so ora a das me esmas confo orme inform a Autoridad Regula ma atoria Nuclear Argenti ina (ARN) que poderá á incorpor alguma modificação que cons rar o sidere pertin nente. Devid à sua loc do calização as usinas do o país não estão suje o eitas aos ev ventos do Ja apão segundo a ARN. GP PL.G – Gerê ência de Plan nejamento E Estratégico Pan norama da E Energia Nuc clear – Nove embro 2013 25
    • Brasil l País usinas em m operação o capacida ade atual (M MW) usinas em constr rução capacidade em cons strução (MW) energia ge erada 2012 (TW WH) % do total gerad em 2012 do Brasil l 2 1.990 0 1 1.405 16,086 6 3,2 O Brasi é décimo consumido mundial d energia e a oitava economia em termos de produto il or de o interno bruto, sendo o segundo não perte encente à OECD, atrás apenas da China. O Brasil tem duas u usinas nucleares em operação (Angra 1- PW 640 MW e Angra 2 PWR, 1350 WR, W 0 MW) cu produção de eletrici uja o idade, em 2 2012, foi de 16,086 TW ou 3,2% da energia elétrica do e Wh % a o país e u uma usina e construç (Angra 3 PWR, 1.4 MW) co obras iniciadas em 2010, após em ção 405 om s ampla n negociação com a prefe eitura de An ngra dos Re com resp eis peito à licen de uso d solo e as nça do s compen nsações am mbientais e sociais cujo montante de investi e imentos che ega a 317 milhões de e ta reais. A conclusão esta previst para 2018. Angra 3 – status de co onstrução do E Edifício do Reat tor gosto 2013 - foto Eletronuclea ar) (Ag Em 28 de setembro d 2013, co de ompletaramnos desde que a usin Angra 2 na se 13 an atingiu 10 00% de sua potência nominal. A a produção de energia elétrica da usina neste e período ultrapassou 115 milhõe de MWh. es Toda est energia seria sufic ta ciente para a abastecer a cidade d Rio por nove anos; r do São Paulo por seis; e Brasília, p mais de o, por e duas déca adas. r O Brasil é eminente emente aba astecido por energia hi idrelétrica (6 66,91% de capacidade e instalada) cuja geração repres sentou mais s de 90% d total em 2012. Espera-se um do m m forte crescimento ec conômico at 2030, da té a mesma forma, grande aumento do o consumo de energia elétrica. Os planos de s e expansão da matr o riz elétrica brasileira a a (conforme dados da Empresa d Pesquisa e de a Energética - EPE) preveem além da a ) a construç de usin com out ção nas tras fontes de combust tível, a cons strução de 4 a 8 usina nucleares as s num horizonte até 2030, locali izadas no n nordeste e n sudeste d país. De no do efinições de sítios, tipos s or estão em es studos no p país através da Eletrob s bras Eletron nuclear e da a de reato e outras questões e EPE. Em term mos de com mbustível n Brasil as estimativa das res no s as servas de S Santa Quité éria (Ceará) ) chegam a 142,5 m tonelada de urâni O país tem ainda em produç m mil as io. ção a mina de Caetité é r (Bahia) que está ampliando a produção. Prospectar o território é o desafio que ainda precisa ser o vencido mas as ex o, xpectativas são promiss soras. O Brasil tem ainda quatro rea a atores de pe esquisa, doi em São P is Paulo, um e Minas G em Gerais e um m o. sado para produzir ra adioisótopos que são usados na s, a no Rio de Janeiro O maior deles é us GP PL.G – Gerê ência de Plan nejamento E Estratégico Pan norama da E Energia Nuc clear – Nove embro 2013 26
    • indústria e na medicina. Dentr as divers aplicaçõ médicas desses elementos, destacam-se a re sas ões s e os marc cadores em exames dia agnósticos e os para tr ratamento de tumores. sil iente em radiofármac cos, impor rtando part do que necessita te e a O Bras não é autossufici principa almente o m molibdênio-99. O fornecimento h hoje é ince erto com ap penas três produtores s principa Canadá a Holanda e a África do Sul. A Argentina também pode ser for ais: á, a a rnecedor do o material para o Bra asil, podend chegar a 30% do ne do ecessário. O Reator Multipropósito Brasileiroo RMB cu projeto s encontra em fase de concepção e que ficará localizad em Iperó, ao lado do ujo se e o do o Centro E Experimental Aramar, conforme a CNEN, será uma solu ução para este problem ma. Em sete embro de 2 2010 a Agên ncia Interna acional de E Energia Atômica (AIEA aprovou p A) proposta da a Divisão de Radiofá ármacos do Instituto d Engenha o de aria Nuclea (IEN), no Rio de Ja ar o aneiro, para a estudar a viabilidad de um m de método alte ernativo e m mais econôm mico de pro odução do i iodo-124. O radioisó ótopo vem s sendo pesq quisado em vários país para us na tomo ses so ografia por emissão de e pósitron (PET), co ns onsiderado o exame de imagem m e mais modern da atualid no dade. Na área de formaç de pess a ção soal especia alizado a US (Univers SP sidade de S Paulo) v criar até São vai é 2012 (a aulas se inic ciando em 2013) um curso de engenharia n nuclear na área vizinh ao RMB. ha Este é o segundo curso de en ngenharia n nuclear em universidad pública n Brasil, o primeiro fo de no oi criado n UFRJ em 2010. Es na stes cursos abrangem a tecnolog nuclear como um todo e não s m gia o somente a engenh e haria nuclea Na UFR existe ain ar. RJ nda um cur pós-grad rso duação em nuclear no o COPPE E-UFRJ. Na Universidade Federa de Pern a al nambuco há um curso de energ no qua á o gia al também é tratada a parte nuclear da gera m ação de ene ergia. O Brasil e a Argent tina em 201 resolvera ampliar seu acordo de coopera 11 am o ação nuclea assinado ar, o em 200 08, para a construçã de dois reatores de pesqu ão s uisa. Esses reatores serão tipo s o multipro opósito e s serão usados para a produção de radiois sótopos, tes stes de irr radiação de e combus stíveis e materiais e pes squisas de nêutrons. Em julho 2012 foi i iniciado o p projeto básic de engen co nharia do S Submarino c com Propuls Nuclear são Brasileir – SN BR Este pro ro R. ojeto básico deve levar três anos após a qu se inicia a fase do o s ual a o projeto detalhado, simultanea amente com a construç m ção do submarino, em 2016, no e m estaleiro da a Marinha que está s a sendo cons struído em I Itaguaí (RJ) O contrat chega a 21 bilhões de reais. O ). to término da construção para a operação e experimenta do reator nuclear e d respectiv planta de al da va e ão ENE) está estimado pa 2014. A conclusão da construç do prim ara ção meiro SNBR R propulsã (LABGE está pre evisto para 2 2020. O gover brasileir aprovou em agosto de 2012 a criação da empresa es rno ro statal Amaz zônia Azul – AMAZU destinad a promo UL da over, desen nvolver, ab bsorver, tra ansferir e m manter as tecnologias s necessá árias ao pro ograma nuc clear e as at tividades re elacionadas aos trabalh da Marinha quanto hos o a propu ulsão do submarino nu uclear. A AM MAZUL tam mbém dever ajudar a criar novas empresas rá s s para o s setor nuclea oferecend assistênc técnica s necessária. ar do cia se espeito às c consequênc cias do acid dente nuclear em Fuku ushima, apó revisões técnicas a ós s Com re Eletronu uclear, emp presa que c constrói e o opera as us sinas nucle eares brasile eiras, inicio as ações ou s para reduzir possí íveis riscos que as us s sinas puderem estar s submetidas no caso d acidente s de e severo. Com ba nos conhecimentos atuais, um evento sim ase s m milar ao japo onês não po oderia ocorr no Brasil rer porque o país está distante d bordas da placa te á das ectônica que o abriga, as placas d Atlântico e do o GP PL.G – Gerê ência de Plan nejamento E Estratégico Pan norama da E Energia Nuc clear – Nove embro 2013 27
    • Sul e da África se afastam en a nquanto as do Japão s chocam e o tipo de sismo do A se Atlântico Sul não provoca tsunam mis. Chile O Chile importa 70 de sua e 0% energia sen a maior parte produ ndo uzida por hidrocarbone etos. O país s não pos ssui reatore nucleare de potên es es ncia, mas t tem dois re eatores de pesquisa. O país tem m desenvo olvido estud para verificar a pos dos ssibilidade d construir uma usina de geração de energia de o a e está c cooperando com a AIE em progr o EA ramas de autoavaliaçã para se p ão preparar para as novas s construç ções. Em feve ereiro de 20 011 foi ass sinado acord de coop do peração nuc clear com a França co foco em om m treiname ento nuclea dos cientistas e p ar profissionais chilenos, incluindo projeto, co s onstrução e operaçã de centra nucleare de potên ão ais es ncia. O acordo também inclui min m neração de urânio para a suprir os reatores f s franceses. O Minis stro de Min nas e Energ chileno, Laurence Golborne, atesta que o Chile d gia e dobrará sua a necessidade de en nergia nos próximos 12 anos. O país vem te entando equilibrar sua fontes de as e energia que nos a anos noven era bas nta seada em h hidroeletricidade. Estas fontes pr recisam ser diversificadas devid principa do, almente, às secas ocor rridas nos ú últimos anos (reservató s órios vazios) ) que ger instabilid rou dade de sup primento de energia elétrica. A so e olução do gá natural n atendeu ás não u a esta n necessidade e o país está se volta e ando para a energia nuc clear. Após o acidente de Março no Japão, o Chile não m o mudou de o opinião sobre a energi nuclear e ia vem de emonstrando através de seu pr residente - Sebastián Piñera que energia nuclear e n a terremo otos não são excludent o tes. Esta po osição do g governo se deve a pre eocupação forte com a escasse de energ no país e a expe ez gia s eriência acu umulada co a opera om ação de 2 reatores de e pesquis (desde os anos 70) q são usa sa s que ados para e estudos méd dicos. Tais reatores res sistiram aos s fortes t terremotos que já assolaram o país. Novos estudos em energ nuclear estão em s gia r m andame ento. A maior da população chilen não apoia esta posiç ria na a ção. Venez zuela s A Vene ezuela não possui ce entrais nucl leares, mas o campo nuclear n o não é com mpletamente e desconh hecido pelo país. O Instituto Vene o ezolano de Investigaci iones Científicas, IVIC operou um m reator de pesquisa de 3MWt d 1964 até 1994 para a produção de radioisó de o ótopos para a indústria, a medicina e agricultura. Em N Novembro d 2010 a Assemblei Nacional do País r de ia l ratificou um m ação com a Rússia p para trabalh um rea har ator de pes squisa e um reator de m e acordo de coopera potência O acord prevê o desenvolv a. do vimento de pessoal co treinam om mentos em segurança, proteção ambiental, regulação proteção radiológica e de salvag o o, guardas, mas por hora o país não a o demons outros in stra nteresses n energia n na nuclear. GP PL.G – Gerê ência de Plan nejamento E Estratégico Pan norama da E Energia Nuc clear – Nove embro 2013 28
    • B – Euro opa Locali ização aproxim mada das usin nucleares n Europa nas na A ener rgia nuclear representa 30% da eletricidade s r a suprida na União Euro opeia como um todo. A política nuclear dif fere de país para país e em alguns (ex. Á Áustria, Irla anda, Estôn nia) não há á nenhum usina de geração e operaçã Em com ma e em ão. mparação a França te grande número de em e usinas e 19 sítios diferentes. em s O Cons selho Europeu (The E European C Council) ad dotou norm quanto à gestão d resíduos ma de s radioativ vos de qua alquer fonte e combu e ustível irrad diado e sol licitou que os estados membros s informem quais sã os respe ão ectivos prog gramas nac cionais para lidar com o tema até 2015. Os a s terão que definir se vão guardar o reprocess seus res o ou sar síduos e co omo o farão, quanto va ai países t custar, e etc., não po odendo mais aplicar a política de “esperar pa ver” (wa ara aiting and se utilizada ee) a até aqui. Países po oderão se u para um solução, mas ela te que ser verificada e aprovada unir ma erá r a pela AIE EA. Não se permitido exportar seus resíd erá duos para países que não dispo e onham de repositórios s adequad dos nem para os p países da África, do Pacifico, do Caribe e para a Antártica e a (http://ec.europa.eu u). A Europa tem 196 reatores nucleares em opera s s ação em 14 4 paíse e muitos deles estã buscando a extensão de suas es ão s vidas úteis. Após o acidente de Fukush s e hima a Uniã Europeia ão a (UE) através de diversas en ntidades est tabeleceu u plano de um e verific cação da se egurança da centrais no bloco, m as mantendo a segur rança energ gética. Este testes co es omeçaram e junho e em são c compostos d três fase na prime uma pr de es: eira ré-avaliação o é feita pelo operador ao res a sponder a u question um nário da UE, na se egunda par as resp rte postas são avaliadas pelo órgão o r regula ador do país e na terc ceira a ava aliação é re ealizada por um co omitê de es specialistas internacion nais. Existem 19 novos m s reator em cons res strução no c continente. As ques stões dizem respeito a capacidad de resist a desastr naturais tais como terremotos, m a: de tir res s tsunami enchentes ou outra condiçõe naturais extremas; ser capaz de resistir à eventos is, as es s z r s provoca ados pelo h homem, sejam elas po terrorismo ou descu or uido (explos sões, queda de avião, incêndio e as me os); edidas preventivas que são tomad para evitar e/ou mit e das tigar esses e eventos. A Europ não tem fontes sig pa m gnificativas de urânio e 80% do material qu alimenta as usinas ue a s europeia vem da R as Rússia, Caz zaquistão, C Canadá, Austrália e Níg ger. GP PL.G – Gerê ência de Plan nejamento E Estratégico Pan norama da E Energia Nuc clear – Nove embro 2013 29
    • Em junh de 2011 a Foratom Associaçã da Indús ho mão stria Nuclea Europeia emitiu um relatório de ar e estudo para auxilia a estabe ar elecer a bas de uma matriz ene se ergética seg gura, comp petitiva e de e emissão de gases-estu no con ufa ntinente nos próximos 40 anos, no qual co s oncluiu que e baixa e qualque seja o ce er enário para alcançar o objetivo de baixa emis e ssão neste prazo, todo precisam os m incluir a energia nu uclear. Em 4 de outubro de 2012 a Comissã Europeia Pós-Fukus ão a shima listou u as princ cipais recom mendações para a melhoria da se egurança das usinas n Europa d na decorrentes s dos test de estre tes esse realiza ados. No seu relatório a Conselho e ao Parla ao o amento Eur ropeu foram m resumid os resultados de 18 meses de avaliaçõe de segura dos e es ança e risco abrangen o ntes em 145 5 ia unidade de energi nuclear n UE, e traç es na çando plano para açõ subsequ os ões uentes. Os operadores de usinas nuc cleares terã que inves um valo entre 10 e 25 bilhõe de euros ão stir or es s ente entre 13 e 32,5 bilhões de dólare es) para fa azer atualiz zações de segurança a (atualme r recomendadas pel teste de estresse pós-Fukush lo e hima da UE e do pro E ocesso de revisão por especia alistas. As re ecomendaçõ são as seguintes: ões • A análise sísmic do sitio n ca nuclear deve ser basea em terre e ada emotos com uma proba m abilidade de e meno de uma vez em 1 os a 10.000 ano levando em consid os, deração o terremoto mais grave e duran esse pe nte eríodo. • A me esma abordagem de 10 0.000 anos deve ser us sada para graves inund dações. • A res sistência sís smica deve ser calculada usando um pico d aceleraç e o de ção mínima do solo de e 0,1g, e o projeto da planta deve ser ca , o apaz de res sistir a um te erremoto qu produzir aceleração. ue Esta é uma reco omendação da AIEA. • Os e equipamento necessári para lidar com os a o io acidentes de evem ser armazenados em locais s devid damente pro otegidos contra eventos externos. • Deve ser instala ou melh e ada horada a ins strumentaçã sísmica d local. ão do • O pro ojeto da pla anta deve da aos oper ar radores pelo menos um hora par restaurar as funções o ma ra r s de se egurança ap a falta d energia e / ou perda de refriger pós de a ração. • Os procediment operacio tos onais de em mergência de evem cobrir todos os estados da p r planta. diretrizes de gestão de acidentes severos ta e e s ambém dev abranger todos os estados da ve r a • As d plant ta. • As m medidas passivas, co omo recom mbinadores passivos de hidrogênio (H2) "ou outras s altern nativas rele evantes" dev vem estar d disponíveis no local pa evitar ex ara xplosões de hidrogênio e o ou ou utros gases combustíve em caso de acident severos s eis o tes s. • Os sistemas de ventilação d devem esta disponíve para filtra adequada ar eis ar amente a co ontenção. backup da sala de controle de emergência deve estar disponível no caso de a sala de e e • Um b contr role princip se tornar inabitáv devido à radiação incêndio ou perigo externos pal vel o, os s extre emas. http://ec.europa.eu/en nergy/nuclear r/safety/doc/s swd_2012_02 287_en.pdf Alema anha País Alemanh ha usinas e em capacidad de usinas e em capacid dade em operaçã ão atual (MW construç W) ção construç (MW) ção 9 12.068 0 0 energia líquida ge erada 2002 (T TWH) % do total gerado o o em 2012 94,098 16,10 A Alema anha tem u uma capacid dade elétric instalada total de 16 ca 61.570 WW, com uma capacidade e nuclear de 12.068 MW nas 9 usinas au utorizadas a operar (e existem 17 usinas, mas apenas 9 efetivam mente geram energia, v m visto que oito delas - K Kruemmel, Brunsbuette Biblis A e B, Isar 1, el, Neckarw westheim 1, Unterwese e Phillips er sburg 1- se encontram desligadas por razões políticas e s s GP PL.G – Gerê ência de Plan nejamento E Estratégico Pan norama da E Energia Nuc clear – Nove embro 2013 30
    • legais d país. Fora gerados por fonte n do am s nuclear 94,0 TWh em 2012, o q represe 098 m que entou 16,1% % da ener rgia gerada no país. O custo pa ara substitu a energ elétrica uir gia a g gerada pela usinas nucleares alemãs em as m fu uncionamen nto por en nergia reno ovável seria a a necessit alto tando de su ubsídios do governo da a m maior econo omia da Eu uropa. A ma atriz elétrica a d do país é diversific cada com o carvão o re epresentando aproxim madamente 50%, o gás s 12%, o vent 6%, e ou to utras fontes completam m o quadro, al lém dos ma de 25% de nuclear ais r. A Alemanha exportava mais ener a a rgia do que e im mportava, p porém este quadro mu udou após o d desligament dos 8 re to eatores. Alé disso, o ém p país é um dos maio ores impor rtadores de e e energia prim mária no mundo. Também não está claro com o país cumprirá se m á mo eus compro omissos de reduzir as emissões e s naciona de CO2 se desativa todos os seus reato ais ar s ores. Os al lemães sub bsidiaram fo ortemente a energia solar e tam mbém fizera uma gr am rande apost na energ eólica, e em ambo os casos ta gia os s do ausa de falta de sol ou vento, de eletricidad importada de fontes e de s contand com o apoio, em ca nucleare na Franç Republic Checa e Rússia. At es ça, ca tualmente planejam construir uma longa linha a de tran nsmissão desde a Su uécia para importar e energia de base prod duzida pelo reatores os s nucleare daquele país. Uma vez que o consumo in es nterno é de 6.300 kWh e h/ano per ca apita (cerca a de 3 vez o brasileiro) e não diminuiu es se torno uma ques zes sta ou stão de difíc solução. É injusto se cil e conside erar livre de energia nuclear qu uando, na prática, há uma terc á ceirização das usinas s nucleare es. Em 201 depois d demorad discuss 10, de das sões no con ngresso, foi aprovada a proposta que previa i a que os reatores pu udessem op perar por ma 8 ou 12 anos depen ais ndendo da idade da us sina em vez z do térm mino previsto para 20 022 das us sinas existe entes. Com esta prop m posta algum mas usinas s operaria por mais de 50 anos. am s Após o acidente d Fukushima, mais u de uma vez o governo d Alemanh mudou de opinião, da ha ndo a posiç ção tomada em 2010 de extensã da vida útil das usinas. Todas as usinas a ão s s reverten foram d desligadas p 3 mese para test de segu por es tes urança. As 8 usinas m mais antigas não foram s m religada As dem as. mais serão f fechadas c conforme cr ronograma da planilha Com isso 10% da a. a energia do país dei ixou de ser gerada e bilhões de dó ólares em in nvestimento se perder os ram. eradores que tiveram s suas usinas fechadas tempestiva s amente pelo governo alemão em o m Os ope março d 2011 (po de otência de 8.336 MWe) protestam v veementem mente quant aos lucros cessantes to s s e a inca apacidade que terão de atender ao seu merca e o ado. Segundo a E.ON (V Vice-Chairm Ralf Gu man ueldner) o custo total de esta decisã chegará a 33 bilhões ão s de euros, isso sem considerar os custos d novas lin r de nhas de tran nsmissão qu sistemas substitutos ue s s de geração necess sitarão e os custos dos possíveis r racionamentos de ener rgia que enf fraquecerão o a indús stria do paí ís. O cons sequente aumento das emissões de carbon (estimad em pelo s s no do o menos 7 milhões de toneladas métricas também t 70 s) trará conflito com os p os países vizin nhos na UE. GP PL.G – Gerê ência de Plan nejamento E Estratégico Pan norama da E Energia Nuc clear – Nove embro 2013 31
    • Será inevitável a importação de energia de fonte fóssil e/ou mesmo n u nuclear, o q que mina a credibilidade de tal política. A mesm opinião d E.ON é compartilha pelo Ministro da In ma da ada ndústria francês Eric B Besson, que e declara que o país vizinho se mais de s erá ependente d importaç de ções de ene ergia e mais poluente, lembran que a população alemã hoje já paga o do ndo á obro do valo pago pela francesa p or a pela energia a elétrica, será ainda mais penalizada. , a Reatore Nucleare Alemães es es s Reator Tipo MWe (liq) Operação Comercial Operador 010 20 de esligamento ac cordado desligamento Março 2011 2008 2016 & possível plano de fechamento s im 2009 2017 s im fev/77 Vattenfall 2009 2018 s im 1240 jan/77 RWE 2011 2018 s im 878 mar/79 E.ON 2011 2019 s im 1345 s et/79 E.ON 2012 2020 s im BWR 890 mar/80 EnBW 2012 2026 s im BWR 1260 mar/84 Vattenfall 2016 2030 s im 2014 2028 2015 2016 2030 2017 2016 2030 2021 Biblis-A PWR 1167 Neckarw westheim-1 PWR 785 Brunsbüt ttel BWR 771 Biblis-B PWR Isar-1 BWR ser Unterwes PWR Phillipsbu urg-1 Kruemm mel Agenda provisória p Fecham mento Total (8) fev/75 RWE dez/76 EnBW fe echamento 2001 8336 jun/82 E.ON Grafenrheinfeld PWR 1275 Gundrem mmingen-B BWR 1284 Gundrem mmingen-C BWR 1288 Grohnde PWR 1360 fev/85 E.ON 2017 2031 2021 Phillipsbu urg-2 PWR 1392 abr/85 EnBW 2018 2032 2019 Brokdorf f PWR 1370 dez/86 E.ON 2019 2033 2021 Isar-2 PWR 1400 2020 2034 2022 Emsland PWR 1329 jun/88 RWE 2021 2035 2022 Neckarw westheim-2 PWR 1305 abr/89 EnBW 2022 2036 2022 Total e operação (9) em o jan/85 RWE abr/88 E.ON 12,003 Total (17) T abr/84 RWE We 20,339 MW gentes das empresas p pretendem acionar jud dicialmente o governo pelo classif ficam como o Os dirig confisco de seus r o rendimentos visto que o regulador da ativid s, e dade declar rou que as usinas são o seguras e que a en s nergia dos reatores ora fechados já havia sido vendida. a á o O custo da energia elétrica na Alemanha após o f o a a, fechamento das usinas antigas, já aumentou s á u 12% e a emissões de carbon mais de 10%. Segun estimat as s no ndo tivas do pró óprio Ministé de Meio ério o Ambiente e Conse ervação da Alemanha mesmo q a, que a perce entagem de energias renováveis e s dobrass seria ain se, nda necessário investir 122 bilhõe de euros no setor n próximo 10 anos, r es s nos os sem co ontar os inv vestimentos em linha de trans s as smissão, ce entrais a g gás de “back up” das s renováv veis, subsíd dios variados para at tração dos investidore etc. Se es, egundo o Instituto de e GP PL.G – Gerê ência de Plan nejamento E Estratégico Pan norama da E Energia Nuc clear – Nove embro 2013 32
    • Pesquis sas Econôm micas da A Alemanha o custos p os podem che egar a 200 bilhões de Euros. É e esperad a perda de empreg diretos (11.000 na E.On e ou da gos utros 8.000 na RWE) d indústria da a nuclear alemã conf forme inform mam seus d dirigentes e um corte fo nos dividendos. orte Us sina Nuclear I Isar-2 - Segunda maior prod dutora mundia al de energia nucl e lear em 2010 – fechada em 2011 A decisões políticas n Alemanh embora As s na ha, a im mportantes, são movid por forç políticas dos ças s nacionais – O dano rea para as pessoas ou al u para o ambi r iente causa ado pela fo onte nuclear te sido ext em tremamente baixo, esp e pecialmente e se compara e ado com os registros de outras s fo ontes de energia atualmente em uso o generalizado o. A Voerde A Aluminium, 3 maior pr 3ª rodutora de e alumínio da Alemanha, anunciou sua falê o ência em 8 d maio de 2012, em d de decorrência da redução o dos pre eços do alum mínio comb binada com custos de produção c crescentes. Este foi "um indicador r do processo gradua de desind al dustrializaçã disse U ão", Ulrich Grillo, presidente da entidad comercia , e de al da Alem manha para a indústria metal, W a WirtschaftsVereinigung Metalle (W WVM). "A Produção de e metais, especialmente alumínio, está e risco na Alemanha devido a elevados preços da em a a eletricidade que nã são mais competitivo internacio ão os onalmente", disse Grillo. Usuário alemães de mais de 20 GWh por ano pa os e agam 11,95 centavos de euro po kWh, em 5 or m compara ação com 6,9 centavos de dóla na Franç de acor ar ça, rdo com da ados do en nergy.eu de e novemb de 2011 Entre os 27 países da UE, ap bro 1. penas Chipr Itália, M re, Malta e Eslo ováquia têm m preços m mais altos p para os consumidores p pesados de eletricidade. e r O WVM pediu ao governo alemão pa impleme M o ara entar urgen ntemente m medidas para proteger indústria intensiva de energia dos ele a a evados de c custos de eletricidade e para in e ncentivar as s empresa de metal a reduzir a emissões de dióxido de carbono de seus p as l as s o o processos de produção. e A indústria não dev ser pena ve alizada, diss Grillo, po causa do "preço da eletricidade crescente, se or o e que resultam claramente do s sistema de a apoio do Es stado ás en nergias reno ováveis, esp pecialmente e ica." a energia fotovoltai sídios têm e estimulado empresas d energia e donos de imóveis a adicionar c de e cerca de 25 5 Os subs GWe de capacidad solar, pr e de rincipalment nos últim cinco an te mos nos. Isso pr roduziu 2,4% do poder % r de gera ação da Ale emanha nos 12 meses até fevere s s eiro, de aco ordo com e estatísticas da Agência a Internac cional de Energia (IE EA), enqua anto os 12 GWe re 2 estantes da capacida a ade nuclear r representaram 15,3 3%. De lon nge, a maior parte da e energia alemã vem de combustív e veis fósseis, cerca de 71%. Os dados da A mostra também qu a exporta AIE ue ação de energia alemã caiu 0,9% ã % até ro ação subiu 7 7,7%. no ano a fevereir de 2012, e a importa Logo a após o acid dente de F Fukushima, em março 2011, os líderes a o s alemães or rdenaram o fechame ento dos oit reatores do país que começara a operar até 1980. A indústria respondeu to am a u chaman os comb ndo ósseis em substituição. "Como as fontes reno ováveis de e energia não o bustíveis fó fornecem energia contínua, d devemos us gás e c sar carvão para o trabalho disse Ut Tillmann, a o", tz GP PL.G – Gerê ência de Plan nejamento E Estratégico Pan norama da E Energia Nuc clear – Nove embro 2013 33
    • porta-vo de um ór oz rgão da indú ústria intens siva de ener rgia e direto or-executivo do Conselho Europeu o u da Indús stria Químic ca. Em jun nho de 2012 uma pesquisa mostrou que 77 por c e cento dos alemães estão mais s preocup pados com a manutenção de e eletricidade acessível do que o abandono da energia a nuclear. A pesquisa foi realiza por vota . a ada ação grupo T TNS Emnid em nome d ‘ Iniciativ para uma d da va a Nova E Economia de Mercado Social’, qu é financi e ue iado princip palmente pe elos empregadores na a indústria metal. a ontraditoriam mente a es política dita de s sta segurança, a Alemanh continua ha a Enquanto isso, co do antidade mu significa uito ativa de arm nucleare em seu t mas es território, op peradas, em m mantend uma qua sua mai parte, pe OTAN. ior ela Resíduo Nuclear os res No que tange à pol lítica de res síduos nucle eares, existe na Alem em manha 2 dep pósitos defin nitivos, para a resíduos de baixa e média a s atividade. O de Morsle eben, que fo construíd ainda pe governo oi do elo o comunis da antiga RDA e o de Konrad l sta licenciado e 2002 e li em iberado definitivamente em 2007. e O governo federal alemão e 2 estados federais do país cheg 24 o garam a ac cordo sobre a estrutura a para a elaboração de uma le de seleç o ei ção do loca para resí al íduo nuclea de alta a ar atividade. O ministro alemão do Meio Ambiente Pete Altmaier informou e um com o o er em municado 9 de abril de e 2013 qu o govern espera q a lei de escolha do local poss ser aprov ue no que o sa vada antes do recesso o do Parlamento ale emão de v verão, em j julho 2013. O governo federal e os estados também m concord daram que o novos tra os ansportes de combustív nuclear usado pode ser envia e vel em ados para a mina d sal de Gorleben. O sítio d Gorlebe está se de de en endo usado como um local de o m e armazenamento temporário, m que o uso sofre op mas posição. Armênia País s usinas em s opera ação capac cidade atual (MW) usin em nas cons strução capacidade em c m co onstrução (MW W) Armên nia 1 37 75 0 0 energia gerada a % do total 2012 (TWh) gera ado em 2012 2,1 123 26,62 Armênia é uma ex república soviética com cerca d 3,2 milhõ de hab a x de ões bitantes. O país possui uma us sina em ope eração - Ar rmênia 2 (P PWR, 375M MW), localiz zada em Me etsamor, em operação m o desde 1 1980. Tem t também um usina fechada perma ma anentement desde 19 te 989, após um terremoto m o em 1988 8. Em 201 a única usina em o 12 operação no país prod o duziu 2,123 TWh de e 3 energia elét trica o que e representou 26,62% da energi elétrica gerada no pa que foi de 7,978 TW % ia aís, Wh. O país é particula armente dep pendente da Rússia q quanto ao s seu comérc e à dist cio tribuição de e energia cuja única empresa fo comprada pela empr oi a resa russa R RAO-UES e 2005. O gás natura em al é basica amente imp portado da R Rússia, mas a construç de um g s ção gasoduto pa fornecer gás natura ara r al do Irã p para a Armê ênia foi conc cluída em d dezembro de 2008, e a entregas de gás se expandiram e as m com a c conclusão da Usina Tér rmica Yerev em abril de 2010. van GP PL.G – Gerê ência de Plan nejamento E Estratégico Pan norama da E Energia Nuc clear – Nove embro 2013 34
    • O país f os mesm testes q as naçõ da UE, mesmo não fazendo parte do Bloc fez mos que ões o co. Áustria País Áust tria usinas s em capa acidade operaç ção atua (MW) al 0 Energia us sinas em capacidade e em % do total Nuclear g gerada co onstrução co onstrução (MW W) gerad em 2012 do 2012 (TW WH) 700 0 0 0 0 A Áustr tem uma usina pro ria onta que n nunca opero devido à decisão apertada (5 ou 50,47%) da a populaç em pleb ção biscito na qu se definiu que o pa não teria energia nu ual aís a uclear para a produção o de eletr ricidade. Em decorrência, a Cent m tral de Zwe entendorf (B BWR-700 M MW) foi can ncelada em m novemb de 1978 As empre bro 8. esas de pro ojeto e construção fora dissolvi am idas e os c contratos de e fornecim mento de c combustível nuclear co as EXP om PORT (USS SR) e US Department of Energy t y (DOE) f foram cancelados assi como o contrato de reprocess im e samento do combustív irradiado o vel o com a fr rancesa CO OGEMA. Nuclear Power Station Z Zwentendorf, Áu ustria da) (desativad Na Áustria cerca de 60% d N da eletricidade vem da produçã e a ão domestica d hidrelétricas. O país de ta ambém tem petróleo e gás, mas a m im mportação de energia elétrica d a de fo onte nuclea dos países vizinho ar os varia num valor que en ntre 5 e 10% % do total do consumo. Oficialment te não se fala sobre isso mas o us o, so de eletricidad nuclear c de comprada d da Alemanha e da Republica Checa é A in ndispensáve para e el equilíbrio d do sistema. O país com mpra energia nuclear bara ou com t ata tarifa noturn na e a usa para bombear á a água para o os re eservatórios s das hidrelétrica as situadas nas partes alt s tas e depo ois usa a energ a energ hidráulic gia gia ca us da água bombeada nos seu pico ou até exporta par ra horários de p outros p países. É a magica de transform nuclear em “energia verde” conforme ex e mar xplica o Pro of. Helmuth Böck, pres h sidente da A Austrian Nu uclear Socie A forma ety. ação acadêm mica na áre nuclear n ea na Áustria é muito des senvolvida, destacando o-se as ativ vidades de g gestão do c conheciment nuclear d to do Atomins stitute (ATI) que desenv volve progra amas de pe esquisa, trei inamento e educação n seu reato no or Triga. abriga tamb bém a sede da Agência Internacion de Ener a nal rgia Atômica – AIEA e a unidades a as s O país a de treina amento e educação no campos d ciência e tecnologia da mesma. os de a GP PL.G – Gerê ência de Plan nejamento E Estratégico Pan norama da E Energia Nuc clear – Nove embro 2013 35
    • Bélgic ca País Bélgica usinas em capacidade e operação atual (MW) 7 6212 usinas em capacidade em E Energia N Nuclear % do total gerad o do construç ção construção (MW) gerada 2012 ( g (TWH) em 2 2012 0 0 38,46 51,00 A Bélgic tem dua centrais n ca as nucleares, Doel com 4 usinas (PW 2911 M WR, MW) e Tiha ange com 3 unidade (PWR, 31 MW). A usinas têm entre 28 e 39 anos de operaç e estão licenciadas es 158 As 8 s ção s por 40 a anos. Em julho de 20 012 o gover rno belga a ampliou a v vida útil das usinas ma antigas s ais Doel-1 ( (412-MW), Doel-2(454-MW) e Tihange-1 (1.0 009-MW) po mais 10 a or anos, ou sej até 2025 ja, 5 (comple etando 50 an de oper nos ração). Em 2012 foram ge erados por f fonte nuclea 38,46 T ar TWh em 201 o que re 12, epresentou 51,00% da a energia gerada no país. Atualme ente a dec cisão de desligamento de todos os reator o s res até 20 025 está se endo muito o question nada e está condicion á nada a exis stência no país de fon ntes energé éticas para atender as s necessidades sem submeter a populaç m ção à racio onamentos. Os custos serão eno ormes, com m os rança de s suprimento, dependên ncia de fon ntes interna acionais, a aumento de e prejuízo à segur emissõe que dim es, minuiriam a competitividade do país, con nforme assi inalado no relatório Belgium Energy Challenges Towards 2 m’s s 2030, no qual é fortem mente reco omendado, o retorno à geração nuclear. o As oper radoras GD Suez e Electrabel j DF junto com o consumidores eletr intensivo (Indústria os ro os a química gases, plá a, ásticos, aço e metais especiais) s uniram p os se para tentar m manter a op peração das s centrais pelo maio prazo po s or ossível. Pre etendem ain nda investir na construção de no r ova central, seguind o modelo finlandês no qual os consumidores se unem para a co do o m onstrução d sua fonte de e de ener rgia (modelo de Olkiluo o oto). Na área de pesqui o gover aprovou em março de 2010 u a isa rno u o uma resoluç que aut ção toriza o uso o r dos rec cursos do fu uturo reator de pesqui Myrrha (Multi-purpose Hybrid Research Reactor for r isa High-Te ech Applications) para desenvolvimento de soluções in novativas e energia e medicina em a nuclear. O reator e acelerado foram concebidos po SCK-CE que con . or or EN, ncedeu um contrato de e €24 milhões de eu uros (32 milhões de d dólares) para o projeto de engen o nharia a um consórcio m o liderado pela multin o nacional Areva em out tubro de 2013. Os outr participa ros antes no co onsórcio são o a italiana Ansaldo N Nucleare e a espanhola Empresar a rios Agrupad dos. Esse re eator será usado, p por exemplo, para tr ratamento de resíduo nuclear através de o e transmu utação; para modificaçã de carac a ão cterísticas d semicond de dutores (do oped silicon) essenciais ) s para ap plicações em compone m entes eletrônicos, etc.. Uma fábric com gra ca ande capaci idade ainda a r está mu uito distant porém um projeto piloto (ao custo de 1 bilhão de euros) deverá ser te, o o comissio onado até 2019 no Centro Belga de Pesqu a uisas Nuclea ares-SCK, como parte do projeto e o Myrrha. Os testes levarão 5 a anos até o i início da op peração com mercial, mas poderão l s levar a uma a grande redução na quantidade e no tamanho dos d a depósitos pe ermanentes para resíd s duos de alta a atividade. O result tado do stre testes a ess aplicados fo oram satisfa atórios e o ó órgão regula ador declar em 8 de rou e GP PL.G – Gerê ência de Plan nejamento E Estratégico Pan norama da E Energia Nuc clear – Nove embro 2013 36
    • novemb de 2011 que as usin belgas são seguras e podem continuar em operação bro nas o. stro de ener rgia da Bélg gica afirmou que a decisão sobre a extensão de vida da usinas do u as o O minis país só será tomad após os resultados dos testes de stress que estão sendo exec da s s s cutados em m todas as usinas nucleares da Europa. s Os belg são favo gas oráveis (75%) à manut tenção dos parques nu ucleares pa geração de energia ara o a elétrica no país, co onforme pes squisa realiz zada em fev vereiro de 2 2012. Mais de 40% são a favor da o a ção de nov vas usinas. A condiçã mais cita ão ada pelos e entrevistado foi a segurança de os e construç operaçã e a gestã dos resíd ão ão duos. Bulgá ária País usinas em m operação o capacidad de atual (MW W) usinas em constru ução capac cidade em constr rução (MW) Bulgária a 2 2000 0 0 Energia Nuclear gerada 201 12 (TWH) % do to gerado otal em 2012 m 14,86 3 31,65 A Bulgá ária tem 2 usinas nuc cleares (KO OZLODUY 5 e 6 – V VVER-PWR 1000 MW, cada) em m operaçã comercia que gera ão al, aram 14,86 TWh, cerc de com 31,65% d geração elétrica em 6 ca m da m 2012. Foram suspe ensas as ob bras das duas usinas q se enco que ontravam em construçã (Belene 1 m ão e 2 VV VER PWR 1000 MW em 2012 e existem ainda 4 reatores que foram fechados W) 2 m m s (KOZLO ODUY 1 a 4 – VVER 4 MW) pa atender acordo de f 440 ara fazer parte da união europeia. Na a Bulgária o govern já demo a, no onstrou inte eresse em substituir a centrais nucleares antigas por as novas, m tem pro mas oblemas qu uanto ao fina anciamento das usinas s. Cent tral nuclear de KOZLODUY e A NEK - Nation Electric Company nal onstruir a da Bulgária pretendia co ntral Nuclear de Belene (2x 1000 e Cen MW – VVER) e assinou contrato W u com a russa A m Atomstroyex xport para projeto, construção o e com missionamen nto das usinas da cent tral, mas o preço fornecido pelo concorre os entes estav acima va do que o pa aís aceita pagar o erno decidiu cancelar o projeto. u gove Em março de 2012 o governo e decidiu usar os equipame s entos que já haviam sid fabricad do dos para Belene em uma ou utra usina na Central d KOZLOD de DUY (o reato número 7 Os resu or 7). ultados do Stress testes de segurança realizados por toda a Europa estão sendo analisad dos e as recomendações se erão implem mentadas on couber. nde GP PL.G – Gerê ência de Plan nejamento E Estratégico Pan norama da E Energia Nuc clear – Nove embro 2013 37
    • O país possui um reator de pesquisa q m que é oper rado pelo In nstituto de Pesquisa e Energia r mia as, a. mantém seus planos estratégicos s Nuclear da Academ Búlgara de Ciência em Sofia O país m de amp pliar sua ge eração de e energia nuc clear, fazer nova centr e amplia a vida da usinas ral ar as Kozlodu para reduzir sua dependência d Rússia q uy da quanto à energia primária (gás e ó óleo). Resídu Nucleares uos O país contratou o projeto de um depós interme e sito ediário de b baixa ao co onsórcio form mado pelas s empresa espanh as holas ENRESA, Wes stinghouse Electric S Spain (WES e a a S) alemã DBE E Technology. O dep pósito será c construído n sítio da u no usina Kozlod duy. Eslová áquia País Eslováqu uia usinas em capac cidade operação atual (MW) 4 usi inas em c capacidade em con nstrução c construção (M MW) 1.896 2 880 Energia Nuclear gera 2012 ada (T TWH) % do total gerado em m 2012 1 14,41 53,8 A Eslov váquia tem 4 reatores nucleares em oper m ração come ercial, que em 2012 produziram m 14,41TW de ener Wh rgia elétrica o que representou 5 a, 53,80 % da energia p a produzida no país. As s r duas un nidades em construção são de Mochovce 3 e 4 (VVER 440MW ca o R ada) e deve eriam entrar em ope eração em 2014 e 2015 respectivamente, m mas há um atraso na conclusão Há ainda m a o. a planos d construç de outro 2 reatore entre os a de ção os es anos de 2020 e 2025. As emissõe de gases es s do efeito estufa do país são em 70% derivadas da ge o m eração de e energia por combustíve fósseis e eis esta é u uma das raz zões do país para amp pliar a geraç nuclear que auxilia na redu ção r aria ução destes s gases. Pa ter aces ara sso à Com munidade Européia em m 2004 o país concordou em fechar os dois u s rea atores mais velhos (Bo ohunice V1 u unidade 1 e 2) o que oco orreu em 2 2006 e 200 Como o 08. con nsumo de energia per capita é 4.550 KWh h por ano e mais de 50% da energ vem de % gia e fon nuclear, a estabilid nte dade e a se egurança do o for rnecimento de combu ustível são primordiais s para a qualida de vida da populaç ade a ção. Todo o com mbustível nuclear é contratad junto à do em mpresa russa TVEL. a Cent tral Nuclear Mo ochovce (www.seas.sk/ /en) De esde 2008 o país defin que irá reprocessar niu os seus resíd duos de al atividade e estuda lta a loc calização pa repositó ara ório de baix e média xa a ativ vidade. A Eslov váquia faz p parte do TN desde 1993 e assin NP nou também o tratado adicional e 1999. O m em país faz também, p z, parte do NS - Nuclea Suppliers Group. SG ar Os traba alhos de co onstrução de Mochovce 3 e 4 continuam. Com em toda Europa, a usinas do e e mo a as o país pas ssarão pelo testes de stress defin os nidos pela U UE. GP PL.G – Gerê ência de Plan nejamento E Estratégico Pan norama da E Energia Nuc clear – Nove embro 2013 38
    • Eslovê ênia usina em as oper ração Paí ís Eslovên nia 1 capa acidade atua (MW) al u usinas em co onstrução 7 727 capacidade em c m construção (MW) 0 0 Energia Nuclear a gerada 20 (TWH) 012 5,24 44 % do total gerado em 2012 35,95 A Eslov vênia tem 2 milhões d habitante e a sua vizinha Cro de es oácia tem 4 milhões. Juntas elas s possuem 1 reator nuclear - K m KRSKO (PW 727 MW em ope WR, W) eração desd 1981, qu em 2012 de ue 2 produziu 5,244 TW de energia elétrica, o que rep u Wh presentou 3 35,95 % da energia pr a roduzida na a Eslovên Esse rea foi com nia. ator mpartilhado ( (50%) com a Croácia d desde a sua conexão a grid. a ao Em rela ação à Croácia a energia foi cerca 15% da do país. O reato foi projeta para 40 anos de o or ado 0 operação, m sua vid deve ser ampliada e mais 20 mas da r em 0 anos. uos Resídu Nucleares Em jane de 2010 o país, através de s agência para gestã de resíduos nucleares - ARAO eiro sua a ão O (Agencij za radioa ija aktivne odpa adke, em es sloveno) se elecionou um sítio (Vrbina), próxim à central, m mo para a c construção do depósit intermedi to iário de res síduos de baixa e méd atividade conforme dia e, e autoriza ado por dec creto gover rnamental d dezembr de 2009. O repositório, comp de ro posto por 2 silos, te capacida para 9.400 metros cúbicos de material d baixa e m erá ade s e de média ativid dade, o que e correspo onde à met tade de todo o resíduo produzido a longo da operação e descomis o ao a ssionamento o futuro d central. Será poss da sível ainda armazena resíduos nucleares de outras fontes. A a ar s s s capacid dade do siste ema pode s ampliada no caso d crescimento do prog ser a de grama nucle do país. ear O país não preten nde desistir da energi nuclear d r ia devido ao acidente de Fukushim segundo e ma o declarou o Ministro da Econom Darja R u o mia Radic em junho 2011. E todos o cenários energéticos Em os s do país até 2030 a fonte n s 0 nuclear está destacad O gove á da. erno anunciou ainda, a prováve el e construç do segundo reator em Krsko, incluído no programa nacional de energia q aguarda ção r o que a a aprova ação final n parlamen no nto. nha Espan País usinas em m operação o capacida ade atual (MW W) usinas em constru ução capac cidade em constr rução (MW) Energia Nu uclear gerada 2012 (TWH) 2 % do total gera ado em 2012 Espanha a 7 7.514 0 0 58,70 0 20,50 A Espan tem 7 re nha eatores nuc cleares (6 P PWR e 1 BW em ope WR) eração, com um total de 7.514 MW m e W de capa acidade inst talada. Esta capacidade represent apenas 7,32 % do to a e ta otal, mas de evido ao alto o fator de capacidade representa 20,50% da energia g e gerada, que em 2012 fo 58,70 TW oi Wh. Na Espa anha os rea atores não t têm período limite de o o operação, r recebendo licenças de operação a cada 10 anos. 0 GP PL.G – Gerê ência de Plan nejamento E Estratégico Pan norama da E Energia Nuc clear – Nove embro 2013 39
    • Ao final de 2012 ex xistiam 3 rea atores fecha ados no paí ís: • Vand dellos 1 em 1990 e com os trabalh de desc m m hos comissionam mento adian ntados; • Zori ita-Jose Ca abrera, em 2006 com o descom missionamen contrata nto ado junto à Wes stinghouse e • Em 2 28/12/2012 a Nuclenor operadora e proprietá da Cent de Garo (466MW r ária tral ona W BWR o mais a R), antigo reator espanhol decidiu fech há-lo uma v que as n vez novas taxas s impo ostas ao ope erador torna aram a usin inviável e na economicam mente. Em ma de 2013 o consel aio 3 lho de seg gurança nuc clear espan nhol aprovo a possi ou ibilidade de e extensã da vida d Garona, através de solicitação a ser pree ão de enchida pelo operador e analisada o a pelo órg regulador, que des forma po gão sta oderá retorn e operar até 2019. nar r Central de Vande ellos 2 – Espan nha Po oliticamente a Espanha pretend que as de s usinas nuclea ares sejam fechadas ao término o de sua vida útil, se e em a rep posição da a capacidade i instalada p por outras nucleares, po orém em de ezembro de 2009 uma nova lei fo oi ap provada permitindo qu as usin ue nas operem m alé de seus 40 anos de vida útil or ém e riginais se o Co onselho de Segurança Nuclear d País as a do s de eclarar seg guras. Ex xemplo dis sto foi a concessão de ampliação de vida e mais 10 e o em 0 an para as Centrais de Almaraz-T nos e Trillo e para a a d Vandello 2 em junh de 2010. de os ho os res Resíduo Nuclear O país p possui um r repositório intermediário de baixa atividade em operação desde os a m o anos 1980 “El Cabril”, projetad pela Wes do stinghouse Electric Spa (WES). ain 2011 o gove erno escolhe o sítio em Villar de C eu m Canas – pro ovíncia de C Cuenca para a Em dezembro de 2 Reposit tório de com mbustível irradiado e resíduos d alta atividade termi de inando o p processo de e seleção que durou 2 anos. O repositório conhecido como ATC - Almacén temporal c o C n centralizado o de Espa aña tem um custo est m timado de 7 700 milhões de euros e criará ce s erca de 300 empregos 0 s diretos n região. O projeto é composto d prédio pa vitrificaç de comb na de ara ção bustível irradiado, e um m gia centro de tecnolog de sup porte do sí ítio. A nece essidade d repositór se justifica com o do rio enchime ento das pis scinas de g guarda de e elementos combustíveis usados. O ATC terá capacidade s e para 67 700 mt (toneladas mét tricas) de c combustível irradiado e 2600 m3 de resíduos de média a intensidade e outro 12 m3 de resíduos d alta. os e de Em ago osto de 2011 o regulad nuclear do país (C dor Consejo de Seguridad Nuclear-CS aprovou SN) u unanime emente a ex xtensão de vida das 2 unidades nucleares de Ascó (até 2 e 2021). Em outu ubro de 201 o govern instituiu 2 novas tax para ene 12 no xas ergia nuclea uma par o resíduo ar, ra o nuclear resultante d geração de energia (2190 euro por quilo de resíduo metálico pr da a os roduzido) e outra pa o armaz ara zenamento d referido rejeito. de O Minis stro da Ind dústria Espa anhol, Migu Sebastián, solicitou uma rev uel visão dos s sistemas de e seguran de toda as centra deste p nça as ais país, para a aplicar as liç ções trazida pelo aco as ontecimento o GP PL.G – Gerê ência de Plan nejamento E Estratégico Pan norama da E Energia Nuc clear – Nove embro 2013 40
    • japonês Foi pedido também u estudo sísmico com s. um mplementar assim com um estu sobre o r, mo udo risco de inundação e o. O CSN in nformou em 2011 que todas as m e 8 usinas nucleares foram apro ovadas no Stress-test propo osto pela a União Europeia e que as marg gens de seguranç delas permitem que resistam ça e a aciden ntes além de suas b bases de projeto. C Com isso a presidente do FORO NUCLEA AR, María Teresa Do ominguez, declarou que a ene ergia nuclea precisa ar r te energético continuar como part do mix e espanhol l. O novo g governo ele em novembro de eito 2011 já declarou q que a matri elétrica iz espanhol será um mix que g la garanta a diminuiçã de emiss ão sões de CO2. Central de A Almaraz-Trillo ndia Finlân País s Finlând dia usinas em operaç ção 4 capacid dade usinas em s atual (MW) constr rução 2.78 80 1 capa acidade em const trução (MW) Energia N Nuclear gerada 201 (TWH) 12 1.720 22,06 66 % do total g gerado em 2012 32,59 A Finlân ndia tem 5,42 milhões de habitantes e possui quatro usinas em operação q s que, juntas, correspo ondem à pr rodução de 22,066 TW de energ elétrica ou 32,59% da total produzida em Wh gia m 2012 no país e um usina em construçã (Olkiluot 3 – EPR 1600 MW) Devido ao excelente o ma m ão to R ). e desemp penho das 4 usinas em operação, nos último anos a d m os disponibilida nuclear alcançou a ade media d 94,65%. de Em julh de 2010 o parlamento finlandê aprovou o 6º reato do país. Em junho d 2011 fo ho ês or de oi ampliad a potência da usina Olkiluoto 2. da Em outu ubro de 201 a empres Fennovo 11 sa oima anunciou que esc colheu o sítio Pyhäjoki n nordeste o no e do país para o seu reator, o se exto do país A construção deve se iniciar em 2015. s. e m Existe a ainda um p pequeno rea ator de pes squisas loca alizado em Otaniemi, E Espoo, mod delo TRIGA A Mark II c construído p para a Univ versidade de Tecnologia de Helsinque em 196 e 62. A decis são de con nstrução do quinto re o eator foi baseada em aspectos ambientais (menores m s impacto ao meio ambiente), polític os co-diplomáticos em a atendimento aos compromissos o s internac cionais deco orrentes do Protocolo de Kyoto e estratégico (diminuiç da depe os ção endência de e outras f fontes energ géticas exte ernas, princ cipalmente d Rússia, e a estabilidade a long prazo do da go o GP PL.G – Gerê ência de Plan nejamento E Estratégico Pan norama da E Energia Nuc clear – Nove embro 2013 41
    • custo da energia n a nuclear). A o opinião púb blica altamente favoráv foi outro aspecto im vel mportante na a decisão tomada. o Usina Nuc clear Olkiluoto 3 - Cortesia A o AREVA A us sina Olkiluo 3 (1.600 MW, EPR está com oto 0 R) m previs de ser sincronizad em agos de 2016 são da sto 6. Esta será a prim meira usina com reator no modelo r o EPR, produzido pela france AREVA. esa O pro ojeto está c com um atr raso de quase 7 anos s em r relação ao cronogram original (2009) e o ma custo chega a 8, bilhões de Euros. o ,5 Probl lemas div versos (d de constr rução, de e licenc ciamento, de subcontrataçã ão, etc.), decor rrentes do fato de se o primei de uma er iro a série de novos rea e atores (first o a kind), d inexistên of da ncia de mão de obra qualificada e experiente o e em quantidade suf ficiente tanto na Finlân o ndia como n países e nos envolvidos no projeto e estariam na a raiz dos atrasos oc s corridos até aqui. A pr é revisão de p perdas da A Areva até o término de este projeto o chega a 2,7 bilhões de euros. s Das três empre esas que submetera am os estudos de impac ambiental às autor s cto ridades do país a escolhida foi a Teollisuuden Voima Oy a ais nidade no sítio de Olkiluoto. para ma uma un (unidade 4 de Olk e kiluoto - sem cronogra m ama ou definiçã de tecno ão ologia, mas com os e s estudos geológic cos em an ndamento). Foram pr revistos custos e entre 4 e 6 b bilhões de e euros. A Fortum (51% pertence ao gover rno da Finlândi tem prev ia) visão para m mais um reator no sítio da Central de Loviisa aguarda ainda a a possíve autorizaç eis ções. Central de Loviisa - P PWR 488 MW cada (fo Fortum) oto erno finland dês decidiu taxar os lucros das empresas que operam usinas n nucleares e O gove hidrelétr ricas para m manter a com mpetitividad das oper de rações no M Mercado de carbono. Em 7 de dezemb ro de 2011 a empresa T e o TVO (Teollis suuden Voim Oyj) info ma ormou que c começou as s atividades para a c construção d quarto re do eator no sítio de Olkiluo De acordo com a d oto. decisão, em m princípio ratificada pelo Parla o a amento finla andês, em julho de 20 010, a sele eção de tec cnologia e a licença de construç são agu ção uardadas até 2015. é Em junho de 2011 foi amplia ada a potê ência da us sina Olkiluo 2 e tam oto mbém a Fennovoima convido a Areva e a Toshiba para ap ou presentarem proposta de constru m ução do no ovo reator nuclear na Finlândia. Este é o primeiro a anúncio mundial de construção de novo reat após o e tor acidente de Fukus e shima. Os t trabalhos de preparação do sítio em Pyhajo na pen oki, nínsula de Hanhikiv nordeste da Finlând podem c vi, e dia começar no final de 20 e a con o 012 nstrução em 2015. A m AREVA apresentou sua propo A u osta em feve ereiro de 20 012, mas ain não há decisão.. nda GP PL.G – Gerê ência de Plan nejamento E Estratégico Pan norama da E Energia Nuc clear – Nove embro 2013 42
    • Simu ulação do s sítio de Olkiluoto com 4 usinas ( m (AREVA) As usin nas passara pelo stress teste da EU e o resultado mostrou q am o que nenhum maior ma modifica ação será n necessária n centrais de Olkiluo e Loviisa em decorr nas s oto a rência da ex xperiência de Fuku ushima. os res Resíduo Nuclear A Finlân ndia foi o p primeiro paí a aprovar no seu pa ís arlamento, e 2001, u projeto d depósito em um de o subterrâ âneo profun definitiv para resíd ndo vo duos radioa ativos nucle eares proven nientes de s suas usinas s atômica Na Finlâ as. ândia os rejeitos de ba aixa e média atividade são depos sitados em repositórios s subterrâ âneos, cons struídos, no sítios de Olkiluoto (desde 1992 e Loviisa (aprovado em 1992). os 2) a o Desde 1997 de ac cordo com o Radiation Act, mant n tém depósit central in to ntermediário localizado o o nas dep pendências da instalaç para de ção epósito final de Olkiluot cuja ampliação já fo aprovada to, oi a pelo par rlamento fin nlandês. Para as novas cen s ntrais os rep positórios es stão em dis scussão com a empres Posiva, r m sa responsáve el por ess atividade levando e conta a melhor ge sa e, em estão de todos os nov vos resíduo conforme os e determinou o gov verno, garantindo que as melho ores soluções econôm micas e de segurança a deverão ser compa o artilhadas entre as centrais. Como a Posiva p o pertence à T Teollisuuden Voima Oy y (TVO) e à Fortum, ela está de esenvolvend um repos do sitório para estas comp panhias. A F Fennovoima a (que pre etende cons struir o 6º r reator) não possui aind um reato e também nenhum p da or m projeto para a repositó ório de com mbustível irr radiado e d deverá nego ociar com a demais empresas e as espaço nos s repositó órios previst tos. Franç ça País França usinas em m operação o 58 capacidade usinas e em atual (MW construç W) ção 65.880 1 capacid dade em construç (MW) ção Energia Nu uclear gerada 2012 (TWH) 1.7 720 404,900 0 % do total g gerado em 2012 74,79 usinas nucleares em o operação (e 19 sítios diferentes e 11 desl em s s) ligadas (por r O país possui 58 u duziram 404 TWh líq 4,9 quidos, o qu represen 74,79% do total de ue nta e término de vida útil) que prod energia elétrica ger rada no país em 2012. A operador de toda e ra esta frota nu uclear é a E EdF. GP PL.G – Gerê ência de Plan nejamento E Estratégico Pan norama da E Energia Nuc clear – Nove embro 2013 43
    • Com 64 milhões de habitantes tem mais de 1 GW de capacidad instalada nuclear po milhão de 4 e s, de a or e habitant ou quas uma usina por milhão de habitantes. tes se Dentre a usinas e as existentes na França, 34 são da cla a asse 900MW W-PWR par as quais o regulador ra r (ASN) d declarou sa atisfatória a operação por até 4 anos de vida (as usinas fran o 40 e ncesas tem m previsão de operaç por 30 a o ção anos), mas que cada u uma delas d deverá pass por revis para ter sar são r esse dir reito. Tricas stin-1 (915-M MW, PWR) foi o primei reator re iro evisado e au utorizado pa mais 10 ara 0 anos. Map das instalaç pa ções nucleares francesas. Fon nte: WNA O país é o maior exportador mundial de eletricidad e o lucro líquido da EDF com geradora e de a mo a ultrapas ssou os 3 bilhões de eu uros em 201 11. As emis ssões de g gases CO2 na geração de energ elétrica na França estão ent 70 e 80 o gia tre 0 gramas por KWh enquanto que no resto d Europa e da esse valor c chega a 350 de CO2 p kWh. 0g p/ A Franç produz a energia mais barata d toda a E ça de Europa, cerc da metad do valor da energia ca de r a alemã. S 220.00 empregos diretos na área nucle ou 6,1% dos empre São 00 s a ear, % egos industr riais do país s espalha ados por to odo o territó ório francês O país é ainda o líder mund s. dial em rec ciclagem de e resíduos nucleares (25000 ton s s neladas reci icladas). A Franç tem ainda outros 22 reatores de pesquisa e cerca de 5 ça a e 50.200 fonte radioativas para uso es o médico, além de ou , utras 30.600 para uso i 0 industrial. A AREV forneced VA, dora francesa de bens e serviços nucleares, está construindo junto com a EDF F o reator Flamanvil lle-3, tipo E EPR de 1720 MW, localizado ao norte da França, na região de o a e GP PL.G – Gerê ência de Plan nejamento E Estratégico Pan norama da E Energia Nuc clear – Nove embro 2013 44
    • Manche Os dema fornece e. ais edores de equipamen ntos e serv viços també foram definidos e ém trução foi no final de 20 contrata ados e o iníc da const cio o 007. De aco ordo com o RTE – o operador d sistema francês, já em 2013 a França poderá ter do á 3 r problem de supr mas rimento nos momentos de pico da carga se as usinas não tiverem a vida útil s s m prolonga ada, uma v vez que o p parque gera ador do país está env velhecido. Até 2022, 22 reatores s francese atingirão o término de vida útil e o p es o país tem p poucas opç ções para g geração de e eletricidade que nã sejam a ampliação de vida d ão o destas usina A entrada do novo reator em as. o m ville-3 tipo EPR de 16 600 MW é tida como indispensá ável para at tender ao a aumento de e Flamanv demand nos próxi da imos anos, sem consid derar reposição de velh reatores hos s. Flamanv ville - 3 (foto c cortesia Edf) As manutenções para man nter o parq que em o ordem requ uerem plan nejamento e compras s antecipa adas. Por exemplo, p para as tro ocas previs stas dos geradores d vapor das centrais de s francesa já foram comprados 44 unidad ao custo de 2 bilhõ de dólares (32 à A as s des o ões Areva e 12 à Westing ghouse). As entregas se prolongar até 2018 s rão 8. Em nov vembro de 2012, o Pr rimeiro Ministro francê Jean-Ma Aryault assinou a licença que ês arc e confirma a segurança da inst a talação do reator ITER - Internat R tional Term monuclear E Experimenta al Reactor É o primeiro reator de fusão cu r. ujas caracte erísticas de segurança são avalia a ados por um m órgão re egulador. O trabalhos do reator IT Os TER em con nstrução na região de Cadarache no Sudeste a e Frances tiveram s s, seus custos inflados p s passando d 6 bilhõe para 15 bilhões de euros nos de es e s últimos 3 anos. A c crise financ ceira interna acional tamb bém afetou o projeto q está ago previsto que ora o 019. Este é um projeto desenvolv o vido por vá ários países incluindo USA, Euro s opa, Rússia, para 20 China, J Japão e Cor réia do Sul que produz ziria energia de fonte nu a uclear sem produzir rad diação. O gove erno francê declarou em junh de 200 ês u, ho 08, que fará mais um reator EPR 1600, provave elmente no s sítio de Pen (Seine-M nly Maritime) no nordeste d país, ond já existem 2 reatores o do de m s em ope eração. Des mesmo modelo de reator EPR de fabric ste R, cação AREV já existe outras 4 VA em unidade em const es trução (Olkiluotto 3 na Finlândia, F Flammanvile 3 na Fran e Taisha e nça an-1 e -2 na a China). As usinas nucleare na França não ope es eram na ba ase como no resto do mundo, de evido a sua a caracter rística de g grande sup pridoras sen ndo obrigad das a acom mpanhar ca arga o que dificulta a manutenção de alt desempe to enho. Além disso, houv problema com gre ve as eves de empregados e ades nas paradas de reabastecim mento, o qu gerou p ue prejuízos de mais de 1 bilhão de e e dificulda euros pa a EdF. ara GP PL.G – Gerê ência de Plan nejamento E Estratégico Pan norama da E Energia Nuc clear – Nove embro 2013 45
    • O governo do pres sidente socialista Francois Hollan nde, o novo governo fr rancês eleito em 2012, quer im mplementar uma reduç ção parcial na geraçã nuclear que prevê cortar a p ão participação o nuclear de 75% pa 50% at 2025 e r ara té repor a cap pacidade co ortada por energia ren novável. De e acordo com um es studo do RT – o ope TE erador do sistema fran ncês o país, a França necessitará , á investir 15 bilhões de Euros (19.2 bilh s s hões de dó ólares ) par reforço da rede de linhas de ra e e transmis ssão até 20 e o cust poderá a 020 to atingir 50 bilhões de Eu uros até 203 se o país mantiver a 30 s política proposta de redução d energia n e da nuclear. Foi aut torizada em julho de 2011 a a m ampliação d vida po mais de anos pa de or ez ara a usina a FESSEN NHEIM-1 qu já opera desde 1978 Este é o mais antigo reator Fran ue 8. o nces em op peração. Em m abril de 2013 o mes smo foi feito para a FE o ESSENHEIM 2. MA Franç tem com meta de ça mo escomission até 2016 a usina Chooz A (310MW, P nar PWR), cuja a energia foi fornecida entre 19 967 e 1995 para a B 5 Bélgica e pa o própr país. O desmonte, ara rio limpeza e demoliç a ção dos ed difícios nucl leares ocor rreu antes de 2008. H Hoje são 1 reatores 12 s experim mentais e de potência s e sendo desc comissionad dos. O proc cesso vem sendo dese envolvido e estudad pela EdF CIDEN e deverá ser aplicado a todo o pa do Farque nuclea Frances quando do ar o termino da vida útil das usinas s. O governo francês anunciou um plano d investime s de ento de € 1 bilhão em pesquisa e energia m em a nuclear e no desen nvolvimento e implantação de um reator de qu uarta geraç que será produzido ção á o ancesa Arev e pela ja va aponesa Mit tsubishi e c considera não ter outra alternativa à energia a a a pela fra nuclear e que "não faz sentido abandoná o" á-la. Os teste realizado após o a es os acidente de Fukushima demonstra a aram um bo nível de segurança om a para as centrais f s francesas c conforme re elatório entr regue ao ó órgão regulador. As m margens de e seguran nça para e eventos ext tremos com terremo mo otos, enche entes, e pe erdas simultâneas de e refrigera ação e ener rgia foram v verificadas s sem aprese entarem ma aiores preoc cupações, m mesmo mas o assim a operadora EdF aprese entou um pl lano suplem mentar de m melhorias. E fevereiro de 2013 o Em o governo francês pr o romulgou um nova po ma ortaria (texto normativo completo) que rege as principais o o s instalaç ções nuclea ares que co onsidera as lições do acidente de Fukushim para as atividades s ma s s nucleare es. A AREV emitiu uma declar VA ração dizen ndo que pr retende imp plantar "um série de iniciativas" ma " destinad das a redu uzir os cust tos operacio onais com até 1 bilhã de euro anuais a 2015. A ão os até r empresa (Mr Ours a sel) está convencida de que as p perspectivas para o de s esenvolvime ento nuclear continua a ser fo am ortes nos pró óximos ano mesmo s a expans da base instalada mundial de os, se são e reatores nucleares for adiada em compa s aração com as previsõe antes de Fukushima-Daiichi. A es e energia nuclear con ntinua send uma vant do tagem estra atégica do seu país. Resídu Nucleares uos O país reprocessa todo o seu combustív usado e utiliza par do combustível res a u vel rte sultante em m reatores, alé de tamb ém bém ter dois repositórios subterrâ âneos e lab boratórios d pesquisa de a outros r que estu udam forma ainda ma efetivas d armazen rejeitos. as ais de nar Dentre outros sítio Auxon e Pars-lès-Chavanges no estado de Aube estão atua os, s o almente em m estudos para a ins s stalação de repositório de resídu e o uos de baix atividade nuclear qu poderão xa e ue o estar em atividade em 2019 (s m substituindo os que já deverão estar saturado Estes s o os). sítios fazem m parte da 40 comun as nidades que se oferece e eram para s sediar os repositórios. GP PL.G – Gerê ência de Plan nejamento E Estratégico Pan norama da E Energia Nuc clear – Nove embro 2013 46
    • Holan nda País usinas e em operaçã ão capac cidade atual (MW) usinas em con nstrução c capacidade em m co onstrução (MW W) Holanda 1 4 482 0 0 Energia Nuclear % d total gerad do do gerada 2012 a em 2012 (TW WH) 3,7 71 4,4 A Holan nda possui apenas um usina nu ma uclear em o operação (B Borssele PW 482 MW que, em WR W) m 2012, produziu 3,71 TWh, apr roximadame ente 4,4 % da energia do país. Es usina te sua vida sta eve a útil amp pliada em m mais 20 ano em 2006 e deverá continuar a operar até 2033. O país possui os 6, também um reator de pesquis na local m sas lidade de Petten, o Hig gh-Flux Rea actor –HFR que produz z 60% dos radionucli ideos médic necessá cos ários na Eur ropa (30% d demanda mundial). da a O país importa mais de 20% de sua e % eletricidade (na maior parte da Alemanha). A energia r . a consum mida per cap é 6.500 kWh/ ano. pita Em junh de 2009 a Delta sub ho bmeteu aos órgãos gov s vernamenta a solicita ais ação para a construção o da nova central de até 2.500M a MW. O gove erno holandê informou que estava iniciando o processo ês u a o de licen nciamento d sua segu da unda usina nuclear no mesmo sítio de Borss sele. Não fo definido o oi projeto nem o forn necedor, ma a unidad deverá ter entre 1000 e 1600 MW e co prováve as de 0 om el entrada em operaç em 2020, ainda em tempo par atingir as metas de redução da emissões ção m ra s as s de gase do efeito estufa. O c es combustível previsto é MOX e o c l custo estima do proje é de 5 a ado eto 7 bilhõe de dóla es ares conform informo a empre me ou esa Energy Resources Holding (holding do y s o projeto) em setem mbro de 201 10. A emp presa holan ndesa Delta (proprietária de 50% da centra a % al existent e a EdF assinaram em novembro de 20 te) F m, 010, acordo de colabo o oração para a eventua a al construç de uma nova centr na Holan no sítio de Zeeland Coast. ção a ral nda d A única usina holandesa pass pelo tes de stress da UE. Em Junho de 2011 foi a sou ste e autorizado o uso do combustíve MOX e o governo d Holanda garantiu qu continua el da ue aria com seu programa a rução da no Central. ova nuclear para constr Em jane de 2012, devido à crise financeira na Eu eiro uropa e tam mbém à ince ertezas no m mercado de e carbono a central fo postergad o oi da. A empre ERH - Energy Re esa esources Ho olding, perte encente à a alemã RWE proprietár da outra E, ria a met tade de Borssele, também solicitou m u auto orização pa a construção de o ara outra centra al na H Holanda. Exis ainda u acordo entre a Holanda e a ste um França que p prevê a rec ciclagem de parte do o com mbustível irr radiado hola andês na Fr rança. Após s o r reprocessam mento o m material é r retornado à Holanda (COV VRA Storag Facility próxima a ge Bor rssele) se eguindo e estritos pa adrões de e seg gurança dita ados pela AI IEA. Cent tral de Borssele - Holanda (I Imagem: EPZ) ) Em Jan neiro de 2 2012 o go overno hola andês infor rmou que um novo reator de pesquisas s (denominado Pallas) será construído na r região de Petten para r repor o reat existente (High-Flux tor e x GP PL.G – Gerê ência de Plan nejamento E Estratégico Pan norama da E Energia Nuc clear – Nove embro 2013 47
    • Reactor -HFR) que opera des r e sde 1961 e está atingi indo o térm mino de sua vida econo omicamente e útil. Prevê-se a entrada em op peração do n novo reator em 2022. Hungria País Hungr ria usinas e em operaçã ão 4 capacida ade usinas em capac cidade em atual (M MW) constru ução constru ução (MW) 2000 0 0 Energia Nu uclear gerada 2012 (TWH) 14,763 3 % do total gerado em 2012 45,90 A Hungria tem 4 usinas nucle eares (Paks 1 a 4 – VV VER-PWR 5 MW) cu operaçã comercia 500 uja ão al começo ente 198 e 1887 e que gerar ou 82 ram 14,763 TWh, ou s seja cerca d 45,90% da geração de o elétrica do país em 2012. Esta é a energ elétrica m m a gia mais barata gerada no país e, segundo fontes s governa amentais, o índice de a aprovação à energia nu uclear pela p população é de 73%. Em 200 as usinas receberam a autoriza 04 s m ação para op perar por m mais 20 anos (a licença original era s a para 30 anos) e os trabalhos preparatór 0 s rios para a ampliação de vida es stão em and damento de e acordo com as aut torizações d Parlamento. Os res do sultados dos testes na central hún s ngara foram m satisfató órios segun ndo o órgã regulado governamental não requerend nenhum provisão ão or o do ma o adiciona quanto à sua segurança. al Em dez zembro de 2 2012 o reato 1 de Pak (VVER 50 or ks 00MW) tev sua vida útil ampliad em mais ve da s 20 anos podendo o s, operar agor até dezem ra mbro de 203 (50 anos úteis). 32 s Central Nu uclear Paks – H Hungria Em 2009 o parlamento do país o s overno a começar o autorizou o go eto para a ampliar a capacidade e proje nucle no sítio existente, através da ear o a cons strução de mais uma ou duas a s unida ades nucle eares no m mesmo loca al da C Central Pak Os estu ks. udos para a r defin nição do tipo e tamanh do reator ho ainda estão em andamento. O custo a m o está estimado em 10 bilhões de e dólar res. Em j junho de 20 011 a empr resa estata al pretendia MVM M anunciou que a expa andir a capa acidade de geração da a sua Central Paks e aumentar sua influê ência nos m mercados de energia d sua vizin da nhança nos s Bálcãs (Croácia, S Servia e Bós snia e na R Romênia). P Kovacs - Ministro d Desenvo Pal do olvimento do o húngaro declarou q em tod os cená o que dos ários de planejamento energético estudados pelo país o suprime ento nuclear é indispen nsável. O p plano energ gético 2030- 2050 reco omenda a e extensão de e vida em outros 20 anos, além da primeira extensão, das 4 unid m a dades da su única cen ua ntral (Paks), cujas vid úteis se encerraria entre 203 e 2037. das e am 32 Em 16/1 12/2011 o P Primeiro Min nistro Viktor Orban diss que a me é ter a p r se eta participação nuclear na o a matriz e elétrica em 6 60% em com mparação c com os atua 40%. O g ais governo che planeja dobrar esta eco a participa ação nos pr róximos 50 anos. GP PL.G – Gerê ência de Plan nejamento E Estratégico Pan norama da E Energia Nuc clear – Nove embro 2013 48
    • A Hungria planeja a abrir concorrência para mais dois reatores no sítio de Pa entre 20 e 2014, a o aks 013 conform informou o Ministro Pal Kovacs As datas de inicio d operação previstas são 2022 e me u s. s de o 2025 p para os rea atores 5 e 6 respect tivamente. O ministro disse a ainda que o projetos os s conside erados são o EPR Areva, o ATMEA da Arevao -Mitsubishi, o VVER 1200 da R a Atomstr royexport , o APR 1400 da Coreia do Sul e o A 0 AP1000 da Westinghouse. Inglaterra e I Irlanda d Norte (UK) do e País Usinas em operaç ção Capacidade atual (MW) Inglater rra 16 99 930 Energia Usinas em Ca apacidade em % do t total gerado Nuclear ge erada construção con nstrução (MW W) em 2012 m 2012 (TW WH) 0 0 63,96 6 18,10 O Reino Unido tem 16 usinas em operaç (9930 M de cap o m s ção MW pacidade ins stalada) e 2 fechadas 29 s por térm mino de vida útil ou ob a bsolescência É o parque mais an a. ntigo, com u usinas já fec chadas que e começa aram a oper na décad de 1950 e 1960. Em 2012 o pa produziu 63,96 TWh de energia rar da m aís h a de fonte nuclear (18,1% do tot e tal). O Reino Unido tem 75% da s o m sua energia elétrica pr a roduzida po óleo e ca or arvão e com forma de mo e reduzir suas emis ssões de ga ases do ef feito estufa lançou, em julho de 2009, seu Plano de a e u e Transiçã para um Economia de Baixo Carbono. O Plano co ão ma o oncentra aç ções em tra ansformar o setor de energia, expandind o uso d fontes r do de renováveis, além de aumentar a eficiência a tica dos préd dios, casas e do setor de transpor rtes do país. energét Fonte: WN NA Com iss o país de so everá alcan nçar as meta doméstic de corte de 34% n emissõe de gases as cas e nas es s do efeito estufa até 2020, qua o é ando 40% da eletricidad consumida no Reino Unido dev de verão vir de e fontes d baixo car de rbono, com as tecnolog gias de energia renová ável, nuclear e captura e sequestro r o de carbo ono. A const trução de uma nova frota de u usinas nucle eares faz p parte da p política de r redução de e emissõe de carbo vigente no país e e es ono elas devem começar a operar até 2017, sub m é bstituindo as s usinas nucleares a antigas (a ú última a en ntrar em op peração dat de 1989 e as já f ta 9) fechadas. A empresa Horizon Nuclear Po a ower respon nsável pela solicitaçõ as ões de lice ença para o sítios de os e Wylfa P Península e de Oldbury e que er uma joint venture fo y, ra ormada pela alemãs E.ON UK e as RWE Nuclear r E Powe Plans fo er oi Rea atores de potência pla anejados e propostos vend dida em m Capacidade (MWe iníc de outub cio bro de e Proponente P Sit tio Localidade Tipo T brutos) b ope eração 2012 2 (devido o Hinkley P C-1 Point Som merset EPR E 1670 2018 2 aos problemas s EDF E Energy Hinkley P C-2 Point EPR E 1670 2019 2 políticos s Su Sizewell C-1 uffolk EPR E 1670 2020 2 nos na a intern EDF E Energy EPR E 1670 2022 2 Sizewell C-2 Alem manha) e o ury Glouce estershire ABWR x 2 or 3 R 276 60-4140 by 2025 Horizon Oldbu B novo o Wylfa B Wales W ABWR x 2 or 3 R 276 60-4140 by 2025 Horizon proprietário é a Hitac chi. NuGeneration (Iberdrola + GDF Suez) n F Moor rside Cu umbria AP10 x3 000? Up to 3600 2023 2 Para o sítio de a e Total plan nejado ou propos sto até aprox. 18 8.600 MWe Hinkley Point, GP PL.G – Gerê ência de Plan nejamento E Estratégico Pan norama da E Energia Nuc clear – Nove embro 2013 49
    • onde já existem 2 usinas antig gas, a EDF está inician a impla ndo antação de u EPR 16 (Hinkley um 600 y Point C) na região de West So ), omerset e f as encom fez mendas dos componen s ntes pesado para esta os a central à AREVA. As 3 principais licença já foram solicitadas aos regula as s adores e já receberam á m sinal po r ositivo, conforme infor rmou a EDF. Em 26 de novem 6 mbro de 2012, o órgão regulador o nuclear britânico li iberou a lic cença para o sítio de Hinkley Po oint e em d dezembro d 2012 os de s regula adores ing gleses apr rovaram o projeto EPR. o A decisão final de o e investimento des projeto foi tomada ste a em ou utubro de 2013. Além da EDF, m integra o consó am órcio a Chi ina Genera al Nuclea Corporat ar tion (CGN) e a China a Nation Nuclear Corporatio (CNNC), nal r on terão uma fatia combinada de 30% a 40% n negócio consórcio; e o grupo no ; o nuclea estatal francês A ar Areva, com m 10%. Estes 2 EPRs repr resentam o maior investime ento em projeto de e infraes strutura na Inglaterra desde o a a anos 1 1950. A expect tativa é o fo ornecimento de energia o a correspo onda a 6% do total na Inglaterra (s suficiente para atender 5 milhões de residênc r cias). Hinkley P Point C (Prová ável aspecto da usina – WNA) Um grupo formado pela espa o anhola Iberd dola (37,5% a britânic Scottish & Southern (25%) e a %), ca n francesa GDF Suez (37,5%), f z a formou um consórcio- NuGenerati Ltd (NuG ion Gen), que c comprou em m 2009 um terreno e Sellafiel (Oeste d Inglaterra como po m em ld da a) ossível loca para novo reatores. al os Neste c caso o proje consiste na constru eto e ução de um central n ma nuclear com potência instalada de m e 3600 M MW, que ajudará no o objetivo alte erar o perf de geraç fil ção de ene ergia no Re eino Unido, fortemente baseada em carvão. o o das ções nuclea ares civis é c condição fundamental no plano de e O reuso do plutônio derivado d instalaç descarb bonização d país que precisa ger do renciar 112 toneladas d material em estoque (próprio e do de clien ntes externo da usina de reproc os a cessamento em Sellafie eld). Apesa do reuso através da ar a produçã de combustível MOX não ser ainda comerc ão X cialmente tã bem suc ão cedido na Grã Bretanha a quanto na França (AREVA), o material p produzido poderia alimentar 2 rea atores por a 60 anos. até 5/07/2011 - Segund o Ministr de Energ e Mudan do ro gia nças Climát ticas britânic Charles Hendry, “O co, O governo da Grã Bre o etanha perm manece abs solutamente comprome e etido com novas usinas nucleares, s sem as quais a naç ficaria n escuro e menos pró ção no óspera”. “Nó precisam manter a confiança ós mos a pública baseada e fatos e evidências científica e na ex em as xistência de um órgão regulador e o r indepen ndente”. Ele acredita qu a energia nuclear h e ue hoje é vital p para o setor energético britânico e r o assim p permanecerá por muito anos. O p á os país deverá construir n uma us á não sina, mas uma frota de e novas n nucleares, e estando gara antido isso a investid aos dores. Todo o processo faz parte da política de baixo carbono d país, in a do ncorporando quaisquer o r aprendiz zados advindos do a acidente de Fukushima Em 22 de julho de 2011 o Parlamento a. o britânico aprovou a política en o nergética na acional e lis stou os oito (8) sítios p o para as nov centrais vas s nucleare introduz es, zindo ainda um planejamento para acelerar es a stas constru uções. Em 17/ /10/2011 o Secretário de Energ declaro que os riscos da energia n o gia ou nuclear são o GP PL.G – Gerê ência de Plan nejamento E Estratégico Pan norama da E Energia Nuc clear – Nove embro 2013 50
    • conheci idos e muito menores que a acel o leração nas mudanças climáticas O suporte dado pela s s s. e a populaç da Ingla ção aterra é alto com a ma o aioria conco ordando com a constru m ução de nov centrais vas s principa almente para prevenir a mudança climáticas a as as s. Em out tubro de 2 2012 foi lib berada uma pesquisa na qual 6 a 63% dos r residentes aprovam a manutenção e/ou c construção d novas ce de entrais nucle eares. Este suporte era de 61% em 2010. a m A EDF assinou a acordos Fr ranco-Britân nicos para facilitar os expressiv s vos investim mentos em m infraestr rutura e em toda cad m deia de sup primentos q que serão realizados na Inglaterra com os s projetos de Hinkle Point. T s ey Tais acordo (500 milhões de libras) comp os preendem s serviços de e prepara ação de sít (100 milhões de li tio ibras), fornecimento d equipam de mentos e fo ormação de e pessoal especializa l ado. Eles re epresentam a criação d 1500 em m de mpregos. Uma re ecente pesq quisa entre os morado ores consta atou que o acidente n nuclear de FukushimaDaiichi n teve pr não raticamente nenhum im mpacto sobr as atitude públicas para a energia nuclear re es r no Reino Unido. Em junh de 2013 o governo d Reino Unido anunci um esfo ho do iou orço para inc centivar o in nvestimento o em ene ergia nuclea oferecen ar ndo 10 bilhõ ões de libr ras (GBP) (15.200 milhões dólar res ou 11,6 6 milhões de euros) d garantias a investido s de s ores para a nova usina nuclear de Hinkley Po a e oint. Resídu nuclear uo r O país reprocessa o seu res a síduo nuclea em suas usinas de reprocess ar s e samento em Sellafield. m Atualme ente o volum acumula de Plut me ado tônio na Ing glaterra chega a 82 ton neladas e é crescente. Existem conversaç m ções entre o governo b britânico e a GE-Hitach para a ut hi tilização da tecnologia a a do reato Fast Bre or eeder Prism para a red m dução deste montantes de Plutô es ônio utilizan ndo-o como o combus stível MOx a partir de 2025. Itália País s Itália a usinas e em capacida ade usinas e em capacid dade em operaçã ão atual (MW) construç ção construç (MW) ção 0 0 0 Energia Nucle E ear ge erada 2012 (T TWH) % do t total gerado em 2012 0 0 0 Na Itália em 2010, 64,8% da energia elétrica foi p a a proveniente de combustível fóssil 22,2% de l; e renováv veis e 13% f importad foi da. A Itália não possui usinas nuc i cleares em operação. Suas 4 usin - Caors Enrico F nas so; Fermi (Trino o Vercelle ese); Garigli iano e Latin foram fechadas até julho de 19 (2 por d na990 decisão da p população e 2 por té érmino de vi útil). A It ida tália é o único país do G8 – grupo dos paíse mais ricos do mundo o es s o mais a Rússia – q que não op pera usinas nucleares Mesmo a s s. assim, cerc de 10% da energia ca a elétrica consumida no país sã de orige nuclear, importados principalm a ão em s mente da Fr rança, onde e 75% da energia são gerados p centrais nucleares. por Enrico F Fermi (Trino Vercellese está em d o e) descomissio onamento. Em 200 o país de 08 ecidiu retomar seu prog grama nucle paralisad na décad de 1980, libertandoear do da se da d dependênci do petró ia óleo através de um rá s ápido dese envolvimento da energ nuclear o gia r. Segundo o Ministro da Econom e Dese o mia envolvimento Claudio S o, Scajola, o c custo da par ralisação do o GP PL.G – Gerê ência de Plan nejamento E Estratégico Pan norama da E Energia Nuc clear – Nove embro 2013 51
    • progr rama nuclear italiano para a ec conomia do o país foi de 50 b bilhões de dólares e que todo o bouço legal para a reto omada da fo onte nuclear arcab r estav sendo ad va dotado no n novo plano nacional de e energ gia. enado italia aprovou e ano u Em 9 de julho de 2009 o Se um pa acote legislativo que de luz verde ao retorno eu e o do us da energia nuclear n país e qu em até 6 so no ue (seis) meses seriam selecionad ) dos sítios s poten nciais para a instalação de novas u o usinas. O mo odelo de rea ator a ser a adotado dev veria ser um m que já fosse licenciado na E á Europa o qu permitiria ue a ganha tempo d licenciam ar de mento, uma vez que o plano era constr o ruir de 8 a 10 reatore até 2030 es 0 atingind 25 % da geração elétrica italian Atualme do na. ente o custo da energi elétrica n Itália (um o ia na m mix de 60% em gás importad é 30% mais alto q do) que a média européia e 60 % m a maior que o francês. . Em Junho de 2011 a maioria dos italiano através de plebiscito, decidiu q não pre 1, os, que etendem ter energia nuclear no país. Os votos negativos à nucle foram 94 da popu o ear 4% ulação que votou (57% % da popu ulação que podia votar o que cor r) rresponde a 53,58 %. A forma co omo foi enca aminhada a votação não foi es o specífica contra a ener rgia nuclear mas uma desaprova r, ação global ao governo o de entã (Silvio Be ão erlusconi) e seus planos de ação A Itália é um país s o. sujeito a ter rremotos de e grande magnitude e isso contr ribuiu muito para o med da população, forte o do emente explorado pelos s ambient talistas. Com isso o país continuar a gerar e m rá energia nuclear, através da empres ENEL na s sa a Eslováq quia e a com mprar eletric cidade nucle da franc ear cesa EDF. A Itália, através d sua em da mpresa de energia EN NEL que p possui 66% da SE-SL % LOVENSKE E ELEKTR RARNE da Eslováquia constrói, desde novembro de 2 a, 2008, as us sinas Moch hovce 3 e 4 (VVER-440 MW cada) que devem estar em operação comercial em 2012 e 2013 e 3 respecti ivamente. O investime ento previsto é de 2,77 bilhões de euros. Qu o 7 e uando em o operação, a produçã destas us ão sinas repres sentará 22% do total de energia elétrica cons % e sumido na E Eslováquia. Outro negócio nucl lear italiano foi a aquis o sição, atravé da mesm ENEL, d 12,5% da ações da és ma de as a usina fra ancesa Flam manville-3 ( (pertencente à EdF) qu se encon em construção na Normandia. e ue ntra Estas a ações visam não só o investimento, mas tam m mbém a for rmação de pessoal especializado, visto que há mais d 20 anos a Itália fech seu parq industri nuclear. de hou que ial Além di isso, a ARE EVA e ANS SALDO NUC CLEARE ha aviam assin nado acordo no qual a ANSALDO o O iria participar do pr rocesso de licenciamen e da con nto nstrução do novo reato da AREV (EPR) na o or VA a mas com o cancelamento italian de usina nucleare o acord ficou va no as es do alendo para a Itália, m qualque lugar do m er mundo conf forme a Join venture c nt criada em 11/10/2011. A ANSALD também DO m pretende fabricar super módulos para o AP1000 da Westin os 0 nghouse de estinados a mercado ao o inglês. Norue ega A Norue é o sex maior pr ega xto rodutor mun ndial de ene ergia hídrica Apesar d Noruega não ter um a. da m program de geração nuclea o comitê criado pelo governo norueguês para estudar energia ma ar, ê s a GP PL.G – Gerê ência de Plan nejamento E Estratégico Pan norama da E Energia Nuc clear – Nove embro 2013 52
    • sustentá ável recome endou em s seu relatório o reconhe o ecimento da contribuiç a ção da ener rgia nuclear r para um futuro ene m ergético sus stentável. O país també faz pesq ém quisas nucle eares em se Centros eus s de Tecn nologia da E Energia ond foi testad o combu de do ustível nucle que ser usado no submarino ear rá o o nuclear brasileiro (um ensaio científico sofisticad que exi o do igiu alta qualificação da equipe e envolvid e que tev a particip da ve pação de um grupo de cientistas d Marinha Brasileira do Centro de m da e Aramar) ). Polôn nia O país tem 3 milhões de habitant e a sua 38 tes a ma atriz elétrica é hoje calc a cada em ca arvão (94%). Pa reduzir s ara suas emiss sões de CO a Polônia O2 a já acena com a possibilidade de co m onstruir sua a pri imeira centr até 2024 tentando d ral 4, desta forma a iniciar a alter ração de s sua matriz. O governo o olonês designou a su maior e ua empresa de e po ele etricidade (PGE Polsk ka Grupa a En nergetyczna SA) para conduzir os projetos a s da duas prim as meiras cent trais nuclea ares do país s qu deverão ter 3000MW cada um com dois ue W ma s ou três reatores em cada sítio. Espe u a era-se que a pri imeira usina opere em 2024. a O sítio de Zarnowiec poderá ser ap proveitado de evido à infraestrutura qu já é disponível. ue Sítio em Zarnow wiec – Polôni (provável l ia localização do o rea ator em estudo os) Em 198 a Rússia estava con 86 nstruindo 4 reatores W WWER, 440M para a Polônia em Zarnowiec MW m c ao norte de Gdan e nsk, mas o projeto foi abandonad em 198 após um referendu popular do 89, m um r, fortemente influenc ciado pelo a acidente de Chernobyl. Os reatores que já est tavam entre egues foram m vendido para a Finlândia (Lo os oviisa) e pa a Hungr (Paks). O sítio existente hoje ( ara ria (foto) talvez z seja usa pela fut ado tura central aproveitand a infraes do strutura e os estudos já realizados. s . Em abril de 2010 fo assinado um memora oi ando de coo operação entre a West tinghouse e a polonesa a Polska Grupa Ene ergetyczna ( (PGE) para estudar a viabilidade de constr a e rução de um reator de m e terceira geração (G Generation III+) na Polô ônia (AP100 00). A PGE decidiu em 9/12/11 não participa do projet e construção de Ce m ar to entral de V Visaginas na a a ar da ussa Baltic e construç em Kaliningrado. em ção Lituania e também não compra energia d central ru O Parla amento polo onês aprov vou em julh de 2011 a última le necessária para o começo de ho ei e construç ção da prim meira Centr Nuclear do país. A tecnologia escolhida deverá est entre os ral a tar s forneced dores AREV GE Hita VA, achi e Westinghouse. O proje final e as licenças são espe eto s erados para estar pron a ntas em 20 018, permit tindo que a construç ção comece em 2019 A primeir unidade está previs para en 9. ra sta ntrar em op peração em m 2024, a segunda e 2029. S em Segundo o Primeiro Mi inistro, Tusk, o govern está con no nvicto que a energia nuclear co onstitui uma boa altern a nativa as n necessidade energétic es cas da Polônia, assim m GP PL.G – Gerê ência de Plan nejamento E Estratégico Pan norama da E Energia Nuc clear – Nove embro 2013 53
    • como uma grande oportunida ade de negó ócios, com a possibilid dade de ven nda de ene ergia para a Alemanha. Em sete embro de 2 2012 as em mpresas Tau uron, Enea e a minera adora de co obre KGHM assinaram M m acordo com a PG GE, a maio distribuidora no paí para pa or ís, articipar do projeto de 6 GW de e e capacid dade nuclea que a PG pretende implemen ar GE ntar até 203 e em se 30 etembro de 2013 PGE E disse qu vai mant a equida de 70% na PGE EJ com 10% cada detid por ENEA Tauron e ue ter ade % J, % do A, KGHM, e todas as quatro partes rubricara um acor nesse se am rdo entido. O gove erno polonê solicitou à PGE que lidere um consorcio para a co ês m o onstrução d 2 usinas de s nucleare em sítios separado mas há duvidas qu es os uanto ao fin nanciamento necessár Nenhum o rio. m contrato está assinado. o República Checa País Rep. Checa usinas em capac s cidade operação atual (MW) 6 3760 Energia N Nuclear usin nas em cap pacidade em m % do total gerada 2012 con nstrução con nstrução (MW W) gera ado em 2012 (TWH) 0 0 28,60 02 35,30 A República Checa é rica em depósitos de carvão mineral e é a terceira maior exportadora de a m a e eletricidade da Eur ropa. O país tem 6 usinas (Dukov s vany 1 a 4 e Temelin 1 e 2, todos VVER) em s m operada pela emp as presa CEZ q produzi que iram 28,602 TWh em 2 2 2012, o que represento 35,3% da ou a energia elétrica do país. Foi aberta um concorrê o ma ência interna acional par fornecer dois novos ra s s n, or políticas so omente dois dos quat reatores s tro s reatores no sítio de Temelin onde po razões p originalmente previstos s foram m constr ruídos. Os forneced s dores que e apresentaram o ofertas fora am AREVA A (franc cesa), We estinghouse e (amer ricanos/japo onês) e Rosatom m (russa a). O resultado final deveria ser anunciado o em 2013, mas a A AREVA fo oi desqu ualificada pe comissã julgadora ela ão a da co oncorrência e decidiu recorrer da a decisã ão. Temelín nuclear pow plant (foto ČEZ) wer o Desta forma o pr a rocesso de escolha do o concorrên vence edor da ncia será á atrasado por algun meses. O concorrentes dissera que até 70% do tra o ns Os am é abalho pode ser feito erá o pelas e empresas c checas loca e que isto poderia criar até 10.000 em ais a é mpregos no país. Fo o oi solicitad também a extensão de vida útil dos 4 reato da l ores da cen ntral Dukova que já t any tem mais de e 20 anos de operaç s ção de form a que p ma possam gera até 2025 – 2028. E ar 5 Estão previs stos grande e quantida de trabalho e muito investimento para pe ade o ermitir a amp pliação de v vida útil. As ativid dades deve começar em 2015 e contempla em r arão també o aumen de potên ém nto ncia em até é 500 MW W(e).O gove erno checo declarou qu continuará com seus planos pa construç de mais ue ara ção s GP PL.G – Gerê ência de Plan nejamento E Estratégico Pan norama da E Energia Nuc clear – Nove embro 2013 54
    • reatores n nucleares e que sua matriz para a geração de energia e e elétrica será 50% desta á a fonte até 2 2040 (hoje c corresponde a cerca de e e 1/3 do tota conforme demonstr al), rado na sua a política en nergética em 8 de no m ovembro de e 2012. Os reator res da C Central de Dukovany y poderão a ainda suprir aquecime r ento para a sua vizinha ança, a cid dade de Brn a 40 km no m de distânc cia, segund estudo de impacto do o ambiental submetido às autoridades locais s pelo opera ador. Central Nuc clear Dukova any (Imagem: Petr Adamek) r – Repú ública Checa a A populaçã seria beneficiada pe redução ão ela o de emis ssões e pe estabiliz ela zação do cu usto do aquecimento. Por solicita ação do go overno esta a central passou, em junho de 2011, por inspeção de seguran m e r nça da AIE (Operational Safety EA y Review Team - OS SART) no q qual se concluiu que a central é s segura, mas que precisa algumas s s melhoria em sua práticas de segura as as ança as qu uais foram recomenda adas pelo r relatório da a inspeçã ão. Romê ênia País usinas em m operação Romênia 2 capacida ade usinas e em atual (MW) construç ção 1414 2 capaci idade em constru ução (MW) Energia Nuc clear gerada 2012 (TWH) % do total gera ado em 2012 1440 10,563 19,4 A Romê ênia tem 2 usinas nucl leares (Cern navoda 1 e 2- PHWR 650 MW) e operaçã comercia em ão al com 19 9,4% da geração elétri ica suprida por reatore nucleare em 2012 As duas usinas são es es 2. o operada pela SN - Societ as NN tatea Nation nala Nuclea arelectrica. As unidades 3 e 4 (720 MWe e Candu, cada uma) enfrentam problemas de financi ) m s iamento e t têm início d operação comercia da al previsto para 2016. o Um aco ordo entre seis comp panhias inv vestidoras - ENEL (9.15%), CEZ (9.15%), GDF Suez Z z (9.15%) RWE Pow (9.15% Iberdrola (6.2%), a ), wer %), a and ArcelorMittal Galat (6.2%) - e a SNNti Societat tea Nationa Nucleare ala electrica (5 51%) da Ro omênia foi a assinado em 20 de no m ovembro de e 2008 pa a concl ara lusão dos r reatores de Cernavoda e -4 (PHWR Cand -750 MW cada), no a-3 du W o mesmo sítio das us sinas 1 e 2 em operaç ção. Em 20 as emp 011 presas européias Iberdrola (6.2%), RWE P Power (9.15 5%), GDF S Suez (9.15 5%), CEZ (9.15%), de esistiram de participar do projeto e o devidos às incertez econôm s zas micas e de m mercado e a SNN- Soc cietatea Nat tionala Nuclearelectrica a passou a deter 84,6 65% do inve estimento. A empr resa SNN d disse que a China atra avés da Ch hina Nuclear Power En ngineering C Co.-CNPEC C estaria interessada no projet das dua novas C a to as Cernavoda, e também a Coreia do Sul. A m concorrê ência intern nacional abe em nov erta vembro de 2 2011 aparen ntemente nã recebeu ofertas. ão GP PL.G – Gerê ência de Plan nejamento E Estratégico Pan norama da E Energia Nuc clear – Nove embro 2013 55
    • Em outu ubro de 201 o governo romeno solicitou que as empres que des 12 o e sas sistiram de p participar do o projeto reconsidera assem sua decisão e retomasse as discu em ussões. Dev vido a dific culdades de e amento o go overno rome não for eno rneceu os fu undos prom metidos e a SNN não f capaz de foi e financia arcar co os custo do projet om os to. O gran problem enfrentad pelo paí é a falta d recursos nde ma do ís de s para ter rminar suas construçõe es. Central Nucle de Cernavoda – Romê C ear ênia – As unidades 1 e 2, à direita, es , stão em oper ração O país p produz seu próprio com mbustível de esde os ano 80 na Nu os uclear Fuel P Plant (FCN) em Pitesti. ) . Seus re eatores são tipo CANDU e o pro o ojeto prevê resistência a grande terremoto estando ê a es os, o localizad acima da área teoricamente atingida pela maior ench do a hente do Rio Danúbio (num estudo o o de prev visão para 10.000 ano os), e tamb bém muito a acima do n nível do ma Negro, e ar entre outros s question namentos q quanto a su segurança. Segund as autor ua do ridades do país seria muito difícil algo sim milar a Fukushima acon ntecer. Rússia País usinas em m operação o capacida ade atual (MW W) usinas e em construç ção capacidade em constru ução (MW) Energia Nuc clear gerada 2012 (TWh) % do total gera ado em 2012 Rússia a 33 25242 11 9.285 165,594 4 17,80 A Rúss tem 33 usinas (24 sia 4.429 MW) em operaç ção (sendo 15 delas com reator RBMK ou r u LWGR– o mesmo modelo da usina ucraniana Cher – rnobyl), 11 u usinas em c construção (1RBMK, 1 FBR e 9 V VVER) com capacidad de 9.285 m de 5 MW líquid e 20 pl dos lanejadas (21.400 MW W líquidos), já com local escolhido e data de o e início de operação p prevista. Existem ainda a mais 24 unidades (24.180MW previstas W) s para futu uro, porém com da m atas ainda a incertas. As usinas em oper ração prod duziram em m 2012 mais de 165 TWh de energia ou u 17,80% da energia do país. a Central N Nuclear Kursk c composta de 5 reatores - tip LWGR (1 em construção) foto: Atomen po m ) nergoproekt As usina russas são licenciad para um vida útil d 30 anos. Atualmente estão em andamento as das ma de . e o process de exten sos nsão de vid para 12 u da usinas de re eatores de primeira ge eração (Leningrad 1&2, Kursk 1&2, Kola 1& Bilibino 1-4, Novovo &2, oronezh 3& totalizando 5.7 GWe a serem r &4) e revitalizados s GP PL.G – Gerê ência de Plan nejamento E Estratégico Pan norama da E Energia Nuc clear – Nove embro 2013 56
    • por 15 a 25 anos, após investiment tos para reformá á-los. Três reatores RBMK re s eceberam licença para opera por mais 15 anos (L ar Leningrad 1, 2 and 3) após melhorias no projeto orig d ginal. Em julh de 2012 o diretor g ho geral da Ro osatom – empresa estatal n a nuclear russ declaro que o sa, ou governo o r russo prevê a c construção de novas ca apacidades s nucleare de cerca de 30 GW até 2020, o que es a correspo onderá a 25 ou 30% da energia do país 5% nesta da O cons ata. sumo per ca apita do país é s quase 3 vezes maior que o bra asileiro, par uma ra populaç de cerca de 142 mi ção a ilhões de ha abitantes. Volgo odonsky NPP (tipo PWR) na Rússia Fo oto: Energoato om O foco na geração nuclear pe política energética russa visa permitir a e o ela exportação de seu gás s natural para a Euro – mais lucrativa do que seu u para a g opa o uso geração dom méstica de eletricidade e – e a su ubstituição de seu par rque gerado já no fim de sua vid útil. Os R or, m da RBMK deve terminar em r sua vida útil até 2024. a A Rússia vem firmando uma série de acordos m s co omerciais e de cooperação com diversos m s pa aíses para construção de novo reatores, o os de esenvolvime ento e explo oração de co ombustíveis s nu ucleares e pesquisa em gera na área al a nu uclear. Es stas atividad formara uma gra des am ande rede de influência mundo a e a afora, que segundo se eus dirigen ntes perm mitirá ao país ser for rnecedor de 30% dos novos neg e s gócios na ár rea nuclear podendo chegar a 38% do r, me ercado de reatores e serviços nucleares em 2030. m Sala de co ontrole de um dos reatores da Central de Leningrad - (RBMK ou LGW e WR) A crise e econômico-financeira d final de 2 do 2008 atingiu fortemente a economia russa com a u e m produçã industrial caindo mais de 7% e, consequen ão l ntemente, diminuindo o consumo d energia. de Apesar disso, seus dirigentes afirmam q s s que os plan nos nuclear res serão a apenas “alo ongados” no o tempo, permitindo q as nova usinas se que as ejam conec ctadas mais tarde, em 2 2020. A repos sição de rea atores antigo por outro novos co os os ontinua com parte dos planos de redução de mo s e emissõe de carbo em 25 % até 2020. es ono A Rosa atom, estata nuclear ru al ussa, inicio em fever ou reiro de 2012 a constr rução da ce entral Baltic c Nuclear Power Pla em Kalin r ant ningrad (2x VVER 1200 0MW), com dois reator m res, na fron nteira com a Lituânia (apenas 10 Km de distância) qu é vista como concorrente a central de Vis a ue saginas que e iria repo a energia de Ignalina (reator RB or a a BMK lituano fechado em 2009). Em novembro de 2011 o o m m o órgão re egulador rus – Roset sso tekhnadzor forneceu a licença par a central. ra Outra n novidade rus é a usi ssa ina nuclear flutuante q r que a população de Pevek, locali idade russa a situada na região ártica de C Chukotka ap provou, apó descarta que esta ameace o entorno da ós ar a GP PL.G – Gerê ência de Plan nejamento E Estratégico Pan norama da E Energia Nuc clear – Nove embro 2013 57
    • região. A proposta foi aceita e debate p em popular convoca ado pelas a autoridades do munic s cípio de Chauns onde fic Pevek, c ski, ca com a partic cipação de funcionários, de eputados e ativistas, se egundo informou a agênc oficial " cia "RIA Novos sti". As autorida ades locais tinham organizado uma s o exposiç ção na bib blioteca municipal so obre o projeto para inform aos hab mar bitantes da região sobre o impac cto ecológ gico da central Baltic pla could look on completio (Image: Ros ant k on satom) As unid dades estão previstas para operar em 2016 e 2018 res o spectivamen nte. O proje também eto m inclui a linha de tra ansmissão que distribuirá e ener rgia pelos v vizinhos (BR RELL - Bela arus Rússia a Estônia Latvia e Lit tuânia). A E Empresa Ro osatom diss que está construindo ou tem co se o ontrato para a ção ue ximos 20 anos planeja c comprar equipamentos s construç de 28 reatores no mundo e qu nos próx e serviç no valor de mais de 300 bilhõe de dólare (238 bilhõ de Euro ços r e es es ões os). Com rela ação aos eventos de e Fukushim ma, o paí fará os ís s mesmos testes que as nações s da UE, mesmo nã fazendo ão o parte do Bloco. Um programa m a de ins speções está em m andamen nas centrais russas nto s com relação aos possíveis s riscos qu uando o o operador se e depara c com falta d água e de energia d emergên de ncia para os s sistemas de refrigera ação. Novovorone ezh na Rússi 3 unidades ia s em operaç ção, 2 em c construção, 2 planejadas e 2 fechadas Em seq quencia em meados d junho d 2011 foi anunciado um progr m de de o rama de m melhorias de e seguran no valor de 15 bilhões de rublos (530 milhões de dó nça r ólares) destinado a ene ergia e agua a de emergência com mposto de 6 novos motores Dies e 35 esta 66 sel ações de bombeamento móveis e outras 8 bombas f 80 fixas, além da instrume entação e co ontrole dest equipam tes mentos. Desde o evento d Fukushim a Rús de ma, ssia mantev a constr ve rução da usina de Le eningrado 2 (segund fase), Co da ontinua também constr ruindo mais 2 usinas na China e 2 na Índia e já assinou a u contrato para cons os strução de mais 12 usi inas (4 na T Turquia, 2 na Belarus, 2 em Bangladesh, 2 no o Vietnam e mais 2 n Índia), qu deverão ser iniciada de 2013 a 2015). m na ue as Resídu Nuclea uos ares A Rússi reprocess o combu ia sa ustível nucle irradiado tendo um central de reprocess ear o, ma e samento em m Mayak n Montes Urais. nos s GP PL.G – Gerê ência de Plan nejamento E Estratégico Pan norama da E Energia Nuc clear – Nove embro 2013 58
    • Na área de descom a missioname ento a Rússia (Rosatom e Tvel) ter m rminou o primeiro descom missionamen de uma instalação c e a exp nto civil periência adquirida será usada no f á futuro na indústria nuclear. O trabalho fo realizado em uma fábrica de pellets de urân enriquec a oi nio cido que foi retor rnada ao estado sem at tividade nuc clear (green nfield status). O custo d projeto fo do oi equivale ente a 21 m milhões de dólares e dev vido à comp plexidade do trabalho ( (desmonte d de equipam mento, demo olição de es struturas, re emoção de s solo contam minado, etc.) levou quas 4 se anos. Suécia usinas em m operação o País Suécia 10 capacid dade atual (M MW) usinas em cons strução 9.281 0 ca apacidade em m con nstrução (MW W) 0 Energia Nuclear gerada 2 2012 (TWH) 61,4 473 % do total gerado em 2012 38,11 A Suéci possui 10 reatores n ia 0 nucleares em operação que produ m o uziram 61,47 TWh de energia em 73 m 2012, o que repres sentou um a aumento de 5,9% em r e relação a 20 011. Existem 3 reatore fechados, m es no a) rsebäck) po decisão p or política. O a aumento de e sendo 1 por términ de vida útil (Agesta e 2 (Bar capacid dade dos rea atores exist tentes no pa atingiu c aís cerca de 1150 MW e c conseguiu praticamente e equivale à capac er cidade dos 2 reatore Barsebäck-1 (BWR es R-600MW) e 2 (BWR R-615 MW), fechado prematur os ramente em 2004 e 200 05. Com um populaç ma ção de cerc de 9 milh ca hões de ha abitantes tem 1 reator nuclear por milhão de m e resident tes. Ce entral Nuclea de Oskarsh ar hamn 3 unidades (2.308M MW) Suécia A produ ução de ene ergia elétrica na Suécia é dominad por duas formas de geração- a hidrelétrica a a da s a com cerca de 50% da capac % cidade e a nuclear co 45%. A expansão destas pro om oduções era a limitada por legislaç a ções que pr rotegiam os rios e proib s biam a cons strução de n novos reatores. Em junh de 2010, a legislaçã que bania a construç de novo reatores foi oficialme ho ão a ção os ente abolida a pelas au utoridades d país e desde janeir de 2011 n do ro novos reato ores poderã ser const ão truídos para a substituir os mais antigos quando do té érmino de v vida útil ou para aume entar a cap pacidade de e geração e garantir a seguranç energétic do país. o ça ca Em 201 a empresa sueca V 13 Vattenfall inf formou que está procu e urando área de terra ao lado da as a Central Ringhals p para aquisiç objetivando a cons ção strução de u novo rea um ator (o núm mero 4), que e pela lei vigente no país só po ser insta ode alado ao lad dos reat do tores existentes e em s substituição o aos ant tigos. Até 2025 pelo m menos 4 rea atores atingirão o térm mino da vida útil e serã fechados a ão s ocasion nando a perd de mais de 22 TWh de energia firme no pa da a aís. GP PL.G – Gerê ência de Plan nejamento E Estratégico Pan norama da E Energia Nuc clear – Nove embro 2013 59
    • O gover Sueco, através de seu Primeir Ministro, declarou qu manterá a decisão d repor os rno ro ue de s reatores nucleares ao final de sua vida út por novas nucleares. s til s . Rea atores N Nucleares na Sué écia Reator Oper rador Tipo MWe liq. ope raçã ão Com e rci ial m fe cham e nto (apr rox.) Oskars shamn 1 OK KG BWR 473 197 72 2022? Oskars shamn 2 OK KG BWR 638 197 74 2034 Oskars shamn 3 OK KG BWR 1400 198 85 2035 Ringhals 1 Vatt enfall BWR 859 197 76 2026 Ringhals 2 Vatte enfall PWR 866 197 75 2025 Ringhals 3 Vatt enfall PWR 1045 198 81 2041 Ringhals 4 Vatte enfall PWR 950 198 83 2043 Forsm mark 1 Vatt enfall BWR 987 198 80 2040 Forsm mark 2 Vatte enfall BWR 1000 198 81 2041 Forsm mark 3 Vatt enfall BWR 1170 198 85 2045 Total ( (10) 9388 Resídu Nuclea uos ares Östhamma – Suécia - Local selecionado para con ar nstrução de de epósito definit tivo de rejeitos nucleares s Com um parque ge m erador nucle em que todos os re ear eatores têm entre vinte e trinta e o anos de m e oito e operaçã a segura ão ança de ope eração e os s process sos de gua arda de re esíduos são o uma preocupação o constan Companhia nte. A de e Gerenc ciamento de Comb bustível e Rejeitos s SK KB, uma empresa a indepen ndente de propriedade dos e s operado ores de usinas nuc cleares da a Suécia, escolheu, em junho d 2009, um , de m sítio (Ö Östhammar) localizado próximo à ) o Central Forsmark para sediar o depósito r o final de combustíve irradiado do país. e el Anualmente mais d 10.000 pessoas vis de sitam a áre de caver ea rnas de teste do labor ratório Aspo o Hard Ro och, um mo odelo onde o combustív usado de centrais n vel e nucleares po oderá ser armazenado. tica de esc A popul lação é inc centivada a conhecer a soluções propostas como polít as s s clarecimento o geral. A aceitação da populaç quanto ao depósito é de mais de 80% e havia comp o ção o s petição com m outras c comunidade interessa es adas em hos spedar a ins stalação. A opera ação do dep pósito final p pode ser po ossível em 2 2023 se for cumprido o cronogram proposto. ma Segundo a porta v da emp voz presa de Co ombustível Nuclear e G Gestão de Resíduos (S SKB), Inger r GP PL.G – Gerê ência de Plan nejamento E Estratégico Pan norama da E Energia Nuc clear – Nove embro 2013 60
    • Nordhol lm, a polít tica que le evou a esta posição foi a de completa t transparênc com as cia s comunid dades, infor rmando o qu se queria fazer, o porquê e o c ue a como se enc contraria um lugar para m a isto. Suíça País usinas e em operaçã ão capacidade atual (MW) Suíça a 5 usin em nas cap pacidade em cons strução cons strução (MW) ) 3.352 0 0 Energia Nu uclear gerada 2 2012 (TWH) 24,445 5 % do total gerad em 2012 do 35.9 A Suíça possui 5 re a eatores nuc cleares em o operação (3 3.352 MW de capacidad instalada distribuída de a a em reatores tipo PWR e BW WR) que p produziram 24,445 TW de ene Wh ergia em 20 012, o que e representa 35,9% da energia elétrica pr a roduzida no país. Com 7,6 milhõ o m ões de habitantes, isso o representa cerca de um reator para cada milhão e m r meio de habitantes. Essas u usinas foram projetada para ope m as erar por 50 anos, e atu ualmente tê licença para operar êm r por tempo que varia de 2019 a 2034 quan do térm ndo mino de vida útil dos rea a atores. A Su uíça procura a há tempos um loc adequa cal ado para construir um depósito final dos rejeitos atô m ômicos. Por r enquant ele é tra para depósitos interme to, ansportado p ediários em Sellafield ( (Inglaterra) e La Hague e (França mas deve retornar ao país qu a), erá r uando houv esta def ver finição. A previsão da entrada em m operaçã ão dos depósitos para Reator res Suiços d Potencia em Opera de a ação rejeitos é até 2024. . inicio fecham ento o Reatores R Operador O Tipo MWe liq. e Os cinc reatores suíços prod co duzem ão (aprox.) operaçã eladas anualme ente cerca de 75 tone NOK PWR 365 1969 2019 9 Be znau 1 de com mbustível ir rradiado qu ao ue NOK PWR 365 1971 2021 1 final da vida útil tot talizarão de 3.000 Be znau 2 e a 4.30 00 tonelad das (cerc ca de PWR 985 1979 KKG/Alpiq K 2029 9 Gö ösgen das 7.300m3), dependendo condiçõ ões operac cionais de cada Mü BWR 372 1971 2022 2 BKW ühleberg planta. A em mpresa responsável pelo Lei BWR 1165 1984 NOK/Alpiq N 2034 4 ibstadt gerencia amento dos resíduos nucleare em gera calcula ta es al ambém que os de baix e média atividade e os provenientes das e xa a s áreas m médicas farã um total de 93.000 m3. Os cu ão l 0 ustos gerados pelo des scomissiona amento das s usinas, pela guarda e transpo orte, reposit tório interme ediário e de epósito geológico profu undo destes s materiais, além da necessária pesquisa e desenvolvimento, já é pago pe a a á elos consum midores nas s suas co ontas de ene ergia. Os pr rodutores de resíduos m e médicos pag gam uma ta ao gove axa erno que é o respons sável por tod este serv do viço. No tang ao event de Fukus ge to shima o paí fez os me ís esmos teste que as n es nações da U mesmo UE, o não faze endo parte do Bloco. A conclusõ dos teste são de q as centr As ões es que rais têm alto níveis de os e seguran nça. As auto oridades fe ederais suí íças analisa avam três pedidos d construç de ção de no ovas usinas s nucleare quando o es ocorreu o acidente e co omo conseq quência este processo foram suspensos. es os GP PL.G – Gerê ência de Plan nejamento E Estratégico Pan norama da E Energia Nuc clear – Nove embro 2013 61
    • As leis p propostas d abandono da energi nuclear n são rígidas e inclue avaliaçã periódica de ia não em ão a da situa ação energé ética do pa e do desenvolvime aís ento tecnoló ógico mundi de forma a permitir ial a r mudanç políticas quanto à e ças s energia. Ucrân nia País usina as em operaç ção Ucrânia a 15 capac cidade atual (MW) usinas em con nstrução 13.8 880 c capacidade em m co onstrução (MW W) 2 2.000 En nergia Nucle gerada ear 2012 (TWH) 2 84,885 % do total gerado em 2012 46,2 A Ucrânia tem 15 reatore em oper es ração com capacidade e insta alada de 13 3.880 MW (1 VVER 10 13 000MW e 2 VVER 400 0 MW) e 4 unida ) ades fechad das (a central de Che ernobyl – 3 RBM 925 MW e 1 RBMK 725 MW) A central nuclear de MK W ). e Zapo orozhe, no leste da Uc crânia, é a m maior da Eu uropa com 6 reato ores tipo VV VER de 950 MW cada u 0 um. Em 2 2012 as usi inas nucleares ucranianas produziram 84,885 5 TWh que representaram 4 h 46,2% da en nergia elétrica do país. Com cerca de 45 milhões de habitan m ntes (censo 2010) e as s dime ensões do E Estado de M Minas Gerais no Brasil, o país s, , Centr de Khmelni ral itski tem um reato para cada 3 milhões de ha or abitantes e consom quase o d me dobro da en nergia per c capita dos b brasileiros. A fontes principais de energia da As e a Ucrânia são o carv a vão, o gás e o urânio, mas o gás não é expl lorado e jun com o p nto petróleo são o importad da Rús dos ssia, que tam mbém forne o combu ece ustível nucle Essa dependência energética ear. a a tem cria ado problemas polític cos para o país que gostaria d encontra substituto para os de ar os s fornecim mentos ener rgéticos. Em 200 a Ucrânia completo comissio 04 ou, onou e colo ocou em op peração com mercial a un nidade 2 da a central Khmelnitski (1000MW – VVER), e também a unidade 4 (1000MW – VVER) da centra W ) al Rovno f comissio foi onada e ent trou em ope eração. A empresa rus Atomstr ssa royexport irá terminar a á construç ção das un nidades 3 e 4 da cen ntral Khme elnitski (100 00MW – VV VER, cada) conforme ), e aprovad em outub de 2008 A constru do bro 8. ução havia sido suspen em 199 A usina 3 está com nsa 90. m 75% dos trabalhos concluídos e a usina 4 com 28%. Conform dados d World N me da Nuclear As ssociation – WNA exis stem 22 re eatores planejados na a Ucrânia sendo que 9 se dest a, tinam a rep posição dos antigos qu sairão de operação até 2035 e s ue e treze sã novos pa atender as necessid ão ara dades futura de consu as umo do país s. Em Out tubro de 20 012 a Agência Interna acional de Energia lib berou uma revisão da política de e energia da Ucrânia onde inform a mam que o país irá nec cessitar ent 3 e 5 GW novos de capacidade tre W e de gera ação nuclear e que exis uma list de possív ste ta veis sítios p para estas c construções A decisão s. o sobre n novas centra é esper ais rada entre 2015 e 2018 com inv vestimentos atingindo de 12 a 15 5 bilhões de dólares. O relatório considera a energia n . o nuclear com um pilar principal da estratégia mo a a energét tica do país até 2030. GP PL.G – Gerê ência de Plan nejamento E Estratégico Pan norama da E Energia Nuc clear – Nove embro 2013 62
    • O país fez os mes smos testes de stress que as na s s ações da U mesmo não fazend parte do UE, do o Bloco. Resídu Nucleares uos A Ucrân não repr nia rocessa seu resíduos e eles são mantidos nas próprias usinas. Os 4 reatores us s s s Chernob estão se byl endo desco omissionado A unidad 4 que fo destruída em 1986 p acidente os. de oi por e nuclear, com explo , osão e liber ração de ra adiatividade, está enca , apsulada em um sarcófago e uma m a nova es strutura de p proteção est sendo co tá onstruída so obre ele. Após a queda da União Sovi iética a Ucr rânia negoc ciou a repatriação das ogivas nuc s cleares que e estavam no país e a sua trans m sformação e combustível nuclea livrando-s também do risco de em ar, se e qualque acidente c er com armas atômicas e podendo, então, assin o Tratad de Não P nar do Proliferação o de Arma Nucleare - TNP. as es Outros países europeus s Paí íses Báltic (Lituânia, Estôn Bielorú cos nia, ússia e La atvia) Por ser rem muito p pequenos p para assum os custo da cons mir os strução de uma usina nuclear os s países bálticos querem se co onsorciar pa a construção de u ara uma usina. Em conjun também nto m s o m nto dic ent podem se beneficiar de linhas de crédito a que têm direito jun ao Nord Investme Bank. O luir ia, a e projeto poderia incl a Polôni mas esta desistiu de participar no final de 2011. rrússia Bielor A Bielorrús ssia assinou em março de 2009, a u o acordo com m a Rússia, através d sua Ato da omstroyexpo ort, para a construção da primeir usina nuc o ra clear do pa Foi feita aís. a uma conco orrência inte ernacional p para o forne ecimento de e tecnologia e construção e em 11 1/10/2011 f assinado foi o com a rus ssa AtomSt troyExport (ASE) o c contrato de e construção para a dua usinas na Bielorússia. Será um o as m projeto “Tu Key” que tem o cus estimad em cerca urn e sto do a de 9 bilhõe de dólar e a prim es res meira usina poderá ser r comissiona em 2018. ada Simulaçã das duas u ão unidades AES S-2006 (Image AtomEnerg e: goProekt) O sítio d Ostrovetsk, na regiã de Grodn foi selecionado para a Central ( 2 x VVER -1200 MWe de ão no a e AES-20 006). Em julho de 2 2012, a Bi ielorrússia assinou o contrato d construç de ção com a Atomstr royexport da Rússia p a para 2(dois) reatores a assim como o suprime o ento de com mbustível, o armazenamento do combustív usado, o treinament e outros s o vel to serviços. O projet da centra na Bielorr to al rússia passa pelos m ará mesmos test que os a tes aplicados as nações da s a UE, mes smo não faz zendo parte do Bloco. e Os reato ores serão manufatura ados pela A AEM-Techno ologies de S Petersb São burgo, uma subsidiaria a a da Atom mmash de engenharia de fabricação de grandes co omponentes (vasos d pressão, s de GP PL.G – Gerê ência de Plan nejamento E Estratégico Pan norama da E Energia Nuc clear – Nove embro 2013 63
    • gerador de vapor, partes int res ternas de re eatores,etc.) situada em Volgodon ) m nsk. Todas f fazem parte e da grande holding nuclear rus Rosatom ssa m. Lituân nia Em dez zembro de 2 2009 foi fec chado o últim reator (RBMK) da Lituânia qu estava em operação mo ue m o no país conforme o termo de adesão d país à U s e do União Euro opeia. A Lituânia vinh tentando ha o manter em funcion namento até 2012 a us é sina nuclear Ignalia 2 (1.300-MW RBMK) em operação, m mas não conseguiu reverter o parecer das autoridades europeia o u as. Será co onstruído um repositór intermed m rio diário no pr róprio sítio da usina (c contrato AR REVA a ser pago pe União E ela Europeia) para guardar os rejeitos de média e baixa at s a tividade res sultantes do o descom missionamen da usina Em març de 2010 foi assinad um acor nto a. ço do rdo com a S Suécia para a construç ção de uma linha de t a transmissão para forne o ecer eletricidade ao pa enquan não são aís, nto o disponív veis outras nucleares. Como c consequênc do fecha cia amento do r reator o preço da energ elétrica no país sub 31% em gia biu m 2010. Já existe a p á proposta par um reato (Visaginas) na Lituân em consórcio com a Estônia e ra or nia, a Latvia que os g a, governos classificam c como de im mplantação imediata pa garantir segurança ara r a energét tica e aliviar a dependê r ência do gá importado da Rússia além de a ás o a, ajudar no cumprimento o de meta europeias de reduçã de emiss as ão sões de gas do efeito estufa. A Lituânia de ses o ecidiu em 14 4 de julho de 2011 q o fornec o que cedor para o novo reat Visagina será a Hitachi-GE com o reator tor as r tipo ABW 1.340 M que dev WR MW verá estar e operaçã em 2020 Em 23 de dezembro de 2011 fo em ão 0. e oi assinad o contrat de fornecimento de serviços c do to e como o cus estimado em até 5 bilhões de sto o e euros. É prevista a decisão s sobre a part ticipação da Latvia e E a Estônia no p projeto em meados de e 2013. A Lituânia teria 38% da energia. A Polônia info ormou que n participa não ará. Outra so olução para a falta de energia des região é a proposta russa de c a sta a construção de 2 VVER R com cap pacidade de 1200 MW cada em K e W Kaliningrad q é vizinh (10 Km) à Lituânia e à Polônia, que ha cuja co onstrução se iniciou em 2011 co operaçã prevista para 2016 e 2018.O projeto fo e om ão 6 O oi apresen ntado aos in nvestidores como negócio com clie entes garantidos. Em outu ubro de 201 os lituano votaram contra a co 12 os onstrução de uma nova usina no m a mesmo sitio o onde an nteriormente existia a c e central nuclear de Igna alina. Ainda pode have daqui a 2 anos, um a er, m segundo referendo Uma dec o o. cisão final s sobre o inve estimento d deverá ser tomada até 2015, que é e segundo a empresa Hitachi, permitiria a n o a nova usina o operar em 2 2022. GP PL.G – Gerê ência de Plan nejamento E Estratégico Pan norama da E Energia Nuc clear – Nove embro 2013 64
    • C-Á África / Orient Médi / Paí te io íses Ár rabes A Africanos Co onstrução de B Barakah 1 nos Emirados Ára s abes - UEA (Fo cortesia da ENEC) oto a O contin nente africa tem eno ano ormes reser rvas fósseis e fontes h s hidráulicas q podem ser usadas que s para ge erar energia, contudo a eletrificaçã e o consumo são em níveis mu baixos e especia ão m uito em al nas áreas rurais um vez que os países s incapaz de utiliz suas res ma são zes zar servas devid às secas do s as, preço do pet tróleo, aos c conflitos e à falta generalizada de recursos. extrema ao alto p Os siste emas de tra ansmissão d energia existentes são precári para dar o necessá suporte de ios ário e para a d distribuição interna nos países alé de apres s ém sentarem altas perdas. Existe a n necessidade e urgente de oferece à populaç do continente eletric er ção cidade de q qualidade e com confiabilidade. a stá sideração p mais de 20 países a por africanos qu não a po ue ossuem. No o Energia Nuclear es em cons Oriente Médio e n norte da Áfr rica estão n nesta condi ição os paí íses do Golfo Pérsico incluindo a União d dos Emirados Árabes, Arábia Sa audita, Qat e Kuwait, Yemen, Israel, Síria, Jordânia, tar Egito, T Turquia, Tun nísia, Líbia, Algeria, Ma arrocos, Su udão. No O Oeste e Sul do continen Nigéria, nte: Gana, S Senegal, Qu uênia, Ugan e Namíb nda bia. África do Sul a País África do Sul o usina as em capa acidade usinas em opera ação atua (MW) con al nstrução 2 1 1800 0 capacidade em m co onstrução (MW W) Energia Nuclear gerada r 2012 ( (TWH) % do total ger rado em 2012 2 0 12,3 397 5,10 A África do Sul pos a ssui dois rea atores em o operação (K Koeberg 1 e 2 - PWR 9 MW cad que em 900 da), m 2012 pr roduziram 12,397 TWH cerca de 5 H, 5,10% da en nergia elétri do país. ica A África do Sul tem um projeto próprio de reator, mas por proble a m o e emas de financiamento a empresa o a respons sável, PBMR (Pty) Ltd está em fas de extinç R se ção, com a retirada do apoio do go overno, que e já havia investido, nos 11 ano de sua e a os existência, c cerca de 1,2 bilhões d dólares n empresa 23 de na a que ofic cialmente p pertence à Eskon (Ind dustrial Dev velopment Corp) e a Westinghou use . A Ex x Ministro de Energia - Dipuo Peters reitero em 2012, o compro o a ou, omisso do g governo com a energia m a GP PL.G – Gerê ência de Plan nejamento E Estratégico Pan norama da E Energia Nuc clear – Nove embro 2013 65
    • nuclear e com font renováv tes veis, para a redução do gases de efeito est os e tufa e divers sificação da a matriz e elétrica. Central N Nuclear Koebe (Photo by: Ruvan Boshof erg ff) Segund ela, o a do acidente jap ponês trará lições que e serão a aproveitadas nos projet que estã previstos s tos ão s para o operar em 2023 já qu nesta indústria as ue s experiê ências são trocadas entre o o s os países, benefic ciando a tod dos. O país pretende construir 9.600 MW de nova s e W a capacid dade nuclea nas próx ar ximas 2 déc cadas como o parte d plano de dobrar o suprimento energético do e o o da Áfric do Sul, d 25.000 M para 50 ca de MW 0.000 MW, a um cus total es sto stimado de 89 bilhões de euros. s Neste p plano estão também en o nergias eóli icas, carvão o e solar. Neste co ontexto foi a assinado, e outubro de 2013, u memora em um ando de en ntendimento o entre a empresa sul-africana SEBATA (empresa de engen A a nharia, sup primento e gestão de e construç ção) e a W Westinghou use para a preparaçã para a construção potencial de usinas ão o s nucleare AP1000 no país. es Arábia Saudita a a Em 200 o país as 08 ssinou acord de coope do eração com os Estados Unidos pa desenvo s ara olvimento de e program civil de geração nu ma uclear. Em fevereiro de 2011, ac cordo simila foi assina ar ado com os s francese e outro c es com a Core do Sul, República C eia Checa, Rein Unido e Rússia. Em janeiro de no m e 2012 a Arábia Saudita adicio onou a China à sua lista de paí íses com o quais ela a assinou os a u acordos de coopera s ação. Em junh de 2011, a Arábia S ho , Saudita conf firmou seus planos de c construir 16 reatores nucleares de 6 e potência nas próxim duas décadas a um custo est a mas m timado de 80 bilhões de dólares. e Estes re eatores serã usados em geração de energia e dessalinização de água e os 2 primeiros ão o s deverão começar a operar a p o partir de 20 022, seguind do-se todos os demais até 2030. O governo s s o espera que a ene ergia nuclea chegue a 20% do consumo in ar nterno nos próximos 20 anos. A concorrê ência intern nacional par os 4 prim ra meiros reato ores deve s lançada em 2013 e mais 4 em ser m 2014. Egito O Egito não dispõe de grande quantidad de comb o de bustíveis e a previsão é que as r reservas de e r óleo e gás durem apenas m mais 3 déca adas. Por e estas e out tras razões o Egito de eve assinar o sultoras estr rangeiras qu submete ue eram ofertas na concor s rrência para a contrato com uma das 6 cons desenvo olver as ativ vidades que ajudarão o país nos tr e rabalhos pre eparatórios para a prim meira centra al egípcia. . Espera- que até 2012 já se tenha definido o tipo e o fornecedor do futuro reator, uma vez que o -se o país pre etende cons struir 4 usin nucleare até 2025 com a pr nas es 5, rimeira entra ando em op peração em m GP PL.G – Gerê ência de Plan nejamento E Estratégico Pan norama da E Energia Nuc clear – Nove embro 2013 66
    • 2019. O sítio definido é El-D Dabaa na co osta do Me editerrâneo. As atividad licitadas incluem o des s treiname ento das eq quipes, em especial em atividade de segura m es ança nuclea e monito ar oramento de e usinas, sistemas d qualidade e de regu de e ulação que possibilitem ao país n m nivelar-se a padrões aos s internac cionais ante da cons es strução das usinas p s propriamente ditas. Al lém destas atividades s s existem acordos de cooperaç m ção com a R Rússia para futuros tra a abalhos em prospecçã e minério ão o de urân nio, treinamento de mã de obra especializa ão ada em que estões regu ulatórias, co onstrução e operaçã nuclear. ão O Egito tem 2 reat o tores de pe esquisa usa ados em pe esquisa de nêutrons e radiografia e física de e nêutrons e produçã de radioisótopos. ão Gana Gana te 24 milhõ de habit em ões tantes e a to otalidade de sua energia vem da C e Central de A Akosombo de 1020 MW (no r Volta) que também atende os vizinhos d Oeste af 0 rio m s do fricano.A maior parte dessa e energia (80% vai para a companhia american VALCO ( %) na (Volta Aluminium Comp pany) A empr resa russa Rosatom a assinou um memorand de cooperação com Gana para criar a do m infraestr rutura nece essária para suportar o desenvolv a vimento de energia nu e uclear no p país. Uma central nuclear po ode suprir 10% da en nergia do p país até 20 020. Um gr rupo de tra abalho foi ste constituído para es fim. opera um re eator de pes squisa de origem chine (GHARR esa R-1) desde 1994 O país o Israel O país não faz pa arte da AIE e não é signatário dos acordo de não proliferação de armas EA os o s nucleare (TNP), m tem-se notícia de que desen es mas e e nvolve um completo p programa ne este campo o podendo ter forte capacidad nuclear militar. To o e de oda inform mação neste contexto de armas e s nucleare é de difíc avaliação sem o ace es cil o esso a dado concretos de inteligê os ência dos países o que e não é o foco deste trabalho. Uma us sina nuclear para gera ação elétrica não teria espaço no país uma vez que o seu grid é a o pequeno (10.000 MW), mas mesmo a o s assim, em março de 2010, o governo (ministro da e a Infraestrutura) anunciou que o país pass sará a dese envolver um programa civil e que a primeira m a e a everá opera nos próxim 15 ano O país se dedica ao setor de energias renováveis. ar mos os. o usina de Israel p possui o Centro de P Pesquisas N Nucleares d Negev a 13 km d cidade de Dimona de da a (KAMAG e o Sore Nuclear R G) eq Research C Center (MAM MAG) a cerc de 55 km de Tel Av em cada ca m viv, a um dos nos quais s operado os dois re são os eatores de pesquisa do país. o Jordâ ânia A Jordâ ânia tem um programa civil de energia nuclear e após ass sinar memo orandos de e entendim mento com fornecedor de reato res ores do Ca anadá (AEC CL), do Japã e da Co ão oréia do Sul (empres Kepco), p sa para a seleç do sítio para a con ção o nstrução de sua central nuclear, es l scolheu, em m 15/09/09 a Tractebel Enginee 9, ering (GDF Suez Company) como parceira n desenvolvimento de o no e tecnolog nuclear e estudos objetivando o uso de gia o esta energia na produç a ção de água potável a partir da água do m a mar. GP PL.G – Gerê ência de Plan nejamento E Estratégico Pan norama da E Energia Nuc clear – Nove embro 2013 67
    • Por não ser é produtora de pe o etróleo ou gá (importa 97% dos seus combus ás stíveis), e d depender de e forneced dores politi icamente in nstáveis nu uma região sujeita a constantes conflitos, a Jordânia s a pretende ter 30% d sua energ fornecid por fonte nuclear até 2030. de gia da é Muito d disto em de ecorrência d descobe da erta de depósitos de u urânio em s seu território (reservas s estimad das em 65.000 toneladas) que o país prete ende explo orar apesar da forte o objeção dos s Estados Unidos. A política americana se recusa a permitir que a Jordânia minere e enriqueça o s e e a próprio urâ p ânio, condi icionando qualquer cooperação o nesta área à compra de combustív nuclear no mercado n e vel o in nternaciona com o o al, objetivo de evitar, seg gundo eles, problemas de prolife p eração de armas e e/ou outras s in ntenções m militares. Im magem do pr rimeiro reator da Jordânia (KAERI) r O país esp pera iniciar a constru r ução da su primeira ua a central em 2014 para chegar a operação do primeiro c o r reator em 2 r 2020 e do segundo em 2025. O fornecedor m será a Rúss vencedora da concorrência in s sia, nternaciona al com o mode AES92 ( c elo (VVER 1000 0). Além disso, a Jordânia assinou c A , a contrato de mineração e o do d seu urânio com a Ar reva com du uração de 2 anos. 25 Um con ntrato para a construção de um reator de pes squisa de 5 MWt foi assinado com a Coréia m do Sul e dezemb de 2009 que servir tanto par produção de radiois em bro 9 rá ra o sótopo como também o para tre einamento d corpo fu do uncional no país. Est reator tem sua conclusão prev te vista para 2016. O acide ente de Fuk kushima não trouxe modificações na política nuclear do país, que continua s a o e planejan 2 reatores de potê ndo ência nos pr róximos 10 a anos. Contu em mai de 2012 a Câmara udo io Baixa do Parlamen votou a favor de um moção para a susp nto ma pensão do programa n nuclear no ncluindo a exploração de urânio conforme havia sid recome o e endado pelo Comitê o país, in do Parlame entar de Energia e Rec cursos Mine erais. A JAE - Jordan Atomic Energy Comm EC mission diz que isto representa apenas a c o a cautela de t todo o proce esso. r A centra deverá se localizar e Majdal, a 40 km ao norte de A al e em o Amman, co refrigera om ação a partir de uma estação de tratamento de esgoto. e o Namíb bia A Namí íbia não po ossui usinas de geraçã elétrica nuclear, m s ão mas é o 1º produtor af fricano de urânio e o 4º mai produtor no mundo. De acor ior rdo com o governo, o país vai usar este potencia para desenvolver su indústria nuclear e na geração de energia através de centrais al ua o a e nucleare destinad a complementar o m energét es das mix tico do país A política para o urân e para s. nio energia nuclear dev verá contem mplar todo o ciclo do co ombustível. ct vembro de 2012 come eçou a cons strução da Swakop Uranium’s Husab Projec após a Em nov assinatu do contr ura rato de eng genharia, pro ocura e con nstrução (EP PC). A Swa akop Uraniu é uma um entidade cujo proprietário é a China Gua e angdong Nuclear Powe Company Uranium R er y Resources Compan Limited e o fundo Ch ny hina-Africa Developme Fund. ent GP PL.G – Gerê ência de Plan nejamento E Estratégico Pan norama da E Energia Nuc clear – Nove embro 2013 68
    • Nigéri ia A Nigér não pos ria ssui reatores de potência em ope eração, mas possui um reator de pesquisas s m e s operand desde 2 do 2004 no Ce entre for En nergy Resea arch and T Training na Universidad Ahmadu de u Bello em Zaria. m Segundo a Comiss são de Ene ergia Atômi ica da Nigé éria (NAEC) a Nigéria deverá co onstruir uma a central n nuclear nos próximos t s três anos pa a produ ara ução de elet tricidade, e para isso será lançado o no país um programa de recru utamento e qualificaçã de mão d obra esp ão de pecializada e nuclear em r. O país se comprom meteu a seguir todas a normas de seguran estabele as nça ecidas por organismos s internac cionais de re egulação. Em ago osto de 2011 a empres russa Ro sa osatom e o g governo da Nigéria fina alizaram um proposta ma a de coop peração inte ergovernam mental em p projeto, cons strução, ope eração e de escomission namento da a 1ª usina nuclear do país que deverá ter 1.000 MW de potência e iniciar a operação em 2020. A a o a central em questão irá acresc o centar mais capacidade chegando a 4.000MW até 2030 A licença o 0. a e and Akwa Ib bom) é esp perada aind para 2013 segundo informou o da do sítio (que pode ser Kogi a o. governo Quênia No iníc de 2011 o Kenya Nationa Economi and Soc cio a's al ic cial Council (NESC), entidade governa amental des stinada a a acelerar o c crescimento econômico do país, recomendo que se o o ou começa asse um pr rograma nu uclear como forma de atender a crescentes necessidades de o e as energia e que toma asse as prov vidências pa que uma usina esti ara ivesse dispo onível em 2 2020. stro de Ener rgia do Quê ênia, Kiraitu Murungi, f u formou um comitê de 1 especialistas para 13 O Minis prepara um plano detalhado, com cronograma e es procuran sítios ao longo de sua costa ar stá ndo o para a c construção de uma usina nuclear, que dever atender a requisitos que a A rá aos AIEA exige para est atividade ta e. A empr resa KenGe maior p en, produtora d eletricida de ade está p procurando parceiros p para uma Central nuclear de até 4.200 MW, tentan desta fo ndo orma reduzi os proble ir emas causados pelas secas q reduzem os reservatórios de á que m água usado na geraçã hidrelétr os ão rica (65% da geração a interna) . esso de gestão do pro ojeto nuclea do país começou c ar com o recru utamento de pessoal e O proce especia alizado inicia almente com mposto de um líder de equipe do projeto de viabilidade, auditor e o e interno, contador f financeiro, g gestor de c contratos, as ssistente ju urídico e as ssistente de auditoria e relacion nada com planos de construir um p projeto de e energia nuclear. O órgão regulador ERC estim que o pic de dema o ma co anda de energia do pa está em cerca de aís 1.200MW contra u W uma capaci idade insta alada de 1.5 da 500 MW e é projetad para o país uma necessidade mínim de 1.800MW até 2016. ma Na regi ião subsaariana da Á África, além da África do Sul, ap penas o Qu uênia tem p planos de construç de central nuclear como form de atend suas ne ção r ma der ecessidades energética a curto s as prazo (2 2015). GP PL.G – Gerê ência de Plan nejamento E Estratégico Pan norama da E Energia Nuc clear – Nove embro 2013 69
    • Turqu uia Atualme ente a Turq quia é 17ª e economia d mundo e importa a maior part da sua e do te energia. Em m 2011 pr roduziu 228 TWh de en 8 nergia elétr rica (com ca apacidade instalada em 64% térm m micos e 36% % renováv veis), para a atender a um população de 72 milhões de ha ma abitantes. A introdução da energia nuclear na Turqu remonta ao início do anos 70. uia os Neste c contexto a T Turquia abriu em março de 2008, concorrênc internacio u, cia onal para a construção o de até 4 4.000 MW d capacida Nuclear até 2015, com a poss de ade r sível reativa ação do proj jeto Akkuyo o que hav sido sus via spenso em 2000. Em s setembro de 2009 o em e mbaixador t turco na AIEA - Ahmet Ertay, in nformou que seriam co e onstruídos p pela Rússia 5 reatores tipo VVER no sítio de Akkuyo, na a costa m mediterrânea com cap a, pacidade de 5.000 MW e que es e W stavam em estudos u segundo um o r projeto com capac cidade de a 5.000MW em um sítio separa até W ado ainda n não licencia ado no Mar Negro (S Sinop). No fina de 2010 os acordos assinados entre a T al s s Turquia e a Rússia fo oram ratific cados pelos s respecti ivos parlam mentos e definidos os c critérios par a venda da energia nuclear gerada para a ra empresa turca TET a TAS, que co omprará 70% do total p produzido p pelas duas primeiras usinas (1200 0 MW cad em Akku da) uyo. ores planej jados e Pro opostos na Turquia a Reato Reator/Us R sina Ak kkuyu 1 Ak kkuyu 2 Ak kkuyu 3 Ak kkuyu 4 Sinop 1 Sinop 2 Sinop 3 Sinop 4 Tipo MWe iníc cio construção início o operaç ção Janeiro 2016 o 2021 VV VER-1200 1200 VV VER-1200 1200 2021 VV VER-1200 1200 2022 2 VV VER-1200 1200 2023 3 Atmea1 A 1150 Atmea1 A 1150 2024 4 Atmea1 A 1150 ? Atmea1 A 1150 ? 2017 2023 3 Fon : WNA nte De acordo com os termos do contrato de 2010, A s Atomenergo oproekt JSC uma sub C, bsidiária da a Rosatom Corporat m tion irá con nstruir e operar totalmente quatro unidades PWR (VVER/491) de o e 1.200 MWe (capa acidade tota 4.800 MW em Günlar-Akkuyu (Buyukeceli, Mersin pr al We) rovíncia), na a costa m a. mediterrânea do sudeste da Turquia a e Em 2012 o contrat de 20 bil to lhões de dó ólares para a primeira central nuc clear turca, Akkuyu, fo oi assinad com a Ro do osatom e a A Atomstroyexport. A prim meira usina é prevista para 2019. a Em 2013 os responsáveis pelo proje eto Sinop, localizado na costa do Mar N Negro, cuja a concorrê ência intern nacional se encontra e andamento informo que a em em ou mpresa core eana Kepco o havia s sido desclas ssificada na concorrência que a a agora tem como princ cipais partic cipantes as s GP PL.G – Gerê ência de Plan nejamento E Estratégico Pan norama da E Energia Nuc clear – Nove embro 2013 70
    • empresa MHI e A as Areva. O p país escolh heu em 201 o consorcio franco – japonês Mitsubishi 13 Heavy Industries-G GDF Suez para o Pr rojeto SINO OP. O projeto Sinop preve 4 re eatores e a ção er em m a estando pronta em 2023. O projeto o construç deve se iniciada e 2017 com a primeira unidade e está orç çado em 22 bilhões de dólares. O acide ente de Fuk kushima nã trouxe m ão mudanças na política n a nuclear do p país, mas o cidadãos os s turcos levantam p preocupaçõe sobre a condiçõe de segurança do projeto Ak es as es kkuyu e as s consequ uências am mbientais. O projetos nucleares no país se submeterã aos mes Os e ão smos testes s que as centrais da nações d EU na q as da questão da segurança das usinas mesmo n s, não fazendo o parte do Bloco. o União dos Em o mirados Á Árabes País s União dos Emira ados Árab bes usin em nas ope eração 0 ca apacidade at tual (MW) 0 usinas em c construção 2 capacidade em e construçã ão (MW) 2.690 Ener rgia Nuclear ge erada 2012 (TWH) 0 % do total gerado em 2012 0 Em 200 após um grande e 08, m estudo, o g governo res solveu que para atend ao cres der scimento do o consum de energia na região o país pre mo o, ecisa dobrar a capacida de gera r ade ação disponível e que a melhor f fonte para a atender esta necessida seria a e a ade energia nuc clear. Acordos de cooper s ração foram assinados com vários países para suporte a um progra m s s ama civil de e energia nuclear que pretende ter em oper e ração até 2020 três usinas nuclea ares de 1.50 MW cada 00 a uma. A Coréia do Sul v venceu a c concorrência internacio onal para a construçã da primeira central ão nuclear dos Emirad Árabes (4 reatores, APR-1400 Os dema concorre dos 0). ais entes foram a AREVA e GE Hita achi. O contrato assinado em 2 de deze 27 embro de 2 2010 pela Korea Electric Power Corp poration ( (Kepco) e Emir rates Nucle ear Energy y Corp poration (EN NEC) chega a a 40 bilhões de dólares e 0 e prevê a constr rução de 4 ades nucleares até é unida 2020 que suprirão 25% da 0, a eletr ricidade do p país. Sítio de Baraka – obras o ah s adas em J Julho 2012 2 inicia para a unidade 1 O s sítio selecio onado para a esta primeira central é Bara akah (também m conh hecido com mo Braka), próximo a Doha (capital do a o Qata e a 240 km de Abu ar) u GP PL.G – Gerê ência de Plan nejamento E Estratégico Pan norama da E Energia Nuc clear – Nove embro 2013 71
    • Dhabi e pode conte até 4 rea er atores. A construção co omeçou da p primeira usina em julho de 2012 e o se prev o início d operaçã comercia da primeira unidade para 2017 A empre vê da ão al e 7. esa coreana a Doosan Heavy Ind n dustries vai suprir os c componente pesados A constru es s. ução da un nidade 2 de e Barakah iniciou em maio de 20 h m 013. Além d disso, foram contratad m das 6 empresas par o suprimento das diversas etapas do ra s o combus stível nuclea para a fut ar tura usina p pelos próxim 15 anos Em agost de 2012 f assinado mos s. to foi o um acor de coop rdo peração com a Austráli que perm que empresas aust m ia mite tralianas pro odutoras de e urânio e exportem o material para os Emira ados. O país confirmou, através de seu emba e aixador permanente na AIEA Ham a mad Al Ka''abi, na 55º º Conferê ência Geral em Viena e setembro de 2011, mais uma v seu com em o vez mpromisso c com os mais s altos pa adrões de segurança na implan ntação de s seu progra ama civil de energia nuclear em e m coopera ação com a agência. Os Em mirados Ára abes Unido (EAU) e os emitiram um lei que ma e estabele ece a resp ponsabilidad pelo dan nuclear em 450 m de no milhões de Direitos Es speciais de e Saque, o equivalen a cerca d 2,5 bilhõ de dirha nte de ões ams (680 mi ilhões de dó ólares, € 523.000.000). . de Nuclear Ene ergy Corporation, ENE junto a Autoridade EC, e Em 01 de março d 2013 a Emirates N Federal dos Emira ados Árabe Unidos p es para o Reg gulamento Nuclear, FA ANR e Korea Electric c Power C Corp em fize eram a solic citação de li icença de construção p para Baraka ah-3 e -4. GP PL.G – Gerê ência de Plan nejamento E Estratégico Pan norama da E Energia Nuc clear – Nove embro 2013 72
    • D- Á Ásia Loca alização aprox ximada das us sinas nucleares na Ásia s A região da Ásia-P o Pacífico é fo ortemente d dependente de fontes t térmicas pa geração de energia ara o a com cerca de 60% da energia de China Japão, Coréia do Su e Índia v % a, ul vindo destas fontes. A s mudanç do mix d geração é esperad para região com a energia nu r ça de da uclear ganhando maior destaqu com o rá ue ápido crescimento apre esentado na China é pr a rovável que o número de reatores e s na regiã dobre até 2020. Ho são 7 os países det ão oje s tentores de energia nu e uclear e se espera que e sejam 2 em 2020. 21 . Cazaq quistão Paí ís usinas em operação cap pacidade atu (MW) ual us sinas em co onstrução capacidade e c em co onstrução (M MW) Cazaqu uistão 0 0 0 0 Energia Nuclear % do total gerada 2012 a gera ado em 2012 (TW WH) 0 0 O Caza aquistão não possui ne o enhuma usi ina nuclear em operaç ção, mas já teve uma usina em á Aktau n Mar Cás no spio com u reator r um rápido (BN3 350) de fab bricação e operação russa em atividade de 1972 a 1999. até de ade ânio (é o ma produto mundial d minério aior or de Devido à sua grand capacida de produção de urâ de urânio) Cazaquistão tem um grande p peso na indú ústria nucle O país é capaz de converter ear. urânio a altamente e enriquecido (HEU) em urânio de b baixo enriqu uecimento ( (LEU) na su fábrica ua Ulba (Ulba planta m metalúrgica em Ust-Kamenogorsk), como fez em agosto de 2011, q o quando 33 rânio altame ente enrique ecido foram convertido em LEU, conforme re m os elatado pela National a kg de ur Nuclear Security A r Administratio dos EUA - NNSA), que está c on A cooperando com o Ca o azaquistão para mo odificar o reator de pesquisa e torn ná-lo capaz de usar LE combustível. EU Em seu novo plano de energia 2030 o pa pretende ter seu su o a aís e uprimento at tendido em 4,5% por s do e or mundial de u urânio. centrais nucleares aproveitand o fato de ser o maio produtor m Ministro da Iindústr e Novas Tecnologia Isekeshe confirmo que, emb o ria s as ev ou bora a cons strução de GP PL.G – Gerê ência de Plan nejamento E Estratégico Pan norama da E Energia Nuc clear – Nove embro 2013 73
    • uma usina nuclear ainda não esteja muit na agend o proce r to da, esso é visto como um objetivo a longo p prazo e que nenhuma decisão fo tomada a e oi ainda sobre o tipo de reator, o lo e ocal ou o moment do projeto. to Um pro ojeto para a construçã de pequ ão uenos reato ores nuclea ares russos em Aktau está em conside eração há vários ano e estud os, dos de via abilidade e estudos a ambientais já foram realizad dos. Planos para usina nucleare incluind reatores de água leve grande para a s as es, do es região d sul, unid do dades meno ores em pa artes do oes e unidades de cog ste geração me enores em cidades regionais também já f s foram discut tidos em vá árias ocasiõ ões. China a País Usinas em m operação China 18 Capacida ade atual (MW W) 14.742 Usinas em constru ução Cap pacidade em cons strução (MW) Energ gia Nuclear g gerada 2012 (TWH) %t total gerado em 2012 28 30.610 98,20 00 2,00 A China é hoje o m a maior consum midor de en nergia do mu undo (4.940 TWh em 2 0 2012), de ac cordo com a Agência Internacional de Ener a rgia Atômica A demanda chinesa por bens e produtos é tão grande a. e que tem enorme im m mpacto no m mercado global. O país tem pouca disponibilid dade de petróleo e gás, mas é r rico em carv e o seu consumo leva a gran pressão ambiental quanto à emissão de vão u nde o e gases. A Além dos problemas co emissõe de polue om es entes para o meio amb biente, o aba astecimento o de água é precário e as dispar a ridades regi ionais levam a tensões internas. m s Atualme ente 83% da geração d eletricida chinesa vêm da qu a de ade a ueima do ca arvão enqua anto que no o mundo este valor é de 36%. A intenção do govern é baixar esta depe o no r endência pa 15% da ara a o a, tanto, as em missões prod duzidas pelos combust tíveis fóssei is. geração de energia sem, port No que tange a en nergia nucle o país t ear tem, até ma de 2013 18 usinas em operaç (14.742 aio 3, s ção 2 MW) e o governo chinês pre evê a const trução de 5 novas us 54 sinas nucle eares nos p próximos 30 0 anos. D acordo c De com IAEA e existem 28 u usinas em c construção (com capa acidade tota de 30.610 al 0 MW) e 16 novos re eatores enc contram-se aprovados para início de construç ção. Todos os grandes s forneced dores já fiz zeram suas ofertas ao governo c o chinês uma vez que este é o ma aior negócio o mundial em geraçã nuclear da atualida l ão ade. Só para a AREVA a China ir pagar 12 bilhões de a A rá 2 e dólares por 2 EPR já contratad dos. Qinshan 4 Fase II e operação comercial desde 2012 n em o 2 A opção chinesa pela energ nuclear está asso gia ociada à gr rande dema anda por e energia e à gia erno de dive ersificar ao máximo su matriz en ua nergética p para evitar c colapsos no o estratég do gove GP PL.G – Gerê ência de Plan nejamento E Estratégico Pan norama da E Energia Nuc clear – Nove embro 2013 74
    • fornecim mento. O co onsumo per capita do p país é cerca de metade do brasileiro, mas a p a e população é quase 7 vezes maior. Para ate ender essas necessida s ades a Chin em 2012 produziu 9 na 2 98,200 TWh de energia elétrica de h a e fonte nu uclear o que significa c e cerca de 2,0 00% da ene ergia elétrica do país. O país prete ende atingir r 35 GW de capacidade instalad nuclear em 2015, 5 GW em 2 da 58 2020 e 70 G em 202 Com ta GW 25. al dade a China deverá ch a hegar a 5% de geração por fonte n o nuclear em 2 2030. capacid A empr resa chines CNNC- China National Nuclear Corpor sa ration realiz ampla cooperação za o internac cional em energia nuclear, combu ustíveis nuc cleares e ap plicações da tecnologia nuclear e, a a além dis sso, estabe eleceu interc cambio de c ciência e tec cnologia e r relações econômicas e comerciais s com ma de 40 pa ais aíses e regiões, incluin a Rússia, França, Alemanha, Reino Unid Estados ndo do, s Unidos, Canadá , Japão, Co oreia do Su Paquistã Mongóli Cazaqui ul, ão, ia, istão, Jordâ ânia, Níger, Argélia, Namíbia, A Austrália e e etc. A Atom mstroyexpor confirmou que fech rt u hou acordo com a c o chinesa Jia angsu Nuc clear Power r Corpora ation (JNPC para a con C) nstrução do reatores 3 e 4 na Ce os entral de Tia anwan.. Em abri de 2009, em Zhejian iniciaram il ng, m-se as obra do prime as eiro AP1000 no mundo a 0 o, usina Sanmen 1 (P PWR 1000 MW) cujo v vaso do reato foi instala em sete or ado embro de 2 2011 (manufa atura da coreana D Doosan He eavy Industrie & Construction). O projeto pr es revê vida úti de 60 an il nos para e esta usina cuja operaçã ão comerc cial está prevista p para dezemb bro de 201 14. Esta C Central qua ando complet terá 6 usi ta inas AP100 sendo qu a 00, ue segunda deverá entrar em operação em a setembr de 2015. ro Haiyang 2 (AP-1000) – m maio 2012 (Foto CNECC) ) GP PL.G – Gerê ência de Plan nejamento E Estratégico AP1 1000 Todo e esse ambic cioso proc cesso está á aquecen ndo enorm memente a indústria a nuclear c chinesa com rápida div m versificação o das emp presas em a atendimento à intenção o o do governo de se to ornar autos ssuficiente o mais rá ápido poss sível. O Instituto de e r Energia Nuclear C Chinês (Nuc clear Power Institute of China - NPIC) tem hoje 6.000 0 profissio onais traba alhando e há muitos s mais em outros ins m stitutos de p pesquisa no o país. M Muitas emp presas de suprimento o mecânic estão m co mudando se foco de eu e negócios para atender as novas s s necessid dades do pa aís. Pan norama da E Energia Nuc clear – Nove embro 2013 75
    • Neste c contexto esp pera-se que a China co e onsuma anu ualmente ce erca de 25.0 tonelad métricas 000 das s de urân já em 20 nio 020, segund o diretor de desenv do volvimento d CNNC -C da China Natio onal Nuclear r Corp, C Shudong Cao g. Yangjiang NPP NPP Taishan 1- EPR 1600 em construç n 0 ção Outra proposta ch hinesa (da gigante Companhia CO OSCO de N Navegação) é mover o navios de ) os e contêin fazendo uso de rea ner o atores nucle eares com re edução de e emissões m mundiais em 4%. m Resídu Nuclear uos res A polític de rejeito nucleares da China contempla o reprocessamento do combustív irradiado ca os o vel o e uma p planta piloto com capa o, acidade para 50 tonelad métricas por ano, e Gansu P a das em Province, fo oi testada em 2006. O combustí ível irradiado da Centra Daya Bay foi transpo al y ortado para essa usina a a piloto em 2004, mas não se tem notícia de que es materia tenha sido reprocess a sse al o sado com a separaç do plutô r ção ônio nele co ontido. A em mpresa China National Nuclear C l Corp- CNNC planeja ter C uma unidade de reprocessame ento em ope eração com mercial até 2 2025. Em jane de 2011 a China a eiro anunciou te desenvolv er vido uma te ecnologia de reprocess samento de e combus stível nuclea que reaproveitará integramente o urânio irradiado e o plutôn de suas ar o nio s usinas, tornando o país autossufic ciente em combust m tível nucle ear. Tecno ologias de e não am mpartilhadas entre os pa s aíses. reprocessamento n costuma ser com A usina Qinsham 3 que é tipo Candu (P a 3, PHWR) e us normalm sa mente urânio natural, está usando, o desde m março de 20 010, combustível reprocessado. Este teste ind dica que a C China está começando o a encon ntrar uso pa seu esto ara oque de urânio reprocessado (Rep e que te preocupação com o pU) em suprime ento de urân para sua usinas. nio as GP PL.G – Gerê ência de Plan nejamento E Estratégico Pan norama da E Energia Nuc clear – Nove embro 2013 76
    • Neste conte exto foi conectado à re em julho ede o de 2011 o reator e experimenta Chinês al CEFR, (20 MWe, fast-neutro on reactor) ) Próximo à Pequim. Re eatores FBR produzem R m muito meno radiação como sub os o bproduto. O f reator foi c construído p pela China Institute of Atomic Energy com o auxílio d governo do o russo, dur rante uma década. A Agora eles s podem partir para u um modelo comercia o al planejado p para operar em 2017. R Reator Experim imental Chine - CEFR es (foto : China Ins stitute of Atom Energy) mic A China ordenou um amplo pr a rograma de inspeção de seguranç em suas usinas após o acidente ça s e de Fuku ushima. A a aprovação d novos re de eatores ficou condicionada aos res u sultados de estes testes. Locais m mais sujeito a ativida os ades geológ gicas graves estão sen s ndo descart tados como sítios para o a novas u usinas, assim como áre densam m eas mente povoa adas, condições estas que não pr reocupavam m os chine eses antes. Localização da usinas n as nucleares c chinesas Os testes realizad dos nas cen ntrais em o operação nã encontra ão aram proble emas de segurança e estão ag gora sendo aplicados n usinas em construção, que irã até outub Todo o sistema de nas ão bro. e seguran está sen reavalia nça ndo ado, e só en ntão novas licenças se erão liberadas, informou o Ministro o de Meio ambiente, Li Ganjie. o É prová ável que a ambição chin nesa de exp portar o mod delo de reat CPR100 de segun geração tor 00 nda o tenha si abandon ido nada, visto que, mesm sendo ma barato, e mo ais enfrentaria problemas d mercado de o GP PL.G – Gerê ência de Plan nejamento E Estratégico Pan norama da E Energia Nuc clear – Nove embro 2013 77
    • por não atender as condições de seguran mais at o s nça tuais. Alguns projetos p poderão sof frer atrasos, mas a C China continua compro ometida com os 58 GW nucleare previstos para 2020 de acordo es s 0 o com Xu Yuming, Se ecretário Ge da Asso eral ociação de Energia Nu uclear da Ch hina (maio 2 2011). Coréia do Sul a Paí ís usinas em operação cap pacidade atu (MW) ual us sinas em co onstrução capacidade e c em co onstrução (M MW) Coréia d Sul do 23 2 20.700 5 6.320 Energia Nuclear % do total gerada 2012 a gera ado em 2012 (TW WH) 143, ,549 30,04 A Coréia do Sul é a quarta maior econom da Ásia mas não possui fonte energéticas em seu mia a, es u território importand cerca de 97% de su necessidades, inclusive todo o petróleo e urânio que o, do e uas e utiliza. O país está fazendo e á esforços pa ara, além de reduzir s sua dependência de co ombustíveis s fósseis, diversificar as fontes de geraçã de energ elétrica. Atualmente o carvão é a maior r ão gia e, o r fonte ge eradora do país, suprindo 42% d eletricida da ade coreana O consum de eletr a. mo ricidade per r capita é cerca de 3 vezes maio que o bra or asileiro. Sh hin-Kori 1 e 2 Fot KHNP (Kore Hidro and Nu to: ea uclear Power) A Coréia do Sul tem 23 reatores em operação m o (2 20.700 MW de capac W cidade inst talada). Em m 2012 essas usinas nucleares produziram s m 14 43,548 TW Wh, o que representa cerca de a e 34 4,64% da e energia consumida no país. São 5 as usinas em construçã com a p s m ão, previsão de e ch hegar a 27 GW até 2 7 2015, sendo que cerca o a de 6.320 MW se encon e W ntram em co onstrução e m mais 3.000 M têm seu contratos assinados MW us s s pa o início da constr ara o rução. A m mais recente e us sina a ent trar em op peração co omercial fo oi S Shin-Wolson (PWR - 9 MW) em janeiro de ng 960 m e 2012 cujo de esign é core eano (Impro oved Korean n S Standard Nu uclear Plan - OPR 1000). Até nt é 2024, segun ndo o gove erno corean deverão no, o se construí er ídas mais 8 centrais além das s s at tualmente e construç em ção. A polític energética do país privilegia as iniciativ ca s vas nuclear res, levand em cons do sideração a seguran e a conf nça fiabilidade d suprimen de energ uma ve que a Co de nto gia, ez oréia do Sul não dispõe e de fonte energétic em seu território. A atividade de pesqu es cas u As es uisa na Cor réia são desenvolvidas s com participação e trabalho em diver em os rsos modelo de reator avançados (modulares, ITER, os res rápidos, alta tempe , eratura). Atua ta ambém na produção própria de combustí e ível nuclear, apesar de não po ossuir nem m enriquec cer urânio em seu t território, e ainda em trabalhos de gerenc m ciamento d resíduos de s nucleare com tecn es nologia dese envolvida no país. GP PL.G – Gerê ência de Plan nejamento E Estratégico Pan norama da E Energia Nuc clear – Nove embro 2013 78
    • O país s tem ainda concorrido o internacionalmente p para venda de serviços s e estudo os nucleares e ga anhou em m dezembro de 2009, a concorr o rência para a fornecimento de 4 reatores de 1400MW e W cada para os Emirad Árabes. Este é um a dos m negócio de 40 bilhões de dólares s s. Após obte sua prim er meira enco omenda de e usina nuc clear fora do país a percepção da o a energia nu uclear para seus habit a tantes ficou u ainda melhor conform atestam as últimas me s pesquisas de opinião (88,4 % a favor do s o o desenvolv vimento da indústria nuclear). Usina Shin-Wolsong 1 e 2 ilustração AIEA O governo declaro que tem a intenção de atingir 2 ou 20% do me ercado de s suprimento mundial de e reatores até 2030. Foi também anunciado o plano de treinar 2.8 novos e s m o 800 engenheiros nucleares s s de forma a garantir a autossuf r ficiência tec cnológica e o atendimen de mão de obra es nto specializada a para a indústria. Ainda n não existe decisão so obre o que fazer com o comb e bustível irra adiado do país e um m reprocessamento é possível desde que negociado co os Estad Unidos que, conforme acordo om dos o de coop peração entr os países precisa ser consultad sobre es assunto. re s, do ste . O dese envolviment de uma nova tecn to nologia den nominada “ “pyroproces ssing”, que não gera e a plutônio no reproc o cessamento está em estudos e poderá ser a solução para reut o, o tilização do o combus stível nuclea A decisão deve ser tomada logo porque os depósitos de combus ar. s stível usado o estarão completos até 2016. A Coréia do Sul tem sua dema a m anda por ele etricidade crescendo a 4% ao ano a uma déc o cada e tinha a um plan de expo no ortação de tecnologia que prete a endia vender no merc cado intern nacional 80 0 reatores até 2030. Inicialmente esse plano se mostro satisfatór com a v s e ou rio, venda de reatores para a os Emir rados Árabe Apesar da queda n satisfaçã do public interno c es. na ão co com a ener rgia nuclear r devido a acidente de Fukush ao e hima, as previsões de novos reat tores passo a 9 unida ou ades contra a as mais de 20 ante s eriormente p previstas. O país preten continu com a su expansã nuclear e nde uar ua ão mesmo plantas ant tigas como Kori 1 (de 1 1978) contin nuam a gera energia. ar Em julh de 2011 uma comis ho ssão internacional de especialista nucleare da AIEA esteve na as es A a Coréia para verific e assegurar as boa práticas desenvolvid no país Recomen car as das s. ndações de e melhoria foram fe as eitas à luz d evento d Fukushim sem re do de ma, essalvas qu comprom ue metessem o bom fun ncionamento das usina o as. Em ago osto de 201 o vaso de pressão da usina 4 da centra Shin-Kor foi instala 11 o al ri ado na sua a posição definitiva. Este é o se o egundo APR R-1400 (mo odelo coreano de reato da Kepco fornecido or o, o pela Do oosan Heav Industrie em construção e s vy es) suas ativida ades segue o crono em ograma que e prevê operação em setembro de 2014. m GP PL.G – Gerê ência de Plan nejamento E Estratégico Pan norama da E Energia Nuc clear – Nove embro 2013 79
    • Índia País Índia a usinas em s opera ação 20 capac cidade atual (MW) us sinas em con nstrução 4.3 391 7 ca apacidade em co onstrução (MW) ) 4.824 Energia Nuclear gerada 20 (TWH) 012 29,66 64 % do total g gerado em 2012 3,60 A Índia enfrenta e extraordinár desafio de concilia uma eno rio ar orme e cres scente popu ulação, um m rápido desenvolvimento da economia e uma infraestru a a utura ultra apassada. Uma das s consequ uências foi a enorme f falha do sistema elétric do país e co entre julho e agosto de 2012 que e e deixou s sem energia mais de 600 milhões de pessoas a s. Na Índia cerca de 40% da p população (450 milhõe de pesso es oas) não te qualque acesso à em er eletricidade. O país atende a maioria de suas nece s essidades de eletricidad com car de rvão (68%), hidroelé étricas (15% e gás (8% mas par fazer fren às gigantescas nec %) %), ra nte cessidades de energia a de um p país com ma de 1,15 bilhões de habitantes e cujo cons ais sumo é apen 4% da energia per nas r capita d Estados Unidos ou 25% do co dos s u onsumo per r capita d Brasil é p do preciso muit mais. to O merc cado de forn necedores nucleares e espera que e até 202 sejam en 20 ncomendad dos 25 novo reatores os s (cerca de 20 GW A Índia possui co W). a onsiderável l quantida ade de tório (290.000 toneladas) e tem 20 o ), 0 reatores nucleares em opera s s ação (4.391 MW) que 1 e produzir ram em 2012 cerca de 3,6% da energia do e o país qu correspo ue ondeu a 29 9,664 TWh . Existem m atualme ente 7 usina em cons as strução (4.8 824 MW) e mais 10 PHWR de 700 MW e 10 LWR de 1.000 MW 0 e W estão p planejados oficialment e devem iniciar a te m construç ção até 2013. A capacidad de nuclear r instalada do país d deve atingir 10.080 MW em 2017 r W 7 quando todas esta usinas em construçã deverão as m ão o estar pr rontas e pla aneja aumentar em 10 vezes sua 0 a capacid dade nuclea nas próximas duas d ar décadas atin ngindo em 2 2032 cerca de 60.000 M . MW As nece essidades e infraestrutura, geraç em ção, transm missão e distribuição de evem levar a um gasto o de 150 bilhões de d dólares de a acordo com a consultor KPMG. m ria A Índia desenvolve um programa próprio de geração nuclear co ênfase e reatores PHWR (18 e o om em 8 unidade a maior com 220MW de cap es), ria pacidade. Co ontudo também possui 2 reatores BWR (150 s 0 MW cad da). A Índia não é sign natária do TNP – Tra atado de Nã Prolifera ão ação de Arm mas Nuclea ares, e por r possuir um progr rama de a armas nucle eares, e p por isso vinha enfren ntando problemas de e fornecim mento de co ombustível nuclear par as suas usinas. De ra entre os rea atores em o operação e em cons strução, som mente 6 est abertos a inspeçõe pela AIEA Desde 2008 o forne tão es A. ecimento de e material sensível à Índia está liberado. C Com isso as empresas americana estão autorizadas a s s as fornecer material, e equipamento e tecnolog nuclear ao país. O isolamento internacion devido à gia nal GP PL.G – Gerê ência de Plan nejamento E Estratégico Pan norama da E Energia Nuc clear – Nove embro 2013 80
    • não par rticipação no TNP levou a Índia a desenvolve tecnologia própria e a formar int o er a ternamente e seus es specialistas. Hoje o país está apto a forn necer mão de obra p para várias companhia pelo mu as undo e sua a indústria está se e a expandindo e entrando em joint ventures para fornec o cimentos m mundiais de e compon nentes nucle eares e serv viços, além dos reatore de tecnol es logia própria a. Em sete embro de 20 o país a 009 anunciou su intenções de se tornar um exp uas portador de reatores de e potência de tecnolo a ogia própria (Advanced Heavy Wa a d ater Reacto -AHWR), que usaria urânio com or a m baixo enriquecimen como c nto combustível, vindo a co oncorrer co outros fo om ornecedores. A Índia é um eno orme mercado que não pode ser negligencia e esper o ado ra-se també que o pa se torne ém aís e grande comprador de tecnolog e combu gia ustível. O cons sumo de u urânio tende a ser g grande uma vez que o país im a mporta 70% das suas % s necessidades em e energia, o q equivale a importar 90% da de que e emanda na acional por c combustível l. Confirm mando esta posição em agosto de 2010 a N m NPCIL - Nu uclear Powe Corporat er tion of India a Limited, assinou c , contratos para importa urânio d ar das seguint tes empres sas: Areva (300MT de e concent trado de ur rânio); Tvel Corporatio da Rúss (58 MT de dióxido de urânio enriquecido on sia o (pellets) e 2.000 M de oxido de urânio natural (pe ) MT o ellets); e NA Kazatom AC mprom do C Cazaquistão o (2100 M de miner natural d urânio. MT ral de O gove erno també desenvo ém olve um pr rojeto de s submarino de propuls são nuclear de 7.000 r, 0 tonelada construído na Índia e baseado no model russo Ak as, a lo kula I (deverão ser 5 u unidades). A Rússia, que fornec 70% do e ce equipament bélico ao país, entre to o egou o prim meiro subma arino à Índia a em deze embro de 2011. No siste ema de ges stão de resí íduos o trata amento é fe no próp sítio das usinas e um sistema eito prio a para re eprocessam mento dos rejeitos nucleares est adiantad e ajuda tá do ará muito a mitigar o problem de escas ma ssez de energia do país s. Kudankul lam - Dois reat tores (950 MW -VVER) em c W construção na Índia. Reator 1 c conectado à re ede em outubro de 2013 (F Foto: Atomstro oyexport) O combustív vel das usinas PHWR são o rep processados em Bhab s bha Atomic Research c h Ce entre (BAR RC) em T Trombay, Tarapur e Ka alpakkam pa extrair o plutônio q é usado ara que o em reatores “ m “FAST BRE EEDER”. O país estoca a o p produto do reprocessa amento de c combustíve el das demais u usinas. Em agosto d 2011 fo de oi ass sinado aco ordo civil de cooperaç ção nuclear r com a Coréi do Sul que permite que as m ia s em mpresas co oreanas pa articipem do projetos os s nucleares ind dianos. Est é o no te ono acordo o ass sinado pela Índia com outros paí a m íses após a flex xibilização dos acordo do NSG - Nuclear os G r Suppliers’ Group. Os demais acordos fo s oram assina ados com a França, U.S.A., Rúss Canadá, sia, Mongóli Cazaquis ia, stão, Argen ntina e Namíbia. A Índia tem um programa só ólido de construção de usinas e busca forta e alecer seu sistema de e geração nuclear c o com o acré éscimo de m mais 470 G até 20 GW 050 (planeja adas mais 39 usinas). GP PL.G – Gerê ência de Plan nejamento E Estratégico Pan norama da E Energia Nuc clear – Nove embro 2013 81
    • Constru mais cap uir pacidade nu uclear é a p proposta do governo p o para fazer frente ao ra acionamento o constan e severo que o país vive. Segu nte o s undo as aut toridades é inevitável o uso do ca arvão para a geração de energia elétrica n país, cujo consumo sobe 6% a ano, e m o a no o ao mesmo assim 40% das s residênc cias não têm acesso a este confor m rto. O acide ente no Japã trouxe d ão dúvidas aos habitantes e provocar ram protesto nos sítio nucleares os os s que est tariam mais sujeitos a terremotos e enchentes. As aut s s toridades pr rometeram reexaminar estes projetos no q que diz res speito à seg gurança e m mecanismos de reação a acidentes severos, s o aplicand os melho do ores e mais modernos c critérios inte ernacionais. erno se reservava o d direito de m manter a op pção nuclea garantindo que a c ar, considera a O gove melhor fonte energ gética, princ cipalmente c com relação à redução de emissõ de gase do efeito o o ões es o estufa - GEE. O Primeiro Min nistro Manm mohan Singh reafirmou em agosto h o/11 o comp promisso de e sua adm ministração com a ex o xpansão da geração nuclear como forma de atingir o desejado a o crescim mento e dese envolviment do país s to sem a produ ução de GEE. Irã País usinas e em operaçã ão capacid dade atual (M MW) usina em as const trução Irã 1 1.000 0 0 cap pacidade em Energia N Nuclear cons strução (MW) gerada 201 (TWH) ) 12 0 1,33 3 % do total ge erado em 2012 0,6 O início do program nuclear iraniano da do final dos anos 1950 e iníc de 1960 quando os o ma r ata cio 0 s america anos fornec ceram um p pequeno re eator de pesquisas, e assinou um acordo e 1957 se m em e comprometendo a fornecer ao Irã dispositivos nucleares, equip o pamentos e a treinar es specialistas. Antes d revoluçã islâmica eram previstos até 23 reatore de potên da ão a es ncia para g geração de e eletricidade. O Irã tem uma usin em opera na ação (Bushehr, PWR 1 1000 MW) c conectada à rede em s setembro de e 2011, e produziu e 2012 um total de 1 em m 1,33 TWh, c cerca de 0,6 da energia do país Cerca de 6% s. e 70% da eletricidad foi produzida com g e 25.5% a partir de petróleo, ambos abu a de gás % e undantes no o país. O consumo p habitante é cerca de 2.000 kwh por e e h. Usina N Nuclear Bush hehr, no Irã (fo : Atomene oto ergoproekt) As obra da única c as central foram iniciadas em 1975 p um consórcio alemã (Siemens por ão s/KWU) e paralisa adas em 19 980, após a revolução islâmica (1 1979) quando os alem mães acomp panharam o embargo american e quebra no aram os con ntratos exist tentes na é época. A co onstrução fo retomada, oi após an de para nos alisação, co o auxílio da Rússia e a apro om ovação da A AIEA, sendo concluída o a GP PL.G – Gerê ência de Plan nejamento E Estratégico Pan norama da E Energia Nuc clear – Nove embro 2013 82
    • após diversos atr rasos provo ocados pelas mais d diversas ra azões. A o operação da usina, o suprime ento de com mbustível e a guarda dos rejeitos estarão a c cargo da Rú ússia pelos próximos 3 anos. Sítios co atividade N om Nuclear no Irã Atualme ente o país planeja co onstruir outr 5 reator nucleare para atingir cerca de 10% da ros res es, a energia do país, co onforme info orma o gov verno, fazen assim f ndo frente aos ra acionament que têm tos m ocorrido na região Os 2 pr o o. rimeiros rea atores seria um rea am ator água le eve de 360 MWe em 0 m Darkho ovin/ Darkho oveyn, no rio Karun na região da província d Khuzest a a de tan e o out seria um tro m VVER -1000 (russo no mesmo sítio de B o) Bushehr. Em 3 de Julho de 2 e 2013, o pres sidente do I disse já ter terminad as conve Irã do ersas prelim minares com m a Rússia para a co onstrução d nova cen da ntral nuclear iraniana, f r faltando ape enas a apro ovação pelo o presiden russo Vladmir Putin para dar a nte n andamento a projeto. ao GP PL.G – Gerê ência de Plan nejamento E Estratégico Pan norama da E Energia Nuc clear – Nove embro 2013 83
    • O Irã te um programa nucle que contempla beneficiamento e enriquec em ear o cimento de urânio que, conform a AIEA, é inferior a 5%, mas qu tem traz me ue zido grandes problemas ao país em relação à s s m comunid dade interna acional que o acusa d ter intenç e de ções bélicas no proces e de já ter materia s sso al suficiente para a co onstrução de uma bom nuclear. O país neg estas inte mba ga enções, uma vez que o enriquec cimento para a fabrica ação de arm nuclear d ma deve ser em torno de 9 m 90%, e que todo o seu e u urânio s destina à geração futura de e se energia elétrica. De tod forma, s da segundo o W WNA-World d Nuclear Association os recurs minerais em urânio conhecidos não são e r n, sos s o expressivos. A Agên ncia Internac cional de E Energia Atô ômica está propondo u acordo no qual o Irã enviaria um a cerca de 75 % de s estoque de cerca d 1,5 tonela de urân de baixo enriquecim e seu e de ada nio o mento (LEU) ) para conversão no exterior (provavelmen na Rúss o nte sia), onde se transformado em c eria combustíve el para alim mentar um reator de pe esquisas em Teerã. m Segundo o último relatório da AIEA, apresentado e fevereir 2013, o Irã produz atualmente a em ro e urânio e enriquecido a 3,5% ou a 20% em d dois comple exos, Natanz e Fordo. z Japão o País usinas e em operação Japão 50 capaci idade atual (MW) usinas em s constru ução cap pacidade em cons strução (MW) Energia N Nuclear gerada 2012 (TWH H) 2 2.600 17,35 50 44.11 14 % d total gerado do em 2012 2,1 O país c como um to depende de fontes externas de energia pr odo e e rimária em 9 96%. O Japão tem 50 reatores (44.1 MW) em condição operaciona Destes apenas dois produziram o 114 m al. m energia em 2012, totalizando 17,350 TW o que r Wh, representou 2,1 % da energia do país. Há 2 u usinas e construç (Shimane 3 e Ohm 1– ABWR 1300 MW cada) e n em ção ma W, nove reatore fechados es s permanentemente. Existem ainda planos para ampliações de v s vida útil e p potência. E maio de Em e 2012 to odas as 50 usinas nu 0 ucleares jap ponesas es stavam desligadas. Em Setembro apenas 2 m o (reatore Ohi 3 e 4 haviam r es 4) retornado à operação e estavam gerando en nergia para a rede. Os s demais reatores só serão relig ó gados após o término e aprovaçã dos Stres testes. É necessário s ão ss o ainda ap provação da prefeitura locais pa o retorno à operaçã dos reato as as ara o ão ores hora pa arados. O deslig gamento do reatores nucleares n Japão le os no evou a um f forte aumen das impo nto ortações de e petróleo para alime o entar suas u usinas a óle combustível, necess eo sárias para preencher a lacuna de e menor e energia forn necida pela energia nuc clear. Isso ta ambém pod ajudar a explicar por que o país de r s vive ho oje, pela pr rimeira vez nos últim z mos cinco a anos, um d déficit com mercial. Ess condição sa o energét tica só piora o alto níve de endivid a el damento, m muito provav velmente va levar a um reinício de ai m e operaçã dos reato ão ores nucleares. Na ver rdade, o nov primeirovo -ministro Sh hinzo Abe já tem falado á o muito so obre este as ssunto. O acid dente de Fu ukushima-Daiichi Às 14h4 46min do dia 11 de ma arço de 201 hora loc o Norde 11, cal, este do Jap foi ating pão gido por um m terremo de 9,0 g oto graus na es scala Richt ter. O epice entro foi be próximo ao litoral e a poucos em o s quilôme etros abaixo da crosta terrestre. Foi o maio terremoto que se te registro histórico a o a or o em GP PL.G – Gerê ência de Plan nejamento E Estratégico Pan norama da E Energia Nuc clear – Nove embro 2013 84
    • ating gir uma área d densamente e povo oada e com alto desen m nvolvimento o indu ustrial. Mesmo para u país de um e alto risco sísm mico e cuja cultura e a tecnologia se a adaptaram para tornar r este risco aceit e tável, tal ev vento, numa a esca de proba ala abilidade de 1 em cada e a 1.00 anos, sup 00 perou toda capacidade e de re esposta des senvolvida a longo de ao e sécu ulos pelo Ja apão. A m maior parte das con e nstruções e toda as instal as lações indu ustriais com m risco de explosões e lib os beração de e prod dutos tóxico ao meio ambiente, os o tais como refinarias de óleo, depó ósitos de combustíve eis, usinas s Central Fu ukushima-Daiichi após a pri imeira onda ts sunami termelét tricas e ind dústrias quí ímicas, loca alizadas na região atin ngida colap psaram imediatamente, causand milhares de mortes e dano ambiental aind não totalm do s da mente quan ntificado. As estradas e s as linha de transm as missão de en nergia elétrica também foram danificadas em diversas es m scalas. As 14 u usinas nucl leares das três centra nucleare da regiã afetada resistiram às titânicas ais es ão s forças liberadas pe naturez Todas d ela za. desligaram automaticamente e se colocaram em modo e m o seguro de resfriam mento com d diesel-gerad dores, após ter sido pe s erdida toda a alimentação elétrica a externa. A onda gigante (T a Tsunami) q que se seg guiu ao ev vento inviab bilizou todo o sistema diesel de o a e emergência destina ado a refrig geração de 4 reatores de da Central Fukush hima-Daiichi e os levou i u ao statu de grav acidente nuclear, com perda total dos 4 reatores envolvidos, devido ao us ve e o derretim mento do nú úcleo dos re eatores e co liberação de radiativ om o vidade para o meio ambiente após s explosõ de hidro ões ogênio, porém sem vít timas devid ao acide do ente nuclear Houve 4 mortes por r. r outras r razões que n o acide não ente ou a rad diação nuclear. A neces ssidade de remoção d populaç das ções próxim à área da central se tornou i mas imperiosa e todo o plano de emergência nuclear fo mobilização num m a oi momento e que o p em país estava a devasta ado e mais de 18.000 pessoas ha aviam morri ido em consequência do terremot tsunami, to, incêndio e explos os sões industr riais, além das mais d 5.000 pe de essoas desa aparecidas. Não havia . a infraestr rutura dispo onível para atuação da equipes e mesmo as as ssim graças ao prepar de toda a s ro populaç ção, as auto oridades fora aos pou am, ucos, domin nando a situ uação. Além da perdas d vidas hu as de umanas o J Japão enfre entou as pe erdas econô ômicas dec correntes da a inoperância da indú ústria por qu uebra, por indisponibilidade de inf fraestrutura ou por falta de energia a a elétrica que o desa astre acarret tou. Fukushi ima foi um acidente e extremamen sério, m nte mas não pr roduziu uma única fata a alidade. De e acordo c com os esp pecialistas e radiação as emissõ decorren em o, ões ntes dele nã atingiram níveis que ão m e possam causar danos irrepará m áveis ao me ambient ou a saú das pes eio te úde ssoas (mes smo para os s trabalha adores envo olvidos nos processos de emerg s s gência). A empresa operadora d central – da GP PL.G – Gerê ência de Plan nejamento E Estratégico Pan norama da E Energia Nuc clear – Nove embro 2013 85
    • Tepco e examinou 3 3700 trabalh hadores e destes 127 receberam alguma d 7 m dose de rad diação, mas s nenhum deles est em risco de uma doença imedia por cont da radiaç ma tá ata ta ção. Em 20 ou 30 anos s existe a possibilida ade (até 5% de dese %) envolverem alguma enfermidade se continu m uarem a se e expor à radiação de evido a dos acumula ses adas. Em 20 d junho de 2011 o go de e overno japon através do Ministro da Indústr Kaieda, determinou nês o ria, u que todas as usina exceto a 6 unidad de Fuku as, as des ushina e 2 n central d Hamaoca estão em na de a, m estado d segurança para con de ntinuar em o operação no país. Med o didas de seg gurança par acidentes ra s severos estão send impleme s do entadas em todo o paí que não pode, nest momento prescindir ís, te o, r desta en nergia. As decisões que s serão tomad pelo Ja das apão sobre a continuaç do uso da energia nuclear no ção a o país ter rão que levar em cons sideração a falta de op pções energ géticas disp poníveis e o custo das s decisõe para uma população já extrema es a o amente abalada. O Ministério da Economia, Comércio e Indústria estimou que a substituição da energia n a a nuclear por outra font térmica custaria ao r te o governo 3 trilhões de ienes ou 37 bilhões de dólares por ano (c o u s s cerca de 0,7 do PIB j 7% japonês). O melhor Mix energé ético para o país contin em disc nua cussão e ne enhuma dec cisão foi ain tomada, nda m mas de qu ualquer for rma o país s c continua c com sua política de e e exportação da tecnolog nuclear gia r, m mantendo todos os acordos s s a assinados, mesmo se ela não for m mais usada domesticam mente. O governo japonês es tentando stá o d desenvolver um pro r ograma de e e energia de l longo termo A decisão o. o s sobre o mix de energ para até x gia é 2 2030 deverá ser tomada entre os s t três cenário disponív os veis onde a e energia nuc clear varia d zero a 20 de 0 o 25%. ou N NPP Fukushim ma-Daiichi Se 2013 (foto: et. K Kyodo News) Existem cálculos n quais o plano de g m nos gerar 20% d energia do Japão e renováv da em veis através, por exemplo, de ce entrais eólic em terra exigiria u cas a, uma área co omparável a total da ilha Kyushu ao u (uma da 4 ilhas p as principais q que compõe o país, com área d 42.191 km quadrad em de dos). A alta a densida populac ade cional pode levar a uma reação da população conhecida como NIMB not in my a a o By backyar - não no m quintal que pode fazer o púb rd meu lblico ser con qualque projeto energético. ntra er Para faz frente a esta indisponibilidade de energia gerada p nucleare o Japão foi forçado zer e por es, o o em 2012 a importa combustív ar veis como ó óleo, gás e c carvão para geração e a elétrica térm mica com um m custo ad dicional de cerca de 4 trilhões d yens (55 bilhões de dólares ou 42 bilhõe de euros) 4,3 de 5 e es ) por ano e com isso as de o escargas de gases do efeito es e o stufa aume entaram ce erca de 1,2 2 gigatone es/ano com resultado direto do desligamen das nuc mo o nto cleares. Outra consequ uência foi a solicitaç ção de red dução do c consumo de energia feita em m e maio de 20 013 pelo go overno aos s habitant em gera num mon tes al ntante de 15 do total na área at 5% l tendida pela empresa Kepco, que a e opera O (4 reator Ohi res), Miham (3) e Tak ma kahama (4) e de 5 a 10 no resta 0% ante do país para evitar s racionam mento comp pulsório. GP PL.G – Gerê ência de Plan nejamento E Estratégico Pan norama da E Energia Nuc clear – Nove embro 2013 86
    • O gove erno está de esenvolvendo trabalho de esclar o recimento ju unto a este público envolvido de e e forma a reduzir a in nsegurança e o medo d decorrente d desinform da mação reina ante neste p processo. A ajuda internacion através de rede de países co a nal e oordenados pela AIEA tem dado assistência s A a especia alizada para os eventos de liberaçã de radiaç s ão ção. A Electr Power D ric Development (conhecida como J-P a Power) vai re etomar as o obras de construção de e uma central de ene ergia atômic na provín ca ncia de Aom mori, no nor do Japão Esta será a primeira rte o. á a usina a ser constru uída no paí após o a ís acidente nuc clear de Fu ukushima. O status da construção o estava em cerca d 40% qua de ando foi su uspensa dev vido ao acidente de F Fukushima. Atualmente e uma em mpresa de engenharia realiza tra a abalhos de escavação para cons o strução dos canais da s a usina e a Hitachi-G Nuclear Energy Ltd está insta GE d alando pequ uenos equip pamentos na central. A força de trabalho envolvida chega a 1.000 pessoas. e 0 Os relig gamento de usinas são aguardado pelos op o os peradores. K Kyushu EPC esperava reiniciar as C s duas un nidades Se endai em Julho, o que não ocorre e também as duas Genkai até janeiro de e eu s é e 2014. K Kansai EPC quis sem sucesso re C eligar Takahama-3 e - em outu -4 ubro de 201 Com os 13. s novos c cenários de referência seis reato e a ores talvez se reiniciem até o final de 2013 16 outros m 3, s reatores são previs s stos de voltar a opera ação até o final de 2014, com um média 7 meses de ma e operaçã e podend gerar 73 TWh de ele ão do etricidade. As nove empresas de energia nuclear ja e s a aponesas re elataram pe erdas financ ceiras de 16 bilhões de 6 e dólares (1,59 trilhõe de Yens) no ano de 2012 termi es e inado em 31 de março de 2013. 1 Resídu nuclear uo r O país reprocessa o seu resíd nuclear em usinas de reproce duo r s essamento na França (Central de e Reproce essamento La Hague) e na Ing glaterra, ma está con as nstruindo s sua própria central de e reprocessamento c comercial em Rokkasho-mura, na ilha de Honshu. A ope m eração em teste dessa a usina fo iniciada e 31.03.06 e a sua o oi em 6 operação co omercial de everia se iniciar em 20 009, mas fo oi adiada. Com o re eprocessam mento de 80 tonelada de urân irradiado e a prod 00 as nio o dução de 4 tonelada de plutônio que jun com mais urânio se converti em com as nto erá ido mbustível MOX para as s usinas nucleares do país. E Este combu ustível já f testado e aprovad para vá foi do árias usinas s japones sas. Em maio de 2009 o primeiro carregamento de MO proveniente da fá 9 o OX ábrica de co ombustíveis s Melox, n França, chegou ao Japão para alimentar a Usina Ge na a enkai-3. Em novembro de 2009 se e iniciou a operação da usina qu é a prime a usar MOX come ue eira ercialmente. Até janeiro de 2011 já o á eram 4 usinas com este combustível. m Cerca d 5% do co de onteúdo do combustíve MOX é pl el lutônio reco olhido de co ombustível já queimado á o em uma central de geração n a e nuclear. Reciclar este material é o método d aumenta a energia de ar a que ele pode produ em 12% enquanto o urânio n fissionad é també recolhido e reusado uzir % o não do ém o o aumenta ando a ene ergia disponível em 2 22%. Este p processo ta ambém per rmite a sep paração dos s produtos mais radi ioativos da fissão nuclear reduzin os volum de reje ndo mes eitos perigo osos em até é 60%. O Japão importa m mais de 90% de suas necessidades energé éticas. Não possui urânio em seu u território Hoje sua maior fonte de energia é o plutôn resultant do reproc o. e a nio te cessamento do resíduo o o nuclear das usinas existentes, que o país vem estocando desd 1999.Est tipo de re s de te eciclagem é GP PL.G – Gerê ência de Plan nejamento E Estratégico Pan norama da E Energia Nuc clear – Nove embro 2013 87
    • constitui a base do ciclo de co o ombustível n nuclear no J Japão que desta forma valoriza ao máximo o a urânio q importa. que As emp presas japon nesas Toky Electric P yo Power, Chu ubu Electric Power, Ka c ansai Electr Power, ric Toshiba Mitsubish Heavy In a, hi ndustries, e Hitachi in nformaram, em julho 2010, que estavam tentando montar um nova em o ma mpresa (Inte ernational N Nuclear Ener Develop rgy pment of Ja apan) para oferecer projetos n nuclear par os paíse emergen ra es ntes, mas o acidente de Fukush hima deve mudar e este panora ama. Paqui istão Usinas em Capaci idade operação atual ( (MW) País Paquis stão 3 725 5 Usinas em s construção Capac cidade em constr rução (MW) Energia Nuclear gerada 2012 (TWH) 2 630 5,271 1 % do total ge erado em 2012 5,34 A eletric cidade no P Paquistão é 62% deriva de comb ada bustíveis fós sseis e 33% de hidrelé % étricas. Para a o restan o Paquistão tem trê usinas n nte ês nucleares em operação (Chasnup 1e 2, PW 300 MW o pp WR W Central de Chasnupp (f e foto Rosatom) ) cada e Kanupp, PHWR - 1 a , 125 MW) na região do o Punja abe. Existe dois rea em atores em construção o (Cha asnupp 3 e 4 PWR, 31 MW cada uma). Em 4, 15 a m 2012 foram ger 2 rados 5,271 TWh de eletricidade 1 e de fo onte nuclear cerca de 5 r, 5,34 % do t total do país s no a ano. O país informou que assino contrato s ou o com a China (China Nation Nuclear Corporation nal n -CNN para a construção de quinta u NC) unidade em m Chas snupp, cujas obras aind não se in s da niciaram. Em a agosto de 2 2013 foi ass sinado o co ontrato para a duas novas us s sinas - Kar rachi Coas stal Nuclear r Powe Project que comp er preenderão 2 reatores s ACP1000. Este é o p primeiro contrato de e fornecim mento de tecnologia ch hinesa fora da China. O custo pre evisto é 9,5 bilhões de dólares e a construç poderia começar e 2015. ção a em R eatores Nuclear res em C Construç ção, Plan nejados e propos stos Reato or Tipo Chas shma 3 Chas shma 4 Chas shma 5 Karac chi coastal 1&2 l Total (5) MW bruto We CNP-3 300 CNP-3 300 PWR ACP10 000 34 40 34 40 1000 0? 1100x x2 Operaç ção Comer rcial Planeja ada 1 mai/11 dez/16 dez/11 1 out/17 Início da Construção Fi nal 2014 4 O país não é signa atário do TN e possu um progra NP ui ama de arm mamento nu uclear indep pendente do o program civil de g ma geração de e energia elét trica, o qual usa as font de urânio natural do país. tes GP PL.G – Gerê ência de Plan nejamento E Estratégico Pan norama da E Energia Nuc clear – Nove embro 2013 88
    • O litígio existente c o com a Índia também detentora d armamen atômico coloca toda a região a, de nto o, o em perm manente ten nsão com o alto risco d conflito n de nuclear, seg gundo os analistas inte ernacionais. Em julho de 2011 n o noticiou-se q o país p que pretende au umentar seu arsenal de armas nuc u e cleares com m a adiçã de mais mísseis ar-ar e terra-ar em atendiment ao seu plano estr ão s to ratégico de e manutenção de par ridade com outros país igualme ses ente armado na região os o. As cent trais de ger ração elétric do país t ca têm uma ca apacidade t total de cer de 20.00 MW que rca 00 e seriam suficientes para satis sfazer as n necessidade paquista es anesas. Co ontudo as c companhias s gestoras das usina não são capazes de produzir e s as e energia a plena capacidade devid ao déficit do financei causado pelo seto público q iro o or que não pa aga suas c contas de energia há anos. Um á m gasodut do Irã at o Paquis to té stão, com p potencial de resolver a falta de fo e ornecimento de gás do o o país, foi construído apenas no lado irania i o o ano, faltando ainda a p parte paquis stanesa que melhoraria e a o atendimento nest combustí te ível. Em junh de 2010 foi anuncia acordo com a Chin que perm ho ado na mitirá a con nstrução de dois novos s reatores de 340 MW cada um O custo e s W m. estimado é d 2,4 bilhõ de dólar e estrat de ões res tegicamente e ajudará o Paquist tão a reduz sua crô zir ônica escas ssez de en nergia (cheg gam a 10 horas sem m fornecim mento de en nergia por dia) Os reje eitos são tra atados e gu uardados n nas próprias usinas. E s Existe propo osta de con nstrução de e repositó de longa duração. ório a Taiwa an País usinas e em operação capacidad de atual (MW W) usinas em construç ção capacid dade em constru ução (MW) E Energia N Nuclear g gerada 2012 ( (TWH) % do total gerado o em 2 2012 Taiwan 6 4.980 2 2.600 3 38,887 18,3 37 Taiwan tem 6 usina em opera as ação (2 PW e 4 BWR que, segu WR R) undo a AIEA produziram em 2012, A m 38,887 T TWh de ene ergia, ou ce erca de 18,3 37% da ene ergia do país Os 2 reat s. tores Lungm (PHWR men R 1350 MW estão em construçã (em torno de 90% pronto) em N W) m ão o New Taipei C City. Localizaç das Centrais nucleare em Taiwan ção es As usin nas Chinshan 1 e 2 (BWR 636 MW cada iniciaram a operaç 6 a) m ção em 19 978 e 1979 9 respecti ivamente. A central K Kuosheng tem 2 reatores BWR de 985 MW cada. As usinas R s Maanshan são PWR c com 951 MW cada. W O governo de Taiwan convocou comitê para o n a estabelece um meca er anismo multidisciplinar de verifica ação de segurança nu uclear e de e preparação para resp o postas á e emergências s em centra ais. À lu uz dos e eventos de e Fukushima o govern se pre a no eocupa em m especial co as usin om nas na cost da China ta a que são m muito próxim do país e sobre as mas s quais não pode atuar. O mesmo pensam os . s chineses q não con que nfiam na se egurança de e operação e guarda de resíduos e Taiwan. e em Foi feita a proposta e o convite para que o dois país trabalhe a a e os ses em juntos n nesta questão. GP PL.G – Gerê ência de Plan nejamento E Estratégico Pan norama da E Energia Nuc clear – Nove embro 2013 89
    • Vietna am Em mai de 2010 o primeiroio -ministro vie etnamita declarou a int tenção de c construir 8 r reatores. A central 1 (inicialme ente com co dois reatores: Ninh Thuan Nuc om clear Power Plant 1,) s localizará r se á em Phu Dinh Co uoc ommune, no distrito de Ninh Phuoc e a centra 2 (Ninh Th o c al huan Plant 2, com dois s reatores se localiz s) zará em Vinh Hai Com mmune, dis strito Ninh Hai. Em am mbas as ce entrais há a possibilidade de ex xpansão par 4 unidade por centr ra es ral. Reatores Planejados e Propost até 202 no Vietna s tos 27 am alização Loca Phuo Dinh oc Usina (provincia) ( Nin Thuan 1-1 nh Nin Thuan 1-2 nh Tipo do Reator MWe nomina M al VVER-1000 VVER-1000 1000 1000 Inicio da construçã ão 2014 2015 ção Operaç 2020 0 2021 1000 1000 1000 1000 Nin Thuan 2-3 Gen III Jap nh ponesa (?) 1000 2026 6 Nin Thuan 2-4 Gen III Jap nh ponesa (?) Vinh Ha ai Nin Thuan 1-3 nh VVER-1000 Nin Thuan 1-4 nh VVER-1000 nh ponesa (?) Nin Thuan 2-1 Gen III Jap Nin Thuan 2-2 Gen III Jap nh ponesa (?) 1000 2027 2015 2015 2024 4 2012 25 2021 2 2022 De acor com o D rdo Diretor da A Agência Viet tnamita para Seguranç Nuclear e Radiação a Central 1 a ça será de modelagem russa com potência d 1.900 MW sendo q também já foram as m m de W, que m ssinados os s memora andos para treinar os n novos espec cialistas do p país. A construção dev começar em 2014. ve As emp presas Tosh hiba, Mitsub bishi Heavy Industries e Hitachi Ltd formaram um consó m órcio com o governo japonês p o para particip da con par ncorrência d segunda Central. Os coreanos também da a m fizeram sua oferta d cooperação e const de trução de um das cen ma ntrais. A AIEA afirmou qu o Vietna está be preparad para co A ue am em do omeçar a de esenvolver um parque e nuclear e que apoiará o país n desenvo no olvimento de procedime e entos de se egurança e d resposta de a a emergências. At tualmente j existe um equipe de mais d 800 pes já ma de ssoas traba alhando nos s instituto de energia, radiologia e seguran nuclear no país. os nça Agora o processo pode so o ofrer atraso e reduç os ção de quantitativos, mas as autoridades s anuncia aram que p prosseguem com os p m planos de c construir pe menos 4 reatores Todos os elo s. s grandes fornecedo s ores (Chines ses, corean nos, frances ses, russos japoneses e america s, s anos) estão o ativame ente trabalha ando para c conseguir fe echar estes contratos. Os Jap poneses atr ravés da e empresa Ja apan Atomic Power C Company ( (JAPC) ass sinaram em m 28/09/20 011, contra com Electricity of V ato Vietnam (EV para est VN) tudo de viabilidade da construção o da primeira central Em julho de 2013 as partes concordaram em “ acele l. s erar a coope eração para a especificar o projet “o que se um pass importante para a as to eria so ssinatura de um contra e ato. Ásia – Outros As Filip pinas, a Indonésia e a Malásia estão em p processo de reavivam mento de se eus antigos s program nuclear mas res. GP PL.G – Gerê ência de Plan nejamento E Estratégico Pan norama da E Energia Nuc clear – Nove embro 2013 90
    • A Malás já tem lu verde de sua popula sia uz ação, que ap poia a cons strução de u usinas nucle eares e está á em proc cesso de r reconstrução do conhe o ecimento té écnico nece essário atra avés de pro ogramas de e visitas t técnicas e d treiname de ento para p projeto, cons strução e o operação de centrais. O estudos e Os s para a d definição de um sítio a e adequado já foram aut á torizados pe governo O país é fortemente elo o. e depende ente de gás (64%) e ca s arvão (25%) e tem a intenção de d diversificar a matriz elétrica. No N caso d das Filipin nas inicialm mente um grupo de e especialistas da AIEA foi convida e ado para or rganizar um m processo m p multidisciplinar e indepe endente pa verificar ara r se s a antiga usina nuclear Bataan Nuclear Po ower Plant, , que apesar de pronta, nunca op q perou, pode ser ligada e a com segura c ança, tornan ndo-se uma alternativa local para a a a a geração de energia Atualmen a. nte, está e vigor o em contrato co c om a emp presa core eana Kepc para a co execução de e estes mesm estudos mos s. Filipinas - Bata F aan Nuclear Po ower Plant (fo IAEA) oto Pronta – nunc operou ca A Indon nésia, apes de se se sar entir capacitada, preten num pr nde rimeiro mom mento famili iarizar seus s habitant com a energia nuc tes clear para só depois s engajar num proce se esso de con nstrução de e uma cen ntral, segun seu Min ndo nistro de Pes squisa e Te ecnologia, S Syamsa Ardi isasmita. Banglad desh assinou em 01 d novembro de 2011 u contrato com a Rús de o um o ssia com o objetivo de e construi 2 usinas nucleares d 1.000 MW, tipo VVER, modelo AES92, c ir de o cada uma, n nordeste no e do país na região de Roopp s, o pur. O con ntrato também inclui o supriment de comb to bustível e a gestão d resíduo q será lev do que vado de vol à Rússia após o uso lta a o. O cresc cimento recente do p país e a d disponibilida ade limitada de energ (reserv gia vas de gás s existent tes estão q quase extint tas) contrib buíram o go overno a se decidir p este negócio de 3 por bilhões de dólares. Em 2007, o país receb a aprov beu vação da AIEA para seu projeto nu uclear. Em sete embro de 2 2011 o Minis stro de Rela ações Exter riores de Ba angladesh, Dipu Moni, informou , que o país deverá ter sua prim meira usina em operaçã em 2022 O país mantém seu programa ão 2. nuclear com o obje etivo de gara antir o supri imento adeq quado de en nergia elétri depois d 2020. ica de O gover conduz um estudo detalhado p rno para o marc regulatór de seu programa nu co rio uclear e tem m mantido as convers o sações com a AIEA e com consultores indep m pendentes s sobre este a assunto. O país tam mbém pretende assinar os acordos internacio r s onais pertine entes a um programa n nuclear civil. . Em out tubro de 2 2013 a Ros satom anun nciou inicio os traba ou alhos de p pré-construç ção para a instalaç de uma usina de 2.000 MW de energia n ção nuclear no R Rooppur em Pabna (Ba m angladesh). . A empre russa v construir operar e fo esa vai r, fornecer com mbustível pa o projet Atomstro ara to. oyexport vai i iniciar u uma série de testes em um contra de EUA $ 46 milhões, enquan que a Co m ato nto omissão de e Energia Atômica d Banglad a de desh (BAEC também vai realiza exames por conta p C) ar própria. Os s testes in ncluem a av valiação de viabilidade de impact ambienta desenvolv e, to al, vimento e p pesquisa de e engenha aria, o desenvolvimento do progr rama globa de pesquisa de engenharia, as condições al s s antrópic na área do projeto e local, e de engenharia e de pes cas e squisa hidro meteoroló o ógicos. GP PL.G – Gerê ência de Plan nejamento E Estratégico Pan norama da E Energia Nuc clear – Nove embro 2013 91
    • E-A Austráli ia Populaç ção: 23,6 M Milhões hab; crescime ento anual d PIB: 3,6 do 6%/ano; Em missões de CO2: 15,.3 tC CO2/capita ; Independê ência em E Energia:100 0%; Consu umo Total /PIB: 88 (20 005=100) ; A Austrá é o non maior pr ália no rodutor de e energia no m mundo e ap proveita o b benefício da abundante a e diversid dade de recu ursos energ géticos. O C Continente A Australiano é rico em u urânio, possuindo cerca a de 40% de todas as reservas m mundiais ec conomicame ente explorá áveis. A Austrá não tem nenhuma usina nucl m a lear comerc em operação, mas através do Australian cial s, o n ália Nuclear Science a r and Techno ology Organization op pera o reato de pesq or quisas OPA perto da AL a cidade d Sidney. de Contudo devido a problema de fundo político o país hoje atende a menos de 20% das o, as o e e s necessidades mundiais de urâ ânio. Recente emente a A Austrália as ssinou acor rdo de coo operação au utorizando seus expor rtadores de e urânio a fornecer o combustív aos Emir vel rados Árabe que cons es stroem atua almente sua primeiras as s r usinas nucleares. O Ministro de Relações Exteriore disse qu o acordo que aind deve ser es ue o, da do enderá suprimento nuc clear de ma aterial, com mponentes e tecnologia a aprovad pelo parlamento ate associada para o s suprimento d energia d de desta fonte. . Outro acordo impo ortante foi o realizado p pela empres BHP Billiton, uma m sa mineradora baseada na a Austrália para a v a, venda de se deposito de urânio em Yeelir eu o o rrie (capacid dade estima ada de 139 9 milhões de libras peso de U3O8 , para a empresa canadense CAMECO a um cu s e O, usto de 430 0 milhões de dólares O negóc ainda depende de aprovação dos depa s s. cio o artamentos do governo o australia que reg ano gulam este tipo de neg gócio. Este é provavelm mente o maior dep posito mundial de urânio c l conhecido. Urânio na Austrália (WNA – agosto 2013) O urâni vem sen io ndo minera ado na Aus strália desde 1 1954, e exis stem 4 mina em oper as ração atualme ente. Outra estão planejadas. Os as . recursos urinífero na Aus s os strália são os o maiores conhecido no mund com cerc de s os do ca 31% do total. Em 2 2012 a Austrália produziu A 8 8.244 tonelada as de U3O8 (equivalente a 6 6.991 tonelada de Urânio natural É o ter as l). rceiro maior produtor m mundial atr rás apenas do s Cazaqu uistão e do C Canadá. GP PL.G – Gerê ência de Plan nejamento E Estratégico Pan norama da E Energia Nuc clear – Nove embro 2013 92
    • V-A Acordo Com os mercia e d Coo ais de operaç Nu ção uclear Os país e os governos se a ses associam co onforme suas necessid dades e sua estratégias, sempre as e objetiva ando maiore lucros e es e/ou segura ança para o seu sup primento en nergético. R Relatório da a Agência das Naçõ a ões Unidas para o C s Comércio e o Desen nvolvimento (Unctad) confirma a crescen tendênci de multin nte ia nacionais de se apoiare em cerc de 3.200 acordos int e em ca ternacionais s de investimentos e existentes. A seguir ap presentamo sem esg os, gotar o tema, alguns d acordos dos s celebrad e de co dos onhecimento público. o Estad Uni dos idos e O Outros: Estad Unido – Chin dos os na Os Esta ados Unidos (empresa EXELON) e a China (empresa CNNC) ass a sinaram aco ordo para a coopera ação nuclea civil no qual instru ar utores senio ores da Ex xcelon vão treinar cer rca de 200 0 profissio onais chines de gest e operaç nuclear nas melhores prátic desenvo ses tão ção res cas olvidas pela a empresa americana a a. Estad Unido – Emirados Ár dos os rabes Os Esta ados Unidos e os Emir s rados Árabe assinaram acordo p es para a coop peração nuc clear civil no o qual os Emirados se compro s ometem a não promo over programa próprio de enriqu o uecimento e reprocessamento d urânio. de Estad Unido – Japã dos os ão A Wes stinghouse Electric Company e a Toshiba Corporat a tion anunciaram a fo ormação da a BWRPL LUS, uma o organização comercial para opera usinas nucleares no Estados Unidos que o ar os e que irá a alavancar a sinergias entre as du empresas. as uas Estad Unido – Kuw dos os wait Os Esta ados Unidos e o Kuwait assinaram em junho de 2010 a s m o acordo para a cooperaç na área ção a de salva aguardas nucleares e outros tópicos de não proliferaçã O acord prevê atividades em o ão. do m legislaçã regulam ão, mentação, desenvolvimento de rec cursos huma anos, proteç radiológ ção gica, gestão o de resíd duos, operação de reat tores entre o outras, mas não previsão de const s trução de usinas. Estad Unido – País dos os ses do G Golfo Pér rsico As empresas amer ricanas Ligh htbridge e E Exelon Gene eration assinaram acor com o C rdo Conselho de e Coopera ação do G Golfo (Bahra ain, Kuwait, Omã, Qa atar, Arábia Saudita e União dos Emirados s s Árabes) para estud que irá a ) do avaliar a po ossibilidade e a localiza ação de um central n ma nuclear para a geração de energia e dessalin o a nização de á água para a região. Estad Unido – Fran dos os nça 1. A A AREVA e a NORTHRO GRUMM OP MAN firmara acordo p am para montar uma empresa- Areva a GP PL.G – Gerê ência de Plan nejamento E Estratégico Pan norama da E Energia Nuc clear – Nove embro 2013 93
    • New wport News LLC- que fabricará os compon s e nentes pesa ados (vasos do reator tampa do s r, o reator, gerador de vapor e pressurizador) do re eator francês EPR nos Estados Un s nidos e que e verá começa a operar em 2011. A AREVA te expecta ar em ativa de construir até 7 reatores no o dev terr ritório amer ricano nos próximos a anos e essa estratégia visa prote a a egê-la de u possíve um el gar rgalo indust trial para co omponentes pesados, cujos fabricantes mun s ndiais são em número o reduzido. AREVA tamb bém solicito ao órgão regulador a ou o americano – NRC, uma licença pa construir a ara 2. A A e operar uma planta (Eag Rock) de enriquecim gle e mento de urânio por ce entrifugação próxima a o Idaho Fall. Seg gundo a em mpresa este é um invest timento mul ltibilionário. 3. Are será o m eva maior fornec cedor os se erviços de e engenharia, construção e combus o stível para a cen ntral Bellefo onte-1 perte encente a T TVA, localiz zada no es stado amer ricano do A Alabama. O con ntrato é de 1 1(um) bilhão de dólare e compre o es eende, entre outras ativ e vidades, a ilha nuclear r, a sa de contr ala role, instrum mentação digital, simula ador para treinamento e o combus stível. Estad Unido – Itália dos os a Os Esta ados Unido e a Itália assinaram em sete os a m, embro de 2 2010, acord para a cooperação do o nuclear civil, com d duração de 5 anos (até 2015), no qual a Itália abre as po é a ortas aos fo ornecedores s america anos de tecn nologia e se erviços nucleares. Estad Unido – Rep Checa dos os p. Os Esta ados Unidos através do seu Depa s o artamento de Energia (DoE) e univ e versidades americanas s e a Rep Checa (vá p. árias univer rsidades e C Centros de Pesquisa) a assinaram, em setemb de 2011, bro acordos de cooper s ração para pesquisas, com troca d experiên de ncias e prof fissionais pa reatores ara s de geração IV refrig gerados a s líquido (m sal molten salt r reactors). Estad Unido – Áfric do Su dos os ca ul Em sete embro de 2 2009 foi as ssinado pelo secretário de energia american Steven Chu e pelo o o no o ministro de ener o rgia sul-afr ricano um acordo b bilateral de cooperaç e ção em p pesquisa e desenvo olvimento e energia nuclear c em a com ênfase em tecno e ologia avan nçadas de reatores e sistema nucleares O acordo segundo o american reitera a posição de seu govern de que a as s. o, no e no energia nuclear te papel p em principal no futuro ene ergético mu undial, princ cipalmente no que diz z respeito aos desafios das mud o danças climáticas. Estad Unido – Viet dos os tnam Em março de 2010 foi assinado um me emorando d entendim de mento no s sentido de aumentar a coopera ação com os americano que perm s os mitirá ao Vie etnam o ace esso ao com mbustível nu uclear que o país pre ecisará no fu uturo próxim após a c mo construção d seu prim do meiro reator d potência de a. Rúss e Outros: sia Rússi – Estad Unid ia dos dos A empr resa russa TENEX-Techsnabexp port, que p produz com mbustível n nuclear, inf formou que e recebeu a aprovaç u ção do departamento de comérci american para o fo io no ornecimento de urânio o o enriquec cido à Cons stellation En nergy Nucle Group e ear entre 2015 e 2025. Este é o sexto contrato de e e GP PL.G – Gerê ência de Plan nejamento E Estratégico Pan norama da E Energia Nuc clear – Nove embro 2013 94
    • suprime ento de com mbustível da Tenex par o mercad american de geraç nuclear Os outros a ra do no ção r. s foram com Exelon e Fuelco (q represe que enta Pacific Energy Fue Union E els, Electric ou AmerenUE) ) nant. e Lumin Rússi ia-Austrá ália A Prime Ministra da Austrá eira a ália, Julia Gillard e o pr residente ru usso Dmitry Medvedev assinaram y v m acordo d suprimen de urânio para os r de nto reatores rus ssos em nov vembro de 2 2010. Rússi ia-Inglate erra A Rosatom através de seu diretor Serge Kiriyenko assinou acordo de co s ei o ooperação em energia a nuclear com a emp presa britâni Rolls-Ro ica oyce. Rússi – Japã ia ão A Toshiba e a Te echnabexpo – Tenex assinaram um acordo de coope ort m eração com mercial para a odutos e se erviços do ciclo do com mbustível nuclear, inclus sive no enriquecimento o fabricar e suprir pro objetivos do acordo é a estabilidad e a segurança dos s o de suprimentos s de urânio. Um dos principais o de bens e serviços nucleares. Como con s s nsequência deste acor um cont rdo trato de sup primento de e longa du uração foi a assinado pe qual a em elo mpresa Chu Electric receberá c ubu combustível nuclear por 10 anos Atualmente a Tenex supre cerca de 15% da demanda por combus s. a a stível nuclea no Japão ar o e deverá aumentar este suprim á r mento com o acordo or assinado. ra Rússi – China ia A Rússi e a China assinaram acordo pa a cooper ia a m ara ração na co onstrução de reatores r e rápidos (fast breeder reactor) d demons r de stração com 800 MW e també m W ém na con nstrução do reatores os s Beloyar rsk-4 na Rússia e da unidades 3 e 4 de Tianwa na China. Acordos anteriores as s an s s propicia aram a cons strução de T Tianwan 1 e 2 além de três módulo de planta de enrique os a ecimento de e urânio e ainda um r reator rápid experime do ental - CEFR R Rússi – Holanda ia A empre russa R esa Rosatom e a holandes Royal Ph sa hilips Electr ronics assin naram (junh de 2011) ho ) acordo para fabrica equipame ar entos médic de imag cos gem destinados ao diag gnóstico de câncer. Rússi – Bulgária ia A NEK - National Electric Company da Bulgária e a russa Ato omstroyexport assinara contrato am o para pro ojeto, const trução e comissioname ento das us sinas da Ce entral Nuclear de Belen (2x 1000 ne 0 MW – V VVER). Com subcont mo tratado está o consórcio ‘CARSIB (Consortiu Areva N á B’ um NP-Siemens s for Bele ene) que fornecerá sistemas elétr ricos e de instrumenta ação e controle (I&C systems). A Bulgária mantém c a contrato (no valor de 2,6 milhões d euros) pa a seleçã de sítio e projeto de de ara ão e depósito rejeitos de baixa e média ativida no país, em área de superfície o e ade e e. Rússi – Nigéria ia A comp panhia estat russa R tal Rosatom ass sinou um m memorando de cooper ração com o regulador r nigerian para fomentar o uso pacífico da energia nu no a uclear naque país. ele GP PL.G – Gerê ência de Plan nejamento E Estratégico Pan norama da E Energia Nuc clear – Nove embro 2013 95
    • Rússi – Índia ia a A Índia assinou contrato com a fabricante russa de c e combustíve nuclear TV el VEL. O com mbustível irá á para várias centrais nucleares indianas e este é o primeiro contr s s rato de supr rimento apó a retirada ós a mbargos do Nuclear S Supplier Gro oup (NSG) que vigora até 2008. Assinad também am do m dos em acordo no sentido d fornecer mais 4 reatores na áre de Kudankulam ond já existe uma centra de r ea de al instalada. O acord amplia a cooperaç do ção existen no cam nte mpo de com mbustíveis, tecnologia, serviços e pesquisa nuclear. s a Rússi – Itália ia a Acordo para participação italia na cons ana strução de reatores nu ucleares de 3ª geração de modelo o o russo e no estudo, projeto e construção de um pro otótipo de re eator de 4ª geração. E Esse acordo o a de obra especia alizada. ajudaria a Itália na formação d mão de o Rússi – Emir ia rados Ára abes A Rússia e os Em mirados Árabes assinaram acordo para a co o ooperação n nuclear civi no qual a il Rússia irá compar rtilhar tecno ologia, equi ipamentos e material nuclear. So o acord a Rússia ob do a poderá fornecer leg galmente ur rânio, serviç de conv ços versão e de enriquecimento do com mbustível. Rússi – Omã ia ã A Rússi e o Omã assinaram acordo inte ia ergovernamental objetiv vando a coo operação no campo do o o uso pac cífico da en nergia nucle com ên ear nfase em in nfraestrutura pesquisa e desenvo a, a olvimento e construç ção e operação de us sinas nuclea ares de potência. A e empresa est tatal russa ROSATOM M será a r responsável pelos traba l alhos. Rússi – Jordânia ia A Rússia e a Jordânia assina aram acordo intergovernamental, com duraçã de 10 anos, para a o ão coopera ação no ca ampo do us pacífico da energia nuclear que cobre uma larga escala de so a e atividades que abrangem en ngenharia e construção, fabricaçã de com ão mponentes, estudos de e nça, proteçã e controle de radiação, dess ão salinização, mineração de urânio serviços, , o o, seguran pesquis dentre ou sa utros. Rússi – Egito ia o O direto da empr or resa estatal russa Sergei Kiriyen nko disse q que o acord de coop do peração em m energia nuclear ass sinado com o Egito est focado principalmen na prosp m tá nte pecção e mineração de e urânio n naquele país. Outros grupos de trabalho se erão formad dos para a construção de usinas o s atômica com treinamento d mão de obra espec as, de cializada em operação nuclear e atividades m o s regulató órias. O Egit tem 2 rea to atores de pe esquisa Rússi – Eslov ia váquia A empr resa russa TVEL assinou contra de fornecimento d combust ato de tível nuclea de longa ar a r duração com a em o mpresa Slov venské Elek ktrárne, prop prietária e o operadora d usina, para atender da as unid dades 3 e 4 Mochovc (VVER-4 ce 440). O contrato abra angerá 5 re ecargas e o serviços os s GP PL.G – Gerê ência de Plan nejamento E Estratégico Pan norama da E Energia Nuc clear – Nove embro 2013 96
    • associados devend começar em 2012, quando as usinas dev do r vem entrar em operação. O sócio o majoritá da proprietária é a italiana ENE ário EL. Rússi – Turquia ia A Rússi (Russian Technical S ia Supervisory Authority - Rostechna y adzor) e a T Turquia (Tur rkish Atomic c Energy Agency -TA AEK) assinaram acor rdo de cooperação no qual é pre o evisto trans sferência de e how “ e in nformações em licenc s ciamento n nuclear, pro oteção rad diológica e gestão da a “Know-h qualidad . de Rússi – Ucrâ ia ânia 1. A Rússia e a Ucrânia assinaram acordo inte ergovername ental com o objetivo de retomar a construção dos dois re c eatores ucra anianos de Khmelnitsk O acordo foi assina em Kiev ky. o ado v pelo ministr de energ e comb p ro gia bustível da Ucrânia, Yu Boyko e pelo Diret geral da uri tor a empresa ru e ussa Rosato om, Sergei Kiriyenko e prevê fin nanciamento projeto, construção, o, comissionam c mento, ser rviços e su uprimento r russo para as unidad des 3 e 4 da centra al Khmelnitsky K y. 2. A empresa russa TVEL e a ucran niana Nucle Fuel ass ear sinaram aco ordo para a construção o de f fábrica de c combustíveis nucleares para reato s s ores VVER-1000 na Uc crânia (a TV VEL ajudará á no fi inanciamento do projet to). Cazaq quistão e Outros r O Caza aquistão não possui ne enhuma us sina nuclear mas é de r, esde dezem mbro de 20 009 o maior produtor mundial d urânio à frente do Canadá e da Austrália A Kaza de a. atomprom - corporação o nuclear nacional po ossui 21 minas em op peração no país e esta estrategicamente e ará envolvida na a construç ção de usin nas nucleares na China como fo orma de div versificar os seus neg gócios, hoje e basicam mente miner ração. O acord assinado com a Ch do o hina Guangd dong Nucle Power G ear Group (CGN NPG) e Chi ina Nationa al Nuclear Corp (CNN r NC), criará uma empr resa, na qual a Kazato omprom ter 51%, que construirá rá e á usinas na China e desenvolv verá minas de urânio no Cazaqu uistão, nos depósito e Irkol, na em a região d Kyzylordinskaya, cu capacida de prod de uja ade dução anua estimada é de 750 to al oneladas de e U3O8; n depósit de Sem nos tos mizbay na re egião de Ak kmolinskaya (capacida a ade de prod dução anua al estimad de 500 to da oneladas de U3O8) e n depósit de Zhalp com ca e nos tos pak apacidade d produção de o anual e estimada é de 750 ton neladas de U3O8. Os acordos prevêem o suprimento de urânio s o o natural à China por 10 anos. r Similarm mente tamb bém foram assinados acordos co o Cana om adá (Empre esa Camec para ter co) r acesso à tecnologia de conversão do U UF6 (Hexafluoreto de Urânio) atra avés de um entidade ma e version LLP a ser cons P, struída no C Cazaquistão pelo Cana e que produzirá até o adá é legal, a ULBA Conv toneladas m métricas de UF6. 12.000 t r Com a França (AR REVA) os a acordos assinados pe ermitirão a p produção d combustível nuclear de (nuclear fuel assem r mblies) na mesma planta de ULB com a fa BA abricação d até 1.200 toneladas de 0 s métricas de vareta e elemen s as ntos combu ustíveis com a engenh m haria e a te ecnologia de esenvolvida a pela AR REVA. Foi assinado t também ac cordo de co ooperação com a Bélgica para a troca de e experiên ncias na condução de um program nuclear c ma civil. Foi ass sinado em março 2010 um acord de supr do rimento no qual o Japão espera garantir a a estabilid dade de sup primento de combustív nuclear p e vel para as sua nucleares Em outro acordo em as s. o m setembr de 2010 três emp ro 0, presas japon nesas assin naram mem morando de entendime e ento com a GP PL.G – Gerê ência de Plan nejamento E Estratégico Pan norama da E Energia Nuc clear – Nove embro 2013 97
    • empresa Kazakh National N a Nuclear Ce entre objetivando um estudo d viabilida m de ade para a construç da prim ção meira usina n nuclear do C Cazaquistão o. Canad – Índia dá a O Cana adá, através da empres CAMECO abriu esc s sa critório de n negócios na cidade de Hyderabad a d que tem por objetivo suporta e desenv m ar volver as op portunidade de negóc es cios da com mpanhia no o mercado de combu o ustíveis nucleares da Ín ndia e repre esentar a em mpresa junto ao govern indiano. o no O Cana adá e a Índia comple etaram os a arranjos ad dministrativo para imp os plantar os acordos de e coopera ação entre os dois pa aíses assina ados em 2010, confor rme informo o prime ou eiro ministro o Stephen Harper em novembro após as c n m o conversações com prim meiro minis stro indiano Manmohan n Singh. O referido a acordo perm que ma mite aterial contr rolado, equi ipamentos e tecnologia que estão a o submeti idos às salv vaguardas da AIEA po ossam ser i importados e exportad pelas em dos mpresas do o Canadá de e para a Índia. á “A Índia represent um enor a ta rme oportunidade de negócios p para a CAMECO e p para toda a indústria nuclear c a canadense” disse o p ” presidente da CAMEC CO, Tim G Gitzel. A ha abilidade de e fornecer o urânio c canadense para este m mercado em rápida ex m xpansão sig gnifica mais empregos, s mais inv vestimentos e mais desenvolvimento internam s mente no C Canada. Em contra part tida ajuda a Índia a a atender seu crescente mercado d energia elétrica com uma fonte limpa e nã emissora u de m e ão a de gás c carbônico. Canad – Vietnam dá A empre vietnam Atomic Energy Ins esa mita c stitute assin nou acordo com a can nadense NW Uranium WT m Corpora ation – Toro onto destinado à avaliaç do pote ção encial físico e econômic de minér de urânio co rio o da regiã e ajudar a desenvolv a indúst nuclear do país. ão ver tria Canad – Aus dá strália A empr resa austra aliana BHP Billiton as ssinou acor rdo para ve ender o se deposito de urânio eu o o r Yeelirrie Situado n oeste do país aos canadense da Came e, no o es eco Corpor ration. Este é o maior e deposito não dese o envolvido d Austrália no qual estima se existir ent valores medidos e da a, tre indicado os recur os rsos minerais de cerca de 139 milh hões de libras de U3O8. Canad – Emirados Ár dá rabes O Cana ada assinou um acord de coope u do eração nuclear com o Emirados Árabes Unidos para os s a fornecer equipmen nto, serviços e uranio. O acordo permite às empresas do Canad oferecer s dá r toda a g gama de se equipam eus mentos, ser rviços e forn necimento d urânio para o merca nuclear de ado civil dos Emirados Á s Árabes Unidos China e Outr a ros China – África do Sul a a Em mar de 2009 a China e a África d Sul assin rço 9, do naram acord de coope do eração com relação ao m o desenvo olvimento d reatores de alta tem de mperatura, p para os qua ambos o países tê projetos ais, os êm s GP PL.G – Gerê ência de Plan nejamento E Estratégico Pan norama da E Energia Nuc clear – Nove embro 2013 98
    • de pesq quisa em an ndamento. D acordo p Do participam a empresas Pebble Be Modular Reactor Ltd as s ed d (PBMR) da África d Sul e o In ) do nstitute of N Nuclear and New Energ Technolo (INET) d Tsinghua gy ogy da a University e o Tech hnology Com mpany Chin nergy Ltd da China. a China – Arábia Saudita a a a do, do de de estabelece u modelo legal que fortalece a um o O acord assinad em 15 d janeiro d 2012, e coopera ação científi ica, tecnoló ógica e econômica entre Riad e P Pequim, seg gundo um c comunicado o conjunto A cooper o. ração se da em área como a manutençã e o dese ará as ão envolvimento de usinas o s nucleare e de rea es atores de p pesquisa, fa abricação e fornecimen de elem nto mentos de c combustíve el nuclear. . China – Argen a ntina 1- Assinado em junho de 2012, acord entre a China (prim do meiro minis stro Wen J Jiabao) e a Argentin (Presidente Cristina Kirchner) c na compreende endo ampla cooperação em energia nuclear. o 2- Em s setembro 20 o minist do plane 012 tro ejamento ar rgentino De Vido assin um novo acordo de e nou o e coopera ação que ap ponta a tran nsferência d tecnolog para o d de gia desenvolvim mento de re eatores com m urânio e enriquecido, para serem utilizados nas próxim centrais nucleares do país. , m mas s China – Bélgic a ca Os prim meiros minis stros da Bé élgica (Yves Leterme) e da China (Wen Jiab s a bao) assina aram acordo o definind detalhes para a construção de uma usina piloto para a produção de MOX (c do o combustíve el de óxido misto de urânio e Pl o lutônio) a s usado em usinas chinesas. O acordo tam ser mbém prevê ê transfer rência de t tecnologia, assistência técnica e participaç a ção no Pro ojeto belga MYRRHA a A (Multipu urpose Hybr Research Reactor fo High-tech Applications). rid h or h China – Taiwa a an Assinad acordo de cooperaç e troca d experiên do ção de ncias nuclea ares nas áre de mon eas nitoração de e radiação respostas às emergê o, s ências e op peração de c centrais. Co omo Taiwan não faz pa da ONU n arte U as inspe eções da AI IEA são muito limitadas s. China – Paquistão a Assinad em agost de 2013 contrato de fornecime do to e ento de 2 no ovos reatore tipo ACP 1000 para es P a o projeto de Karac Coastal Nuclear Po o chi ower Project in . t China – Canad a dá 1- Acor rdo para de esenvolvime ento do pro ojeto de co ombustível avançado a assinado entre Atomic c Energy of Canada Ltd (AECL Third Qin L), nshan Nuclear Power Company ( (TQNPC), C China North h Nuclear Fuel Corpo r oration e Nu uclear Powe Institute o China pa o uso do combustív irradiado er of ara o vel o em reat tores na Ch hina nos rea atores CAN NDU no Can nadá e na China. O a acordo tamb bém inclui o uso de t tório como c combustível. 2- A CA AMECO (gig gante canad dense de pr rodução de urânio) ass sinou acordo de suprim o mento com a China N Nuclear Ene ergy Industry Corporatio (CNEIC) de cerca de 10 toneladas de conc y on centrado de e urânio a 2020. A empresa e até está também negociand um acord de longa duração c m do do a com a China a GP PL.G – Gerê ência de Plan nejamento E Estratégico Pan norama da E Energia Nuc clear – Nove embro 2013 99
    • Guangd dong Nuclea Power (C ar CGNP) 3- A CA AMECO assinou acordo de suprimento de longa duração com a Chin Guangdo Nuclear o na ong r Power H Holding Co (CGNPC). O negócio d dará garant de suprim tia mento a chinesa cuja fr rota nuclear r está em franco cres m scimento. China – Franç a ça 1- Acor rdo entre AREVA (45% e China Guandong Nuclear P %) g Power Comp pany – CGNPC (55%) ) para for rmar empre de proje esa etos nucleares para co oncorrer em qualquer p m país do mun com os ndo s modelos de reator da França ( s (EPR) e da China (CPR R1000). 2- Outro acordo diz respeito à produção d UraMin q pertenc à AREVA e que os i o z da que ce A investidores s chinese aportariam capital g es garantindo a compra de 49% das ações e o subseque ente acesso o chinês a urânio produzido. N ao Neste proces a UraM fica com um mercado cativo na China e a sso Min m a França com os inve estimentos g garantidos. 3- Um terceiro aco ordo, em n novembro d 2010, diz respeito a um contr de z rato de 3,5 bilhões de e dólares relativos a fornecimento por 10 anos de 20.000 ton ao 0 neladas mét tricas de urânio China a Guando Nuclear Power Com ong r mpany. 4- O qu uarto acord a AREV e China National N do VA Nuclear Corp.-CNNC f formam “joint venture” ” (CAST) para produção e com mercializaçã de tubos de zircôn para fab ão s nio bricação de elementos e s combus stíveis já em 2012. m 5- O qu uinto acordo trata-se d cooperaç o de ção industrial no camp de tratam po mento e rec ciclagem de e combus stível irradia ado. Franç e Ou ça utros Franç – Bras ça sil 1- A França, atra avés da AR REVA, assinou com o Brasil m memorando de entend dimento em m ação industr objetivando ampliar a frota de usinas nuc rial cleares no p país e na fabricação de e coopera combus stível nuclea para as novas usinas que vierem a ser construídas. ar s m Os traba alhos se co oncentrarão nos princip pais compon nentes de u program nuclear, n estrutura um ma na a adminis strativa, jurídica e co ontratual, na excelênc cia técnica e nos as spectos fin nanceiros e econôm micos, além da troca d informaç de ções quanto ao ciclo d combust o de tível; à aqu uisição e ao o gerencia amento de fornecedor res; à cons strução; ao comissionamento e à operação de usinas o s nucleare es. s mpanhias brasileiras Ele etrobrás e Eletronuclear firmaram m upo francês GDF Suez e as com 2- O gru um acor de colab rdo boração no âmbito nuc clear. Este " "protocolo" d cooperação, que es de stará focado o basicam mente na "tr roca de info ormações e de experiência" no c campo nuclear. De aco ordo com a Suez, os trabalhos serão centrados ainda em questõ como a exploração das usinas nucleares, a ões o s a tecnol logia, os me ecanismos d propried de dade, o proc cesso de se eleção dos p pontos de construção e o desen nvolvimento de recurso humanos. os Franç – Chile ça e Em feve ereiro de 2011 foi ass sinado acor rdo de coop peração nuclear entre o Chile (L Comision La n Chilena de Energia Nuclear - C a CCHEN) e a França (E Energie Atom mique et aux Energies A x Alternatives s - CEA)c com foco em treinamen nuclear dos cientist e profiss m nto tas sionais chile enos, incluin projeto, ndo GP PL.G – Gerê ência de Plan nejamento E Estratégico Pan norama da E Energia Nuc clear – Nove embro 2013 100
    • construç e opera ção ação de cen ntrais nuclea ares de potê ência. Franç – Cong ça go A Franç através d AREVA, assinou ac ça, da cordo com o Congo para a minera ação de urânio naquele e país Franç – EAU ça U A Franç através da AREVA assinou co ça, ontrato de s suprimento d urânio e de enriquecido no valor de e 400 milh hões de euros (490 mi ilhões de US dólares) com a Emi irates Nucle Energy Corporation ear n (ENEC) para alime ) entar a prime central dos Emirad Árabes atualmente em constru eira dos ução. Franç – Espa ça anha A AREV assinou acordo de suprimento de combustível nucle VA o ear, a partir de 2010, p para a usina a espanho de Trillo localizada no estado de Guada ola o, o alajara. O acordo, com duração de 6 anos, inclui se erviços diversos. Franç – Índi ça ia A Franç através da AREVA assinou com a Índi - Nuclea Power Co ça, A, ia ar orporation o India Ltd of d (NPCIL) um contrato de suprim ) mento de co ombustível nuclear de longa duraç para as usinas que ção s e operam sob controle da A AIEA. No acordo ta ambém est incluída a possib tá a bilidade de e desenvo olvimento e fornecimen de novo reatores EPR ao paí e o conse nto os ís equente sup primento de e combus stível. oposta de s Uma pro suprimento de 2 reator EPR 16 res 600MW para o sítio de Jaitapur no estado de a o e Maharashtra ao su de Mumb ul bai, foi sub bmetida ao NPCIL em julho de 2 2009, com p previsão de e entrada em operaç das unid 017 ção dades em 20 e 2018 respectivam mente. Em para alelo a ARE EVA começo 2 negoc ou ciações estra atégicas, se endo uma c com a empr resa indiana a Bharat Forge para a formaçã de “joint venture” n construç a ão t na ção de uma empresa de forja de a e grande porte na Í Índia e out com a empresa d engenha tra de aria de pro ojetos TCE Consulting g Enginee Limited, subsidiaria da Tata So Ltd. para o fornecimento de s ers a ons serviços de engenharia a em gera no país. al Franç – Japã ça ão 1- A AR REVA assin nou acordo de suprim mento de co ombustível d óxido M de Misto – MOX (urânio + X Plutônio para a us o) sina japones de Shima de prop sa ane priedade da empresa C Chugoku Ele ectric Power Co. 2- A Mi itsubishi Nu uclear Fuel Co e a AR REVA criar ram uma em mpresa nos Estados Unidos (US s S Nuclear Fuel) para a produçã de combustível para reatores a r a ão a avançados (advanced pressurised d water r reactors) qu a japon ue nesa Mitsub bishi Heavy Industries pretende fornecer a mercado y s ao o ano empresa se localizará em área da AREVA em Richland, e a m america ainda nesta década. A nova e estado d Washing de gton. 3-Empre esas france esas e japon nesas assinaram acord de coope do eração para reabilitação do sítio de o e Fukushi ima e tamb bém para o inicio da operação c comercial d usina de reprocess da e samento de e GP PL.G – Gerê ência de Plan nejamento E Estratégico Pan norama da E Energia Nuc clear – Nove embro 2013 101
    • combus stível usado de Rokkas sho. Franç – Kuait ça t Fundos soberanos do Kuwait e da Fran s nça vão inv vestir no aumento de capital da AREVA. A autorida de inves ade stimentos d Kuwait (K do KIA) oferece 600 milhões de euro por 4,8% das ações eu os % s da ARE EVA e a ministra frances de econo sa omia disse que a Franç ofertará 3 milhões de euros. ça 300 s Franç – Marr ça rocos A Franç assinou c ça com o Marro ocos acordo de cooper o ração para o desenvolv vimento civil de energia a nuclear para fins p pacíficos no Marrocos que não tem fontes en o m nergéticas e seu terr em ritório a não o ser miné associa a urânio ério ado o. Franç – Polônia ça Em out tubro de 20 012 as com mpanhias fr rancesas A Areva e EDF assinaram um mem morando de e entendim mento tripa artite com a empresa polonesa E Energoprojekt como pa arte dos es sforços para a desenvo olver um pro ograma nuc clear civil no país. o Franç – Repú ça ública Ch heca O forne ecedor francês Areva e várias c companhias Checas a s assinaram, em Praga, acordo de e coopera ação como parte da q qualificação do fornece edor francê para a c ês construção de futuros s reatores EPR, incl s luindo os re eatores chec planejados de Tem cos melin-3 e -4. As empres tchecas sas s são a A ABB, Abeg Arako s gu, spol, Baest máquinas e estruturas, Excon Steel, I & C Energo, er Kralovopolska RIA Mandik, Metra Blan A, nsko, Modra any Energia Schneide Electric CZ, Sigma a, a Group, g grupo Mach hinery Vitkov vice e ZVVZ Engineering. Z Franç – Rúss ça sia As emp presas EdF e Rosat F tom acorda aram, em j junho de 2010, coop perar em pesquisa e desenvo olvimento e em combu ustível, ope eração de usinas e construção além de troca de o, e e experiên ncias e trein namentos de seus func cionários. Europ – Bulg pa gária A West tinghouse E Europa (ag gora uma e empresa da Toshiba j a japonesa) e a Bulgar rian Energy y Holding EAD (BEH assinaram acordo pa a coope H) m ara eração nucle civil, que inclui suporte técnico ear e o para a as usinas em ope eração, ex xtensão d de vida, instrumenta ação e c controle e descom missionamen nto. Suécia – Emir rados Ára abes A empre sueca A Laval g esa Alfa ganhou a co oncorrência para forne a ecer os troca adores de c calor para a central d Emirados Árabes e Brakka. O valor do contrato é 9 milhões de dólares dos em 9,5 s s. GP PL.G – Gerê ência de Plan nejamento E Estratégico Pan norama da E Energia Nuc clear – Nove embro 2013 102
    • Jordâ ânia - Arg gentina A Argen ntina e a Jo ordânia assinaram acor intergov rdo vernamental para a coo operação no campo do o o uso pac cífico da en nergia nuclear que co obre atividades de pes squisa e ap plicações n nucleares, a produçã de radio ão oisótopos, a exploraçã mineral, a constru ão , ução e ope eração de r reatores de e potência e de pesq a quisa, a fabr ricação de c componente e o proce es essamento d resíduos nucleares. de s Jordâ ânia – Co oréia do Sul Um con nsórcio liber rado pela C Coréia do S através da Korea A Sul Atomic Ene ergy Resear Institute rch e (KAERI), ganhou a concorrên ncia para fornecer o re eator de pes squisa de 5 MW para a Jordânia. Associa ado a este contrato será const e truída uma fábrica de radioisót a topos e se eus anexos s relacion nados nos p próximos cin anos. nco Jordâ ânia – Ing glaterra O secr retário de relações e exteriores d Grã-Bre da etanha Dav Miliband assinou acordo de vid d e coopera ação nuclea com a Jo ar ordânia (Na asser Judeh Durante o evento o secretário elogiou a h). e posição transparen da Jordâ o nte ânia em relação à ene ergia nuclea e reafirmo o compr ar ou rometimento o de seu p país com o desenvolvim mento de pr rogramas ci ivis nucleares em paíse árabes. es Jordâ ânia – Jap pão O Japão e a Jordân assinara acordo d cooperaç o nia am de ção, com du uração de 5 anos, no qual o Japão o irá dar s suporte ao processo de desenvolv e vimento do uso pacífic da energi nuclear n Jordânia. co ia na Tecnolo ogia, treinam mento e infra aestrutura e estão entre os principai pontos do acordo. is o Jordâ ânia – Turquia Acordo de coopera ação nuclear assinado entre os países nas áreas de operação d centrais, o s de serviços fornecime s, ento de com mbustíveis, exploração de urânio e proteção r radiológica. A Jordânia a assinou acordo sim u milar com ou 11 naçõ utra ões. Argen ntina – Ca anadá 1-A Argentina e o C Canadá ass sinaram aco ordo para es stender os a acordos de cooperação existentes o s relativos ao reator CANDU-6 e ao desenvolvimento do Advan s o nced Candu Reactor (A u ACR-1000). Um aco ordo similar existe com a China. 2- Assin nado contra atos entre a Nucleoelec ctrica Argentina e SNC-Lavalin para aumento da vida útil o da usina Embalse em 30 ano com transferência de tecnologia e desenv a os volvimento industrial. O process prevê tam so mbém aume ento de potê ência. Argen ntina – Arábia Saudita A Argen ntina, atrav vés de seu Ministro Ju de Vido e a Aráb Saudita assinaram acordo de ulio o, bia m e coopera ação para a construção e operaçã de reator nucleare tanto par pesquisa como para o ão res es ra a a a geraç ção de ene ergia. No e escopo estã atividade de segu ão es urança, res sposta a em mergências, GP PL.G – Gerê ência de Plan nejamento E Estratégico Pan norama da E Energia Nuc clear – Nove embro 2013 103
    • gestão e tratamento de resíduos e uso da tecnologia na indústria, medicina e agricultu a a a ura. Argen ntina – C Coréia do Sul o A Argen ntina, atrav vés de seu Ministro J u Julio de Vid assinou em 16 se do, u etembro de 2010, um e m memora ando de co ooperação c com a Coré do Sul (Ministro da Economia Choi Kyo éia a oung-hwan), objetiva ando novos projetos nucleares e ex xtensão de vida das us sinas existentes na Arg gentina. Argen ntina - Tu urquia A Comi issão Nacio onal de Ene ergia Atômica-CNEA e o organis smo similar da Turquia, a TAEK, r firmaram um acord (janeiro 2 m do 2011) de co ooperação nuclear. O interesse d TAEK é contar com da m radioisó ótopos nacio onais e o reator nuclear argentino (CAREM). Brasil – União Europeia l o O gove erno brasileiro fechou com a Com munidade E Européia de Energia A e Atômica (Eu uratom) um m acordo para pesqu uisa na área de fusão n a nuclear que englobará troca de inf formações c científicas e técnicas intercâmb de cien s, bio ntistas e engenheiros, organizaçã de semin ão nários e realização de e estudos e projetos. s . Coréia do Sul – Repub a blica Che eca A empr resa Doosan Heavy In ndustries & Constructio da Coré do Sul informou qu está em on éia ue m acordo de compra da empresa de Equipa a amentos Pe esados SKO OPDA Powe da Repub er blica Checa, que lhe dará o dir e reito sobre a tecnologia de turbin nas à vapor. O acordo está orça o ado em 450 0 milhões de euros e permitirá expansão d negócio da Doos s dos os san que desta forma s torna um se m forneced complet para usin de energ dor to nas gia. Coréia do Sul – Egito a O Egito solicitou fo ormalmente à Coréia do Sul ajuda para treina seus técn o a ar nicos e enge enheiros na a área nu uclear e a a atividade de eve ainda e este ano, s segundo a Internationa Cooperat al tion Agency y (KOICA Esta agência tem ex A). xperiência n nesta ativida já tendo trabalhado junto com a AIEA em ade o o m m treiname ento nuclea para 400 engenheiro do Vietna Indonés e Nigéria ar os am, sia a. Austrá – Em ália mirados Á Árabes Austrália assinou u acordo d cooperaç nuclear autorizand a exporta a um de ção r do ação de urâ ânio para os s Emirado Árabes U os Unidos, ond começou recenteme de u ente a const trução do segundo rea nuclear ator r, de quat planejad tro das. Emirad Árabes Unidos se tornaram o primeiro m dos mercado de exportação o de urânio da Austrá no Orie ália ente Médio e é "um pa asso em frente" para os planos do Emirados s os s Árabes Unidos de t energia nuclear dom ter mesticamen nte. Japão – Polôn o nia Assinad acordo entre as empresas GE Hitach Nuclear Energy (G do hi GEH) e En nergoprojekt Warszawa, S.A. (E EW) para v verificar a p possibilidade de parcer no dese e ria envolviment de reator to r nuclear com suprim mento de se erviços de engenharia, construção e montagem entre ambas. GP PL.G – Gerê ência de Plan nejamento E Estratégico Pan norama da E Energia Nuc clear – Nove embro 2013 104
    • VI – Ambie ente e Socie edade É assus stador que em pleno s século 21 a ainda tenha amos 20% da populaç ção mundial, cerca 1,4 4 bilhões de pessoa vivendo sem acess à eletrici as, so idade. Outr bilhão viv com sup ro ve primento de e baixa qualidade e/ /ou sem garantia de fo ornecimento Quase m o. metade da p população m mundial (2,7 7 s) biomassa (c carvão vege etal) para co ozinhar ou s aquecer se r. bilhões de pessoas ainda depende de b O progr rama da O ONU de forn necer eletricidade de qualidade a todas as pessoas a 2030 (o até o chamad Energy f All) é indispensáv para o atingimento da meta do milênio da própria do for vel o a radicar a ex organiza ação de err xtrema pob breza, o que não será factível sem esta que e estão esteja a solucion nada. A energ é a chav para o pla gia ve aneta e par o estilo de vida da hu ra e umanidade. Ela garant postos de . te e trabalho segurança, produção de alimentos, transpo e tudo mais. Na fa dela, as economias o, o orte alta s s do mundo, os paíse ecossist es, temas, etc., não funcio , onam. Apesa de enorm ganhos em acesso ar mes s o ade ao long das dua últimas décadas, os governo e organ go as os nizações de e global a eletricida desenvo olvimento d devem cont tinuar a inv vestir em eletrificação para alcançar a saúde, proteção o ambient qualidad de vida e sustentab tal, de bilidade. Os problemas nos paíse em desen s s es nvolvimento o podem parecer ins superáveis: a escasse de água potável, s ez a sistemas de saneamento básicos e s inadequ uados, o a acesso limit tado à eletricidade, b baixa produ utividade a agrícola (de evido à má á irrigação uso am o), mbientalmente insusten ntável de re ecursos, e assim por diante. Para ajudar a resolver estas que r estões, a tecnologia nu uclear se apresenta co omo a tecn nologia disp ponível mais s madura, com meno emissão de carbono sendo cap de gera grandes q or o, paz ar quantidades de energia s a para suprir as nece essidades da sociedade em termos de qualida e ade, quantid dade e conf fiabilidade. Em 2009, cerca de 70% da e energia não o poluente g gerada nos Estados Unidos fo s oi proveniente de fonte nuclear que participou e e u com apena 20% do to de energia elétrica as otal a gerado no p país. A indú ústria nuclea opera em ar m geral a uma taxa de 90 de sua c a 0% capacidade, não depend dendo da sa azonalidade climática. e Geração líq quida de energia elétrica e entre 2010 e 2 2040 S ilhões de kWh h) Fonte EIA-US DoE (em tri GP PL.G – Gerê ência de Plan nejamento E Estratégico O reposic cionamento de vários líderes s r ambientalis stas quanto à quest o tão nuclear como o at tivista Patrick Moore e Stephen n Tindale (ex x-Greenpea ace), Jame Lovelock es k (teoria de G Gaia), Hugh Montefiore (Friends of h e the Earth), Stewart Brand (W Whole Earth h Catalog) m mostram a desmistif ficação do o assunto qu agora é tratado de forma mais ue s e meno técnica os dogm mática. A independên ncia energ gética é fator de e segurança e riqueza para os p países e a energia nuc clear por se uma fonte de grande er e e porte, oper rando na d base dos sistemas, de produzida localmente, livre de emissões do , o fa data a atend a estas der s efeito estuf é candid Pan norama da E Energia Nuc clear – Nove embro 2013 105
    • condiçõ ões. A oposiç à energ nuclear m ção gia movida por ambientalis stas levou a um bilhão de tonelada extras de as e dióxido de carbono - CO2 bom o mbeadas dir retamente p para a atmo osfera, uma vez que a e energia que e novas nucleares não gera aram foi s suprida po usinas movidas à combust or tível fóssil. A disponibilidade e a acessibilidade da e energia em e especial a e elétrica se t tornaram ind dispensáve el para as condiçõe de trab s es balho da s sociedade moderna. A seguran nça de suprimento é preocup pação de to odos os gov vernos porque ela prov os serviç essencia para a p vê ços ais produção, a comunic cação e o comércio. Previsão até 2040 de Geração Nuclear líq e quida por re egião (IEA 2013-USDo oE) A segur rança energ gética está intrinsecam mente ligada às preferê a ências geop políticas, as estratégias s tecnológ gicas escolh hidas e às o orientações das polític sociais d s cas definidas pe elos diverso países. A os combina ação das c condições de fronteir ras, da viz zinhança, da localizaç ção contine ental e dos s recursos internos leva a gr s rande diver rsidade de entendime ento do co onceito de segurança a energét tica e tamb bém da su ustentabilida ade. A pol lítica mund dial de ene ergia precis de uma sa a significa ativa revisã por razõ ão ões que inc cluem desd a segur de rança energ gética até balança de e pagame entos e preo ocupações a ambientais de cada país. Desastr ambient res tais devidos às buscas a qualque custo, de combustíve fósseis t s s, er eis trazem hoje e um cust que a soc to ciedade não quer e não pode mais pagar. o o s A impla antação de um projeto nuclear se empre levan questões sobre os riscos asso nta s ociados tais s como a liberação d radiação em condiçõ de rotina e/ou em c de ões a caso de acid dente; a dep posição dos s resíduos e a ques s stão da pro oliferação d armas n de nucleares. Essas preo ocupações necessitam m tratamento adequa e a sociedade com um todo precisa ser informada em linguag ado mo r a gem clara e decisões não sejam tom madas em d desarmonia com a sua vontade, ou sob efeito o simples para que d ção. Evitar conflitos só é possível quando a c comunicação chega a to odos adequ uadamente. da emoç GP PL.G – Gerê ência de Plan nejamento E Estratégico Pan norama da E Energia Nuc clear – Nove embro 2013 106
    • Para cr um par riar ralelo de co omparação apresenta o a-se um ind dicador de qualificaçã de risco e ão o para um fonte g ma geração de energia: o de óbitos registrados por TW gerado pela forma e s Wh a de gera ação e tam mbém ao lon da vida da usina. ngo Quantidad de óbitos por TWh gerado por tipo de En de s r nergia Quantidad de óbitos por TWh gerado ao longo da v de o vida do ger rador de en nergia http://nextbigfutu ure.com/2 2011/03/de eaths-per-t twh-by-ene ergy-source e.html GP PL.G – Gerê ência de Plan nejamento E Estratégico Pan norama da E Energia Nuc clear – Nove embro 2013 107
    • As emp presas nucle eares dos E Estados Unidos e da Europa estão sendo inc o cluídas nos indicadores s de suste entabilidade de Bolsas de Valores como a de Nova York (Dow Jones Sustaina e s s e k ability World d Index - DJSI World Este indic d). cador é um altíssimo p padrão inter rnacional e q qualquer em mpresa com m em quer fazer parte dele devido a sua credib e bilidade e isenção. As empresas s s ações e Bolsa q nucleare incluídas em 2009 f es s foram as al lemãs EOn e RWE, as espanhola Endesa e Iberdrola, n as as amer ricanas Ente ergy e Pacif Gas & Electric, a ita fic aliana ENEL e a finland L desa Fortum m. de a raz studantes un niversitários s O aquecimento do mercado d trabalho na indústria nuclear tr mais es sta gia um ara des criando o para es tecnolog e cria u circulo virtuoso pa o setor com mais universidad cursos n área. Esta é uma es na stratégia de efendida pela AIEA em suas recen ntes conferê ências sobre e desenvo olvimento nuclear onde se dá muit ênfase ao treinamen e ao apr e to o nto rendizado. hoje falta de mão de o e obra especializada em quase toda as ativid as dades e ma ainda na ais a Existe h nuclear que requer muita qua r alificação. Tr reinar os tre einadores ta ambém é u uma meta da AIEA que e tem oferecido curso para trein os nadores que já foram f e freqüentado por mais de 700 especialistas. os Os Esta ados Unidos (DoE) inv s vestiram 17 milhões em bolsas de estudos p m e para pesquisadores de e universi idades para especificam a mente dese envolver a te ecnologia da próxima g geração de reatores de e energia, tentando desta forma manter a liderança neste camp Além d po. disso, o Idaho Nationa al Laborat tory (INL) es investindo 50 milhõ na cons stá ões strução de um centro d dedicado à pesquisa e educaçã na área nuclear, que faz pa ão a arte do pro ograma de atualização da infrae o estrutura do o laborató ório. O acide ente de Fukushima de eve atrasar um pouco todo este processo mundial se r o em, contudo o cancelá á-lo. Outro po onto a ser c considerado é o progra o ama Megato to Meg ons gawatt s (M2 que, até agosto de 2M) e 2011, eliminou o eq quivalente a 17.000 og givas de arm nuclear mas res, através da reciclag s gem de 500 0 milhões de toneladas (MT) d urânio a s de altamente e enriquecido (90%) que foi transfo e ormado em m combus stível para u usinas nucle eares de ger ração de en nergia elétric ca. Durante os 20 anos do progra e ama M2 M, os russos d desmantelar ram milhares de arma nucleares as s e gerara centena de milhõ de libras peso de u am as ões uranio equiv valente na f forma de uranio pouco o enriquec cido- LEU a 4% que fo entregue às gerador nucleare a maiori american para uso oi ras es, ia na, o em reat tores comer rciais de ge eração elétr rica. Por mu uitos anos a entregas deste uran evitou a as s nio mineraç de 24 m ção milhões de libras peso. O progr rama expira no fim de 2 2013. Haver pressão n suprimen internac rá no nto cional de ura anio. GP PL.G – Gerê ência de Plan nejamento E Estratégico Pan norama da E Energia Nuc clear – Nove embro 2013 108
    • VII – Com mbustível Urânio O urânio, metal enco ontrado em formaçõe rochosas da crosta m es s a terrestre, é extraído d minério, purificado e concent do trado sob a forma de u sal de cor amarela, conhecid como "y um do yellowcake", matéria prima do ciclo do combu o ustível para produção da energia a a gerada em um reat m tor nuclear Ele é a r. abundante e existem m tecnologias capazes d extrair m s de material sufic ciente para atender até é 60 vezes a necessida as ades do con nsumo. As minas produzem cerca a de 60.000 toneladas p ano, ma parte do mercado é suprida por por as fontes secundária as como o o desmantela amento de armas nuc cleares. O maior us do meta é na gera so al ação de Produção do Yellowca – foto INB o ake B energi elétrica. ia A m mineração e a produç ção de concentrado de urânio (U3O8) constituem a primeira etapa d do ciclo do comb bustível, preendendo a extraçã do minér da natu o ão rio ureza (incluindo as comp fases de prospe s ecção pesquisa) e ben neficiamento transform o, mando-o no “y yellowcake”, composto de U3O8. Importante destacar que este o óxido serve a t o todas as te ecnologias d reatores nucleares, sendo de s hoje considerada uma “com mmodity”. Minério de Urân - foto INB nio Produ ução das minas (to U) - WNA on País Cazaquis stão Canadá Austrália Niger (est t) Namíbia Rússia Uzbequis stão USA st) China (es Malawi Uckrania (est) Africa do Sul India (est) ) Brasil a Republica Tcheca Romênia (est) Alemanha a Paquistão (est) o França total Mund do ton U3O8 8 Demanda percentual no a mundo 2005 4357 11628 9516 3093 3147 3431 2300 1039 750 2006 5279 9862 7593 3434 3067 3262 2260 1672 750 2007 6637 9476 8611 3153 2879 3413 2320 1654 712 2008 8521 9000 8430 3032 4366 3521 2338 1430 769 800 674 230 110 408 90 94 45 7 41 719 49 199 800 534 177 190 359 90 65 45 5 39 444 46 516 846 539 270 299 306 77 41 45 4 41 282 48 683 65% 63% 64% GP PL.G – Gerê ência de Plan nejamento E Estratégico 800 655 271 330 263 77 0 45 5 43 764 51 611 2009 14 4020 10 0173 7982 3243 4626 3564 2429 1453 750 7 104 1 840 8 563 5 290 2 345 3 258 2 75 0 50 8 50 772 0 59 875 9 2010 0 1780 03 9783 3 5900 0 4198 8 4496 6 3562 2 2400 0 1660 0 827 7 670 0 850 0 583 3 400 0 148 8 254 4 77 8 45 7 53 67 71 63 29 95 2011 19451 9145 5983 4351 3258 2993 2500 1537 885 846 890 582 400 265 229 77 51 45 6 53 493 63 084 68% 78% 7 78% % 85% 2012 21317 8999 6991 4667 4495 2872 2400 1596 1500 1101 960 465 385 231 228 90 50 45 3 58 394 68 864 86% Pan norama da E Energia Nuc clear – Nove embro 2013 109
    • Para ca ada MW ins stalado em reator de t tecnologia “ “água leve” (LWR) con nsome-se tipicamente e 178 kg/a de U3O8. ano Os recursos mun ndiais de u urânio pode em ser div vididos em: razoavelm mente asse egurados e dos, sendo c considerado de baixo, médio ou alto custo a os aqueles com custos de exploração m o estimad menores do que 4 dólares/kgU, entre 40 e 80 d 40 dólares/kgU, e superio ores a 80 d dólares/kgU, respecti ivamente. Além disso, os cu ustos assoc ciados à classificação do recurso dependem naturalm o m, mente, do método de produç ção. Cerca de 60% da produção de urânio no mundo vêm de minas do o o o uistão (36,5% Canadá (15%) e da Austrália (12%) e est produção vinha cain desde %), á a ta o ndo Cazaqu os anos de 1990 devido à q s queda dos preços no mercado internacional. Recente o emente a produçã retomou o crescimento e hoje a ão atende cerca de 67% d necessid das dades de ge eração de energia. As fonte de urânio já identificadas são suficientes para suprir 60 a 100 anos de op es r peração das s usinas existentes no mundo e ainda os cenários d maior expansão pr s de revistos até 2035 pela é a AIEA. O Caza aquistão, tor rnou-se, ao final de 20 o 009 o maior produtor m mundial de urânio apó aumentar ós enormemente a sua produção quando at o, tingiu a mar de 14.00 toneladas anuais. rca 00 A produ ução mundial aumento 6% em 2011, com o Cazaqu ou m uistão send novamen o maior do nte r produtor. As maio ores empre esas produto oras em 20 010 foram Kazatompro om (do Ca azaquistão); Cameco (do Canad Areva (da França), Rio Tinto ( o dá), , (Austrália) e Atomredm metzoloto (da Rússia). a Reserva de urânio p País – 2011 – WNA as por Todas e estas empre esas tem n negócios em todos os m continen ntes. País Tonel ladas U % Mundo 31% Cazaquis stão 629.000 12% Rússia 487.200 9% Canadá 468.700 9% Niger 421.000 8% África do Sul 279.100 5% Brasil 276.700 5% Namibia 261.000 5% USA 207.400 4% China 166.100 3% Ucrânia 119.600 2% Uzbequis stão 96 6.200 2% Mongólia a 55 5.700 1% 33 3.800 1% Outros O urâni é minera io ado em 20 países, sendo que 7 deles (A Austrália, C Canadá, Cazaquistão, Namíbia, , Níger, R Rússia e Uz zbequistão) respondem por 90% ) m da produção. 1.66 61.000 Jordânia Segundo a KazAto omProm (es statal do Cazaquistão inera o ur rânio do p país) a me edida que que mi indústria nuclear se desenvolve e o suprimento de a urânio no mercad secundá do ário diminui cresce a i possibilidade de déficit de co ombustível nuclear no mercado e para iss a empres está se p o so sa preparando através de aumento de produção e am mpliação de capacid dade que a atenderá a pico de demanda ao previsto para 2016. Os investimentos são da ordem o o de 20 m milhões de d dólares.Em contraste o Canadá e a Austr rália diminu uíram suas produções enquanto s Rússia e Uzbequistão as mant tiveram con nstantes. 164.000 3% Australia total mun ndial GP PL.G – Gerê ência de Plan nejamento E Estratégico 5.32 27.200 Pan norama da E Energia Nuc clear – Nove embro 2013 110
    • WNA 2012 - Minas de Produçã de Urâ Ae ão ânio 8 maiores e empresas produto s oras (82% ) % Empresa a tonelada U as % Ka azAtomPr rom Areva o Cameco ARMZ - Uraniu One Z um Rio Tinto o BHP Billito B on Paladin Navoi Outras Total 8.863 8.641 8.437 7.629 5.435 3.386 3.056 2.400 8 10.548 58.394 4 15 1 15 1 14 1 13 1 9 6 5 4 18 1 100 A Atualmente são usada por ano as o c cerca de 68 mil tonelad 8 das. Com o u uso apen nas em reatores s c convenciona ais este valor é s suficiente pa alimentá ara á-los por 80 0 a anos. Se forem n necessários s c combustíveis para ma reatores s ais s o os preços deverão aumentar r as c considerando-se s bases s g geológicas conhecidas no o m momento. A crise finan nceira globa de 2008al 2 2010 teve im mpacto na p produção de e u urânio, causando a r redução de e p produção de algumas minas. O s p preço do ur rânio teve f forte queda a d devido à re edução de demanda. e A Até 2013 a queda de preços s c continuava a acentuada. A dimin nuição dos preços, a inflação d devido ao aumento d dos custos de produç ção, menor r crescim mento do de esenvolvime ento e prod dução das m minas e, mais recente emente o ac cidente das s usinas n Japão, fo no orçaram alg gumas empresas produ utoras de ur rânio a colo ocar suas indústrias em m manutenção. Cont tudo, a entrada em operação de novas usinas em fin de cons e nal strução e a eventua recuperaç da econ al ção nomia globa deverão, a médio pr al razo, elevar a demanda de urânio r o no merc cado interna acional. Segundo a consult toria UxC, a Ásia deverá liderar es aument de capac sse to cidade e ultr rapassará a América do Norte, atualmente a maior consumido a r ora. O con nsumo mun ndial de U3 3O8 deverá á crescer de 44,4 mi toneladas para 110 m tonelada em 2030 Foi levantada ainda a demanda il s mil as 0. a projetad para os próximos 2 anos, que preconiz uma necessidade crítica de a da 20 za aumento de e produçã uma vez que no últ ão, z timo ano as minas prim s márias produziram apenas 43,8 m toneladas mil s do miné ério. No Bras a estatal Indústrias N sil Nucleares d Brasil (IN estima q as rese do NB) que ervas da min de Santa na a Quitéria cheguem a 142,5 m toneladas de urânio A capacidade produ a mil s o. utiva plena de 1,5 mil tonelada de conc as centrado de urânio p ano ser alcançad em 2015 e os inv e por rá da vestimentos s necessá ários para v viabilizar o p projeto são d ordem de US$ 35 m da e milhões. No quad a segui é apresen dro ir ntada a exp pectativa da necessid as dades de ur rânio, consi iderando os s reatores em operaç s ção, os em construção os planeja o, ados e os p propostos p cada país conforme por e compila pelo Wo Nuclear Association – WNA at outubro d 2013. ado orld r n té de GP PL.G – Gerê ência de Plan nejamento E Estratégico Pan norama da E Energia Nuc clear – Nove embro 2013 111
    • GERAÇÃO NUCL LEAR DE ELETRICIDADE 2012 E País rabia Saudi Ar Slovakia a Slovenia a South A Africa Spain Sweden Switzerland d Thailand Turkey Ukraine UAE United K Kingdom USA Vietnam m WORLD* ** EATORES EM RE CO ONSTRUÇÃO out/13 REATORES PLANEJADOS out/13 5.9 4.7 2 MWe liq. 935 1 MWe bruto 745 1 MWe bruto 33 2.1 26.6 1 376 0 0 1 0 0 0 0 0 0 2 0 0 0 0 0 0 38.5 51.0 7 5943 0 15.2 3.1 2 1901 1 14.9 31.6 2 1906 0 89.1 15.3 19 13553 0 REATORES PROPOSTOS out/13 1060 bilhões kWh b Argentin na Armenia a Banglad desh Belarus m Belgium Brazil a Bulgaria Canada Chile China Czech R Republic Egypt Finland France Germany Hungary y India Indones sia Iran Israel Italy Japan Jordan Kazakhs stan Korea D DPR (North) Korea R (South) RO Lithuani ia Malaysia a Mexico Netherla ands Pakistan n Poland a Romania Russia RE EATORES OPER RACIONAIS out/13 o %e No. No. N URANIO NECESSÁRIO 2013 2 e MWe bruto o 1400 0 2000 0 0 0 2 2400 2 2400 0 0 0 0 0 0 0 1017 1405 0 0 4 0 4000 321 0 1 950 0 0 317 0 2 1500 3 0 3800 1764 No. No. toneladas U 212 86 0 0 0 0 0 0 0 0 4 4400 0 0 92.7 2.0 17 13842 30 3 32690 59 64420 118 12200 00 6711 28.6 35.3 6 3766 0 0 2 2400 1 1200 0 574 0 0 0 0 0 0 1 1000 1 1000 0 0 22.1 32.6 4 2741 1 1700 0 0 2 3000 0 1127 407.4 74.8 58 63130 1 1720 1 1720 1 1100 0 9320 94.1 16.1 9 12003 0 0 0 0 0 0 1889 14.8 45.9 4 1880 0 0 0 0 2 2200 0 357 29.7 3.6 20 4385 7 5300 18 15100 39 4500 00 1326 0 0 0 0 0 0 2 2000 4 4000 0 0 1.3 0.6 1 915 0 0 1 1000 1 300 0 172 0 0 0 0 0 0 0 0 1 1200 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 10 1700 00 0 17.2 2.1 50 44396 3 3036 9 12947 3 4145 5 366 0 0 0 0 0 0 1 1000 0 0 0 0 0 0 2 600 2 600 0 0 0 0 0 0 0 0 0 1 950 0 0 143.5 30.4 23 20787 5 6870 6 8730 0 0 4218 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 1 0 1350 0 0 2 0 2000 0 0 0 8.4 4.7 2 1600 0 0 0 0 2 2000 0 270 3.7 4.4 1 485 0 0 0 0 1 1000 0 103 5.3 5.3 3 725 2 680 0 0 2 2000 0 117 0 0 0 0 0 0 6 6000 0 0 0 10.6 19.4 2 1310 0 0 2 1310 1 655 5 177 166.3 17.8 33 24253 10 9160 28 29180 18 1823 36 5090 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 16 1700 00 0 14.4 53.8 4 1816 2 942 0 0 1 1200 0 675 5.2 53.8 1 696 0 0 0 0 1 1000 0 137 12.4 58.7 61.5 24.4 0 5.1 20.5 38.1 35.9 0 2 7 10 5 0 1830 7002 9388 3252 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 6 0 0 3 5 9600 0 0 0 4000 0 5000 0 305 1357 1505 521 0 0 0 0 0 0 0 4 4800 4 4500 0 0 84.9 46.2 15 13168 0 0 2 1900 11 1200 00 2352 0 0 0 0 2 2800 2 2800 10 1440 00 0 64.0 18.1 16 10038 0 0 4 6680 9 1200 00 1828 770.7 19.0 100 98951 3 3618 9 10860 15 2400 00 19622 0 0 0 0 0 0 4 4000 6 6700 0 0 432 371,9 70 7 73,366 173 187,74 314 356,9 99 64,978 2346 GP PL.G – Gerê ência de Plan nejamento E Estratégico Pan norama da E Energia Nuc clear – Nove embro 2013 112
    • Tório O tório tem um gra ande potencial como c combustível alternativo ao urânio. Segundo o diretor do l o . o Institute of Nuclear Science at the Univers of Sydn e r sity ney, Reza H Hashemi-Nez zhad, o tório apresenta o a vantage em rela ens ação ao urânio porque na operaçã de uma usina, ele não gera plutônio nem ão m ndo, portan outros m materiais qu podem s destinar a armas nucleares, não oferecen ue se nto, riscos à prolifera ação. Por não ser um material normalmente físsil não pode se usado e reatores er em s térmicos com fluxo de neutros mas ele absorve nê s o s, êutrons e se transforma em bom c e a combustíve el (urânio 233). Existe um reator ADS (acc celerator-driven nuclear reactor) que pode ) eria usar tório como o combus stível e pod deria incinerar seu pró óprio resídu e també o de ou uo ém utras usinas nucleares s s abastec cidas com urânio. Ainda não é ope a eracional. O tório é 4 veze mais ab es bundante n planeta que o urâ no ânio e os depósitos conhecidos s (principa almente na Austrália, Í Índia, USA, Brasil, etc..) poderiam fornecer e m energia por milhares de e anos. te rograma nu uclear base eado em tó ório, mas o processo não usa o Soment a Índia tem um pr combus stível puro. O país espe ter um p era protótipo de usina à tório operando até o final da década. o Ratan K Kumar Sinh diretor d Bhabha Atomic Research Ce ha, da entre em Mumbai, Índi informou ia, u que sua equipe es finalizan a stá ndo o sítio p para a cons strução de uma centra de 300MW movida a al W tório, co um reat AHWR (Advanced Heavy Water Reactor que tem a flexibilida om tor r) ade de usar r combina ações de co ombustíveis como plutô s ônio-tório ou uranio– tó (com ba u ório aixo enrique ecimento). A não g geração de plutônio p e pode ser fa ator de com mpetitividade dependen e ndo do que cada país e s deseja n seu prog no grama nucle ear. É prová ável que o pouco dese envolviment do tório e décadas to em s se deva ao fato d ele não atender as ambições militares. O nuclídeo gerados são gama a de s Os os s a radioativ vos, rastreá áveis e facilm mente detec ctáveis o qu dificulta s uso ilíci ue seu ito. GP PL.G – Gerê ência de Plan nejamento E Estratégico Pan norama da E Energia Nuc clear – Nove embro 2013 113
    • VIII - Com mbustív vel Irr radiado Rad o, diação, Reje , eitos e rocessamento o Repr Toda a atividade h humana p produz res síduos. Ne enhuma te ecnologia é absolu a utamente segura ou livre d impacto ambien a de os ntais. Comb bustível irradiado o Resíduo convenc os cionais são restos pro ovenientes de quaisqu uer atividad des ou pro ocessos de e origens industrial, hospitalar, comercial, agropecuária e outr ros, incluind os lodo e cinzas do os s entes de sis stema de controle de p poluição ou de tratame u ento de águ nos esta ua, ados sólido, provenie semi-só ólido e/ou líq quido. Segundo a AIEA, a descarga anual de co ombustível irradiado pro oveniente d todos os reatores de de e geração de energia elétrica é d 10.500 to o a de oneladas (d metal pes de sado). Alguns países veem o combus m stível irradia como re ado ejeito que d deve ser gua ardado em repositórios s definitivos para alt radiação. Outros pa ta aíses veem este mate m erial como u recurso energético um o o para ser reprocessado e reutilizado. Usina de Reproc cessamento Sellafield o d C Cumbria – Inglaterra Desta forma, existem duas est tratégias de e gerenciamento de este material sendo o implemen ntadas no m mundo. A p primeira é o reprocessamento o armazen ou nagem para a futuro rep processame ento, de form a extrair ma r o combu ustível ainda existente no material a irradiado (Urânio e Plutônio) pa produzir o ara r o MOX (óxido misto de Urânio e Plutônio) o ) á como comb bustível em m que será usado c usinas pr reparadas p para tal. Ce erca de 33% % da de escarga m mundial tem sido o reprocessada. atégia o c combustível Na segunda estra erado reje eito e é usado é conside armazenado prelim minarmente até a sua d disposição f final. A exp periência de 50 anos no manuseio e o deste m material se mostrou se egura e efic ciente em a ambas as tecnologias que foram até agora s m a empregadas – arm mazenamen a seco ou em pisc nto cinas (Wet and Dry te ecnologies). Nos dois s casos o combustív irradiado é primeira vel o amente arm mazenado n piscina d reator e depois em na do m repositó órios interme ediários que podem se na própria usina. e er a Hoje os países que reprocess s e sam combus stível nuclear são Chin França, Índia, Japã Rússia e na, ão, Reino U Unido. Os qu guardam podendo r ue m reprocessar no futuro são Canadá, Finlândia e Suécia. r GP PL.G – Gerê ência de Plan nejamento E Estratégico Pan norama da E Energia Nuc clear – Nove embro 2013 114
    • Os Esta ados Unido não estã completa os ão amente def finidos sobr a tecnolo re ogia a usar A grande r. e maioria dos demai países sequer defin a estraté is niu égia e estã armazen ão nando seu c combustíve el usado e aguardand maior desenvolvime do ento das tecnologias as ssociadas a ambas as e estratégias. Ciclo d Combustíve Nuclear do el Em 200 cerca de 180 tonelad de MOx foram usa 06 das x adas em doi reatores B is BWR e em 30 reatores s PWR em diversos países (Bé m élgica, Franç Suíça, A ça, Alemanha, etc.). O ma uso é e aior esperado no o Japão e na Índia a partir de 20 010. Program de depó mas ósitos defin nitivos para combustíve irradiado e el estão em andamento e diversos em s lugares, mas nenh , hum deles d deve opera comercial ar lmente ante de 2020 O fato de não haver es 0. e r nenhum depósito d m definitivo em operação não signific que não se tenha c m ca concebido uma solução o para o t tratamento d rejeitos A tecnolog de tratamento para deposição definitiva c dos s. gia a o compreende e o isolam mento dos m materiais através de blindagem e vitrificação e em segu uida o seu d depósito em m cavidad des rochosa estáveis Neste loc o mate as s. cal erial deverá permanec contido até o seu á cer u decaime ento a níveis que não c causem dan à espéc humana ou ao meio ambiente. nos cie o O dese envolviment de soluções inova to ativas como o projet Myrrha (Multi-purpose Hybrid to d Researc Reactor for High-Te Applications) na Bé ch ech élgica ofere ecem outras possibilida s ades para o tratamento de res síduo nucle como a transmuta ear ação. Apes sar de uma fábrica c a com grande e capacid dade ainda e estar muito distante, u projeto p um piloto (ao cu usto de 1 bilhão de eu uros) deverá á ser com missionado a 2019 no Centro Bel de Pesq até o lga quisas Nucle eares-SCK, como parte do projeto , e o Myrrha. Os testes l levarão 5 an até o in nos nício da ope eração come ercial, porem poderão levar a uma m a grande redução na quantidade e no tamanho dos d a depósitos pe ermanentes para resíd s duos de alta a atividade. GP PL.G – Gerê ência de Plan nejamento E Estratégico Pan norama da E Energia Nuc clear – Nove embro 2013 115
    • Radia ação Como m muitas coisa na nature a radiaç pode se boa ou ru depend as eza ção er uim dendo da qu uantidade. N No nosso p planeta exis uma radiação natur de fundo (natural ba ste ral o ackground s source) à qual todos nós estamos submetido todos os dias. O se humano e s os s er está adaptado a essas fontes. O s as rochas sol, de granito, as areia monazíticas, outros materiais n as naturalment radioativo encontrados no ar, no te os mar e n terra faz na zem parte d dessa radia ação. As ra adiações de fundo vari e iam enorme emente pelas regiões do mundo d dependendo de fatores como com s mposição de rochas no ambiente, a e altitude, etc. Apen 15% das e nas emissões é pro ovocada pelo h homem (medicina e indústria nuclear) a A radiaç produzida por um r ção reator nucle é similar à natural s que mais intensa, e por isso ele ear r só s e tem as p proteções n necessárias de forma a isolar a rad diação do a ambiente e d pessoas. As doses das s de radia ação recebid pela hu das umanidade s são, em ma de 85%, vindas da n ais natureza. Tipos de Radiaçã ão Ca aracterístic - Perigo Apresent cas o tado ALFA Nã penetra na p – perigoso apenas se ing ão pele o gerido BETA podem ser barrados po madeira/ alu or umínio, etc. – pouco perigo Raio GAM MA Raio X perigoso par pessoas - pre ra ecisa ser isolado o perigoso par pessoas - pre ra ecisa ser isolado o Partícu que veem d espaço muit perigosas, não fosse a ulas do to proteçã da atmosfera terrestre ão a produzid por fissão n dos nuclear, podem causar danos a homem m ao precisa ser isolado p Radiação CÓSMICA o NEUTRONS Os sen ntidos dos seres hum manos não são capazes de de etectar radiação e po isso são or o necessá ários equipa amentos de detecção para a med e dição de tais liberaçõe sejam elas naturais es, s ou deriv vadas de ac cidentes. Diariamente cada habita ante do plan neta recebe uma carga radioativa e a que var conform sua loca ria me alização e/o atividade desenvolvida. Procedimentos médicos já ou á corrique eiros na soc ciedade acre escentam doses extras de radiaçã ao corpo humano. s ão A tabela abaixo dá exemplos de dose rad á dioativa por procedimento médico realizado: r GP PL.G – Gerê ência de Plan nejamento E Estratégico Pan norama da E Energia Nuc clear – Nove embro 2013 116
    • A unidade de m medida de e exposição à radiação é oS Sievert (Sv) e seus deri ivados, o m Sievert – mili v mSv (um milé ésimo do Sievert =0,001 Sv) e o mic cro Sievert - μSv (m milionésimo do Siever rt 2 Mamog grafia =0,0 000001 Sv) Esta é a unidade in ). nternaciona al Scan d Cérebro de 0,8 a 5 que define os padrões pa as proteções contra e ara a Scan d Mama de 6 a 18 a r radiação, le evando em conta os diferentes m s s efei itos biológ gicos dos diferentes tipos de e Raio-X Gastrintes X stinal 14 radi iação. As dose são cumu es ulativas qua ando a fonte é constant e te: μSv/h = 1 milionésimo do Siev por hor de exposição (0,000001 Sv/h). O vert ra Outra unida usada é ade o Rem q é igual a 0,01 Sv. que Proc cedimento M Médico Radiog grafia Dent tal Dose em m mSv 0,005 Ap partir de EPA – Radiations: Risks and Rea alities GP PL.G – Gerê ência de Plan nejamento E Estratégico Pan norama da E Energia Nuc clear – Nove embro 2013 117
    • Compar rado com o outros even ntos que a afetam a sa aúde das p pessoas a Radioatividade é um dos assunto mais estu os udados e co ompreendid pela ciê dos ência. Em ca país os padrões d proteção são ada s de estabele ecidos em acordo co as reco om omendações da Comissão Intern s nacional pa a Prote ara eção Radiológica (ICRP International Comm Pmission on Radiological Protect tion) que determina que qualque exposição deve ser tão baixa quanto pos er o r ssível (conc ceito ALAR - as low as reasonably RA achieva able). A maior autoridade mundial em efeitos da radiaçã na saúde humana é o UNSCE s ão e EARUN Scie entific Comm mittee on th Effects o Atomic R he of Radiation, ór rgão das Na ações Unida dedicado ao as o assunto o. Dose Radioa ativa Anual mSv/ano O des sconhecimento Dose m máxima aceitá para qual ável lquer obra hu umana 1 do público sobre este Dose a aceitável para viver próximo a Central Nuclear 0,0001 a 0,01 0 assunto e a gran o nde Dose a aceitável para viver próximo a Central a Carvão 0,0003 quantida ade de 0,02 para unto as/ unidade de medida Dose p dormir ju a outra pessoa (8 hora dia) es anual por radiação cósmica a 0,24 dão ma argem a mu uita Dose a confusã e permite a Dose a ão e anual por radiação terrestre e 0,28 desinfor rmação, Dose a anual por radiação do corp humano po 0,4 vez muitas zes 2 Dose a anual por radiação de fonte atmosféric es cas proposit tal, poden ndo Dose m média anual p american para nos 6,2 e causar medo média em vôo de Nova Yo a Tóquio os ork 9 ansieda ade no públ lico Dose m Dose m média anual limite para emp pregados de nucleares leigo. 20 50 Dose d radiação de fundo em partes do Irã, d Índia e da de e da Dose d radiação po fumar 30 cigarros por dia de or 60 a 160 minação radi ioativa é a presença d material radioativo em algum l de lugar onde não querem mos, Contam portanto um mat o, terial radiat tivo sem u um controle de conte e enção. Lim mpar resídu uos radioat tivos normalm mente signif fica esfrega com água e sabão, baldes e p ar pincéis, num processo confuso qu é m ue perigoso para as pe o essoas expostas à poe e águas residuais c eira s contaminadas. tudo no mu undo emite radiação normalmente A radioat e. tividade de um materia emissor d al de Quase t radiação precisa se medida p o er para se def finir os crité érios de pro oteção. Neste caso a física define a e unidade Bequerel (Bq) que re e epresenta a quantidade de desint tegrações p segundo no mater por o rial conside erado. A expo osição à ra adioatividade é acumu e ulativa, pod ser med de dida em μS Sv/h é mui variada e ito conheci na maio dos cas ida oria sos. A seguir apresenta amos exemplos de dos radioativa por hora d se a de exposiç em μSv/ ção /h. Dose média de radiaçã medida D a ão μSv/h μ Mé édia individu por radiaç de fundo ual ção Média indiv vidual por rad diação de fu undo para Am mericanos Média indiv idual por rad diação de fu undo para Au ustralianos Dose média em F Fukushima no dia 25/05/2 o 2011 édia na cidad de Tóquio no dia 25/0 de o 05/2011 Dose mé 0, ,230 0, ,340 0, ,170 1, ,600 0, ,062 GP PL.G – Gerê ência de Plan nejamento E Estratégico Pan norama da E Energia Nuc clear – Nove embro 2013 118
    • No Bras na loca sil, alidade de Guarapari, no Espírito Santo um dose de 200mSv/a o ma e ano é norm mal devido à areias monazíticas q compõe as praia às que em as. os por exposição c contínua: Exemplo de dose radioativa p ano de e Radioat tividade em alguns m m materiais n naturais ou não u Fonte: W WNA 1 adu humano (65 Bq/kg) ulto o 4.500 Bq 1 kgde ca afé 1.000 Bq 1 kg fertilizante superfosfatado o 5.000 Bq 2 O ar de uma cas de 100 m na Austrália (randon) sa a 2 O ar de uma c casa de 100 m na Europa (radon) 1 detecto de fumaça (com ameríc or cio) 3.000 Bq 0 até 30.000 Bq 30.000 Bq q Radioisótop para diag pos gnósticos mé édicos 70 milhõe Bq es Fontes de Radioisótopos terapias mé s édicas 100Trilhõ Bq (100 TB ões Bq) 1 kg de resíduo n g nuclear (vitri ificado) de alta atividade com 50 ano de idade e os 10 Trilhõe Bq (= 10 TB es Bq) 1 sinal lum minoso de sa ( anos 19 aída 970) 1 Trilhões Bq (1 TBq) s 1 kg de urâ ânio 25 milhõe Bq es 1 kg do min nério de uran (Canadá, 15%) no 25 milhõe Bq es 1 kg do miné de urano (Austrália, 0.3%) ério o 500.000 B Bq 1 kg de resíd nuclear d baixa ativ duo de vidade 1 milhão Bq 1 k de cinzas d carvão kg de 2.000 Bq Doses a acidentais de radiação apresent tam efeitos variados no ser hum s mano em fu unção da exposiç ser maior ou mais concentra ção s ada. • • • Ef feitos biológ gicos só com meçam a se sentidos a partir de u er uma exposiç aguda d 250 mSv ção de v. Ef feitos transit tórios como náuseas, v o vômitos e di iarreia aparecem com d dose aguda de 1000 m a mSv. Co doses agudas de 4.000 mSv o ser human é severam om no mente afeta e cerca de 50% vee ado em af falecer em c curto espaç de tempo (cerca de 1 mês) ço o • Co doses agudas de 7.000 mSv são letais pa 100% da pessoas om ara as Se a ra adiação é re ecebida de fontes exte ernas, a pele e os tecid próximo a superf dos os fície do corp po são os mais afetad dos. Os órg gãos profund dentro do corpo são afetados somente p dos s pela radiaçã ão Entretanto s o materia radioativo é ingerido inalado o introduzid se al o o, ou do penetrante gama e nêutron. E os de os, al o proximidade dos órgão es no corpo através d ferimento o materia radioativo pode ser levado às p críticos e irradiá-lo nesta posição inte os erna. A qua antidade de radiação recebida d uma fon e de nte externa pode ser co ontrolada si implesment afastando a fonte. te o GP PL.G – Gerê ência de Plan nejamento E Estratégico Pan norama da E Energia Nuc clear – Nove embro 2013 119
    • Uma ve o mater ez rial inalado e/ou ingerido, ele co ontinua a i irradiar o c corpo até s eliminad ser do naturalm mente pelo organismo. Alguns rad . dionuclídeos permanec s cem no corpo por long período d go de tempo – meses ou mesmo anos. Os efeit biológico do mater radioativ ingerido são idênticos tos os rial vo àqueles produzidos pela radia s s ação externa visto que a contamin a, e nação emite radiação. A localizaçã e ão interna do material emitindo ra adiação alfa e beta permite que e a essas radiaç ções afetem os órgãos e m s tecidos, que norma almente não afetariam d o devido a sua baixa cap pacidade de penetração e o. Fatos so obre Radiaç ção Mesmo quando se vive ao lad de uma c do central nuclear, ainda s recebe m se menos radia ação anual d do endo apena uma viag as gem de avião entre Por Alegre e Manaus. rto que faze Cerca d 85% da radiação re de ecebida pelo homem v vem de fontes naturais como os raios cósm s micos vindos d espaço, do granito d rochas e mesmo d comida. O restante d dose anual de cada um do das da da a vem de fontes artifi iciais como aparelhos d raio X m de médicos. Menos de 0,1% vem da in % ndústria nuc clear como um todo. m Iodeto d Potássio – Uma med de dida preven ntiva e não u uma pílula m mágica Uma da medidas de proteçã que as c as ão comunidade próximas a centrais nucleares podem faz es s s zer uso em caso de e m emergência radiológicas é o io as odeto de po otássio. Ma este pro as oduto, um s sal (fórmula química K não é um pílula antirradiação. a KI), ma Ele se destina, se tomado em tempo ad m dequado e na quantid dade correta a protege a glându a, er ula as as bsorção indesejada de iodo radiativo, impe e edindo que a tireoide de doença causada pela ab glândula absorva e a esse este ra adionuclídeo em caso de acidente severo nu reator n e um nuclear. O KI não pro otege a glân ndula nem o corpo contra quaisquer outros elementos ra adiativos a q a pesso que oa possa e estar subme etida. Resíd duos nucleares e Rejeitos Radiativ s vos A gestã de resíd ão duos nuclea ares começ no proje da insta ça eto alação que usa material radioativ e vo prosseg gue durante a operaç e ção destas instalaçõe consider es rando a ne ecessidade de limitar, ao , máximo o volume e a atividade de sua p o, produção de resíduos. A identifica . ação, seleç ção, tratame ento, empaco otamento, tr ransporte, o depósito in ntermediário e o depós definitivo fazem par do proce o sito o rte esso de gestão, sendo q cada it que tem precisa ser apropr a riadamente tratado. As condições de segurança, s s proteção radiológic rastreabi o ca, ilidade e red dução de vo olume são a base deste trabalho. e Todos o rejeitos radioativos gerados n os nas usinas nucleares d devem ser armazenad dos de form ma segura e isolados d público e meio amb do biente. Os re ejeitos são c classificado como de alta atividad os de ntos combustíveis irrad diados); reje eitos de mé édia atividad (resinas de purifica de ação e fluído (elemen os de processo); e rejeitos de baixa a atividade (m material de escartável usado na operação e manutenção). Os rejei itos de alta atividade das usinas n nucleares sã armazen ão nados em piscinas no i interior ou no exter das usin rior nas, com ca apacidade p para toda vid útil de op da peração da usina. Os r rejeitos de média a atividade devem estar armazena r ados em pr rédios adeq quadamente projetado junto à e os GP PL.G – Gerê ência de Plan nejamento E Estratégico Pan norama da E Energia Nuc clear – Nove embro 2013 120
    • usina e devem ter capacidad para toda a vida út da usina. Os rejeitos de baixa atividade r de a til . também estão armazenados e prédios l m em localizados próximos a usina. A CNEN Comissã Nacional de Energia Nuclear t Não l a tem a respo onsabilidade da implan e ntação da Política Nacional de Rejeitos R e Radioativos e possui os seguintes projetos em andament s m to: • Repo ositório par Rejeitos de Baixo e Médio Nív de Radi ra s vel iação Objetiv Conceb vo: ber, projetar, licenciar, construir, e comissio onar o Rep positório Na acional para a Rejeito Radioativ de Baix e Médio N os vos xo Nível de Radiação. • Des senvolvime ento de Recipiente es para Transporte e para Armazen e a nagem de e Comb bustíveis Irr radiados Objetiv vo: Definir r, d desenvolver r, constru uir e qualific car um m recipiente para a orte o transpo e, outro recipiente para a armaze enagem de e co ombustíveis s irradiad dos de e centrais nucleares s de pot tência. Os reje eitos radioa ativos são g gerados em diferente fases do ciclo do combustíve e podem m es o el m aparece sob a fo er orma de líq quidos, gas ses e sólid dos em um largo esp m pectro de t toxidade. O tratamento, condic cionamento e armazen nagem são dependent tes do níve de atividade (baixa, el média o alta) do m ou material. Resíduo de baix e médi os xa ia atividade de usina nucleare as es são em geral o materiais m os usados em limpez peças d za, de reposiçã roupas, sapatilhas e ão, luvas ut tilizadas no interior do o os prédios dos reatores s, impurez zas, filtros etc. Tais materiais são aco ondicionado os em em mbalagens metálicas s, testadas e qualificadas po s or órgão r regulador e transferido os para um depós sito inicia al, construí ído, norma almente, n no próprio sítio da usina. Ess se o anentement te depósito é perma controla ado e fisc calizado po or técnicos s em proteçã ão radiológ gica e espe ecialistas em m seguran da nucle nça ear. Depós sitos finais de baixa e méd atividade no mundo e dia GP PL.G – Gerê ência de Plan nejamento E Estratégico Pan norama da E Energia Nuc clear – Nove embro 2013 121
    • Já os elementos combustív veis irradiad dos, consid derados resíduos de alta ativid dade, são colocad dentro d uma piscina no inte dos de erior das us sinas ou em um depó m ósito interme ediário de longa du uração, cerc cado de tod os requi dos isitos de seg gurança exi igidos intern nacionalmente. Até que o ciclo do combustível seja fechado, através de reprocess e e samento, o reatores os s r refrigera ados a ág gua continu uarão a pr roduzir reje eitos de a alta atividad que pre de ecisam ser gerencia ados e guar rdados por longo tempo o. Uma ve que estes resíduos s de mag ez s são gnitude muito menor que resíduos de geraçã elétrica à s ão combus stíveis fósse como o carvão, por exemplo, e como na centrais nucleares e geral há eis as em á muito espaço para armazenagem dos re a ejeitos durante a vida útil da usin não há u na, urgência na a impleme entação de uma soluçã definitiva para o aco ão a ondicioname ento dos mesmos. Es condição sta o permite desenvolve com cuidado, plano e política para fec er, os as char o ciclo incluindo a deposição o final do rejeito. Abordagem para a Ges a stão de Resíduo Nucle por país ear Tipo d abordag de gem / País Combust tível Armazena amento Irradiado em o Intermediário Tonelada métricas as data de o operação para depó ósito em sítio geológico Dep posição d direta Bélgica adá Cana Finlan ndia Coréia do Sul 2.699 9 40.054 4 1.684 4 10.185 5 sim 2040 não 2025 não 2020 Planejado para 2016 desconhe o 6 ecida anha Espa Suéc cia USA 3.827 Planejado para 2012 7 o 2 2050 4.893 sim 3 2022 62.400 não 0 desconhe ecida Rep processamento China a Franç ça Alemanha o Japão Suiça a Grã-B Bretanha 1.532 2 12.400 0 12.788 8 12.585 5 1.040 0 423 3 2050 2025 2035 2035 2040 2025 Não Não sim Não sim Não Fonte: EIA _U DoE 2011 F US O dese envolvimento da energ nuclear pressupõe um comp gia r e prometimen desta indústria na nto a gestão d rejeitos dos s. GP PL.G – Gerê ência de Plan nejamento E Estratégico Pan norama da E Energia Nuc clear – Nove embro 2013 122
    • IX- P Prolifera ação e Riscos para a Segu urança TNP aO Trata ado de Não Proliferaç o ção de Arm mas Nuclea ares - TNP, concluído a nível internacional, , reconhe a todas as suas Pa ece artes envolv vidas o direi de desen ito nvolver e ut tilizar a energia nuclear r para fins pacíficos. s Os 189 signatários do histór 9 s rico tratado de control de arma de 1970 - que visa impedir a le as 0 a prolifera ação de arm nucleares e pede aos países que poss mas e suem ogivas atômicas que abram s m mão delas - se reú únem a cada cinco ano para avaliar o cumprimento dos termos do pacto e os a os s o s avanços feitos para alcançar s s a suas metas. A última c conferência de revisão do NPT foi em abril de e 2012 em Viena. m e adas depois do fim da G Guerra Fria, o inventári de ogivas nucleares permanece , io s e Mais de duas déca em nível muito a alto: mais d 17.000. Destas, a de algo como 4.300 ogiv vas são co onsideradas s operacio onais, das q quais cerca de 1.800 o ogivas amer ricanas e ru ussas estão em alto ale erta, ou seja a prontas para uso im mediato. Apesar de reduçõe significativas nos EU Rússia, França e n forças d nucleare britânicas es UA, , nas de es s em com mparação co os níveis da Guerra Fria, todo os estado que poss om a os os suem arma nucleares as s continua a mode am ernizar as s suas forças nucleares restantes e parecem compromet tidos com a retenção dessas ar o rmas nuclea ares por fut turo indeterm minado. o e e ga m pesar destas s O exato número de armas que cada país detém cheg a ser um segredo nacional. Ap limitações as inform mações púb blicas dispon níveis e os vazamentos ocasionai tornam po is ossível uma a estimativa sobre o tamanho e a composiç dos esto ção oques de ar rmamento n nuclear: Status d Armas N das Nucleares no Mundo - iní o ício de 2013* * Operatio onal Estrateg gica Op peracional Não Estrategica Reserva Não a/ implantada Estoques E Militar Inventário Total 1,800 0 1,950 0 0 200 2,70 00 2,50 00 4,5 4,65 8500 7700 França a 290 n.a. ? 300 300 China 0 ? 180 0 250 250 160 n.a. 65 5 225 225 0 n.a. 80 0 80 80 India 0 0 n.a. n.a. 100-1 120 90-110 100-120 90-110 100-120 90-110 Coreia do Norte 0 n.a. <10 0 <10 <10 ~4,200 0 ~200 ~5,70 00 ~10,200 ~17300 País Rússia a Estado Unidos os Reino U Unido Israel stão Paquis Total: a tualização inic 2013 cio *Todos os números sã aproximado e estimados descrito no C ão os Caderno Nuclea no Boletim d Cientistas A ar dos Atômicos, e o e IPRI Yearbook. . apêndice nuclear no SI GP PL.G – Gerê ência de Plan nejamento E Estratégico Pan norama da E Energia Nuc clear – Nove embro 2013 123
    • O risco de prolifera ação ligado à utilização da energia nuclear po provir es o a ode ssencialmente de duas s atividades nuclear res especí íficas: o e enriquecime ento do ur rânio e o reprocessamento do o stível nuclear irradiado o. Estas atividades requerem tecnologias muito co omplexas e combus dispend diosas. Combus stível nucle e mater ear riais na cad deia de su uprimento d indústria nuclear e radiológica da a podem ser usados na fabrica s ação de arm mas nuclea ares e por isso devem ser proteg gidos contra a roubo, sabotagem ou aciden r nte. Como consequência todo o uso de m material nuc clear requer cuidado e salvaguardas inclusive para as instalaç os ções de ma anuseio (po exemplo, um evento or o externo- uma expl losão- próx ximo a uma unidade d separaç a de ção de com mbustível nu uclear pode e impedir o seu func cionamento por décad o das e abala a confian ar nça do púb blico, criand enormes do s mas aceitação em geral des indústria m sta a). problem para a a O tratad é consid do derado desi igual mesm por paíse que o as mo es ssinam, com é o cas do Brasil mo so porque perpetua a divisão entre as potências nucle eares e as n nuclear não res. Adicion nalmente as s s dade à age enda de não proliferação — e ex o xercem forte pressões es s grandes potências dão priorid sobre o direito dos países em desenvolver o uso pa s m acifico da en nergia nucle ear. No enta anto, pouco o se exige das potências nuclea e ares, no que se refere a desarmamento. e ao Nos últimos anos, a grandes potências n as nada realiza aram de concreto no sentido de diminuir e de e s destruir seus arsen nais nuclear res. Ao cont trário, em m muitos casos o que tem existido é um esforço m o de mod dernizá-los e desenvolver estraté égias nas q quais se ro ogam ao direito de uti ilizar armas s nucleare contra s es seus inimigo É o cas dos Esta os. so ados Unido com sua estratégia da “contra os, a a a prolifera ação” — um corolário que afirm que os americano têm o d o ma os direito de u usar armas s nucleare contra gr es rupos terror ristas e país que lhes dão apoio ses s o. A conse equência é um clima de profund insegurança e inquietação no sistema internacional, da gerando a necessidade da a o adoção de e estratégias de dissuas são pelos p países que se sentem m ameaça ados. Em sem minário sobre o TNP n Rio de J no Janeiro em 2011 foi apresentado um exemp disso. A o plo posição da Índia, d o defendida pe seu emb elo baixador no Brasil - B.S. Prakash, foi clara e enfática ao o o afirmar que seu pa se recu aís usa a partic cipar do TN por cons NP siderá-lo dis scriminatóri e injusto. io eu firmado clar ramente, qu “por suas ue s Defende que a Índia, desde a independência em 1948, tem af dimensõ ões, por ser um quinto da populaç do glob não pod abrir mão de fontes de energia, o ção bo, de o de uma tecnologia, de meios d dissuasã que os o , de ão, outros paíse semelhan es ntes à Índia possuem e não abr rem mão”. N opinião d Na dele dever-se-ia criar u uma conven nção interna acional que proibisse o uso de armas n e nucleares. Essa proposta tem sido def fendida po vários países em or m desenvo olvimento, como uma forma de tornar um crime con ntra a hum manidade o uso desse e artefato, mas é reje eitada pelos países des s senvolvidos s. Outro p ponto que esteve pre esente nos debates d seminár foi a pr do rio roposta am mericana de e “multilat terização d ciclo de enriquecimento de urânio”. T do e Trata-se da constituiç a ção de um m mecanis smo interna acional (sim milar a um banco) q m que enrique eceria o urânio para os países s signatár rios do trata ado. Nesta proposta o país entreg garia suas r reservas de urânio ao banco, que e e autoriza aria um outro país “c credenciado (uma da cinco po o” as otências nu ucleares) a realizar o enriquec cimento. E Em seguida o urânio seria dev a, o volvido ao país de o origem, em pequenas m s GP PL.G – Gerê ência de Plan nejamento E Estratégico Pan norama da E Energia Nuc clear – Nove embro 2013 124
    • quantida ades, sob o argumen de “evit que se possa ter quantidade suficiente de urânio nto tar e e o enriquec cido, para a produção de um artef fato nuclear r”. A opiniã dos país detentores de rese ão ses ervas e tecn nologia é qu se trata de uma pro ue oposta com m um gran conteúd de ingerê nde do ência sobre um recurso estratégic A deman mundia por fontes e co. nda al s de ener rgia é grand e se amp pelos dil de plia lemas surgidos a partir do aquecim r mento globa o que faz al, z com qu a energ nuclear seja tanto um tema de disput comercia como um tema de ue gia o a ta al m e seguran nça. Nesse aspecto, a além das q questões de seguranç nacional, está o interesse em e ça m manter o monopólio do comér o rcio de mate erial físsil, im mpedindo a emergência de que ou utros países s o possa participa desses m am ar mercados. A grandes potências t As têm realizad fortes pr do ressões aos s países em desenv volvimento, como o Bra asil, para q que estes assinem pro otocolos adicionais que e m mais restriçõ ões ao de esenvolvime ento da en nergia nucle ear, a produção e o ampliam ainda m gerencia amento de m materiais fís sseis. O Brasil tem se rec cusado a assinar tal p protocolo ad dicional e já chegou a i impedir que inspetores e s A em ões te ama que er considera ra ado segredo científico. da AIEA realizasse inspeçõ em part do progra Além do quê, o B Brasil possui, em con njunto com a Argentin uma ag na, gência que fiscaliza a produçã de mate ão erial físsil d forma c de conjunta, a ABACC ( (Agência B Brasileiro Ar rgentina de e Contabi ilidade e Co ontrole de Materiais N Nucleares), que dá ga arantias sob os fins do materia bre al produzid pelos do países. do ois Segundo Samuel Pinheiro Guimarães d Ex-Minis da stro Secreta aria de Ass suntos Estra atégicos da a Presidência da Rep pública, a co oncordância do Brasil e assinar um Protoco Adiciona ao Acordo a em olo al o de Salv vaguardas, que é instrumento d Tratado de Não P do Proliferação (TNP), permitiria que e inspetor res da Agência Int ternacional de Energ gia Atômic ca (AIEA), sem aviso prévio, inspecio onassem qualquer ind dústria que considera e assem de interesse além das instalações s r nucleare Nisto se incluem a fábricas de ultra cen es. e as ntrífugas e o submarin a propuls no são nuclear permitin ndo o acess a qualqu máquina a suas p so uer a, partes e aos métodos de sua fab bricação, ou u seja, a q qualquer lug do território brasileiro, para ins gar specioná-lo, inclusive in , nstituições d pesquisa de a civis e m militares. Co omo os insp petores são formalmen funcioná o nte ários da AIE mas, em realidade, EA, m são técnicos altam mente qualifi icados, em geral nacio onais de pa aíses desen nvolvidos, na aturalmente e imbuído da "justiç da existência de u oligopólio nuclear n os ça" um não só militar, mas ta ambém civil, estes es stão sempre prontos a colaborar n só com a AIEA, o que fazem por dever p e não m profissional, mas tam mbém com a autoridad e empre as des esas dos se países d origem. eus de GP PL.G – Gerê ência de Plan nejamento E Estratégico Pan norama da E Energia Nuc clear – Nove embro 2013 125
    • X–A Algum Aplicaçõe Nucl mas es leares O camp nuclear o po oferece inúm meras aplica ações e pret tendemos a apenas citar algumas. r No ca ampo méd dico desta acam-se a radiologia convenc cional, ma amografia, tomografia a computa adorizada, radiografia dental pa a anorâmica, angiografia digital, e a exame PET (Positron T n Emissio Tomography), etc. on O uso d radiofárm de macos, que é um com e mposto que contém um radioisóto m opo na sua estrutura e pode se usado tan no diagn er nto nóstico com na terapi merece e mo ia, especial ate enção. O ra adionuclídeo o mais uti ilizado no m mundo é o T Tecnécio 99 que detém cerca de 75% das aplicações m 9 m médicas que e chegam a 50 milhõ de proc m ões cedimentos por ano. O Tecnécio 9 é produz 99 zido por dec caimento do o molibdê ênio-99. Os problemas atuais de s suprimento d deste radion nuclídeo sã decorrent da curta ão tes a vida útil do mesm de apen mo, nas 6 horas o que o s, obriga a sua geração próxima ao centro de a o e ão ém blemas na cadeia de suprimento cujos reatores de produção no o o utilizaçã e també de prob mundo s antigos (de 40 a 53 anos de id são s 3 dade) e pou ucos. Ainda no campo m médico um im mportante a avanço vem sendo con m nseguido no países af os fricanos, em m conjunto com a AIE no senti neutraliz um dos piores vetores da trans o EA, ido zar smissão de doenças. O objetivo aqui foi o combate à mosca Tse-tse (ve i e etor de tran nsmissão da doença d sono em do m os). A técnica utilizada no proces é a de esterilizaçã dos inset (SIT- Sterile Insect a sso ão tos humano Techniq que) que é uma tecnologia nuclea na qual insetos mac ar chos, esterilizados em laboratório, são solt aos milh tos hares em á áreas silvest tres infestad e, ao s acasalare com fêm das se em meas férteis s da regiã não se produzem, contribuind para a extinção da espécie qu se quer c ão, do ue controlar. O process é muito usado em outros inse so etos parasit tas na agric cultura. Es é um p ste processo de e interferê ência na sel leção natura através d controle d natalidad dos inset al do de de tos. A indús stria també tem uma infinidade de aplicaç ém e ções, sendo o RX de soldas um das mais o ma s aplicada Temos a as. ainda a irrad diação de m materiais plá ásticos (ser ringas, luvas etc.) para a indústria s, a a farmacê êutica para esterilizaçã dos mes ão smos. A irra adiação de plásticos para o aume ento de sua a dureza na indústria automobilí a ística (para choques). Cerca d um quinto da popula de o ação do plan neta, em es special na Á África e na Á Ásia, não te acesso à em água po otável. A lim mpeza e a d dessaliniza ação de águas do ma nestas ár ar reas é uma questão de e sustenta abilidade da sociedade. O proce a esso de dessalinização é eletroin o ntensivo e é em gera al realizad fazendo uso de ene do ergia térmic de comb ca bustíveis fós sseis ou nu ucleares. Ne este caso o uso da f fonte nuclea tem a van ar ntagem de não acresce entar os poluentes que aparecem com outras e s fontes. A radiação ionizan também é usada na conser nte m rvação e r restauro de obras de arte para e e a extermin pragas como cupin No Brasil a IPEN já tratou quad nar ns. dros, xilogra avuras, pap peis e peças s diversas infestadas por fung s gos, bactéri ias, cupins e brocas. Esta tecn nologia, que não gera e a resíduos tóxicos ou radioativos s u s. A arque eologia e a história us sam materia irradiado (carbono 14 para a da al 4) atação de su peças. uas Na área de combu a ustíveis, além, é claro da geraçã de energ elétrica e usinas c o, ão gia em como as de e Angra dos Reis no Brasil, tem-se o uso co omo propu ulsor de n navios e submarinos s GP PL.G – Gerê ência de Plan nejamento E Estratégico Pan norama da E Energia Nuc clear – Nove embro 2013 126
    • TRI IGA CNEN/CD DTN - Belo Hor rizonte Argonauta C CNEN/IEN Rio de Janeiro Ainda como propulsor exemplifica-se as s sondas esp paciais movi idas a plutô ônio como a Voyager I as e nicialmente para ficar e atividade em e e II, que lançadas ao espaço na década de 1970 e previstas in por 5 a anos, ainda hoje mant têm seus s sistemas em funcionam m mento e en nviam inform mações aos s centros de controle na Terra. e Aumento médio na durabilidade de A Alimentos irrad diados e o selo informativo o Na agricu ultura as aplicações nucleares tem como prin m ncipal uso a irradiação de aliment o tos, em espe ecial frutas e le egumes, co omo forma d conservá de á-las conform recomenda a OMS - Organiza me S ação Mundia de al Saúde. O processo variam po tipo de alimento, mas os objetiv são atra Os os or vos asar o amad durecimento das o frutas au umentando seu prazo de validad elimina de, ação de ins setos divers sos e de m microrganis smos causador de deterioração do produtos; destruir fungos e bac res os ; ctérias nociv vas, evitand ou reduz do zindo riscos por doenças e intoxicação alimentar r. A técnica também é usada na c a conservação de adubo (turfa) e n redução de perdas pós-colheit ou os na ta pós-abate devido a infestação por inseto ou micro e, o os organismos melhorando o indicador de perda da o a agricultur que é est ra timada com sendo da ordem de 2 mo a 25% a 50% de tudo qu é produz % ue zido. Hoje, m mais de 50 paí íses (Brasil inclusive co regulam om mentação a e esse respeito desde 20 001) aprova aram o proce esso de irradia ação para ce erca de 60 p produtos ali imentares. GP PL.G – Gerê ência de Plan nejamento E Estratégico Pan norama da E Energia Nuc clear – Nove embro 2013 127
    • A principal dificulda do proc ade cesso é o m marketing ne egativo dos produtos irr radiados, qu precisam ue m ter um s selo de adve ertência na embalagem para infor m rmar o consumidor, o que inibe a c compra pelo o fato de as pessoas acharem que o alim s mento é con ntaminado, q quando ele na verda es, ade, não se e tornam radioativos com o uso da técnica Uma se o a. egunda dific culdade é investimento para uma o a instalaç de irradi ção iação que é elevado (d ordem de US$ 4 milhões). Há p da e poucas insta alações que e prestam esse servi no Brasi e o conhe m iço il, ecimento da técnica en os pequ a ntre uenos produ utores ainda a é baixo. Como há poucas ins stalações, o custo de lo ogística par esses pr ra rodutos é m maior, o que e impacta no preço fi a inal das mercadorias. A técnica é usada em u uma gama limitada de p produtos. A esteri ilização por raios gama é realizad no Brasi há muitos anos e alg r da il s guns exemplos são os s executa ados pela em mpresa CBE Embrarad cujas ativid E d dades são a esterilizaç de: ção • P Produtos Médico-h hospitalares s e Farmacêutic e veteri F cos inários; • a acessórios para labora atório; • e embalagens s; • c cosméticos; • a alimentação humana; o • ervas medi icinais; nutrição ani imal; • n • I Implantes d dentários. Alguns d detalhes sobre s Est terilizaçã por ra ão aios gam ma Produç de radio ção oisotopos Principa países e seus rea ais atores de p pesquisa para a prod dução de ra adioisotopo os(antigos e poucos) ): • Can nadá – NRU, operando desde em 1 1957, cerca de 50% da produção mundial; a a • Hola anda - HFR em Petten– 1961, 25 % (parado); – ; • Áfric do Sul - S ca Safari em P Pelindaba, 1965, 10 %; • Bélg gica - BR2 e Mol – 19 em 961, 9%; • Fran - Osiris em Saclay – 1965, 5% nça %. O reato da África do Sul (S or a Safári) foi c convertido e 2009 pa usar ap em ara penas urânio de baixo o enriquec cimento (m menor que o usuais 2 os 20% deste tio de reato numa t or), tentativa de reduzir os e s custos d desta ativida ade. O Brasil não é auto ossuficiente na produçã dos radio ão oisótopos pa a medic ara cina nuclear - e importa r a US$ 32 milhões po ano em m or molibdênio 99, a partir do qual se obtém o ra r e adiofármaco (Tecnécio o o 99) usa ado nos exa ames. Com a parada d reator ca do anadense o Brasil foi atendido parte de sua a GP PL.G – Gerê ência de Plan nejamento E Estratégico Pan norama da E Energia Nuc clear – Nove embro 2013 128
    • demand (1,5 milhões de proc da cedimentos por ano) co omprando d Argentina os radiois da sótopos que e necessita. or opósito Bra asileiro – R RMB, que es sendo im stá mplementad em Iperó - SP, a um do ó m O Reato Multipro custo previsto de 9 950 milhões de reais e duração de construção em tor rno de 5 an nos, poderá á atender a esta dem r r manda e a o outras de or rdem indust trial do Bras uma vez que, além de produzir sil, z radioisó ótopos funda amentais pa diagnós ara stico e terap de divers doenças o RMB se utilizado pia sas s, erá o na realização de te estes de irra adiação de materiais e combustív veis, em pe esquisas com feixes de e nêutrons e permit tirá ainda r realizar pes squisas nas várias ár s reas de ap plicação da tecnologia a a nuclear, como agricultura, co , onservação de alimen o ntos, ciência de mate eriais, ener rgia e meio o ambient te. Em 14/1 12/12 foi as ssinada a de eclaração de utilidade pública do t terreno em Iperó que v abrigar o vai RMB qu faz parte de meta es ue e stratégica d Ministério de Ciência Tecnologi e Inovaçã (MCTI) e do o a ia ão está alinhado com as políticas estabele m ecidas no P Programa N Nuclear Bra asileiro (PN NB). A área a cedida pelo govern paulista, de 800 m metros q no , mil quadrados, se soma a 1,2 milhão de metros o s quadrad cedidos pela Marin dos s nha, totaliza ando os dois milhões d metros q de quadrados que o RMB B irá ocup Desse t par. total, 600 mil metros qu uadrados sã formados por área p ão s preservada. Reator OP PAL, na Austrá ália referência para o RMB a Imagem - Prof. José A m Augusto Perro ota Segundo o Prof. J José Augus Perrotta - Assesso da Presid sto a or dência da C Comissão N Nacional de e Energia Nuclear – CNEN, o re a eator tem po objetivo d or dotar o país de uma inf s fraestrutura estratégica a de sup porte ao de esenvolvime ento autôn nomo de a atividades d setor n do nuclear, sobretudo na a autossu uficiência da produção de radioisó a ótopos a ser rem utilizado na medicina nuclea O projeto os ar. o está em fase de a m audiência pú ública pelo IBAMA (ou utubro de 20 013). Esse sítio fica em Iperó, ao o lado do Centro Exp perimental Aramar da Marinha, on estão in nde nstaladas o reator de p propulsão e GP PL.G – Gerê ência de Plan nejamento E Estratégico Pan norama da E Energia Nuc clear – Nove embro 2013 129
    • todas as unidades do ciclo do combustív que a M o vel Marinha está desenvolv á vendo. É provável que e essas in niciativas lev vem ao des senvolvimen de um polo de tecno nto ologia nucle na regiã ear ão. Como toda a tecnologia nuclear é interl ligada, um reator de p pesquisa ajuda nas at tividades do o enriquec cimento do urânio e na produção de combus a stível nuclea fazendo t ar testes de irradiação do o r próprio combustíve e das va el aretas, das paredes dos vasos d pressão, etc. Pode ainda ser de e em etálicas, com mponentes magnéticos etc. s, usado e estudos de ligas me O RMB terá como referência o reator de pesquisas Opal em operação de esde 2007 n Austrália. na O projet deste rea to ator foi da Invap da Ar rgentina, co quem o Brasil tem a om acordo de c cooperação. Os arge entinos estã também construindo o seu nov reator de pesquisa, o que faz diminuir os ão o vo e , s custos quando o Brasil tamb bém constr o seu. Como reat de pesq rói tor quisa seu foco não é eficiênc termodin cia nâmica, ma a produç as ção de feix de nêutr xe rons e a baixa tempe eratura, não o necessitando de iso olamentos b blindados de aço e con ncreto. Atualme ente o país conta com apenas quatro rea s atores de p pesquisa e quatro cíc clotrons em m operaçã Os reato ão. ores de pes squisa ficam em São Paulo – no IPEN(IEA-R e o MBm R1 -01), no Rio o de Jane eiro – no IEN(Argonauta) , em B Belo Horizo onte(no CD DTN-IPR-1) sendo a produção de e element tos radioati ivos monop pólio da Un nião confor rme determ mina a Con nstituição B Brasileira. O Instituto de Pesquisas Energé o éticas e Nu ucleares - IPEN produ 21 radioisótopos e 15 tipos de uz e reagent liofilizado (para ma tes os arcar com T Tc-99m). Em ago osto de 20 010, a Sec cretaria de Assuntos Estratégico da Pres os sidência da República a a (SAE/PR assinou com o pres R) sidente da C CNEN o ter rmo de cooperação pa pesquisa do estudo ara a o do méto de sepa odo aração dos isótopos n naturais do molibdênio por laser d pulsos ul de ltracurtos, o que constitui um passo imp portante pa ara a nacio onalização da produç ção do mo olibdênio e, consequ uentemente na utilizaç de radio e, ção oisótopos pa diagnós ara stico em medicina nucle ear. Em sete embro de 2 2010 a Agên ncia Interna acional de E Energia Atômica (AIEA aprovou p A) proposta da a Divisão de Radiofá ármacos do Instituto d Engenha o de aria Nuclea (IEN), no Rio de Ja ar o aneiro, para a estudar a viabilidad de um m de método alte ernativo e m mais econôm mico de pro odução do i iodo-124. O ótopo vem s sendo pesq quisado em vários país para us na tomo ses so ografia por emissão de e radioisó pósitron (PET), co ns onsiderado o exame de imagem m mais moder da atua rno alidade. A va antagem do o iodo-124 sobre o f 4 flúor-18 – ra adioisótopo mais utiliza no exam PET – é a meia-vid maior, de ado me da e 4,2 dias Em comp s. paração, a d flúor-18 é de menos de duas h do s horas. Isso significa qu o uso do ue o iodo-124 pode ajud a democ 4 dar cratizar o ac cesso à PET na medid em que p T, da permite a re ealização do o exame em locais mais distan ntes dos centros de p produção. Devido à m meia-vida m maior desse e radioisó ótopo, a logí ística de dis stribuição ta ambém é ba astante facili itada. IEA A-R1m -CNEN/ /IPEN -São Pa aulo GP PL.G – Gerê ência de Plan nejamento E Estratégico IPE EN/MB-01 - Sã Paulo ão Pan norama da E Energia Nuc clear – Nove embro 2013 130
    • XI – Desco omissio onamento Toda us sina de energia, indepe endente de seu combustível é proj jetada para uma determ minada vida a útil, a pa da qual não será m artir l mais econôm mico operá-la. O term descomi mo issionamento é usado para de escrever toda a gest tão e açõe técnicas es s associadas com o término de operaç ção de um instalaç ma ção nuclear e seu subseqüente r e desman ntelamento para facilit tar o térmi ino do con ntrole dos órgãos reg guladores ( (“licença de e finalizaç ção”). Essas ações env volvem des scontaminaç ção das e estruturas e compone entes, des smonte dos s compon nentes, dem molição dos prédios, rem mediação d qualquer contaminaç de solo e remoção de ção o o dos resí íduos result tantes. No mun existem cerca de 5 usinas n ndo 560 nucleares de geração d energia q estão o estiveram e de que ou m em operação. Dest 133 estão no estad “fechada permanentemente” e em algum estágio de tas do as m e descom missionamen nto. Cerca d 10% des de ssas usinas fechadas j foram co s já ompletamen descomi nte issionadas, incluindo 8 reatores de mais de 100 MWe s e e. Grande quantidade de outras instalações e usinas, como extra e s ação e enri iquecimento de urânio, o ção de com mbustível, in nstalações d pesquisa de reproc de a, cessamento laboratórios já foram o m fabricaç fechada e descom as missionadas s. De acor rdo com a WNA- World Nuclear Association os seguin n, ntes reatore que foram ou serão es o descom missionados devido a ac cidentes que de alguma forma os destruiu: e a Reato ores fechado após algu acidente (11 unidad os um e des) MWe líq e anos de o operação data o fechamento VVER-4 440/V213 40 08 0,5 nov/89 Derretimento p parcial do Núcleo Gundremmin ngen A BWR 23 37 10 jan/77 Erro de operaç no desligamento do reator ção Fukushima D Daiichi 1 BWR 43 39 40 mar/11 Derretimento d Núcleo por per de refrigeração do rda o Fukushima D Daiichi 2 BWR 76 60 37 mar/11 Derretimento d Núcleo por per de refrigeração do rda o Fukushima D Daiichi 3 BWR 76 60 35 mar/11 Derretimento d Núcleo por per de refrigeração do rda o Fukushima D Daiichi 4 BWR 76 60 32 mar/11 destruição por explosão de Hidr r rogênio Eslovaquia a Bohunice A1 Prot GC CHWR 93 3 4 1977 núcleo danifica por erro de ca ado arga do combustív vel Espanha Vandellos 1 GCR 48 80 18 jun/90 incendio da Tu urbina Suiça St Lucens Exp GC CHWR 8 3 1966 Derretimento d Núcleo do Ucrânia Chernobyl 4 RBMK L LWGR 92 25 2 abr/86 Incendio e Der rretimento do Núc cleo 88 80 1 País Alemanha Reato or Greifswald 5 tipo t Motivo o Japão USA Three Mile Island 2 PWR mar/79 Derretimento p parcial do Núcleo O quad a seguir apresenta os reator dro a res que for ram fechados por razões política que não as o GP PL.G – Gerê ência de Plan nejamento E Estratégico Pan norama da E Energia Nuc clear – Nove embro 2013 131
    • permitira am a con ntinuação de suas operações. Conforme WNA e e eles foram ou serão o descom missionados. . Re eatores fec chados pre ematurame ente por ra azões políti icas (25 un nidades) Pa aís Armenia Bulgaria França a Aleman nha Italia ia Lituani Eslovaquia Suécia a Ucrânia USA Reator Me etsamor 1 Koz zloduy 1-2 Koz zloduy 3-4 Super Phenix eifswald 1-4 Gre Mu uelheim Kaerli ich Rheinsberg Caorso Lat tina Trino Ign nalina 1 Ign nalina 2 Bohunice 1 Bohunice 2 Barseback 1 Barseback 2 Chernobyl 1 Chernobyl 2 Chernobyl 3 Shoreham tipo MWe líq VVER-440/V270 VVER-440/V230 VVER-440/V230 FNR -440/V230 VVERPWR VVER-70/V210 BWR GCR PWR RBMK LWGR K RBMK LWGR K VVER-440/V230 VVER-440/V230 BWR BWR RBMK LWGR K RBMK LWGR K RBMK LWGR K BWR 376 408 408 1200 408 1219 62 860 153 260 1185 1185 408 408 600 600 740 925 925 820 anos de a operação o data to fechament 13 27, 28 24, 26 12 10, 12, 15, 16 2 24 12 24 25 21 22 28 28 24 28 19 12 19 3 19 989 dez z/02 dez z/06 19 999 19 990 19 988 19 990 19 986 19 987 19 987 20 005 20 009 dez z/06 dez z/08 nov v/99 mai/05 dez z/97 19 991 dez z/00 19 989 Existem outros 97 reatores n mundo q m no que, por terem encerr rado sua vida útil, tam mbém serão o descom missionados. . Detalhe para o descomissio es onamento d central de Fukushima Daiishi da Em dez zembro de 2011 a em mpresa Tep pco (Tokyo Electric Po ower Co.) informou qu pretende ue e começa a descom ar missionar os reatores de 1 a 4 d Central Fukushima Daiishi re da a emovendo o combus stível irradia do reato número 4 O program de desc ado or 4. ma comissionam mento deve durar entre e 30 e 40 anos. A rem moção do c combustível irradiado dos reatores 1- 3 deve s iniciar em dezembro s se m o de 2013 Haverá ta 3. ambém até 2014, a co onstrução de uma pare ao longo da costa em frente à ede central p para conter qualquer possível vazamento de água subterrânea cont r taminada pa o mar. ara As ativid dades foram distribuída em 3 eta m as apas: 1. Até 2013 – Pes squisa e de esenvolvime ento para lid com os fragmentos dar s dos reatores d danificados assim com tratame mo ento e disp posição dos s duos nuclea ares resultan ntes. resíd 2. Nos 10 anos s seguintes se erão desco ontaminados os três edifícios dos s s reato es. ores e repa aradas as c contenções dos reatore Serão i iniciadas as s obra de desmo as onte 3. Em a 40 anos deverão se terminadas o desmo até s er onte e a disp posição dos s resíd duos. Em 26 de dezemb de 2011 três emp bro presas japo onesas vend dedoras de reatores ( e (Hitashi-Ge; Mitisubishi e Tos shiba) se juntaram ao governo japonês e à Tep pco no pr rocesso de e descom missionamen desta c nto central. Ela farão pe as esquisas e dividirão c custos das atividades. GP PL.G – Gerê ência de Plan nejamento E Estratégico Pan norama da E Energia Nuc clear – Nove embro 2013 132
    • XII – Conc clusões s Passado dois ano e meio do acidente de Fukus os os e shima, é ca ada vez ma claro que o uso da ais a energia nuclear vai continuar a crescer n próxima décadas, embora o cresciment seja mais nas as , to s lento do que o pre o evisto antes do aciden s nte. Muitos países com programas nucleares existentes m s s planejam expandi-l m los. Outros países, tanto desenvolvidos como em desenvolvimento, pretendem o , m introduz a energia nuclear. A AIEA ajuda a países q optam p energia nuclear par usá-lo de zir a a que por ra e forma se egura. Os fato ores que co ontribuíram para esse crescente interesse incluem o aumento da demanda a global p energia, bem como preocupa por o ações com a mudança climática, volatilidade de preços a e s dos com mbustíveis fósseis, e a seguranç do abastecimento d energia. Vai ser difícil para o ça de . mundo atingir o du uplo objetiv de asseg vo gurar o aba astecimento de energia sustentável e reduzir a r gases d efeito est de tufa sem a e energia nuc clear. Os país que dec ses cidiram banir a energia nuclear nã eliminam de fato as questões nucleares e a ão m s terão de lidar com questões como o de e m esmantelam mento de plantas, recu uperação e gestão de e resíduos antecipad s damente. O cresc cimento eco onômico, a p prosperidad e o aume de ento da pop pulação leva arão inevita avelmente a ao aumento do consu o umo de ene ergia nas próximas dé écadas. Em entrevista em 9 de n novembro de 2012, a diretora ex xecutiva da IEA, Maria van der H Hoeven dec clarou que o países p os precisam se er honesto com os s os seus cidadã sobre o impacto qu decisões de abandono da ene ãos ue s ergia nuclea ar trarão q quanto à seg gurança de suprimento de energia se ocorre o a, erão importa ações, de o onde, de que fonte, p quanto, como será transmitid etc. Se por á da, egundo ela estas questões têm opções sã ão reduzida de soluç as ção. Segund o Diretor Geral da A do r AIEA, Yukiy Amano, a taxa de e ya expansão de construç ção das usinas nucle eares pode erá diminuir como co onsequência de Fuku a ushima, ma as geração de energia nuclear c o continuará e crescimento. O ano de 2012 foi, segund a ONU, o em do ano Inte ernacional d Sustentabilidade de Energia para todos e n se desc da não cartará nenh huma fonte. . A princi ipal conseq quência do fechamento de usinas o s operacio onais em alguns pa aíses será, como na , a Alemanha, a per rda de bilh hões de d dólares em m investim mentos já realizado os, a c criação de e instabilidade nos sistemas de pr s s rodução e distribui ição de ene ergia, a per rda de com mpetitividade e para a indústria e a economia, a perda de empregos e s e o aum mento do cus da ener sto rgia para a p população. A coloc cação das a autoridades estarem preocupados s com a s segurança não proced Não hou uma só de. uve ó morte derivada d da exposiç ção à rad diação em m Fukushi ima, enqua anto que o terremoto e o tsunami (causad dores do acidente) que s ) se seguiu u ocasion naram mais de 20.00 óbitos na região. s 00 Segund o govern japonês apenas 8 dos 3.700 do no 0 funcioná ários foram expostos à radiação, m mesmo mas o assim s sem expecta ativas de m maiores dan a saúde nos e deles (a 1% de chance de da até anos no futu uro). GP PL.G – Gerê ência de Plan nejamento E Estratégico Pan norama da E Energia Nuc clear – Nove embro 2013 133
    • Expandir a oferta de energia elétrica e simultane eamente re eduzir os e efeitos das mudanças s climática é o desa que se a as afio apresenta a formulad aos dores de po olíticas ener rgéticas. A s substituição o de 137 reatores n nucleares e término de vida útil, nos pró em óximos 20 a anos, quer por outros s nucleare quer por outras fon es ntes energé éticas, é um questão que exigir investime ma o rá entos muito o express sivos de tod os paíse envolvid dos es dos. Os fato ores geopolíticos que e envolvem o suprimento o de ener rgia também não pode ser desc m em cartados e e muitos c em casos a ene ergia nuclea é a única ar a opção p para garant maior se tir egurança na acional de suprimento e diminuição da exp o posição em m relação à volatilidad do preço do petróleo e à impor de o rtação de co ombustíveis s. Para qu a energia nuclear se parte do futuro o se precisa vencer os enormes desafios que ue a eja o etor a e vão das dificuldade no suprim s es mento de ma ateriais com forjados de grande p mo porte à falta de mão de a e obra de engenhari nuclear e em outras engenhar e ia s rias correlat tas, além d envelhec do cimento dos s especia alistas para o quais há dificuldade de reposiç os á e ção. O intere esse pelo de esenvolvime ento de nov usinas n vas nucleares pe mundo t elo tem crescido Além dos o. s atuais p países que possuem us sinas nucle eares, outros 65 manife s estaram o in nteresse po esta fonte or e de gera ação de energia principalmente q quando se leva em co onta o volu ume de ene ergia que é possíve gerar sem maiores emissões de poluentes, e num esp el m e , paço físico m muito reduz zido. O uso o da ene ergia nuclea para a produção de hidrogê ar ênio, de el letricidade para transporte, para a dessalin nização ou para outras aplicações não tradicionais trarão demanda adicionais no projeto s s as s o de reato ores avanç çados, que serão menores, mais baratos, m mais simplificados, além de terem m m ciclos te ermodinâmic mais ef cos ficientes. Os técn nicos, com s conheci seu imento e ex xperiência a acumulada, são o capit mais imp tal portante das s empresa em esp as, pecial na á área nuclea Hoje há um “gap” de uma geração em termos de ar. e educaçã nuclear q o setor tem como desafio res ão que r solver. Dive ersos países estão atua s ando para a formaçã de novo engenhe ão os eiros e técn nicos, como a propos do Dep o sta partamento de Energia a america ano - DoE, que criou o programa universitário de ener a rgia nuclear no qual, e r entre outras s ações, s oferecid aos est são das tudantes bo olsas de estu que che udo egam a 150 mil dólares. O NRC – 0 Nuclear Regulatory Commissio também tem progra r y on ama similar. Algumas proposta como d Europea Safety Organizatio as da an ons que c criou um i instituto de e treiname ento específico para a atender suas necessida s ades no cam da seg mpo gurança e da radiologia a caminha para dim am minuir os pr roblemas fu uturos. A prosperidade mundial e uma eco e em onomia sem m carbono implica em mudar no o m ossas fonte de energ e certam es gia, mente há m muitas formas de fazer r isso, ma a mais pr as romissora é a nuclear. As fonte livres de carbono não devem ser encar es e m radas como competido o oras entre s mas sim si, m como pa arceiras no desafio de prover o mu undo com e energia limp e abunda pa ante. GP PL.G – Gerê ência de Plan nejamento E Estratégico Pan norama da E Energia Nuc clear – Nove embro 2013 134
    • XI – Princip pais Fo ontes d Infor de rmação o  IAEA 20 013, Countr Nuclear P ry Power Profile es  Nuclear Technology Review 2013 (NTR 2013) r R http://ww ww.iaea.org/ /Publications/ /Reports/inde ex.html#ntr                                  Nucnet - vários Nucleon nics Week e NuclearFu - vários uel IAEA PR RIS - http:// /www.iaea.o org/program mmes/a2/ind dex.html WNA – World Nuclear Associa ation - http://www.world d-nuclear.or rg/ h http://world-nuclear.org g/NuclearDa atabase/Def fault.aspx?id d=27232 NRC- N Nuclear Regulatory Com mmission – USA http://ww ww.nrc.gov/ /reactors/ne ew-reactors/ /col/new-rea actor-map.h html INB – In ndústrias Nu ucleares do Brasil – htt tp://www.inb b.gov.br Empres de Pesqu sa uisa Energét tica –EPE – http://www w.epe.com.b br IAEA Pu ublications - http://www w.iaea.org/P Publications/ /Booklets/NuclearPowe er/np08.pdf NRU: ht ttp://www.nr rucanada.ca a/en/home/p projectresta art/statusupd dates/nrusta atusupdate2 25.aspx Bélgica - http://www w.ce2030.be e/public/doc cuments_pu ubl/CE2030%20Report_ t_FINAL.pdf f WNN: h http://www.w world-nuclear-ews.org e http:/ //www.world d-nuclear.or rg/info/inf12 22_heavy_m manufacturin ng_of_powe er_plants.html DOE: ht ttp://www.ei ia.gov/forec casts/ieo/pdf f/0484(2011 1).pdf TNP : h http://www.u un.org/events/npt2005/ /npttreaty.ht tml Europea Nuclear Safety Train an ning and Tu utoring Instit tute : www. .enstti.org Energy - Electric city and N Nuclear Po ower Estim mates for the Peri r iod up to 2030 http://bip partisanpolicy.org/library/report/tas sk-force-am mericas-futur re-energy-jo obs Nuclear Energy – T r Technology Roadmap - http://www w.iea.org/pap pers/2010/n nuclear_road dmap.pdf Deploye warheads – SIPRI Y ed Year Book 2 2011 - www. .nea.fr/html/ /rwm/wpdd www.wo ord-nuclear. .org/how/de ecomissionin ng.html http://ww ww.friendsjo ournal.org/e earthquake-tsunami-and-nuclear-p powerExelon C Corp http:// /www.exelo oncorp.com/ /powerplants/peachbott tom/Pages/ /profile.aspx x Radiatio : http://microsievert.n on net/ Radiatio risk and r on realities - ht ttp://www.ep pa.gov/rpdw web00/docs/ /402-k-07-0 006.pdf WNA - N Nuclear Rad diation and Health Effe ects - http://w world-nuclea ar.org/info/inf05.html WNA - E Environmen Health an Safety in Electricity Generation - http://www nt, nd n w.worldnuclear. .org/info/def fault.aspx?id=15882&te erms=Seve ere%20Accid dents%20in n%20the%20Energy%2 2 0Sector r Aprovaç do AP1000 - http:// ção /www.nrc.go ov/reading-r rm/doc-colle ections/new ws/2011/11-2 226.pdf CBE Em mbrarad -- h http://www.c cbesa.com.b br/ http://ww ww.fas.org/p programs/ss sp/nukes/nu uclearweapons/nukesta atus.html http://bo os.sagepub. .com/conten nt/66/4/77.fu ull.pdf http://w www.fas.org/ /programs/s ssp/nukes/nu uclearweapo ons/nukestat tus.html http://bo os.sagepub.c com/conten nt/66/4/77.fu ull.pdf http://i investorinte el.com/nucl lear-energy y-intel/the-e end-of-the-m megatons-to o-megawatt tsprogram m-m2m/#st thash.MdIOWRZf.dpuf GP PL.G – Gerê ência de Plan nejamento E Estratégico Pan norama da E Energia Nuc clear – Nove embro 2013 135