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Luiz Adriano Maia Cordeiro Luiz Adriano Maia Cordeiro Presentation Transcript

  • Plano e Programa ABC (Agricultura de Baixa Emissão de Carbono): oportunidade para o desenvolvimento sustentável de sistemas de produção de leite Luiz Adriano Maia Cordeiro Pesquisador A - Embrapa Cerrados, Planaltina, Brasília-DF
  • Resumo 1. Introdução 2. Agropecuária Sustentável e a Mitigação das Emissões de Gases de Efeito Estufa 3. Compromissos assumidos Mudanças Climáticas pelo Brasil sobre 4. Plano ABC 5. Programa ABC 6. Oportunidades para o Desenvolvimento Sustentável de Sistemas de Produção de Leite
  • Efeito Estufa, Aquecimento Global e Mudanças Climáticas Aprisionamento da radiação solar (calor) na atmosfera pelos Gases de Efeito Estufa (GEE): permite temperatura (GEE) média de 15oC  Processos humanos aumentaram efeito estufa “não-natural” ao emitir mais GEE provocando Aquecimento Global. Global   Isto pode gerar Mudanças no Clima. Clima
  • Aquecimento Global é resultante da superconcentração na atmosfera de GEE CO2 76% CH4 15% N2O 8% Emissões de GEE por atividades humanas 3/4 combustíveis fósseis 1/4 desmatamento e outros
  • Fontes de Emissão de Gases de Efeito pela Agropecuária CO2 CO2 N2O CH4 CH4 CO2 CH4 N2O CH4 N2O CO2 N2O CO2 N2O CH4 CH4 CH4 CH4
  • Fatores de Emissão de Metano (CH4) para Gado Leiteiro (IPCC, 2006) Região América do Norte Europa Ocidental Europa Oriental Oceania América Latina Asia África India subcontinental kg CH4/ano/cabeça 121 113 89 75 63 61 40 51
  • Aquecimento Global = Mudanças Climáticas ? • Último relatório do IPCC (2013): aumento da certeza da participação humana nas causas do Aquecimento Global. Global • Temperatura já aumentou 0,89oC desde 1905, embora 1905 mais ou menos estável nos últimos 15 anos. • 66% de probabilidade da temperatura aumentar 2ºC até 2100. Ou seja, isto poderá gerar MUDANÇAS CLIMÁTICAS...
  • Efeitos do Aquecimento Global sobre Produção Vegetal 1. Aumento na concentração de CO2: elevação na atividade fotossintética nem sempre com aumento de produtividade (desbalanço na relação fonte-dreno) e maior consumo de água. 2. Aumento da temperatura do ar e do solo: aumento da solo evapotranspiração (esvaziando reservatório solo); redução do ciclo culturas (acelera senescência); aumento das taxas respiratórios (temperatura noturna); nova dinâmica de pragas e doenças. 3. Aumento de secas e chuvas torrenciais (extremos pluviométricos): pluviométricos) atrasos no plantio e perda de calendários; falhas na germinação/emergência e estabelecimento de lavouras; déficits hídricos nas fases vegetativas e reprodutivas; chuvas erosivas e erosão; encharcamento do solo; altera química, física e biologia do solo; aumento de plantas daninhas; chuvas excessivas na colheita.
  • Fonte: Assad et al. (2004)
  • Efeitos do Aquecimento Global sobre Produção Animal
  • Efeitos do Aquecimento Global sobre Produção Animal
  • Alternativas para Mudanças do Clima Mitigação • Seqüestro de biomassa e solos) Carbono (vegetação, Adaptação • Melhoramento genético e biotecnologia para tolerância ao aumento de calor e CO2 • Reduzir emissões de GEE • Adaptar sistemas produtivos, comunidades • Adoção de Sistemas Sustentáveis • Prever e reduzir vulnerabilidades
  • Conceito de Mitigação Refere-se a uma intervenção humana para reduzir (mitigar, minimizar, atenuar) efeitos de suas atividades no sistema climático. São estratégias para reduzir as fontes de emissões de GEE e para aumentar os sumidouros de GEE. GEE 1) Conservação dos estoques de Carbono existentes (evitar ou reduzir emissões) 2) Remoção por meio da ampliação dos reservatórios de Carbono (promover seqüestro de Carbono) 3) Substituição energética Fonte: IPCC
  • Estoque de C no solo e biomassa CO2 • clima CO2 Fotossíntese C-CO2 C fixado fotossíntese C-CO2 • biodiversidade • espécie vegetal • grau de degradação • idade C do solo Decomposição • resíduos vegetais • dejetos animais • manejo ACÚMULO • textura do solo • mineralogia • atributos químicos • erosão Fonte: J.L.N.Carvalho (2010)
  • Estratégias de Mitigação de Metano Efeito individual Estratégias combinadas Pastos consorciados ILPF Manejo de pastagens Melhoramento genético Complexidade de avaliação Efeito global Aditivos ruminais Fonte: Alexandre Berndt Embrapa Pecuária Sudeste (2010
  • Conceito de Adaptação Refere-se a às estratégias e medidas para redefinir ou adequar às atividades produtivas aos impactos da mudança de clima. clima Ajustes visando diminuir a vulnerabilidade dos produtores, das comunidades rurais e dos ecossistemas, ampliando a ecossistemas resiliência dos sistemas produtivos e promovendo o uso sustentável da biodiversidade e dos recursos hídricos. Fonte: Convenção-Quadro sobre Mudanças Climáticas (UNFCCC)
  • Compromissos Brasileiros • COP-15: governo brasileiro divulgou o compromisso de redução das COP-15 emissões até 2020, entre 36,1% e 38,9%. 38,9% • Ações voluntárias (NAMAs): (NAMAs) 1) Redução, em 80%, da taxa de desmatamento na Amazônia, e em 40% no Cerrado; 2) Adoção na agricultura de: recuperação de pastagens degradadas; integração lavoura-pecuária-floresta; sistema plantio direto e fixação biológica de nitrogênio; 3) Ampliação da eficiência energética: uso de bicombustíveis, oferta de hidrelétricas e fontes alternativas de biomassa, eólicas, pequenas centrais hidrelétricas, e uso de carvão de florestas plantadas na siderurgia.
  • Política Nacional sobre Mudança do Clima (PNMC) • Política Nacional sobre Mudança do Clima – PNMC (Lei Federal nº 12.187, de 29 de dezembro de 2009). 12.187 • Decreto Federal nº 7.390, de 9 de dezembro de 2010, 7.390 regulamenta os arts. 6o, 11 e 12 da Lei no 12.187 que institui a PNMC, e dá outras providências.
  • Plano ABC Plano Setorial para a Consolidação de uma Economia de Baixa Emissão de Carbono na Agricultura Objetivo Geral:  Promover a mitigação da emissão de GEE na agricultura, agricultura no âmbito da Política Nacional de Mudanças Climáticas (PNMC), melhorando a eficiência no uso de recursos naturais, aumentando resiliência de sistemas produtivos e de comunidades rurais, e possibilitar a adaptação do setor agropecuário às mudanças climáticas.
  • Objetivos Específicos:  Contribuir para os compromissos de redução da emissão de GEE; GEE  Garantir o aperfeiçoamento das práticas de manejo que reduzam a emissão dos GEE e aumentem a fixação atmosférica de CO2 na vegetação e no solo; solo  Incentivar a adoção de Sistemas de Produção Sustentáveis; Sustentáveis  Incentivar o uso de Tratamento de Dejetos Animais; Animais  Incentivar os estudos e aplicação de técnicas de adaptação; e, adaptação  Promover esforços para se reduzir o desmatamento de florestas decorrente dos avanços da pecuária e outros fatores, nos Biomas fatores Amazônia e Cerrado.
  • Compromissos do Plano ABC Tecnologias de Baixa Emissão de Carbono Compromisso (aumento de área/uso) Potencial estimado de Mitigação (milhões Mg CO2 eq) Recuperação de Pastagens Degradadas1 15,0 milhões ha 83 a 104 Integração Lavoura-Pecuária-Floresta2 4,0 milhões ha 18 a 22 Sistema Plantio Direto 8,0 milhões ha 16 a 20 Fixação Biológica de Nitrogênio 5,5 milhões ha 10 Florestas Plantadas3 3,0 milhões ha - Tratamento de Dejetos Animais 4,4 milhões m3 6,9 Total 133,9 a 162,9 Por meio do manejo adequado e adubação. Base de cálculo foi de 3,79 Mg de CO 2 eq.ha-1. ano-1. 2 Incluindo Sistemas Agroflorestais (SAFs) = 2,76 milhões de hectares. Base de cálculo foi de 3,79 Mg de CO 2 eq.ha-1ano-1. 3 Base de cálculo foi de 1,83 Mg de CO2 eq.ha-1.ano-1. 4 Base de cálculo foi de 1,83 Mg de CO2 eq.ha-1.ano-1. 5 Não está computado o compromisso brasileiro relativo ao setor da siderurgia; e, não foi contabilizado o potencial de mitigação de emissão de GEE. 6 Base de cálculo foi de 1,56 Mg de CO 2 eq.m-3. 1
  • Estratégia de Implementação do Plano ABC CIM / Gex C.Civil/PR e 17 Ministérios Comissão Executiva Nacional (MAPA e MDA) Nível Nacional Estratégico Nível Nacional Tático Grupos Gestores Estaduais (GGE) Nível Estadual Operacional Oficinas de Trabalho Reuniões Estaduais Seminários de Sensibilização Plano Estadual ABC
  • Programas do Plano ABC 1. Recuperação de Pastagens Degradadas 2. Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (iLPF) e de Sistemas Agroflorestais (SAFs) 3. Sistema Plantio Direto (SPD) 4. Fixação Biológica do Nitrogênio (FBN) 5. Florestas Plantadas 6. Tratamento dos Dejetos Animais 7. Adaptação às Mudanças Climáticas Mitigação
  • Ações Previstas Plano ABC (Mitigação, Monitoramento e Adaptação) • Campanhas publicitárias e divulgação •Disponibilização de insumos • Capacitação de técnicos e produtores rurais •Regularização fundiária e ambiental • • Ações de Transferência de Tecnologia (TT) Suporte às ações da Assistência Técnica e Planejamento Rural • Projetos de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação • Estudos e planejamento • Monitoramento (MRV) • Adaptação, redução de vulnerabilidades e aumento de resiliência • Ações transversais (sensibilização, articulação, etc.) •Fomento a viveiros e redes de coletas de sementes • Produção de sementes e mudas florestais • Crédito rural e Linhas de Financiamento (p.e. Programa ABC, Pronaf)
  • Situação dos GGE PA RR AP ● MA CE ● Plano Estadual publicado ● ● ● ● AC ● ● ● ● TO ● ● ● ● MT ● DF GO ● ● PB PE AL ● ● SP ● GGE – Grupo Gestor Estadual RN ● ● ● ● ● SE ● ● Em construção ● ● MS Plano Estadual elaborado ● AM RO PI PR SC RS MG BA ES RJ 26 Estados + DF com 26 Estados + DF com os GGE’s os GGE’s estabelecidos estabelecidos
  • Estado Número de participantes AC 21 AL 14 AM 34 AP 0 BA 60 CE 0 2012/2013 DF 411 ES 60 (Público Alvo: 2% Estudantes, 30% Produtores, 70% GO 1031 Técnicos) MA 168 MG 1793 MS 118 MT 498 PA 70 PB 206 PE 20 PI 883 PR 1127 RJ 0 RN 11 RO 335 RR 0 RS 824 SC 524 SE 0 SP 367 TO 368 TOTAL 8.943 Capacitações Plano ABC realizadas em
  • Plano ABC & Programa ABC Programa ABC Plano ABC Linha de Financiamento – MAPA (Crédito Rural)
  • Plano Agrícola e Pecuário 2013 / 2014 Programa Recursos (R$ bilhões ) 12/13 ABC 13/14 3,4 4,5 Limite de Crédito (R$ mil) Prazo Máximo (anos) Carência (anos) Taxa de juros (% a.a.) 1.000,00 3.000,00 15 8 5,0 Fonte: SPA/MAPA
  • Distribuição Regional dos Desembolsos do Programa ABC JULHO/12 A MAIO/2013     REGIÃO GEOGRÁFICA CENTRO OESTE DISTRITO FEDERAL R$MIL DESEMBOLSO NÚMERO DE CONTRATOS 885.661 2.133 1.081 6 GOIAS 271.805 899 MATO GROSSO 284.700 542 MATO GROSSO DO SUL 328.076 686 NORDESTE 200.207 609 BAHIA 147.147 382 MARANHAO 28.740 169 PIAUI 22.935 42 809 2 46 1 531 13 210.625 887 15.738 110 600 1 ALAGOAS PERNAMBUCO SERGIPE NORTE ACRE AMAPA AMAZONAS 200 1 PARA 52.420 184 RONDONIA 32.064 135 TOCANTINS 106.669 445 RORAIMA 2.934 11 SUDESTE 1.000.237 3.822 29.018 130 527.480 2.146 10.452 50 SAO PAULO 433.287 1.496 SUL 439.662 2.022 PARANA 179.043 869 RIO GRANDE DO SUL 221.329 861 39.290 292 2.736.393 9.473 ESPIRITO SANTO MINAS GERAIS RIO DE JANEIRO SANTA CATARINA TOTAL Fontes: BNDES e BB. Elab.: SPA/MAPA.
  • Desempenho do Programa ABC ao longo de 3 anos safras  Ano-safra 2010/11: R$ 418,5 milhões de R$ 2 bilhões  Ano-safra 2011/12: R$ 1,5 bilhão de R$ 3,15 bilhões  Ano safra 2012/13: R$ 2,73 bilhões de R$ 3,4 bilhões. bilhões  Desde 2010/11, já foram realizados em torno de 15,1 mil contratos. contratos
  • Modalidades do Programa ABC • • • • • • • • • Recuperação de pastagens degradadas (ABC Recuperação); Recuperação Implantação de sistemas orgânicos de produção agropecuária ( ABC Orgânico); Orgânico Implantação e melhoramento de sistemas de plantio direto "na palha" ( ABC Plantio Direto); Direto Implantação e melhoramento de sistemas de integração lavoura-pecuária, lavoura-floresta, pecuária-floresta ou lavoura-pecuária-floresta e de sistemas agroflorestais (ABC Integração); Integração Implantação, manutenção e melhoramento do manejo de florestas comerciais, inclusive aquelas destinadas ao uso industrial ou à produção de carvão vegetal (ABC Florestas); Florestas Adequação ou regularização das propriedades rurais frente à legislação ambiental, inclusive recuperação da reserva legal, de áreas de preservação permanente, recuperação de áreas degradas e implantação e melhoramento de planos de manejo florestal sustentável ( ABC Ambiental); Ambiental Implantação, manutenção e melhoramento de sistemas de tratamento de dejetos e resíduos oriundos de produção animal para geração de energia e compostagem (ABC Tratamento de Dejetos); Dejetos Implantação, melhoramento e manutenção de florestas de dendezeiro, prioritariamente em áreas produtivas degradadas (ABC Dendê); e Dendê Estímulo ao uso da fixação biológica do nitrogênio (ABC Fixação). Fixação
  • • • • • • • • • • • • • • • • • • Elaboração de projeto técnico e georreferenciamento das propriedades rurais, inclusive processo de regularização ambiental; Assistência técnica necessária até a fase de maturação do projeto; Realocação de estradas internas das propriedades rurais para fins de adequação ambiental; Aquisição de insumos e pagamento de serviços destinados a implantação e manutenção dos projetos financiados; Pagamento de serviços à conversão para a produção orgânica e sua certificação; Aquisição, transporte, aplicação e incorporação de corretivos agrícolas; agrícolas Marcação e construção de terraços e práticas conservacionistas do solo; solo Adubação verde e plantio de cultura de cobertura do solo; Aquisição de sementes e mudas para a formação de pastagens e de florestas; florestas Implantação de viveiros de mudas florestais; Operações de destoca; Implantação e recuperação de cercas; aquisição de energizadores de cerca; cercas Aquisição, construção ou reformas de bebedouros, saleiros ou cochos para sal; sal Aquisição de bovinos, ovinos e caprinos, para reprodução, recria e terminação, e sêmen, bovinos óvulos e embriões dessas espécies, limitada a 40% (quarenta por cento) do valor financiado; Aquisição de máquinas, implementos e equipamentos de fabricação nacional, inclusive para a implantação de sistemas de irrigação, para a agricultura e pecuária, biodigestores, máquinas e equipamentos para a realização da compostagem e para produção e armazenamento de energia, limitados a 40% (quarenta por cento) do valor do financiamento; Construção e modernização de benfeitorias e de instalações, na propriedade rural; e, instalações Despesas relacionadas ao uso de mão-de-obra própria. própria
  • Oportunidades para o Desenvolvimento Sustentável de Sistemas de Produção de Leite • Plano e Programa ABC contribuem para o desenvolvimento sustentável de sistemas de produção de leite, pois, estimulam e promovem aumento de adoção de sistemas sustentáveis de produção agropecuária (capacitação, ATER, financiamento juros baixos, etc.) em especial: 1. Recuperação de Pastagens Degradadas 2. Sistemas de iLPF
  • Recuperação de Pastagens Degradadas • Sistemas que promovem a recuperação da capacidade produtiva das pastagens degradadas com do incremento na produção da biomassa vegetal das espécies forrageiras (por meio da calagem e adubação) e seu manejo racional. • Existem diferentes técnicas de recuperação direta ou indireta de pastagens.
  • Recuperação de Pastagens Degradadas ↑ Produção de silagem e/ou feno ↑ Produção de forragem da pastagem Recuperação da fertilidade do solo ⇓ ↑ Capacidade de suporte das pastagens ↑ Utilização de forrageiras mais produtivas e com maior qualidade ↑ Oferta na seca ↑ Produção de Leite
  • Integração Lavoura-PecuáriaFloresta (iLPF) • Estratégia de produção sustentável, que integra sustentável atividades agrícolas, pecuárias e florestais, realizadas na mesma área em cultivo consorciado, em sucessão ou rotacionado. • Pode ser adotada em diferentes formatos:  Integração Lavoura-Pecuária (Agropastoril)  Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (Agrossilvipastoril)  Integração Pecuária-Floresta (Silvipastoril)  Integração Lavoura-Floresta (Silviagrícola)
  • Milho +Braquiária Eucalyptus spp. + Soja Samaúma (Ceiba pentandra Gaerth) + Bovino Colheita Milho+Braquiária Paricá (Schizolobium amazonicum Huber ex Ducke) + Ovino Ochroma pyramidale + Arroz Pastejo de Milho+Braquiária Freijó [Cordia alliodora (Ruiz & Pavon) Oken], + Bovino Tectona grandis + Soja
  • 1º Ano Fase Silviagrícola Sorgo Forrrageiro + Eucalipto 2º Ano Fase Silviagrícola Milho Silagem + Braquiária + Eucalipto 4º Ano Fase Silvipastoril Eucalipto + Braquiária 3º Ano Fase Silvipastoril Eucalipto + Braquiária
  • Zona da Mata-MG Espírito Santo Espírito Santo Espírito Santo
  • iLPF proporciona bem-estar animal = conforto térmico Foto: Porfírio-da-Silva (EMBRAPA Florestas)
  • Principais efeitos decorrentes da arborização de pastagens na produção animal • Redução das necessidades de energia para a mantença animal: animal excessos de calor e/ou de frio aumentam a necessidade de energia para a manutenção da homeotermia, desviando energia que seria para fins produtivos; podem alterar o comportamento de pastejo e reduzir a ingestão de alimentos. Sob pastagem sombreada, desde que sem prejuízo a produção forrageira, aumenta ingestão, digestão e produção. • Efeitos sobre a fertilidade: estresse por calor pode reduzir a fertilidade. fertilidade Na fêmea pode afetar a ovulação, o estro, a concepção e sobrevivência do embrião. Nos machos pode reduzir a viabilidade dos espermatozóides, bem como a libido. • Efeitos em animais recém-nascidos: provisão de sombra por árvores recém-nascidos pode melhorar a sobrevivência e subseqüente desenvolvimento de animais recém-nascidos.
  • Dinâmica de Carbono no Solo e Biomassa em Conversão de Sistemas de Produção Mg de C ha-1 ano-1 Recuperação de Pastagem Melhorada + 0,2 P D as eg ta ra g e - 0 da m ,4 d a - 0,2 - 0,2 + 1,1 com iLP e valores maiores com componente florestal (iLPF) Fonte: Carvalho et al. (2010) OBS: em vermelho valores de emissão e em azul valores de sequestro/mitigação
  • Potencial de sequestro de carbono e de mitigação da emissão de GEEs do eucalipto (somente o tronco – exigências do IPCC) em sistemas de iLPF aos 16 meses Densidade de árvores 357/ha. 227/ha. Sequestro C (kg/árvore) C (t/ha) 4,3 1,5 4,1 0,9 CO2eq (t/ha) 5,5 3,4 PNEB* (UA/ha) 3,04 1,84 * PNEB = Potencial de neutralização da emissão de GEEs de um bovino com 450 kg de peso vivo (~ 1,5 t/ha/ano de CO2 eq.). Fonte: Almeida et al. (2011). Foto: A. N. Kichel
  • Casa Civil, Ministérios e Sociedade Desmatamento Amazônia OEPAs ATER Universidades Lei 12.187 e Decreto 7.390 (PNMC) Planos Setoriais de Mitigação e Adaptação Desmatamento Cerrado Agricultura Eficiência Energética 1.Recuperação de Pastagens Degradadas 1.Recuperação 2.Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (iLPF) 2.Integração 3.Sistema de Plantio Direto (SPD) 3.Sistema Tecnologias, Serviços e Produtos Fórum Brasileiro de Mudanças Climáticas (FBMC) 4.Fixação Biológica do Nitrogênio (FBN) 4.Fixação 5.Florestas Plantadas 5.Florestas 6.Tratamento de Resíduos Animais 6.Tratamento Carvão na Siderurgia Outros Planos Setoriais
  • Considerações Finais • O Estado brasileiro reconhece e combate o Aquecimento Global e as Mudanças Climáticas de forma compatível com o crescimento econômico sustentável e combate a pobreza. • O Plano e o Programa ABC podem contribuir para o desenvolvimento sustentável de sistemas de produção de leite: Recuperação de Pastagens Degradadas e os sistemas de iLPF. iLPF • Setor produtivo se beneficia com a intensificação produtiva, otimização do uso de recursos, aumento da eficiência e resiliência de produção, e, aumento de renda. renda • Meio ambiente e agropecuária se beneficiam com atividades sustentáveis e de baixa emissão de carbono. carbono
  • Muito Obrigado pela atenção! luiz.cordeiro@embrapa.br