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ApresentaçãO Ser SaúDavel MarçO 2010
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  • 1. PROJETO S.E.R. SAUDÁVEL MARÇO/2010 PREFEITURA MUNICIPAL DO RIO GRANDE SECRETARIA MUNICIPAL DA SAÚDE
  • 2. OBJETIVO
    • Promover a melhoria das condições de vida e saúde das famílias do município do Rio Grande, mediante ampliação do acesso aos meios de serviço de promoção, prevenção, assistência e recuperação da saúde.
  • 3. OBJETIVOS ESPECÍFICOS
    • Contribuir para redução da mortalidade materno-infantil no município, especialmente pelas causas estáveis;
    • Ampliar, qualificar e humanizar a atenção integral a família no SUS;
    • Estimular a implantação e implementação da assistência em planejamento familiar, para homens e mulheres, adultos e adolescentes;
    • Promover a atenção obstétrica e neonatal, qualificada e humanizada;
  • 4. OBJETIVOS ESPECÍFICOS
    • Promover ações de educação e prevenção no controle das DSTs/AIDS;
    • Qualificar a atenção à saúde das mulheres portadoras de transtornos mentais promovendo através da integração com outros setores, a inclusão nas ações de planejamento familiar.
    • Identificar as crianças que tenham mais risco de adoecer ou morrer no primeiro ano de vida;
    • Realizar acompanhamento, das crianças identificadas, prioritariamente pelo serviço de saúde, até que o desenvolvimento da criança esteja satisfatório;
  • 5. AÇÕES VE
    • Busca ativa de RNs nas maternidades do município, com abordagem da mãe quanto a vacinação, teste do pezinho e aleitamento materno.
    • Identificação das crianças de risco através da análise das Declarações de Nascidos Vivos.
    • Notificação dos casos identificados a UBSF de referência.
    • Identificação dos óbitos materno-infantil.
    • Realizar o agendamento do RN para o teste do pezinho a ser realizado no Centro de Saúde.
  • 6. AÇÕES PSF
    • Busca ativa gestantes no 1º trimestre gestacional
    • Pré-natal das gestantes identificadas na área de abrangência
    • Visita domiciliar a puérpera e RN
    • Acompanhamento da puérpera
    • Acompanhamento do RN de risco a partir da semana através de visita domiciliar, acompanhamento clínico (puericultura) e atividades de grupo com as mães
    • Realizar atividades de planejamento familiar com as famílias da área, intensificando ação educativas nos grupos de risco em parceria com outros setores
  • 7. AÇÕES PACS
    • Busca ativa das gestantes das microáreas no 1º trimestre de gestação
    • Encaminhar as gestantes para o pré-natal na unidade de referência
    • Realizar atividades de grupo com as gestantes (com orientações essenciais).
    • Visita domiciliar a puérpera e ao RN na 1ª semana, 15 dias, 30 dias e 45 dias após o parto.
    • Encaminhamento das puérperas para revisão pós-parto e inclusão no Planejamento Familiar.
    • Realizar grupos de Planejamento Familiar,
    • Acompanhamento da criança de risco encaminhando para a unidade de referência e realizando a busca de faltosos, quando necessário.
  • 8. AÇÕES PAISM
    • ADESÃO AO PHPN;
    • Garantir a assistência pré-natal às gestantes do município.
    • Garantir a assistência no parto e puerpério . Credenciamento dos 2 hospitais no PHPN
    • Desenvolver ações de planejamento familiar. Iniciamos 03 grupos em agosto/04 com 60 mulheres acompanhadas.
    • Promover ações educativas e assistenciais de prevenção ao câncer de colo de útero e/ ou de mamas.
    • Garantir o acesso aos métodos contraceptivos.
    • Investigação dos óbitos maternos.
    • Implantação do Comitê de mortalidade materno infantil.
    • Qualificar as equipes de saúde nas unidades básicas, visando humanizar o atendimento – PN e puerpério, PF
    • Estabelecer fluxo de referência e contra referência para o atendimento nos diversos níveis.
  • 9. Ações PAISCA
    • Identificação das crianças de risco junto ao serviço de epidemiologia.
    • Monitoramento e avaliação das atividades desenvolvidas nas UBSF e unidade de referência para atender as crianças de risco. Identificação das unidades; sensibilização e capacitação de recursos humanos
    • Investigação dos óbitos infantis.
    • Qualificar os recursos humanos da rede para atender as necessidades das crianças em situação de risco em fase de elaboração
    • Estabelecer fluxo de referência e contra referência para o atendimento nos diversos níveis.
  • 10. Resultados obtidos após implantação do projeto
    • Redução do coeficiente de mortalidade infantil
      • 2003: 22.59/1000nv
      • 2004: 18.4/1000nv
      • 2005: 14.65/1000nv
      • 2006: 15.15/1000nv
      • 2007: 9.25/1000nv
      • 2008: 14.8/1000nv
      • 2009: 18.15/1000nv
  • 11. RESULTADOS
    • Implantação do PHPN;
    • Ampliação do Planejamento Familiar;
    • Maior adesão ao Teste do Pézinho;
    • Aumento da cobertura pré-natal;
    • Implantação do PIM.
  • 12. DIFICULDADES
    • ACOMPANHAMENTO DOS
    • SEM COBERTURA PACS/PSF;
    • RECURSOS HUMANOS;
    • RECURSOS MATERIAIS
  • 13. METAS
    • Aumento da cobertura PN;
    • Identificação precoce da gestante;
    • Identificação do RN de risco;
    • Mobilizar busca ativa dos fora de área;
    • Mobilização de todas as unidades
    • para o planejamento familiar;
    • INTENSIFICAR PARCERIAS

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