SUMÁRIO

                  1-INTRODUÇÃO                                                             03

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Introdução ao Conforto Acústico

                            3.4.2 Acústica dos recintos abertos – Concha acústica        ...
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1- INTRODUÇÃO AO CONFORTO ACÚSTICO

A noção de conforto ambiental deve-se aos nossos 5 s...
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2- CONCEITOS FUNDAMENTAIS

2.1 Natureza do som

    Som é uma onda mecânica e depende de...
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                                        Figura 2- Fonte: Bernardi, 2003.




2.1.1 Rec...
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     Curiosidade: a intensidade é percebida pela quantidade de células excitadas no
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      Valor em dB (A) pelo qual o nível                           RESPOSTA DA COMUNIDADE
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           Figura 7- Freqüências e tons. Fonte: Ferraz Neto (2005) - www.feiradecienia...
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aparentemente aumenta e λ diminui. O contrário acontece se fonte e observador se
afastam ...
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       Intensidade é a energia transmitida pelo som, em watt/m2, e reduz
proporcionalment...
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       Assim, adotou-se uma função logarítmica definindo a intensidade da sensação
auditi...
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2.3 Propagação do som

Qualquer planejamento de projeto acústico se baseia nos fenômenos...
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Figura 16- Comportamento do som: superfícies planas, convexas côncava. Fonte: CARVALHO, 1...
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Figura 18- Onda sonora se propagando com bareira. Fonte: Adaptado de: Araújo e Regazzi...
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            Figura 20- Interferência de ondas. Fonte: Adaptado de: www.feiradeciencias...
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3. COMPORTAMENTO DO SOM NOS RECINTOS




 Figura 24- Incômodo na sala de aula. Fonte: Re...
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       O tempo de reverberação mede o tempo entre: o desligamento da fonte e a
extinção d...
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            Figura 27- Esquema da Sala reverberante do Laboratório de Acústica da UNICAMP...
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3.3 Ruído e Inteligibilidade da voz

Uma conversa depende da inteligibilidade (> 90%) - n...
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3.4.1 Acústica dos recintos fechados

O comportamento do som nos recintos fechados depend...
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       Nestes projetos admitimos que todo som é imediatamente absorvido pela
platéia, sen...
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         O micro-clima: de preferência silencioso e desprovido de ventos, só tolerado no
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                 Figura 35- Conchas acústicas para platéias desenvolvidas no sentido d...
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          Figura 37- Vista da concha acústica, em 2002. Fonte: Prefeitura Municipal de...
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       Figura 39- Vista da concha acústica em praça 1.º Maio-Centro, cidade de Londrin...
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4- ISOLAMENTO ACÚSTICO, CONTROLE DE RUÍDO E DO SOM
Um projeto de isolamento ou controle ...
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               Figura 40- Tabela com valores de A1/A2 em função de R. Fonte: Carvalho ...
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      Trata do ruído que se propaga nos sólidos (preocupação nos prédios de
apartamentos)...
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                           Figura 42- Exemplo de isolamento entre paredes - “sanduiche”.
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       O principal efeito da barreira: redução do raio sonoro direto, formação de zona
de...
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        Figura 46- Tabela Atenuação de fons para vários materiais. Fonte: Carvalho (19...
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5- REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS


ALVARENGA, Benedito Sérgio Tavares de. O uso da teoria do...
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COELHO J.L.Bento. Ruídos em cidades: estratégias e gestão de redução. In:
      SIMPÓSIO ...
Introdução ao Conforto Acústico

MIRANDA, C. R.; DIAS, C. R. . Perda auditiva induzida pelo ruído em
      trabalhadores e...
Introdução ao Conforto Acústico

SILVA, P. Acústica arquitetônica e condicionamento de ar. 3. ed. São Paulo:
       Termo-...
Introdução ao Conforto Acústico

          Dissertação     (Mestrado).     Campinas,         Universidade                 ...
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www.londrina.pr.gov.br/turismo/concha.php3

www.novomilenio.inf.br/santos/h0241.htm

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  1. 1. SUMÁRIO 1-INTRODUÇÃO 03 2- CONCEITOS FUNDAMENTAIS 04 2.1 Natureza do som 04 2.1.1 Recepção do som pelo ouvido 05 2.1.2 Som X Ruído 06 07 2.2 Características do som – onda sonora 07 2.2.1 Freqüência (f), Comprimento de Onda (λ) e Fase. 2.2.2 Amplitude, Intensidade, Escala Decibel e Nível de 09 Pressão Sonora. 11 2.2.3 Velocidade 12 2.3 Propagação 12 2.3.1 Reflexão 13 2.3.2 Absorção e refração 13 2.3.3 Difração 2.3.4 Interferência de ondas, ondas estacionárias e 14 harmônicas 3- COMPORTAMENTOS DO SOM NOS RECINTOS 16 16 3.1 Reverberação 19 3.2 Eco 20 3.3 Ruído e inteligibilidade 20 3.4 Acústica arquitetônica 3.4.1 Acústica dos recintos fechados 21 autor — Adriana Amorim & Carolina Licarião IC042 FEC/ UNICAMP 2005 Profa. Ana Lúcia Nogueira de Camargo Harris
  2. 2. Introdução ao Conforto Acústico 3.4.2 Acústica dos recintos abertos – Concha acústica 23 4- ISOLAMENTO ACÚSTICO, CONTROLE DE RUÍDO E DO SOM 27 4.1 Tipos de isolamento 28 4.2 Barreiras e materiais acústicos 30 5 – REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 33 autor — Adriana Amorim & Carolina Licarião IC042 FEC/ UNICAMP 2005 Profa. Ana Lúcia Nogueira de Camargo Harris Página 2
  3. 3. Introdução ao Conforto Acústico 1- INTRODUÇÃO AO CONFORTO ACÚSTICO A noção de conforto ambiental deve-se aos nossos 5 sentidos. Portanto, é uma resposta subjetiva, determinando quais condições são favoráveis ou não. Figura 1- Excesso de ruído. Fonte: http://www.eps.ufsc.br/ergon/disciplinas/EPS5225/index.htm A acústica estuda os fenômenos do som e sua interação com nossos sentidos para minimizar as condições desfavoráveis, como ruídos, buscando: Eliminar/reduzir ao máximo os ruídos que podem comprometer a audição; “Controlar” os sons, evitando interferências excessivas (ecos, reverberações, etc.), garantindo entendimento perfeito entre ouvinte e locutor. autor — Adriana Amorim & Carolina Licarião IC042 FEC/ UNICAMP 2005 Profa. Ana Lúcia Nogueira de Camargo Harris Página 3
  4. 4. Introdução ao Conforto Acústico 2- CONCEITOS FUNDAMENTAIS 2.1 Natureza do som Som é uma onda mecânica e depende de quatro fatores: Fonte: excitação mecânica da superfície - inicia a perturbação. Superfície: quando excitada pela fonte produz vibrações; Meio de propagação: caminho físico do som – sólido, líquido ou gasoso; Receptor: o de maior interesse, na acústica é o homem. Figura 2- Representação gráfica de uma onda sonora. Fonte: site – www.feiradeciencias.com.br O som se propaga por movimentos oscilatórios - molécula oscila em seu ponto original – e causa regiões de condensação e rarefação (a pressão varia). A perturbação da superfície (fonte primária) desencadeia movimentos oscilatórios sucessivos no meio (fonte secundária), até chegar ao receptor. Facilitando o estudo do comportamento de ondas sonoras, convenciona-se: Frente de onda - “linha” que une pontos de mesma fase (rarefação ou compressão). Esférica próxima à fonte e plana quando afastada; Raio sonoro -consiste em uma linha imaginária perpendicular à frente de onda que determina a direção da frente de onda autor — Adriana Amorim & Carolina Licarião IC042 FEC/ UNICAMP 2005 Profa. Ana Lúcia Nogueira de Camargo Harris Página 4
  5. 5. Introdução ao Conforto Acústico Figura 2- Fonte: Bernardi, 2003. 2.1.1 Recepção do som pelo ouvido humano A função do sistema auditivo é transformar ondas mecânicas do som em impulsos elétricos (entendíveis ao cérebro), e é formado por três partes: O ouvido externo: pavilhão (“concha acústica” cartilaginosa), que capta os sons encaminhado-os pelo canal auditivo até o tímpano; O ouvido médio: tímpano (membrana) vibra e transmite a energia para os ossículos martelo, bigorna e estribo, nesta ordem, reduzindo a amplitude da onda e intensificando a energia para o ouvido interno; O ouvido interno: membrana tubular (caracol), preenchida de líquido que transmite a energia vibratória às células, e estas mandam estímulos eletroquímicos ao cérebro pelo nervo auditivo. Figura 3- Ouvido humano. Fonte: site: www.corpohumano.hpg.ig.com.br/aprsensoriais/ouvido/ouvido.html (16/08/05) autor — Adriana Amorim & Carolina Licarião IC042 FEC/ UNICAMP 2005 Profa. Ana Lúcia Nogueira de Camargo Harris Página 5
  6. 6. Introdução ao Conforto Acústico Curiosidade: a intensidade é percebida pela quantidade de células excitadas no caracol, e cada segmento vibra em uma determinada nota Figura 4- Diferença de sensibilidade do ouvido. Fonte: site www.corpohumano.hpg.ig.com.br/apr_sensoriais/ouvido/ouvido.html (16/08/05) 2.1.2. Som X Ruído Distinguimos dois tipos de som, pela agradabilidade ou desconforto: o som musical e o ruído; ou ainda pelas características físicas. Figura 5- Som e ruído. Fonte: Feira de ciências Ruídos podem incomodar (percepção subjetiva) ou danificar imediata e irreversivelmente o ouvido, conforme o tempo e intensidade de exposição. autor — Adriana Amorim & Carolina Licarião IC042 FEC/ UNICAMP 2005 Profa. Ana Lúcia Nogueira de Camargo Harris Página 6
  7. 7. Introdução ao Conforto Acústico Valor em dB (A) pelo qual o nível RESPOSTA DA COMUNIDADE sonoro corrigido ultrapassa o nível CATEGORIA DESCRIÇÃO critério 0 Nenhuma Não se observa reação 5 Pouca Queixas esporádicas 10 Média Queixas generalizadas 15 Enérgicas Ação comunitária 20 Muito Enérgicas Ação comunitária vigorosa Tabela 1: Respostas estimadas da comunidade ao ruído. Fonte: NBR 10151 (ABNT, 2000). 2.2 Características do som - onda sonora O entendimento das características físicas do som como onda é de suma importância para os estudos de projetos acústicos! 2.2.1 Freqüência (f), Comprimento de onda (λ) e Fase Para a Física, freqüência é a quantidade de vezes que a molécula oscila em 1 segundo, medida em Hertz ou c/s (ciclo por segundo). Também considerada o inverso do período (T) e determina o tom grave ou agudo. Figura 6- O ponteiro do relógio à esquerda realiza uma rotação marcando um segundo. A onda à direita completa um ciclo. A freqüência é igual a um Hertz. Fonte: Philips Eletronics (2000). p.12 O som mais grave que o ouvido humano consegue detectar é de aproximadamente 20 Hz, e mais agudo está na faixa de 20.000 Hz autor — Adriana Amorim & Carolina Licarião IC042 FEC/ UNICAMP 2005 Profa. Ana Lúcia Nogueira de Camargo Harris Página 7
  8. 8. Introdução ao Conforto Acústico Figura 7- Freqüências e tons. Fonte: Ferraz Neto (2005) - www.feiradecienias.com.br Freqüência Tipo de onda sonora <20Hz Infra-som 20 Hz a 20.000Hz Sons audíveis (Humano) 20.0000Hz a 10 GHz Ultra-som > 10GHz Hiper-som Tabela 2- Tipos de onda sonora de acordo com a freqüência. Fonte: Adaptado de: Araújo e Regazzi (1999), p.52. Verifica-se através das figuras anteriores que é possível determinar a oscilação completa da partícula, o comprimento de onda (λ), medido entre picos. Existe uma relação inversa do comprimento de onda com a freqüência. Quanto menor a freqüência, maior o λ e quanto maior a freqüência, menor o λ. Figura 8- Comprimento de onda X Freqüência - inversamente proporcionais. Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Frequ%C3%AAncia Outra característica da propagação de ondas é a fase, que depende do instante em que a onda começou, acarretando outros fenômenos. Figura 9- Fase. Fonte: Ramalho e Gioia Aqui, podemos falar do Efeito Doppler - mudança aparente de freqüência. Se fonte e observador se aproximam, o som fica mais agudo - a freqüência autor — Adriana Amorim & Carolina Licarião IC042 FEC/ UNICAMP 2005 Profa. Ana Lúcia Nogueira de Camargo Harris Página 8
  9. 9. Introdução ao Conforto Acústico aparentemente aumenta e λ diminui. O contrário acontece se fonte e observador se afastam - freqüência diminui e λ aumenta (som mais grave). Figura 10- Efeito Doppler. Fonte: site http://www.numaboa.com.br/coreto/tutor/grafs/doppler.gif 2.2.2 Amplitude, Intensidade, Escala Decibel e Nível de pressão sonora Amplitude é o máximo valor atingido no eixo vertical (crista ou vale) em um período. É a grandeza responsável pelo “volume” do som. Assim, ao invés de dizermos que o “volume” do som está “alto/baixo”, devemos dizer que ele está com alta/baixa amplitude ou intensidade. Figura 11- Amplitude e intensidade. Fonte: site www.feiradeciencias.com.br Amplitude e intensidade (ou pressão sonora) são diretamente proporcionais (aumentam ou decaem na mesma proporção). autor — Adriana Amorim & Carolina Licarião IC042 FEC/ UNICAMP 2005 Profa. Ana Lúcia Nogueira de Camargo Harris Página 9
  10. 10. Introdução ao Conforto Acústico Intensidade é a energia transmitida pelo som, em watt/m2, e reduz proporcionalmente ao quadrado da distância - duplicando a distância em relação à fonte, o som “diminui” 4 vezes. Figura 12- intensidade e sons. Fonte : site www.feiradeciencias.com.br Figura 13- pressão e nível e pressão sonora. Fonte: B&K, apud Cetesb, 2005. A faixa muito ampla de intensidades (10-12 a 1 watt/m²) e o fato de incrementos iguais de sensação sonora necessitar de excitação exponencial forçaram a simplificação dos cálculos e manipulações dos dados sonoros. autor — Adriana Amorim & Carolina Licarião IC042 FEC/ UNICAMP 2005 Profa. Ana Lúcia Nogueira de Camargo Harris Página 10
  11. 11. Introdução ao Conforto Acústico Assim, adotou-se uma função logarítmica definindo a intensidade da sensação auditiva, resultando no nível sonoro de intensidade ou no nível sonoro de pressão, medidos em decibel (dB) - 1 bel = 10 decibéis. Figura 14- Medidor de pressão sonora (“Decibelímetro “). Fonte: site www.squ1.com 2.2.3 Velocidade A velocidade mede o espaço percorrido em determinado tempo. Independe da freqüência e da amplitude da onda, mas depende das características do meio em que se propaga: pressão, umidade, temperatura e do próprio meio (materiais diferentes). Tabela 3- Velocidade do som em diferentes meios. Fonte: adaptado site www.squareone.com autor — Adriana Amorim & Carolina Licarião IC042 FEC/ UNICAMP 2005 Profa. Ana Lúcia Nogueira de Camargo Harris Página 11
  12. 12. Introdução ao Conforto Acústico 2.3 Propagação do som Qualquer planejamento de projeto acústico se baseia nos fenômenos de propagação do som no ar e sólidos, pois o som não se propaga no vácuo. 2.3.1 Reflexão Para ondas de qualquer natureza, os ângulos dos raios incidentes e refletidos são iguais em uma mesma superfície, independente de sua natureza. Figura 15- Reflexão. Fonte: site www.feiradeciencias.com.br Contudo, a forma da superfície - plana (a), convexa (b) ou côncava (c) - interfere na direção do raio refletido, conforme apresentado na Fig. 16. autor — Adriana Amorim & Carolina Licarião IC042 FEC/ UNICAMP 2005 Profa. Ana Lúcia Nogueira de Camargo Harris Página 12
  13. 13. Introdução ao Conforto Acústico Figura 16- Comportamento do som: superfícies planas, convexas côncava. Fonte: CARVALHO, 1967, p.14. Para raios divergentes, o som difunde, raios convergentes há formação de um foco, que deve ser evitado perto do ouvido do espectador. A reflexão é a responsável pelos ecos e reverberações. 2.3.2 Absorção e Refração A absorção ocorre na superfície incidente e é responsável pelo decaimento da energia sonora, fenômeno importante na arquitetura. A energia absorvida pode ser transformada em outros tipos de energia (principalmente térmica), produzir nova fonte sonora no material incidente, ou refratar o som para o terceiro (energia transmitida). Figura 17- Exemplo de absorção, reflexão e transmissão de som incidente em uma superfície. Fonte: (METHA; JOHNSON e ROCAFORT, 1999). 2.3.3 Difração Escutar sons através de obstáculos não contínuos decorre deste fenômeno! As ondas de rádio contornam as montanhas dessa forma. As de menor freqüência (ondas curtas) são as que mais refratam e as de baixa freqüência formam sombra (ausência de propagação atrás do obstáculo)! autor — Adriana Amorim & Carolina Licarião IC042 FEC/ UNICAMP 2005 Profa. Ana Lúcia Nogueira de Camargo Harris Página 13
  14. 14. Introdução ao Conforto Acústico Figura 18- Onda sonora se propagando com bareira. Fonte: Adaptado de: Araújo e Regazzi (1999), p.48. Também pode ocorrer sobre obstáculo com orifício, pelo qual o som passa, e a onda difratada tem seu centro de propagação a partir do orifício. Figura 19- Difusão sonora. Fonte: Carvalho, 1967, p. 17. 2.3.4 Interferência de ondas, Ondas Estacionárias e Harmônicos. A interferência é a superposição da propagação de ondas. Pode ser: Construtiva - ondas em mesma fase somam suas amplitudes; Destrutiva - ondas em fases diferentes anulam suas amplitudes. autor — Adriana Amorim & Carolina Licarião IC042 FEC/ UNICAMP 2005 Profa. Ana Lúcia Nogueira de Camargo Harris Página 14
  15. 15. Introdução ao Conforto Acústico Figura 20- Interferência de ondas. Fonte: Adaptado de: www.feiradeciencias.com.br Este fenômeno associado à reflexão é responsável pela formação de ondas estacionárias - superposição de ondas iguais, mas de sentidos opostos. Figura 21- Ondas estacionarias. Fonte: site www.feiradeciencias.com.br autor — Adriana Amorim & Carolina Licarião IC042 FEC/ UNICAMP 2005 Profa. Ana Lúcia Nogueira de Camargo Harris Página 15
  16. 16. Introdução ao Conforto Acústico Figura 22- Ondas estacionárias em cordas vibrantes. Fonte: http://www.moderna.com.br/moderna/fisica/faces/Cap.35.pdf A interferência também é responsável pelos harmônicos - freqüência fundamental (f0) superposta por parciais (múltiplos de f0), - responsável pelo timbre, nos permitindo diferenciar sons de vozes e instrumentos diferentes (Fig.23). Figura 23- Harmônicos. Fonte: Ramalho e Gioia, 2005. autor — Adriana Amorim & Carolina Licarião IC042 FEC/ UNICAMP 2005 Profa. Ana Lúcia Nogueira de Camargo Harris Página 16
  17. 17. Introdução ao Conforto Acústico 3. COMPORTAMENTO DO SOM NOS RECINTOS Figura 24- Incômodo na sala de aula. Fonte: Revista Nova Escola, n.º 179 Ed. Abril S/A (Jan/fev-2005) Condições acústicas desfavoráveis acarretam problemas como: dificuldade de comunicação, irritabilidade e efeitos nocivos à audição e saúde. 3.1 Reverberação Em ambientes fechados, existem dois campos sonoros: da fonte e o refletido. Chegando juntos, reforçam o som, chegando separados, em pequeno intervalo, atrapalham o entendimento, caracterizando a reverberação. Figura 25- Campo direto e reverberado. Fonte: <html.rincondelvago.com/absorcion-de-ondas-sonoras.html> autor — Adriana Amorim & Carolina Licarião IC042 FEC/ UNICAMP 2005 Profa. Ana Lúcia Nogueira de Camargo Harris Página 17
  18. 18. Introdução ao Conforto Acústico O tempo de reverberação mede o tempo entre: o desligamento da fonte e a extinção do som no ambiente, no qual a intensidade sonora cai 1 milhão de vezes (60 dB) - e representa a capacidade de absorção sonora do ambiente. Figura 26- Nível de pressão sonora: decaimento em função do tempo. Fonte: (METHA; JOHNSON e ROCAFORT, 1999) Esta medida depende do volume da sala (mais importante) da área das superfícies, do coeficiente de absorção de cada revestimento e da absorção. autor — Adriana Amorim & Carolina Licarião IC042 FEC/ UNICAMP 2005 Profa. Ana Lúcia Nogueira de Camargo Harris Página 18
  19. 19. Introdução ao Conforto Acústico Figura 27- Esquema da Sala reverberante do Laboratório de Acústica da UNICAMP. Fonte: Adaptado do Laboratório de Conforto acústico-FEC/UNICAMP, junho/2005. Tempos de reverberação de 3 a 2 segundos são aceitáveis; de 2 a 1,5, bons e de 1,5 a 0,5s muito bons, segundo Watson (apud Carvalho, 1967). Figura 28- Tempos de reverberação recomendados para diversos tipos de recintos fechados em função do volume da sala. Fonte: NEPOMUCEMO (1977), p.55. 3.2 Eco O eco é a repetição nítida e distinta de um som direto que, após refletido, chega aos nossos ouvidos em intervalo acima de 1/15 de segundo. Considerando-se a velocidade do som no ar em 345 m/s, o objeto que causa essa reflexão no som deve estar a uma distância de 23 m ou mais. autor — Adriana Amorim & Carolina Licarião IC042 FEC/ UNICAMP 2005 Profa. Ana Lúcia Nogueira de Camargo Harris Página 19
  20. 20. Introdução ao Conforto Acústico 3.3 Ruído e Inteligibilidade da voz Uma conversa depende da inteligibilidade (> 90%) - nível de barulho baixo, ausência de ressonância forte, eco e concentração sonora - permitindo a compreensão do som em todo o ambiente, ainda que razoavelmente. É útil o som que chega ao ouvido antes de 0,05 s, aumentando a sensação auditiva. Acima deste intervalo é prejudicial, dá origem à confusão (reverberação), pois, o ouvido bloqueia e se recompõe naquele intervalo. Para cada volume de ambiente existe uma reverberação ideal garantindo a inteligibilidade. Para tempo de reverberação alto, uma palavra não tem tempo ser ouvida antes que se pronuncie a seguinte. À relação entre som direto e som útil, chamamos nitidez ou clareza. Figura 29- Variação da inteligibilidade da voz: platéia mais distante não ouve adequadamente. Fonte: Fonte: www.ecophon.com.es/templates/Print.asp?id=14204& renderoption=5&CurrFName=/templates/eco_FDPage1.as 3.4 Acústica arquitetônica O tratamento acústico visa atenuar o nível de energia sonora, através de isolamento atenuador, tratamento absorvente ou os dois combinados. Para ouvintes em local diferente da fonte sonora, indicam-se barreiras ou painéis isolantes - no mesmo ambiente, superfícies acústicas absorventes. autor — Adriana Amorim & Carolina Licarião IC042 FEC/ UNICAMP 2005 Profa. Ana Lúcia Nogueira de Camargo Harris Página 20
  21. 21. Introdução ao Conforto Acústico 3.4.1 Acústica dos recintos fechados O comportamento do som nos recintos fechados depende: Da forma interna-o comportamento do som controlado pela reflexão - paredes e teto - quanto mais irregular maior será o desvio e enfraquecimento da energia sonora. Capacidade de absorção e, Do volume do compartimento; Recintos fechados devem possuir também condições mínimas de conforto térmico e visual e funcional. AULAS DE MÚSICA SALAS DE AULAS AUDITÓRIOS COMERCIOS Figura 30- Salas para aulas de música, aulas, auditórios; comerciais. Fonte: www.ecophon.com.es/templates/Print.asp?id=14204&renderoption=5&CurrFName =/templates/eco_FDPage1.asp> Sala de aula A boa comunicação é o principal objetivo. Sala mal projetada acarreta altos níveis de estresses aos professores e alunos e comprometem a qualidade do aprendizado (OITICICA e GOMES, 2004). Sala de conferência o Devem possuir condições adequadas à inteligibilidade á fala. o Baixos níveis de ruído; o imunidade a ecos: deterioram a inteligibilidade- a mensagem atrasada se sobrepõe à mensagem, mais recente- mascaramento da informação. o Reverberação controlada - não pode ser eliminada totalmente. Teatros e afins autor — Adriana Amorim & Carolina Licarião IC042 FEC/ UNICAMP 2005 Profa. Ana Lúcia Nogueira de Camargo Harris Página 21
  22. 22. Introdução ao Conforto Acústico Nestes projetos admitimos que todo som é imediatamente absorvido pela platéia, sendo muito importante o estudo do traçado geométrico dos raios refletidos . Exemplo de boa acústica pode ser visto na fig. 31. Figura 31- Sala São Paulo – vista interior da sala de concertos. Fonte: DI MARCO,2001. Figura 32- Reflexão do som em painéis suspensos em teto de salas. Fonte: <club.telepolis.com/adrodriguez/acustica.html > 3.4.2 Acústica de recintos abertos - Concha acústica É necessário que o som seja dirigido e concentrado sobre a platéia, por refletores chamados de concha acústica, devido à forma côncava. Na construção da concha acústica, devemos ponderar: A topografia: apresentar um plano inclinado para localizar a platéia; autor — Adriana Amorim & Carolina Licarião IC042 FEC/ UNICAMP 2005 Profa. Ana Lúcia Nogueira de Camargo Harris Página 22
  23. 23. Introdução ao Conforto Acústico O micro-clima: de preferência silencioso e desprovido de ventos, só tolerado no sentido concha/platéia (velocidade máxima: 15 Km/h). A água é uma ótima superfície refletora, ao contrário da grama (absorvente). Para as audições ao ar livre, o alcance da voz humana normal, sem refletores ou amplificadores, é de cerca de 40 m para frente, 30 m para os lados e 20m para trás. Interferência dos espelhos d’água: melhora a sensação térmica - conforto térmico. Figura 33- O parabolóide de revolução nas conchas acústicas Fonte: CARVALHO (1967), p.48. Figura 34- Esquema de concha acústica: reflexão sonora. Fonte: <club.telepolis.com/adrodriguez/acustica.html> Existem várias formas de compor uma concha acústica (perfil): 1. Platéias grandes no sentido da largura - superfície com uma sucessão de parábolas, ou seja, todos os focos sobre uma mesma linha curva; autor — Adriana Amorim & Carolina Licarião IC042 FEC/ UNICAMP 2005 Profa. Ana Lúcia Nogueira de Camargo Harris Página 23
  24. 24. Introdução ao Conforto Acústico Figura 35- Conchas acústicas para platéias desenvolvidas no sentido da largura. Fonte: CARVALHO (1967), p.48. Solução prática e econômica: refletor, mas recurvado na sua parte superior, com instrumentos dispostos ao longo ou mesmo integrados no eixo XY (Fig. 36). Figura 36- Outro tipo de concha acústica. Fonte: CARVALHO (1967), p.49. 2. Quatro refletores planos: 1 de fundo, 2 laterais inclinados (sem reflexões entre si, mas reforçadores do som) e teto inclinado: caro e eficiente. autor — Adriana Amorim & Carolina Licarião IC042 FEC/ UNICAMP 2005 Profa. Ana Lúcia Nogueira de Camargo Harris Página 24
  25. 25. Introdução ao Conforto Acústico Figura 37- Vista da concha acústica, em 2002. Fonte: Prefeitura Municipal de Santos/Decom <http://www.novomilenio.inf.br/santos/h0241.htm> 3. Refletor acústico para centro de praças ou áreas circulares que produz excelentes resultados nos chamados “coretos”. Figura 38- Versão “moderna” dos antigos coretos. Fonte: CARVALHO (1967), p.50. autor — Adriana Amorim & Carolina Licarião IC042 FEC/ UNICAMP 2005 Profa. Ana Lúcia Nogueira de Camargo Harris Página 25
  26. 26. Introdução ao Conforto Acústico Figura 39- Vista da concha acústica em praça 1.º Maio-Centro, cidade de Londrina/PR. Fonte:Pref. Municipal de Santos/Decomwww.londrina.pr.gov.br/turismo/concha.php3> Os revestimentos devem ter: elevado coeficiente de reflexão sonora, resistência à intempéries, estrutura rígida monolítica evitando vibrações nas ligações. autor — Adriana Amorim & Carolina Licarião IC042 FEC/ UNICAMP 2005 Profa. Ana Lúcia Nogueira de Camargo Harris Página 26
  27. 27. Introdução ao Conforto Acústico 4- ISOLAMENTO ACÚSTICO, CONTROLE DE RUÍDO E DO SOM Um projeto de isolamento ou controle de som/ruído inicia-se no planejamento, considerando: Localização e classificação do som: objetiva e física; Níveis sonoros adequados às diferentes situações, horários e locais; Custo: opções técnicas reduzem a utilização de materiais isolantes (caros): 1. Determinar o nível de ruído produzido por fontes e dependências, classificando-os conforme o nível aceitável; 2. A locação: edificações, fontes e cômodos, segundo a função e silêncio necessários - ruidosos e silenciosos o mais distante possível; 3. A locação de fontes e máquinas que transmitam seus ruídos através da estrutura e diretamente acima das fundações (DE MARCO, 1982); 4. Adequar aberturas (portas e janelas) aos interesses do isolamento. Os itens 1, 2 e 3 são medidas de controle na fonte; o item 4 na trajetória e no homem ocorre com a utilização de equipamentos de proteção individual –EPI’s. A resistividade acústica - velocidade do som no material multiplicado por sua densidade - define o material acusticamente duro (resistividade alta) e mole (resistividade baixa). Devem ser o mais diferente possível da substância em cuja propagação do som se deseja isolar (Lei de Berger). A absorção ajuda a reduzir o som reverberante, mas seu efeito é pequeno frente ao isolamento. Assim, técnicas de isolamento barateiam o projeto. autor — Adriana Amorim & Carolina Licarião IC042 FEC/ UNICAMP 2005 Profa. Ana Lúcia Nogueira de Camargo Harris Página 27
  28. 28. Introdução ao Conforto Acústico Figura 40- Tabela com valores de A1/A2 em função de R. Fonte: Carvalho (1967), p.75. 4.1. Tipos de isolamento Isolamento aéreo Trata-se da propagação do som/ruído no ar. Por isso, devemos usar materiais pesados e densos, sendo que a quantidade de isolamento depende: Da freqüência do som incidente Das características construtivas da parede: quanto mais densa, maior o isolamento (rigidez). Com isso, o peso de uma parede isolante pode se tornar excessivo e custoso.Então, novas técnicas devem ser utilizadas, como a seqüência de materiais com resistividade diferente. Ex.: paredes duplas (colchões de ar)-isolam de 5 a 10dB. Sua espessura tem o limite ótimo a partir do qual devemos utilizar outros materiais e técnicas. INTERAÇÃO COM CONFORTO TÉRMICO: colchões de ar são excelentes isolantes térmicos. Painéis espessos e aberturas “fechadas” contribuem para a manutenção do calor no ambiente e/ou falta de ventilação adequada. Isolamento de Impacto autor — Adriana Amorim & Carolina Licarião IC042 FEC/ UNICAMP 2005 Profa. Ana Lúcia Nogueira de Camargo Harris Página 28
  29. 29. Introdução ao Conforto Acústico Trata do ruído que se propaga nos sólidos (preocupação nos prédios de apartamentos) e neste caso, os materiais utilizados são elásticos e duráveis. Figura 41- Ruído de impacto sobre piso, entre pavimentos de edifícios. Fonte: www.ecophon.com.es/templates/Print.asp?id=14204& renderoption=5&CurrFName=/templates/eco_FDPage1.as São utilizados colchões de ar “mole” e outros materiais, tais como: concreto celular, tecidos, feltros, linóleo, lã-de-vidro, Eucatex, estruturas independentes ou pisos flutuantes (laje para piso de concreto ou madeira), apoiada em capa flexível (lã, vidro, isopor, borracha, etc), que o separam totalmente da laje estrutural. INTERFERÊNCIA –CONFORTO FUNCIONAL: tecidos e materiais podem ser combustíveis. INTERFERÊNCIA-CONFORTO VISUAL: possui alto coeficiente de reflexão e bastante leve. IMPORTANTE: peso das máquinas deve ser considerado para que não compacte o material isolante, ocorrendo a perda das características isolantes. autor — Adriana Amorim & Carolina Licarião IC042 FEC/ UNICAMP 2005 Profa. Ana Lúcia Nogueira de Camargo Harris Página 29
  30. 30. Introdução ao Conforto Acústico Figura 42- Exemplo de isolamento entre paredes - “sanduiche”. Fonte: www.decibel.com.ar/espanol/DESCARGAS/Downloads.html , 2005 4.2 Barreiras e materiais Figura 43– Barreira acrílica em rodovia Fonte: http://www.plasticos-do-sado.pt/pt/cat/bar/bar2.htm O sucesso efetivo na escolha e implantação de uma barreira deve-se a: A aceitação da população afetada; A integração da barreira com outros fatores ambientais: paisagem, iluminação, clima, acesso, fauna, cultura, história, segurança, etc; Aspectos técnicos: criatividade, materiais, cor, tipo, eficiência, tamanho, forma, ângulo de incidência, aberturas na superfície (fissuras/frestas muito largas não atenuam o som, e estreitas podem amplificá-lo), custos, integração com planejamento urbano e vegetação local. Figura 44- Soluções para minimizar o ruído ambiental. Fonte: barreiras acústicas power point. autor — Adriana Amorim & Carolina Licarião IC042 FEC/ UNICAMP 2005 Profa. Ana Lúcia Nogueira de Camargo Harris Página 30
  31. 31. Introdução ao Conforto Acústico O principal efeito da barreira: redução do raio sonoro direto, formação de zona de sombra e difração do raio sonoro. O bom desempenho da barreira depende da geometria do anteparo, das distâncias fonte/barreira/receptor, das condições atmosféricas, da influência do piso, do material do anteparo, da influência da vegetação e da psicoacústica. Figura 45- Efeito dos raios sonoros na barreira. Fonte: Bernardi, 2002. O desempenho é avaliado de forma objetiva - níveis de pressão sonora, parcelas transmitidas, refletidas, absorvidas e difratadas - ou subjetivamente – percepção - antes e depois da instalação da barreira. 4.2.1 Tipos de barreiras: A - Barreiras reflexivas Sólidos homogêneos, opacos ou transparentes. Ex.: madeira e concreto. Interação com conforto visual: permite visão total ou parcial e obstrução parcial da iluminação B - Barreiras absortivas Porosos, geralmente opacos. Ex.: fibra de madeira, concreto granulado e lã mineral revestidos por materiais mais robustos. C - Barreiras reativas Geralmente material opaco, com cavidades ou ressonadores atenuando freqüências específicas - som penetra por pequenas aberturas na superfície. autor — Adriana Amorim & Carolina Licarião IC042 FEC/ UNICAMP 2005 Profa. Ana Lúcia Nogueira de Camargo Harris Página 31
  32. 32. Introdução ao Conforto Acústico Figura 46- Tabela Atenuação de fons para vários materiais. Fonte: Carvalho (1967), p. 76. Qualquer tratamento acústico ou intervenções técnicas desejadas para o controle de ruído ou qualidade do som em salas deve ser realizado com consulta ao profissional habilitado. autor — Adriana Amorim & Carolina Licarião IC042 FEC/ UNICAMP 2005 Profa. Ana Lúcia Nogueira de Camargo Harris Página 32
  33. 33. Introdução ao Conforto Acústico 5- REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ALVARENGA, Benedito Sérgio Tavares de. O uso da teoria do sistema nebuloso na avaliação da interpretação subjetiva de estímulos sonoros. 2003. 63f. Dissertação (Mestrado) - Faculdade de Engenharia Civil, Universidade Estadual de Campinas, Campinas. Disponível em: http://libdigi.unicamp.br/document/?code=vtls000305142. Acesso em: 04 Abr. 2005. ARAÚJO, G; REGAZZI, M. (Ed.) Perícia e avaliação de ruído e calor: passo a passo. Teoria e Prática. Rio de Janeiro:_____,1999. 336 p. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 10151: avaliação de ruído em áreas habitadas visando o conforto da comunidade. Rio de Janeiro, 2000. 4 p. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 10152: níveis de ruído para conforto acústico. Rio de Janeiro, 1987. 4 p. BARROS, C. J. O. Análise espacial do controle da poluição sonora em Belo Horizonte. In: ENCONTRO DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE ACÚSTICA, 19, 2000, Belo Horizonte. Anais...Belo Horizonte: SOBRAC, 2000. p. 380-385. BERISTÁIN, S. El ruido es un serio contaminante. In: CONGRESSO IBEROAMERICANO DE ACÚSTICA, 1; SIMPÓSIO DE METROLOGIA E NORMALIZAÇÃO EM ACÚSTICA DO MERCOSUL, 1; ENCONTRO DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE ACÚSTICA, 18, 1998, Florianópolis. Anais... Florianópolis: SOBRAC, 1998. p. 135-142. BERNARDI, N. Percepção ambiental. Notas de Aula AP111 Teoria e Projeto I: Introdução. Arquivo pdf, 2005. BERNARDI, N. Seminário barreiras acústicas ambientais, disciplina IC 043 Acústica II: aplicações. Arquivo pdf, 2003. BISTAFA, S.R. Acústica arquitetônica: qualidade sonora em salas de audição crítica. Descrição detalhada. Projeto de Pesquisa. Brasília: CNPq, 2005.Disponível em <ww.poli.usp.br/p/sylvio.bistafa/ACUSARQ/ACUSARQ- CNPq.pdf>. Acesso em: 17 Ago.2005. BRASIL. Constituição Federal de 1988. Brasília: Revista dos Tribunais, 1989. CARVALHO, Benjamin de A. Acústica aplicada à arquitetura. São Paulo: Freitas Bastos S.A., 1967.101 p. autor — Adriana Amorim & Carolina Licarião IC042 FEC/ UNICAMP 2005 Profa. Ana Lúcia Nogueira de Camargo Harris Página 33
  34. 34. Introdução ao Conforto Acústico COELHO J.L.Bento. Ruídos em cidades: estratégias e gestão de redução. In: SIMPÓSIO ACUSTICA/2004 – PORTUGAL, 2004, Cidade dos Guimarães. Anais... Cidades dos Guimarães, 2004, 2p. CD-ROM. DE MARCO, C. S. Elementos de acústica arquitetônica. São Paulo: Nobel, 1982. DI MARCO, A. R.; Z IN, R. V. Sala São Paulo de Concertos –Revitalização da Estação Júlio Prestes: o projeto arquitetônico. São Paulo: Alter Market, 2001. FERNANDES, J.C. Influência dos Protetores Auditivos na Inteligibilidade da Voz. Revista de Acústica e Vibrações, n.º 27. Florianópolis: SOBRAC, 2001. FERRAZ NETTO, Luiz. Acústica. Partes I e II. Feira de ciências. São Paulo, 2005. Disponível em < www.feiradeciencias.com.br/sala10> Acesso em: 15 Ago de 2005. FILHO, J. R. M. Avaliação da acústica de recintos pelo método dos elementos finitos. 1995. Dissertação (Mestrado)- Faculdade de Engenharia Mecânica, Universidade Estadual de Campinas, Campinas. FUSCO, S. L. Pô, vamos acabar com esse barulho. Acústica. Controle de Ruído. Guia prático para engenheiros e técnico de segurança industrial. São Paulo: _____, 1996.196p. GERGES, Samir N. Y. Ruído: fundamentos e controle. Florianópolis Editora: NR LVA, 2000. 670p. INTERNATIONAL ORGANIZATION FOR STANDARDIZATION. ISO 354: Acoustics: Measurement of sound absorption on reverberation rooms. 1995. Suiça, 1985. 8p. JOVER, Ana. Cuidado! Barulho demais faz mal á saúde. Revista Nova Escola. Ed. nº 179. São Paulo: Abril, Jan/fev, 2005. Disponível em < revista escola.abril.com.br/edicoes/0179/aberto>. Acesso em: 17 Ago. 2005. MAEKAWA, Z.; LORD, P.. Environmental and architectural acoustics. London : Spon, c1994. MEHTA, M.; JOHNSON, J.; ROCAFORT, J. Architectural acoustics: principles and design.Columbus: Prentice Hall, 1999. 446p. MINISTÉRIO DO TRABALHO e EMPREGO-MTE. Normas Regulamentadoras (NR's). Manuais de Legislação. “Segurança e Medicina do Trabalho” Lei N°. 6.514, de 22 de Dezembro de 1977, aprovada pela Portaria N°. 3.214 de 8 de Junho de1978. 49ª Edição, São Paulo (SP): Editora Atlas S. A, 2001. autor — Adriana Amorim & Carolina Licarião IC042 FEC/ UNICAMP 2005 Profa. Ana Lúcia Nogueira de Camargo Harris Página 34
  35. 35. Introdução ao Conforto Acústico MIRANDA, C. R.; DIAS, C. R. . Perda auditiva induzida pelo ruído em trabalhadores em bandas e em trios elétricos de Salvador, Bahia. Disponível em: <http://www.saudetrabalho.com.br/textos-ruido-6.htm>. Acesso em: 14 Set. 2001. NABUCO DE ARAÚJO, M. A., AZEVEDO, J. A. Selo Ruído: Um Programa de Etiquetagem em Eletrodomésticos. In Encontro para a Qualidade de Laboratórios-ENQUALAB, 1, 2003, São Paulo,SP. Anais.... São Paulo, INMETRO, p.248 – 255. Disponível em <www.inmetro.gov.br>. Acesso em: 22 Ago 2005. NAGEM, M. P. Mapeamento e análise do ruído ambiental: diretrizes e metodologia. 2004. 119f. Dissertação (Mestrado) - Faculdade de Engenharia Civil, Universidade Estadual de Campinas, Campinas. Disponível em <http://libdigi.unicamp.br/document/?code=vtls000309340>. Acesso em : 06 Jun. 2005. NEPOMUCENO, L. X. Acústica. São Paulo: Edgard Blüncher, 1977.189 p. NOCETI FILHO, Sidnei. Fundamentos sobre Ruídos. Parte III: ruído branco e ruído rosa. In: SEMINÁRIO DE ENGENHARIA DE ÁUDIO, 1. 2002, Belo Horizonte. Anais... Belo Horizonte: SEMEA/UFSC, 2002. p.1-17. Disponível em: <www.selenium.com.br/site2000/download/ruidos.pdf><www.linse.ufsc.br/ph ps/part_art.php>. Acesso em: 1 Jul 2005 OITICICA, Maria Lúcia Gondim da Rosa; GOMES, Maria de Lourdes. O estresse do professor acentuado pela precariedade das condições acústicas das salas de aula. In: ENCONTRO NACIONAL DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO, 24, 2004. Florianópolis. Anais... Florianópolis: ABEPRO, 2004. p. 2539-2546. PHILIPS ELETRONICS. Sound Book: Guia de áudio para consulta e aprendizagem. São Paulo: Sigla, 2002.159p. RELACUS LTDA. Acústica do meio ambiente. Introdução a acústica de ruído ambiental: conceitos, princípios fundamentais e análise de ruído. Curitiba, 1997, 2002. Disponível em: <http://geocities.com/relacus>. Acesso em: 17 Ago. 2005. RUSSO, I.C.P. Acústica e psicoacústica aplicadas à fonoaudiologia. São Paulo : Lovise, 1993. SALIBA, T. M. Manual prático de avaliação e controle do ruído. PPRA. São Paulo: LTr, 2000. 112 p. autor — Adriana Amorim & Carolina Licarião IC042 FEC/ UNICAMP 2005 Profa. Ana Lúcia Nogueira de Camargo Harris Página 35
  36. 36. Introdução ao Conforto Acústico SILVA, P. Acústica arquitetônica e condicionamento de ar. 3. ed. São Paulo: Termo-acústica Ltda., 1997. 277p. 5.1 Bibliografias Consultadas AMORIM, Adriana Eloá B.; DURANTE, Luciane C. Avaliação da exposição ocupacional ao ruído em estabelecimentos de instalação de som automotivo. In: CONFERÊNCIA LATINO-AMERICANA DE CONSTRUÇÃO SUSTENTÁVEL,1.;ENCONTRO NACIONAL DE TECNOLOGIA DO AMBIENTE CONSTRUÍDO, 10., 2004, São Paulo. Anais... São Paulo: Associação Nacional de Tecnologia do Ambiente Construído, 2004, 13p. CD-ROM. BERTOLI, S. R. Som – Conceitos Fundamentais. Notas de aula IC042 Acústica Arquitetônica. Arquivo pdf, 2003. BEVILACQUA, Maria Cecília et al. Ruído em escola. Bauru: HRAC-USP, 1999. CAMPINAS. Prefeitura Municipal de Campinas. Uso e ocupação do solo: Compilação Julho/2001: Lei n. 11.749/2003. Disponível em:<http://www.campinas.sp.gov.br/seplan/downloads/dnld6031.htm>.Acess o em: 17 Abr. 2005. DEGANI, C.S. Desempenho Acústico e a Produtividade no Aprendizado Escolar. Disponível em: http:// www.unip.br/pesquisa/iniciacao/desmpenho.htm. Acesso em: 12 fev.2004. EGAN, M. D. Architectural acoustics. New York: McGrawHill, 1988. Geber Ramalho & Osman Gioia - UFPE. Som. História. Pitágoras na Grécia . Tecnologia Musical: gravação em estúdio File Format: Microsoft Powerpoint 97 - View as HTML Geber Ramalho & Osman Gioia - UFPE. Som. definição. características. 2. em 500 AC ... www.cin.ufpe.br/~musica/cmps/som.ppt - Similar pages [ More results from www.cin.ufpe.br ] GRANDJEAN, Etiene. Manual de ergonomia –adaptando o trabalho ao homem. Tradução João Pedro Stein. Porto Alegre: Artes Médicas, ed. 4ª, 1998. 338p. KOTZ N, B.; , Colin. Environmental noise barriers – a guide do their acoustic and visual design. London: & FN Spon, 1999. NETO, Maria de Fátima Ferreira. Estudo de barreiras acústicas ao ar livre, sob a perspectiva de eficiência e qualidade sonora autor — Adriana Amorim & Carolina Licarião IC042 FEC/ UNICAMP 2005 Profa. Ana Lúcia Nogueira de Camargo Harris Página 36
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