Islamismo Alá é o único Deus

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Trabalho de Teologia sobre Religiões Islamismo: Islamismo Alá é o único Deus.

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Islamismo Alá é o único Deus

  1. 1. ISLAMISMO: ALÁ É O ÚNICO DEUS Faculdade Católica de Uberlândia
  2. 2. GRUPO: Faculdade Católica de Uberlândia Celso Cintra; Ivaldo; Juscleiton Oliveira; Lunamar Cintra; Leandro Nazareth.
  3. 3. Bibliografia * Mawlana Jalal-ad-Din Muhammad Rum (poeta, jurista e teólogo muçulmano do século XIII) Se formos dormir, seremos Seus sonolentos queridos. E se viermos a despertar, estaremos em Suas mãos. Se viermos a chorar, seremos Sua nuvem cheia de lágrimas. E se viermos a rir, seremos Sua luz naquele instante. Se viermos para a raiva e a batalha, será a reflexão de Sua ira. E se viermos para a paz e o perdão, será o reflexo do Seu amor. Quem somos nós neste mundo complicado?
  4. 4. Abraão dos judeus Judaísmo (religião revelada de fé abraâmica): Abraão, profeta antigo (1800 a.C): O Abraão dos judeus (Isaías 51, 2): “Olhai para Abraão, vosso pai, e para Sara, aquela que vos deu à luz. Ele estava só quando o chamei, mas eu o abençoei e o multipliquei”.
  5. 5. Abraão dos cristãos Cristianismo (religião revelada de fé abraâmica): Abraão, profeta antigo (1800 a.C): O Abraão dos cristãos (João 8, 39-40): “Responderam-lhe: “Nosso pai é Abraão”. Disse-lhes Jesus: “Se sois filhos de Abraão, praticais as obras de Abraão. Vós, porém, procurais matar-me, a mim, que vos falei a verdade que ouvi de Deus. Isso, Abraão não fez”
  6. 6. Abraão dos mulçumanos Islamismo (religião revelada de fé abraâmica): Abraão, profeta antigo (1800 a.C): O Abraão dos mulçumanos (Corão, sura 2, 129): “Eles dizem: “Aceita a fé judaica ou cristã e terás a orientação correta”. Dizei então: “De maneira nenhuma! Nós cremos na fé de Abraão, o correto. Ele não era idólatra”.
  7. 7. Conceitos e Símbolos  Islam: Submissão. Respeito e Obediência total a Deus;  Muslims: Seguidores do Islam.  Símbolos: O Al-Corão SagradoALLÁ SÍMBOLO
  8. 8. Os nomes de Alá  Segundo a teologia muçulmana, os nomes de Deus são 4 mil: mil são conhecidos apenas por Deus; mil por Deus e pelos anjos; mil, por Deus, pelos anjos e pelos profetas; mil, por Deus, pelos anjos, pelos profetas e pelos fiéis. Desses últimos, 300 são citados na Torá; 300, nos salmos; 300, nos evangelhos e 100, no Alcorão: desses, 99 sao conhecidos pelos fiéis comuns; 1 está escondido, secreto e acessível somente aos místicos mais iluminados.
  9. 9. Os nomes de Allá "...existem 99 nomes que pertencem a DEUS. Quem os aprende, compreende e os enumera, entra no paraíso e alcança a salvação eterna”. Maomé (muhammad).  Costume do Mulçumano: Fazer correr entre os dedos as noventa e nove contas do rosário.  1. Allá; 2. O Misericordioso; 3. Aquele que tem misericórdia; 4. O Soberano, o Rei; 5. O Santo [...] 97. O Herdeiro; 98. O Guia para o caminho certo. 99. O Paciente. 100. Será revelado na eternidade. Apostila p. 174.
  10. 10. Mundo islãmico Continente População Total % População Islâmica População Islâmica Total África 967.000.000 52,67% 509.031,000 Ásia 4.052.600.000 30% 1.215.510.000 Europa 735.200.000 7% 51.460.000 Américas 908.550.000 2,61% 9.680.000 Oceania 33.540.000 1,79% 600.000 População Total População Islâmica População Islâmica Total 6.696.890.000 26,73% 1.790.560.000 Dados de 08/06/2010 US State Department's International Religious Freedom Report
  11. 11. MAOMÉ=Muhammad=Muhammed Muhammad em caligrafia árabe.
  12. 12. MAOMÉ=Muhammad=Muhammed  Nasceu no ano de 570 d.C. em Meca na Arábia Saudita;  Perdeu os pais muito jovem, foi criado seu avô e tio.  Excepcionalmente honesto e correto;  Casou-se com Cadidja ( 15 anos mais velha que ele);  Ano de 610, Sura 96, visita de um ser que ordena, o embrião (Al-`Alaq) "Recita, em nome do teu Deus";  Revelação do Arcanjo Gabriel "Ó Maomé, tu és o enviado de Deus";  Morreu por volta de 632 d.C;  Escolha de Abu Bakar (1º dos quatro ar-Rashidun = Califa exemplar).
  13. 13. Sucessores de Muhammad  Sucessores do Profeta Muhammad, os Califas exemplares (ar-Rashidun).  Após a morte de Muhammad (Maomé) no ANO DE 632.  1º - ABU BAKAR;  2º - OMAR KHATAB;  3º - OSMAN;  4º - ALI IBN ABU TÁLIB.
  14. 14. Primeiros passos do islamismo  615 d.C Maomé torna pública sua mensagem – “Alá Deus Único”;  Mudou-se de Meca para Medina em 16 de julho de 622 – hégira (emigração). INÍCIO DO CALENDÁRIO ISLÂMICO OU ERA MUÇULMANA;  Comunidade religiosa e política “umma” (comunidade de cretes);  (661-750) Dinastia Omíada ( quatro califas ) perdurou até 1.258;  Fragmentação do império após 1.258 - Pérsia, Norte da África, Península Ibérica e outros domínios;  Século XII expansão do Islamismo na Ásia Central, Índia, Indonésia, Turquia e Norte da África;  Século XV perdeu seus últimos reinos na Espanha;  Queda o império Otomano 1.683.
  15. 15. A cidade sagrada  MECA cidade mais sagrada do Islamismo.  Rota entre o oceano índico - mediterrâneo.  Destino das peregrinações dos fiéis.  Milhões de peregrinos visitam por ocasião do 12º dia do mês islâmico de Dhu Al-Hijja.  5º Mandamento do Islamismo ( a peregrinação).  Mulçumano deve visitá-la ao menos uma vez na vida.  Os mulçumanos se voltam para Meca e fazem suas orações.  Mesquitas. Com eixos longos apontados para Meca.  Mortos são enterrados voltados para Meca.
  16. 16. Calendário
  17. 17. Calendário islãmico ou mulçumano
  18. 18. Deveres de todo mulçumano  Peregrinação: MECA E A CAABA são consideradas o Centro do Mundo.  Uma vez na vida deve visitar Meca.  Deve rodeá-la 7 vez ( três correndo e quatro vagarosamente ).  Beber água do poço de ZEZEM.  Corre sete vezes a distância entre os montes Safa e Marva.  Ir até o monte arafat a Mina.  Sacrificar um animal em memória de Abraão Pai dos Árabes e 1º construtor da Caaba.  Caaba – Santuário Maior – Edifício quadrado coberto por um pano negro.  Um dos cantos da Caaba fica uma pedra negra incrustada na parede – Grande significado para os Mulçumanos – Acredita-se que seja um meteorito dado a Adão pelo Anjo Gabriel.
  19. 19. O Al-corão  Escrito inicialmente em árabe;  Base doutrinal. Do árabe “al-Quram” o discurso ou recitativo.  Fundamental da estrutura da religião Islâmica.  Durante 20 anos Deus – Alá revelou a Maomé por intermédio do Arcanjo Gabriel.  Fonte da Teologia, da Lei, dos assuntos comunitários, da conduta pessoal, comercial e da vida diária.  Possui 114 suras ou suratas (CAPÍTULOS).  Inclui legislação sobre herança, jejum, caridade, casamento, condição da mulher, reflete disputas religiosas entre cristãos e judeus e orienta sobre os assuntos militares.
  20. 20. Mesquitas  Construído para oração comunitária;  Masjid = mesquita;  Salat = Prece;  Escola ou uma biblioteca podem ser utilizadas para oração;  Possui uma entrada central muitas vezes com uma cúpola , um minarete onde se faz o adhan (chamado para a prece);  Mihrab = qibla (marca a direção de Meca e de oração);  Perto do qibla fica o ninbar (púlpito) onde o imame lidera a prece;  Wudu: Abluções.
  21. 21. A lei mulçulmana  SHARIA: Caminho que o mulçumano deve seguir na vida;  Caminho do bebedouro;  Caminho que leva a Alá;  Alcorão e a Sunna “caminho trilhado pelo profeta” e tradição oral.
  22. 22. Os pilares do islamismo 1 – Shahada: “Testemunho que não existe outra divindade digna de adoração a não ser Deus, e o profeta Muhammad é seu mensageiro”. 2 – Salat (Reza); 3 – Siam (Jejum); 4 – Zakat (Caridade); 5 – Hajj (Peregrinação a Mukkah, na Árabia Saudita.
  23. 23. Os pilares do islamismo  1 – Shahada (Testemunho ou Credo): “Testemunho que não existe outra divindade digna de adoração a não ser Deus, e o profeta Muhammad é seu mensageiro”. “Não há outro Deus se não Alá, e Maomé é seu Profeta”.  Esse credo é proclamado várias vezes ao dia durante as orações;  É a primeira palavra sussurrada no ouvido de um recém nascido;  É a última palavra sussurada no ouvido de um moribundo.
  24. 24. Os pilares do islamismo  2 – Salat (Reza ou Oração); “Alá é Grande, Não há outro Deus senão Alá, E Maomé é seu Profeta. Vinde para a oração, vinde para a salvação, Alá é Grande, Não há outro Deus senão Alá”.  O islã requer que o fiel diga suas preces 5 vezes ao dia, essa oração acima é proclamada nas minaretes, as torres das mesquitas para chamar os fiéis o momento de oração.
  25. 25. Os pilares do islamismo  Antes da oração o fiel deve estar devidamente limpo;  Acreditam que o fiel torna-se impuro em razão do corpo (lavar mãos e rosto) inclusive através do ato sexual, dessa forma o fiel deve se banhar em água corrente (lavar corpo todo);  A maioria das orações islâmicas são fórmulas fixas, uma espécie de Louvores a Deus e deve ser dita em primeiro lugar;  Depois o fiel pode fazer orações espontâneas quando o mesmo quer dirigir diretamente pedidos a Deus;  A maioria dos fiéis tem um tapete que estende no chão no qual ajoelham e rezam, os gestos sempre dirigidos a Meca.
  26. 26. Os pilares do islamismo  As orações individuais são fundamentais para a vida do fiel muçulmano, porém, o fiel deve participar de orações da congregação pelo menos uma vez por semana e de preferência na mesquita;  Normalmente são só homens que ora no salão, as mulheres normalmente ficam em uma galeria ou no fundo da mesquita atrás de uma cortina bem no fundo;  Preferencialmente o fiel tem um compromisso nas orações de sexta-feira ao meio dia: “Fiéis, quando fordes chamados para as orações de sexta- feira, apressai-vos a vos lembrar de Deus e cessai vosso comércio” (62:9).
  27. 27. Os pilares do islamismo  Uma oração constantemente repetida é a sura 1 – o Exórdio: “Louvado seja Deus, Senhor do Universo, O caridoso, O compassivo, Soberano do dia do Juízo! Só a Ti adoramos, e só a Ti recorremos em busca de ajuda. Guia-nos pelo caminho direito, o caminho daqueles a quem Tu favoreceste; Não daqueles que incorreram na Tua ira, não daqueles que se desviaram”.
  28. 28. Os pilares do islamismo  3 – Siam (Jejum).  O Corão proíbe os muçulmanos a comerem porco, animal impuro;  O Corão proíbe os muçulmanos de beberem álcool;  Uma vida asceta é recomendada aos muçulmanos; “Deus deseja vosso bem estar, não o vosso conforto”.  A grande exceção é o jejum durante o Ramadan (9º mês do ano lunar), proibido: comer, beber, fumar e ter relações sexuais. O jejum simboliza o retiro que Maomé fez.
  29. 29. Os pilares do islamismo  4 – Zakat (Caridade).  A caridade é na verdade um imposto formal sobre a riqueza ou propriedade (fixada em 1/40 – 2,5%, mas são incentivadas a dar mais);  De acordo com Maomé essa taxa deve ser tirada dos ricos e dada aos pobres, ela é mais que um presente é um dever. “Deve se dar esmolas somente aos pobres e destituídos; àqueles que se empenham na administração das esmolas e àqueles cujos corações são simpáticos à Fé; para a libertação dos escravos e dos devedores; para o avanço da causa de Deus; e para o viajante em necessidade”.
  30. 30. Os pilares do islamismo  5 – Hajj (Peregrinação a Mukkah, na Árabia Saudita).  Todo mulçumano adulto que dispõe de meios para realizar uma peregrinação à Meca deve fazê-la pelo menos uma vez na vida;  Lá encontra-se o santuário mais sagrado e mais antigo do islã, a Caaba;  Para os muçulmanos Meca e Caaba são o centro do mundo;  As mesquitas são construídas viradas para a Meca;  Os mortos são enterrados virados para a Meca.
  31. 31. Os pilares do islamismo  A Meca é visitada todos os anos por cerca de 1,5 milhões de pessoas (esse número tem crescido após o avanço da aviação na localidade);  A grande mesquita de Meca foi contemplada para receber 600 mil fiéis;  Só os que podem mostrar que são muçulmanos que podem entrar na cidade e frequentar a mesquita;  A maioria dos rituais que acontecem na mesquita de Meca são focados na ligação com Abraão ou Maomé;  O clímax vem com o festival dos sacrifícios (cordeiro, bode, boi, camelo, etc.) para lembrar do sacrifício de Abraão.
  32. 32. Novos pilares para os Xiitas  Para os Xiitas ainda existem novos 3 pilares, estes são:  1) Jihad, conceito essencial para o islamismo fundamentalista que significa LUTA (luta pessoal de se conquistas a fé perfeita), na idade média deturparam o conceito traduzindo por “Guerra Santa”;  2) Amr-Bil-Ma'rūf, "exortar o bem", que convoca todos os muçulmanos a viver uma vida virtuosa e encorajar os outros a fazer o mesmo;  Nahi-Anil-Munkar, "proibir o mal", que orienta os muçulmanos a se abster do vício e das más ações, e também encorajar os outros a fazer o mesmo. Bandeira do Jihad
  33. 33. Ética (moral) e política muçulmana  Tradicionalmente, no islã não há distinção entre a religião e a política, tampouco entre fé e ética (moral);  Todas as obrigações religiosas, morais e sociais do homem muçulmano estão estabelecidas pela lei muçulmana (Xariá);  Xariá significa “o caminho para o oasis”;  A lei sagrada se expressa sobretudo no Al-corão e na suna, que advém da coletânea de livros sobre a vida e pregações de Maomé (hadith).
  34. 34. Ética (moral) e política muçulmana  Tanto o Al-corão como a hadith não expressam mais a sociedade que temos hoje, e dessa maneira os muçulmanos utilizam de 3 princípios para adaptar a lei islâmica ao mundo de hoje:  1) princípio da similaridade;  2) princípio do consenso;  3) princípio da revelação (utilizados mais pelos grupos fundamentalistas, como por exemplo os Xiitas).
  35. 35. Ética (moral) e política muçulmana  Princípio da similaridade:  Para solucionar um problema totalmente novo, encontra-se em exemplo semelhante (análogo) no Corão ou na hadith e estuda a base para a decisão.
  36. 36. Ética (moral) e política muçulmana  Princípio do consenso:  Maomé em uma de suas pregações afirmou: “os fiéis nunca podem concordar coletivamente acerca de algo que estivesse errado”.  Logo, uma decisão que os fiéis tomam em comum pode ser vista como lei por seus representantes, os especialistas legais;  Exemplo: proibição do café revogada.
  37. 37. Ética (moral) e política muçulmana  Princípio da revelação:  Está estritamente ligado ao conceito de revelação;  Os Sunitas por exemplo afirmam que a revelação vem apenas umas vez, em sua forma final;  Os Xiitas ao contrário afirma que a revelação pode ser contínua, por intermédio dos líderes, os imãs (nova interpretação da lei baseada na compreensão pessoal do imã).
  38. 38. Grupos fundamentalistas  Caridjitas (Kharijitas): Tentaram incluir o 6º pilar, o Jihad ou guerra santa. Os homens devem ir a guerra a fim de difundir e defender o Islamismo contra os infiéis;  Aquele que morrer na guerra seria assegurada a vida eterna;  Inicialmente partidários de ALI IBN ABU TÁLIB.
  39. 39. Correntes do islamismo  Sunitas: Consideram a Suna autoridade igual ao do Alcorão. (Sunnah é a segunda fonte da lei islâmica após o sagrado Alcorão);  Xiitas: Formada no sec. VII por mulçumanos partidários de Ali, primo e genro de Maomé;  Sufistas: Usam a música, o tambor, a dança – experiências para aproximar mais a Deus. Buscam o contato com o transcedente.
  40. 40. As elites islâmicas  Califa “sucessor”. 1º - ABU BAKAR ; 2º - OMAR KHATAB; 3º - OSMAN E 4º - ALI IBN ABU TÁLIB;  Sultão “potência”. Aquele que detém o poder. (utilizado pelos governantes de países como Omã e Brunei);  Paxá : Título de honra mais alto do Império Otomano (Turquia);  Xeque (Sheikh em inglês, Cheikh em francês) “ancião”. líderes, responsável pelas mesquitas, conduzem as orações, realizam casamentos, são diretores de universidade, chefes de tribo e ulemás (sábios e teólogos).
  41. 41. As elites islâmicas  Xá: A palavra vem do persa xah, que significa “rei”, e desde o século VI a.C;  Imã: É quem conduz e coordena as orações. Varia de acordo com as seitas, com a região e com a mesquita. Entre os xiitas, o imã é um iluminado que deve guiar todo o mundo islâmico em assuntos religiosos e seculares;  Aiatolá: Surgiu no século XIX no Irã para designar os juristas islâmicos mais renomados – o mais alto grau dentro da hierarquia dos mulá. O termo vem do árabe ayat allah “manifestação de Deus”). Entre os xiitas, uma das correntes islâmicas, o aiatolá deve agir como fonte de referência para toda a comunidade e, para alguns, possui um poder equivalente ao do imã.
  42. 42. As elites islâmicas  Mulá e Ulemá: Os dois termos se referem a autoridades versadas no islamismo. São professores, teólogos e advogados conhecedores dos escritos sagrados. A diferença entre eles é que os mulá (do árabe mawla, “senhor chefe”) surgiram no Irã e são essencialmente xiitas, e os ulemá (de ulama, “os que possuem o conhecimento”) são sunitas.  Emir Título laico atribuído a lideranças militares, governadores ou grandes autoridades. A palavra vem do árabe amir, que significa “comandante” ou “príncipe”. O título é usado hoje por líderes de países como Qatar e Bahrein. Os Emirados Árabes Unidos, apesar do nome, são governados por xeques.
  43. 43. Perguntas sobre a Fé do Mulçumano Fonte: www.ibeipr.com.br
  44. 44. Bibliografia • Textos: • BESEN, José Artulino. O universo religioso. As grandes religiões e tendências religiosas atuais. São Paulo: Ed. Mundo e Missão, 2008. • MARRAY, Jocelyn. O mundo islã. Folio. 2008. • GAARDER, Justein. O livro das religiões. Cia das Letras. 2000; • KUNG, Hans. Religiões do mundo: em busca dos pontos comuns. Verus, 2004. • Sites: • www.wikipedia.org.br • www.islam.org.br
  45. 45. OBRIGADO!!! Faculdade Católica de Uberlândia Celso Cintra; Ivaldo; Juscleiton Oliveira; Lunamar Cintra; Leandro Nazareth.

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