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Tecnologias para Definição do Processo Organizacional segundo o MPS.BR
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Tecnologias para Definição do Processo Organizacional segundo o MPS.BR

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  • 1. Tecnologias para Implantação de Definição do Processo Organizacional
    Leandro Bezerra Coutinho
    Silvia Cristina Nunes das Dores
    Thiago Almeida dos Santos
  • 2. Roteiro
    Introdução
    Definição do Processo Organizacional
    Resultados Esperados pelo MPS.BR
    Tecnologias Avaliadas:
    Eclipse Process Framework, Ambiente WebAPSEE, SPEARMINT, Estação TABA e ODE;
    Tabela Comparativa;
    Casos Reais de Utilização.
    Considerações Finais
    Referências
  • 3. Introdução
    Até o nível F do MR-MPS não há exigência de os projetos executarem processos padronizados na organização como um todo;
    O nível E tem como foco principal a padronização dos processos da organização, por meio da definição de processos padrão.
  • 4. Definição do Processo Organizacional
    Processo Padrão
    Processo básico que guia o estabelecimento de um processo comum na organização [EMAM et. al. 1998]
    Um processo padrão permite a realização consistente de atividades de desenvolvimento e manutenção em toda a organização e é essencial para obter estabilidade e melhoria a longo prazo [SEI, 2006]
  • 5. Definição do Processo Organizacional
    Definição do Processo Organizacional é apenas definir o processo padrão?
    Não
    Definição do processo organizacional incluir:
    Modelos de Ciclo de Vida
    Repositório de Medidas
    Definir Diretrizes de Adaptação do (s) Processo (s)
    Ambiente Padrão de Trabalho
  • 6. Definição do Processo Organizacional
    DFP no MPS.BR:
    Propósito: O propósito do processo Definição do Processo Organizacional é estabelecer e manter um conjunto de ativos de processo organizacional e padrões do ambiente de trabalho usáveis e aplicáveis às necessidades de negócio da organização.
    Relacionado com os Processos: Avaliação e Melhoria do Processo Organizacional (AMP); Gerência de Projetos (GPR) ; Medição (MED) e Gerência de Recursos Humanos (GRH) ;
  • 7. Resultados Esperados pelo MPS.BR
  • 8. Resultados Esperados pelo MPS.BR
  • 9. Tecnologias Analisadas
    Eclipse ProcessFramework;
    WebAPSEE;
    SPEARMINT;
    Estação Taba;
    ODE.
    Tabela Comparativa.
  • 10. Tecnologias AnalisadasEclipse Process Framework
    Fruto do projeto Eclipse;
    Framework de engenharia de processo de software adaptável;
    Objetivo: “(...) ajudar indivíduos e organizações a controlar e distribuir informações sobre melhores práticas no desenvolvimento de software e com isso diminuir o tempo normalmente gasto para encontrar esta informação” [da Rocha 2007].
    Não oferece suporte a instanciação e execução de processos.
  • 11. Tecnologias AnalisadasEclipse Process Framework
  • 12. Tecnologias AnalisadasEclipse Process Framework
  • 13. Tecnologias AnalisadasEclipse Process Framework
    Dissertação de Mestrado de Fábio Rachid da Rocha. IME – Instituto Militar de Engenharia. 2007;
    Título: Instanciação e Execução de Modelos de Processo de Software no Eclipse ProcessFramework;
    Ambiente Integrado para Processos de Software (AIPS);
    Modelagem utilizando o EPF gera um arquivo XML;
    Instanciação importa o arquivo XML utilizando plugin para o Eclipse;
    Execução realizada por uma ferramenta Web que importa o arquivo XML com as informações do processo.
  • 14. Tecnologias AnalisadasEclipse Process Framework
  • 15. Tecnologias AnalisadasEclipse Process Framework
  • 16. Tecnologias AnalisadasEclipse Process Framework
  • 17. Tecnologias AnalisadasEclipse Process Framework
  • 18. Tecnologias AnalisadasAmbiente WebAPSEE
    Ambiente de Desenvolvimento de Software Centrado em Processo (PSEE - Process-Centered Software EngineeringEnvironment);
    Desenvolvido como Software Livre pelo LABES-UFPA.
    Permite a modelagem dinâmica e execução de processo;
    Possui dois clientes: Manager Console, TaskAgenda.
    Possui duas versões: WebAPSEEOpen e WebAPSEE Pro.
  • 19. Tecnologias AnalisadasAmbiente WebAPSEE
    Permite o cadastro de: organizações, projetos, atividades, artefatos, papéis, agentes, habilidades, grupos, recursos, ferramentas, entre outros.
    Oferece variadas visões do processo: funcional, organizacional, informacional, 3D, Gráfico de Gantt, entre outros.
    Permite definição estimativas, métricas e geração de relatórios.
    Criação de Templates de Processo.
  • 20. Tecnologias AnalisadasAmbiente WebAPSEE
  • 21. Tecnologias AnalisadasAmbiente WebAPSEE
  • 22. Tecnologias AnalisadasAmbiente WebAPSEE
  • 23. Tecnologias AnalisadasSpearmint
    SPEARMINT: Software ProcessElicitation, Analysis, ReviewandModeling in anIntegratedEnvironment;
    Desenvolvido no IESE – Universidade de Kaiserslautern na Alemanha.
    Permite basicamente a modelagem de processos de software através de atividades, artefatos, papéis e ferramentas;
    Diferencial: oferece diversas visões do modelo de processo.
    Voltado para modelos de processo muito complexos.
  • 24. Tecnologias AnalisadasSpearmint
  • 25. Tecnologias AnalisadasEstação TABA
    É um ADS criado para apoiar atividades de:
    Gerência de projetos;
    Melhoria da qualidade dos produtos de software; e
    Aumento da produtividade.
    A Estação Taba também provê a infra-estrutura para o desenvolvimento e integração de ferramentas de apoio à execução de processos de software.
  • 26. Possui dois tipos de ambiente:
    Ambiente Configurado: responsável por informações padronizadas da organização;
    Ambiente Instanciado: apóia o planejamento, execução, gerência e controle do projeto de desenvolvimento de software durante todo o seu ciclo de vida apoiado por diversas ferramentas.
    Tecnologias AnalisadasEstação TABA
  • 27. Definição de processos:
    Definição de um modelo de processo padrão para a organização; (Config[Villela 2004])
    Criação de um processo especializado para os diferentes paradigmas e métodos de desenvolvimento de software; (Config [Villela 2004])
    Adaptação dos processos especializados para a realidade de projetos específicos; (AdaptPro[Berger 2003])
    Tecnologias AnalisadasEstação TABA
  • 28. Tecnologias AnalisadasEstação TABA
    Ferramentas auxiliares:
    Gerência de Conhecimento - Acknowledge [Montoni 2003],
    Medição – Metrics [Schnaider et al. 2004]
    Gerência de Configuração – GConf [Santos et al. 2008]
  • 29. Tecnologias AnalisadasEstação TABA
  • 30. Tecnologias AnalisadasEstação TABA
  • 31. Tecnologias AnalisadasEstação TABA
  • 32. É um ADS centrado em processo baseado em ontologias;
    Capacidade da integração de ferramentas que se utilizem de uma mesma conceituação definida por uma ontologia.
    Processos podem ser definidos e configurados e posteriormente ter sua execução acompanhada graficamente.
    Tecnologias AnalisadasODE
  • 33. Definição de processos padrão
    Definir as atividades do processo,
    Definir os artefatos (insumos e produtos),
    Recursos (humanos, hardware e software),
    Procedimentos (métodos, técnicas, normas e roteiros) necessários para sua execução.
    Processos especializados
    Tecnologias AnalisadasODE
  • 34. Tecnologias AnalisadasODE
  • 35. Tecnologias AnalisadasODE
  • 36. Tecnologias AnalisadasTabela Comparativa - Legenda
  • 37. Tecnologias AnalisadasTabela Comparativa
  • 38. Casos Reais de Utilização da Estação TABA
    Instituições que foram avaliadas utilizando as ferramentas da COPPE/UFRJ:
    Maio de 2008 (avaliação LENS)
    Outubro de 2006 (avaliação Centro de Computação da Aeronáutica de São José dos Campos)
    Segundo os relatos existentes na literatura todas as implementações realizadas pela II COPPE/UFRJ utilizaram a Estação TABA.
  • 39. Casos Reais de Utilização do Ambiente WebAPSEE
    CTIC- UFPA [França et. al. 2009]
    Avaliado em 2008;
    Equilibrium Web [Sales et. al. 2010]
    Avaliado em 2010;
    Entrevista semi-estrutura nas organizações;
    Questionamento sobre as práticas específicas de DFP;
  • 40. Referências
    Foram utilizadas 38 referências nesta pesquisa. A seguir as principais:
    Becker-Kornstaedt, U., Bella, F., Münch, J. et al. (2003). “Spearmint 7: User Manual”. FraunhoferInstitutExperimentelles Software Engineering (IESE). Kaiserslautern, Germany.
    Bertollo, G., Segrini, B. Falbo, R. A. (2006). “Definição de Processos de Software em um Ambiente de Desenvolvimento de Software Baseado em Ontologias. V Simpósio Brasileiro de Qualidade de Software”. Vila Velha, Espírito Santo.
    da Rocha, F. R. (2007). “Instanciação e Execução de Modelos de Processo de Software no Eclipse Process Framework”. Dissertação de Mestrado. Rio de Janeiro: Instituto Militar de Engenharia.
    Emam, K. E., Drouin, J. N., Melo, W. (1998). “SPICE – The Theory and Practice of Software Process Improvement and Capability Determination”. IEEE Computer Society, Edwards Brothers Inc., EstadosUnidos.
  • 41. Referências
    EPF. Eclipse Process Framework Project. Disponível em: http://www.eclipse.org/epf/. Acessado em: 15/10/2010
    Rocha, A. R. et al. (2009). “Estação TABA: Uma Infra-estrutura para Implantação do Modelo de Referência para Melhoria de Processo de Software”. IV Simpósio Brasileiro de Qualidade de Software, Porto Alegre, Rio Grande do Sul.
    Sales, E., Costa, A., Sales, M., Lima Reis, C., Reis, R. (2010). “WebAPSEE Pro: Um Ambiente de Apoio a Gerência de Processos de Software”. VI Workshop Anual do MPS". Campinas, São Paulo.
    Sales, E., Lima Reis, C., Reis, R. Nascimento, L., Júnior, S. (2010). “Uso do Ambiente WebAPSEE na Implementação do Nível G do MPS.BR na Equilibrium Web”. VI Workshop Anual do MPS. Campinas, São Paulo.
    Softex(2009) “MPS.BR – Melhoria de Processo do Software Brasileiro: Guia Geral”. Disponível em: http://www.softex.br/mpsbr/.
  • 42. Referências
    [Villela 2004] - Villela, K. C. L. (2004). “Definição e Construção de Ambientes de Desenvolvimento de Software Orientados à Organização”. Tese de Doutorado - COOPE/UFRJ.
  • 43. Tecnologias para Implantação de Definição do Processo Organizacional
    Leandro Bezerra Coutinho
    Silvia Cristina Nunes das Dores
    Thiago Almeida dos Santos
    DÚVIDAS?
    OBRIGADO!