Workshop Elaboração de Cenários com Foco no Planejamento Orçamentário

Loading...

Flash Player 9 (or above) is needed to view presentations.
We have detected that you do not have it on your computer. To install it, go here.

5 comments

Comments 1 - 5 of 5 previous next Post a comment

  • + lauroprado Lauro Jorge Prado 2 years ago
    Cara Diramar,
    Agradeço imensamente pela suas gentís palavras.
    Abraços e sucessos!!
    Lauro
  • + Diramar Diramar - ABSENT 2 years ago
    Lauro , só posso dizer :Estou encantada !
    Parabéns!
    Vi que você é pedagogo. Daí toda sua didática excepcional.
    Não posso argumentar sobre o assunto, não é minha área.Mas a forma com que o mesmo é tratado, sim.

    Obrigada.
    Diramar
  • + guestd8e18e guestd8e18e 3 years ago
    planejamento do ponto de vista de gues
  • + gui gui 3 years ago
    Planejar o presente pensando no futuro realmente não é fácil. A sua apresentação traz uma luz sobre o tema 'Cenários'.
  • + sugestao sugestao 3 years ago
    A apresentação está um show, parabéns!
Post a comment
Embed Video
Edit your comment Cancel

4 Favorites & 1 Group

Workshop Elaboração de Cenários com Foco no Planejamento Orçamentário - Presentation Transcript

  1. 9 a CONFERÊNCIA ANUAL PLANEJAMENTO ORÇAMENTÁRIO W ORKSHOP: ELABORAÇÃO DE CENÁRIOS COM FOCO NO PLANEJAMENTO ORÇAMENTÁRIO
  2. P ROPOSTA
    • P lanejamento de cenários e o pensamento estratégico;
    • Romper barreiras;
    • Conceitos, formas & ferramentas;
    • Construção de empresa de sucesso, focando em planejamento & ação;
  3. P ERCURSO
    • Mudanças e paradigmas que impactam na vida empresarial;
    • Planejamento Estratégico – Um olhar no futuro com ações no presente;
    • Metodologias & Conceitos;
    • Como transformar o planejamento em estratégias implementadas
    • Cenários
    1 2 3 4 5
  4. M udanças e paradigmas que impactam na vida empresarial; 1
  5. P ARADIGMAS
    • O paradigma da sociedade atual baseia-se:
      • na amplitude das informações;
      • na velocidade das mudanças;
      • no domínio do conhecimento; e
      • na acelera da evolução tecnológica .
    • SOLUÇÃO
      • Flexibilidade e Agilidade na s Decis ões .
      • Percepção (visão) de futuro e Planejamento.
    1
  6. O MUNDO… 1
  7. A MUDANCA NO MUNDO!
    • Em 2.020 - o conhecimento estará duplicando a cada 83 dias. (atualmente, já duplica a cada 4 anos.)
    • O meio de comunicação mais efetivo será a Internet e seus correlatos.
    • Em 2.050, mantido o paradigma médico atual, a expectativa de vida estará chegando aos 120 anos.
    1
  8. M UDANÇAS
    • Conhecimento (aprendizado individual (aquisição/ treinamento) e aprendizado institucional  maior participação nas decisões).
    • Intenso fluxo de informações.
    • Mudanças rápidas e constantes.
    • Descentralização das organizações, instituições e sistemas.
    • Intensificação no uso de tecnologia, exigindo mão de obra mais qualificada.
    1
  9. Há um mundo que está acabando ... E nós, para o bem e para o mal, estamos exatamente aqui A s Mudanças no Mundo Evolução da história recente. ... e um mundo que está começando 1
  10. M UDANCAS NAS EMPRESAS
    • 70% das mudanças  pela tecnologia.
    • 30% das mudanças  pelo mercado.
    • Crítico no sucesso da implantação.
      • 5% = máquina
      • 15% = programa
    • 80% = Pessoas
    1
  11. 1
  12. P lanejamento Estratégico – Um olhar no futuro com ações no presente; 2
  13. F ORMA DE VER A ESTRATÉGIA
    • Saber onde quer chegar e construir a estratégia para atingir o alvo.
    2
  14. F ORMA DE VER A ESTRATÉGIA
    • Saber o que quer hoje e criar estratégia projetando a empresa no futuro, desenhando o alvo em função das estratégias definidas
    2
  15. P ONTOS DE PLANEJAMENTO PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO PLANEJAMENTO TÁTICO PLANEJAMENTO OPERACIONAL (ORÇAMENTO 2
  16. C onceitos & Formas 3
  17. TECNOLOGIA X CUSTOS
    • Com advento da tecnologia da informação,facilita a medição de dados e propicia implantação de politicas e procedimentos racionais.
    Distorção Precisão Manual Sistêmico Qualidade Custos $100 $250 Este é o nível de precisão de gestão que sua empresa pode pagar. 3
  18. E VOLUÇÃO – HOMEM X TECNOLOGIA As ferramentas evoluiram… O ser humano nem tanto… 3
  19. C ONCEITOS & FORMAS
    • ORGANIZAÇÃO
    D esejável: Medir e Controlar, Faz parecer fácil e simples. P erfeição: Tem o significado pessoal, proporciona experiência inesquecível! R ealizável: Conhecer, poder de prever sem dificuldade F uncional: Trabalhar como programado. F ocado em tarefas: Objetivos/Quantificável (Produtos e rotinas) F ocado em experiências: Subjetivo/qualitativo (pessoas e atividades) © Lauro Jorge Prado 3
  20. P LANEJAMENTO
    • “ Quem não mede não controla.”
    • Só é possível medir com sucesso se houver sentido entre a realização e o intento estratégico.
    • Derivações:
      • Quem não sonha não planeja..
      • Quem não planeja não controla…
      • Quem não controla não mede…
      • Quem não mede não realiza…
      • Conceito: Hoshin Kanri
    E stratégia P lanejamento C ontrole R ealização 3
  21. C OMO SE CONSEGUE CHEGAR LÁ… 3
  22. M ODELO MATEMÁTICO: RAZÃO DE FIBONACCI
    • A razão de Fibonacci é uma forma natural de construir quantidade sem sacrificar qualidade.
    • Devemos começar com pequenas e constantes ações que de forma progressiva chegará no resultado esperado.
    • Razão:1, 2, 3, 5, 8, 13, 21,34…
    • Fonte: “Desafio ao Deuses – A História Fascinante do Risco” – Peter L. Bernstein.
    H oje F uturo 3
  23. U MA OUTRA FORMA DE VER!
    • Quanto mais próximo do objetivo mais claro e mais ações são requiridas.
    C omeçando no ano 1 até o ano 10 – Cada ano um esforço! P LANEJAMENTO DE 10 ANOS 2 anos = 62% 8 anos = 38% 3
  24. E NFOQUES PARA O PLANEJAMENTO 3 Causas desestruturadas Ambiente Confuso Convergência Objetivo:Sucesso! Resolução da situação Objetivos, Diretrizes e Ações estratégicas Planejamento Estratégico Cenário Ação das Pessoas Organizações Condicionantes / Metodologia Fundamentação
  25. E STRATÉGIA COM BASE NA EVIDÊNCIA O rigina-se na premissa de usar melhor e de forma mais plena a lógica e os fatos, o que permite a empresa realizar melhor suas estratégia no futuro. S éculo 19 S éculo 20 S éculo 21
    • Pesquisas sobre máteria morta.
    • Início da Revolução Industrial
    • Domínio sobre o atomo.
    • Geração de Riqueza: Máquina Vapor, Tear, Etc.
    • Pesquisas sobre matéria viva - Genoma
    • Domínio sobre a célula.
    • Geração de riqueza em cima das descobertas do sec 19
    • Energia Elétrica
    • Petróleo e derivados
    • Silício;
    • Energia Nuclear, etc
    • ? .
    • Geração de riqueza em cima das descobertas do sec 20
    • Robótica
    • Biotecnologia
    • Transgenia
    • Genômica
    • Fontes alternativas de Energia
    • Nanotecnologia, Etc
    3
  26. C OMO USAR O MODELO
    • Tratar idéias antigas como idéias antigas.
    • Desconfie de idéias e estudos revolucionários.
    • Comemore e desenvolva o brilhantismo coletivo em vez dos gênios e gurus solitários.
    • Analise as vantagens e desvantagens.
    • Use casos de sucesso (não de fracasso) para ilustrar práticas bem embasadas.
    • Use uma abordagem neutra e imparcial em relação a ideologia e teorias.
    3
  27. C OMO IMPLANTAR…
    • Trate a organização como um protótipo inacabado.
    • Nada de bravatas. Atenha-se aos fatos.
    • Domine o óbvio e o comum.
    • Veja você mesmo e sua organização como as pessoas de fora os vêem.
    • Poder, prestigio e desempenho acarretam teimosia, estupidez e resistência a evidências válidas.
    • Gerenciamento baseado em evidências não é apenas para altos executivos.
    • Como tudo na vida, ainda é preciso vender a idéia.
    • Se tudo falhar, procure conter a disseminação das práticas ruins.
    • A melhor pergunta de diagnóstico: o que acontece quando as pessoas falham?
    3
  28. O LHAR PARA O FUTURO….
    • Hiper-realidade da TV digital;
    • Internet 125 mais rápida;
    • Casa viva - inteligente;
    • Games chegam à vida real;
    • Células-tronco – Cura;
    • Novos transgênicos;
    • A revolução das moléculas;
    • Nanotecnologia;
    • Fonte: Revista Época 471 28/05/07
    3
  29. C omo transformar o planejamento em estratégias implementadas. 4
  30. P ERFIL DAS PESSOAS N a dificuldade: Desconhece os fatos Trabalho: nulo, sem reação Comando: ausência Mudança: não enxerga N a dificuldade: Nega os fatos Trabalho: Executa o dia-a-dia Comando: Poder da hierarquia Mudança: Desconhece Na dificuldade: Engaja a todos Trabalho: Realiza Comando: Liderança Mudança: Domina a situação N a dificuldade: Explora os fatos Trabalho: Planeja, olha para o futuro Comando: Discurso bonito e teórico Mudança: Sonha um mundo melhor 4 MÃO NA MASSA NULA/MORTA IDEAL SONHADORA
  31. E NTENDER A EMPRESA
    • Teste para evidenciar como está sua empresa.
      • Como sua empresa atua diante de uma dificuldade?
      • Como sua empresa trabalha no dia-a-dia?
      • Qual é o estilo de comando da sua empresa?
      • Como sua empresa reage à mudanças?
    4
  32. R ESULTADO
    • Se a alternativa (a) foi a maior incidência, sua empresa está morta, não existe do ponto de vista de gestão. EMPRESA MORTA.
    • Se for (b) foi a maior incidência a sua empresa é aquela difícil de se trabalhar, é uma empresa que age de forma reativa. EMPRESA NEURÓTICA.
    • Se for (c) foi a mais votada, então sua empresa é aquela que vive de sonhos, planeja muito e pouco realiza. EMPRESA PSICÓTICA.
    • Se for (d) foi a mais votada então sua empresa é aquela que todos gostariam de trabalhar. EMPRESA IDEAL.
  33. S OB A VISÃO EMPRESARIAL 4
  34. E MPRESAS X PESSOAS
    • Entender como funciona uma empresa é parte do processo de sucesso que todos nós buscamos individualmente com profissionais, é o desejo que está no intimo de cada pessoa que perfaz uma organização.
    • O sucesso futuro da empresa está em considerar as pessoas como parte essencial na implementação da estratégia.
    4
  35. C OMPETÊNCIAS ESSENCIAIS
    • Saber posicionar a empresa;
    • Identificar mudanças externas;
    • Integrar as pessoas;
    • Avaliar as pessoas;
    • Moldar as equipes;
    • Estabelecer objetivos;
    • Fixar prioridades;
    • Enfrentar forças externas
    • Fonte: Know-How - Ram Charam
    4
  36. C enários 5
  37. P REVER O FUTURO
    • No cinema a ficção nos leva ao futuro. O filme Minority Report é um bom exemplo!
    • Para sermos eficientes não devemos tentar prever o futuro, precisamos prever mudanças.
    “ A chave para o bom desempenho de uma empresa é parar de tentar prever o futuro e partir, definitivamente, para a ação“ Stephen Kanitz - O Brasil Que Dá Certo (Makron Books, 100 págs.) 1994 5
  38. E VOLUÇÃO DA TÉCNICAS… 5 1 956 K onosub Matsuchita – Cenário para 75 anos 1 962 H ernann Kahn - Força Aérea Americana – Traça Cenários para uso comercial – prevê a prosperidade americana na década de 60. 1 967 S hell – Cenários antevendo crise do petróleo - 73 1 971 P eter Schwartz – Cria método elaboração cenários D écada 80 D ificuldades para previsão cenários longo prazo 1 987 P eter Schwartz, Aries de Geus e Napier Collyns fundam a Global Business Network – maior rede de estudos prospectivos do mundo D écada 90 B oom das escolas de planejamento estratégico 2 003 E mpresas começam usar mini-cenários F uturo I nteligência Competitiva está ganhando força.
  39. O QUE ESPERAMOS…
    • O processo de cenários fornece o contexto para poder pensar com clareza arespeito da complexa gama de fatores que afetam qualquer decisão.
    • Fornece aos administradores uma linguagem comum para conversar sobre esses fatores, iniciando com uma série de histórias do tipo “e se isso acontecer...”, com um nome diferente.
    • Então encorajam-se os participantes a pensar sobre cada uma delas como se já tivesse acontecido.
    • E se nossos piores pesadelos acontecessem e nosso negócio principal se tornasse obsoleto?
    • Ou... E se o nosso futuro mais desejado viesse acontecer?
    • Que desafios inesperados isso apresentaria para nós?
    • Ou... E se uma série de eventos completamente inesperados viesse mudar a estrutura de nossa indústria?
    • Seriamos apanhados de surpresa ou enxergaríamos as oportunidades?
    5
  40. R ESULTADO INADEQUADO…
  41. P ILARES T E C N O L O G I A CONHECIMENTO C O N T E Ú D O G E S T Ã O A M B I E N T E CENÁRIOS 5
  42. F ORMAS DE CONSTRUÇÃO 2
  43. C ENÁRIO
    • “ CONJUNTO FORMADO PELA DESCRIÇÃO (DE FORMA C OERENTE, PLAUSÍVEL E CONSISTENTE) DE UMA SITUAÇÃO FUTURA (CENA) E DO ENCAMINHAMENTO (TRAJETÓRIA) DOS ACONTECIMENTOS (EVENTOS) QUE PERMITEM PASSAR DA SITUAÇÃO DE ORIGEM (ATUAL) PARA OUTRA FUTURA”.
    5
  44. P ROPÓSITO DE CENÁRIOS
    • Organizar e delimitar as "Incertezas Críticas". (D iagrama "Relevância (impacto) x Incerteza"  tomar “C onsciência do R isco ” ).
    • Alertar os decisores sobre mudanças e descontinuidades.
    • Unificar as visões quanto ao futuro e utilizá-las para iluminar Decisões Estratégicas no presente.
    • Apoiar o Planejamento Estratégico .
    5
  45. I nvariantes C ENÁRIO V ariáveis Relevantes A tores D esconti-nuidades T endências Pesadas C OMPONENTES DE UM CENÁRIO 5
  46. V isão Projetiva V isão Prospectiva C ENÁRIOS 5 Passado Presente Futuro Passado Presente Futuro Possível Futuro Possível Futuro Possível
  47. O MAPA DA MUDANÇA! 1 -IDENTIFICAR a mudança Tendências & Hits 2 -AVALIAR impacto da mudança Análises históricas e projetivas 5 -PLANEJAR e implementar ações Team building 4 -VISUALIZAR futuros desejados Visioning 3 -IMAGINAR futuros possíveis Cenários © Perspektiva e SSF 2002
  48. T IPOS DE CENÁRIOS
    • Ideal ou Normativo (futuro desejado)
    • Exploratórios Extrapolativos
      • Livre de surpresas (de tendência) ( prolongamento ou inflexão de tendências passadas)
      • Com variação canônica (variar quantitativamente)
    • Exploratórios Múltiplos (vários futuros / alternativos / contrastados)
    5
  49. Método Michel Godet 5 (Stollenwerk, 1998.) 1 . Delimitação do Sistema e do Ambiente 2. Análise Estrutural do Sistema e do Ambiente 2. Análise Retrospectiva e da Situação Atual 3. Seleção e as Condicionantes do Futuro 4. Geração de Cenários 5. Testes de Consistência, Ajustes e Disseminação 6. Opções Estratégicas e Planos. 7. Monitoração Estratégica cenário cenário cenário
  50. M ÉTODO GBN ( Global Business Network ) (GBN fundada em 1986, nos EUA, por Peter Schwartz – ex - integrante da Shell) 5 1. Identificação da Questão Principal 2.Identificação dos Fatores Chaves (microambiente) 3. Identificação das Forças Motrizes (macroambiente) 5. Definição da Lógica dos Cenários 6. Definição dos Cenários 7. Análise das implicações e opções 8. Seleção de indicadores e sinalizadores principais 4. Ranking das Incertezas Críticas
  51. Método de Cenários Michael Porter 5 1. Propósitos do Estudo 2. Identificação das Incertezas e Classificação 4. Análise de cenários e consistência 7. Elaboração das Estratégias Competitivas 5. Concorrência 6. Elaboração das estórias de cenários 3. Comportamento futuro das variáveis
  52. Método de Cenários Grumbach 5
    • 3. Processamento
    • - Fato Portador de Futuro
    • Eventos (Brainstorming)
    • Delfos e Impactos Cruzados
    5. ESTRATÉGIAS - Hierarquização - Propostas (sugestões)
    • 4. CENÁRIOS
    • Geração de Cenários
    • - Interpretação dos Cenários
    • - Simulação
    Ambiente Interno Ambiente Externo 2. Situação Atual (Pesquisa e Conjuntura) 1. Definição do Problema
  53. C ONCLUSÃO 6
  54. P ALAVRA FINAL!
    • Cenário exercem impacto quando todos na empresa estão engajados.
    • A concepção de cenários é uma ferramenta para expansão dos processos pelo qual as empresas renovam sua visão, competitividade e adaptam-se a ambientes cada vez mais duros e voláteis.
    • Erros de planejamento pode levar qualquer empresa à falência. Saber administrar o risco deve ser uma prioridade essencial.
    6
  55. B IBLIOGRAFIA
    • Bernstein, Peter L. – Desafio aos Deuses – A Fascinante História do Risco, Editora Campus, 1997
    • Charam, Ram – Know-How As 8 Competências que Separam os que Fazem dos que não Fazem, Editora Campus, 2007
    • Oliver, Richard W. – Como Serão as Coisas no Futuro, Negócio Editora, 1999
    • Pfeffer, Jefrey e Sutton, Robert – A Verdade dos Fatos – Editora Campus, 2006.
    • Prado, Lauro Jorge – Artigo “A Empresa no Divã”, publicado na Internet, 2005
    6
  56. A PRESENTAÇÃO
    • L auro Jorge do Prado
      • Contador, Pedagogo, Pós-Graduado em Controladoria e Finanças (FAPEI), em Planejamento e Gestão de Negócios (FAE), em Gestão Agro-Florestal (UFPR) e especialização em Gestão Empresarial (FGV), em Custos (FGV) e em Educação Virtual (SENAC).
      • Grande experiência na área controladoria e finanças, carreira desenvolvida em empresas nacionais, multinacionais nas áreas de custos, planejamento estratégico, contabilidade e orçamento empresarial, por mais de 18 anos. Últimas empresas: Norske Skog Ltda e Pisa Papel de Imprensa Ltda.
      • É proprietário da empresa SuGestão Consultoria e Assessoria e Sócio da empresa TOPSIS Consultoria Empresarial Ltda com sede em Curitiba, Pr.
      • É Consultor Certificado pela Thompson Management Horizons.
  57. O brigado pela atenção! L auro Jorge do Prado [email_address] T OPSIS CONSULTORIA EMPRESARIAL LTDA. TEL.: (41) 3232-4577 CEL.: (43) 9111-2752 www.topsis.com.br contato@topsis.com.br

+ Lauro Jorge  PradoLauro Jorge Prado, 3 years ago

custom

9587 views, 4 favs, 3 embeds more stats

Workshop realizado pelo IBC em 15/08/07 liderado po more

More info about this document

© All Rights Reserved

Go to text version

  • Total Views 9587
    • 9488 on SlideShare
    • 99 from embeds
  • Comments 5
  • Favorites 4
  • Downloads 105
Most viewed embeds
  • 94 views on http://www.via6.com
  • 3 views on http://rec6.via6.com.br
  • 2 views on http://grupodeplanejamento.typepad.com

more

All embeds
  • 94 views on http://www.via6.com
  • 3 views on http://rec6.via6.com.br
  • 2 views on http://grupodeplanejamento.typepad.com

less

Flagged as inappropriate Flag as inappropriate
Flag as inappropriate

Select your reason for flagging this presentation as inappropriate. If needed, use the feedback form to let us know more details.

Cancel
File a copyright complaint
Having problems? Go to our helpdesk?

Groups / Events