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Resumo   Enfermagem
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Resumo Enfermagem

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  • 1. Para auscultar os sons pulmonares, movimente o diafragma de seu estetoscópio de acordo com os números indicados nos diagramas abaixo. Estertores estalidos, estouros, sons pneumonia, edema pulmonar, Há três sons normais de respiração: crepitantes úmidos de borbulhas fibrose pulmonar (B) Som respiratório bronquial - barulhento, grave, á5pero. na inspiração Audível sobre a traquéia, os brônquios (entre as clavículas e o centro do esterno) e os brônquios primários. Roncos ruído surdo pneumonia, enfisema, (BV) Som respiratório broneovesicular - som de sopro de intensidade moderada e agudo. na expiração bronquite, broncjuiectasia Audível sobre as vias aéreas maiores, nos dois lados do estemo, no ângulo de Louis e entre as escápulas. (V) Som respiratório vesieular - sopro muito suave e agudo. Sibilos som musical alto tanto Audível sobre a área periférica dos pulmões, melhor aínda na base dos pulmões. na inspiração enfisema, asma, como na expiração corpos estranhos (mais alto) Atrito pleural som áspero e seco tanto na pleurisia, pneumonia, inspiração como na expiração infarto pleural pH 7,35 a 7,45 PaCO, 35 a 45 mm Hq HC03 22-26 mEql1 Um método rápido de análise: Veja antes o pH. Desenhe uma seta se for alto ou baixo. Uma seta para baixo (t) indica acidose. Uma seta para cima (+) significa alcalose. Em seguida, veja o indicador respiratório (PaC02). Desenhe uma seta se estiver alto ou baixo. Interpretação: se as setas estiverem em direções opostas, o problema é respi- ratório, de natureza acidótica ou alcalótica. Finalmente, veja o indicador metabólico (HC03). Desenhe uma seta se estiver COMPONENTES TEMPO DE DURACÃO NORMAL O QUE REPRESENTA alto ou baixo. Interpretação: se a seta de pH e a seta metabólica estiverem na mesma Onda P <0,12 s despolarização dos átrios~ direção, o problema é de metabolismo, de natureza acidótica ou alcalótica. preparaçao para a contraçao Análise adicional: presença de compensação se as setas de PaC02 e HC03 Intervalo P-R 0,12 a 0,20 s estiverem em direções opostas. Presença de compensação parcial se as setas de tempo atrlos opara os ventnculos dos para impulso se propagar PaCO, e HCO) apontarem para a mesma direção. Complexo QRS 0,04 a 0,11 s despolarização dos ventriculos Segmento S-T 0,5 a 1,0 mm abaixo ou acima finalização da despolarização da linha de referência ventricular Intervalo Q- T acima de 0,43 s Débil, audível depois de cuidados concentrados Débil, audível imediatamente OndaT <5 mm em amplitude repolarização dos ventriculos Som moderado Onda U Alto algumas vezes se segue à onda T; pode Muito alto indIcar baixa taxa de potássio no sangue 1 segundo , Muito alto, audível com estetoscópio longe do local do sopro, associado com tremor 5mm It-t- (0,2 segundo) , mm 004secJ1.-v+.' ~ Sons cardíacos produzidos pelas válvulas cardíacas são mais audíveis onde o sangue flui para fora da válvula e não diretamente sobre a válvula. !lT Na figura abaixo, as áreas assinaladas com círculos brancos indicam a colocação ideal do estetoscópio para auscultar os sons cardíacos. Ir 1. A fase sistólica começa com o primeiro som cardiaco (S I) e o fechamento das valvas mitral e tricúspide (AV). 2. A fase díastólica começa com o segundo som cardíaco e o fechamento das valvas aórtica e pulmonar. 1k H 4 1248 24 Ih 18 a6 aa h 8 dias 4 h h amino ransferase I 2 a48 24 12I hI I PICOSdo 0,205aaEVENTO 0,40 17 0-7 40 total DE a37% fração 0,45u/I a NORMAL 4a6h u/I <0,05 0,15 OCORRE DEPOIS fração do total 28 a 38%
  • 2. motor Vago motor motorII I Abducente sensaçõessomáticasfranzirface,córnea parauma o sorrir, visceralitem as sobrancelhas, "ERVOmotorI movimentográficoempurraredededireitacontemplação paladar,lateralcover/uncover, com bastonete observação daolho familiares testedede do pupila ombros Olfatório movimentosavaliaçãomasseteres um ladocórnea, Hipoglossodaexpressãoextra-ocularesrellexos da com deglutiçãoidentificação pescoço Rinne feitacontra FUNÇÃO osaqueixo saliva e mÚscu movimento movimentoaudiçãodecomo datesta,dosanteriorface Facial retaextra-ocular da exame Trigêmeo:sensaçõesmotormoverdaalgodàoqueixosabordos linha Glossofaríngeol sensorialAVALIAÇÃO das esabores Troclear sensaçõesequilíbrioreflexodea opelaumbigoda esquerda TIPO lápis, engasgo, Acessório com mão,salivação línguaanterior de anterior OculomotorI atividadevisãoWeberavaliaçào odeavaliação dea lingua como identificação de e a mastigação lestedomastigação Óptico paladar,Inaolfatodeterçospartede itemlenta sensorial movimentosomáticasSnellen,equilíbriomovimentos somáticas torácica terçoencolhercomo item contração O cheiros desenhar para mordidado o para os ao deglutição direçãoo feita e dois da posterior em com identificação extra-ocular facial teste olhar inferior a e enquantodecontração sensaçãode luz paxaçàocomparações bochechas outro avaliação narinacom elingua fatinge, laringe e exame sensorialcom de "Aaah"língua pall.ação temporalsimétricas da os dentes trincados acuidade auditiva, testes Quando for avaliar os problemas de um paciente, lembre-se de todos fundo daseisumde reflexoluz encher de motilidadeem soprar usando afastadordizda separado contraolho depressor úvula o oaciente com cada pontos oftalmoscópio, as bochechas cardiais esses setores, que ajudam a pessoa a descrever integralmente seus pro- blemas. Usando o artifício mnemônico PQRST, pode-se fazer uma ava- liação completa e sistemática. P Por quê/Paliativos O que causa isso? O que faz melhorar? O que faz piorar? Q Qualidade /Quantidade Como se sente, aparenta ou soa? Quanto disso tem? R Região/Radiação Onde fica? Por onde se espalha? S Severidade Interfere nas atividades do dia-a-dia? Quanto, numa escala de I a 10? T Tempo Quando isso começou? Com que freqüência ocorre? Ocorre repentina- mente ou lentamente? Quanto tempo dura um episódio do sintoma? Essa escala de avaliação neurológica, usada no mundo todo, permite que se faça uma avaliação objetiva do nivel de consciência, de reação da pupila e da atividade motora, A soma total pode variar de 3 a 15 pontos, Um paciente que está or,ientado, abre os olhos espontaneamente e atende a comandos recebe a pontuação 15, Um paciente em coma profundo só alcançará 3, A escala per- mite um acompanhamento linear, indicando a evolução neurológica, MEDI ÃO RESPOSTA PONTUACÃO abre espontaneamente 4 Resposta ocular abre ao comando verbal 3 abre em resposta à dor 2 não abre I obedece a comandos 6 reação à dor localizada: * identifica a dor localizada 5 Resposta motora * flexiona e se retrai 4 * adota posição de flexão 3 * adota posição de extensão 2 * não responde 1 orientado e conversando 5 desorientado, mas conversando 4 Resposta verbal usa palavras inadequadas 3 emite sons ininteligiveis 2 não responde I Estágio 1 Eritema não embranquece e permanece vermelho 30 minutos depois I 2-12 1-1,5 NPH NPH 5-8regular protaminaTIPOStransparente turva 6-12 1-2 zinco turva 30% regular 8-16 4-6 1/2-1 DE INSULINA 14-24 36 18-24 1/2 28-36 18-26 1-3 2-8 2-4 70% turva e turva de a pressão ter sido aliviada, Epiderme se mantém intacta, I SUBCUTÃNEA Estágio 2 Epiderme é rompida, Abrasão ou Úlcera, com comprometimento " da epiderme, podendo ocorrer perda tecidual. Estágio 3 Presença de úlcera profunda, com perda total da pele, o que pode incluir necrose do tecido subcutâneo, mas sem atingir a fáscia muscular. Estágio 4 Profunda destruição do tecido, chegando a ocorrer lesâo nas estruturas, como músculo, tendâo e osso, PICOS DE INSULINA L RAPIDA REGWLAR { R E T N T N M ~ A INSULINA DE AÇÃO MAIS RÁPIDA (REGULAR) É A MAIS PRÓXIMA DO ÊMBOLO. A T 5 A À U = ULTRALENTA A INSULINA DE AÇÃO MAIS LENTA R É A MAIS PRÓXIMA DA AGULHA. I A Normal. O músculo consegue se mover do começo ao fim de uma completa seqüência de movimentos contra a gravidade com resistência, 4 Bom, O músculo é capaz de se mover do começo ao fim de uma completa seqüência de movimentos contra a gravidade, mas com resistência moderada, 3 Regular. O músculo é capaz de se mover contra a gravidade, 2 Mau, O músculo é capaz de se mover se for neutralizada a gravidade, 1 A contração muscular é palpável e visivel, sem se mover. O A contração ou o movimento muscular são imperceptiveis,
  • 3. REGIÃO DELTÓIDEA Veja a seguir uma relação de A região recomendada para injeção forma um abreviaturas e expressões médicas mais retângulo na lateral do braço, que se inicia de comuns, usadas diariamente nos hospitais. 3 a 5 cm do acrômio. Evite o acrômio e o 2/2hs a cada 2 horas úmero para ficar longe das veias e artérias braquiais. Limite o número de injeções, pois 2x/dia duas vezes ao dia essa é uma área pequena, que não tolera 3x/dia três vezes ao dia repetidas injeções nem quantidades de medicamentos maiores que I m1. 4x/dia quatro vezes ao dia AIDS silldrome de imunodeficiêllciaadquirida A avaliação é feita colocando-se a AP REGIÃO DORSOGLÚTEA polpa dos dedos sobre o dorso do ântero-posterior O lugar mais comum para aplicar injeção. Res- pé, ou sobre a tíbia, por 5 segundos. AV arteriovenoso ou atrioventricular trinja-se á porção do glúteo médio, que fica O sem edema bpm batimentos por minuto acima e fora de uma linha diagonal traçada do 1+ nota-se leve depressão c/ com trocanter maior do fêmur até a espinha iliaca 2+ depressâo mais profunda (me- póstero-superior. nos de 5 mm), mas com pé CAD,DAC doença arterial coronariana normal e perna com contomos CAT Cateterismo REGIÃO VENTROGLÚTEA 3+ depressão profunda (5 a 10 cc centímetro cúbico Um local bom, livre das maiores estruturas nervosas e mm) acompanhada por pé e vasculares. Apalpe para encontrar o trocanter maior, perna inchados CIVD coagulação intravascular disseminada a espinha i1iaca ântero-superior e a crista ilíaca. Ao dar a 4+ depressão mais profunda (mais cm centimetro injeção no lado esquerdo do paciente, coloque a palma da de I cm) acompanhada por in- mão direita sobre o trocanter maior e o dedo indicador chaço severo na perna e no pé CT,TC tomografia computadorizada sobre a espinha i1íaca ântero-superior. Afaste os demais DM diabete melito dedos, o máximo que puder, ao longo da crista ilíaca, DPOC doença pulmonar obstrutiva crônica como mostra a fígura ao lado. Desse modo, será aberto EAP um espaço em forma de "V" ou de triângulo entre os edema agudo de pulmão dedos indicador e médio. A injeção deve ser dada no cen- O pulso periférico pode ser classi- EV endovenoso tro desse triângulo, com a agulha levemente voltada para ficado de acordo com o ritmo e a FOI febre de origem indeterminada cima, em direção á crista iliaca. Se der a injeção no lado qualidade do batimento: direito, use a mão esquerda para delimitar a área. g gran13 O ausente gasometria gás arterial ÁREA DO VASTO LATERAL +1 fraco e por um fio +2 normal GECA gastroenterocolite aguda Um local seguro para injeção, livre dos nervos e vasos sanguineos maiores. A área é limitada pela linha média +3 pleno gt, gts gota, gotas +4 saltitante anterior e pela linha média lateral da coxa, de 12 a 15 cm gts/cc gotas por centimetro cúbico abaixo do trocanter maior do fêmur e de 9 a 12 cm acima gts/min gotas por minuto do joelho, numa faixa de 7 a 10 cm de largura. gts/ml gotas por mililitro h/h a cada hora TÉCNICA DA TRILHA "Z" HDA hemorragia digestiva alta É utilizada para administrar qualquer fluido irritante "fechando" a medicação no IAM músculo. A figura A mostra o tecido normal antes da injeção. Na figura B, veja 2 c. sopa +30 ml infarto agudo do miocárdio como fazer: com o dedo, retraia o tecido, insira a agulha, administre a me- 1M intramuscular dicação, remova a agulha e libere o tecido. Veja, na figura C, as conexões do teci- IRA insuficiência renal aguda do depois do traçado em "ângulo Z" deixado pela agulha. 1 c.sopa+15 ml ITU infecção do trato urinário TVAS infecção das vias aéreas superiores 1c.chá-+" 5 ml Jejum nada pela boca kg quilograma I litro Ib libra líquor líquido cefalorraquidiano m metro fl mícron O cálculo do ritmo do fluxo a ser administrado depende M molar do tipo do equipo, do volume indicado e do número de milequivalente horas desejado para a administraçâo do soro. Existem I c. chá em== = 1m 2,54 kgml I 4-5 15-16ml 240 ml mEq 39,371 polegadas xicara flg micrograma ílw...U . I 1 e. sopa no mercado equipos .de ,macrogotas (20 gotas/ml) e de 1 polegada libras 2,2 I: I microgotas (60 gotas/ml). Para controle mais preciso do mg miligrama gotejamento e da quantidade a ser infundida, existem microlitro aparelhos como a bomba infusora, mais apropriados, mililitro mas nem sempre disponiveis. mm milímetro A prescrição médica é de administrar 1.000 ml de soro (equipo-padrão = 20 gotas/ml) em 8 horas. Qual deve oz onça ser o ritmo do fluxo? PA pronto-atendimento ou pressâo arterial Use a seguinte equaçâo: PS pronto-socorro Total de ml x gotas/ml = ritmo do l1uxo QD queixa e duração Total de minutos QID quadrante inferior direito Calcule o número de gotas considerando QSD quadrante superior direito que I ml = 20 gotas: 5000F39,037 Ox 32) soro Para28560c=37,8°c -1.8) -~ 31 21mm = padrão de 1 mIO 1.000 (oC 142838,4 ml 14Graus Fahrenhert 42 ml 193739,6 (oF 1798.6 ml 983 7DF 100.0 101.1 2.000 3367 2856 IIl 103. 102.2 equipo got!'s/ got.as/ Celsius Graus QSE quadrante superior esquerdo 1.000 mm x 20 = 20.0008 gotas ml 18 (macrogotas 6 = 20 gotas/ml) 10 12 24 Rx. Quant. prescrição Calcule horas I got.as/ minutos considerando o nÚmero de s/ sem que I hora = 60 minutos: s/n se necessário, sempre que necessário 8 horas (8 x 60) = 480 minutos SC subcutâneo Divida o nÚmero de gotas pelo número de minutos: TVP trombose venosa profunda 20.000 gotas = 41,6 gotas por minuto UI unidade internacional 480 minutos urina tipo I análise da urina O ritmo do fluxo de gotejamento (que pode ser UTT unidade de terapia intensiva arredondado) será de: VO via oral 42 gotas por minuto
  • 4. COMPONENTES DO HEMOGRAMA ADULTO ELETRÓLlTOS CONDIÇÃO PARA RESULTADOS ANORMAIS Homem Mulher PADRÃO NORMAL EM ADULTO AUMENTADO I DIMINUÍDO Células vermelhas (eritrócitos) 4,5-6,2/mm3 4,2-5,4/mm3 Hematócritos (Hct) 40-54% 37-47% acidose respiratória, má absorção do trato G I, Cálcio bacteremia, doença alcalose, queimadura, caque- Hemoglobina (Hgb) 13,5-18 g/dl 12-16 g/dl 4,5 a 5,5 mEq/1 hepática crônica xia, doença celíaca, doença índices de células vermelhas crônica renal, diarréia VGM (valor globular médio) acidose, insuficiência aspiração do trato GI, HGM (hemoglobinaglobular média) ~ CHGM (concentraçào hemoglobínica globular média) 32-36% adrenocortical, anemia, vômito, diarréia, fístulas Potássio ansiedade, asma, intestinais, alcoolismo, Células brancas (Ieucócitos) 5.000-10.000/mm3 Diferencial (células brancas) 3,5 a 5,3 mEq/1 queimaduras, diálise, a1calose, bradicardia, Jeutrófilos disritmias, hipoventilação câncer de cólon, cirrose 48- 77% (3.000- 7 .500/mm3) Bastonetes crônica, mal de Crohn 3-8% (150- 700/mmJ) Eosinófilos 1-4% (50-400/mm3) desidratação, má absorção do trato GI, Basófilos O-I % (25-100/mm3) Sódio diabetes insipido, diarréia, ascite em falência Monócitos 1-9% (lOO-500/mm3) diaforese, diarréia, cardiaca, obstruçâo intesti- Linfócitos 135 a 145 mEq/1 hipertensão, ostomia, nal, queimaduras, cirrose, 25-40% (1.500-4.500/mm3) Linfócitos T 60-80% dos linfócitos toxemia, vômito D M, enfisema . Linfócitos B 10-20% dos linfócitos alcoolismo, alcalose acidose metabólica, queimaduras, 150.000-450.000/mm3 Cloreto respiratória, anelnia, desordens do sistema nervoso Plaquetas 97 a 107 mEq/1 desidratação, febre, central, edema, enfisema: perda trauma craniano de liquido pelo trato GI 1. INSPEÇÃO: processo de exame da superfície do corpo e seus movimentos utilizan- do os sentidos da visão, da audição e do olfato para coletar informações. A inspeção TESTE DE COAGULAÇÃO , pode ser estática e dinãmica, comparando-se os dois lados do oorpo, continuando ao 3 a 9 min longo de todo o exame. Tempo de sangramento 2. PALPAÇÃO: técnica que usa o toque para recolher informações sobre temperatura, tur- Homem: 9,6 a 11,8 s Tempo de protombrina (TP) gor, textura, umidade, vibrações e forma. Pode-se usar palpação leve, que é a aplicação de Mulher: 9,5 a 11,3 s pressão com dedos fechados, fazendo pressão de I cm na pele e nas estruturas encober- 25 a 38 s Tempo de tromboplastina parcial (TTP) tas, ou palpação profunda, fazendo pressão de uns 2,5 cm. O paciente deve ter garantida sua privacidade e o profissional deve estar com as mãos mornas, as unhas aparadas. As Tempo de coagulação 5 a 15 min áreas moles devem ser palpadas por último. ESTUDO FIBRINOLÍTICO 3. PERCUSSÃO: arte de bater em um objeto com outro de maneira a criar som. Assim, é pos- sivel avaliar a localização, o tamanho e a densidade de tecidos ocultos. A mão não-dominante Lise do coágulo de euglobina >2 h é colocada sobre a área a ser percutida, com os dedos ligeiramente separados, e a mão dom- Solubilidade do coágulo de fibrina <10 mcg/ml inante é usada para bater, fazendo-se um leve movimento com o pulso de maneira que a bati- da do dedo médio da mão dominante bata na junta do dedo médio da mão não-dominante. Tempo de trombina 10 a 15 s Os cinco tons de percussão são: timpânico - alto, como de um tambor; submaciço - intensidade fraca, duração curta e freqüência elevada; hipersonoro - mais intenso, mais grave e mais prolongado que o som claro; som claro pulmonar - intensidade forte, duração prolongada e freqüência baixa; maciço - menor intensidade, freqüência muito elevada e duração muito curta. A Qualquer alteração nos hábitos do intestino ou bexiga 4. AUSCULTA: ato de ouvir os sons produzidos pelo corpo usando estetoscópio. O apa- T Machucado que nâo cura relho tem um diafragma, que capta melhor sons de alta intensidade, e uma campânula, que E Sangramento fora do normal capta melhor sons de baixa intensidade. N Espessamento ou inchaço no seio ou em outro lugar do corpo Quatro características do som devem ser notadas: intensidade, altura, qualidade e duração. ç Indigestâo ou dificuldade para ellgolir Visível alteração em verruga, mancha ou protuberância à O Tosse ou rouquidão incômodas ÁREA DE AVALlACÃü O QUE OBSERVAR Análise geral Aparência geral e comportamento, postura, modo de andar, higiene, discurso, estado mental, altura e peso, acuidade visual e auditiva, estomatite vesicular, estado nutricional. Amônia unna infecção no trato urinário Tamanho do esqueleto, forma, simetria, cabelo e couro cabeludo, auscultação de ruídos da vômito obstrução intestinal carótida, ajuste dos maxilares, sopro das bochechas, palpação das articulações temporo- Odor fecal local de ferimento abscesso em ferimento mandibulares, uso de bastões de algodão para sensações faciais, teste de movimentos ocu- área retal incontinência fecal Cabeça e lares, teste cover/uncover, reflexo de luz na córnea, testes de Weber e Rinne, uso de oftal- cavidade oral acidose diabética moscópio e otoscópio, inspeção e palpação de dentes e gengivas, teste de movimentaçào Odor frotado, adocicado pescoço da Úvula, teste de reflexo de engasgo, teste de sensação de gosto e cheiro, avaliação de Odor de urina envelhecida pele acidose urêmica alcancede movimentosdo pescoçoe encolhimentode ombros,palpaçãode todos os lin- fonodosce[Vicais,palpaçãoda traquéiapara simetria,palpaçãoda glãndulatireóide. drenagem infecção bacteriana Odor forte, adocicado de ferimento Extremidades (pseudomonas) Inspeção da pele e brancura das unhas, palpação periférica dos pulsos, nivel de superiores resistência muscular, avaliaçào de alcance de movimentos. Odor mofado dentro de gesso infecção dentro do gesso Inspeção da coluna para alinhamento, avaliação do diâmetro ântero-posterior para la- infecção na árvore brônquica Tórax posterior I teral, avaliação da expansão torácica, palpação tátil de frêmito, auscultação de SOI1S Odor fétido, adocicado escarro ou mucosal (bactérias pseudomonas) respiratórios. Observação de padrão respiratório, palpação do caminho respiratório, auscultação de Tórax anterior sons respiratórios, auscultação de sons cardíacos, inspeção de veias jugulares, exame ·~I de seios. Atenção 6! edição É expressamente proibi- Abdome Auscultação de sons do intestino, inspeção com palpação leve e profunda, percussão •~ Mais arquivos Fischer Barros, em: & Associados Novembro/200e da a reprodução total ou para massas e áreas moles, percussão do figado, palpação dos rins, percussão cega ~ Resumão pare,ial do conteúdo desta publicação sem a prévia sobre região lombar (tórax posterior) para áreas macias. autorização do editor. Edição: Maria Ignez T França; Arte: Maurício Ciofli; Extremidades Inspeção da pele, palpação periférica dos pulsos, avaliação de sinais de Boman, inspe- Consultoria: Drs. Lêda Silvia Calvo Barone e Orlando José Barone; inferiores ção e palpação das articulaçães para inchaços, inspeção para edemas 110 pé e no http://materialenfermagem.blogspot.com Ilustrações: Vincent Perez; Revisão: Márcia Menin Resumào - Enfermagem (Série de Medicina, nQ 14) é uma publicação da tornozelo, avaliação de alcance do movimento. Barros, Fischer & Associados, sob licença editorial de Spring Publishing Group, Inc. © BarCharts, Inc. 2002, USA. Todos os direitos reservados. A Teste de identificação por estereognose nas mãos, teste de parestesia no corpo com caneta tampada, teste de dois pontos distintos, avaliação de percepção térmica, série de resumos de medicina é uma poderosa ferramenta educacional para ser usada durante as aulas, nos trabalhos de casa e para repassar a ANJ)Ri "ieurológico inspeção da maneira de andar e equilíbrio, avaliação de memória recente e remota, matéria antes das provas e exames. Os exemplares dos resumos podem ISBN 85-88749-39-4 ser consultados de forma rápida e eficiente durante o período de sua for- geral teste de função cerebelar (para a extremidade superior, com teste '''dedo em direção ao mação ou em sua vida profissional nariz"; para a extremidade inferior, correndo o calcanhar para baixo na perna oposta), Endereço: Rua Ulpiano. 86, Lapa, São Paulo, CEP 05050-020. teste de reflexo Babinski. Telefone/fax: O (xx)11 3675-0508 Site: www.bafisa.com.br E-mail: bafisa@uol.com.br Caso seja apropriado, terminar com um exame da área genital. 1111111111111111111 I1111 Impressão: Eskenazi Indústria Gráfica Ltda. Distribuição e vendas: Bafisa, leI.: O (xx)11 3675-0508 911788588 749399