Turbilhão do Marketing

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Apresentação baseada no 1º capítulo do livro "Crianças do consumo - A infância roubada" de Susan Linn.

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Turbilhão do Marketing

  1. 2. <ul><li>Susan Linn, no livro Infância Roubada, descreve como sua missão &quot;trabalhar com a mídia a fim de promover a saúde e o bem estar das crianças e abrandar os efeitos negativos da mídia&quot;. </li></ul>
  2. 3. Crianças: alvo dos especialistas em marketing Um empreendimento de múltiplos tentáculos com um orçamento de marketing combinado estimado em mais de US$ 15 bilhões anuais. Crianças influenciam mais de US$ 600 bilhões em gastos anuais As crianças brasileiras influenciam 80% das decisões de compra de uma família
  3. 4. <ul><li> A publicidade funciona </li></ul><ul><li>Histórias de sucesso </li></ul>
  4. 5. <ul><li>Afinal, qual é o problema? </li></ul><ul><li>Propagandas: estão direcionadas ao público adulto, que têm condições de tomar decisões visando o que é melhor para si. </li></ul><ul><li>Crianças: estão mais vulneráveis à ação do marketing. </li></ul>
  5. 6. <ul><li>Até a idade de cerca de 8 anos as crianças não conseguem realmente entender o conceito de intenção persuasiva. </li></ul><ul><li>Crianças mais velhas e adolescentes, mesmo sendo mais cínicos em relação a propaganda, são influenciados. </li></ul>
  6. 7. <ul><li>Em uma pesquisa, crianças disseram que propagandas não dizem a verdade. </li></ul><ul><li>Propaganda agregada às emoções afeta ainda mais as crianças do que os adultos. </li></ul><ul><li>O marketing está tão presente na vida americana que é difícil provocar muita preocupação pelo seu impacto nas crianças. </li></ul>
  7. 8. <ul><li>Até que ponto os interesses corporativos subjugam a infância moderna? </li></ul><ul><li>As pressões comerciais em diferentes épocas. </li></ul>
  8. 9. <ul><li>A maioria das reclamações a respeito do marketing voltado para crianças é centrada em produtos específicos como: </li></ul>
  9. 10. <ul><li>o volume de propaganda ao qual as crianças estão sendo expostas; </li></ul><ul><li>os valores embutidos nas mensagens de marketing; </li></ul><ul><li>o comportamento que essas mensagens inspiram; </li></ul><ul><li>as conseqüências disso no futuro da sociedade. </li></ul>É preciso analisar...
  10. 11. <ul><li>Crianças são atacas por propagandas em toda parte </li></ul><ul><li>Passam 40 horas por semana envolvidas com a mídia (rádio, TV, filmes, revistas, internet) – onde há presença de comerciais. </li></ul><ul><li>Uma criança, em média, assiste cerca de 40 mil comerciais infantis de televisão por ano . Na maioria das vezes sem a presença de um adulto. </li></ul>
  11. 13. <ul><li>Companhias anunciam brinquedos, roupas, acessórios baseados nos personagens ou associados a um programa. </li></ul><ul><li>TV: ainda é o principal veículo pelo qual os publicitários atingem as crianças. </li></ul><ul><li>2/3 das crianças entre 8 e 18 anos têm televisores em seus quartos, assim como 32% dos que têm entre 2 e 7, e 26% das que tem abaixo de 2 anos. </li></ul>
  12. 14. <ul><li>Elas passam mais tempo diante da televisão do que na escola, ou convivendo com sua família. </li></ul>Crianças brasileiras passam em média 4horas 50 minutos e 11 segundos por dia assistindo à programação televisiva.
  13. 15. <ul><li>Dos brinquedos mais vendidos , todos estão associados a programas da mídia ou personagens . </li></ul><ul><li>Merchandising: crescimento acelerado da exposição de produto </li></ul><ul><li>Marketing de guerrilha </li></ul><ul><li>Marketing viral </li></ul>Lazer comercializado: brinquedos ditam a socialização.
  14. 17. Sem se preocupar com a saúde das crianças programas envolvem-se em promoções com empresas de fast-food como MC Donald’s, Burguer King...
  15. 18. <ul><li>“ A própria publicidade é uma pedagogia que ensina os </li></ul><ul><li>indivíduos o que eles precisam e devem desejar. [...] Ela </li></ul><ul><li>também pode ser uma das principais forças de </li></ul><ul><li>moldagem do pensamento e comportamento. [...] Ela é </li></ul><ul><li>também avassaladoramente persuasiva e simbólica, suas </li></ul><ul><li>imagens não apenas tentam vender o produto, mas elas </li></ul><ul><li>vendem também uma visão de mundo, um estilo de vida </li></ul><ul><li>e um sistema de valor”. </li></ul><ul><li>(KELLNER, 1995, p.112-113) </li></ul>
  16. 19. <ul><li>O marketing não define somente os produtos que a criança irá consumir, mas também os valores que ela irá adotar . Como por exemplo: &quot;O que é felicidade?“, &quot;O que é vida?&quot;. </li></ul>90% dos pais consideram que o marketing na mídia contribui para que seus filhos se tornem mais materialistas. Uma conseqüência prática dos efeitos disso tudo se deu numa pesquisa em que Linn coloca que antes (quando a mídia não era tão massificada) era perguntado às crianças como elas viam seu futuro. As respostas eram sobre profissões que seguiriam. Hoje elas falam de coisas que querem possuir.
  17. 20. <ul><li>“ Não importa o que você é, mas do que você gosta” </li></ul>Essência Aparência x
  18. 21. <ul><li>O marketing atual encoraja: </li></ul><ul><li>Materialismo; </li></ul><ul><li>Impulsividade; </li></ul><ul><li>Autonomia; </li></ul><ul><li>Egoísmo; </li></ul><ul><li>Lealdade desmedida à marca. </li></ul><ul><li>qualidades antiéticas àquelas necessárias a uma cidadania democrática saudável. </li></ul>Valores familiares Propaganda Infantil x
  19. 22. <ul><li>Quem é responsável por previnir os efeitos negativos do marketing e das ofertas da mídia nas crianças? </li></ul><ul><li>O marketing corportativo na vida das crianças está em expansão no mundo todo, sem nenhuma supervisão. </li></ul>
  20. 23. <ul><li>consumismo </li></ul><ul><li>erotização precoce </li></ul><ul><li>incidência alarmante de obesidade infantil </li></ul><ul><li>a violência na juventude </li></ul><ul><li>materialismo excessivo </li></ul><ul><li>o desgaste das relações sociais </li></ul><ul><li>relações conflitantes com os pais </li></ul><ul><li>depressão </li></ul><ul><li>ansiedade </li></ul><ul><li>baixa autoestima </li></ul><ul><li>dependência de tabaco </li></ul><ul><li>consumo precoce de álcool </li></ul>Impactos negativos:
  21. 24. Apresentação baseada no 1º capítulo do livro “Crianças do consumo – A infância roubada” de Susan Linn. Por: Larissa Rodrigues.

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