ALEITAMENTO MATERNO
Devani Ferreira Pires  Puericultura do Hospital de Pediatria da UFRN
OBJETIVOS
• Importância do aleitamento materno
• Fisiologia da lactação
• Técnica de aleitamento materno
• Obstáculos ao a...
IMPORTÂNCIA DO ALEITAMENTO MATERNO
VANTAGENS DO ALEITAMENTO MATERNO
Risco de mortalidade infantil menor entre crianças amamentadas;
Vantagens imunológicas: o...
VANTAGENS DO ALEITAMENTO MATERNO
REDUÇÃO DA MORTALIDADE
O tipo de leite da dieta infantil desempenha grande influência sob...
Composição nutricional do Leite Humano
Leite humano
Estoque
materno
Síntese
no
lactócito
Origem
da dieta
materna
Composição de Leite Humano
Brasil. Ministério da Saúde. Saúde da criança: nutrição infantil: aleitamento materno e aliment...
FATORES BIOATIVOS NO LEITE HUMANO
CÉLULA FUNÇÃO
Macrófagos Proteção contra infecção e ativação de células T
Stem células R...
NOVAS DESCOBERTAS NA COMPOSIÇÃO DE LEITE HUMANO
Fonte: Molinare EC, et als. Proteome Mapping of Human Skim Milk Proteins i...
LEITE MATERNO
PROTEÇÃO CONTRA INFECÇÕES
FUNCIONALIDADE COMPOSTOS
Antimicrobianos Lactoferrina, IgA secretória, lisozima, l...
CICLO ENTERO E BRONCOMAMÁRIO
Brandtzaeg P. Mucosal immunity: integration between mother and the breast-fed infant. Vaccine...
EVIDÊNCIAS DO ALEITAMENTO MATERNO A LONGO PRAZO
1) Pressão arterial: AM obteve redução significante
nos níveis pressóricos...
ALEITAMENTO MATERNO E DOENÇAS ALÉRGICAS
Amamentação exclusiva por pelo menos 03 meses
reduz a incidência de dermatite , as...
OTITE MÉDIA
Qualquer tempo de amamentação reduz a
incidência de otite média (OM) em 23% em
comparação com a alimentação co...
SÍNDROME DA MORTE SÚBITA INFANTIL
Os resultados de uma meta-análise revelam que
o aleitamento materno está associado com u...
ANATOMIA DA MAMA
Cada glândula mamária
contém de 15 a 25 Lobos.
Cada Lobo contém vários
Lóbulos (20 a 40).
Os Lóbulos são ...
FISIOLOGIA DA LACTAÇÃO
PARTO
ADENOHIPÓFISE
⇈ síntese de
PROLACTINA
HIPOTÁLAMO: estimulação
do fator de liberação da
PROLAC...
FISIOLOGIA DA LACTAÇÃO
Impulsos sensoriais
Hipófise anterior: Ocitocina
Hipófise posterior: Prolactina
LACTOGÊNESE I
Hormônio lactogênio placentário: ação sobre o crescimento da
mama, mamilo, aréola, ramificação dos ductos la...
LACTOGÊNESE II E III
A Lactogênese II inicia-se entre o terceiro e quarto dia após o
parto, podendo durar 02 ou mais seman...
SÍNTESE DO LEITE NA CÉLULA
Figura: http://www.thevisualmd.com/health_centers/child_health/mother_s_milk/mother_s_milk_vide...
TÉCNICA DE ALEITAMENTO MATERNO
POSICIONAMENTO CORRETO
Corpo do bebê alinhado
Corpo do bebê todo voltado para a mãe, “barriga com barriga”
Corpo do bebê t...
PEGA CORRETA
Boca bem aberta
Lábio inferior projeta-se para fora
Apreensão de toda ou quase toda aréola
Queixo toca a mama...
A PEGA INCORRETA OU MÁ PEGA
CONSEQUÊNCIAS:
Dificulta a retirada do leite (não comprime os seios lactíferos)
Ocasiona esvaz...
FISIOLOGIA DA SUCÇÃO NO RECÉM-NASCIDO
- Reflexos relacionados com a alimentação:
Busca
Sucção
Deglutição
- Importante: boa...
PROBLEMAS PRECOCES OU TARDIOS COM AS MAMAS
MANEJO CLÍNICO DO ALEITAMENTO MATERNO
MAMILO INVERTIDO
Causa
Tipos
Prevenção
Tratamento
EXERCÍCIOS DE HOFFMAN PARA MAMILOS
PLANOS, CURTOS OU INVERTIDOS
A mulher deve posicionar o polegar e
o dedo indicador em l...
TÉCNICA DA SERINGA INVERTIDA PARA MAMILOS INVERTIDOS
MANEJO CLÍNICO DO ALEITAMENTO MATERNO
Causa
Quadro clínico
Prevenção
Tratamento
TRAUMA MAMILAR  FISSURA
CORRIGIR A PEGA
B...
TÉCNICA DA PEGA CORRETA
Foto: http://www.maecuritibana.com.br/editorias/109-armazenando_o_leite_materno
MANEJO CLÍNICO DO ALEITAMENTO MATERNO
INGURGITAMENTO MAMÁRIO (LEITE EMPEDRADO)
Causa
Quadro clínico
Prevenção
Tratamento
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INDICAÇÃO DA ORDENHA MANUAL
Algumas razões para ordenhar o leite
• Aumentar a produção de leite ou mesmo para manter a lac...
ORDENHA MANUAL
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TÉCNICA DE ORDENHA MANUAL
1º passo: massagem
2º passo: ordenha
TÉCNICA DE ORDENHA MANUAL
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MANEJO CLÍNICO DO ALEITAMENTO MATERNO
DUCTO BLOQUEADO
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Tratamento
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MASTITE PUERPERAL
Causa
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Quadro clínico
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PRODUÇÃO LÁCTEA  SINAIS DE INGESTA SATISFATÓRIA
IDADE DO RECÉM-NASCIDO URINA FEZES
1º DIA DE VIDA 01 ou mais / 24 h 01 ou...
PRODUÇÃO LÁCTEA  SINAIS DE INGESTA SATISFATÓRIA
Ganho ponderal satisfatório: 20  30 g/dia
Diurese: 06 ou mais episódios ...
CAUSAS DE FAILURE TO THRIVE
Ingesta inadequada (disfunção da sucção e ou deglutição)
Aumento da taxa metabólica: (ex. DBP,...
CAUSAS DE FAILURE TO THRIVE
Problema relacionado ao ambiente familiar
Pobreza
Hábitos alimentares errôneos
Isolamento soci...
CAUSAS DE PRODUÇÃO LÁCTEA INSUFICIENTE
Técnica incorreta de aleitamento materno
Fadiga materna
Frequência reduzida de mama...
MANEJO DE PRODUÇÃO LÁCTEA INSUFICIENTE
RELACTAÇÃO
Relactação: quando a mãe que estava amamentando
apresenta redução na pro...
RAZÕES MÉDICAS ACEITÁVEIS PARA A UTILIZAÇÃO DE SUBSTITUTOS
DO LEITE MATERNO
RN ou lactentes que não conseguem mamar ao sei...
DOENÇA MATERNA E ALEITAMENTO MATERNO
SUSPENSÃO TEMPORÁRIA DO ALEITAMENTO MATERNO
Doença materna grave
Infecção pelo vírus Herpes Simplex  HSV 1 ou 2, com lesõ...
ALEITAMENTO MATERNO E INDICAÇÃO DE PROFILAXIA
PUÉRPERA COM SOROLOGIA POSITIVA PARA HEPATITE B
Prescrever Imunoglogulina hi...
PROFILAXIA DA VARICELA
Imunoglobulina humana antivaricela Zóster (IGHAVZ)
A IGHAVZ é administrada até 96 horas depois da o...
CONTRAINDICAÇÃO AO ALEITAMENTO MATERNO
Infecção pelo Vírus HIV 1 ou 2
Infecção pelo Vírus HTLV 1 ou 2
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OS DEZ PASSOS PARA O SUCESSO DO ALEITAMENTO MATERNO
1. Ter uma política de aleitamento materno escrita que seja rotineiram...
Participar das consultas de pré-natal e puericultura;
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Encorajar e incentivar a mãe a am...
Possibilita às gestantes, puérperas e familiares: apreender, refletir, aceitar e
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Aleitamento Materno - Aula ministrada pela Drª Devani Ferreira Pires para os Membros Ligantes da Liga Acadêmica de Pediatria da UFRN - LAPED UFRN - Natal, Brasil

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Aleitamento Materno

  1. 1. ALEITAMENTO MATERNO Devani Ferreira Pires  Puericultura do Hospital de Pediatria da UFRN
  2. 2. OBJETIVOS • Importância do aleitamento materno • Fisiologia da lactação • Técnica de aleitamento materno • Obstáculos ao aleitamento materno • Papel dos profissionais de saúde na promoção, incentivo, apoio e proteção do aleitamento materno
  3. 3. IMPORTÂNCIA DO ALEITAMENTO MATERNO
  4. 4. VANTAGENS DO ALEITAMENTO MATERNO Risco de mortalidade infantil menor entre crianças amamentadas; Vantagens imunológicas: oligossacarídeos, citocinas, imunoglobulinas favorecem a colonização e o desenvolvimento do tecido linfoide intestinal; Proteção contra infecções causadas por: Haemophilus influenzae, Streptococcus pneumoniae, Vibrio cholerae, Escherichia coli, e rotavirus; Banefícios para a mulher: menor risco de câncer de mama (pré-manopausa) e de ovário, obesidade, diabetes tipo 2, doença cardiovascular, síndrome metabólica e redução do sangramento pós parto. Stuebe Alison. The Risks of Not Breastfeeding for Mothers and Infants.Reviews in Obstetrics & Gynecology, vol. 2 nº 4/09. Breastfeeding protects against acute gastroenteritis due to rotavirus in infants. Eur J Pediatr (2010).
  5. 5. VANTAGENS DO ALEITAMENTO MATERNO REDUÇÃO DA MORTALIDADE O tipo de leite da dieta infantil desempenha grande influência sobre os riscos de morte por diarreia e doenças respiratórias. Crianças amamentadas que não recebiam outro leite além do materno, ao serem comparadas com crianças desmamadas, apresentaram risco 14 vezes menor de morrer por diarreia no primeiro ano de vida. O risco de morte por infecções respiratórias foi 3,6 maior entre crianças desmamadas. Victora CG, Smith PG, Vaughan JP, Nobre LC, Lombardi C, Teixeira AM, et al. Evidence for protection by breast-feeding against infant deaths from infectious diseases in Brazil. Lancet 1987; 2:319-22
  6. 6. Composição nutricional do Leite Humano Leite humano Estoque materno Síntese no lactócito Origem da dieta materna
  7. 7. Composição de Leite Humano Brasil. Ministério da Saúde. Saúde da criança: nutrição infantil: aleitamento materno e alimentação complementar / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Atenção Básica. – Brasília : Editora do Ministério da Saúde, 2009.
  8. 8. FATORES BIOATIVOS NO LEITE HUMANO CÉLULA FUNÇÃO Macrófagos Proteção contra infecção e ativação de células T Stem células Regeneração IMUNOGLOBULINAS IgA/IgAs Inibição da ligação de patógenos IgG Ação antimicrobiana, anti-inflamatória, ativação de fagocitose IgM Aglutinação, ativação do complemento CITOCINAS IL-6 Estimula a resposta da fase aguda, ativação das células B IL-7 Aumento do tamanho do timo IL-8 Recrutamento de neutrófilos, função pró-inflamatória IL-10 Repressão Th 1, indução da produção de anticorpos IFN- Pró-inflamatória; Ballard & Morrow. Human Milk Composition Nutrients and Bioactive Factors. Pediatric Clinics of North America. 2013, 60(1):49-74
  9. 9. NOVAS DESCOBERTAS NA COMPOSIÇÃO DE LEITE HUMANO Fonte: Molinare EC, et als. Proteome Mapping of Human Skim Milk Proteins in Term and Preterm Milk. Journal of Proteome Research 2012 11 (3), 1696-1714
  10. 10. LEITE MATERNO PROTEÇÃO CONTRA INFECÇÕES FUNCIONALIDADE COMPOSTOS Antimicrobianos Lactoferrina, IgA secretória, lisozima, leucocitos, macrófagos, linfocitos, oligossacáridos, fracção 3 do complemento, fibronectina, mucinas. Anti-inflamatórios Lactoferrina, IgA secretória, lisozima, acetil hidrolase, citocinas anti inflamatórias, antagonistas dos receptores das citocinas pró inflamatórias. Antiproteases Lactoferrina, 1 antitripsina,  antiquimiotripsina, inibidor da elastase, catalase, glutationa-peroxidase. Antioxidantes Lactoferrina,  tocoferol,  caroteno, cisteína, ácido ascórbico, ácido úrico, catalase, glutationa peroxidase. Fatores de crescimento Fator de crescimento da epiderme, o fator de crescimento transformador  e , fatores de crescimento dos granulócitos, dos monócitos e dos granulócitos-monócitos.
  11. 11. CICLO ENTERO E BRONCOMAMÁRIO Brandtzaeg P. Mucosal immunity: integration between mother and the breast-fed infant. Vaccine. 2003 Jul 28;21(24):3382-8.Review.
  12. 12. EVIDÊNCIAS DO ALEITAMENTO MATERNO A LONGO PRAZO 1) Pressão arterial: AM obteve redução significante nos níveis pressóricos, porém menor que em outras intervenções; 2) Colesterol total sérico: AM redução significante e maior que de outras intervenções; 3) Sobrepeso e obesidade: AM efeito significante (redução de 22%), maior que em outras intervenções; 4) Diabetes tipo II: O efeito do AM é significante (redução de 37%) e similar às outras intervenções. Fonte: Horta LB, Bahl R, Martines JC, Victora CG. Evidence on the long-term effects of breastfeeding. Systematic reviews and meta-analyses. © World Health Organization 2007.
  13. 13. ALEITAMENTO MATERNO E DOENÇAS ALÉRGICAS Amamentação exclusiva por pelo menos 03 meses reduz a incidência de dermatite , asma, eczema atópico em 42% entre as crianças com uma história familiar e 27% entre os recém-nascidos de baixo risco. ALEITAMENTO MATERNO E DIABETES TIPO 1 E 2 As crianças que são exclusivamente amamentadas por pelo menos 3 meses tem uma redução de até 30% em diabetes tipo 1 e redução de 40% na incidência de diabetes tipo 2. Academia Americana de Pediatria. Ip S, et al: Breastfeeding and Maternal and Infant Health Outcomes in Developed Countries, April 2007. Agency for Healthcare Research and Quality, Rockville, MD. http://www.ahrq.gov/clinic/tp/brfouttp.htm
  14. 14. OTITE MÉDIA Qualquer tempo de amamentação reduz a incidência de otite média (OM) em 23% em comparação com a alimentação com fórmula infantil exclusiva. INFECÇÕES RESPIRATÓRIAS Amamentação exclusiva por mais de 04 meses reduz o risco de hospitalização por infecções respiratórias em 72% no primeiro ano de vida. Academia Americana de Pediatria.
  15. 15. SÍNDROME DA MORTE SÚBITA INFANTIL Os resultados de uma meta-análise revelam que o aleitamento materno está associado com uma redução de 36% no risco de SIDS. LEUCEMIA INFANTIL E LINFOMA A amamentação durante pelo menos 06 meses tem sido associada com uma diminuição de 20% no risco de leucemia linfocítica aguda infantil e um decréscimo de 15% no risco de leucemia mielóide aguda . Academia Americana de Pediatria.
  16. 16. ANATOMIA DA MAMA Cada glândula mamária contém de 15 a 25 Lobos. Cada Lobo contém vários Lóbulos (20 a 40). Os Lóbulos são formados por Alvéolos (10 a 100). As células dos alvéolos sintetizam os diversos constituintes do leite materno. O leite é drenado dos pequenos ductos alveolares até os seios lactíferos.
  17. 17. FISIOLOGIA DA LACTAÇÃO PARTO ADENOHIPÓFISE ⇈ síntese de PROLACTINA HIPOTÁLAMO: estimulação do fator de liberação da PROLACTINA . NEUROHIPÓFISE Sucção induz a síntese e liberação de OCITOCINA MAMA: PROLACTINA – síntese de leite nas células epiteliais. OCITOCINA – ejeção láctea HORMÔNIOS DE SUPORTE METABÓLICO Cortisol, TSH, GH, PHT, Insulina. Hormonal preparation of breast postpartum for lactation. Reproduced with permission from Lawrence RA and Lawrence RM. Lawrence RA. A review of the medical benefi ts and contra-indications to breastfeeding in the United States. Maternal and Child Health Technical Information Bulletin. Arling-ton, VA: National Center for Education in Maternal Child Health; 1997. With permission from Duggan C, et al. Nutrition in Pediatrics. 4th ed. Hamilton, Ontario, Canada: BC Decker Inc; 2008.
  18. 18. FISIOLOGIA DA LACTAÇÃO Impulsos sensoriais Hipófise anterior: Ocitocina Hipófise posterior: Prolactina
  19. 19. LACTOGÊNESE I Hormônio lactogênio placentário: ação sobre o crescimento da mama, mamilo, aréola, ramificação dos ductos lactíferos; Estrógeno: estimula o crescimento dos ductos lactíferos; Progesterona: crescimento dos lobos e alvéolos mamários; Prolactina: crescimento dos alvéolos A lactogênese I inicia-se durante a gravidez e termina 2 a 4 dias após o nascimento.
  20. 20. LACTOGÊNESE II E III A Lactogênese II inicia-se entre o terceiro e quarto dia após o parto, podendo durar 02 ou mais semanas (controle endócrino); Lactogênese III, a produção do leite maduro é estabelecida e é mantida através do fornecimento a demanda, em resposta à sucção do lactente (controle autócrino da lactação).
  21. 21. SÍNTESE DO LEITE NA CÉLULA Figura: http://www.thevisualmd.com/health_centers/child_health/mother_s_milk/mother_s_milk_video 1. Proteínas e lactose produzidas dentro da célula são levados para o alvéolo; 2. Produção de glóbulo de gordura do leite; 3. Transporte de íons e água; 4. Transporte de imunoglobulinas, hormônios e fatores de crescimento; 5. Padrão paracelular: movimento de substâncias dentro da célula.
  22. 22. TÉCNICA DE ALEITAMENTO MATERNO
  23. 23. POSICIONAMENTO CORRETO Corpo do bebê alinhado Corpo do bebê todo voltado para a mãe, “barriga com barriga” Corpo do bebê todo apoiado pelo antebraço da mãe Cabeça do bebê de frente para o peito Brasil. Ministério da Saúde. Saúde da criança: nutrição infantil: aleitamento materno e alimentação complementar / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Atenção Básica. – Brasília : Editora do Ministério da Saúde, 2009.
  24. 24. PEGA CORRETA Boca bem aberta Lábio inferior projeta-se para fora Apreensão de toda ou quase toda aréola Queixo toca a mama Visualiza-se mais aréola acima do lábio superior do que abaixo do lábio inferior Fonte: OMS/UNICEF. Proteção, promoção e apoio ao aleitamento materno: o papel essencial dos serviços materno- infantis. Genebra: Declaração conjunta OMS/UNICEF; 1989.
  25. 25. A PEGA INCORRETA OU MÁ PEGA CONSEQUÊNCIAS: Dificulta a retirada do leite (não comprime os seios lactíferos) Ocasiona esvaziamento inadequado da mama Principal causa dor e trauma mamilar (fissura ou rachadura) Pode reduzir a produção de leite e induzir ao desmame precoce Fonte: OMS/UNICEF. Proteção, promoção e apoio ao aleitamento materno: o papel essencial dos serviços materno- infantis. Genebra: Declaração conjunta OMS/UNICEF; 1989. SINAIS: Boca pouco aberta (lábios em “O”) Apreensão apenas do mamilo Queixo distante da mama Bochechas encovadas
  26. 26. FISIOLOGIA DA SUCÇÃO NO RECÉM-NASCIDO - Reflexos relacionados com a alimentação: Busca Sucção Deglutição - Importante: boa vedação labial (formação do selo) - Coordenação entre sucção, deglutição e respiração.
  27. 27. PROBLEMAS PRECOCES OU TARDIOS COM AS MAMAS
  28. 28. MANEJO CLÍNICO DO ALEITAMENTO MATERNO MAMILO INVERTIDO Causa Tipos Prevenção Tratamento
  29. 29. EXERCÍCIOS DE HOFFMAN PARA MAMILOS PLANOS, CURTOS OU INVERTIDOS A mulher deve posicionar o polegar e o dedo indicador em lados opostos da base do mamilo, apertar para dentro e puxar DELICADAMENTE para fora, no sentido vertical e horizontal. Realizar várias vezes durante o dia, logo após o nascimento do bebê. http://www.espacodamamae.com.br/noticia.php?id=670
  30. 30. TÉCNICA DA SERINGA INVERTIDA PARA MAMILOS INVERTIDOS
  31. 31. MANEJO CLÍNICO DO ALEITAMENTO MATERNO Causa Quadro clínico Prevenção Tratamento TRAUMA MAMILAR  FISSURA CORRIGIR A PEGA BANHO DE SOL PELA MANHÃ CEDO
  32. 32. TÉCNICA DA PEGA CORRETA Foto: http://www.maecuritibana.com.br/editorias/109-armazenando_o_leite_materno
  33. 33. MANEJO CLÍNICO DO ALEITAMENTO MATERNO INGURGITAMENTO MAMÁRIO (LEITE EMPEDRADO) Causa Quadro clínico Prevenção Tratamento ESVAZIAMENTO ADEQUADO DA MAMA / CORRIGIR TÉCNICA DE ALEITAMENTO / REALIZAR ORDENHA (RETIRADA DO LEITE) ATRAVÉS DA MASSAGEM E ORDENHA MANUAL OU UTILIZANDO A BOMBA TIRA LEITE MEDICAMENTO CONFORME INDICAÇÃO.
  34. 34. INDICAÇÃO DA ORDENHA MANUAL Algumas razões para ordenhar o leite • Aumentar a produção de leite ou mesmo para manter a lactação. • Manter a pele saudável, massageando algumas gotas de leite materno nos mamilos. • Reduzir o ingurgitamento mamário • Tornar a região do mamilo e da aréola mais flexível , facilitando a mamada pelo bebê. • Retirar leite para oferecer ao bebê que não pode ser amamentado. • Armazenar leite para oferecer ao bebê quando a mãe retorna ao trabalho ou precisa se afastar por um tempo. • Auxiliar no tratamento de mastite. • Doar a um banco de leite. http://www.conversandocomopediatra.com.br/paginas/materias_gerais/como_colher_estocar_leite.aspx
  35. 35. ORDENHA MANUAL http://www.conversandocomopediatra.com.br/paginas/materias_gerais/como_colher_estocar_leite.aspx Preparando-se para retirar o leite • Escolha um lugar tranquilo. Ouvir música, receber massagem nas costas, ter uma foto de seu bebê, e até mesmo medicação para a dor (caso seja necessário), podem ajudar a relaxar. • Tenha um recipiente limpo (de preferência estéril) pronto. • Se estiver usando uma bomba, que ela esteja limpa e montada. • Prenda os cabelos e proteja a boca e narinas com máscara. • Lave as mãos com água e sabão, e tenha as unhas limpas e de preferência curtas. • Caso tenha que lavar as mamas, utilize somente água, pois o sabão resseca os mamilos. • Adote uma posição confortável, mantenha os ombros relaxados e um pouco inclinados para frente. • Faça massagem, com movimentos circulares, da região areolar até a base da mama.
  36. 36. TÉCNICA DE ORDENHA MANUAL 1º passo: massagem 2º passo: ordenha
  37. 37. TÉCNICA DE ORDENHA MANUAL http://www.conversandocomopediatra.com.br/paginas/materias_gerais/como_colher_estocar_leite.aspx • Posicione o dedo polegar acima da aréola, e o indicador abaixo. Pressione a região areolar com movimento firme, aproximando os dedos e direcionando-os para o tórax, de forma intermitente (tipo “aperta-solta”), até o leite começar a fluir. Despreze os primeiros jatos de leite (0,5 a 1 ml). • Mude a posição dos dedos, para esvaziar todas as partes da mama. • Aplique as últimas gotas retiradas na região mamilo-areolar, massageando delicadamente.
  38. 38. http://www.conversandocomopediatra.com.br/paginas/materias_gerais/como_colher_estocar_leite.aspx Use preferencialmente recipientes de vidro, e eventualmente os de plástico, como polipropileno, para o armazenamento do leite ordenhado. A Rede Brasileira de Bancos de Leite Humano diz que: • O leite humano ordenhado congelado pode ser estocado por um período máximo de 15 dias a partir da data da coleta, se for mantido em temperatura máxima de -3 °C. • O leite humano ordenhado e refrigerado para ser oferecido pela mãe ao seu bebê, pode ser estocado por um período de até 12 horas, se guardado em temperatura máxima de 5 °C. • Depois de descongelado, o leite humano deve ser mantido sob refrigeração, em temperatura máxima de 5 °C, por até 12 horas. • Para descongelar o leite, coloque o recipiente em banho-maria, com água potável, aquecendo um pouco, mas sem ferver. Ao desligar o fogo, a temperatura da água deve estar em torno dos 40 ºC, ou seja, deve ser possível tocar a água sem se queimar. O frasco deve então permanecer na água aquecida até descongelar completamente o leite. ARMAZENAMENTO E DESCONGELAMENTO DO LEITE HUMANO ORDENHADO
  39. 39. MANEJO CLÍNICO DO ALEITAMENTO MATERNO DUCTO BLOQUEADO Causa Quadro clínico Prevenção Tratamento Atenção cuidado Médico e Enfermagem
  40. 40. MANEJO CLÍNICO DO ALEITAMENTO MATERNO MASTITE PUERPERAL Causa Quadro clínico Prevenção Tratamento Atenção cuidado Médico e Enfermagem
  41. 41. MANEJO CLÍNICO DO ALEITAMENTO MATERNO ABSCESSO MAMÁRIO Causa Quadro clínico Prevenção Tratamento Atenção cuidado Médico e Enfermagem
  42. 42. PRODUÇÃO LÁCTEA  SINAIS DE INGESTA SATISFATÓRIA IDADE DO RECÉM-NASCIDO URINA FEZES 1º DIA DE VIDA 01 ou mais / 24 h 01 ou mais / 24 h 02  03 DIAS 02  03 XX urina clara 01 ou mais  mecônio ou transição 03  05 DIAS 03  05 XX urina clara 03  04: transição 05  07 DIAS 04  06 XX urina clara 03  06: amarelo ouro 07  28 DIAS Frequente e clara 05  10 dejeções, consistência amolecida ou pastosa Perinatal Services BC / Health Promotion Guideline / Breastfeeding Healthy Term Infants. Vancouver, Canada, maio 2012. Perda de peso entre 7 a 10% nos primeiros 04 dias (parto normal) ou 05 dias (parto cesáreo): monitorar RN e a técnica de aleitamento materno. NB: O PESO DO NASCIMENTO DEVE SER RESTABELECIDO COM 02 SEMANAS DE VIDA.
  43. 43. PRODUÇÃO LÁCTEA  SINAIS DE INGESTA SATISFATÓRIA Ganho ponderal satisfatório: 20  30 g/dia Diurese: 06 ou mais episódios em 24 horas / Urina clara Número de mamadas: 08 ou mais em 24 horas Técnica correta de aleitamento: posicionamento e pega Sucção nutritiva e deglutição adequados Esvaziamento adequado das mamas Recém-Nascido ou lactente alerta, ativo, parece saudável, bom tônus muscular, turgor da pele normal Fundo das Nações Unidas para a Infância. Iniciativa Hospital Amigo da Criança : módulo 3 : promovendo e incentivando a amamentação em um Hospital Amigo da Criança/ Fundo das Nações Unidas para a Infância. Organização Mundial da Saúde. – Brasília : Editora do Ministério da Saúde, 2009.
  44. 44. CAUSAS DE FAILURE TO THRIVE Ingesta inadequada (disfunção da sucção e ou deglutição) Aumento da taxa metabólica: (ex. DBP, doença cardíaca congênita) Síndromes disabsortivas (AIDS, Doença Celíaca, EIM, Síndrome do Intestino Curto, Fibrose Cística, Doença Inflamatória Intestinal) Infecção congênita ou adquirida Atraso do desenvolvimento, anomalias congênitas, exposição durante a vida fetal (síndrome alcoólica fetal) Restrição de Crescimento Intrauterino Robert Markowitz, John B. Watkins, Christopher Duggan. CHAPTER 43 / Failure to Thrive: Malnutrition in the Pediatric Outpatient Setting. With permission from Duggan C, et al. Nutrition in Pediatrics. 4th ed. Hamilton, Ontario, Canada: BC Decker Inc; 2008 .
  45. 45. CAUSAS DE FAILURE TO THRIVE Problema relacionado ao ambiente familiar Pobreza Hábitos alimentares errôneos Isolamento social Técnica inadequada de alimentação História de drogadicção / Psicopatologia materna Violência, negligência ou abuso Robert Markowitz, John B. Watkins, Christopher Duggan. CHAPTER 43 / Failure to Thrive: Malnutrition in the Pediatric Outpatient Setting. With permission from Duggan C, et al. Nutrition in Pediatrics. 4th ed. Hamilton, Ontario, Canada: BC Decker Inc; 2008 .
  46. 46. CAUSAS DE PRODUÇÃO LÁCTEA INSUFICIENTE Técnica incorreta de aleitamento materno Fadiga materna Frequência reduzida de mamada Problema anatômico / Cirurgia prévia (redutora) Ingurgitamento mamário  esvaziamento inadequado Doença materna Drogas Tabagismo / Etilismo / Estresse / Nutrição materna Adaptado: Fundo das Nações Unidas para a Infância. Iniciativa Hospital Amigo da Criança: módulo 3: promovendo e incentivando a amamentação em um Hospital Amigo da Criança/ Fundo das Nações Unidas para a Infância. Organização Mundial da Saúde. – Brasília : Editora do Ministério da Saúde, 2009.
  47. 47. MANEJO DE PRODUÇÃO LÁCTEA INSUFICIENTE RELACTAÇÃO Relactação: quando a mãe que estava amamentando apresenta redução na produção láctea com desmame precoce e deseja retornar ao aleitamento materno. Orientações Retirar a mamadeira; Estimular sucção ao seio materno 08 a 12 vezes nas 24 horas; Administrar a dieta através de um suplementador ou seringa, acoplada a uma sonda fixada à mama da genitora (figura); Recomendações referentes à saúde da genitora e do bebê, e suporte psicoafetivo; Medicamento lactogogo, se indicado; Equipe interdisciplinar treinada.
  48. 48. RAZÕES MÉDICAS ACEITÁVEIS PARA A UTILIZAÇÃO DE SUBSTITUTOS DO LEITE MATERNO RN ou lactentes que não conseguem mamar ao seio mas que o leite materno é o alimento ideal RN ou lactentes que podem necessitar de outra nutrição além do Leite Materno RN ou lactentes que não devem receber o Leite Materno RN ou lactentes para os quais o LM não está disponível Doenças maternas que afetam a recomendação de aleitamento materno Fundo das Nações Unidas para a Infância. Iniciativa Hospital Amigo da Criança módulo 4 : autoavaliação e monitoramento do hospital / Fundo das Nações Unidas para a Infância, Organização Mundial da Saúde. – Brasília : Editora do Ministério da Saúde, 2010.
  49. 49. DOENÇA MATERNA E ALEITAMENTO MATERNO
  50. 50. SUSPENSÃO TEMPORÁRIA DO ALEITAMENTO MATERNO Doença materna grave Infecção pelo vírus Herpes Simplex  HSV 1 ou 2, com lesões ativas localizadas na mama (permitir após cura das lesões) Uso de radiofármacos (informações sobre a duração da excreção do fármaco no leite materno) Uso de medicamentos não permitidos Varicela materna iniciada 05 dias antes ou 02 dias após o parto (permitir quando a mãe não oferecer risco de contágio ao RN) Fundo das Nações Unidas para a Infância. Iniciativa Hospital Amigo da Criança : módulo 3 : promovendo e incentivando a amamentação em um Hospital Amigo da Criança/ Fundo das Nações Unidas para a Infância. Organização Mundial da Saúde. – Brasília : Editora do Ministério da Saúde, 2009.
  51. 51. ALEITAMENTO MATERNO E INDICAÇÃO DE PROFILAXIA PUÉRPERA COM SOROLOGIA POSITIVA PARA HEPATITE B Prescrever Imunoglogulina hiperimune contra Hepatite B (IGHAHB) nas primeiras 12 horas de vida. Para recém-nascidos e lactentes a dose indicada é de 100 UI ou 0,5 ml por via intramuscular, no músculo vasto lateral. Administrar concomitante a vacina contra Hepatite B: 0,5 mL por via intramuscular, músculo vasto lateral do membro oposto. Saúde da criança: nutrição infantil: aleitamento materno e alimentação complementar / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde. Brasília : Editora do Ministério da Saúde, 2009. PERMITIR A AMAMENTAÇÃO COM MEDIDAS PREVENTIVAS
  52. 52. PROFILAXIA DA VARICELA Imunoglobulina humana antivaricela Zóster (IGHAVZ) A IGHAVZ é administrada até 96 horas depois da ocorrência do contato. Indicações: Recém-Nascidos cujas mães tiveram varicela nos últimos cinco dias da gestação ou até 48 horas depois do parto; Recém-Nascidos prematuros, com 28 semanas ou mais de gestação, cujas mães nunca tiveram varicela. A dose da imunoglobulina humana antivaricela zóster é de 125 UI/10 kg de peso corporal, independente da idade. A dose mínima é de 125 UI e a máxima é de 625 UI. (02 mL = 125 UI) Saúde da criança: nutrição infantil: aleitamento materno e alimentação complementar / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Brasília : Editora do Ministério da Saúde, 2009.
  53. 53. CONTRAINDICAÇÃO AO ALEITAMENTO MATERNO Infecção pelo Vírus HIV 1 ou 2 Infecção pelo Vírus HTLV 1 ou 2 Psicose puerperal Uso de medicamentos antineoplásicos Medicamentos antipsicóticos Uso de carbonato de lítio Drogas de abuso Fundo das Nações Unidas para a Infância. Iniciativa Hospital Amigo da Criança : módulo 3 : promovendo e incentivando a amamentação em um Hospital Amigo da Criança/ Fundo das Nações Unidas para a Infância. Organização Mundial da Saúde. – Brasília : Editora do Ministério da Saúde, 2009. A MÃE NÃO DEVE AMAMENTAR
  54. 54. OS DEZ PASSOS PARA O SUCESSO DO ALEITAMENTO MATERNO 1. Ter uma política de aleitamento materno escrita que seja rotineiramente transmitida a toda equipe de cuidados de saúde. 2. Capacitar toda a equipe de cuidados de saúde nas práticas necessárias para implementar esta política. 3. Informar todas as gestantes sobre os benefícios e o manejo do aleitamento materno. 4. Ajudar as mães a iniciar o aleitamento materno na primeira meia hora após o nascimento. 5. Mostrar às mães como amamentar e como manter a lactação mesmo se Vierem a ser separadas dos filhos. 6. Não oferecer a recém-nascidos bebida ou alimento que não seja o leite materno, a não ser que haja indicação médica. 7. Praticar o alojamento conjunto – permitir que mães e recém-nascidos permaneçam juntos – 24 horas por dia. 8. Incentivar o aleitamento materno sob livre demanda. 9. Não oferecer bicos artificiais ou chupetas a crianças amamentadas. 10. Promover a formação de grupos de apoio à amamentação e encaminhar as mães a esses grupos na alta da maternidade. Declaração conjunta da OMS/UNICEF (1989)
  55. 55. Participar das consultas de pré-natal e puericultura; Reconhecer o valor da amamentação; Encorajar e incentivar a mãe a amamentar; Ajudar no cuidado com a casa e os outros filhos; NÃO trazer para casa latas de leite, mamadeiras e chupetas; Transmitir experiências positivas de amamentação. A FAMÍLIA E O ALEITAMENTO MATERNO Fonte: Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Promovendo o Aleitamento Materno 2ª edição, revisada.Brasília: 2007. Álbum Seriado.
  56. 56. Possibilita às gestantes, puérperas e familiares: apreender, refletir, aceitar e praticar conhecimentos relativos à gravidez, parto, puerpério e aleitamento. IMPORTÂNCIA DOS GRUPOS EDUCATIVOS E DE APOIO ONDE OBTER AJUDA: Maternidade com equipe treinada na Iniciativa Hospital Amigo da Criança (IAC) Banco de Leite Humano Unidade de Saúde Básica Amiga da Amamentação Maternidade com equipe treinada no Método Canguru Grupos de apoio a amamentação na comunidade Publicações da OMS, UNICEF, Ministério da Saúde e Sociedade Brasileira de Pediatria
  57. 57. 1. Amamentação em um Hospital Amigo da Criança: curso de 20 horas para equipes de maternidade / Fundo das Nações Unidas para a Infância, Organização Mundial da Saúde.– Brasilia : Editora do Ministério da Saúde, 2009. 276 p. : il. – (Serie A. Normas e Manuais Técnicos) 2. Saúde da criança: nutrição infantil: aleitamento materno e alimentação complementar / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Atenção Básica. – Brasília : Editora do Ministério da Saúde, 2009. 112 p. : il. – (Série A. Normas e Manuais Técnicos) (Cadernos de Atenção Básica, n. 23) 3. Cartilha para a mãe trabalhadora que amamenta / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. – Brasília : Ministério da Saúde, 2010. 4. Amamentação e uso de medicamentos e outras substâncias / Ministério da Saúde, Secretaria da Atenção à Saúde, Departamento de Ações Programáticas e Estratégicas. – 2. ed. – Brasília : Editora do Ministério da Saúde, 2010. 5. Atenção à saúde do recém-nascido: guia para os profissionais de saúde / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Ações Programáticas e Estratégicas. Brasília : Ministério da Saúde, 2011. 6. Aleitamento materno, distribuição de fórmulas infantis em estabelecimentos de saúde e a legislação / Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Departamento de Ações Programáticas e Estratégicas – Brasília : Ministério da Saúde, 2012. LEITURAS RECOMENDADAS http://portal.saude.gov.br/portal/saude/area.cfm?id_area=1461
  58. 58. Obrigada!
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