Your SlideShare is downloading. ×
Bibliotecas e tecnologias
Upcoming SlideShare
Loading in...5
×

Thanks for flagging this SlideShare!

Oops! An error has occurred.

×
Saving this for later? Get the SlideShare app to save on your phone or tablet. Read anywhere, anytime – even offline.
Text the download link to your phone
Standard text messaging rates apply

Bibliotecas e tecnologias

1,594
views

Published on

Published in: Education, Technology

0 Comments
4 Likes
Statistics
Notes
  • Be the first to comment

No Downloads
Views
Total Views
1,594
On Slideshare
0
From Embeds
0
Number of Embeds
1
Actions
Shares
0
Downloads
0
Comments
0
Likes
4
Embeds 0
No embeds

Report content
Flagged as inappropriate Flag as inappropriate
Flag as inappropriate

Select your reason for flagging this presentation as inappropriate.

Cancel
No notes for slide
  • Se os alunos podem aprender em qualquer lado, com ferramentas e recursos que não estão exclusivamente disponíveis na escola, porque precisamos de uma biblioteca escolar?
  • Um biblioteca capaz de produzir soluções inovadoras, de gerar mais-valias nas escolas, de liderar processos de inovação na escola.
  • Procura constantemente a inovação e acompanha as mudanças que ocorrem na comunidade, adaptando os seus serviços para permitir aos utilizadores procurar, encontrar e utilizar a informação School libraries and librarians need to respond positively to these changes to provide resources and services that users need and want.
  • A tag is a keyword that is added to a digital object (e.g. a website, picture or video clip) to describe it, but not as part of a formal classification system. Tagging is also known as social classification or social indexing. When an item has a tag added to it, the tag becomes a clickable link to more items associated with that tag. Users can create tag clouds that reveal the most popular tags: tags with higher frequency of use are displayed in larger text.
  • Tagging is also known as democratic indexing: Every single item includes descriptive cataloguing and subject indexing based on user perceptions of the item; the ability of individual users to record their private indexes, offering a democratic approach to indexing. Democratic indexing is a challenge how to involve users in creating metadata. Metadata created by professionals have high quality but are expensive. User-created metadata are an alternative tagging is essentially Web 2.0 because it allows users to add and change not only content (data), but content describing content (metadata). In Library 2.0, users could tag the library's collection and thereby participate in the cataloging process.
  • Discussão das condições em que a tecnologia permite instituir contextos de aprendizagem novos e do facto de a mudança não residir na tecnologia mas na maneira como é colocada ao serviço de uma intervenção pedagógica inovadora.
  • O que será que acontece quando chegamos à conclusão de que são necessárias novas competências e que, afinal não somos tão proficientes como, à partida, esperaríamos ser, sobretudo quando estamos habituados a saber sempre o que fazer (aos nossos próprios olhos, bem como aos olhos dos outros)?
  • Transcript

    • 1. Leiria 10/12/2009 Carlos Pinheiro
    • 2.  
    • 3.  
    • 4. Aparecimento da tecnologia Máximo: expectativas sobrevalorizadas Retoma: esclarecimento Baixa: desencantamento Patamar de produtividade 07
    • 5.
      • A inovação pedagógica não é induzida de fora.
      Inovar na escola
    • 6.
      • Mudanças qualitativas
      • Posicionamento crítico
      Inovar na escola
    • 7.  
    • 8.  
    • 9. Multitarefa Abordagens não lineares Alt a velocidade Aprende pesquisando Sempre ligado Colaborativo Aprende com o jogo Aprende exteriorizando Utiliza a fantasia Áudio Vídeo Partilha Prazer de utilização Participação Mobilidade Texto ilustra a imagem Recompensa imediata Visão positiva da tecnologia
    • 10.  
    • 11.  
    • 12.  
    • 13.  
    • 14.  
    • 15. Será que Bibliotecas precisamos de ainda escolares ?
    • 16. inovação condição de sobrevivência das Bibliotecas Escolares
    • 17.
      • Assumir o risco da mudança
      • Curiosidade
      • Proactividade
      • Flexibilidade
      • Autoconfiança
      • Optimismo
      • Criatividade
      Professor bibliotecário
    • 18. Biblioteca escolar
    • 19.  
    • 20. Livros Catalogação social Ferramentas web 2.0 para Bibliotecas
    • 21. Música Rate Your Music Catalogação social Ferramentas web 2.0 para Bibliotecas
    • 22. Filmes Catalogação social Ferramentas web 2.0 para Bibliotecas
    • 23. Publicações académicas Catalogação social Ferramentas web 2.0 para Bibliotecas
    • 24. Para videojogos Catalogação social Ferramentas web 2.0 para Bibliotecas
    • 25. Social OPAC* exlibrisgroup.com encoreforlibraries.com *Online Public Access Catalog Ferramentas web 2.0 para Bibliotecas
    • 26. Comunicar blogger.com wordpress.com wikispaces.com Ferramentas web 2.0 para Bibliotecas
    • 27. Organizar bloglines.com diigo.com Ferramentas web 2.0 para Bibliotecas
    • 28. Partilhar slideshare.net Ferramentas web 2.0 para Bibliotecas
    • 29. Avaliar fresqui.com digg.com Ferramentas web 2.0 para Bibliotecas
    • 30. Redes sociais hi5.com Ferramentas web 2.0 para Bibliotecas
    • 31.
      • Grátis
      • Fáceis de usar, fáceis de actualizar
      • Complemento da página da biblioteca
      Blogues
    • 32.
      • Podem ser usados para:
        • Apoio ao currículo, à literacia e à leitura
        • Indexar e classificar o conteúdos de outros blogues.
        • Incentivar os alunos a escrever.
        • Providenciar recursos para alunos e professores
        • Divulgar notícias e actividades.
        • Disponibilizar conjuntos de ligações para temáticas específicas.
        • Disponibilizar listas de aquisições, recensões de livros, sugestões de leitura.
        • Providenciar acesso a podcasts, slideshows e videos.
        • Plataforma de social bookmarking.
      Blogues
    • 33.
        • Os conteúdos do blogue podem ser listados por categorias, por datas, por etiquetas…
        • Encorajam a partilha e a colaboração.
        • Permitem disponibilizar o conteúdo de outros blogues, via RSS.
      Blogues
    • 34.
      • Ensinar cidadania digital
        • ponto de partida para discussões acerca da pesquisa na internet, questões de direitos de autor, pirataria informática, etc.
      • Disponibilizar recursos de literacia da informação;
      • Publicitar as colecções da biblioteca;
      • Partilhar imagens/música/vídeos/exposições virtuais;
      • Utilizar os comentários para pedir aos alunos que sugiram livros ou vídeos para a colecção.
      Redes sociais
    • 35.
      • Distribuir notícias e novidades relacionadas com actividades/eventos organizados, ferramenta de marketing da biblioteca…
      • Recolher automaticamente e centralizar informação disponibilizada por outros e apresentá-la ao utilizador de forma inteligível, navegável e susceptível de ser pesquisada.
      • Ex. Projecto ARCA: https://marge2.uc3m.es/arca/
      RSS readers
    • 36. RSS readers
    • 37.
      • Permitem interacção em tempo real através de um dispositivo ligado à rede.
      • Porquê usar as mensagens instantâneas (IM) na BE?
        • Os alunos adoram este meio de comunicação
        • Gratuito!
        • Fácil de usar
        • Acesso remoto à biblioteca.
      Mensagens instantâneas
    • 38.
      • Fáceis de usar
      • Múltiplos utilizadores/editores
      • Grátis
      • Excelente recurso para o trabalho em grupo
      • Podem ser usados com diferentes finalidades: guias de literacia, sugestões de leitura, comunidades de leitura, portal de recursos electrónicos…
      • http://netescola.wikispaces.com
      Wikis
    • 39. Tagging e social bookmarking
    • 40. The act of tagging is done by the person consuming the information. VanderWal, 2005, blog entry. Tagging e social bookmarking
    • 41. http://www.diigo.com/user/biblionet Tagging e social bookmarking
    • 42. Catalogação social
    • 43. Catalogação social
    • 44. Catalogação social
    • 45. Não é uma nova tecnologia, mas sim uma nova atitude
    • 46.
      • A mera incorporação de tecnologia não produz obrigatoriamente uma biblioteca diferente (os ambientes saturados de tecnologia podem continuar a reproduzir os estereótipos mais comuns das bibliotecas tradicionais).
      Ponto de partida
    • 47.
      • Estar preparado para a «depressão pré-implementação»
      Como começar
    • 48. Instituir uma cultura de mudança Como começar
    • 49.
      • Evitar a technolust (a tecnologia deve corresponder a uma necessidade, deve contribuir para resolver um problema).
      • Como é que isto vai melhorar os serviços que a BE presta, facilitar a aprendizagem, produzir um resultado melhor que os métodos tradicionais?
      Como começar
    • 50.
      • Tomar como guia o modo como os alunos acedem, consomem e produzem informação;
      • Focar-se na funcionalidade, não na ferramenta;
      • Envolver toda escola;
      • Estar preparado para cometer erros;
      • Desfrutar o entusiasmo e o divertimento de uma mudança positiva;
      Como começar
    • 51. Obrigado [email_address]

    ×