Modelo de desenvolvimento Escola EB 2,3 Padre Alberto Neto Auto-avalição da Biblioteca
<ul><li>O sentido da auto-avaliação. Objectivos implicados. </li></ul><ul><li>Domínio e subdomínios.  </li></ul><ul><li>Et...
O sentido da auto-avaliação.  Objectivos implicados.
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<ul><li>A avaliação permite pois a resposta a três perguntas essenciais: </li></ul><ul><ul><li>O que estamos a fazer?  </l...
Domínio e subdomínios a avaliar
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Etapas do processo
<ul><li>Escolha do domínio a avaliação e sua fundamentação. </li></ul><ul><li>Adequação do modelo aos objectivos e estraté...
<ul><li>Gestão e interpretação da informação recolhida. </li></ul><ul><li>Estabelecimento, para cada domínio/subdomínio, d...
<ul><li>Amostra: </li></ul><ul><ul><li>20% do número total de professores  </li></ul></ul><ul><ul><li>10% do número de alu...
<ul><li>Amostra - critérios: </li></ul><ul><ul><li>Abranger a diversidade de alunos da escola: os vários níveis de escolar...
<ul><li>Recolher três tipos de informação: </li></ul><ul><ul><li>Contextual – o meio sociocultural da escola, as condições...
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<ul><li>Três tipos de evidências </li></ul><ul><ul><li>Informação que já existe  (contextual – número de lugares sentados,...
<ul><li>Exemplos de evidências </li></ul><ul><ul><li>documentos  que regulam a actividade da escola (PEE,  PCT, etc.) ou d...
Envolvimento dos diferentes  tipos de utilizadores
<ul><li>A avaliação da BE deve ser participada a nível da escola e ser conhecida e divulgada. </li></ul><ul><ul><li>Profes...
Impacto esperado na biblioteca
<ul><li>Incorporar nas suas práticas uma actividade sistemática de recolha de informação que permita ajuizar e decidir de ...
<ul><li>Integrar o modelo de avaliação no processo de planeamento da BE  </li></ul><ul><li>Decisões baseadas nas evidência...
<ul><li>Práticas de gestão tendo em vista: </li></ul><ul><ul><li>Sucesso educativo;  </li></ul></ul><ul><ul><li>Melhoria d...
Impactos esperados  no trabalho dos professores  e nas aprendizagens dos alunos
<ul><li>A identificação dos pontos fortes e fracos, das ameaças e das oportunidades ajuda a estabelecer critérios de quali...
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<ul><li>Espera-se que as melhorias introduzidas se reflictam positivamente nas aprendizagens dos alunos e no trabalho dos ...
Comunicação e integração  dos resultados no relatório  de avaliação da escola
<ul><li>Comunicação da informação obtida através do processo de avaliação, como agente de validação dos processos e das ac...
<ul><li>Do relatório de avaliação da BE deve transitar uma síntese que venha a integrar o relatório da escola.  </li></ul>...
Bibliografia
<ul><li>Gabinete da Rede de Bibliotecas Escolares.  Modelo de Auto-Avaliação das Bibliotecas Escolares   [Em linha]. 2008....
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Auto-avaliação das Bibliotecas Escolares

  1. 1. Modelo de desenvolvimento Escola EB 2,3 Padre Alberto Neto Auto-avalição da Biblioteca
  2. 2. <ul><li>O sentido da auto-avaliação. Objectivos implicados. </li></ul><ul><li>Domínio e subdomínios. </li></ul><ul><li>Etapas do processo. </li></ul><ul><li>Envolvimento dos diferentes tipos de utilizadores. </li></ul><ul><li>Impacto esperado na biblioteca. </li></ul><ul><li>Impactos esperados no trabalho dos professores e nas aprendizagens dos alunos. </li></ul><ul><li>Comunicação e integração dos resultados no relatório de avaliação da escola. </li></ul><ul><li>Bibliografia </li></ul>Sumário
  3. 3. O sentido da auto-avaliação. Objectivos implicados.
  4. 4. <ul><li>― Poderias dizer-me, por favor, que caminho hei-de tomar para sair daqui? </li></ul><ul><li>― Isso depende do sítio onde queres chegar! ― disse o Gato. </li></ul><ul><li>― Não interessa muito para onde vou... ― retorquiu Alice. </li></ul><ul><li>― Nesse caso, pouco importa o caminho que tomes ― interpôs o Gato. </li></ul><ul><li>Alice no País das Maravilhas </li></ul><ul><li>Alice in Wonderland - Cheshire Cat </li></ul>Sentido da auto-avaliação Objectivos implicados
  5. 5. <ul><li>E studos internacionais demonstram que a biblioteca escolar contribui para o sucesso educativo dos alunos e para o desenvolvimento das literacias imprescindíveis na nossa sociedade. </li></ul>Sentido da auto-avaliação Objectivos implicados
  6. 6. <ul><li>Para demonstrar a sua importância nas aprendizagens é necessário que a biblioteca: </li></ul><ul><ul><li>investigue os resultados da sua acção. </li></ul></ul><ul><ul><li>analise o sucesso e o impacto dos seus serviços. </li></ul></ul><ul><ul><li>preste contas à escola e todos os que estão ligados ao seu funcionamento do impacto das suas acções. </li></ul></ul>Sentido da auto-avaliação Objectivos implicados
  7. 7. <ul><li>A avaliação é também um elemento fundamental no processo de gestão da biblioteca porque permite: </li></ul><ul><ul><li>Aferir a eficácia dos serviços que presta, identificando sucessos e insucessos, e as condicionantes da qualidade e eficiência do serviço. </li></ul></ul><ul><ul><li>Aferir o impacto que tem nas atitudes, comportamento e competências dos utilizadores. </li></ul></ul><ul><ul><li>Tomar decisões baseadas em evidências </li></ul></ul>Sentido da auto-avaliação Objectivos implicados
  8. 8. <ul><li>Processo de auto-avaliação: </li></ul><ul><ul><li>Processo pedagógico e regulador, inerente à gestão e procura de uma melhoria contínua da BE; </li></ul></ul><ul><ul><li>Pretende avaliar a qualidade e eficácia da BE e não o desempenho individual do coordenador ou elementos da equipa da biblioteca; </li></ul></ul><ul><ul><li>Capaz de mobilizar toda a escola, melhorando através da acção colectiva as possibilidades oferecidas pela BE; </li></ul></ul><ul><ul><li>Não constitui um fim em si, devendo ser entendida como um processo que deverá conduzir à reflexão e deverá originar mudanças concretas na prática. </li></ul></ul>Sentido da auto-avaliação Objectivos implicados
  9. 9. <ul><li>Objectivos da auto-avaliação: </li></ul><ul><ul><li>Contribuir para a afirmação e reconhecimento do papel da BE na escola; </li></ul></ul><ul><ul><li>Determinar até que ponto a missão e os objectivos estabelecidos para a BE estão ou não a ser alcançados; </li></ul></ul><ul><ul><li>Identificar práticas que têm sucesso e que deverão continuar; </li></ul></ul><ul><ul><li>Identificar pontos fracos que importa melhorar. </li></ul></ul>Sentido da auto-avaliação Objectivos implicados
  10. 10. <ul><li>A avaliação permite pois a resposta a três perguntas essenciais: </li></ul><ul><ul><li>O que estamos a fazer? </li></ul></ul><ul><ul><li>Como é que o sabemos? </li></ul></ul><ul><ul><li>O que vamos fazer agora? </li></ul></ul>Sentido da auto-avaliação Objectivos implicados
  11. 11. Domínio e subdomínios a avaliar
  12. 12. <ul><li>A. Apoio ao Desenvolvimento Curricular </li></ul><ul><ul><li>A.1 Articulação curricular da BE com as estruturas pedagógicas e os docentes </li></ul></ul><ul><ul><li>A.2. Desenvolvimento da literacia da informação </li></ul></ul><ul><li>B. Leitura e Literacias </li></ul><ul><li>C. Projectos, Parcerias e Actividades Livres e de Abertura à Comunidade </li></ul><ul><ul><li>C.1. Apoio a actividades livres, extra-curriculares e de enriquecimento curricular </li></ul></ul><ul><ul><li>C.2. Projectos e parcerias </li></ul></ul><ul><li>D. Gestão da Biblioteca Escolar </li></ul><ul><ul><li>D.1. Articulação da BE com a Escola/ Agrupamento. Acesso e serviços prestados pela BE </li></ul></ul><ul><ul><li>D.2. Condições humanas e materiais para a prestação dos serviços </li></ul></ul><ul><ul><li>D.3. Gestão da colecção </li></ul></ul>Domínios e subdomínios a avaliar
  13. 13. <ul><li>Estes domínios representam as áreas essenciais para que a biblioteca escolar cumpra, de forma efectiva, os pressupostos e objectivos que suportam a sua acção no processo educativo. </li></ul><ul><li>Serão avaliados um ou dois domínios por ano: avaliação de todos os domínios aos fim de três anos. </li></ul>Domínios e subdomínios a avaliar
  14. 14. Etapas do processo
  15. 15. <ul><li>Escolha do domínio a avaliação e sua fundamentação. </li></ul><ul><li>Adequação do modelo aos objectivos e estratégias definidas pela escola. </li></ul><ul><li>Divulgação à comunidade. </li></ul><ul><li>Calendarização do processo. </li></ul><ul><li>Escolha da amostra. </li></ul><ul><li>Recolha de evidências. </li></ul>Etapas do processo
  16. 16. <ul><li>Gestão e interpretação da informação recolhida. </li></ul><ul><li>Estabelecimento, para cada domínio/subdomínio, de perfis de desempenho </li></ul><ul><li>Elaboração relatório, com plano de melhoria. </li></ul><ul><li>Discussão do relatório no CP. </li></ul><ul><li>Divulgação pública dos resultados. </li></ul>Etapas do processo
  17. 17. <ul><li>Amostra: </li></ul><ul><ul><li>20% do número total de professores </li></ul></ul><ul><ul><li>10% do número de alunos em cada nível de escolaridade </li></ul></ul>Etapas do processo
  18. 18. <ul><li>Amostra - critérios: </li></ul><ul><ul><li>Abranger a diversidade de alunos da escola: os vários níveis de escolaridade, as várias origens/nacionalidades; rapazes e raparigas; alunos com necessidades educativas, etc. </li></ul></ul><ul><ul><li>Abranger a diversidade de professores da escola: todos os departamentos, professores mais antigos na escola, professores recém-chegados, etc. </li></ul></ul>Etapas do processo
  19. 19. <ul><li>Recolher três tipos de informação: </li></ul><ul><ul><li>Contextual – o meio sociocultural da escola, as condições de funcionamento da própria escola </li></ul></ul><ul><ul><li>Quantitativa – evidências mensuráveis </li></ul></ul><ul><ul><li>Qualitativa – a qualidade dos recursos e dos processos e o seu impacto na aprendizagem </li></ul></ul>Etapas do processo
  20. 20. <ul><li>Recolha da informação: </li></ul><ul><ul><li>Recolher dados em diferentes momentos do ano lectivo, para poder verificar se existe alguma evidência de progresso. </li></ul></ul><ul><ul><li>Observações: podem efectuar-se também noutros locais, para lá da BE, onde se realizem actividades relacionadas com a biblioteca . </li></ul></ul><ul><ul><li>Inquéritos: aplicar os inquéritos aos alunos em ambiente de sala de aula ou de trabalho na biblioteca </li></ul></ul>Etapas do processo
  21. 21. <ul><li>Três tipos de evidências </li></ul><ul><ul><li>Informação que já existe (contextual – número de lugares sentados, n.º de computadores, horário de abertura – ou dados do trabalho diário : estatísticas de utilização dos recursos, tratamento documental, horário da equipa. Poderá ser importante a construção de um portefólio.) </li></ul></ul><ul><ul><li>Informação que pode ser extraída a partir da informação existente. </li></ul></ul><ul><ul><li>Informação a ser recolhida especificamente para o efeito. </li></ul></ul>Etapas do processo
  22. 22. <ul><li>Exemplos de evidências </li></ul><ul><ul><li>documentos que regulam a actividade da escola (PEE, PCT, etc.) ou da BE (Plano de Actividades, regulamento, etc.); </li></ul></ul><ul><ul><li>registos diversos (actas de reuniões, relatos de actividades, etc.); </li></ul></ul><ul><ul><li>materiais produzidos pela BE ou em colaboração (planos de trabalho, planificações para sessões na BE, documentos de apoio ao trabalho na BE, material de promoção, etc.); </li></ul></ul><ul><ul><li>estatísticas produzidas pelo sistema da BE (requisições, etc.); </li></ul></ul><ul><ul><li>trabalhos realizados pelos alunos (no âmbito de actividades da BE, em trabalho colaborativo, etc.); </li></ul></ul><ul><ul><li>instrumentos especificamente construídos para recolher informação no âmbito da avaliação da BE (registos de observação, questionários, entrevistas, etc.). </li></ul></ul>Etapas do processo
  23. 23. Envolvimento dos diferentes tipos de utilizadores
  24. 24. <ul><li>A avaliação da BE deve ser participada a nível da escola e ser conhecida e divulgada. </li></ul><ul><ul><li>Professores: Divulgação, entrevistas, inquéritos, registos de observação </li></ul></ul><ul><ul><li>Alunos: entrevistas, inquéritos, registos de observação </li></ul></ul><ul><ul><li>Conselho Pedagógico: Análise do relatório, recomendações </li></ul></ul><ul><ul><li>Comunidade: divulgação dos resultados; sugestões </li></ul></ul>Envolvimento dos diferentes tipos de utilizadores
  25. 25. Impacto esperado na biblioteca
  26. 26. <ul><li>Incorporar nas suas práticas uma actividade sistemática de recolha de informação que permita ajuizar e decidir de forma fundamentada as linhas de acção da biblioteca. </li></ul>Impacto esperado na biblioteca
  27. 27. <ul><li>Integrar o modelo de avaliação no processo de planeamento da BE </li></ul><ul><li>Decisões baseadas nas evidências e informação recolhidas, e tendo em conta o ambiente interno (condições estruturais) e externo da biblioteca: oportunidades e ameaças, prioridades da escola, adequação aos objectivos e estratégias de ensino/ aprendizagem. </li></ul>Impacto esperado na biblioteca
  28. 28. <ul><li>Práticas de gestão tendo em vista: </li></ul><ul><ul><li>Sucesso educativo; </li></ul></ul><ul><ul><li>Melhoria das aprendizagens e do trabalho escolar; </li></ul></ul><ul><ul><li>Criação de mais-valias comportamentais, formativas e de aprendizagem junto dos alunos. </li></ul></ul><ul><ul><li>Optimização dos processos que produzam resultados e impacto na qualidade da BE e dos serviços que presta. </li></ul></ul>Impacto esperado na biblioteca
  29. 29. Impactos esperados no trabalho dos professores e nas aprendizagens dos alunos
  30. 30. <ul><li>A identificação dos pontos fortes e fracos, das ameaças e das oportunidades ajuda a estabelecer critérios de qualidade e acções melhoria que poderão beneficiar o todo o processo educativo. </li></ul>Impactos esperados no trabalho dos professores e nas aprendizagens dos alunos
  31. 31. <ul><li>Espera-se que os professores tomem consciência de que o trabalho colaborativo com a biblioteca tem influência positiva na aprendizagem dos alunos. </li></ul><ul><li>Espera-se ainda que alunos e encarregados de educação tomem consciência de que a biblioteca cumpre objectivos semelhantes àqueles em que toda a restante escola se empenha e que algum do sucesso obtido tem a sua participação. </li></ul>Impactos esperados no trabalho dos professores e nas aprendizagens dos alunos
  32. 32. <ul><li>Espera-se que as melhorias introduzidas se reflictam positivamente nas aprendizagens dos alunos e no trabalho dos professores. </li></ul>Impactos esperados no trabalho dos professores e nas aprendizagens dos alunos
  33. 33. Comunicação e integração dos resultados no relatório de avaliação da escola
  34. 34. <ul><li>Comunicação da informação obtida através do processo de avaliação, como agente de validação dos processos e das acções desenvolvidos e como impulsionadora dos serviços e da educação dos públicos para o papel da BE: </li></ul><ul><li>A avaliação da BE deve estabelecer ligações com a avaliação da escola. </li></ul>Comunicação e integração dos resultados no relatório de avaliação da escola
  35. 35. <ul><li>Do relatório de avaliação da BE deve transitar uma síntese que venha a integrar o relatório da escola. </li></ul><ul><li>A avaliação externa da escola pela Inspecção poderá, assim, avaliar o impacto da BE na escola, mencionando-a no relatório final de avaliação da escola. </li></ul>Comunicação e integração dos resultados no relatório de avaliação da escola
  36. 36. Bibliografia
  37. 37. <ul><li>Gabinete da Rede de Bibliotecas Escolares. Modelo de Auto-Avaliação das Bibliotecas Escolares [Em linha]. 2008. [Consult. 25 Outubro 2008]. URL: http://www.rbe.min-edu.pt/np4/?newsId=31&fileName=Modelo_de_avaliacao.pdf </li></ul><ul><li>Gabinete da Rede de Bibliotecas Escolares. Modelo de Auto-Avaliação das Bibliotecas Escolares – Instrumentos de recolha de dados [Em linha]. 2008. [Consult. 25 Outubro 2008]. URL: http://www.rbe.min-edu.pt/np4/?newsId=31&fileName=Modelos_instrumentos.pdf </li></ul><ul><li>Johnson, Doug “Getting the Most from Your School Library Media Program”, Principal . Jan/Feb 2005 [Em linha]. 2005. [Consult. 25 Outubro 2008]. URL: http://www.doug-johnson.com/dougwri/getting-the-most-from-your-school-library-media-program-1.html </li></ul><ul><li>POLL, Roswitha – Quality and quality systems in libraries [Em linha]. 2005. [Consult. 25 Outubro 2008]. URL: http://miami.uni-muenster.de/resolver/urn:nbn:de:hbz:6-34639580279 </li></ul><ul><li>Scott, Elspeth “How good is your school library resource centre? An introduction to performance measurement ”. 68th IFLA Council and General Conference August. [Em linha]. 2002. [Consult. 25 Outubro 2008]. URL: http://www.ifla.org/IV/ifla68/papers/028-097e.pdf </li></ul><ul><li>Todd, Ross “School librarian as teachers: learning outcomes and evidence-based practice”. 68th IFLA Council and General Conference August. [Em linha]. 2002. [Consult. 25 Outubro 2008]. URL: http://www.ifla.org/IV/ifla68/papers/084-119e.pdf </li></ul>Bibliografia

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