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BLOQUEIOS ATRIOVENTRICULARES
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BLOQUEIOS ATRIOVENTRICULARES

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  • Down: hipoplasia pulmonar e obstrução de VAS. Nebulização c/ adrenalina, corticóide.
  • Transcript

    • 1. Iº CURSO DE ECG LACC Prof. Ms.Paulo Cavalcanti UNIFENAS - BH
    • 2. Iº CURSO DE ECG LACC UNIFENAS BH BLOQUEIOS ATRIOVENTRICULARES
    • 3. Nó sinusal
    • 4.
      • Nó sinusal
      • Bradicardia sinusal: FC < 50 bpm em repouso e em vigília, devemos estar atentos para a sua origem.
      • Funcional: atletas, estenose aórtica, vagotonia primária.
      • Orgânica: ocorre na verdadeira doença do nó sinusal devido a degeneração e destruição das células P (miocardioesclerose, coronariopatias, miocardiopatias, miocardite, amiloidose, colagenases, cirurgia cardíaca)
      • Farmacológica
      • Parada sinusal ou pausa sinusal: período de assistolia maior que 2 segundos, sem múltiplos do intervalo P-P, sugerindo uma falha do automatismo do nó sinusal
    • 5.
      • Condução atrio-ventricular
      • BAV 1º grau: intervalo PR > 0,2 seg ou 200 mseg com condução 1:1, representa um retardo na condução do nó AV. Medicamentoso (digital, amiodarona). Bom prognóstico não requer TTO de urgência.
    • 6. Condução P-R, fixa, maior que 0,2 segundo. Indicação de Marcapasso: depende da sintomatologia Bloqueio Atrioventriculares
      • Bloqueio AV de 1º Grau
    • 7. Bloqueio Atrioventriculares
      • Bloqueio AV de 1º Grau
    • 8.
      • Condução atrio-ventricular
      • BAV 2º grau Mobitz I ou Wenckebach: alargamento progressivo do intervalo PR até o aparecimento de uma onda P bloqueada (3:2, 4:3, 5:4). Normalmente o bloqueio é localizado no nó AV. Bom prognóstico não requer TTO de urgência. Investigar a causa (medicamentoso, vagotonia, IAM). Raramente requer MPP.
    • 9.
      • Condução atrio-ventricular
      • BAV 2º grau Mobitz I ou Wenckebach:.
    • 10.
      • Bloqueio AV de 2º Grau
      Bloqueio Atrioventriculares Condução P-R, variável. Indicação de Marcapasso: normalmente não Tipo I ou Wenckebach (Mobitz I)
    • 11.
      • BAV 2º grau tipo Mobitz II: aparecimento de onda P bloqueada sem alargamento prévio do intervalo PR. Vem acompanhado de sintomas (tipo sincope) sendo necessário a passagem de MPP e posteriormente avaliado MPD.
      • QRS estreito: tronco do feixe de HIS
      • QRS largo: infra-His
      • Na presença de várias ondas P bloqueadas consecutivas , o bloqueio é considerado de alto grau ou grau avançado(2:1, 3:1, 4:1).
    • 12.
      • BAV 2º grau tipo Mobitz II
    • 13.
      • BAV 2º grau tipo Mobitz II: aparecimento de onda P bloqueada sem alargamento prévio do intervalo PR. Vem acompanhado de sintomas (tipo sincope) sendo necessário a passagem de MPP e posteriormente avaliado MPD.
      • QRS estreito: tronco do feixe de HIS
      • QRS largo: infra-His
      • Na presença de várias ondas P bloqueadas consecutivas , o bloqueio é considerado de alto grau ou grau avançado(2:1, 3:1, 4:1).
    • 14. Completa dissociação AV. Indicação de Marcapasso: freqüentemente Bloqueio Atrioventriculares
      • Bloqueio AV de 3º Grau ou Total (BAVT)
      P P R R
    • 15.
      • BAVT: não existe relação entre as ondas P e os complexos QRS. Ventrículo e átrio se contraem de modo independente um do outro. Quanto mais baixo for o foco de escape, mais longo o QRS e mais baixa a FC. Prognóstico grave, geralmente é acompanhado de sintomas sendo necessário a passagem de MPP e avaliação de MPD.
    • 16. CURSO BÁSICO DE ELETROCARDIOGRAFIA
    • 17. Investigação das Bradiarritmias
    • 18.
      • Investigação das Bradiarritmias
      • ECG: muito útil, mas seu curto período de observação reduz sua sensibilidade.
      • Holter: é de extrema utilidade, permite a correlação clínico-eletrocardiográfica, que é fundamental para indicar ou contra-indicar um MPD. É o exame mais indicado quando os sintomas são frequentes.
      • Looper: permite o registro do ECG por longos períodos de tempo (uma a duas semanas). É indicado quando os sintomas são raros e não foram esclarecidos de outra forma.
      • Teste ergométrico: pertime estudar a resposta cronotrópica do nó sinusal, que normalmente está reduzida na doença do Nó sinusal, mas somente tem valor diagnóstico na vigência de anormalidade na condução.