Ap7 - Reação de Aglutinação

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Aula prática: Reação de Aglutinação

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Ap7 - Reação de Aglutinação

  1. 1. Reações de Aglutinação Aula 7 Trabalho realizado pelos estudantes de Medicina da UFBA Adriana Campos, Nivaldo Cardozo Filho, Sabrina Oliveira e Silvana Asfora, sob orientação dos Professores Roberto Meyer, Ivana Nascimento, Robert Schaer, Cláudia Brodskyn, Songelí Freire e Denise Lemaire, do Laboratório de Imunologia do Instituto de Ciências da Saúde da UFBA. Atualizado em julho de 2003
  2. 2. * Caracteriza-se pela formação de agregados, como resultado da interação de Ag particulados e Ac específicos. * Pode ocorrer tanto com partículas que apresentam determinantes antigênicos naturais em sua superfície, como em partículas inertes ou células que são recobertas com Ag. * Principais fatores que influenciam a formação dos agregados: isotipo do Ac (IgM é mais eficaz que IgG), pH ideal (6,0 - 8,0), o tipo das moléculas antigênicas envolvidas, tempo e temperatura. *São muito fáceis de ser executadas e de grande praticidade na rotina laboratorial. * Possuem a desvantagem de possibilitar a avaliação das amostras somente de forma qualitativa ou semiquantitativa, na rotina laboratorial até o presente momento.
  3. 3. AGLUTINAÇÃO DIRETA 1) Adicionar a amostra de sangue na placa teste: 2) Adicionar o reagente (anticorpo anti A, B ou Rh): Exemplo: tipagem sanguínea em lâminas. COMO FAZER:
  4. 4. 3) Adicionar o controle negativo: 4) Misturar:
  5. 5. 5) Movimentar levemente a placa teste por dois minutos: 6) Fazer a leitura do resultado: Um resultado positivo é indicado por uma aglutinação visível (aglomeração dos eritrócitos na placa teste), como ilustrado acima. negativo positivo
  6. 6. AGLUTINAÇÃO INDIRETA (PASSIVA) <ul><li>Exemplo: hemaglutinação passiva para a Doença de </li></ul><ul><li>Chagas: </li></ul><ul><li>As hemácias são revestidas com Ag do T. cruzi (li- gação covalente) e então distribuídas nos poços de </li></ul><ul><li>uma placa de microtitulação. </li></ul><ul><li>O soro teste e os controles positivos e negativos, de- </li></ul><ul><li>vidamente diluídos, são adicionados aos poços da referida placa. </li></ul><ul><li>Se houver Ac específico contra o Ag, as hemácias </li></ul><ul><li>se aglutinam e formam uma camada no fundo do poço. Quando não existe Ac específico, as células formam um botão no fundo do poço. </li></ul>Aglutinação positiva negativa Soros testes diluídos (recíproca da diluição): Em cada poço: soro diluído + hemácias com o an- tígeno. + Antígenos são ligados de modo covalente na superfície da he- mácia. Tal conjunto está pron- to para ser usado na reação: Hemácias com o Ag na superfície anticorpo antígeno 2 4 8 16 32 64 128 ... pos. neg.
  7. 7. INIBIÇÃO DA AGLUTINAÇÃO Exemplo: presença de hCG na urina (gravidez) Partículas revestidas com hCG + Soro anti - hCG pois os Ac se ligaram no hCG da urina, (ficando bloqueados), na incubação inicial são incubados previamente e colocados resultado negativo (ausência de hCG na urina): ocorre aglutinação, pois os anticorpos anti-hCG não são bloqueados na incubação inicial, porque não havia o hor- mônio na urina. Livres, po- dem aglutinar as partículas re- vestidas de hCG. Urina Adiciona-se FIM resultado positivo (presença de hCG na urina): não ocorre aglutinação. numa placa

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