Mitos e verdades-1
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Mitos e Verdades

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  • 1. MITOS“O mito expressa o mundo e a realidade humana, mas cuja essência é efetivamente uma representação coletiva, que chegou até nós através de várias gerações.E, na medida em que pretende explicar o mundo e o homem, isto é, a complexidade do real, o mito não pode ser lógico: ao revés, é ilógico e irracional. Abre-se como uma janela a todos os ventos; presta-se a todas as interpretações. Decifrar o mito é, pois, decifrar-se. E, como afirma Roland Barthes, o mito não pode, consequentemente, "ser um objeto, um conceito ou uma ideia: ele é um modo de significação, uma forma". Assim, não se há de definir o mito "pelo objeto de sua mensagem, mas pelo modo como a profere".” Marizete - Seduc RS
  • 2. Hera – Mito Moderno “O mito é o nada que é tudo. O mesmo sol que abre os céus É um mito brilhante e mudo.” Fernando PessoaMarizete - Seduc RS
  • 3. Mito: A escola comum pode negar matrícula adeterminados alunos com deficiência, se não se sentir emcondições de atendê-los. Segundo a legislação brasileira, não se pode negar, suspender,procrastinar ou fazer cessar, sem justa causa, matrícula escolar dequalquer aluno, em escolas comuns, especialmente quando o motivoé a deficiência. Esclareça-se que a justa causa capaz de afastar aocorrência de crime não pode ser o fato da escola não se sentirpreparada para receber a pessoa com deficiência. A conduta descritaé tida como crime desde 1989 e a pena ao infrator pode variar de uma quatro anos de prisão, mais multa. A conduta também exclui apessoa com deficiência do sistema educacional geral sob a alegaçãoda deficiência ao não recebê-la por sentir-se despreparada, pois acausa da recusa é o fato de possuir o interessado uma deficiência, oque colide frontalmente com o disposto também na Convençãosobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, em seu artigo 24. Marizete - Seduc RS
  • 4. Mito: O acesso de alunos com deficiência às escolascomuns, “desde que possível”, “desde que capazes de seadaptarem”, demonstra uma precaução, um cuidado quedevemos tomar, quando fazemos uma “inclusãoresponsável”. Estas condições impostas por algumas escolas retratam uma concepção antiga da deficiência, ainda de acordo com o modelo reabilitador, que tinha como foco a integração, e, não, como o trazido pela Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, que trata a deficiência como um modelo social e com o foco na inclusão daquelas. Marizete - Seduc RS
  • 5. Mito: Os professores de escola comum só poderãoaceitar em suas salas de aulas alunos com deficiênciaintelectual, física, visual, pessoas com surdez, entre outroscaso tenham uma formação anterior, em que aprendam osconhecimentos relativos à Educação Especial. Os professores de escola comum devem conhecer o que é relativo ao ensino dos conteúdos curriculares (Matemática, Língua Portuguesa e outros). Os conhecimentos relativos ao ensino especial são os que os professores de Educação Especial devem saber para ensinar os conteúdos próprios da Educação Especial, entre os quais orientação e mobilidade, uso de tecnologia assistiva, ensino de LIBRAS e de Português como 2ª língua dos surdos, entre outros. Marizete - Seduc RS
  • 6. Mito: O professor de AEE define os conteúdosescolares e as práticas pedagógicas que os professorescomuns adotarão em suas turmas para os alunos comdeficiência. A escolarização de todos os alunos de uma turma, inclusive dos alunos com deficiência que nela estão matriculados, é uma das atribuições da escola comum. O professor de AEE promove a acessibilidade desses alunos aos conteúdos escolares, trabalhando em parceria com os demais professores. Marizete - Seduc RS
  • 7. Mito: O professor de AEE oferece reforço escolaraos alunos com deficiência, para ajudá-los a superardificuldades que encontram na assimilação de conteúdoscurriculares. Em nenhuma hipótese o AEE se confunde com qualquer atividade cujo fim é ensinar ao aluno com deficiência o que é da competência do ensino comum. Ainda há muitos professores que entendem equivocadamente que as atividades do professor de AEE nas salas de recursos multifuncionais são dedicadas ao reforço das atividades escolares. Marizete - Seduc RS
  • 8. Mito: A educação inclusiva é voltada para alunoscom deficiência. O movimento da educação inclusiva não se restringe à inserção de alunos com deficiência no ensino regular. É um movimento muito mais amplo, que requer uma nova organização de escola que considere as diferenças de todos os alunos. A escola que aprende com as diferenças é aquela que se preocupa em oferecer o melhor do ensino e reconhece que todo aluno é capaz de aprender. Marizete - Seduc RS
  • 9. Mito: A formação de professores com base noconhecimento sobre as deficiências é o melhor caminhopara preparar o professor de sala de aula. O aluno não é marcado e definido por uma categorização. A convivência com os alunos é o melhor caminho para que o outro seja desvelado e reconhecido na medida em que se constroem relações entre professores e alunos (vínculos responsáveis por nossa constituição como seres que não se repetem e pela construção de identidades não fixadas). Marizete - Seduc RS
  • 10. Mito: O professor do ensino regular não escolheueducação especial na sua formação inicial, por isso elenão pode atuar com crianças com deficiência. O professor do ensino regular deve ser formado para ensinar todas as crianças. A formação em educação especial, seja em cursos de formação continuada ou inicial, habilita o professor para atuar no atendimento educacional especializado. Marizete - Seduc RS
  • 11. Mito: As escolas comuns da rede regular de ensinodo país não estão preparadas para receber alunos comdeficiência, transtornos globais do desenvolvimento (TGD)e altas habilidades/superdotação. As escolas se preparam para receber todos os alunos, conhecendo-os diretamente em suas diferenças, no cotidiano escolar. Cada aluno (e não apenas aqueles com deficiência, TGD e altas habilidades/ superdotação) é único. As escolas precisam considerar as diferenças de todos para que o argumento da falta de preparação para atender alguns alunos não signifique mais uma maneira de discriminar alguns alunos, diferenciando, restringindo, limitando, adaptando os conteúdos escolares como resultante dessa preparação. A preparação se resume em: ensino deve ser o mesmo para todos os alunos e a aprendizagem, diferente para cada um! Além disso, paralelamente à mudança de pensamento, muitos são os investimentos em acessibilidade, infra-estrutura e formação continuada de professores. Marizete - Seduc RS
  • 12. Mito: A Educação Especial é sinônimo deAtendimento Educacional Especializado (AEE). O AEE é um dos serviços oferecidos pela Educação Especial. Como se pode observar da Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva, a Educação Especial tem uma atuação mais ampla na escola: a de orientar a organização de redes de apoio, a formação continuada, a identificação de recursos e serviços, o desenvolvimento de práticas colaborativas para o pleno desenvolvimento do aluno, entre outras ações. Marizete - Seduc RS
  • 13. Mito: Para conseguir acompanhar seus colegas naaprendizagem dos conteúdos curriculares, os alunos comdeficiência devem frequentar aulas nas escolas especiais,no período oposto ao da escola comum onde estudam. O aluno com deficiência matriculado nas turmas de ensino regular pode frequentar, na medida de suas necessidades, o AEE (oferecido na sua própria escola preferencialmente, ou não). Vale destacar que o AEE não tem como finalidade fazer esse aluno “acompanhar a sua turma”, mas apoiá-lo nas necessidades que são inerentes à sua deficiência, objetivando o seu máximo desenvolvimento e aprendizado. Marizete - Seduc RS
  • 14. Mito: O Atendimento Educacional Especializado(AEE) é garantido e obrigatório para todos os alunos comdeficiência. O Atendimento Educacional Especializado deve ser garantido a todos os alunos com deficiência, mas não é obrigatório a todos eles. O AEE, que deve ser oferecido obrigatoriamente pelas redes de ensino, é facultativo para o aluno, pois deve levar em conta as suas necessidades educacionais de modo individual. A frequência ao AEE é um direito que o aluno poderá exercer ou não. Além disso, o AEE não se destina exclusivamente a alunos com deficiência. Seu público alvo inclui, ainda, alunos com transtornos globais de desenvolvimento e alunos com altas habilidades/superdotação. Marizete - Seduc RS
  • 15. Mito: O AEE pode ser exercido por psicólogos,fonoaudiólogos, fisioterapeutas e outros profissionais daárea clínica. O AEE é um serviço educacional realizado exclusivamente por professores especializados. Esses professores podem ter, na medida de suas necessidades, a contribuição dos profissionais responsáveis pelo atendimento clínico, ou de uma equipe multidisciplinar de profissionais. Mas o saber especializado do professor de Educação Especial não se confunde com outros saberes de natureza terapêutica, paramédica e nem com o saber do professor comum. Há que se distinguir o saber clínico do saber especializado e do saber escolar. Marizete - Seduc RS
  • 16. Mito: O professor de AEE é o responsável pelaavaliação do progresso escolar e pela promoção dealunos com deficiência, que estão incluídos em escolascomuns. Compete aos professores da escola comum a avaliação escolar e a tomada de decisão sobre a promoção desse e dos demais alunos. Mas nada contra, se a professora do AEE pode ser chamada a opinar dentro do que é específico de seu trabalho, informando a evolução do aluno no AEE e contribuindo para que essa avaliação seja a mais justa e completa possível. Marizete - Seduc RS
  • 17. Mito: O AEE oferece apoio pedagógico aos alunoscom dificuldades de aprendizagem, para ajudá-los emse processo de escolarização. O AEE não atende alunos considerados com “dificuldades de aprendizagem”. A escolarização de qualquer aluno deve acontecer na sala de aula comum. Marizete - Seduc RS
  • 18. Mito: Os alunos com a mesma deficiência devemreceber igual atendimento e em grupo. Alunos com a mesma deficiência podem necessitar de atendimentos diferenciados, individualizados e/ou em grupos. Marizete - Seduc RS
  • 19. VERDADES   A verdade é que a verdade está em cada um de nós.Depende de nossas vivências, nosso conhecimento, experiência e bagagem.O que nós não podemos fazer é "parar" no tempo, nos fechar para outras possibilidades e ideias.  "Devemos ter ciência que a Verdade não é propriedade de ninguém, de nenhuma raça. Nenhum indivíduo pode reclamar sua exclusividade. Marizete - Seduc RS
  • 20. “A Verdade é a natureza simples de todos os seres..."Marizete - Seduc RS (Swami Vivekananda - Mestre Indu)
  • 21. A Política Nacional de Educação Especial naPerspectiva da Educação Inclusiva é umdocumento que consolida os valores e as lutasde movimentos sociais que delimita com clarezaa valorização das diferenças na escola, deforma a atender a todos os alunos,indistintamente. Marizete - Seduc RS
  • 22. A Convenção sobre os Direitos da Pessoacom Deficiência, aprovada em 2006 pelaOrganização das Nações Unidas (ONU) e queembasa a Política Nacional de EducaçãoEspecial na Perspectiva da Educação Inclusivatem valor jurídico para o Brasil. Ou seja, temvalor constitucional porque foi aprovada noCongresso Nacional por quórum privilegiado(Decreto Legislativo 186/2008 – EC nº 45/2004). Marizete - Seduc RS
  • 23. Pela Convenção da Guatemala, adiferenciação de uma pessoa pela suadeficiência caracteriza, em algumacircunstância, um ato de discriminação. Essadiferenciação só não constitui discriminaçãoquando for para incluir (e não excluir) a pessoacom deficiência na escola e em outros espaçossociais. Se um aluno cego, por exemplo,precisa de um computador que é para seu usoexclusivo e que serve para ele acompanhar asaulas, esse equipamento o diferencia, mas paraincluí-lo na turma e não para excluí-lo dosdemais alunos. Marizete - Seduc RS
  • 24. O AEE tem como função identificar, elaborar eorganizar recursos pedagógicos e deacessibilidade que eliminem as barreiras para aplena participação dos alunos, considerandosuas necessidades específicas. As atividadesdesenvolvidas no AEE diferenciam-se daquelasrealizadas na sala de aula comum, não sendosubstitutivas à escolarização. Marizete - Seduc RS
  • 25. A Política Nacional clareia o serviço do AEEno contexto da Educação Especial articulando-acom o ensino comum, deixando claro o seucaráter complementar e/ou suplementar naformação dos alunos com vistas à autonomia eindependência na escola e fora dela. Marizete - Seduc RS
  • 26. As instituições filantrópicas de caráterbeneficente e especializadas em pessoas comdeficiência devem oferecer atendimento clínico(fonoaudiologia, fisioterapia, serviços médicos,sociais e outros) aos alunos com deficiência,matriculados em escolas comuns. Só nãopodem oferecer escolarização e, portanto,substituir a escola comum. Marizete - Seduc RS
  • 27. A inclusão escolar exige o ensino coletivizadoe atividades diversificadas para atender todosos alunos. Nas escolas inclusivas, o ensino nãose diferencia para alunos com mais ou menosdificuldades de aprender um dado conteúdo. Asatividades escolares é que são diversificadas,para que todos os alunos, com e semdeficiência, possam escolhê-las livremente etenham autonomia para realizá-las, de acordocom a capacidade de cada um. Marizete - Seduc RS
  • 28. A Estimulação Precoce ou Essencial e aEducação Infantil acontecem em um períodode vida da criança com deficiência em que aescola comum é fundamental para o seudesenvolvimento, mesmo quando elas têmcomprometimentos sérios e/ou nãoconseguem se locomover e se comunicar,como seus demais coleguinhas. A inclusão,em ambientes comuns de desenvolvimento ede formação , só beneficia a criança. Estafaixa etária é a mais adequada para que ainclusão se efetive. Marizete - Seduc RS
  • 29. O professor deve reconhecer e valorizardiferentes níveis de entendimento de seusalunos com e sem deficiência, nas respostasque derem a uma dada pergunta ou tarefa.Ensinar é um ato coletivo e aprender é um atoindividual e intransferível. Com isso, queremosdizer que não se pode exigir que todosaprendam um dado conhecimento, igualmente,e pelos mesmos caminhos. As respostasdiferentes dos alunos refletem esses caminhosdo saber que são singulares, próprios de cadaum de nós e que, portanto, devem serreconhecidos e valorizados. Marizete - Seduc RS
  • 30. As Tecnologias Assistivas são uma aliada doAEE, possibilitando uma gama de serviços erecursos de acessibilidade para inclusão doaluno com deficiência. Trata-se de uma área doconhecimento e de atuação que englobaprodutos, recursos, estratégias, práticas eserviços com o objetivo de promover afuncionalidade de estruturas corporais. O AEEfaz uso das TA, visando garantir aos alunos comdeficiência a autonomia e a participação nasatividades escolares. Marizete - Seduc RS
  • 31. O professor que atua no AEE deve atenderaos alunos com deficiência visual, auditiva,intelectual e múltipla sempre que necessitaremdeste atendimento, não se dedicando a umúnico tipo de deficiência. O que habilita oprofessor de AEE não é a especialização emuma dada deficiência. É necessário que eleestude o problema apresentado por cada alunoe estabeleça um plano de ação específico parao mesmo seja qual for a sua deficiência dessealuno. Marizete - Seduc RS
  • 32. A sala de recursos multifuncionais é umespaço organizado preferencialmente emescolas comuns das redes de ensino. Naimpossibilidade de existência de uma sala derecursos em cada escola comum, a escolaque a possuir pode atender às escolaspróximas. Marizete - Seduc RS
  • 33. Obrigada pela atenção! marizete-muller@seduc.rs.gov.br Marizete - Seduc RS
  • 34. Sugestões de Filmes- A Força de um Campeão- A Filha da Luz- A História de Carrie Buck- A História de Ryan White- Além dos meus Olhos- Almas Gêmeas- A Música e o Silêncio- Ao Mestre com Carinho- À primeira Vista- A Prova- Asas da Liberdade- À Sombra do Piano- Borboleta de Zargosk- Cegos, Surdos e Loucos Marizete - Seduc RS
  • 35. - Código para o Inferno- Conrack- Dominick e Eugene- Encontrando Forrester- Experimentando a Vida- Feliz Ano Velho- Filhos do Silêncio- Forrest Gump- Gênio Indomável- Gilbert Grape- Janela da Alma- Johnny vai à Guerra- Lágrimas do Silêncio- Loucos de Amor- Mentes Perigosas- Mentes que Brilham Marizete - Seduc RS
  • 36. - Meu Mestre, Minha Vida- Meu Nome é Rádio- Meu Pé Esquerdo- Mr. Holland, Adorável Professor- Nascido em 4 de Julho- Nell- O Amor é Cego- O Encantador de Cavalos- O Enigma de Kaspar Hause- O Filho da Noiva- O Milagre de Anne Sullivan- O Oitavo Dia- O Óleo de Lorenzo- Os Segredos de Adam- Os Melhores Dias de Nossas Vidas Marizete - Seduc RS
  • 37. - Os Pais dos Surdos- Perfume de Mulher- Ray Man- Meu Filho, Meu Mundo- Sempre Amigos- Shine - Brilhante- Simples como Amar- Stanley e Íris- Tempo de Despertar- Tortura Silenciosa- Uma Janela para o Céu I e II- Uma Lição de Amor- Uma Mente Brilhante- Mar Adentro- O Escafandro e a Borboleta Marizete - Seduc RS
  • 38. - Vermelho como o Céu- A Cor do Paraíso- O Guardião de Memórias Marizete - Seduc RS