Recife Summer School RSS’2009
Porto Digital – Recife - Pernambuco
           17-18 e 19/02
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CONTEXTO
  Um desejo de SUCESSO aqueles
     que embarcaram na Recife
  Summer School RSS’2009 e de
  agradecimento pelo c...
Jean Bartoli jeanbartoli@uol.com.br

• Professor da FIA, da FGV, da EMI (Escola de Marketing Industrial) e Professor
convi...
Moysés Simantob moysés.simantob@fgv.br
msimantob@uol.com.br


 Professor do Departamento de Operações na FGV-EAESP, da dis...
www.inovforum.org.br




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4 ondas de Inovação no Brasil
e mais uma
                                   4ª Onda
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CONTEXTO
   A RSS’2009 será a primeira escola
          de uma série a se repetir
          anualmente fomentando o
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Expectativas...
 Disponibilidade com que chegamos
 Entrelaçamento de histórias pessoais
 Construção de conhecimento coleti...
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Capacitação - formação de capital humano - os temas estudados,
debatidos e efetivamente praticados i...
O ambiente é o da “educação”

• Educação , no primeiro sentido desta palavra,
        conduzir para fora do
  significa :
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NOVAS TRILHAS PARA A INOVAÇÃO
                  Propósito:
- Na experiência humana o conhecimento é movido a admiração, a ...
NOVAS TRILHAS PARA A INOVAÇÃO

• Olhando para o processo de conhecimento e para o momento
  de crise, quais são as pergunt...
Por que OFICINAS MÉTIS?
• O sentido da palavra grega MÉTIS é: 1. sabedoria e prudência,
  intenção de fazer algo, 2. astúc...
Por que OFICINAS MÉTIS?
•   Trata-se de uma categoria mental porque as formas de inteligência sagaz, de
    astúcia adapta...
O Método das OFICINAS MÉTIS – OMS:
•   Os participantes das OMs serão orientados a sair à campo para levantar as grandes
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Roteiro das OFICINAS MÉTIS – OMS:
Primeira tarde
• Levantar as grandes perguntas relacionadas ao tripé temático
  da RSS 2...
Roteiro das OFICINAS MÉTIS – OMS:
Segunda Tarde
• O segundo dia será dedicado à apresentação dos trabalhos em plenário.
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Roteiro das OFICINAS MÉTIS – OMS:
Terceiro dia
• As perguntas para a plenária seriam:
    – É possível considerar-se satis...
Papel dos organizadores da trilha:
• Concepção da trilha e sua operação e participação
  presencial, em Recife, nas três t...
Depoimentos e palavras fundadoras de
      uma identidade coletiva ou individual ?!
•   “...a noite de estréia da programa...
Inovar para manter-se competitivo...

 “É impossível para
 alguém, que não tem
 uma forma do total em
 sua cabeça, organiz...
PENSAMENTO
LATERAL
Seed Card
Outras questões
 Há tanta coisa acontecendo ao redor do mundo
 que fica difícil acompanhar todas as mudanças.
 Achar tempo...
GM1-
  Claudia Lucas Paz de melo – c.l.p.melo@hotmail.com
  Masukieviski Borges – masukieviski.borges@cesar.org.br
  Aisa ...
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 Sheila Maria Vieira de Almeida – sheila_vieira@hotmail.com
 Andre Braga – alsbraga@oi.com.br
 Marconi Aurelio e Silva...
GM1
1.   COMO PREVENIR A SUPOSIÇÃO QUE A CAPACITAÇÃO EXISTE
     QUANDO É NA VERDADE INEXISTENTE?
2.   COMO AS QUESTÕES EC...
Entendimentos das Perguntas e novas
perguntas
 COMO PREVENIR A SUPOSIÇÃO QUE A
 CAPACITAÇÃO EXISTE QUANDO É NA VERDADE
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COMO AS QUESTÕES ECOLÓGICAS E FINANCEIRAS
AFETAM A SOBREVIVÊNCIA DE UMA CRIANÇA DE SETE
ANOS E MEIO?
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1.   Como alinhar o desenvolvimento entre o capital
     humano e o tecnológico?
2.   Podemos despertar as pessoas a ...
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Por que as universidades não formam pessoas que pensam
sobre as necessidades do mercado e da sociedade?
Se haveria esp...
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Quais seriam os critérios utilizados para mensurar o
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Síntese de questões dos grupos para
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1.   QUAL A CAPACITAÇÃO NECESSÁRIA PARA O FUTURO QUE VEM DO
     FUTURO?

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 A Oficina Métis despertou o porque estou aprendendo, o...
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A Oficina Métis propõe pensar sobre diferentes aspectos...
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 Vim atraido pelo tema KM. Abordar assuntos aleatorios ...
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Abriu a minha cabeça. Não aceitar tudo que nos é propos...
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  1. 1. Recife Summer School RSS’2009 Porto Digital – Recife - Pernambuco 17-18 e 19/02 ------------------------------- Jean Bartoli – Moysés Simantob Gestão do Conhecimento OFICINAS MÉTIS
  2. 2. CONTEXTO Um desejo de SUCESSO aqueles que embarcaram na Recife Summer School RSS’2009 e de agradecimento pelo convite aos organizadores desta trilha. Uma grande oportunidade para integrantes do mundo empresarial e acadêmico interessados em atualização profissional, formação de networking, intercâmbio de conhecimentos e práticas, e geração de futuros negócios.
  3. 3. Jean Bartoli jeanbartoli@uol.com.br • Professor da FIA, da FGV, da EMI (Escola de Marketing Industrial) e Professor convidado da Fundação Dom Cabral. • Graduado em Filosofia pela Faculté de Philosophie Comparée em Paris, em Teologia pela Facoltá San Domenico em Bologna e em Ciências Econômicas pela Faculdade de Ciências Econômicas de São Paulo. • Mestre e Doutor em Ciências da Religião pela PUC (Pontifícia Universidade Católica) de São Paulo. • Foi Gerente de recursos humanos do Makro e Headhunter pela Coopers & Lybrand. Atualmente, é Consultor, discutindo principalmente os problemas atuais de relacionamento nas empresas e de Ética empresarial. • Autor do livro: “Ser executivo: um ideal? Uma religião?” Editora Idéias e Letras, São Paulo, 2005
  4. 4. Moysés Simantob moysés.simantob@fgv.br msimantob@uol.com.br Professor do Departamento de Operações na FGV-EAESP, da disciplina de Inovação. Co-fundador e coordenador executivo do Fórum de Inovação da FGV-EAESP Atuou no grupo Telecom Italia Mobile - TIM e saiu para fundar a ValueNet – Incubadora de empresas para internet Autor do Guia Valor Econômico de Inovação nas Empresas, com Roberta Lippi, em 2003 Co-autor do livro Organizações Inovadoras, em 2003 e co-organizador com José Carlos Barbieri da série Organizações Innovadoras Sustentáveis, 2007 e Organizações Innovadoras do Setor Financeiro, em 2008. Colabora com organizações como assessor especializado em inovação estratégica. Em projetos internacionais trabalha em parceria com professores da escola de negócios London Business School. Lançará, em 2009, a iniciativa Boas histórias Instituto, com o intuito de valorizar e investir as organizações brasileiras de significados a partir da estrutura da linguagem. Um estimulo ao estudo, à construção e adoção de casos brasileiros em salas de aula.
  5. 5. www.inovforum.org.br 5
  6. 6. 4 ondas de Inovação no Brasil e mais uma 4ª Onda 3ª Onda 2ª Onda 1ª Onda Com quem INOVAR? Por quê INOVAR? O que é INOVAÇÃO? Como INOVAR? Para que INOVAR?
  7. 7. CONTEXTO A RSS’2009 será a primeira escola de uma série a se repetir anualmente fomentando o incremento de capital humano e agregando valor aos negócios que se utilizam do setor de tecnologia da informação e comunicação, somando-se a outras iniciativas no âmbito das políticas governamentais para o setor com enfoque na formação
  8. 8. Expectativas... Disponibilidade com que chegamos Entrelaçamento de histórias pessoais Construção de conhecimento coletivo Proposição reflexiva de agenda para desdobramento e aprofundamento “Regime de execução imperfeita do desconhecido” O que vale a pena dar continuidade do tripé da RSS 2009 ao longo de 2009
  9. 9. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Capacitação - formação de capital humano - os temas estudados, debatidos e efetivamente praticados incluem, entre outros: Arquitetura de Software, Fábricas de Software, Gestão de Projetos, Metodologias Ágeis, Requisitos, Testes, Linguagens de Programação e Banco de Dados. Inovação - serão discutidos assuntos relacionados à Gestão do Conhecimento, Empreendedorismo, Financiamento e Cooperação à Inovação, chegando a 12 seminários. Investimentos para o setor de TICs - os cursos, seminários e palestras abordarão questões como: Gerenciamento de Ativos Intangíveis e as diversas modalidades de investimentos em empresas de base tecnológica.
  10. 10. O ambiente é o da “educação” • Educação , no primeiro sentido desta palavra, conduzir para fora do significa : caminho já traçado anteriormente. Daí, a proposta de novas trilhas para a inovação.
  11. 11. NOVAS TRILHAS PARA A INOVAÇÃO Propósito: - Na experiência humana o conhecimento é movido a admiração, a curiosidade e, também, a angústia. A admiração gera contemplação ao passo que a curiosidade e a angústia geram perguntas. As perguntas existem não para fabricar trilhos mas para abrir trilhas. - A crise atual, como todas as crises pessoais, sociais, econômicas ou políticas que vivemos, é, segundo a própria etimologia da palavra, um momento de medo de um lado, de discernimento e de escolha do outro. Segundo o universo talmúdico, a interpretação é antes de tudo um trabalho sobre a língua e a palavra, que visa uma transformação de nossa maneira de ser no mundo e do próprio mundo. - Existe uma circunstância adicional: as áreas de tecnologia e capital humano são as que mais sofrem as mazelas de projetos mal sucedidos no ambiente organizacional, mesmo que, muitas vezes, elas não sejam verdadeiramente responsáveis. O diálogo e o dialógico precisam de pontes para evitar que as conversas não se fragmentem. Lembrando que:"conversar" vem do latim cum (com) e versare (dar voltas)
  12. 12. NOVAS TRILHAS PARA A INOVAÇÃO • Olhando para o processo de conhecimento e para o momento de crise, quais são as perguntas que não querem silenciar ? Quais delas são pessoais? Quais delas são da comunidade local? Quais são mais globais? Quais delas nos unem neste encontro? • Queremos propor a constituição, durante esse encontro, de algumas oficinas Métis que possam trabalhar essas perguntas. Um sábio africano falou alguma vez que as perguntas unem enquanto, muitas vezes, as respostas dividem e acabam favorecendo a constituição de seitas religiosas ou ideológicas.
  13. 13. Por que OFICINAS MÉTIS? • O sentido da palavra grega MÉTIS é: 1. sabedoria e prudência, intenção de fazer algo, 2. astúcia, artifício. • A métis percorre todo o universo cultural grego: é uma forma de inteligência e de pensamento, um modo de conhecimento. Ela implica um conjunto complexo, porém muito coerente, de atitudes mentais, de comportamentos intelectuais que combinam o faro, a sagacidade, a previsão, a flexibilidade, a finta, a capacidade de se virar, a atenção vigilante, o sentido de oportunidade, habilidades diversas e uma experiência adquirida com o tempo; ela se aplica a realidades fugazes, mutantes, desconcertantes e ambíguas, que não são captadas por medidas precisas, nem por conceitos ou cálculos exatos.
  14. 14. Por que OFICINAS MÉTIS? • Trata-se de uma categoria mental porque as formas de inteligência sagaz, de astúcia adaptada e de eficácia que os gregos operaram em largos setores de sua vida social, política e espiritual, que eles valorizaram muito no seu sistema religioso, nunca são objeto de uma formulação explícita, de uma análise em termos de conceito ou de uma exposição seguida de ordem teórica. • A presença da métis pode ser decifrada no jogo das práticas sociais e intelectuais: ela não é dada num texto que manifestaria seus fundamentos e seus processos. O indivíduo, dotado de métis, seja ele Deus ou homem, quando é confrontado a uma realidade múltipla, polimorfa, só pode dominá- la quando ele também se transforma numa pessoa mais múltipla, mais móvel e mais polimorfa. • É esta variedade de operações pelas quais a inteligência, para entrar em contato com a realidade, coloca-se frente a ele numa relação de rivalidade, e, ao mesmo tempo de, conivência e de oposição. Essa é a métis.
  15. 15. O Método das OFICINAS MÉTIS – OMS: • Os participantes das OMs serão orientados a sair à campo para levantar as grandes perguntas. • Uma vez os grupos formados e a critério deles, definirão com quantas pessoas falarão, escolherão seus interlocutores (por exemplo: uma pessoa, uma família, formadores de opinião, pessoas na rua, comunidades científicas etc..). • Documentarão em vídeo, em áudio, notas em bloco de papel, celular ou qualquer outro tipo de técnica , que registre o conhecimento para torná-lo prático. • Farão a consolidação da etnográfica preliminar, em grupos, dentro do espaço reservado para o evento (considere os vários grupos sociais possíveis e faça o recorte analítico coletivamente). • Finalmente, deverão, do primeiro para o segundo dia, preparar uma apresentação (formato livre) a ser feita em plenária. • Toda a Trilha está estruturada para ocorrer em três tardes, em dias consecutivos, com início no dia 17/02 e término no dia 19/02.
  16. 16. Roteiro das OFICINAS MÉTIS – OMS: Primeira tarde • Levantar as grandes perguntas relacionadas ao tripé temático da RSS 2009 ( capacitação, investimento e inovação). As perguntas propostas pelos grupos de participantes, como sugestão, poderão ser contextualizadas de acordo com os seguintes aspectos: Existencial, Ético, Social, Político, Tecnológico, Econômico, Empresarial, entre outros. • Exemplo1 : Que finalidade terá a CAPACITAÇÃO de hoje e de amanhã com relação a formação ético-existencial? • Exemplo 2 : Que esforço sociopolítico-empresarial será necessário para constituir INVESTIMENTOS que viabilizem o ecossistema de inovação para empresas de base tecnológica? • Exemplo 3 : Que transformações na economia tecnológica favorecerão INOVAÇÕES comprometidas com avanços socialmente responsáveis em empresas existentes e start ups ?
  17. 17. Roteiro das OFICINAS MÉTIS – OMS: Segunda Tarde • O segundo dia será dedicado à apresentação dos trabalhos em plenário. Cada grupo terá um tempo determinado para mostrar quais perguntas emergiram do trabalho de campo. • Num segundo momento, os grupos poderão fazer um exercício de cross- fertilization para descobrir se essas perguntas oferecem uma trilha para que se possa fazer algo. • Se as perguntas forem consideradas como genéricas e/ou superficiais, os grupos poderão reformulá-las buscando uma aderência ao tripé temático proposto pelos organizadores da RSS e uma praticidade maior. • A partir daí poderão sugerir Trilhas Criativas (TCs) . A proposta de criação das TCs é dar continuidade à reflexão originada nas OM´s a partir do uso da plataforma web, em website com canal dedicado para o que passaremos a chamar de Comunidade Métis. Esta comunidade será fomentada anualmente pelos organizadores desta trilha e os grupos iniciados na RSS 2009 serão convidados a apresentar projetos na RSS 2010.
  18. 18. Roteiro das OFICINAS MÉTIS – OMS: Terceiro dia • As perguntas para a plenária seriam: – É possível considerar-se satisfeito com o trabalho realizado durante essas três tardes? – Se poderia considerar a possibilidade das OMS transformarem-se em COMUNIDADES MÉTIS, com o intuito de prosseguir o trabalho? – Essas comunidades métis não poderiam criar um ambiente virtual de troca maior que se tornaria a COMUNIDADE MÉTIS NA WEB? • Em caso de resposta positiva, seria apresentado a primeira versão do canal ou site www.comunidademetis.com.br. Os grupos que já desejarem transformar suas oficinas em comunidades métis seriam convidados a definirem os procedimentos de funcionamento.
  19. 19. Papel dos organizadores da trilha: • Concepção da trilha e sua operação e participação presencial, em Recife, nas três tardes da trilha. • Orientação do trabalho de campo dos grupos. O método proposto é da prática à teoria e este será o ponto de partida da atuação dos organizadores da trilha. • Os temas trazidos pelos grupos serão desenvolvidos e debatidos nas duas tardes seguintes e, se possível, ao longo do ano, seguindo o espírito da Métis. • Construção conjunta e fomento das Comunidades Métis com lideranças da RSS.
  20. 20. Depoimentos e palavras fundadoras de uma identidade coletiva ou individual ?! • “...a noite de estréia da programação do Porto Digital na RSS'09 contou com a participação de Jairo Martins, que elogiou a iniciativa da Escola de Verão nesse período de férias. Essa é uma ideia muito positiva. Nós estamos trabalhando no verão, existe mensagem melhor diante da recente crise econômica?, acrescenta entusiasmado.” • “...para o presidente do Porto Digital, Francisco Saboya, o RSS vai se consolidar no calendário de eventos pernambucanos. Queremos fazer de Recife um espaço de referência em TI, criando uma espécie de Turismo Científico nesse período 'morno' que vai de janeiro até a sexta-feira de carnaval. Essa ideia é nossa, ninguém no Brasil faz isso, revela.
  21. 21. Inovar para manter-se competitivo... “É impossível para alguém, que não tem uma forma do total em sua cabeça, organizar as peças. Para que fazer provisão de cores para alguém que não sabe o que tem a pintar?” Montaigne
  22. 22. PENSAMENTO LATERAL
  23. 23. Seed Card
  24. 24. Outras questões Há tanta coisa acontecendo ao redor do mundo que fica difícil acompanhar todas as mudanças. Achar tempo para pensar e formar opiniões,em tempos de internet e TV interativa, sobre todos os assuntos é para muitos quase impossível , em alguns casos, é também frustrante.
  25. 25. GM1- Claudia Lucas Paz de melo – c.l.p.melo@hotmail.com Masukieviski Borges – masukieviski.borges@cesar.org.br Aisa Pereira – aisa@aisa.com.br Diego Garcez – dga@cesar.org.br Paulyne Jucá – paulyne.juca@cesar.org.br Gm2 Víctor Barbosa de Oliveira Medeiros – thevictormedeiros@gmail.com Leandro Grégory Barbosa da Silva – leandrogregory@hotmail.com Heitor Harlan Santos de Albuquerque - heitorhsalbuquerque@hotmail.com Marcos Aurélio Souza de Melo – m.souza.melo@hotmail.com João Marcelo Araujo – araujo.joaomd@gmail.com
  26. 26. GM3 Sheila Maria Vieira de Almeida – sheila_vieira@hotmail.com Andre Braga – alsbraga@oi.com.br Marconi Aurelio e Silva – amarconi77@hotmail.com Ricardo Domingos – ricardoedog@hotmail.com GM4 Emmanuel Barreto de Carvalho ebc.email@gmail.com Breno Perrelli T. de Oliveira Tatiana de Oliveira oliveiratata@yahoo.com.br Diljeny Vasconcelos diljenyvasconcelos@gmail.com
  27. 27. GM1 1. COMO PREVENIR A SUPOSIÇÃO QUE A CAPACITAÇÃO EXISTE QUANDO É NA VERDADE INEXISTENTE? 2. COMO AS QUESTÕES ECOLÓGICAS E FINANCEIRAS AFETAM A SOBREVIVÊNCIA DE UMA CRIANÇA DE SETE ANOS E MEIO? 3. QUAL A CAPACITAÇÃO NECESSÁRIA DO FUTURO QUE VEM DO FUTURO? 4. Como prover uma educação mínima aos filhos de uma pessoa que atua como empregada doméstica? E do que se trata esta educação mínima, o que ensinar ? 5. A ganância política, a bolha do subprime americano, o lucro dos bancos e outros fenômenos recentes da sociedade mundial,de que forma e em que momento farão a sociedade fazer uma reflexão maior, antes ou depois da destruição? 6. Existem empresas inovadoras ou empresários inovadores?
  28. 28. Entendimentos das Perguntas e novas perguntas COMO PREVENIR A SUPOSIÇÃO QUE A CAPACITAÇÃO EXISTE QUANDO É NA VERDADE INEXISTENTE? – Existiriam critérios/ mecanismos que poderiam ajudar na identificação de necessidades de capacitação? – As empresas estariam dispostas a permitirem a atuação de candidatos em situações reais de trabalho ? –
  29. 29. COMO AS QUESTÕES ECOLÓGICAS E FINANCEIRAS AFETAM A SOBREVIVÊNCIA DE UMA CRIANÇA DE SETE ANOS E MEIO?
  30. 30. GM2 1. Como alinhar o desenvolvimento entre o capital humano e o tecnológico? 2. Podemos despertar as pessoas a inovarem? 3. Qual a diferença entre criatividade e inovação? 4. Vale mais a pena capacitar os colaboradores ou recrutar fora da empresa? 5. Os gastos com TI são custo ou investimento? 6. Como despertar as pessoas a apreender?
  31. 31. GM3 Por que as universidades não formam pessoas que pensam sobre as necessidades do mercado e da sociedade? Se haveria espaço para o tema comunidades carentes (favelas, excluídos digitais) num evento como a RSS? Até que ponto a RSS poderia tratar o tema da sustentabilidade ecológica? Por que não proporcionar momentos de visitação técnica ou vivência dos projetos realizados pelo CESAR? Por que não tornar palestras em debates, mesas redondas multidisciplinares? Como permitir acesso de um público maior aos cursos pagos?
  32. 32. GM4 Quais seriam os critérios utilizados para mensurar o valor de uma empresa deTI e seus produtos? Qual a forma mais eficiente de fazê-lo? Que mecanismos poderiam ser utilizados para estreitar a distância entre os anseios e necessidades do mercado, da sociedade e universidade? (as universidades não formam os profissionais que o mercado espera) As empresas sabem quais competências estão buscando? Por que elas exigem tanta qualificação? A quem cabe a Responsabilidade Social ?
  33. 33. Síntese de questões dos grupos para as Trilhas 1. QUAL A CAPACITAÇÃO NECESSÁRIA PARA O FUTURO QUE VEM DO FUTURO? 2. Como despertar as pessoas a apreender? 3. Por que as universidades não formam pessoas que pensam sobre as necessidades do mercado e da sociedade? 4. As empresas sabem quais competências estão buscando? Por que elas exigem tanta qualificação? 5. Qual o valor do ativo decorrente do conhecimento e do aprendizado? 6. Como acelerar a inovação no Brasil? Qual a influência de patentes nesta aceleração?
  34. 34. Comentários dos participantes sobre os resultados da Oficina Métis A Oficina Métis despertou o porque estou aprendendo, o quanto estou aprendendo e a desvendar pontos fundamentais do que aprendo. Na formação universitária isso se perdeu como estímulo à individualidade do aprendizado. No primário, aprendi a pensar e na faculdade me adestraram e não me formaram. Aprender a aprender é do espírito de cada um para buscar crescer. Desconstruir problemas pelo raciocínio da pergunta, da humildade e saber ouvir. (Houve um professor que disse “Eu prefiro errar com vocês do que acertar sozinho”). Foi importante perceber que não estou sozinha na” briga contra a maré”. Em grupo eu pude reunir idéias e transformar idéias em ação. Pude expandir idéias e questionamentos, fugi da mentalidade de seguir regras para poder escolher o que consideramos importante. Existe uma continuidade da Oficina Métis, que permitirá continuar a aprender. Quanto a capacitação, como uma questão por nós levantada, me fez pensar em meus filhos e em sua inserção na sociedade do futuro.
  35. 35. Comentários dos participantes sobre os resultados da Oficina Métis A Oficina Métis propõe pensar sobre diferentes aspectos num sentido maior do que inicialmente imaginávamos. Insigths como uma pesquisa sobre questões vitais para o Brasil, como a educação, construída a partir da vivência dos brasileiros que dela desfrutam, e não utilizando o paradigma estrangeiro, é um instrumento importante de busca de soluções. Buscar dentro da gente a resposta e não fora. A RSS abriu uma forma de construir e colaborar com o conhecimento, de sermos todos agentes. A gestão do conhecimento pra mim é um interesse. Minha formação me deixou muito cartesiana. Me questiono muito se estou no local certo de trabalho. Foi uma ótima surpresa quando a Oficina Métis foi introduzida no primeiro dia. Notei como minhas perguntas eram técnicas e as perguntas dos outros colegas eram mais humanas. Saio daqui sabendo que preciso voltar a buscar o K e a compartilhar. Não quero o mundo da técnica. Ele não é pra mim. Consegui me entender , saio outa pessoas da OM. Foi muito bom e totalmente diferente do que imagianava.
  36. 36. Comentários dos participantes sobre os resultados da Oficina Métis Vim atraido pelo tema KM. Abordar assuntos aleatorios foi muito util, parabenizo o cesar , não deixe a chama se apagar. Por que não criar uma cadeira nas escolas pra se discutir a cultura do pensdamento da crianca até a fase adulta. Isso pode ajudar as pessoas a ter liberdade de pensar. Foi muito valido , com pessoas sabias, com muito k , posso praticar muito disso em minha vida particuçlar. Foi muito proveitoso , nos traz uma carga de k geriais muito grande. Que no proximo ano da RSS ela possa atrair os jovens a virem aqui para falar. Os jovens precisam entender melhor o mercado de trabalho para evitar escolhas equivocadas, hj na minha vida faço 27 cursos de veterianario, mais 42 curso no sebrae e continuo aprendendo. Esse mini curso foi excelente pra se interar compessoas de recife, do sul, de tantas outras regiões.
  37. 37. Comentários dos participantes sobre os resultados da Oficina Métis Abriu a minha cabeça. Não aceitar tudo que nos é proposto. Buscar a minha própria escolha, trilhar o caminho pra achar respostas. Estou profundamente perplexo e incomodado como há muito eu não ficava. Participei de um processo de um desenvolvimento humano junto um psicólogo clinico, com metodologia semelhantes e com facilitações. Aprendi a aprender dentro de um processo de desconstrução. Para o mercado isso é de pouco valia e não consegui explicar e trazer um valor disso no mundo corporativo. Então estou dividido entre dois mundos: o que eu vivo com essa metodologia inovadora e com a minha carreira. Pra mim foi um momento impar. Estranhamente me sinto confuso e em paz. Aproveitei muito. Vou viver com a confusão. Não vim direcionado para a Oficina Métis, mas saio encantado, com a forma de mobilização. Está gravado em mim a natura, cultura e a aventura (frei Carlos Josaphat) apresentado hoje aqui. A síntese é a lembrança da Odisséia de Ulisses, saio do porto seguro, com crenças , boas companhias, que não sabem onde vai dar. Eu não sinto que a gente finalizou, estamos partindo pra ver como vai ser isso tudo ... A palavra falante é muita vida.
  38. 38. Comentários dos participantes sobre os resultados da Oficina Métis Demos partida pra por uma jangada no mar.... Se tiver um logo , seria uma jangada. Fiquei muito gratificado com os depoimento que escutei aqui. O nosso dia a dia de agendas pesadas faz com que a gente não ouve e não se ouvi e ter um espaço pra escutar é muito rico. O aprender tem um sentido diferente. Aqui teve um aprendizado coletivo. Encontros como este a gente sai maior. Quando eu lecionava eu gostava de dentro da sala de aula , mas é muito gostoso conversar fora da sala de aula e foi o que fizemos aqui. Esse ambiente propiciou isso. Foi marcante. Ter conversado com gente desconhecida é uma oportunidade única.
  1. A particular slide catching your eye?

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