Nhoque Com Mandioquinha Salsa
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  • Edição 21 Sul Brasil Sexta-feira, 30 de maio de 2008 1 Chapecó, 17 de setembro de 2009 Tire suas Dúvidas Captação de água da chuva Ao Sul Brasil Rural: Li na internet, o artigo sobre de partículas intermediá- captação de água da chuva. Gostaria de saber se existe rias; um projeto ou implantação dessa técnica para proprie- - ltro para retirada de dade rural com pecuária, para fornecer água ao gado. partículas menores. Grata. 3 – Armazenagem – pode ES, proprietária rural no município de Icaraíma (PR) ser construído de diversas e trabalho com gado de cria e recria. maneiras dependendo da capacidade de investimento, do volume a ser armazena- S egundo o Geó- 2 - saber qual a área de do, mão-de-obra e materiais grafo da UFRGS captação em metros quadra- disponível; conhecimento Francisco Aqui- dos (m2) disponível na pro- técnico. no, ao analisar o históri- priedade (telhados). Sabe-se Alguns exemplos: co dos dados climáticos que cada milímetro de chuva - reservatórios escavados após a revolução industrial, precipitada por metro qua- e revestidos em PEAD – Po- pode-se armar que houve drado de área, corresponde lietileno de alta densidade; alterações climáticas sig- a um litro de água possível - caixa de água pré-fabri- nicativas. Carlos Nobre, de ser captada; cada de bra; pesquisador do INPE, diz 3 - estimar qual é a neces- - reservatório construído que em decorrência destas sidade de água para atender com a técnica de ferro-ci- alterações climáticas, a a demanda da propriedade. mento, entre outros. sociedade já está entrando Para tanto, deve-se saber: Independente do tipo em uma nova época – um - qual é o nº de animais adotado é importante que o período de adaptações, para e o consumo médio diário/ reservatório que bem fe- minimizar, o quanto possí- mensal de água por animal; chado com tampa/cobertura vel, o efeito destas altera- - qual o tempo se quer e tenha um monitoramen- ções climáticas. atender as necessidades dos to/tratamento da água para Uma dos efeitos diz res- animais/propriedade com a VISTA panorâmica de um sistema de captação e ltragem da água da chuva em uma ins- controle da qualidade. O re- talação rural peito ao ciclo da água, com água da chuva armazenada. servatório deve ter um “tubo alternância de períodos A partir da análise do ladrão” para o escoamento de excesso de chuva e de conjunto destas informa- de possíveis excessos. estiagens extremas. Re- ções e da capacidade de Não há um projeto es- centemente a região sul do investimento do agricultor, pecíco para gado de corte Brasil vivenciou estiagens é possível dimensionar o e sim os aspectos a serem prolongadas a ponto dos tamanho e o tipo de captação considerados e ajustados a agricultores não consegui- e do reservatório de água a cada situação. Para maiores rem alojar lotes de aves por ser construído. informações, consulte a falta de água. assistência técnica de seu A utilização de áreas de Sistema de Captação município; a edição nº 10 telhado de instalações e e armazenagem do encarte (www.ceo.udesc. residências das proprieda- br – Sul Brasil Rural) e/ou des rurais, para captação e Compõe-se das seguintes pelo email prcagna@hot- armazenagem da água da fazes: mail.com. chuva nos períodos favorá- 1 - Captação e transporte Vale lembrar a importân- veis é uma das intervenções da água – a captação é feita cia de preservar/recuperar possíveis para adaptar-se a com calhas, preferencial- as nascentes de água, mar- possíveis estiagens. mente cobertas com uma gens de cursos de água, topo tela (ltragem de resíduos de morro, encostas com alta Dimensionamento maiores). O transporte é declividade, entre outras feito por tubulação até o medidas importantes para Deve-se levar em consi- sistema de ltragem. preservação da quantidade deração alguns aspectos: 2- Sistema de ltragem e qualidade da água. 1 - saber a quantidade de – consiste em um conjunto chuva média mensal/anual montado em seqüência com- (milímetros de chuva) da posto de: Por região, (pode ser obtida em - caixa de descarga da Paulo Ricardo Ficagna um Posto Meteorológico primeira água da chuva (la- Professor ou assistência técnica da vagem do telhado); UMA das formas de armazenagem da água – reservatório escavado e revestido com manta Curso de Zootecnia de polietileno de alta densidade região); - pré-ltro para retirada UDESC-CEO
  • Edição 21 Sexta-feira, 30 de maio de 2008 Sul Brasil 2 Chapecó, 17 de setembro de 2009 Encontro de Trabalhadores Planejamento é a base para a nutrição Rurais Indígenas adequada do rebanho E m Agosto de 2009 aconteceu o Encontro de Trabalhadores Rurais Indígenas na Terra Indígena Toldo Chimbangue – Chapecó, Pela acadêmica promovidos pelo Projeto Microbacias 2 e Instituto Maristela Bombana Goio-Em em parceria com Epagri. Houveram diversas Professor Orientador palestras sugeridas pelos próprios indígenas: Manejo Luis Henrique Farinatti no uso de agrotóxicos; Alternativas agroecologicas; Curso de Zootecnia Horta domestica; Destino do lixo domestico e Alter- UDESC – CEO nativas de produtos de limpeza. As atividades agrícolas são desenvolvidas por inúmeras famílias da Terra Indígena sejam em plan- O tações próprias ou como trabalhadores contratados pecuarista sabe é determinar os objetivos temporariamente em outras propriedades. Isto coloca que o alimento ligados as aptidões de cada os indígenas envolvidos em contato com as técnicas mais barato para propriedade. Por exemplo: convencionais de trabalhos agropecuários inclusive os bovinos é a pastagem, Realizar engorda de bovinos com manejo de agrotóxicos. porém há períodos do ano em solos com baixa fertili- Segundo Alexandre da Veiga, facilitador da Asso- que a pastagem ca escassa, dade e com isso não possuir engorda ou ciclo completo), nutricionais voltados para ciação de Desenvolvimento das Microbacias Terras madura ou seca e é nesta pastagens de boa qualidade raça dos animais, valores a realidade e objetivos da Indígenas (MB2), os índios tem pouco conhecimento época que o produtor pre- ou quantidade suficiente finais dos produtos (valor propriedade, levando em do perigo em manusear agrotóxicos, e também sobre cisa de uma boa estratégia para a atividade de engorda do leite, animais de recria), consideração o custo x be- alternativas agroecologicas, as quais podem substituir nutricional para passar este a pasto. realidade climática aliada à necio da atividade e, com os sistemas de produção convencionais. período sem prejudicar o Após a determinação dos qualidade e disponibilidade isso, planejar as tecnologias O encontro foi realizado a m de sensibilizar e es- estado nutricional do re- objetivos e aptidões é im- de forragens e capacidade de e manejos necessários para clarecer os indígenas no intuito de minimizar os efeitos banho. portante analisar: o perfil investimento desta proprie- cada categoria animal (nas- do uso de insumos agrícolas e diversicar as técnicas Para realizar a confecção tecnológico a ser adotado dade, entre outros. cimento a desmama, crias ou agropecuárias utilizadas nesta comunidade, resgatando, de um plano nutricional (intensivo, semi-extensivo Com a analise destas terminações) e períodos cli- de certo modo, a própria história deste povo. adequado para as proprie- ou extensivo), atividade da variáveis torna-se mais fácil máticos aliados a velocidade dades, o primeiro passo propriedade (cria, recria, a determinação de planos de produção desejada. Abelhas indígenas sem ferrão (ASF) Multiplicação de enxames por divisão Por Gustavo Krahl O primeiro fator a ser con- sença de no mínimo uma Acadêmico do Curso de Zootecnia siderado é que tribo pertence realeira e uma rainha no caso UDESC – CEO à família que será dividida. A de Trigonas. Remove-se o in- Orientador tribo Meliponini (Ex: Man- vólucro ao redor dos favos de Otaviano Carneiro da Cunha Neto daçaia e Uruçu) produz uma cria da colméia mãe, retira-se Médico Veterinário nova rainha a partir de uma entre 4 a 5 discos de cria nas- realeira (célula com maior centes (mais claros) inclusive espaço e alimento suciente o favo que possui a realeira e C om esta técnica escolhem o seu novo habitat). pode-se obter um Deve ser realizada no início para o desenvolvimento) e a coloca-se na nova colméia. número maior de do período de maior flora- diferenciação da rainha das O terceiro passo é colocar enxames sem depender da da, pela disponibilidade de demais operárias é apenas a colméia lha no lugar da enxameação natural e captura alimento e pela temperatura alimentar (consumo de geléia colméia mãe, e esta colocada através de isca (as abelhas favorável (primavera). real por toda a vida), para o a uns 10 a 20 metros, para que desenvolvimento e funcio- as campeiras entrem na nova namento do aparelho repro- caixa. Em melíponas apenas Expediente dutivo. Já a Trigonini (Jataí extrai-se 4 a 5 discos de cria Universidade do Estado de Santa Catarina - UDESC e Mirins), 25 % das abelhas nascentes sem se preocupar Centro de Educação Superior do Oeste – CEO que nascem são princesas, com a realeira e rainha. Organização: Prof.º: Paulo Ricardo Ficagna isto é, a diferenciação das Aconselha-se realizar revi- Endereço para contato: Rua Benjamin Constant, 84 E, Centro. CEP.:89.802-200 princesas e demais operárias sões periódicas nas colméias prcagna@hotmail.com é genética. que participaram do processo Telefone: (49) 3311-9300 O primeiro passo é esco- de divisão, e se for neces- Jornalista responsável: Juliana Stela Schneider REG. SC 01955JP lher um enxame forte, com sário fornecer alimentação Impressão Jornal Sul Brasil boa quantidade de alimento articial aos enxames fracos. fornecido em pequenos reci- garrafa pet com alguns gra- As matérias são de responsabilidade dos autores armazenado, grande número Esta alimentação pode ser o pientes colocados no interior vetos para facilitar o acesso de campeiras e com a pre- mel de abelha Apis melífera da colméia (Ex: tampas de das abelhas).
  • Edição 21 Sul Brasil Sexta-feira, 30 de maio de 2008 1 Chapecó, 17 de setembro de 2009 Alternativas de renda para a Agricultura Familiar Mandioquinha-salsa Por plantas sadias e vigorosas 5. Pragas e Doenças Engº Agrº Santo Maso devem ser colocadas em As principais pragas po- Secretaria de Agricultura camalhões com altura de tenciais são as brocas, pul- (49)3329-5939 Chapecó-SC 30 a 40 cm; - espaçamento gões, lagartas e ácaros. entre linhas de 60 a 80 cm; As doenças mais comuns - espaçamento entre plantas são as murchadeiras (Sclero- Observação: Parte 2 de 35 a 40 cm, obtendo um tínia), podridões de raízes, e Esta é a continuação da matéria publicada na número de plantas (estande) doenças foliares. edição anterior (20ªed.) do dia 03 de setembro. de 31.000 a 44.000 plantas O agricultor deve estar por hectare. A formação atento, realizando o acompa- 3. Preparo do Solo, Ca- a 40 cm. A adubação pode das raízes inicia-se a partir nhamento e controle quando lagem e Adubação. ser com cama de aviário ou do segundo mês, indo até o ocorrer. Esta cultura é de ciclo lon- esterco de suínos curtidos, 4ª ou 5º mês. Deste pondo 6. Colheita go (a primeira colheita ocorre realizada com antecedência até 10º e 12º meses ocorre Normalmente inicia-se 12 meses após o plantio). Não observando a análise de solo. o engrossamento da raiz, entre o 10º ao 12º meses após tolera solo encharcado, muito Não se recomenda o plantio portanto é o período crítico o plantio, porém a cultura argiloso e com pouca profun- em áreas com safra anterior MANDIOQUINHA-SALSA in natura da cultura. Qualquer estresse pode car no campo até o didade, sendo recomendado de fumo ou feijão, porque são que ocorrer neste período, 14º ao 16º meses à espera a textura média, boa drena- culturas hospedeiras de um correção do solo com cal- ver excesso de calcário pode principalmente falta de água, de melhores preços. A pro- gem e boa profundidade. O fungo causador da murcha de cário é necessária e deve ser ocorrer a sarna das raízes. pode comprometer o tama- dutividade espera da cultura preparo do solo deve ser em sclerotínia, doença comum feita rigorosamente de acordo 4. Plantio da Muda nho e o diâmetro das raízes varia de 20 a 25 toneladas camalhões com altura de 30 na mandioquinha-salsa. A com análise do solo. Se hou- As mudas originárias de comerciais. por hectare. Utilização de uréia na alimentação animal Espaço cultural Nossa Mente e Coração são como a Terra Fértil Em uma terra fértil, tudo que se planta dá. Quando se planta alimento, alimento colherá. Flores semeadas, estas orescerão, alpiste plantado, cabelo germinado Com a mente e o coração é algo parecido, São como a terra fértil. Pensamentos e emoções são as sementes. Por Pensar e sentir Paulo Vitor Valentini é semear na mente e no coração. Zootecnista É melhor andar em um caminho... paulovvalentini@yahoo.com.br ...com cores vivas, ...perfume no ar, ...boa água para beber, A utilização de fontes alternativas ...alimento farto, de proteína na alimentação de ...inspiração e força para o trabalho, ruminantes tem se mostrado uma ...e com uma família para aquecer o coração. excelente opção para o enriquecimento de alimentos pobres em proteína, principalmente em épocas de estiagem. A uréia destaca-se como fonte de nitrogênio não protéico de tec- CABEÇA de nologia simples e baixo custo. Ela é composta FORNECIMENTO de cana com uréia aos animais boneco feita de por aproximadamente 45% de N (nitrogênio), meia e preenchi- o qual os microorganismos do rúmen conver- neira equivocada pode causar intoxicações. no rúmen e supre aminoácidos essenciais. Po- da com semen- ter em proteína de boa qualidade. Recomenda-se misturar de forma homogênea dem ser diluídos 900 gramas de Uréia + 100 tes de alpiste por Devido a sua baixa aceitação pelos ani- aos alimentos. Além disso, é aconselhável gramas de uma fonte de enxofre em 4 Kg de crianças de 2,5 a mais, a uréia pode ser fornecida em diferentes não fornecer mais que 40 gramas de uréia água, quando adicionados na cana de açúcar, 3,5 anos. sistemas de alimentação: associada ao sal por 100 quilos de peso vivo por animal/dia, capim picado ou silagem. mineral; sal proteinado; cana-de-açúcar; ca- após adaptação. A uréia, quando utilizada adequadamente, pim picado; silagem e concentrados, dentre Uma fonte de enxofre, como o sulfato de pode ser uma alternativa para evitar perdas de outros. cálcio ou amônia, junto à uréia, é importante, peso dos animais no período seco e também Por Paulo Ricardo Ficagna Seu fornecimento em excesso ou de ma- pois melhora a síntese de proteína microbiana manter e/ou estimular a produção de leite. Setembro/2009
  • Edição 21 Sexta-feira, 30 de maio de 2008 Sul Brasil 4 Chapecó, 17 de setembro de 2009 Previsão do Tempo Receita Indicadores Na quinta-feira: do Oeste ao Planalto Sul previsão Nhoque com de sol com chuva no início do dia e nal do dia e possibilidade de trovoadas isoladas com descargas Mandioquinha-Salsa elétricas, granizo e rajadas de vento. Ingredientes: Na sexta-feira: o tempo ca instável com chuva em todas as regiões com risco de temporais 1 kg de mandioquinha-salsa; isolados. 4 gemas de ovo; Sábado: o tempo volta a car estável com sol no 4 colheres de manteiga (sopa); nal de semana em todas as regiões do estado. As 2 chícaras de farinha de trigo; temperaturas caram estáveis devido a cobertura 2 colheres de óleo (sopa); de nuvens e a chuva, sendo que a partir de sábado as temperaturas diminuem. 50 gramas de queijo parmesão e sal a gosto; Tendência: 20 a 30/09/09 Modo de Preparo Este período deve seguir com chuvas freqüentes - Descascar e cozinhar a mandioquinha-salsa; em SC, alternando com 1 a 3 dias de período de - Amassar como preparo de purê; melhoria. Pode voltar a ocorrer eventos de chuva forte com temporais e ventos fortes no estado - Adicionar em seguida: as gemas, manteiga, devido a proximidade da estação da primavera e sal e farinha de trigo, acrescentando mais se também por inuência do fenômeno El Niño (mais necessário para encontrar o ponto para enrolar detalhes no link Clima na página do Ciram). O mês a massa; de setembro vai se congurando como chuvoso e - Enrolar em tiras, cortando em pedaços, deve terminar com chuvas bem acima da média no estado. formando os nhoques; Início da Primavera:21 de setembro 14:47h - Mergulhar os nhoques aos poucos em água fervendo com óleo, retirando-os quando vierem à superfície; Fonte: - Retirar com uma escumadeira, deixando-os Epagri/Ciram Setor de Previsão de Tempo e Clima. escorrer e coloque-os em vasilha refratária; - Cobrir a gosto com molho de tomate e carne moída; - Polvilhe o queijo parmesão e leve ao forno A UDESC-CEO e o para gratinar. Fonte JORNAL SUL BRASIL Emater-RS desejam aos leitores um bom início de ►Agenda PRIMAVERA - 12 a 20/09 – Acampamento da Semana Farropilha – Pátio do Mercado Público Regional – Chapecó. Espaço do Leitor - 23 e 24/09 – Simpósios Paranaense de Ovinocultura, Caprinocultura. – Informações: (41) 3350-5709 www.lapoc.ufpr.br Este é um espaço para você leitor (a).Tire suas dúvidas, critique, opine, envie textos para - 25/09 – Roda De Viola - Restaurante Bom Sabor II publicação, divulgue eventos, escrevendo para: – anexo ao Mercado Público Regional, com Jantar a Fontes: SUL BRASIL RURAL partir das 20 horas / Chapecó 8822-5178 (Mari) Instituto Cepa/SC – dia 16/09 A/C UDESC-CEO 1 Cooperativa Alfa/Chapecó Rua Benjamin Constant, 84E - 26/09 – Projeto Viola na Feira – Feira Livre 2 Ferticel/Coronel Freitas. Calçadão – Centro. Antônio 8811-5946 Centro. Chapecó-SC 3 Feira Municipal de Chapecó (Preço médio) CEP.: 89.802-200 - 05 a 08/10 – VI Congresso de Meio Ambiente Obs.: valores sujeitos a alterações. prcagna@hotmail.com – Universidade Federal de São Carlos/SP. www. Leia também em formato colorido: Publicação Quinzenal ambiente-augm.ufscar.br www.ceo.udesc.br Próxima Edição – 1 de outubro www.jornalsulbrasil.com.br