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  • 1. Plural Opine. Questione. Pluralize! Edição nº 4 - Janeiro, Fevereiro e Março de 2011 - Cruz Alta, RS Fábio Figueiredo As resoluções políticas... PluralC rônica: Fábio Figueiredo* ertamente a políticanacional é um gênero que requercerta dosagem de interesse Não sei, não discuto política! Mas entendo que, nosso país apresenta sinais aparentes de soberano, o político fugaz encara outro desafio de conduta ética da casa. Mas isso é confiança do voto. Mais uma vez! Teoria da conspiração? Que nada! A política nacional épopular. Seja nas aptidões um grande reflexo das etapas simples! Basta negar inúmeras como o vinho: Quanto maispráticas, teóricas ou nas suas às quais fomos submetidos. vezes a atitude dos agentes velha melhor... Isso é claro,aplicações. Homens de grande Somente a partir de 1985, é que políticos que ela soará como armazenada de forma corretavalia, perdem a compostura ou acordamos, e em um lapso verdade absoluta por muitos para não se correr o risco deaté mesmo seu caráter, ao intenso de democracia, anos, até seus sucessores virar vinagre, temperando todadefrontar-se com o poder e a encontramos o sonho de comprovarem que não estavam a salada que se transformou ascapacidade do povo em intervir liberdade sobrepondo o envolvidos em mais um ideologias, as resoluçõesno âmbito da Gestão Pública pesadelo que perdurava por escândalo assumido pelos partidárias e a ética que alcança(compreendida por uma séculos, décadas, representantes a cronologia épica das relaçõespequena parcela dos cidadãos triênios... Nesta do poder, é sociais. O nepotismo é umabrasileiros). Façamos desses época, milhões de m e l h o r afirmação de extrema falsidadesubstantivos, um regente de c i d a d ã o s , renunciar e ideológica. Por quê? Explico.nossas ações, medindo a assumiram essa voltar com a Enfim, os políticos explicam:disposição de tudo isso no causa, mas imagem refeita Isso é intriga da oposição!ambiente popular. Desse modo, somente um e encarar a Entrarei com pedido de quebrapodemos dividir a história liderava essa oposição como de decoro parlamentar contrapolítica e analítica de nosso nação como uma situação... excelentíssimo senhor. Até quepaís em três partes muito espécie de porta cotidiana, se prove ao contrário, justiça edistintas: Brasil Colônia, “Anos voz, de messias carmática, de opinião pública debatem ede Chumbo” e República do povo. Sim! É ele mesmo! Zé cunho perseguidora. No país, defrontam a consistênciaDemocrática. Onde todos os Sarney o político que estampou somente o complemento do necessária para estas praticasníveis se assemelham de uma a capa dos jornais, revistas e Poder Legislativo e Executivo comuns, assim arquivando eforma muito particular e inversa. em todos os telejornais atuou, sabem o tamanho esforço que é empoeirando toda história deAh! Mas eu não discuto política! naquela década com viés lutar pelas causas comuns dos luta e lutadores que esse paísMantenho-me neutro a toda essa diferente, aliás, hoje com um cidadãos, e após muitos anos conheceu, mas por muitafarra. Pois é! Mas como percebo revés. Assim, suas sucessivas de vida pública dedicados à injustiça não reconheceu.que tudo isso é uma fantasia? tentativas de esclarecimento lhe ordem e ao progresso da naçãoOu será minha opinião ligada soavam como acusação. Após ser acusado injustamente dessa *Jornalistaou perdida entre tantas enfrentar mais uma época de forma perante os milhares de fabiosfigueiredo@gmail.com(infinitas), no senso comum? transição social, o cidadão eleitores que lhe depositaram a
  • 2. 2 Plural EDITORIAL “ ...Nós, vós, eles!”Pluralizar! Este é o verbo que Dentre as premissas queo Jornal Plural visa discorrem sobre as hegemoniasconjugar. Neste contexto, da humanidade, percebe-sedestacamos a 4º edição com que o povo, comonovidades. Novo título e novas representação da massa, tendeformas de abordar a realidade a seguir uma lógica abstrata nosocioeconômica e político- campo ideológico, que sãosocial. Naturalmente, este levantadas e levadas como É um absurdo o aumento das passagensperiódico apresenta sua pauta de embate frente às de ônibus no município de Cruz Alta. Pago R$ 1,90 para andar cinco minutos e aindaessência voltada à democracia classes dominantes. assim a linha que utilizo não cobre o trajetoda opinião e comunicação, No âmbito da comunicação, de meu trabalho. Necessito desseassim seguindo algumas essa quebra de padrões transporte quatro vezes ao dia enfrentandodiretrizes das edições culturais vem tornando essa o desconforto e a superlotação emanteriores. Através desse ciência uma necessidade de determinados horários.veículo buscamos valorizar adesão, por parte de cidadãos Fátima Silva, diarista.seus autores, artistas e leitores, que desconheciam seus direitosjá que na atualidade os meios e deveres diante do universo da Gostaria que a empresa que é responsável pela manutenção dos telefones públicos,de comunicação privados e comunicação, apesar de fizesse um levantamento dos aparelhos emconvencionais almejam um garantido na Constituição nossa cidade. Dia desses, percorri o centroobjetivo que vai de encontro Federal, assim cabendo a cada e não encontrei nenhum aparelho emaos princípios éticos e cidadão a cobrança necessária funcionamento. Isto é um desrespeito comconceituais do jornalismo. dos mesmos. os usuários que dependem desse serviço. Carlos Eduardo Oliveira, autônomo. Felipe Nunes 4 ª Edição: Redação e Diagramação: Fábio Figueiredo. Colaboração: Carlos Roberto Fagundes. Jornalista Responsável: Fábio Figueiredo (Mtb/RS. 14.987). Contato/Fone: kf_midia@hotmail.com; (55)3343-2036/9645 4125. Endereço: Av. Venâncio Aires 467. CEP: 98025-790, Cruz Alta, RS. Tiragem: 1000 exemplares. Distribuição Gratuita
  • 3. Plural 3 Coluna (Anti)social “Não se trata de um termo pejorativo, ou preconceituoso...! Fábio Figueiredo Fábio Figueiredo ...aos olhos da sociedade tudo se distorce...” Fábio Figueiredo Fábio Figueiredo Acervo Cultural Entrevista com o rapper Camarão, integrante do grupo Exército Vermelho de Cruz Alta:O grupo de rap cruzaltense Exército Vermelho está vida elas deixam de criticar e passam a admirar e Exército Vermelho:na ativa desde 20/09/2006. Realizando shows em até participar. Hoje a cultura está ganhando força a Gênero: Rap Nacionaldiferentes municípios do estado através de inúmeros cada dia. Obras: Mixtape com 09 músicasprojetos à qual o grupo está engajado. Atualmente o Plural: Plural O E.V. já sofreu esse tipo de Mídias: www.palcomp3.com.br/grupo é formado pelos manos “Xis” e “Camarão”. represália preconceituosa? Principalmente exercitovermelho (download das faixas)Plural:Plural Diante das características do em nossa comunidade (Cruz Alta)? Twitter - @camaraoevrap nacional, qual elemento você destaca CAMARÃO: Com certeza! Principalmente porque Contatos: (55) 91038076no grupo? nossa cidade é positivista e atrasada em termos de e-mail: exercitovermelho@hotmail.comCAMARÃO: Bom, desde o início buscamos seguir cultura, pois o tradicionalismo é a única cultura que E.V.a linha da denuncia, que é a raiz do rap no Brasil e recebe apoio, por ser elitizada, então quando algopor que não do Mundo. Desse caminho não que vem da periferia tenta mostrar sua potencialidadedesistimos. Vamos até o final assim, denunciando é ceifado, mas aos poucos estamos ganhandoas mazelas que castigam nossas vidas. espaço e abrindo várias portas.Plural:Plural Através de inúmeros casos, Plural: Plural Quais são os principaispodemos perceber que, criar, apresentar e objetivos do grupo para o decorrer do anopraticar cultura e arte no país é uma tarefa de 2011?árdua. Mas na sua visão, o rap possui maior CAMARÃO: Primeiramente vamos gravar apreconceito por emanar das comunidades segunda Mixtape do grupo. , Estamos articulandomenos assistidas? com artistas de Brasília (DF), “Sampa” (SP) e RioCAMARÃO: Também. Mas o grande problema é de Janeiro (RJ), para participarem. Continuar nossaseste “tal de pré-conceito”.As pessoas sempre gostam apresentações pelo interior do RS e talvez conseguirde criticar o que não tem conhecimento, mas quando sair do estado que é nosso grande objetivo em 2011.elas veem que o movimento hip hop resgata para Rappers, Camarão e Xis
  • 4. PluralSão diversas as situações em que não temoscerteza quanto aos nossos direitos ou mesmose possuímos direito a reclamar algo, equando buscamos sanar nossas dúvidas.Seja na internet, livros, acadêmicos eprofissionais da área, muitas vezes nosdeparamos com um chato “jurisdiquês”, É Direito seu...essas palavras, termos e expressões que é necessário ter uma razão muito fortetornam ainda mais difícil nossa compreensão DESISTIR DE UMA COMPRA MESMO QUE ELA para que possa mudar e ainda assim serádo universo jurídico. Por essa razão que NÃO APRESENTE DEFEITO. Acredite... é o necessária uma ação judicial.pensamos nesta coluna, tornar o Direito Direito de Desistência. Mas é válida (Art. 56 da Lei 6015/73)objetivo e direto. Neste espaço pretendo somente se a sua compra foi realizada foratranscrever artigos, leis, projetos de leis, É Dever seu... do estabelecimento comercial, ou seja,etc. Enfim, tirar dúvidas e para isso esperocontar com a ajuda de leitores deste jornal, pela internet, telefone ou em domicílio, e MANTER O VOLUME DO SOM BAIXO EMprofissionais da área, revistas, doutrinas e esse direito pode ser exercido em até sete QUALQUER HORA DO DIA , Primeiramentetoda e qualquer fonte de pesquisa para que dias após a data da compra. essa dita “Lei do Silêncio”, no horário entretodas as informações se apresentem (Art. 49 do CDC.) 22hs e 7hs, é pura lenda, pois os “Direitoscorretas, atuais e de fácil entendimento. O ALTERAR SEU NOME SEM PROCESSO de Vizinhança” podem ser exercidos aacesso à justiça deve ser mais do que JUDICIAL. Dos 18 aos 19 anos, basta ir até qualquer horário, sempre que o barulhosomente serviços prestados de forma o Cartório de Registros Públicos e não é em questão prejudique o sossego degratuita em: universidades, ONG’s e outros. necessário nem justificar a troca, poderá terceiros. E está prevista multa eÉ necessário conhecer os nossos direitos para incluir mais um nome, tirar outro, mudar aque então possamos reivindicá-los, e dependendo da ocasião até prisão para o escrita de nome já existente desde que não barulhento.conhecendo esses direitos, temos tambéma noção dos nossos deveres. E falando em prejudique o sobrenome, mas é somente (art. 1277,do Código Civil)deveres dentre os meus está, como futura no primeiro ano de sua maioridade. Após, (art. 42 do Decreto Lei 3688/41)jurista tornar a Ciência Jurídica simples e (art. 54 da Lei 9605/98)cotidiana para que todos possam dela dispor. seilasf@hotmail.com Seila Mello, 8º sem. do Curso de Direito A ARTE DESANIMALIZA O HOMEM Nos alimentamos, como qualquer outro ser vivo. rudimentar. Com o passar do tempo fomos nos “10 canarinho”, não preciso nem comentar que Fazer sexo por prazer também não é organizando em sociedades, e conceitos importantes conseguiu e foi além, já que se tratava do maior exclusividade da raça humana. Temos filhos, e foram sendo introduzidos, como ética e respeito, e a gênio do futebol que pisou nos gramados da nossos filhos também tem filhos, como todos os barbárie de antes não era mais tolerada. À medida terra. Se ele fosse um violino com certeza seria animais. Então, em que ponto da nossa existência em que fomos lapidando o expressar de nossos um stradivarius. Não se fará outro igual! Contudo podemos nos adjetivar como “humanos”? Talvez talentos, fomos também ampliando conceitos sobre desafinou. Agenialidade de nossos convivas não essa questão seja respondida com outra, por arte, passamos então a considerar arte não somente os isenta das leis morais da sociedade, se arte que fazemos arte? Porque somos humanos! Ser a pintura ou a música, mas também a genialidade de alimenta e “desanimaliza” o homem, a falta de humano é não se conformar com a simples alguns em desenvolver suas habilidades; nas mais ética social desumaniza gênios, que como eu existência e manutenção da vida, é transcender variadas áreas foram surgindo mitos, Barichnikov no alimenta-se de seu futebol arte, aconselho a fome corporal e se alimentar de arte, e por que balé, Nadia Comaneci na ginástica, Pelé no futebol... lavagem gástrica! fazê-la? Porque não existe por quê! Temos A genialidade desses artistas não os Jornalista Mauricio Flores e necessidade de preencher nossas vidas com “dessocializaram”, continuaram pois, fazendo parte ela. Quando os primeiros humanos habitavam de uma sociedade e respeitando seus valores. Falando Cristiano Viana, estudante do a terra éramos nômades e lutávamos pelo nosso em gênios conheci uma vez um garoto que sonhava 5º semestre de Odontologia alimento, quase não havia arte e essa era em jogar futebol, e mais, o petulante queria vestir a (UFSM). Novela e Futebol ela fosse modificar o da cultura nacional e me parece que quem se fosse discutido economia, melhor andamento de sua não compartilha destes hábitos é considerado distribuição de renda, a bagunça dos poderes própria vida. A família “anormal”. judiciário ,legislativo e executivo e o que uma se reúne em torno da Imaginem se a mesma mobilização nacional reforma ampla neles poderia causar para televisão, por vezes o fosse empregada para outras áreas, como as nossas vidas. Enfim imaginem! Se fossem silêncio e a apreensão que realmente poderiam mudar suas vidas, a discutidos em família assuntos menos “fúteis” impera no decorrer família reunida em frente à televisão para (embora a futilidade em certos momentos se dos capítulos à assistir um documentário educativo, sem que faz necessária), e sim compartilhados assuntos medida que se alguém levante do sofá reclamando do pertinentes para a vida em sociedade. desenrola a trama. O programa e dizendo: “Poe na mesmo acontece novela!”.Imaginem só esta mobilização focada O p i n i ã o : R a f a e l quando se aproxima o em discussões produtivas como o futuro da Camargo, acadêmico do Causa-me admiração o quanto o final de um campeonato importante de nação,como a qualidade da escola do 5º sem. do Curso debrasileiro em geral fica envolvido com o final futebol.Os nervos se afloram quando “Joãozinho”, por exemplo. Sobre quem poderá alguém do grupo diz que o seu time não ser o novo prefeito, governador, presidente e Históriade uma novela e o inicio de outra. Discussõesem volta do futuro de um ou outro personagem terá chance de ser campeão, ou pior será se eles realmente pensam no povo ou apenas rafalocojc@hotmail.comsão formadas, como se o que acontecesse a provavelmente rebaixado. Isto já faz parte em ter quatro anos no “paraíso”. Imaginem só