Livia Tirone - Construção Sustentável

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    Livia Tirone - Construção Sustentável - Presentation Transcript

    1. CONSTRUÇÃO SUSTENTÁVEL SOLUÇÕES EFICIENTES HOJE, A NOSSA RIQUEZA DE AMANHÃ www.construcaosustentavel.pt
    2. Apoio: ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE CONSERVAÇÃO DA NATUREZA
    3. TEMPERATURAS NA EUROPA As temperaturas m édias na regi ão mediterrânica coincidem com as temperaturas que as pessoas consideram confort áveis em espaços interiores ;
    4. RADIAÇÃO SOLAR NA EUROPA A radiaç ão solar na regi ão mediterrânica é extremamente favorável para a produç ão descentralizada de energia ;
    5. O Vento na Europa é muito favorável para a produção descentralizada de energia ; VENTO NA EUROPA
    6. A chuva na Europa na regi ão mediterrânica é extremamente favorável para a produç ão descentralizada de energia bem como para a reciclagem para usos não potáveis . CHUVA NA EUROPA
    7. 40% da energia prim ária produzida nos países da OCDE é utilizada para operar edifícios; Os edifícios são um dos principais sectores responsáveis pela produção de resíduos; A indústria da construção explora os recursos naturais para além de níveis sustentáveis; AS CIDADES SÃO O NOSSO DESAFIO
    8. 85% do impacte ambiental dos edif ícios acontece durante a fase em que são habitados (operação); Apenas 15% do seu impacte acontece durante a sua construção, reabilitação e demolição; Custo inicial de construç ão de um edifício na Europa equivale em média ao custo dos primeiros 7 a 20 anos de operação; Isto significa que em média na Europa cada 13 anos os edifícios duplicam o custo de construção, apenas para serem habitáveis. AS CIDADES SÃO O NOSSO DESAFIO
    9. “ O sistema terrestre é finito, materialmente fechado e não cresce…” Herman Daly “ Devemos apenas explorar recursos naturais provenientes de ecossistemas bem geridos, utilizando-os da forma mais eficiente e produtiva, exercendo cautela em todas as modificações que fazemos à Natureza.” Karl-Henrik Robert DIMENSÃO AMBIENTAL
    10. CONFORTO AMBIENTAL A aus ência de conforto produz sofrimento e é por isso um grande motivador de actuação - tanto no sentido de abrir ou fechar uma janela, operar um estore, como no sentido de nos induzir a consumir energia para atingir o grau de conforto desejado;
    11. CERTIFICAÇÃO ENERGÉTICA DE EDIFÍCIOS A Certificaç ão Energética dos Edifícios é uma medida obrigatória promovida pela Comissão Europeia com o objectivo de optimizar o desempenho energético-ambiental do meio edificado, através da colocação da informação relevante ao dispor do utilizador final e aumentando o seu poder de escolha com base em dados quantificados;
    12. CERTIFICAÇÃO ENERGÉTICA DE EDIFÍCIOS
    13. CERTIFICAÇ ÃO AMBIENTAL EM PORTUGAL A Certificaç ão Ambiental dos Edifícios é uma medida voluntária que tem o objectivo de optimizar o desempenho energético-ambiental do meio edificado, através da colocação da informação relevante ao dispor do utilizador final e aumentando o seu poder de escolha com base em dados quantificados;
    14. CERTIFICAÇ ÃO AMBIENTAL EM PORTUGAL
    15. REDUZIR AS NECESSIDADES DE ENERGIA
    16. ORIENTAÇÃO SOLAR DOS EDIFÍCIOS
    17. ORIENTAÇÃO SOLAR DOS EDIFÍCIOS
    18. H ≈ 0,6 d + h H - Altura do edifício 2 (edifício que sombreia) d - Distância entre edifícios h - Altura do piso 0 do edifício 1 (medida entre a cota de soleira e o pavimento do piso 1). ORIENTAÇÃO SOLAR DOS EDIFÍCIOS
    19. DIMENSÕES ADEQUADAS DOS VÃOS CONSOANTE A ORIENTAÇÃO SOLAR
    20. CAIXILHARIAS DE QUALIDADE
    21. VIDROS DUPLOS
    22. VIDROS DUPLOS
    23. SOMREAMENTO EXTERIOR
    24. SOMBREAMENTO EXTERIOR
    25. ISOLAMENTO TÉRMICO EXTERIOR
    26. ISOLAMENTO TÉRMICO EXTERIOR
    27. ISOLAMENTO TÉRMICO EXTERIOR
    28. ISOLAMENTO TÉRMICO EXTERIOR
    29. INÉRCIA TÉRMICA
    30. INÉRCIA TÉRMICA
    31. INÉRCIA TÉRMICA
    32. PAREDES TROMBE
    33. PAREDES TROMBE
    34. PAREDES TROMBE
    35. COBERTURAS AJARDINADAS
    36. ESPAÇOS DE ATENUAÇÃO CLIMÁTICA
    37. ESPAÇOS DE ATENUAÇÃO CLIMÁTICA
    38. ARREFECIMENTO PASSIVO
    39. PERMEABILIDADE DAS SUPERF ÍCIES
    40. SISTEMAS ENERGÉTICOS
    41. SISTEMAS SOLARES TÉRMICOS
    42. SISTEMAS SOLARES TÉRMICOS
    43. SISTEMAS SOLARES TÉRMICOS
    44. LÂMPADAS EFICIENTES
    45. EQUIPAMENTOS EFICIENTES
    46. DESCENTRALIZAÇ ÃO DA OFERTA DE ENERGIA Com a directiva da Comissão Europeia sobre Eficiência Energética e Serviços de Energia são criadas as condições de base para a descentralização da produção de energia e é promovido o acesso à riqueza de recursos renováveis que a natureza oferece; WORKSHOP MAIO DE 2009 ENERGIAS RENOV ÁVEIS
    47. DESCENTRALIZAÇ ÃO DA OFERTA DE ENERGIA Nas nossas cidades todos os edif ícios podem hoje ser, para além de consumidores, também produtores de energia. A microgeraç ão de energia térmica ou eléctrica, proveniente de energias renováveis à escala dos edifícios, permite satisfazer as necessidades de consumo do próprio edifício, bem como fornecer energia às redes locais de energia eléctrica ou térmica. A microgeração de energia à escala dos edifícios tem um papel mais e mais importante nas nossas cidades e terá que desenvolver em paralelo com uma crescente capacidade de armazenamento descentralizado de energia.
    48. OPTIMIZAÇ ÃO DA PROCURA DE ÁGUA A água própria para consumo humano existe em quantidade ínfima no nosso planeta; Os edifícios podem ser concebidos e construídos de forma a optimizar consideravelmente a procura de água potável, canalizando-a apenas para aqueles usos que precisam de todas as suas qualidades;
    49. OPTIMIZAÇ ÃO DA PROCURA DE ÁGUA Novo Sistema Volunt ário de Certificaç ão de Eficiência Hídrica, desenvolvido pela ANQIP em Aveiro, no âmbito do Programa Nacional para o Uso Eficiente da Água, irá certificar equipamentos e dispositivos hídricos, favorecendo aqueles com melhor desempenho;
    50. DESCENTRALIZAÇ ÃO DA OFERTA DE ÁGUA A água potável que utilizamos deve ser reciclada e reutilizada e, também, as águas cinzentas e toda a água da chuva que cai nas coberturas dos edifícios, devem ser recolhidas e, com o devido tratamento, reutilizadas para as funções que não carecem de água potável;
    51. Cada acto de compra é a nossa expressão de poder individual mais directa, e é interpretada como o nosso desejo em relação à forma como o mercado se deve transformar; É importante que nos informemos sobre a origem do produto, os seus impactos energético-ambientais e sociais durante todo o seu ciclo de vida; QUALIDADE DA PROCURA DE MATERIAIS
    52. Os edif ícios devem contribuir para promover a reutilização e reciclagem de produtos em fim de vida; O Meio edificado deve dispor de espaços a várias escalas que facilitem aos utilizadores dar o seu melhor contributo para os processos de valorização de resíduos; REUTILIZAÇÃO E RECICLAGEM DE PRODUTOS EM FIM DE VIDA WORKSHOP NOVEMBRO DE 2009 ECODESIGN
    53.  
    54. Cada gesto conta… TIRONE NUNES www.construcaosustentavel.pt

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