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  • RÉPTEIS Eliege Carvalho Kelton Sena Marlon Almeida Richardson Frazão
  •  
    • Esses animais recebem tal nome pelo fato de apresentarem movimentos de rastejamento,  pois o termo REPTO em latim,  significa arrastar, rastejar.
    • Os répteis estão representados por cerca de 7.000 sp, dentre os quais se destacam o jacaré, a tartaruga, o lagarto e as cobras.
    • Esses animais foram os primeiros vertebrados a se adaptar completamente à vida no ambiente terrestre.
  • CARACTERÍSTICAS GERAIS
    • A pele dos répteis é seca e desprovida de glândulas sendo constituída de escamas (nas cobras e lagartos), de placas córneas (nos crocodilos e jacarés) ou de carapaças (nas tartarugas).
    • Seu esqueleto é ósseo apresentando uma coluna de vértebras que serve de apoio aos ossos dos membros. Nas cobras, com a falta do osso esterno, as costelas são flutuantes permitindo-lhes alargar o corpo ficando com um diâmetro muito maior no momento em que estão engolindo alguma presa .
    • Os répteis são animais pecilotérmicos , isto é, sua temperatura corporal varia conforme a temperatura do ambiente, pois eles não possuem mecanismos de controle da temperatura corporal.
    • Todos eles têm respiração exclusivamente pulmonar, o que acontece mesmo nas espécies aquáticas, com as tartarugas que, por isso, precisam vir à superfície de tempos em tempos para poder respirar. Pulmões são órgãos típicos de animais terrestres, especializados na troca de gases respiratórios (oxigênio e gás carbônico) com o ar atmosférico .
    • A maior parte dos répteis tem hábitos carnívoros. Para matarem suas presas, os jacarés usam a grande força de seus músculos, particularmente da cauda; as cobras usam veneno; os lagartos, que, em geral, não têm dentes, usam a língua para capturar insetos.
    • O intestino dos répteis termina numa cloaca.
    • As tartarugas e alguns lagartos têm hábitos alimentares herbívoros.
    • A circulação é fechada e o coração apresenta dois átrios e um ventrículo parcialmente dividido.
    • Nos crocodilos e jacarés o coração apresenta quatro cavidades: dois átrios e dois ventrículos.
    • Os répteis reproduzem-se sexuadamente.
    • Nesses animais a fecundação é interna e, em geral, são ovíparos, isto é a fêmea bota ovos contendo em seu interior o embrião que se desenvolve no ambiente.
    • Algumas cobras não-venenosas (por exemplo, a jibóia) e a maioria das cobras venenosas são ovovivíparas, isto é, os ovos são “chocados” no interior da fêmea. Quando ocorre a postura os filhotes já estão desenvolvidos dentro dos ovos.
  • CLASSIFICAÇÃO DOS RÉPTEIS
    • Os répteis dividem-se em três ordens principais: quelônios, crocodilianos e escamados.
  • QUELÔNIOS
    • Entre os quelônios encontramos: as tartarugas, que vivem principalmente na água; os jabutis, de hábitos terrestres, com carapaça alta; e os cágados, geralmente encontrados em água doce. A maioria das espécies são herbívoras.
    • Os quelônios têm o corpo revestido por uma carapaça (couraça protetora) dorsal e uma placa achatada na região ventral, chamada plastrão.
  • CROCODILIANOS
    • O corpo dos crocodilianos é coberto por escamas e placa ósseas. São carnívoros e passam boa parte do tempo dentro da água ou na beira de rios, onde a maioria vive.
    • Compreendem os jacarés e os crocodilos, sendo que estes últimos não são encontrados no Brasil.
  • ESCAMADOS
    • Na ordem dos escamados estão os lagartos, as lagartixas, os camaleões e as cobras-de-duas-cabeças – que formam o grupo dos lacertílios –, e as cobras, do grupo dos ofídios .
    • Possuem o corpo coberto por escamas ou placas córneas.
  • LACERTÍLIOS
    • Os lagartos são escamados, tetrápodes, têm corpo comprido e cauda longa. Há, no entanto, espécies ápodes (sem pernas) e, por isso, muito parecidas com as cobras.
    • Se adaptam bem a diversos ambientes, vivem em florestas, sobre árvores, ou em regiões áridas, como as nossas caatingas, e até em desertos. São também bons nadadores, como as iguanas das Ilhas Galápagos.
  • OFÍDIOS
    • As cobras são répteis escamados, sem pernas (ápodes), com esqueleto muito simples, formado apenas pelo crânio, pela mandíbula, pela coluna vertebral e pelas costelas. As duas metades, direita e esquerda, da mandíbula não são unidas, o que, juntamente com as duas articulações que as ligam ao crânio, permite uma grande abertura da boca. Isso possibilita a ingestão de grandes presas, inteiras, como ratos, aves, rãs, peixes, etc.
    • A maioria dos ofídios é ovípara, mas muitas espécies venenosas são ovovivíparas, pois o ovo, ao ser posto, já tem inteiramente um filhote completamente formado que logo rompe a casca do ovo, ficando livre. Algumas poucas espécies são vivíparas.
  • COBRAS NÃO-PEÇONHENTAS
    • Elas são caracterizadas pela ausência de presas inoculadoras de veneno; cabeça mais ou menos ovalada, não bem distinta do corpo; escamas grandes e lisas; cauda longa e fina. São de hábito diurno, ágeis e, quando ameaçadas, fogem.
  • COBRAS PEÇONHENTAS
    • Elas têm grandes presas recurvadas, com canal ou com apenas um sulco, por onde corre o veneno. Nos dois casos, essas presas são localizadas na parte anterior do maxilar. A cabeça é mais ou menos triangular, quando vista de cima, as escamas são pequenas e com uma saliência mediana, dando a sensação de aspereza ao toque. A cauda é curta e afina bruscamente. São de hábito noturno, lentas e, quando ameaçadas, se enrolam em atitude de defesa, com a cabeça elevada.
  • BIBLIOGRAFIA CRUZ, Daniel. Os seres vivos. São Paulo: Editora Ática, 2001. STORER, Tracy Irwin. Zoologia Geral. Companhia Editora Nacional. 2002. São Paulo (Série 3, Ciências puras) GEWANDSZNAJDER, Fernando. A vida na Terra – 6ª série . São Paulo: Editora Ática, 2002. http://www.geocites.com. br http://www.omundoanimal.com. br