Concepções de gestao parte ii

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Concepções de gestao parte ii

  1. 1. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃOUNIVERSIDADE FEDERAL DA GRANDE DOURADOSFACULDADE DE EDUCAÇÃOPROGRAMA DE PÓS GRADUAÇÃO - MESTRADO EM EDUCAÇÃO<br />Trabalho apresentado a disciplina Estudos em Gestão Educacional sob orientação da Prof. Dr. Paulo Gomes Lima<br />Mestranda Kellcia Rezende Souza<br />
  2. 2. CONCEPÇÕES DE GESTÃO ESCOLAR E ELEIÇÃO DE DIRETORES DA ESCOLA PÚBLICA DO PARANÁ (PARTE II)<br />Mestranda Kellcia Rezende Souza PPGEdu/UFGD<br />José Luciano Ferreira de Almeida<br />
  3. 3. Graduação Bacharelado e Licenciatura em Ciências Sociais pela Universidade Federal do Paraná (1988), Especialização em Organização do Trabalho Pedagógico (Educação e Trabalho) na Universidade Federal do Paraná em 2001 e Mestrado em Educação e Trabalho pela Universidade Federal do Paraná (2003). Acadêmico do Curso de Direito na Pontifícia Universidade Católica do Paraná. Coordenador técnico pedagógico - Secretaria de Estado da Educação. Docente do Instituto Namastê e Instituto Ekkoni de Desenvolvimento em Educação, professor da Faculdade Anchieta de Ensino Superior, Professor de Historia e Coordenador pedagógico da equipe de ensino - Secretaria de Estado da Educação, professor de ensino superior da Universidade do Brasil.<br />José Luciano Ferreira de Almeida<br />Mestranda Kellcia Rezende Souza PPGEdu/UFGD<br />
  4. 4. A seleção dos diretores da escola pública: da indicação política à eleição direta<br />Mestranda Kellcia Rezende Souza PPGEdu/UFGD<br />
  5. 5. Seleção dos diretores sob três condições históricas<br />Mestranda Kellcia Rezende Souza PPGEdu/UFGD<br />
  6. 6. As modalidades de seleção dos diretores das escolas públicas no contexto da sociedade brasileira<br />Duas concepções de gestão escolar<br />Mestranda Kellcia Rezende Souza PPGEdu/UFGD<br />
  7. 7. Mestranda Kellcia Rezende Souza PPGEdu/UFGD<br />A década de 1970 tem como expressão política a restrição da democracia em todos os níveis da sociedade política, sendo suprimidas as formas de expressão democrática.<br />ESCOLHA DO DIRETRO POR MEIO DE INDICAÇÃO – CARGO POLÍTICO PARTIDÁRIO<br />
  8. 8. Mestranda Kellcia Rezende Souza PPGEdu/UFGD<br />
  9. 9. Mestranda Kellcia Rezende Souza PPGEdu/UFGD<br />CONTROLE DO ESTADO NO PROCESSO<br />LÓGICA GERENCIAL DA EMPRESA NAS ESCOLAS<br />CAPACITAÇÃO – LÍDER EMPREENDEDOR<br />
  10. 10. Dourado (1998) ao realizar uma ampla pesquisa de cunho nacional constatou a existências de modalidades de escolha de diretores, sejam elas:<br /><ul><li>Livre indicação por parte de uma autoridade
  11. 11. Eleição
  12. 12. Concurso Público
  13. 13. Formas mistas</li></ul>Mestranda Kellcia Rezende Souza PPGEdu/UFGD<br />
  14. 14. Clientelismo político como forma de escolha do diretor<br />Vertentes históricas da seleção de diretores – Cury (1983)<br />1° vertente<br />O clientelismo político se constituiu como poder local ou regional de grupos oligárquicos que se mantiveram ao abrigo do Estado defendendo os seus interesses e dominando a estrutura política.<br />Trata-se de uma política de pacto oligárquico, articulada à própria divisão social do trabalho fundamentada na agricultura e no caráter rural da sociedade.<br />1989 - 1930<br />Mestranda Kellcia Rezende Souza PPGEdu/UFGD<br />
  15. 15. Mestranda Kellcia Rezende Souza PPGEdu/UFGD<br />1930 – 1945 Crescimento populacional das grandes cidades constituiu numa ampliação do mercado para as indústrias<br />
  16. 16. 3° vertente <br />Expansão do processo de modernização capitalista exigia uma expansão do sistema educacional, isso significou o surgimento e/ou ampliação de mais escalões administrativos, os chamados especialistas e que dentro da escola tem no DIRETOR seu pólo (CURY, 1983).<br />Tecnicismo – formação sob a égide da gerência capitalista <br />TÉCNICOS DA EDUCAÇÃO<br />Mestranda Kellcia Rezende Souza PPGEdu/UFGD<br />Escolha de diretores – indicação e nomeação pelo Estado<br />Tecnologia educacional no bojo de um Estado e sociedade desenvolvimentista durante a década de 1960<br />
  17. 17. Mestranda Kellcia Rezende Souza PPGEdu/UFGD<br />A manifestação eleitoral para escolha dos diretores escolares durante a ditadura militar teve sua vigência proibida.<br />
  18. 18. Eleições de diretores e a transição democrática<br />Mestranda Kellcia Rezende Souza PPGEdu/UFGD<br />
  19. 19. A reivindicação da escolha de diretores por meio da eleição direta em todo do país, teve na década de 1980 e no contexto da redemocratização política do país a sua referência histórica.<br />O processo de redemocratização do país acompanhou a lógica hegemônica de ampliação da acumulação capitalista de produção.<br />Mestranda Kellcia Rezende Souza PPGEdu/UFGD<br />Limites do processo de escolha de diretores por processo eleitoral<br />Corporativismo dos grupos que se relacionam na escola<br />Pressão clientelista<br />
  20. 20. Eleição de diretores da escola pública: o caso paranaense<br />Mestranda Kellcia Rezende Souza PPGEdu/UFGD<br />
  21. 21. A concepção de gestão escolar na década de 1970 no Paraná possui o caráter da tendência tecnicista da educação, incorporando-se à proposta de formação técnica dos professores candidatos à direção escolar a formação de especialistas. O critério técnico passou a ser utilizado para compor a indicação dos diretores das escolas públicas.<br />Mestranda Kellcia Rezende Souza PPGEdu/UFGD<br />Luta dos professores pela eleição de diretor escolar<br />LISTA TRÍPLICE<br />Critério de escola dos diretores permaneceu sendo POLÍTICO-PARTIDÁRIO  CLIENTELISTA<br />
  22. 22. Mestranda Kellcia Rezende Souza PPGEdu/UFGD<br />
  23. 23. Mestranda Kellcia Rezende Souza PPGEdu/UFGD<br />1990 – Retrocesso no processo eleitoral de escolha de diretores<br />DESIGNAÇÃO DE DIRETORES MEDIANTE CONSULTA PRÉVIA<br />
  24. 24. <ul><li>O diretor escolhido a partir de uma consulta junto à comunidade para uma posterior indicação e nomeação pelo Secretário Estadual, coloca-o como representante do poder do Estado.
  25. 25. A partir de 1995 há nas políticas públicas para a gestão escolar um modelo inspirado na forma empresarial, voltado para a privatização.</li></ul>Mestranda Kellcia Rezende Souza PPGEdu/UFGD<br />GESTÃO COMPARTILHADA<br />
  26. 26. Mestranda Kellcia Rezende Souza PPGEdu/UFGD<br />Documento – Desenvolvimento de competências para gestores escolares<br />
  27. 27. Gestão escolar democrática ou democratização da gestão escolar? QUAL DEMOCRACIA?<br />Mestranda Kellcia Rezende Souza PPGEdu/UFGD<br />A modernização econômica do Estado não é proporcional à sua democratização<br />
  28. 28. Mestranda Kellcia Rezende Souza PPGEdu/UFGD<br />
  29. 29. A democracia no contexto moderno surge das contradições sociais de classes sociais. <br /><ul><li>A democracia não é uma concessão arbitrária, é uma conquista
  30. 30. A democracia é uma relação política, uma relação de poder.</li></ul>O processo de democratização se caracteriza por uma ampliação crescente da participação popular – uma socialização da política.<br />Mestranda Kellcia Rezende Souza PPGEdu/UFGD<br />Não há democracia efetiva onde existe excessiva desigualdade material entre os cidadãos. E essa desigualdade material, econômica, impede que haja uma democracia política efetiva.<br />
  31. 31. Mestranda Kellcia Rezende Souza PPGEdu/UFGD<br />
  32. 32. Mestranda Kellcia Rezende Souza PPGEdu/UFGD<br />Referências bibliográficas<br />ALMEIDA, José Luciano. Concepções de gestão escolar e eleição de diretores da escola pública do Paraná. Curitiba, 2004. Dissertação (Mestrado em Educação), Universidade Federal do Paraná, 2004.<br />

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