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Planejamento carnaval

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  • 1. Planejamento Jardim II Semana de 28/02/ a 04/03Conteúdos:  Carnaval, 1. Confecção d máscaras 2. Bonecos de Olinda e frevo 3. Desfile de escolas de samba 4. Trio elétrico (blocos) 5.Baile à fantasia  Revirão da vogal “E” e aprerensação das 4 roupinhas,  Numeral 2 e sua respectiva quantidade,  Solidariedade.
  • 2. Segunda-feira, 28/ 02/ 2011.Acolhida: Recebê-los com as esteiras no chão com gibis euma música calma.Rodinha inicial: Música Bom dia, bom dia! Acabei de chegar. Olá, olá! Como você está? (2x) Me dê um abraço E um aperto de mão. Nós somos amigos Nos gostamos de montão Teremos um dia de muita harmonia, Cantando e aprendendo (2 x) Com toda alegria.
  • 3. Iniciar uma conversa perguntando como foi o fim desemana e permitir que todos falem. Rotina: quantos somos, calendário, tempo. Mostrar uma caixa colorida às crianças e perguntar oque tem dentro. Deixar que as crianças sintam o peso etentem adivinhar. Após esta conversa inicial colocar uma música e pedirque as crianças digam que tipo de música é e quandocostumamos ouvir com mais freqüência. (espera -se queelas digam que é samba e que escutamos no carnaval.) Abrir a caixa e apresentar a Eva, nossa personagem dasemana. Dizer que ela é brasilense (explicar que é quemnasce em Brasília) e que viajou por várias cidadesbrasileiras e conheceu várias formas de comemorar ocarnal e que veio para o jardim II para dividir com agente esta experiência. Eva diz que viajar com a família pelo Brasil foi muitodivertido e que aprendeu um monte de coisa e o queachou super divertido conhecer foi o carnaval. Dirá que oBrasil é um país muito, muito grande e que cada cantinhodo nosso país tem uma forma diferente e divertida decomemorar o carnaval. Dirá que conheceu algumas cidadesde Minas Gerais ( se possível mostrar no mapa doBrasil), explicará a origem do carnaval e dirá que nascidades mineiras as pessoas gostam de ir aos bailes demáscaras. Explicar o que é o baile e como surgiu.O CARNAVAL BRASILEIROO primeiro carnaval brasileiro, segundo os historiadores, aconteceu em 1641. O governador do Rio deJaneiro, Salvador Correa de Sá Benevides, determinou que se dedicasse uma semana de festa parahomenagear a coroação de D. João IV. O povo adorou a ideia.No início, o carnaval era animado com canções portuguesas, como as quadrilhas. Depois, vieram a polca eos ritmos do carnaval italiano. Só em 1870 é que surgiu uma música tipicamente brasileira, o maxixe, e aprimeira canção carnavalesca do país: E viva Zé Pereira.Uma tradição do carnaval eram as brigas com ovos, limões, água e farinha, já cultivada em outros países.Na época da Proclamação da Independência, eram comuns essas batalhas. Até as orgulhosas senhoritas daalta sociedade participavam. Das varandas das casas, moças vistosas jogavam ovos e água nas pessoas
  • 4. que passavam na rua.Ler o anexo!!! Eva diz aos meninos que fazer máscaras é super legal eos convoca a colorirem suas máscaras. Atividade: Entregar a cada criança um modelinho demáscara para que eles a enfeitem com lantejoula, gliter,galão metálico, areia colorida, tinta... ( a máscara seráfeita agora para que dê tempo de secar.) Higiene Lanche Parque Relaxar cantando marchinhas de carnaval maiscalminhas: Abre alas, Mamãe eu quero mamar ou: Oh! jardineira porque estás tão triste? Mas o que foi que te aconteceu? Foi a camélia que caiu do galho, Deu dois suspiros e depois morreu. Vem jardineira! Vem meu amor! Não fiques triste que este mundo é todo seu. Tu és muito mais bonita Que a camélia que morreu. Ao voltar, a professora conversa sobre a Eva e escreveo nome dela com letras móveis. Identificar a vogal que inicia o nome da personagem eperguntar qual vogal está no final do nome. ( aproveitarpara mostrar onde inicia e onde termina uma palavra)
  • 5. Fazer o ronzinho da lesra “ E ”morsrando a boqtinhano erpelho. No erpelho, rircar com canesinha a lesra “E”para fazer o movimento. As crianças passarão o dedinho edepois tentarão escrever com canetinha. Sempre emtamanho grande. Atividade: Ensregar a folhinha da lesra “E” ondecompletarão a letra fazendo o movimento com cola coloridae depois jogando confete. ( aproveitar pra dizer que oconfete é típico do carnaval) Asividade no livro apenar com a lesrinha “E em caixaalta:  Pp: 19 e 21. Rodinha final: Avaliação do dia(As crianças irão embora com a mascar que fizeram) Terça-feira, 01/ 04/ 2011.Acolhida: Recebê-los com os quebra-cabeças. Eles deverãomontar em pequenos grupos trabalhando juntos!Rodinha inicial: Música Boa tarde começa com alegria Boa tarde começa com amor O sol a brilhar Os passarinhos a voar Boa tarde! (Boa tarde!) –respondem as crianças- Rotina: Calendário, tempo, quantos somos...
  • 6. Áre externa: Ouvir o frevo: Boca de forno de NelsonFerreira e Ziul Matos. Ao parar a música a criançadeverá parar como estátua. Boca de forno, forno, Tirando bolo, bolo Senhor Rei mandou dizer Vocês prestem atenção Que será muito feliz, muito feliz, Quem roubar meu coração! Quem roubar meu coração Nunca mais há de sofrer, Tudo, tudo nele é carnaval, carnaval até morrer! Boca de forno, forno... Se você não acredita Eu não vou fazer questão Fico, fico mesmo no Brasil E você... vá pro Japão! Relaxamento: Alecrim dourado Eva retorna a sala: Dirá as crianças que estava com saudades e que veio conversar sobre sua ida a Olinda, uma cidade Maravilhosa e muito quente. Conversará sobre a forma que eles falam, o que eles gostam de comer e o seu carnaval que é comemorado com o frevo. Origem do frevo Em Pernambuco, entre os anos de 1910 e 1911, ocorreu o aparecimento de um ritmo carnavalesco bastante animado e que é famoso até hoje: o frevo. A palavra frevo vem de ferver, uma vez que, o estilo de dança faz parecer que abaixo dos pés das pessoas exista umasuperfície com água fervendo. Características Este estilo pernambucano de carnaval é um tipo de marchinha bastante acelerada, que, ao contrário de outras músicas carnavalescas, não possui letra, sendo simplesmente tocada por uma banda que segue
  • 7. os blocos carnavalescos enquanto a multidão se diverte dançando. Apesar de parecerem simples ao olhar, os passos do frevo são bem complicados, pois, esta dança inclui: gingados, malabarismos, rodopios, passinhos miúdos e muitos outros passos complicados. Os dançarinos de frevo encantam com sua técnica e improvisação, sendo que esta última é bastante utilizada. Para complementar a beleza da dança, eles usam uma sombrinha ou guarda-chuva aberto enquanto dançam. Como vimos, o frevo é tocado, contudo, em alguns casos, ele também pode ser cantado. Há ainda uma forma mais lenta de frevo, e esta, é chamada de frevo-canção. Escrever no quadro as palavras: FREVO, RECIFE, FESTA.Identificar junto com as crianças a vogal E nas palavrase perguntar em qual das palavras a vogal E aparece duasvezes. Perguntar às crianças o que a gente encontra nonosso corpo com essa mesma quantidade (2). Mostrar no quadro o movimento do numeral 2. Sepossível, escrever o numeral 2 com giz na área externa epedir que andem por cima da linha. Em sala fazer omovimento na caixa de areia. Atividade no livro: Pp. 159 e 160. Higiene Lanche ParqueRodinha em sala: Com tampinhas e/ou palitos trabalharmatemática fazendo perguntas do tipo:  Quantos palitos temos?  Se tirar 1, quanto fica?  Se ganhar 1, quanto fica?Atividades : Propor ás crianças que utilizem os palitospara fazer uma sombrinha de frevo no caderno de artes.
  • 8. Usando os palitos farão a armação e completarão com colacolorida e gliter das cores vermelho, amarelo, verde e azul.Explicar que são as cores da bandeira de Pernambuco, oestado do frevo. ( Se possível, mostrar no mapa)Relaxamento: Cheira a florzinha e sopra a velinha.Apresentar o movimento da letra E cursiva maiúscula eminúscula da mesma forma que fizemos com a letra emcaixa alta: Ir até o espelho fazer o sonzinho, observar aboquinha, passar o dedinho na letrinha escrita comcanetinha no espelho e depois tentar escr ever com acanetinha no espelho.Atividades: Livro pp. 20 e 22.Avaliação do dia e explicação da alegria de casa.Surpresa do dia: Eva diz que precisa sair para chamarum grande amigo. Entra o Boneco de Olinda(mirim) eexplica sua história e chama as crianças para irem àquadrinha para dançar com ele. Ouvir frevo. ( Se possívelir as 2 turmas juntas.) A tradição dos bonecos foi iniciada há 78 anos pelo Homem da Meia-Noite, o boneco mais ilustre de Olinda. Criado em 1931, por muitos anos ele comandou solitário os dias de Carnaval até ganhar uma companheira -- A Mulher do Dia, que começou a desfilar pelas ladeiras da cidade em 1967. A ilustre família de bonecos ficou completa em 1974, com o Menino da Tarde, primeira obra de Sílvio Botelho.
  • 9. Nestes 35 anos de atividade o bonequeiro criou um verdadeiro exército de gigantes. "Até a década de 80 os bonecos não eram tão populares. Posso dizer que, junto com outros bonequeiros, ajudei a criar essa identificação entre Olinda e os bonecos gigantes", diz Botelho, que já confeccionou cerca de 700 peças. Pesando entre 13 e 15 quilos e com cerca de três metros de altura, o corpo de cada boneco é uma extensão do manipulador ou carregador, que equilibra toda a estrutura com a cabeça. No início, Sílvio levava cerca de 30 dias para terminar uma peça, que pesava mais de 30 quilos. "A cabeça das primeiras obras era moldada em barro. Era preciso esperar o molde secar para poder começar a trabalhar, o que inviabilizava uma produção em grande demanda", explica. Atualmente Botelho consegue finalizar um boneco em uma semana, adotando como materiais o isopor, para a cabeça, e a fibra de vidro, para o corpo, que substituem o barro e a madeira. "Além de não precisar secar, o isopor tem a vantagem de ser mais leve, mais maleável", explica o bonequeiro, que trabalha com outras seis pessoas em seu ateliê, entre costureiras, aderecista e escultor. Os ajudantes estão envolvidos nas outras etapas de produção, que consiste na confecção do corpo e no revestimento de três camadas de papel com goma e outra de massa acrílica, antes de o rosto do boneco ser pintado. "Na última etapa são costurado o cabelo e aplicado os adereços finais. Depois disso, o boneco já pode ir para a rua". Um dos filhos de Botelho, Júlio César, também trabalha na linha de produção do pai. "Quero que meu trabalho seja perpetuado", comenta o bonequeiro, que ajudou a formar uma nova geração de bonequeiros. "Algumas pessoas trabalharam comigo e hoje fazem seus próprios bonecos, criando novos estilos." Um dos bonequeiros que propaga a técnica de Botelho é Camarão, que há 13 anos produz bonecos mirins, apropriado para carregadores crianças. "Comecei no ateliê de Sílvio, onde aprendi muito e fui, aos poucos, desenvolvendo um estilo próprio", explica o artesão, que teve a ideia de fazer peças menores por acaso. "Os dois primeiros bonecos mirins foram fantasias de Carnaval feitas para minha filha e para um dos filhos de Sílvio. O resultado ficou tão bom que resolvi criar a minha marca, me especializando em bonecos para crianças". Camarão também promove o encontro dos bonecos mirins. São mais de 30 figuras, a maioria réplicas de bonecos consagrados, como o Homem da Meia-Noite e a Mulher do Dia. Para o Carnaval de 2009, obonequeiro também prepara uma desfile de bonecos gigantes de personalidades atuais, como o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, celebridades, como Chacrinha e Pelé, além de personalidades históricas, como Maurício de Nassau e dom Pedro 1º. "A ideia é aproveitar os bonecos baseados em figuras da história do Brasil em outras épocas do ano, em escolas e datas comemorativas", explica. Despedida carinhosa Quarta-feira, 02/ 04/ 2011. Acolhida: Recebê-los com massinha e pedir paramontarem máscaras de carnaval. Rodinha: Música Frevo da saudade Quem tem saudade Não está sozinho, Tem o carinho Da recordação... Por isso quando estou Mais isolado
  • 10. Estou bem acompanhado Com você no coração... Um sorriso, Uma frase, uma flor, Tudo é você na imaginação... Serpentina ou confete carnaval de amor, Tudo é você no coração... Você existe como um anjo de bondade E me acompanha Neste Frevo de Saudade!!! Lá, lá, lá, lá... Exercício Sensório- Motor: A solidariedade será onosso norte nesta atividade. A professora fará uma pistaonde as crianças deverão passar com os olhos vendados eum amigo será o guia ele deixará o amigo vendadosegurar em seu ombro e o guiará pelo caminho avisandodos obstáculos. O objetivo do exercício será incentivar o gosto em ajudaras pessoas, em ser responsável pelo bem-estar físico doamigo, evitando que ele caia e se machuque. E para o queestá vendado será importante porque trabalharemosa confiança. Ele terá que confiar no guia. Usará aaudição para ouvir os comandos e com isso treina ráaprimorará sua concensração, afinal será qte “filsrar”os sons ao redor e concentra na voz do amigo que o guia. No final do exercício conversar com as crianças sobre oque foi trabalhado. Relaxamento: Sentar nas cadeiras e deitar a cabeça namesa. A professora e auxiliar passam fazendo carinhonas cabeças de todos os alunos.
  • 11. Eva retorna para conversar sobre sua ida ao Rio deJaneiro e diz que ficou encantada com o carnaval de lá. Explicar sobre as escolas de sambas: Origem e história das escolas de samba do Brasil A Deixa Falar foi a primeira escola e samba do Brasil. Ela foi fundada em 18 de agosto de 1928, na cidade do Rio de Janeiro, por Nilton Basto, Ismael Silva, Silvio Fernandes, Oswaldo Vasques, Edgar, Julinho, Aurélio, entre outros. As cores oficiais desta escola de samba eram o vermelho e branco e sua estréia no carnaval carioca ocorreu no ano seguinte a sua fundação. O termo “escola de samba” foi usado, pois na rua Estácio, onde aconteciam os ensaios, havia uma Escola Normal. A escola de samba Deixa Falar funcionava ao lado desta Escola Normal. A Deixa Falar fez muito sucesso entre os moradores da região. Ela acabou por estimular a criação, nos anos seguintes, de outras agremiações de samba. Surgiram assim, posteriormente, as seguintes escolas de samba: Cada Ano Sai Melhor, Estação Primeira (Mangueira), Vai como Pode (Portela), Vizinha Faladeira e Para o Ano sai Melhor. Nestas primeiras décadas, as escolas de samba não possuíam toda estrutura e organização como nos dias de hoje. Eram organizadas de forma simples, com poucos integrantes e pequenos carros alegóricos. A competição entre elas não era o mais importante, mas sim a alegria e a diversão. Hoje as escolas de samba não são vistas só no Rio de Janeiro, São Paulo também tem está tradição. Conversar sobre o o incêndio ocorrido nos galpões no Rio de Janeiro e as titudes tomadas pelas outras agremiações. Conversar sobre a importância das Escolas de Samba nas comunidades carentes. Ver anexo!!! Aula de inglês Aula de inglês Higiene Lanche Parque Aula de Música Aula de Teatro Para o desfile das escolas de samba : Montar chocalhos
  • 12. Feitos de latinha de refrigerante e arroz, feijão e/ouareia. ChocalhoMaterial:  1 latinha de refrigerante  Pedrinhas, arroz, feijão, areia.  fita adesivaPondo a mão na massa: 1. Lave a latinha de refrigerante. 2. Pelo furo, coloque muitas pedrinhas pequenas, até preencher cerca de 1/3 da latinha. *Tape o furo com a fita adesiva. *Cada material que fica dentro da latinha produz um somdiferente. Nos poderemos explorar o peso de cada latinha, o somproduzido...
  • 13. Ir para o plantão cantando: O refrão da música : É HOJE É hoje o dia da alegria É a tristeza, nem pode pensar em chegar Diga espelho meu Se há na avenida alguém mais feliz que eu Diga espelho meu Se há na avenida alguém mais feliz que eu (bis) Refrão da Imperatriz Leopoldinense: Liberdade, liberdade! Abra as asas sobre nós E que a voz da igualdade Seja sempre a nossa voz Quinta-feira, 03/ 04/ 2011 Acolhida: Receber os fofuchos com fantoches.Separar em grupos e pedir para brincarem de escola desamba. Os fantoches serão pessoas fantasiadas.Música: Bom dia meus amores como estão...Rodinha inicial: Eva aparece com um abadá e diz que veiocontar de sua ida à Bahia. Diz que lá é uma cidadeencantadora e que adorou comer acarajé e cocada. Dirá
  • 14. que ficou encantada com a capoeira e que adorou o ritmodo berimbal, atabaque, pandeiro, agogô e aprendeu asincronizar suas palmas acompanhando a ladainha.(conversar que a capoeira é um esporte que ensina a terdisciplina e respeito ao próximo e que não deve ser usadopara machucar outras pessoas. Perguntar quem fazcapoeira na escola e deixar que falem um pouco de suaexperiência.)Eva dirá que participou do carnaval num bloco chamadoUnião e que usou um abadá ( explicar o que é oabadá),que as músicas eram super legais e que todosdançavam iguais.(explicar como é o carnaval na Bahia)Eva propõem que façamos um abada e saiamos num blocoaqui na escola.Montar o abada: ( talvez seja melhor antecipar o dia daconfecção do abadá para dar tempo de ficar Conversar e decidir o modelo de abadápronto)do jardim II !!!Que tal usarmos esta máscara junto com o abadá?! Mãosgrudadas lembra união, certo?! 
  • 15. Higiene Lanche ParqueAtividade no caderno tarjado: Revisar o movimento daletra E cursiva e realizar as atividades no cadernotarjado.Atividade no caderno tarjado:Relembrar o numeral 2 esua respectiva quantidade e realizar as atividades docaderno!.Aula de Educação Física. (As estagiárias devemacompanhar.)Relaxamento: Perdi o meu anel no mar...Mural: As crianças colorirão as personagens do frevopara colocarmos no mural. Esta atividade depois vai parao caderno de desenho. Bastará colar e enfeitar comlantejoulas coloridas coladas ao lado!
  • 16. Desfile dos blocos pela escola.Avaliação do dia.Despedida carinhosa. Sexta-feira, 04/ 03/ 2011
  • 17. Acolhida: GibisRodinha inicial: 2 músicas*Boa tarde começa com alegria...*Quem, quem comigo vai e vem?(meu amigãozão)Exercício Sensório- Motor: A professora cantará amúsica e as crianças seguirão o comando (sempre tomandocuidado para não machucar o colega, afinal um dosnossos combinados é cuidar do amigo. Quero ver quem pega, quero ver quem pega, quero verquem pega no ombro do colega.Quero ver quem pega, quero ver quem pega, quero verquem pega na cabeça do colega.A professora falará o nome das partes do corpo, mastambém pode pedir atitudes de carinho e movimentoscorporais.Quero ver quem dá, quero ver quem dá, quero ver quemdá um abraço no colega.Quero ver quem dá, quero ver quem dá, quero ver quemdá uma abaixadinha.Relaxamento: Sentar de 2 em 2 .Um farácarinho/massagem no outro com rolinhos de pintura. Aprofessora deverá observar.HigieneLancheHora do conto: Contar a história da Colombina, PierrotArlequim. Quem vem contar a história é oArlequim!(fantoche!) Aproveitar para relembrar a letrinhaA.
  • 18. Em um baile de máscaras, em um salão Veneziano, 3 pessoas se encontram:Arlequim, Colombina e Pierrot.O Arlequim é esperto e desejou profundamente conquistar a Colombina, que seapaixonou pela inocência de Pierrot.O salão presencia o triângulo amoroso de uma Colombina indecisa, de umArlequim astuto e de um Pierrot entristecido.Ou ela fica com Arlequim, sua fantasia, ou o Pierrot, seu sonho impossível.O Arlequim é a paixão que chega repentinamente e arrasa corações. (A paixão épassageira e perde seu encanto quando os problemas de relacionamento chegam.)A Colombina é uma jovem apaixonada que irá descobrir seu amor verdadeiroe o Pierrot é o amor puro e verdadeiro que sabe esperar o retorno de sua amada. Oamor sofre em silêncio porém vence sempre.Colombina decide ficar com o Arlequim e vai embora com ele, então depois dealgum tempo ela sente falta de Pierrot e volta para reencontrá-lo, mas Arlequimfica com saudade da Colombina, eentão Arlequim fica amigo de Pierrot para permanecer perto de sua amada.Assim os três amigos vivem felizes para sempre em meio aos pães e docesdeliciosos feitos por Pierrot. Deixar as crianças conversarem como Arlequim. Ele deverá revisar todo o conteúdo trabalhado na semana conversando com a Eva. Registrar a História no caderno do projeto Leitura! Higiene Lanche
  • 19. Parque Conversar com cada criança à respeito da fantasia queveio vestida. Caso alguma criança não tenha vindo defantasia, convocar as outras crianças a ajudarem o amigoa se produzir com o que temos em sala. Conversar sobre asolidariedade!!! Baile à fantasia!Avaliação do dia e da semana.Despedida carinhosa.
  • 20. Bilhete da semana " Cantemos, cantemos Assim cheios de glória Assim cheios de alegria É dia de festa É dia de folia! ” Oba, o carnaval chegou para o jardim II !Uma novaamiga virá para nos contar a origem do carnaval enos ajudará a conhecer os diversos tipos decomemorações carnavaleskas. Eva nos ajudará aconfeccionarmos máscaras, chocalhos e abadás.Precisaremos trazer para a escola uma lata derefrigerante vazia e limpa.Eva trará dois amigos para fazer parte da festa,Arlequim e um boneco de Olinda, que nos ajudará aentender a cultura envolvida no carnaval.Revisaremos a letrinha E, seu sonzinho e movimentosde escrita. Trabalharemos com o numeral 2 e suarespectiva quantidade. Tudo de maneira superanimada! Boa semana !!! Jardim II ANEXOS
  • 21. 1º. Para homenagear o Deus Saturno, havia uma festa na Roma Antiga chamada “Saturnais”. As escolas ficavam fechadas, os escravos eram soltos e as pessoas saíam às ruas para dançar. Carros (chamados de “carrumnavalis” por serem semelhantes aos navios) levavam homens e mulheres nus em desfile. Muitos dizem que pode ter sido daí a expressão “carnavale”. 2º. A Igreja Católica se opunha a estes festejos pagãos, mas, em 590, decidiu reconhecê-los. Exigiu, porém, que o dia seguinte (Quarta-Feira de Cinzas) fosse dedicado à expiação dos pecados e ao arrependimento. 3º. De lá para cá, o Carnaval foi mudando aos poucos de cara. Na Idade Média, incluía sátiras aos poderosos. Os foliões se protegiam de possíveis retaliações com a desculpa de que a festa os deixava loucos (“folia”, em francês, significa loucura). 4º. No Brasil o início da festa é conhecido como “grito de carnaval”. Antigamente os clubes promoviam festas pré-carnavalescas com este nome. Nessas festas as pessoas iam fantasiadas e cantavam e dançavam ao som de marchinhas de Carnaval. 5º. A data em que se comemora o Carnaval é definida com base na Páscoa. A Quarta-Feira de Cinzas sempre cai 46 dias antes do domingo da festividade, que é a soma dos 40 dias que antecedem o Domingo de Ramos com os 6 dias da Semana Santa. 6º. Em 1855 houve aquele que foi considerado o primeiro desfile de Carnaval. Uma comissão de intelectuais formou um bloco chamado “Congresso das Sumidades Carnavalescas”. Os participantes foram até o palácio de São Cristóvão pedir para que a família real assistisse ao desfile. Dom Pedro II aceitou o convite. A polícia do Rio de Janeiro autorizou o desfile de blocos pelas ruas em 1889. 7º. Foi na Rua Visconde de Itaúna, próximo a Praça Onze, que nasceu o samba. Uma roda de amigos improvisava versos na casa de uma das moradoras do morro, a tia Ciata (Hilária Batista de Almeida). Em 6 de agosto de 1916, o grupo criou a música O Roceiro, que caiu no gosto do povo. Depois de repetida em outras noites, sempre com muito sucesso, Donga, um dos participantes, resolveu registrar a canção em seu nome, com o título de Pelo telefone. Quando ela foi gravada, em 1917, os outros integrantes do grupo – Germano Lopes da Silva, Hilário Jovino Ferreira, João da Mata, Sinhô e tia Ciata – reivindicaram direitos pela composição. Dongacontestou essa versão. 8º. O nome do ritmo é de uma língua africana chamada banto, falada em Angola. Há duas versões para sua origem: ou ela deriva do termo samba (bater umbigo com umbigo), ou é uma junção de sam (pagar) e de ba(receber). Nas antigas rodas de escravos se praticava a umbigada, dança em que dois participantes davam bordoadas um no baixo-ventre do outro. 9º. O Carnaval brasileiro é descendente do “entrudo” português. O dicionário diz que entrudar significa molhar com água, empoar de goma ou talcos, fazer peça. E a farra era esta mesmo. No século 17, os foliões se armavam de baldes e latas cheias de água. E todos acabavam molhados. Até Dom Pedro II se divertia jogando água nos nobres. Acontecia aqui antes do início da Quaresma e durava três dias, do domingo até a terça-feira gorda. 10º. Com o passar dos anos, a brincadeira foi ficando mais agressiva. Água suja, farinha e talco lambuzavam as roupas dos brincalhões. Limões, laranjas e ovos eram atirados em quem estivesse na rua. Logo surgiu uma lei proibindo o entrudo. Em 1854, um chefe de polícia do Rio de Janeiro (RJ) determinou que a partir daquela data o entrudo tinha de “ser seco para não estragar as roupas mais custosas e cuidadas e não provocar desordens e confusão”. O entrudo à seco se transformou no Carnaval. Fonte: O Guia dos CuriososCarnaval 2011: Incêndio consome alegorias na Cidade do Samba do Rio
  • 22. Três escolas tiveram os barracos atingidos, a Portela, União da Ilha e Grande Rio, onde cerca de8.400 mil fantasias ficaram destruídas.A União da Ilha teve praticamente todas as suas fantasias queimadas. Sobraram apenas três, queestavam sendo confeccionadas em outro local, entre elas, a da madrinha de bateria, Bruna Bruno.“A União da Ilha vai para a Avenida, mesmo que seja de bermuda, descalço e sem camisa”, disseo presidente da União da Ilha, Ney Filardi, garante que a escola desfila.. Dos oito carrosalegóricos da escola, sete foram salvos.A Grande Rio foi a escola que ficou com o barracão mais destruído. O presidente, Hélio deOliveira, disse que agora é tentar juntar o que sobrou.Para as comunidades o importante é estarem unidas nessa hora difícil. O comerciante portelense,Estevão Nazareno, afirma que “não podemos deixar um incêndio rasgar a história do carnavalcarioca”.DEMOLIÇÃO – O engenheiro representante da Defesa Civil municipal, Luiz André MoreiraAlves, realizou vistoria preliminar e informou que toda a estrutura interna do segundo pavimentodesses imóveis precisará ser demolida.Alves explicou que pelo que foi verificado, o segundo pavimento da Grande Rio, Portela, Uniãoda Ilha e parte da Liesa (Liga Independente das Escolas de Samba) houve comprometimento daestrutura. Assim, a demolição o mais breve possível será necessária para manter a integridade dopavimento térreo e causar menos transtornos.Na noite desta segunda-feira está marcada uma reunião com todos os presidentes das escolas desamba do Rio de Janeiro, do grupo especial. O encontro visa discutir meios de ajudar asagremiações afetadas pelo incêndio e encontrar soluções no regulamento para o desfile docarnaval 2011. Marchinhas de Carnaval Ae io u A JA RDI NEI RA
  • 23. Noel Rosa / Lamartine Babo Be n e d it o Lace rd a - Hu mb e rt o P o rt o , 1 9 38 Ó jard ine ira p o rq u e e st ás t ão t ristea e i o u, w, w M as o q ue f o i q u e te aco nt e ce uNa cartilha do Jujú Fo i a camé lia qu e caiu do galh oA juju já sabe ler D e u d o is su sp iro s e d e p o is mo rre uA Juju sabe escrever V e m jard ine ira ve m me u amo rHá 10 anos na cartilha N ão f iqu e s t riste que e ste mun do é t odo se uA juju já sabe ler T u é s mu it o mais bon it a Qu e a camélia q u e mo rre uA Juju sabe escreverEscreve sal com cecidilhaÔ BA LA NCÊ MA MÃ E E U Q UE ROBragu in h a - Albe rt o Rib e iro , 1 93 6 Jararaca - V icen t e P aiva, 1 9 36Ô b alan cê b alan cê M amãe e u q ue ro , mamãe eu q u e roQu e ro d an çar co m vo cê M amãe e u q ue ro mamarE n t ra n a rod a mo ren a pra ve r D á a ch up e t a, d á a ch u pe t aÔ b alan cê b alan cê D á a ch up e t a p ro b eb e n ão cho rarQu an d o po r mim você p assa D o rme f ilh inh o d o me u co raçãoFin gin do q u e n ão me vê P e ga a mamade ira e ve m en t rá p ro meuM e u co ração q u ase s e d e sp e d aça co rd ãoN o b alan cê b alan cê E u t e nh o u ma irmã q u e se ch ama An aV o cê fo i min h a cart ilh a D e p iscar o o lho já fico u se m a pe st an aV o cê fo i meu ABC Olh o as p eq u en as mas d aqu e le je it oE p o r isso e u so u a maio r maravilh a T e n ho mu it a p en a não se r crian ça d e p eit oN o b alan cê b alan cê E u t e nh o u ma irmã q u e é f e no me nalE u le vo a vid a p e n san d o E la é d a b o ssa e o marid o é u m bo çalP e n sand o só em vo cêE o t e mp o p assa e eu vo u me acab and oN o b alan cê b alan ceME DÁ UM DI NHEI RO AÍ TEU CABELO NÃO NEGAIvan Fe rre ira - Ho mero Fe rreira - Glau co Lamartine Babo-Irmãos Valença, 1931Fe rre ira, 1 9 59 O teu cabelo não nega mulata Porque és mulata na corE i, vo cê aí! Mas como a cor não pega mu lataM e d á u m d in he iro aí! Mulata eu quero o teu amorM e d á u m d in he iro aí! Tens um sabor bem do BrasilN ão vai d ar? Tens a alma cor de anilN ão vai d ar n ão ? Mulata mulatinha meu amorV o cê vai ve r a gran de co nf u são Fui nomeado teu tenente interventorQu e eu vo u f az e r b eb e nd o at é cair Quem te inventou meu pancadãoM e d á me d á me d á, ô ! Teve uma consagração A lua te invejando faz caretaM e d á u m d in he iro aí! Porque mulata tu não és deste planeta Quando meu bem vieste à terra Portugal declarou guerra A concorrência então foi colossal Vasco da gama contra o batalhão naval
  • 24. SambasMarquês que é Marquês do Estrela Dalvasassarico é freguêsMárcio André, Alvinho, Aranha,Vou passar mais uma vez Zum, zum, zum, zum, zum, zum...Na avenida da ilusão A bateriaCarnaval, alegria geral no meu coração Zum, zum, zum, zum, zum, zum...Vem de lá, da Corte Imperial (Lá vem É harmoniaMarquês) Hoje é dia de festaO Marquês iluminado Hoje é dia de folia (bis)Bi-centenárioPalco do meu carnaval (E assim) Oh! Saudade, ôAssim na Serração da Velha Hoje você é CarnavalNasceu a semente que embalou a multidão No palco do amorBaila, baila comigo, meu amor mascarado O teu papel é o esplendor, ô ôNo jogo da sedução A Estrela Dalva brilha E ilumina o meu cantarOh joga água, amor, limão de cera É a luz, é a poesiaOh vale tudo nesta brincadeira É a vontade de cantar (vamos lá)(bis) Lá, lá, lá, lauê É carnaval, vou me perderO luxo das Grandes Sociedades Lá, lá, lá, lauêColoriu felicidade nos olhos do Imperador Vem, meu amor, quero vocêE hoje essa foliaTem na Apoteose seu esplendor Bandeira BrancaE como será, além do infinito Meu amor, eu peço paz (bis)O sonho desse povo tão bonito Vamos sambarDe verde e branco sambando vem o Marquês Viver feliz e nada mais(ê ê)Sassaricando, mostrando que é freguêsO samba é raça, é paixão, viver felizDesfilando na Imperatriz (Eu vou)Eu vou no sassarico, eu vouNessa que eu quero ir (bis)Balança Sapucaí

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