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Aula1 - Introdução aos recursos informacionais
 

Aula1 - Introdução aos recursos informacionais

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Apresentação da disciplina e agenda do curso

Apresentação da disciplina e agenda do curso
Aula1 - Os recursos informacionais

2BIB996 - Metadados e interoperabilidade
Universidade Estadual de Londrina (UEL)

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    Aula1 - Introdução aos recursos informacionais Aula1 - Introdução aos recursos informacionais Presentation Transcript

    • Aula 1 Apresentação da disciplina e agenda do curso UNIDADE 1 - Os recursos informacionais Semana 1 - Introdução aos recursos informacionais PROFª ANA CAROLINA SIMIONATO anacarolina.simionato@uel.br
    •  Formação:  Graduação em Biblioteconomia UNESP/Marília (2010)  Mestrado em Ciência da Informação UNESP/Marília (2012)  Doutorado em Ciência da Informação UNESP/Marília (2013 - ) Apresentação  Atuação Profissional  Acadêmica (2008 -)  Pesquisa em Catalogação e Recursos Imagéticos (IC, MC, DT) – Fapesp  Universidade Estadual de Londrina (UEL) – (2012-)  Grupo de Pesquisa: Organização e Representação da Informação e do Conhecimento de Recursos Imagéticos (GP_Oricri) Profª Ana Carolina anacarolina.simionato@uel.br  Mercado (2012)  Centro Universitário UNISEB (São Paulo – Polo Paraíso)
    • Disciplina: 2BIB996 - METADADOS E INTEROPERABILIDADE
    • Objetivo  Criar registros de metadados, analisando o uso de elementos de metadados;  Compreender a função dos metadados no processo de descrição de recursos e de acesso;  Conhecer as características funcionais de interoperabilidade de um sistema informacional.
    • Informações gerais  Ementa da disciplina: Estudo dos princípios para a organização e representação de recursos informacionais a partir da concepção dos metadados e de esquemas de metadados específicos. Instruções sobre a aplicação de esquemas de metadados para atender as necessidades de interoperabilidade.
    • Materiais e métodos de ensino  Aulas expositivas dialogadas;  Exercícios práticos;  Seminário;  Leitura e discussão de textos;  Estudo em grupo; e  Utilização dos instrumentos de catalogação de recursos informacionais.  Comunicação: https://sites.google.com/site/disciplinasanacarolina/biblioteconomia/2bib996
    • Formas e critérios de avaliação  Avaliação teórica (peso 10,0);  Atividades práticas (peso 10,0);  Atividades teóricas em forma de questionário, pesquisa e leitura (peso 10,0). Obs: Conforme o andamento das aulas, poderá ser incluído uma bonificação, ou seja, pontos bônus (2,0) aos alunos (0,5/avaliação), que estarão divididos em cada avaliação. Esses pontos são condizentes à participação e presença em sala, respeito, posicionamento nas atividades em grupo, etc. Logo, o aluno sempre estará em avaliação.
    • Conteúdo programático UNIDADE 1 - Os recursos informacionais 1.1 Introdução aos recursos informacionais 1.2 A construção de domínio: os ambientes informacionais analógicos e digitais UNIDADE 2 - Princípios da catalogação para descrever e organizar recursos informacionais 2.1 Os princípios da catalogação: a representação de recursos informacionais 2.2 Organização e tratamento dos recursos informacionais UNIDADE 3 - Os metadados 3.1 Introdução aos metadados e aos padrões de metadados 3.2 Os padrões de metadados: Família MARC21 e Dublin Core 3.3 A metodologia Crosswalking e a definição dos metadados UNIDADE 4 - Modelagem conceitual 4.1 Requisitos Funcionais para Dados Bibliográficos (FRBR) 4.2 Requisitos Funcionais para Dados de Autoridade (FRAD) 4.3 Requisitos Funcionais para Dados de Assunto (FRSAD) 4.4 Requisitos Funcionais para Dados Imagéticos Digitais (RFDID) UNIDADE 5 – Interoperabilidade 5.1 Introdução à interoperabilidade: protocolos, compatibilidade entre padrões, importação e exportação de registros 5.2 Importação e exportação de registros 5.3 Modelagem de catálogos, bases e bancos de dados: a importância da interoperabilidade 5.4 Estrutura dos repositórios informacionais
    • (1º semestre) Agenda do Curso
    • Bibliografia  ALVES, Rachel Cristina Vesu; SANTOS, Plácida Leopoldina Ventura Amorim da Costa. Metadados no domínio bibliográfico. Rio de Janeiro: Intertexto, 2013.  BARBOSA, Alice Príncipe. Novos rumos da catalogação. Rio de Janeiro: BNG Brasilart, 1978.  CÓDIGO de catalogação anglo-americano. 2.ed. Tradução da Comissão de Documentação e Processos Técnicos da FEBAB. São Paulo: FEBAB, 1983.  DECLARAÇÃO de princípios internacionais de catalogação. In: IFLA MEETING ON AN INTERNATIONAL CALAGUING CODE, 1, 2003, Frankfurt. Papers... [S.I.p.]: Die Deutsche Bibliothek, 2005. Disponível em: <http://www.ddb.de/news/ifla_conf_papers.htm>.  FUSCO, E. Aplicação dos FRBR na modelagem de catálogos bibliográficos digitais. São Paulo: Unesp/Cultura Acadêmica, 2011. Disponível em: <http://www.culturaacademica.com.br/_img/arquivos/Aplicacao_dos_FRBR_na_modelagem_de_catalogos_bibliograficos_digitais.pdf>.  GLUSHKO, Robert J. (Ed.) The discipline of organizing. Massachusetts; Londres: MIT Press, 2013.  MARC 21 FORMAT FOR BIBLIOGRAPHIC DATA. Washington: Library of Congress, 2005. Disponível em: <http://www.loc.gov/marc/bibliographic/ecbdhome.html>. Acesso em: 15 dez. 2013.  MEY, Eliane Serrão Alves. Introdução à catalogação. Brasília, DF: Briquet de Lemos, 1995.  MEY, Eliane Serrão Alves; SILVEIRA, Naira Christofoletti. Catalogação no Plural. Brasília, DF: Briquet de Lemos, 2009.  SANTOS, Plácida Leopoldina Ventura Amorim da Costa; CORREA, Rosa Maria Rodrigues. Catalogação: trajetória para um código internacional. Niterói, Intertexto, 2009.  SIMIONATO, Ana Carolina. Representação, acesso, uso e reuso da imagem digital. 141f. 2012. Dissertação (Mestrado em Ciência da Informação) – Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho”, Faculdade de Filosofia e Ciências, Marília/SP, 2012. Disponível em: <http://www.marilia.unesp.br/Home/Pos-Graduacao/CienciadaInformacao/Dissertacoes/Simionato%20A.C._mestrado_C.I._2012.pdf>.
    • “ Orientações finais Desconectar para conectar – uso de tecnologia; Uso do laboratório; Uso dos instrumentos de trabalho, códigos; Toda aula terá atividades que valerá pontos. ”
    • E você? SEU NOME? QUE PERÍODO DO CURSO? PORQUE OPTOU PELA DISCIPLINA? EXPECTATIVAS? [...]
    • Introdução aos recursos informacionais AULA 1
    • “ O que são: recursos informacionais? ”
    • Definição: O recurso possui um sentido comum de "qualquer coisa de valor que pode apoiar a atividade orientada a um objetivo". Esta definição significa que um recurso pode ser uma coisa física, ou uma coisa não-física, informações sobre as coisas físicas, ou informações sobre as coisas não-físicas, ou qualquer coisa que você quer organizar. Em outras palavras que direcionam a este amplo escopo são entidade, objeto, item, e instancia. O documento é usado frequentemente para um recurso de informação em formato digital ou físico; ou um artefato que refere-se a recursos criados por pessoas, e ativo (trunfo, agrega) por recursos com valor econômico. Recurso possui um significado especializado na área sobre redes e Internet. A denominação é convencional para descrever páginas web, imagens, vídeos, catálogos de produtos, e assim por diante como recursos e o protocolo para acessá-los, Hypertext Transfer Protocol (HTTP), usa o Uniform Resource Identifier (URI). (GLUSHKO, 2013, p.8, grifo do autor, tradução nossa). GLUSHKO, Robert J. Foundations for organizing systems. In: GLUSHKO, Robert J. (Ed.) <b> The discipline of organizing </b>. Massachusetts: MIT Press, 2013.
    • Ou seja... Qualquer coisa que você quer organizar...
    • “ Fontes de informação X Recursos informacionais QUAL A DIFERENÇA? (Para pensar e trazer na próxima aula – 1 página para entregar) ”
    • O recurso informacional e suas partes  Como transformá-lo em “único” e multidimensionar para o acesso e posterior utilização pelos usuários? (-> objetivo da Catalogação) Específico -> Geral RDA / AACR2r Geral -> Específico “Devemos nos concentrar sobre a totalidade do objeto ou sistema e tratálo como um único recurso, tratar suas partes constituintes como recursos separados, e lidar os relacionamentos entre as partes e o todo, como fazemos com desenhos de engenharia e procedimentos de montagem. FRBR, FRAD, FRSAD, RFDID (GLUSHKO, 2013, p.97, tradução nossa).
    • O recurso informacional e suas partes Vamos pensar em carro, quais são suas partes (G -> E -> G) e relacionamentos? Complexidade do recurso = relacionamentos
    • E os recursos bibliográficos? Arte (PNG, JPEG) etc... Livro (volume único) Livro (os 7 volumes) Trilha sonora (CD, MP3) Filme (DVD)
    • Identidade, identificador e nomes  O que é um recurso?  Identidade: Como podemos tratar o recurso?  Identificação: Diferenciar entre o recurso simples e um recurso complexo (relacionamentos);  Nome: as tags (etiquetas) que podemos utilizar para diferenciar os recursos;  Identificador: controle do recurso e vocabulário (cultural, social, econômico, etc.) GLUSHKO, 2013
    • Distinção entre recursos Livros, Imagem, Arte, Música, Dados, etc. Domínio Analógico, Digital (híbrido ou nasceu digital) Formato RECURSOS Instituição GLUSHKO, 2013, p.100, tradução nossa Estática ou Dinâmica Descrição, Informação Foco
    • Propriedades dos recursos  Persistência;  Efetividade;  Autenticidade;  Proveniência.
    • Referências  GLUSHKO, Robert J. (Ed.) The discipline of organizing. Massachusetts; Londres: MIT Press, 2013.  SIMIONATO, Ana Carolina. Representação, acesso, uso e reuso da imagem digital. 141f. 2012. Dissertação (Mestrado em Ciência da Informação) – Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho”, Faculdade de Filosofia e Ciências, Marília/SP, 2012. Disponível em: <http://www.marilia.unesp.br/Home/PosGraduacao/CienciadaInformacao/Dissertacoes/Simionato%20A.C._mestrado_C.I._2012.pdf>.