MALÁRIA
Docente: Nidia Menegazzo
Discentes: Ana Paula Alencastro
Diego
Fernando Munhoz
Evanir Machado
Plasmodium sp.
MALÁRIA OU PALUDISMO

 Doença tropical e parasitária que mais causa

problemas sociais e econômicos no mundo.

 É causad...
MALARIA NO BRASIL
 No Brasil, no fim do século XIX, a malária estava

presente em todo o território nacional, particularm...
MALARIA NO BRASIL
 Uma grande epidemia amazônica de malária,

testemunhada por Oswaldo Cruz e Carlos Chagas.
 Fora dessa...
EPIDEMIOLOGIA
 A malária é reconhecida como grave problema de

saúde pública no mundo, ocorrendo em quase 50% da
populaçã...
EPIDEMIOLOGIA
 Plasmodium vivax é a espécie prevalente no

Brasil (aproximadamente 80% dos casos)

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EPIDEMIOLOGIA
 Em 2008 no Brasil, aproximadamente 97% dos casos de

malária se concentraram em seis estados da região
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EPIDEMIOLOGIA
Com relação aos elos humanos:
 Não são todos os pacientes da Malária que apresentam gametócitos

circulante...
EPIDEMIOLOGIA
Com relação ao mosquito:
Não são todas as espécies de Anopheles que são boas

transmissoras, distribuição g...
AGENTES ETIOLÓGICOS
 Reino: Protista
 Filo: Apicomplexa
 Gênero: Plasmodium

Plasmodium vivax (1890) –terçã benigna
Pla...
VETOR
Mosquitos fêmea do gênero Anopheles conhecidos
também como mosquito prego ou carapanã

Reservatório
Humanos portador...
VETOR
BIOLOGIA DO PARASITA
No hospedeiro
vertebrado:
Esporozoíta
Trofozoíta
Esquizonte
Merozoíta
Gametócitos
 Microgametóc...
BIOLOGIA DO PARASITA
Formas infectivas:
esporozoítas

Formas hepáticas se
desenvolvem nas células do
fígado
Estágios invasivos de Plasmodium
OOCINETO (MÓVEL)
Células epiteliais do
estômago do mosquito
ESPOROZOÍTA (MÓVEL)
 Glându...
MORFOLOGIA
Trofozoita
jovem
Trofozoita
maduro
Esquizonte
Rosácea
Gametócitos

Plasmodium falciparum

Plasmodium vivax
Formas sanguíneas dentro das hemácias
Plasmodium vivax
Parasita principalmente os reticulócitos  hemácias

jovens
O número de merozoítos por esquizonte varia...
Plasmodium falciparum
 Parasita hemácias jovens e maduras
 Cada ciclo esquizogônico pode ser originados até 36

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Plasmodium malariae
Os merozoítas parasita hemácias maduras
Os esquizontes originam de seis a 12 merozoítas

cada ciclo
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Plasmodium ovale
Os merozoítas parasita hemácias jovens
Os esquizontes originam de seis a 12 merozoítas

cada ciclo

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CICLO BIOLÓGICO DA MALÁRIA
Dois processos distintos:
 Reprodução assexuada: também denominada

de esquizogônica que se de...
No homem:
Reprodução
assexuada
Esquizogonia:
tecidual e
Eritrocítica
No mosquito:
Reprodução
sexuada e
assexuada
CICLO BIOLÓGICO DO PLASMÓDIO
Nas espécies de plasmódios que afetam o ser

humano, o ciclo de vida é essencialmente o mesm...
TRANSMISSÃO
 Ocorre pela inoculação das formas esporozoítas

de Plasmodium durante a picada da fêmea do
mosquito do gêner...
PATOGENIA
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formas clínicas da doença baseiam-se,
fundamentalmente, na ...
PATOGENIA
Recaídas – alguns anos depois
Ocorre nas infecções por P. vivax e P. ovale  formas
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QUADRO CLÍNICO
Período de incubação:
 P. falciparum –> 9-14 dias;
 P. vivax –> 12-17 dias;
 P. malariae –> 18-40 dias;
...
QUADRO CLÍNICO
Fase inicial sintomática:
Mal-estar, cefaléia, cansaço, mialgia e febre
malárica;
Acesso malárico (Paroxis...
QUADRO CLÍNICO
Os acessos maláricos se repetem com intervalos
diferentes, de acordo com a espécie do plasmódio:
 P. falci...
MALÁRIA NÃO COMPLICADA:
 Os acessos maláricos são acompanhados de

intensa debilidade física, náuseas e vômitos.
 Ao exa...
MALÁRIA GRAVE E COMPLICADA:
 Ocorre em adultos não imunes, crianças e gestantes;

Podem preceder as seguintes formas clín...
DIAGNÓSTICO
 Diagnóstico Clínico
• Anamnese
• Sinais e sintomas (presuntivo)
 Diagnóstico Laboratorial
• Esfregaço Delga...
DIAGNÓSTICO LABORATORIAL
Testes rápidos de detecção de antígenos:
(imunocromatográficos):
ParaSight-F (PfHRP2), ICT Malari...
ICT Malaria P.f. (ICT Diagnostics)

Anticorpo marcado
com ouro coloidal
ICT Malaria P.f./P.v.
Detecta a presença de PfHRPII e de um antígeno
gênero-específico pan-malárico presente em todas
as 4...
OptiMAL® Rapid Malaria Test
 Detecta isoformas da enzima lactato desidrogenase

(pLDH) Uma isoforma é específica para P.
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DIAGNÓSTICO LABORATORIAL
Diagnóstico microscópico:
Preparo do esfregaço

Fino

Espesso (Gota espessa)

fixação

Coloração ...
COLETA DO MATERIAL
DIAGNOSTICO

GOTA ESPESSA

ESFREGAÇO
SANGUÍNEO
GOTA ESPESSA
DIAGNÓSTICO MICROSCÓPICO
Exame de 100 campos microscópicos
método semi-quantitativo ® “cruzes”
+ = 1 parasit...
Plasmodium sp.
P. FALCIPARUM

ESTÁGIO DE ANEL
(Trofozoítas Jovens)

TROFOZOÍTAS
MADUROS
(Raros No Sangue
Periférico)
P. FALCIPARUM
ESQUIZONTES
(Raros No Sangue
Periférico)

GAMETÓCITOS
P. VIVAX
ESTÁGIO DE ANEL
(TROFOZOÍTAS
jovens)

TROFOZOÍTAS
MADUROS
P. VIVAX

ESQUIZONTES

GAMETÓCITOS
P. MALARIAE

ESTÁGIO DE ANEL
(Trofozoítas
Jovens)

TROFOZOÍTAS
MADUROS
P. MALARIAE

ESQUIZONTES

GAMETÓCITOS
P. OVALE

ESTÁGIO DE ANEL
(trofozoítas jovens)

TROFOZOÍTAS
MADUROS
P. OVALE

ESQUIZONTES

GAMETÓCITOS
PROFILAXIA E CONTROLE
 Detecção e tratamento precoce dos infectados
 Medidas de proteção individual e coletiva
 Telagem...
DTT
 O DDT era supostamente a fórmula mágica contra as doenças

transmitidas por insetos como a malária.

 Foi descobert...
TRATAMENTO
Principais drogas antimaláricas
Esquizonticidas sanguíneos
 Quinina, mefloquina, halofantrina, cloroquina, amo...
TRATAMENTO
ESQUEMA RECOMENDADO NO BRASIL:
P. vivax – cloroquina (para as formas sangüíneas)
e primaquina (para as formas h...
Estratégias
de
vacinação

Bloqueio
da
transmissã
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Bloqueio
da
infecção

Redução da
morbidade/
mortalidade
REFERENCIAS BIBLIOGRAFICAS
 Profa. Dra. Irene Soares Disciplina Parasitologia

Clínica, FCF/USP 1°semestre/2005
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  1. 1. MALÁRIA Docente: Nidia Menegazzo Discentes: Ana Paula Alencastro Diego Fernando Munhoz Evanir Machado
  2. 2. Plasmodium sp.
  3. 3. MALÁRIA OU PALUDISMO  Doença tropical e parasitária que mais causa problemas sociais e econômicos no mundo.  É causada por parasitas do gênero Plasmodium, transmitida pela picada do mosquito do gênero Anopheles infectado.  Relatos datados de 1700 a.C. na China e 1570 a.C. no Egito  “febre do Nilo”  Descoberta em 1890 por Charles Louis Laveram
  4. 4. MALARIA NO BRASIL  No Brasil, no fim do século XIX, a malária estava presente em todo o território nacional, particularmente na costa litorânea, poupando apenas alguns segmentos dos estados sulinos.  A Amazônia e todo o planalto central viviam imersos na maleita, no entanto, apesar das estimativas indicarem 6 milhões de casos de malária por ano no início do século XX no Brasil, a situação da malária era estável, sem notórios surtos epidêmicos.  Porém, no fim do século XIX, explodiu uma grande epidemia na Amazônia.
  5. 5. MALARIA NO BRASIL  Uma grande epidemia amazônica de malária, testemunhada por Oswaldo Cruz e Carlos Chagas.  Fora dessas explosões epidêmicas, a malária no Brasil seguia um curso sem intempéries no século XX.  Ela ainda estava presente nas grandes capitais, mas sem grandes surtos epidêmicos
  6. 6. EPIDEMIOLOGIA  A malária é reconhecida como grave problema de saúde pública no mundo, ocorrendo em quase 50% da população, em mais de 109 países e territórios.  Já desapareceu da Europa e da América do Norte, onde vicejou até a metade do século XX. Na última década, apenas cerca de 400 casos anuais de malária foram registrados no Canadá, e 900 nos Estados Unidos¹.  No Brasil, ocorrem anualmente 300 a 500 mil casos por ano
  7. 7. EPIDEMIOLOGIA  Plasmodium vivax é a espécie prevalente no Brasil (aproximadamente 80% dos casos)  Estados com maior número de casos de malária: Pará e Amazonas. A Região da Amazônia Legal concentra 99,7% dos casos de malária 50 casos por 1.000 habitantes. O total de casos no Brasil passou de 610 mil, em 2005, para 290 mil, em 2011.
  8. 8. EPIDEMIOLOGIA  Em 2008 no Brasil, aproximadamente 97% dos casos de malária se concentraram em seis estados da região amazônica: Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Rondônia e Roraima.  Os outros três estados da região amazônica Maranhão, Mato Grosso e Tocantins foram responsáveis por menos de 3% dos casos de malária no país.  A maioria dos casos ocorre em áreas rurais, mas há registro da doença também em áreas urbanas (cerca de 15%).
  9. 9. EPIDEMIOLOGIA Com relação aos elos humanos:  Não são todos os pacientes da Malária que apresentam gametócitos circulantes e nem toda fase da doença,  Numa população com imunidade natural ou imunidade adquirida ativa ou passivamente – variações anuais irregulares, porém endêmicas,  Numa - população sem qualquer tipo de imunidade, quando introduzido um gametóforo e existindo o Anopheles poderá haver uma epidemia,  Transmissão doméstica – pode ocorrer fora da habitação – repouso noturno – maioria das infecções.
  10. 10. EPIDEMIOLOGIA Com relação ao mosquito: Não são todas as espécies de Anopheles que são boas transmissoras, distribuição geográfica do plasmódio está ligada a presença do vetor, depende da geografia do ambiente, tipo de terreno, vegetação, temperatura, umidade do ar. Com relação ao homem suscetível: Raças negras – mais R – sem grupos determinantes do grupo sanguíneo Duffy – R a penetração do merozoito. Malformações hemoglobínicas – mais R – Anemia falciforme e Talassemia
  11. 11. AGENTES ETIOLÓGICOS  Reino: Protista  Filo: Apicomplexa  Gênero: Plasmodium Plasmodium vivax (1890) –terçã benigna Plasmodium falciparum (1897) -terçã maligna Plasmodium malariae (1881) –quartã benigna Plasmodium ovale (1922) –terçã benigna
  12. 12. VETOR Mosquitos fêmea do gênero Anopheles conhecidos também como mosquito prego ou carapanã Reservatório Humanos portadores de gametócitos Fêmea de Anopheles darlingi
  13. 13. VETOR
  14. 14. BIOLOGIA DO PARASITA No hospedeiro vertebrado: Esporozoíta Trofozoíta Esquizonte Merozoíta Gametócitos  Microgametócito  Macrogametócito No hospedeiro invertebrado: • Microgameta/ macrogameta • Zigoto * • Oocineto * • Oocisto * • Esporozoíta • Formas evolutivas * Estágios diplóides
  15. 15. BIOLOGIA DO PARASITA Formas infectivas: esporozoítas Formas hepáticas se desenvolvem nas células do fígado
  16. 16. Estágios invasivos de Plasmodium OOCINETO (MÓVEL) Células epiteliais do estômago do mosquito ESPOROZOÍTA (MÓVEL)  Glândula salivar do Mosquito  hepatócitos MEROZOÍTA (IMÓVEL) Eritrócitos/reticulócitos
  17. 17. MORFOLOGIA Trofozoita jovem Trofozoita maduro Esquizonte Rosácea Gametócitos Plasmodium falciparum Plasmodium vivax
  18. 18. Formas sanguíneas dentro das hemácias
  19. 19. Plasmodium vivax Parasita principalmente os reticulócitos  hemácias jovens O número de merozoítos por esquizonte varia de 1424. Formas encontradas no sangue:      Merozoítas Trofozoítas Pré esquizontes Esquizontes Gametócitos
  20. 20. Plasmodium falciparum  Parasita hemácias jovens e maduras  Cada ciclo esquizogônico pode ser originados até 36 merozoítas  Formas aderidas nos vasos sanguíneos:    Esquizontes Merozoítas Gametócitos  Formas encontradas no sangue:   Trofozoítas Esquizontes (formas graves) Na malária causada pelo P. falciparum é que ocorrem os casos mais graves, muitos deles requerendo internação e com evolução, às vezes fatal.
  21. 21. Plasmodium malariae Os merozoítas parasita hemácias maduras Os esquizontes originam de seis a 12 merozoítas cada ciclo Formas encontradas no sangue: Merozoítas  Trofozoítas  Pré esquizontes  Esquizontes  Gametócitos 
  22. 22. Plasmodium ovale Os merozoítas parasita hemácias jovens Os esquizontes originam de seis a 12 merozoítas cada ciclo Formas encontradas no sangue: Merozoítas  Trofozoítas  Pré esquizontes  Esquizontes  Gametócitos 
  23. 23. CICLO BIOLÓGICO DA MALÁRIA Dois processos distintos:  Reprodução assexuada: também denominada de esquizogônica que se desenvolve no hospedeiro vertebrado.  Reprodução sexuada: também chamada de esporogônica, cuja evolução se faz no hospedeiro invertebrado.
  24. 24. No homem: Reprodução assexuada Esquizogonia: tecidual e Eritrocítica No mosquito: Reprodução sexuada e assexuada
  25. 25. CICLO BIOLÓGICO DO PLASMÓDIO Nas espécies de plasmódios que afetam o ser humano, o ciclo de vida é essencialmente o mesmo.  Apresenta uma fase sexuada exógena, com a multiplicação dos parasitos em certos mosquitos de gênero Anopheles. Fase assexuada endógena com a multiplicação no hospedeiro humano.
  26. 26. TRANSMISSÃO  Ocorre pela inoculação das formas esporozoítas de Plasmodium durante a picada da fêmea do mosquito do gênero Anopheles.  No Brasil, o inseto vetor é conhecido como: pernilongo, mosquito prego e carapanã
  27. 27. PATOGENIA Os possíveis mecanismos determinantes das diferentes formas clínicas da doença baseiam-se, fundamentalmente, na interação dos seguintes fenômenos patogênicos:  Destruição dos eritrócitos parasitados;  Toxicidade resultante da liberação de citocinas;  Seqüestro dos eritrócitos parasitados na rede capilar;  Lesão capilar por deposição de imunocomplexos;
  28. 28. PATOGENIA Recaídas – alguns anos depois Ocorre nas infecções por P. vivax e P. ovale  formas hipnozoítas no fígado (permanecem em estado de latência por períodos que variam de 1 mês a 1-2 anos) Recrudescências- (cura clínica aparente) - 1 a 2 meses Parasitemia reaparece (acompanhada de sintomatologia), após um período de “cura aparente”  resposta inadequada ao tratamento (sobrevivência de formas eritrocíticas em nível muito baixo), P. falciparum
  29. 29. QUADRO CLÍNICO Período de incubação:  P. falciparum –> 9-14 dias;  P. vivax –> 12-17 dias;  P. malariae –> 18-40 dias;  P. ovale –> 16-18 dias;
  30. 30. QUADRO CLÍNICO Fase inicial sintomática: Mal-estar, cefaléia, cansaço, mialgia e febre malárica; Acesso malárico (Paroxismo): calafrios e tremores, temperatura em elevação; febre alta, sensação de calor e cefaléia intensa; queda da temperatura, sudorese.
  31. 31. QUADRO CLÍNICO Os acessos maláricos se repetem com intervalos diferentes, de acordo com a espécie do plasmódio:  P. falciparum, P.vivax e P.ovale - com intervalos de 48 horas (malária terçã);  P. malariae - os acessos se repetem a cada 72 horas (malária quartã)
  32. 32. MALÁRIA NÃO COMPLICADA:  Os acessos maláricos são acompanhados de intensa debilidade física, náuseas e vômitos.  Ao exame físico o paciente apresenta-se pálido e com baço palpável.  A anemia, apesar de frequente, apresenta-se em graus variáveis;  Durante a fase aguda da doença é comum a ocorrência de herpes simples labial.
  33. 33. MALÁRIA GRAVE E COMPLICADA:  Ocorre em adultos não imunes, crianças e gestantes; Podem preceder as seguintes formas clínicas: Malária cerebral; Insuficiência renal aguda; Edema pulmonar agudo; Hipoglicemia; Icterícia; Hemoglobinúria.
  34. 34. DIAGNÓSTICO  Diagnóstico Clínico • Anamnese • Sinais e sintomas (presuntivo)  Diagnóstico Laboratorial • Esfregaço Delgado e gota espessa
  35. 35. DIAGNÓSTICO LABORATORIAL Testes rápidos de detecção de antígenos: (imunocromatográficos): ParaSight-F (PfHRP2), ICT Malaria (PfHRP2), ICT Malaria Pf/Pv (pLDH), OpitMAL (pLDH), Malar-Check Pf   Testes para detecção de anticorpos: Imunofluorescência indireta ELISA  PCR
  36. 36. ICT Malaria P.f. (ICT Diagnostics) Anticorpo marcado com ouro coloidal
  37. 37. ICT Malaria P.f./P.v. Detecta a presença de PfHRPII e de um antígeno gênero-específico pan-malárico presente em todas as 4 espécies de Plasmodium humanos   Não é capaz de diferenciar entre infecções
  38. 38. OptiMAL® Rapid Malaria Test  Detecta isoformas da enzima lactato desidrogenase (pLDH) Uma isoforma é específica para P. falciparum e a outra ocorre  nas 4 espécies de plasmódios humanos
  39. 39. DIAGNÓSTICO LABORATORIAL Diagnóstico microscópico: Preparo do esfregaço Fino Espesso (Gota espessa) fixação Coloração de Giemsa (esfregaço desemoglobinizado Coloração de Giemsa
  40. 40. COLETA DO MATERIAL
  41. 41. DIAGNOSTICO GOTA ESPESSA ESFREGAÇO SANGUÍNEO
  42. 42. GOTA ESPESSA DIAGNÓSTICO MICROSCÓPICO Exame de 100 campos microscópicos método semi-quantitativo ® “cruzes” + = 1 parasita/campo ++ = 2-20 parasitas/campo +++ = 21-200 parasitas/campo ++++ = mais de 200 parasitas/campo
  43. 43. Plasmodium sp.
  44. 44. P. FALCIPARUM ESTÁGIO DE ANEL (Trofozoítas Jovens) TROFOZOÍTAS MADUROS (Raros No Sangue Periférico)
  45. 45. P. FALCIPARUM ESQUIZONTES (Raros No Sangue Periférico) GAMETÓCITOS
  46. 46. P. VIVAX ESTÁGIO DE ANEL (TROFOZOÍTAS jovens) TROFOZOÍTAS MADUROS
  47. 47. P. VIVAX ESQUIZONTES GAMETÓCITOS
  48. 48. P. MALARIAE ESTÁGIO DE ANEL (Trofozoítas Jovens) TROFOZOÍTAS MADUROS
  49. 49. P. MALARIAE ESQUIZONTES GAMETÓCITOS
  50. 50. P. OVALE ESTÁGIO DE ANEL (trofozoítas jovens) TROFOZOÍTAS MADUROS
  51. 51. P. OVALE ESQUIZONTES GAMETÓCITOS
  52. 52. PROFILAXIA E CONTROLE  Detecção e tratamento precoce dos infectados  Medidas de proteção individual e coletiva  Telagem de janelas e portas  Inseticidas de ação residual  Impregnação de mosquiteiros com inseticida  Desenvolvimento de novos fármacos  Treinamento de Recursos Humanos  Estruturação do sistema de saúde  Desenvolvimento de Vacina
  53. 53. DTT  O DDT era supostamente a fórmula mágica contra as doenças transmitidas por insetos como a malária.  Foi descoberto em 1873 e passou a ser muito usado em 1939, quando o químico suiço Paul Hermann Muller notou sua eficácia como pesticida durante a Segunda Guerra Mundial,  Depois da guerra, o seu uso explodiu: de 1942 a 1972 em torno de 1.35 bilhões de libras de DDT foram usados nos EUA.  O que não foi levado em consideração foram as consequências ambientais que todo esse pesticida causaria, de problemas de fertilidade e neurológicos em humanos e envenenamento de pássaros. O uso do pesticida caiu, e em 1972 o DDT foi banido nos EUA
  54. 54. TRATAMENTO Principais drogas antimaláricas Esquizonticidas sanguíneos  Quinina, mefloquina, halofantrina, cloroquina, amodiaquina digestão de produtos da hemoglobina  Derivados de artemisina metabolismo das proteínas  Tetraciclina, doxiciclina e clindamicina síntese de Proteínas Esquizonticidas teciduais ou hipnozoiticidas  Primaquina inibe a respiração mitocondrial do parasita * também é gametocitocida
  55. 55. TRATAMENTO ESQUEMA RECOMENDADO NO BRASIL: P. vivax – cloroquina (para as formas sangüíneas) e primaquina (para as formas hepáticas) P. falciparum: Malária não grave – associação quinina/doxiciclina ou quinina/tetraciclina Em casos graves - artesunato/mefloquina ou quinina/clindamicina Resistência à Cloroquina na maioria dos isolados de P. falciparum
  56. 56. Estratégias de vacinação Bloqueio da transmissã o Bloqueio da infecção Redução da morbidade/ mortalidade
  57. 57. REFERENCIAS BIBLIOGRAFICAS  Profa. Dra. Irene Soares Disciplina Parasitologia Clínica, FCF/USP 1°semestre/2005  Manual de diagnóstico laboratorial da malária / Ministério da Saúde,  Secretaria de Vigilância em Saúde. – Brasília : Ministério da Saúde, 2005.  Disponível em: <Malaria - Patologia de Febres Hemorrágicas – FMUSP> www.fm.usp.br/pfh/mostrahp.php? origem=pfh&xcod=Malaria> acesso 06 de dezembro de 2013.  Disponível em: <www.uft.edu.br/parasitologia/pt_BR/.../mala ria/patogenia/index.html> acesso em 06 de dezembro de 2013
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