Projeto político pedagógico da escola slide 1

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Projeto político pedagógico da escola slide 1

  1. 1. Projeto Político-Pedagógico daEscola: uma construção coletiva Prof. Kaio Maluf
  2. 2. O que é o projeto político-pedagógico?No sentido etimológico, otermo projeto vem do latimprojectu, particípio passado doverbo projicere, que significalançar diante. Prof. Kaio Maluf – kaiomaluf@gmail.com
  3. 3. Prof. Kaio Maluf – kaiomaluf@gmail.com
  4. 4. Em nossos projetosexpomos nossaintenção de fazer, derealizar. Antevemos umfuturo diferente dopresente. Prof. Kaio Maluf – kaiomaluf@gmail.com
  5. 5. Todo projeto supõe rupturas com o presente epromessas para o futuro. Projetar significatentar quebrar um estado confortável paraarriscar-se, atravessar um período deinstabilidade e buscar uma nova estabilidadeem função da promessa que cada projetocontém de estado melhor do que o presente.Um projeto educativo pode ser tomado comopromessa frente a determinadas rupturas. Aspromessas tornam visíveis os campos de açãopossível, comprometendo seus atores e autores(GADOTTI, 1994. p. 579). Prof. Kaio Maluf – kaiomaluf@gmail.com
  6. 6. O projeto político-pedagógicovai além de um simplesagrupamento de planos deensino e de atividades diversas.Ele é construído e vivenciadoem todos os momentos, portodos os envolvidos com oprocesso educativo da escola. Prof. Kaio Maluf – kaiomaluf@gmail.com
  7. 7. O projeto político-pedagógicoassume duas dimensões:Política no sentido decompromisso com a formaçãodo cidadão para um tipo desociedade. Prof. Kaio Maluf – kaiomaluf@gmail.com
  8. 8. O projeto político-pedagógicoassume duas dimensões:Pedagógico no sentido dedefinir as ações educativas e ascaracterísticas necessárias àsescolas de cumprirem seuspropósitos e suaintencionalidade. Prof. Kaio Maluf – kaiomaluf@gmail.com
  9. 9. O projeto político-pedagógico éum processo permanente dereflexão e discussão dosproblemas da escola, na busca dealternativas viáveis à efetivação desua intencionalidade, que não édescritiva ou constatativa, mas éconstitutiva. Prof. Kaio Maluf – kaiomaluf@gmail.com
  10. 10. O projeto político-pedagógicotambém deve propiciar a vivênciademocrática necessária para aparticipação de todos os membrosda comunidade escolar e oexercício da cidadania.Política ↔ Pedagógica Prof. Kaio Maluf – kaiomaluf@gmail.com
  11. 11. O projeto político-pedagógico objetivarealizar um trabalho que supere osconflitos, buscando eliminar as relaçõescompetitivas, corporais e autoritárias,rompendo com a rotina do mandoimpessoal e racionalizado da burocraciaque permeia as relações no interior daescola, diminuindo os efeitosfragmentários da divisão do trabalho quereforça as diferenças e hierarquiza ospoderes de decisão. Prof. Kaio Maluf – kaiomaluf@gmail.com
  12. 12. Vídeo da Cremilda Prof. Kaio Maluf – kaiomaluf@gmail.com
  13. 13. O projeto político-pedagógicotrabalha em dois níveis:1. Organização da escola como umtodo; Global2. Organização da sala de aula,incluindo sua relação com ocontexto social imediato,procurando preservar a visão detotalidade. Prof. Kaio Maluf – kaiomaluf@gmail.com
  14. 14. A principal possibilidade deconstrução do projetopolítico-pedagógico passapela relativa autonomia daescola, de sua capacidade dedelinear sua própriaidentidade. Prof. Kaio Maluf – kaiomaluf@gmail.com
  15. 15. A escola é, assim,espaço público, lugarde debate, dodiálogo, fundado nareflexão coletiva... Prof. Kaio Maluf – kaiomaluf@gmail.com
  16. 16. Toda construção do projetopolítico-pedagógico deve seralicerçada em uma práticasocial que estejacompromissada em solucionaros problemas da educação edo ensino de nossa escola. Prof. Kaio Maluf – kaiomaluf@gmail.com
  17. 17. As novas formas têm que serpensadas em um contexto de luta,de correlações de força – às vezesdesfavoráveis. Terão que nascer nopróprio “chão da escola”, com apoiodos professores e pesquisadores.Não poderão ser inventadas poralguém, longe da escola e da luta daescola (FREITAS, 1991. p. 23). Prof. Kaio Maluf – kaiomaluf@gmail.com
  18. 18. Se a escola nutre-se da vivênciacotidiana de cada um de seusmembros, coparticipantes de suaorganização do trabalho pedagógico àadministração central, seja MEC, SEE,SME, não compete a eles definir ummodelo pronto e acabado, mas simestimular inovações e coordenar asações pedagógicas planejadas eorganizadas pela própria Kaio Maluf – kaiomaluf@gmail.com Prof. escola.
  19. 19. A construção do Projeto Político-Pedagógico somente será efetivaquando se propiciar situações quepermitam a todo pessoal da escola(professores, equipe escolar efuncionários) a aprender a pensare a realizar o fazer pedagógico deforma coerente. Prof. Kaio Maluf – kaiomaluf@gmail.com
  20. 20. Princípios norteadores do PPP:Igualdade de condições paraacesso e permanência naescola; mesmo que tenhamosdesigualdade no ponto departida temos que tê-la nachegada. Prof. Kaio Maluf – kaiomaluf@gmail.com
  21. 21. Princípios norteadores do PPP:Igualdade de oportunidadesque requer, portanto, mais quea expansão quantitativa deofertas; requer ampliação doatendimento com simultâneamanutenção de qualidade. Prof. Kaio Maluf – kaiomaluf@gmail.com
  22. 22. Princípios norteadores do PPP:Qualidade que não podeser privilégio de minoriaseconômicas e sociais:para todos. Prof. Kaio Maluf – kaiomaluf@gmail.com
  23. 23. Princípios norteadores do PPP:Qualidade: Formal ouTécnica ↔ Política Prof. Kaio Maluf – kaiomaluf@gmail.com
  24. 24. Princípios norteadores do PPP:Qualidade: Formal ouTécnica ↔ Política Prof. Kaio Maluf – kaiomaluf@gmail.com
  25. 25. Princípios norteadores do PPP:Qualidade: Formal ouTécnica (instrumentos eos métodos) ↔ Política(participação). Prof. Kaio Maluf – kaiomaluf@gmail.com
  26. 26. Princípios norteadores do PPP:Qualidade: A escola dequalidade tem aobrigação de evitar detodas as maneiraspossíveis repetências e aevasão. Prof. Kaio Maluf – kaiomaluf@gmail.com
  27. 27. O PPP, ao mesmo tempo emque exige dos educadores,funcionários, alunos e pais adefinição clara do tipo de escolaque intentam, requer adefinição de fins: tipo desociedade e o tipo de cidadão aserem formados na escola. Prof. Kaio Maluf – kaiomaluf@gmail.com
  28. 28. Princípios norteadores do PPP:Gestão democrática é umprincípio consagrado pelaConstituição Federal eabrange as dimensõespedagógicas, administrativae financeira. Prof. Kaio Maluf – kaiomaluf@gmail.com
  29. 29. Princípios norteadores do PPP:Gestão democrática exige acompreensão emprofundidade dos problemaspostos pela práticapedagógica. Prof. Kaio Maluf – kaiomaluf@gmail.com
  30. 30. Princípios norteadores do PPP:Gestão democrática implicao repensar da estrutura depoder da escola, tendo emvista a socialização. Prof. Kaio Maluf – kaiomaluf@gmail.com
  31. 31. Poderes da socialização:Participação coletiva x Individualismo Prof. Kaio Maluf – kaiomaluf@gmail.com
  32. 32. Poderes da socialização:Reciprocidade x Exploração Prof. Kaio Maluf – kaiomaluf@gmail.com
  33. 33. Poderes da socialização:Solidariedade x Opressão Prof. Kaio Maluf – kaiomaluf@gmail.com
  34. 34. Poderes da socialização: Autonomia xDependência dos autores de leis Prof. Kaio Maluf – kaiomaluf@gmail.com
  35. 35. Princípios norteadores do PPP:Gestão democrática, para Marques (1990, p. 21):A participação ampla assegura atransparência das decisões, fortaleceas pressões para que sejam elaslegítimas, garante o controle sobre osacordos estabelecidos e, sobretudo,contribui para que sejamcontempladas questões que de outraforma não entrariam em cogitação. Prof. Kaio Maluf – kaiomaluf@gmail.com
  36. 36. Princípios norteadores do PPP:Liberdade = Autonomia Prof. Kaio Maluf – kaiomaluf@gmail.com
  37. 37. Princípios norteadores do PPP:Autonomia e liberdadefazem parte da próprianatureza do atopedagógico. Prof. Kaio Maluf – kaiomaluf@gmail.com
  38. 38. Princípios norteadores do PPP:Liberdade na escola deve serpensada na relação entreadministradores, professores,funcionários, alunos que aíassumem sua parte deresponsabilidade na construção doPPP e na relação com o contextosocial. Prof. Kaio Maluf – kaiomaluf@gmail.com
  39. 39. Princípios norteadores do PPP:Liberdade deve serconsiderada, também comoliberdade para aprender,ensinar, pesquisar e divulgar aarte e saber direcionados parauma intencionalidade definidacoletivamente. Prof. Kaio Maluf – kaiomaluf@gmail.com
  40. 40. Princípios norteadores do PPP:Valorização do magistério: formação(inicial e continuada), condições detrabalho (recursos didáticos, recursosfísicos e materiais, dedicação integral àescola, redução do número de alunosna sala de aula, etc.), remuneração eoutros elementos essenciais. Prof. Kaio Maluf – kaiomaluf@gmail.com
  41. 41. Princípios norteadores do PPP:Valorização do magistérioCaminho: articulação entreinstituições formadoras.Indissociabilidade entre aformação inicial e aformação continuada. Prof. Kaio Maluf – kaiomaluf@gmail.com
  42. 42. Princípios norteadores do PPP:Valorização do magistério“valorizar a experiência e oconhecimento que osprofessores têm a partir desua prática pedagógica” (Veiga eCarvalho, 1994. p. 51). Prof. Kaio Maluf – kaiomaluf@gmail.com
  43. 43. Princípios norteadores do PPP:Valorização do magistérioA formação continuada devefazer parte do PPP:a) proceder ao levantamento denecessidades de formaçãocontinuada de seusprofissionais. Prof. Kaio Maluf – kaiomaluf@gmail.com
  44. 44. Princípios norteadores do PPP:Valorização do magistérioA formação continuada deve fazerparte do PPP:b) elaborar seu programa de formação,contando com a participação e o apoiodos órgãos centrais, no sentido defortalecer seu papel na concepção, naexecução e na avaliação do referidoprograma. Prof. Kaio Maluf – kaiomaluf@gmail.com
  45. 45. Princípios norteadores do PPP:Valorização do magistério“O grande desafio da escola, aoconstruir sua autonomia, deixando delado seu papel de mera repetidora deprogramas de treinamento, é ousarassumir o papel predominante naformação dos profissionais” (Veiga eCarvalho, 1994. p. 50). Prof. Kaio Maluf – kaiomaluf@gmail.com
  46. 46. Princípios norteadores do PPP:Valorização do magistérioÉ preciso ter consciência de que adominação no interior da escola efetiva-sepor meio das relações de poder que seexpressam nas práticas autoritárias econservadoras dos diferentes profissionais,distribuídos hierarquicamente, bem comoas formas de controle existentes no interiorda escola. Prof. Kaio Maluf – kaiomaluf@gmail.com
  47. 47. Construindo o Projeto PolíticoPedagógico7 elementos básicos: Finalidades da escola Estrutura organizacional Currículo Tempo escolar Processo de decisão Relações de trabalho Avaliação Prof. Kaio Maluf – kaiomaluf@gmail.com
  48. 48. Finalidades (perguntas básicas)1. Das finalidades estabelecidas nalegislação em vigor, o que a escolapersegue, com maior ou menorênfase? Prof. Kaio Maluf – kaiomaluf@gmail.com
  49. 49. Finalidades (perguntas básicas)2. Como é perseguida sua finalidadecultural, ou seja, a de prepararculturalmente os indivíduos parauma melhor compreensão dasociedade em que vivem? Prof. Kaio Maluf – kaiomaluf@gmail.com
  50. 50. Finalidades (perguntas básicas)3. Como a escola procura atingir suafinalidade política e social, aoformar indivíduos para aparticipação política que implicadireitos e deveres da cidadania? Prof. Kaio Maluf – kaiomaluf@gmail.com
  51. 51. Finalidades (perguntas básicas)4. Como a escola atinge suafinalidade de formação profissional,ou melhor, como ela possibilita acompreensão do papel do trabalhona formação profissional do aluno? Prof. Kaio Maluf – kaiomaluf@gmail.com
  52. 52. Finalidades (perguntas básicas)5. Como a escola analisa suafinalidade humanística, ao procurarpromover o desenvolvimentointegral da pessoa? Prof. Kaio Maluf – kaiomaluf@gmail.com
  53. 53. FinalidadesÉ necessário decidir,coletivamente, o que sequer reforçar dentro daescola e como detalhar asfinalidades para se atingir aalmejada cidadania. Prof. Kaio Maluf – kaiomaluf@gmail.com
  54. 54. Finalidades“Interessará reter se as finalidadessão impostas por entidadesexteriores ou se são definidas nointerior do ‘território social’ e sesão definidas por consenso ou porconflito ou até se é matériaambígua, imprecisa ou marginal”(Alves, 1992. p. 15). Prof. Kaio Maluf – kaiomaluf@gmail.com
  55. 55. FinalidadesPara ser autônoma, a escolanão pode depender dosórgãos centrais eintermediários que definema política da qual ela nãopassa de executora. Prof. Kaio Maluf – kaiomaluf@gmail.com
  56. 56. Estrutura organizacional2 tipos:administrativa e pedagógica Prof. Kaio Maluf – kaiomaluf@gmail.com
  57. 57. Estrutura organizacionaladministrativa:locação e gestão dosrecursos humanos,físicos e financeiros. Prof. Kaio Maluf – kaiomaluf@gmail.com
  58. 58. Estrutura organizacionaladministrativa:elementos que têm forma material –arquitetura do edifício, equipamentose materiais didáticos, mobiliário,distribuição das dependênciasescolares e espaços livres, cores,limpeza e saneamento básico (água,esgoto, lixo e energia elétrica). Prof. Kaio Maluf – kaiomaluf@gmail.com
  59. 59. Estrutura organizacionalpedagógica:interações políticas, questõesde ensino e aprendizagem e decurrículo, todos os setoresnecessários aodesenvolvimento do trabalhopedagógico. Prof. Kaio Maluf – kaiomaluf@gmail.com
  60. 60. Estrutura organizacionalQuestões básicas:1. O que sabemos da estruturapedagógica? Prof. Kaio Maluf – kaiomaluf@gmail.com
  61. 61. Estrutura organizacionalQuestões básicas:2. Que tipo de gestão estásendo praticada? Prof. Kaio Maluf – kaiomaluf@gmail.com
  62. 62. Estrutura organizacionalQuestões básicas:3. O que queremos eprecisamos mudar na nossaescola? Prof. Kaio Maluf – kaiomaluf@gmail.com
  63. 63. Estrutura organizacionalQuestões básicas:4. Qual é o organogramaprevisto? Prof. Kaio Maluf – kaiomaluf@gmail.com
  64. 64. Estrutura organizacionalQuestões básicas:5. Quem o constitui e qual é alógica interna? Prof. Kaio Maluf – kaiomaluf@gmail.com
  65. 65. Estrutura organizacionalQuestões básicas:6. Quais as funções educativaspredominantes? Prof. Kaio Maluf – kaiomaluf@gmail.com
  66. 66. Estrutura organizacionalQuestões básicas:7. Como são vistas aconstituição e a distribuição dopoder? Prof. Kaio Maluf – kaiomaluf@gmail.com
  67. 67. Estrutura organizacionalQuestões básicas:8. Quais os fundamentosregimentais? Prof. Kaio Maluf – kaiomaluf@gmail.com
  68. 68. Currículoé a interação entresujeitos que têm ummesmo objetivo e a opçãopor um referencial teóricoque o sustente. Prof. Kaio Maluf – kaiomaluf@gmail.com
  69. 69. Currículotransmissão dosconhecimentoshistoricamente produzidos eas formas de assimilá-los[produção, transmissão eassimilação] Prof. Kaio Maluf – kaiomaluf@gmail.com
  70. 70. Currículoé a organização doconhecimento escolar. Prof. Kaio Maluf – kaiomaluf@gmail.com
  71. 71. CurrículoNão podemos perder de vistaque o conhecimento escolar édinâmico e não uma merasimplificação do conhecimentocientífico, que se adequaria àfaixa etária e aos interesses dosalunos. Prof. Kaio Maluf – kaiomaluf@gmail.com
  72. 72. Currículo (pontos básicos)1. o currículo não é uminstrumento neutro. Ideologiaque precisa ser desvelada pelaescola para evitar amanutenção da dominaçãoexpressa pela manutenção deprivilégios. Prof. Kaio Maluf – kaiomaluf@gmail.com
  73. 73. Currículo (pontos básicos)2. o currículo não pode serseparado do contexto social,uma vez que ele éhistoricamente situado eculturalmente determinado. Prof. Kaio Maluf – kaiomaluf@gmail.com
  74. 74. Currículo (pontos básicos)3. tipo de organização docurrículo para diminuir oabismo existentes entre asdiferentes disciplinas quando ocurrículo é tratado de maneirahierárquica e fragmentária. Prof. Kaio Maluf – kaiomaluf@gmail.com
  75. 75. Currículo (pontos básicos)4. controle social através docurrículo formal: conteúdoscurriculares, metodologia erecursos de ensino, avaliação erelação pedagógica. Prof. Kaio Maluf – kaiomaluf@gmail.com
  76. 76. Currículo (pontos básicos)4. controle social através docurrículo formal: conteúdoscurriculares, metodologia erecursos de ensino, avaliação erelação pedagógica. Prof. Kaio Maluf – kaiomaluf@gmail.com
  77. 77. Currículo“o contexto apropriado aodesenvolvimento de práticas curricularesque favoreçam o bom rendimento e aautonomia dos estudantes e, em particular,que reduzam os elevados índices de evasãoe repetência de nossa escola de primeirograu” (Aronowitz e Giroux, 1985. p. 22). Prof. Kaio Maluf – kaiomaluf@gmail.com
  78. 78. CurrículoControle social, na visão crítica,é uma contribuição e uma ajudapara a contestação e aresistência à ideologia veiculadapor intermédio dos currículosescolares. Prof. Kaio Maluf – kaiomaluf@gmail.com
  79. 79. O tempo escolarO calendário escolar ordena o tempo:- determina o início e o fim do ano;- prevê os dias letivos, as férias, osperíodos escolares em que o ano sedivide;- os feriados cívicos e religiosos, asdatas reservadas à avaliação, osperíodos para reuniões técnicas,cursos, et cetera. Prof. Kaio Maluf – kaiomaluf@gmail.com
  80. 80. O tempo escolarO horário escolar, que fixa onúmero de horas por semana eque varia em razão dasdisciplinas constantes na gradecurricular, estipula também onúmero de aulas por professor. Prof. Kaio Maluf – kaiomaluf@gmail.com
  81. 81. O tempo escolarLer a citação de Enguita na pág.30. Prof. Kaio Maluf – kaiomaluf@gmail.com
  82. 82. O processo de decisãoSem a participação de todosno processo de decisão ficamuito difícil umaadministração adequada àrealização dos objetivoseducacionais da escola. Prof. Kaio Maluf – kaiomaluf@gmail.com
  83. 83. O processo de decisão. Revisão das atribuiçõesespecíficas e gerais;. Distribuição de poder;. Descentralização doprocesso de decisão; Prof. Kaio Maluf – kaiomaluf@gmail.com
  84. 84. O processo de decisãocomo? Prof. Kaio Maluf – kaiomaluf@gmail.com
  85. 85. O processo de decisão. Instalação de mecanismosinstitucionais visando àparticipação política detodos os envolvidos co oprocesso educativo daescola. Prof. Kaio Maluf – kaiomaluf@gmail.com
  86. 86. O processo de decisão. Instalação de processos eletivos deescola de seus dirigentes,colegiados com representa dealunos, pais, associação de pais eprofessores, grêmio estudantil,processos coletivos de avaliaçãocontinuada dos serviços escolares,etc. Prof. Kaio Maluf – kaiomaluf@gmail.com
  87. 87. As relações de trabalho Solidariedade, reciprocidade e participação coletiva XDivisão de trabalho, fragmentação e controle hierárquico. Prof. Kaio Maluf – kaiomaluf@gmail.com
  88. 88. As relações de trabalho Há uma correlação de forças e é nesse embate que se originam os conflitos, as tensões, as rupturas, propiciando aconstrução de novas formas de relações de trabalho, com espaços abertos à reflexão coletiva que favoreçam o diálogo, acomunicação horizontal entre os diferentes segmentos envolvidos com o processo educativo, a descentralização do poder. Prof. Kaio Maluf – kaiomaluf@gmail.com
  89. 89. Avaliaçãodeve se dar numa visão crítica, partindo da necessidade de se conhecer a realidadeescolar, buscando explicar e compreender critica Prof. Kaio Maluf – kaiomaluf@gmail.com

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