Your SlideShare is downloading. ×
Tecnologias Teorica
Upcoming SlideShare
Loading in...5
×

Thanks for flagging this SlideShare!

Oops! An error has occurred.

×

Saving this for later?

Get the SlideShare app to save on your phone or tablet. Read anywhere, anytime - even offline.

Text the download link to your phone

Standard text messaging rates apply

Tecnologias Teorica

955
views

Published on


1 Comment
1 Like
Statistics
Notes
No Downloads
Views
Total Views
955
On Slideshare
0
From Embeds
0
Number of Embeds
0
Actions
Shares
0
Downloads
0
Comments
1
Likes
1
Embeds 0
No embeds

Report content
Flagged as inappropriate Flag as inappropriate
Flag as inappropriate

Select your reason for flagging this presentation as inappropriate.

Cancel
No notes for slide

Transcript

  • 1. A beleza está nos olhos de quem a vê: A tutoria no fórum on-line: papéis e competências Grupo de Trabalho:
    • Andreia Rodriguez
    • - Carla Pena
    • - Helena Guedes
    • José Ninhos
    • - Vanda Raquel Matos
    UNIVERSIDADE DE LISBOA LICENCIATURA EM CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO 2007/2008-2ºAno/ 1º Semestre Tecnologias Educativas II
  • 2. A importância do Papel do Tutor On line
    • Objectivos:
    • Sintetizar as características da comunicação num fórum on line;
    • Revisão da Literatura que visa inventariar e caracterizar as funções do tutor;
    • Compreender as funções do tutor;
    • Rever os princípios da acção do tutor.
  • 3. Aspectos Comunicacionais
    • A especificidade da comunicação nos fóruns on-line
    Canal de Comunicação Comunicação escrita vs Comunicação oral
  • 4. Aspectos Comunicacionais
    • Diferenças que distinguem a comunicação escrita e a comunicação oral:
    • Oral – comunicação através de diversos canais e que para além da linguagem falada, inclui gestos, o olhar, tom de voz, expressão facial e corporal, o contexto e as convenções sociais.
    Natureza Fática
  • 5. Aspectos Comunicacionais
    • A função fática da linguagem permite:
    • enviar e receber sinais que mantém a via de comunicação aberta e que verificam a recepção da mensagem;
    • enviar sinais que transmitem ao receptor à dificuldade do processo de comunicação.
    • O Discurso oral é redundante – pois reforça as componentes não verbais (linguagem gestual, postura, fisionomia) com as componentes de entoação.
    • - Troca de papéis entre o Emissor e Receptor
  • 6. Aspectos Comunicacionais
    • Diferenças que distinguem a comunicação escrita e a comunicação oral:
    • Escrita – comunicação menos sujeita aos sentidos da oralidade, obriga a uma análise mais cuidadosa e sujeita a uma interpretação mais critica pois podem ser examinadas repetidamente.
    • Papéis diferenciadores entre o Emissor e Receptor
  • 7. O Discurso nos Espaços Público e Privado
    • O discurso no espaço privado:
    • Os elementos da comunicação estão mais clarificados e referenciados;
    • É intimista e auto-revelatório;
    • Está associado à procura da única essência das coisas e das pessoas;
    • É predominantemente feminino.
    • O discurso no espaço público:
    • Os elementos da comunicação são mais abstractos e arbitrários;
    • A função de comunicação é a referencial ou a denotiva;
    • É mais anónimo e impessoal;
    • Está associado à representação dos papéis sociais e aos códigos de civilidade;
    • É predominantemente masculino .
  • 8. Os graus de formalidade
    • A formalidade e os padrões de excelência do discurso estão relacionados com a utilização de vocabulário cuidado, adequado ao contexto da comunicação.
    • O discurso formal exige:
    • a nível linguístico, o respeito estrito pelas regras do idioma padrão
    • A nível da comunicação, exige precisão, clareza e articulação
    • O discurso informal é mais tolerante com o cumprimento das regras, pois está associado a situações sociais de menor exigência formal.
  • 9. Os Graus de Formalidade
    • Os graus de formalidade estão geralmente relacionados com os tipos de registo.
    • O registo escrito é predominantemente mais formal, mais impessoal.
    • O registo oral tem tendência para ser mais informal, mais espontâneo e menos elaborado
    • levando a que
    • seja sujeito a mais rectificações, redundâncias, hesitações e incoerências.
  • 10. A Comunicabilidade na Expressão Escrita e os Factores que a Condicionam
    • Para um acto de comunicação ser bem sucedido, a mensagem tem que ser transmitida:
    • sem ruídos impeditivos e concorrentes
    • de forma correcta e económica
    • Conformidade entre a recepção e a emissão e economia de esforço, em termos e interpretação e de decifração
  • 11. A Comunicabilidade na Expressão Escrita e os Factores que a Condicionam
    • Para que a comunicação seja eficaz, é necessário que:
    • Os participantes da comunicação dominem as regras do código, nas suas múltiplas dimensões
    • O emissor e o receptor partilhem o texto sem equívocos
    • A comunicação seja acessível em termos de:
      • Segmentação
      • Unidade temática
      • Ordenação
  • 12. A Comunicabilidade na Expressão Escrita e os Factores que a Condicionam
    • As dificuldades podem situar-se a
    • nível sintáctico
    • nível lexical
    • e prender-se com diferenças de competência
    • linguística
    • de memória
    • de atenção
    • A interpretação pode ser condicionada por:
    • - Familiaridade dos participantes com os assuntos
    • - O grau de novidade
    • - O grau de abstracção
  • 13. O Estilo e a Comunicabilidade
    • O discurso epistolar tem por objectivo diminuir a distância entre o emissor e o receptor através do aumento da intimidade .
    • Intimidade
    • é regulada
    • Saudação Despedida
    • A utilização de formas de saudação e despedida estão ligadas à natureza centrípeta do estilo epistolar, sendo manipuladas para acentuarem a distância de modo a hajam movimentos centrípetos e centrífugos.
  • 14. O Estilo e a Comunicabilidade
    • Herring (1996) ao analisar a utilização de dois estilos de comunicação, um de natureza epistolar e outro mais expositivo, concluiu que tanto os homens como as mulheres dão primazia à troca de:
    • pontos de vista;
    • crenças;
    • interpretações;
    • juízos;
    • e colocam em segundo plano a permuta de informação.
  • 15. O Estilo e a Comunicabilidade
    • A investigadora ao analisar macro-segmentos recorrentes do seu estudo, identificou marcas de epistolaridade nas mensagens que continham:
    • perguntas de natureza vertical, para as quais existe uma resposta correcta;
    • perguntas horizontais, que visam explorar interpretações alternativas;
    • frases referencias;
    • reflexões, que implicam alguma auto-revelação do emissor;
    • frases que visam tornar o debate mais personalizado e amigável.
  • 16. O Estilo e a Comunicabilidade
    • Herring identificou também um estilo:
    • mais expositivo
    • informativo
    • menos dialogal
    • orientado para a demarcação
    • Que recorre com maior frequência a:
    • frases não referenciais
    • menos fáticas
    • com citações reconhecidas
    • com funções mais informativas
  • 17. O Estilo de Comunicação, o Desenvolvimento da Equipa e a Tutoria
    • O estudo de Herring (1996) foi realizado com material de listervs, em contextos em que a discussão visa:
    • Troca da informação;
    • Constituição de equipas de trabalho cooperativo;
    • É dirigida por um professor-tutor.
    • Considerou também importante determinar:
    • a influência que os diferentes estilos têm no desenvolvimento das equipas
    • a influência que o estilo de comunicação do tutor tem nesse mesmo desenvolvimento e na motivação dos estudantes
  • 18. O Estilo de Comunicação, o Desenvolvimento da Equipa e a Tutoria
    • Byam (1995) salientou que a comunicação através do computador é mais dialogal e interactiva que a escrita
    • através do recurso a:
    • símbolos adoptados da programação;
    • vocabulário específico
    • interjeições
    • metáforas visuais
    • onomatopeias
  • 19. O Estilo de Comunicação, o Desenvolvimento da Equipa e a Tutoria
    • Marvin (1995) analisa as interjeições simbólicas como:
    • representações de gestos e atitudes de simpatia
    • indicações de concordância
    • apreço e aprovação
    • Uma mudança de ambiente novos padrões de comportamento
    • de
    • interacção
  • 20. O Desenvolvimento de Equipas e os Processos Grupais em Ambiente de Aprendizagem on-line
    • Equipas Grupais : “grupos de indivíduos que interagem utilizando diversas
    • tecnologias de comunicação, no sentido de interagirem em objectivos comuns”.
    Aspecto positivo Liderança e coordenação do trabalho Aspecto negativo Ausência de comunicação não verbal aumenta o risco de mal-entendidos;
  • 21. O Desenvolvimento das Equipas on-line Faz-se Através do Cruzamento de Três Eixos Teóricos : 1) Aprendizagem Colaborativa (Johnson & Johnson, 1989-1994) 2) Desenvolvimento Grupal (Tuckman, 1965) 3) Desenvolvimento de Equipas (Johnson et al, 2002)
  • 22. Modelo de Aprendizagem Colaborativa
    • Características:
    • Uma comunidade definida;
    • Objectivos em comum;
    • Capacidade de actuar individualmente e em grupo.
    Este modelo estabelece uma relação positiva entre a aprendizagem colaborativa e o desempenho dos estudantes, permitindo:
    • melhores desempenhos;
    • maior produtividade;
    • maior motivação;
    • menor taxa de abandono;
    • aumento da auto-estima;
    • desenvolvimento de competências sociais.
  • 23. Modelo de Desenvolvimento Grupal Este modelo foi considerado a mais adequado à compreensão dos processos grupais em contextos de aprendizagem e das comunidades virtuais . Existem quatro estádios de desenvolvimento de grupos : 1º Estádio: o da formação
    • Definições de posições, procedimentos e regras;
    • Interacção social;
    • Estabelecimento de objectivos e papéis.
    Dificuldades:
    • Familiarização com as tecnologias;
    • Coordenar as horários dos membros das equipas;
    • Na tomada de decisão.
  • 24. 2º Estádio: o da Perturbação Esta fase é pouco notória e acentuada.
    • Surgem sinais de conflito;
    • Afirmação da identidade dos membros;
    • Resistência à influência do grupo.
    • Dificuldades :
    • Distanciamento físico gera impessoalidade e maior constrangimento;
    • A resolução de conflitos realiza-se em privado
    Reduzido empenho Falta de planificação Dificuldade na concretização de horários e prazos
  • 25. 3º Estádio: o da Normalização
    • Ajustamento das tarefas cometidas;
    • Aceitação das diferenças idiossincráticas;
    • Coesão no grupo;
    • Forma de organização;
    • Definição de novas regras.
    4º Estádio: o da realização
    • Flexibilização dos procedimentos;
    • Distribuição de tarefas e funções;
    • Demonstração da capacidade de trabalho em equipa.
  • 26. Modelos de Formação de Equipas Este modelo segue dois paradigmas Liderança Alternada Liderança dos elementos da equipa com maior domínio das tecnologias Desta contextualização resultam quatro factores que o tutor deve ter em conta equipas de trabalho:
    • Tarefas com um objectivo claro;
    • Apoio especifico;
    • Estabelecer metas temporais;
    • Gestão de conflitos.
  • 27. A Tutoria no Fórum On-Line
    • O aspecto Comunicacional e o aspecto da Dinâmica de grupo no fórum on-line marcam:
    • A especificidade das tarefas de tutoria;
    • A sua importância nas discussões on-line;
    • A natureza das suas funções
    • Factores como:
    • A eficácia do sistema;
    • Tipo de tarefas;
    • as diferenças entre os estudantes
    • Dimensão dos grupos
    têm grande importância, para além do tutor que também é importante.
  • 28.
    • Tutor é importante quando se assume papéis tais como:
    • conceber e organizar conteúdos e actividades;
    • modelar, facilitar e liderar
    • e de ensinar conteúdos cientificos e tecnológicos.
    • A filosofia e a personalidade do tutor
    • A matriz filosófica do tutor
    • As suas crenças
    • Os seus valores
    Influenciam o seu estilo de ensino A Tutoria no Fórum On-Line
  • 29.
    • Tutor que acredita nas vantagens
    • da autonomia e interacção
    Aceita novas ideias Procura novas formas de ensinar Procura novas formas de aprender Valoriza as diferentes opiniões Estimula diferentes pontos de vista Sabe identificar o que despoleta a reflexão Inspira e motiva os alunos A Filosofia e a Personalidade do Tutor
  • 30. A Filosofia e a Personalidade do Tutor
    • Hamza e Nash (1996), dizem que há relação entre a personalidade e eficácia do tutor, e verificaram que em alguns estilos de tutoria existe uma maior facilidade ou dificuldade em conseguir um desempenho melhor.
    • Para Chan (2002), a personalidade está associada ao estilo de tutoria on-line.
    • Tonelson (1981) diz que a personalidade do tutor tem repercussões nos resultados da aprendizagem e sugere que a motivação dos alunos é influenciada pelo estilo do professos, mais directivo ou de tendência mais autonómica.
  • 31. A Filosofia e a Personalidade do Tutor
    • Para Barrows (1992) o ensino à distância prejudica a aquisição de algumas competências, designadamente, a resolução de problemas e a aprendizagem independente
    • A investigação demonstra que alunos com este tipo de tutor se consideram:
      • Mais competentes
      • Mais motivados
      • Mais criativos
      • E apresentam melhores resultados, etc.
  • 32. As Funções do Tutor no Fórum
    • Características da aprendizagem on-line (Rossman 1999):
    • Possibilidade de interacção em fóruns entre instrutores e estudantes:
    •  interacção social
    •  discussão de trabalhos
    •  ferramenta de colaboração
    •  estratégia de ensino
    • Modelo contributivo (Collis e Moonen 2001)
    •  a partir de autorização dos alunos utiliza-se os seus trabalhos como material de estudo.
  • 33. Designações Para o Papel de Tutor Segundo Vários Autores:
    • Professor (Freenberg; Cheung & Hew, Hew, Khe Foon; Palloff & Pratt);
    • Tutor (Garrison, Anderson & Archer; Blake; Ping & Cheah; Kear; Duggleby);
    • Moderador (Salmon; Berge; Blake; Duggleby; Paulsen);
    • Facilitador (De Schutter et al., 2004; Garber, 2004);
    • Instrutor e mentor (Bernath, 2003).
    • As diferenças conceptuais têm a ver com :
    • Orientações teóricas e filosóficas sobre a aprendizagem
    • Separação ou associação das funções de concepção e de organização e d tutoria
    • Contextos de formação.
  • 34. Funções do tutor no fórum segundo Hiltz & Turoff
    • Papel do Anfitrião:
    • Fazer convites
    • Enviar mensagens (privadas) de incentivo
    • Cumprimentar os presentes sugerindo-lhes que contribuam para o debate.
    • Papel do Presidente da Reunião:
    • Preparar uma ordem de trabalhos sugestiva e motivante
    • Resumir e clarificar os aspectos principais do debate
    • Expressar consensos
    • Decidir o momento de marcar nova reunião.
  • 35. Investigadores dedicados à identificação, descrição e categorização das tarefas da tutoria Anderson, Rourke, Garrison & Archer, 2001; Berge 1995; Mason, 1997; Paulsen, 1995, Salmon, 2000.
    • As quatro funções fundamentais da tutoria segundo Berge:
    • Gestão
    • Socialização
    • - organização do ambiente on-line
    • Tecnológica - apoio aos estudantes tecnologicamente menos
    • competentes
    • - elaboração dos guias de estudo
    • Pedagógica
  • 36. As três funções principais da tutoria segundo Paulsen (1995) e Mason (1997)
    • Organizativa Intelectual Social
    • Segundo Paulsen
    • Âmbito Organizativo Âmbito Social Âmbito Intelectual
    • estabelecer mediação descriminação mediação
    • objectivos tutoria anfitrião e facilitador ensino tutoria
    • definir ritmos facilitação explicitação
  • 37. As Duas Vertentes Principais do Modelo de Tutoria Proposto por Salmon (2000)
    • Tecnológica Gestão e dinamização
    • As tarefas, funções e nível de intervenção do tutor vão mudando à medida do progresso da aprendizagem.
    • 5 Estádios
  • 38. 1º Estádio Conhecimento e utilização do sistema por parte dos participantes. motivar os estudantes apoiar nas dificuldades Professor
  • 39. 2º Estádio Processos de socialização e ajustamento à interacção on-line suscitar e apoiar planificação acompanhamento cuidadosa assíduo manter a discussão centrada nos aspectos em estudo Tutor
  • 40.
    • Os participantes utilizam estratégias para lidarem com uma eventual sobrecarga de informação.
    • verificar os sinais se necessário será importa
    • de cada uma das apoiar e aconselhar os estabelecer limites à participação
    • estratégias estudantes sobre como evitar e resolver algumas dificuldades
    • e gerir o excesso de informação
    3º Estádio Tutor
  • 41.
    • - Antes do debate se iniciar cabe ao tutor aconselhar os estudantes a verificarem o equipamento e o software e a consultar os guias de estudo (Schutter et al. 2004).
    • A ajuda electrónica é ineficaz para os problemas de comunicação sobre os conteúdos do curso ( Preece 1999).
    • - É importante uma intervenção intensa por parte do tutor (Salmon 2000).
  • 42.
    • Construção do conhecimento, os participantes interagem já de forma mais aberta e participativa.
    •  Requer uma tutoria bem treinada na dinâmica de grupos
    •  Maior nivelamento dos papéis dos tutor e dos estudantes
    • Salmon aconselha uma diminuição da intervenção por parte do tutor
    4º Estádio
  • 43.
    • Avança-se para o desenvolvimento do pensamento crítico e para a capacidade de
    • desafiar o que é tido como certo. Há já uma maior exigência em matéria de
    • acesso e de software.
    •  Pode surgir alguma referência à interferência do tutor
    •  Confiança por parte de alguns participantes para confrontar o moderador, quando as suas intervenções não lhes parecem adequadas.
    • Abordagem construtivista da aprendizagem
    5º Estádio
  • 44.
    • Predominantemente descritivo
    • Identifica os padrões de
    • desenvolvimento da discussão
    • Define como e com que Questões tecnológicas quem tem
    • intensidade o professor de ter em conta em cada estádio
    • deve intervir
    • Os elementos cruciais são os institucionalmente controláveis
    • - A tutoria e a tecnologia
    Modelo de Salmon (2000)
  • 45. Modelo Transaccional Baseado pela taxionomia interaccional de Moore (1996) Baseia-se nas relações Adapta-se bem á intersubjectivas Centra-se na unidade compreensão dos modos de de comunicação funcionamento em interacção
  • 46. Anderson, Rourke, Garrison & Archer (2001)
    • Presença Social
    • Presença Cognitiva
    • Presença Tutorial
    • Para alguns investigadores (Shea et al., 2003)
    • “ Presença da tutoria” ≠ “Presença tutorial”
  • 47.
    • Garrison & Anderson (2003)
    •  Concepção e organização
    •  Facilitação do discurso
    •  Ensino
    As Três Funções Essenciais Da Tutoria
  • 48.
    • As tarefas correspondem às funções organizativas de Berge (1995), Mason (1997) e Paulsen (1995).
    • Anderson el al. i ncluem tarefas como a definição de:
    • Currículo
    • Objectivos
    • Metas temporais
    • Actividades
    • Regras de utilização do espaço de comunicação
    • Normas de relacionamento social on-line
    Funções do Tutor Modelo de Anderson et al. (2001) Tarefas de Concepção e Organização do Ensino
  • 49.
    • Aspectos Curriculares
    • Currículo Conteúdos Objectivos
    • Em Termos Metodológicos
    • Sugere-se que o Professor:
    • Dê instruções claras
    • Estabeleça com clareza e pormenor os prazos de execução das actividades
    • Ajude os estudantes a utilizar eficazmente o ambiente on-line
    • Apoie os estudantes a compreender e adoptar comportamentos adequados
  • 50. Segundo Grupo de Tarefas, no Contexto do Fórum (Anderson et al. 2001)
    • identificar opiniões convergentes ou divergentes sobre os conteúdos em estudo (Jolliffe et al. 2001);
    • procurar consensos e entendimentos;
    • encorajar e reforçar as contribuições dos estudantes (Shank 2002);
    • criar um clima de confiança e de interesse recíproco (Wilson et al. 2005);
    • solicitar a participação e estimular o debate, mantendo os estudantes envolvidos;
    • avaliar o processo (Garrison & Anderson 2003).
  • 51. Terceiro grupo de Tarefas (Anderson et al. 2001)
    • Tarefas “pedagógicas” (Berge 1995)
    • Tarefas “intelectuais” (Paulsen 1995)
    • Envolve actividades de:
    • 1) apresentar conteúdos e orientações de exploração;
    • 2) centrar a discussão em torno de aspectos específicos;
    • 3) fazer pontos de situação do debate;
    • 4) verificar se os estudantes estão a compreender bem os conteúdos, esclarecer aspectos mal compreendidos e corrigir más interpretações;
    • 5) disponibilizar fontes de informação diversificadas;
    • 6) ajudar a resolver alguns défices de competências tecnológicas dos estudantes (Berge 1995).
  • 52. Regras de Etiqueta Para o Debate on-line
    • Aconselha-se que o tutor estabeleça algumas regras básicas de etiqueta, para manter a ordem durante o debate.
    • Respeitar o tema de discussão;
    • Fazer intervenções relevantes, breves e objectivas, que manifestem respeito pelo tempo dos interlocutores;
    • Respeitar opiniões contrárias;
    • Evitar
    • Referir os erros dos outros interlocutores;
    • Fazer comentários que possam se considerados ofensivos ou agressivos;
    • Colocar material ou escrever mensagens fora do tema em debate;
  • 53. Alguns Principais Para a Acção do Tutor no Fórum
    • Funções do Tutor no ensino e comunicação:
    • de concepção;
    • de organização;
    • de metacognição;
    • de dinamização;
    • de aconselhamento;
    • de ensino.
    A grande diferença em relação aos professores de ensino presencial reside na modalidade de interacção.
  • 54. Quando se Envolve Estudantes em Actividades em Grupo é Importante ter em Conta 1) Que a aprendizagem colaborativa tem limitações:
    • de concepção;
    • de organização;
    • de dinamização.
    • Excessiva confiança nos outros como fonte de informação;
    • Redução do desempenho individual;
    • Redução da avaliação critica do trabalho.
  • 55. Que temos de ser capazes de
    • discutir ideias;
    • comunicar com clareza;
    • comparar pontos de vista;
    • fazer perguntas claras.
    Papel do professor no trabalho de grupo Manter o envolvimento Encorajar a colaboração Construção de conhecimento; Construção de espírito crítico; Discussão e negociação de objectivos No entanto, muitos Professores utilizam os computadores e as outras tecnologias mais como ferramentas de trabalho do que um meio educativo
  • 56. Forma de utilização do fórum pelo moderador (Lefoe, Hedberg & Gunn, 2002) Condiciona as opiniões dos estudantes; Influência a frequência de utilização;
    • Quando o tutor concebe formas eficazes de participação os estudantes reconhecem o valor do trabalho de grupo.
    • O facto de ser reconhecida a presença do tutor faz com que os alunos se dirijam menos aos pares.
  • 57. Observações de Mason (1991) de interacção em grupo em ambiente on-line
    • Conclusões :
    • maior o envio de mensagens pelo tutor;
    maior número de mensagens enviadas pelos alunos - introdução de temas a ser desenvolvidos pelos alunos desapontamento ao nível dos resultados - descrição de experiências pessoais dos tutores Fornece aos estudantes ideias, explicações, informações Que “obrigam”: a rever; a abandonar ou modificar perspectivas; adaptar novos pontos de vista.
    • Mason, considera que este tipo de comunicação favorece a análise, a síntese e a avaliação.
  • 58. Tipos de Tutores Tutores de ensino presencial Tutores on-line
    • respondem com menos frequência às solicitações dos estudantes on-line;
    • Mensagens curtas.
    • têm consciência da importância de acompanhar os estudantes de perto;
    • respondem às solicitações com rapidez e profundidade;
    • respondem a vários estudantes em simultâneo
  • 59. Síntese e Conclusões
    • Rossman (1999) afirma que o tutor constitui a maior e mais referida preocupação por parte dos estudantes on-line.
    • Oren et al (2002)dizem que uma tutoria menos centrada no processo dialógico limita o volume a a qualidade da interacção social, produz mais interacções entre tutor e estudante do que entre estudante e estudante e dificulta a concretização dos objectivos de construção colaborativa do conhecimento.
  • 60. Síntese e Conclusões
    • Hannon et al.(2002) dizem que professores que dão feedback frequente e significativo aos alunos, são os mais apreciados pelos estudantes.
    • Os mesmos autores dizem que os estudantes on-line valorizam respostas rápidas e pormenorizadas às suas perguntas.
    • Morgan et al. (2003) observam que temos que gerir conjugadamente os riscos de abandono dos estudantes e o excessivo desgaste dos seus tutores
  • 61. Síntese e Conclusões
    • A investigação demonstra que é muito importante a compreensão do meio de comunicação e as caracteristicas da comunicação no ambiente on-line. Identifica aspectos determinantes do perfil do tutor tais como:
    • O gosto pelo ensino à distância
    • A sua personalidade
    • O estilo educativo
  • 62. Síntese e Conclusões
    • Os progressos de natureza tecnológica tornam menos exigente o esforço do tutor, principalmente, se for utilizado software que facilite:
    • A estruturação do debate;
    • Ajude o estudante a regular e avaliar as suas intervenções;
    • Facilite o acesso e o arquivo, por parte do tutor, das contribuições dos alunos.
    • Apesar do software já estar muito desenvolvido, este tem que progredir noutras áreas, para agilizar o acesso ao fórum e á informação que ele contém.