Botânica - Reprodução Sexuada e Assexuada
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Botânica - Reprodução Sexuada e Assexuada

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Spermatophytas ...

Spermatophytas
REPRODUÇÃO SEXUADA
Flor, Fruto e Semente
REPRODUÇÃO ASSEXUADA
Reprodução vegetativa e Apomixia.

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  • 1. Reprodução em plantas vasculares Botânica EstruturalI Prof. Juliano van Melis
  • 2. Reprodução Sexuada em Plantas • Fecundação – Ciclo Haplodiplonte – Gimnospermas vs Angiospermas • A FLOR • Sementes – Dormência • O FRUTO – Tipos – Síndromes de dispersão Reprodução Assexuada em Plantas • Propagação vegetativa e Apomítica Conteúdo
  • 3. Botânica Estrutural II CICLO DE VIDA (RELEMBRANDO...)
  • 4. Ciclo de Vida Reprodução Ciclo Diplonte: Uma geração Diploide R! (2n) HAPLOIDE (N) DIPLOIDE (2N) R! MEIOSE FECUNDAÇÃO MEIOSE ZIGOTO MITOSE
  • 5. Ciclo de Vida Reprodução Ciclo Haplonte: Uma geração Haploide (2n) HAPLOIDE (N) HAPLOIDE (N) FECUNDAÇÃO MITOSE ZIGOTO MEIOSE MITOSE R!
  • 6. Ciclo de Vida Reprodução Ciclo Haplodiplonte: Uma geração Diploide e uma geração Haploide (n) (2n) R! MITOSE FECUNDAÇÃO MEIOSE R! MEIOSE MITOSE DIPLOIDE (2N) HAPLOIDE (N)
  • 7. Classificação Bryophyta Evolução
  • 8. Classificação Tracheophyta Evolução
  • 9. Classificação Tracheophyta Evolução
  • 10. Evolução Spermatopsida Classificação
  • 11. Evolução Classificação Gimnospermas Spermatopsida
  • 12. Evolução Classificação Spermatopsida GIMNOSPERMAS EXISTENTES
  • 13. Ciclo de Vida Reprodução “Briófitas”
  • 14. Ciclo de Vida Reprodução “Pteridófitas”
  • 15. Ciclo de Vida Estróbilo feminino (2n) Célula-mãe (2n) Reprodução Gimnospermas e Angiospermas Estróbilo masculino (2n) Célula-mãe (2n) R! R! Tétrade (n) Tétrade (n)
  • 16. Ciclo de Vida Estróbilo feminino (2n) Célula-mãe (2n) Reprodução Estróbilo masculino (2n) Célula-mãe (2n) R! R! Tétrade (n) Tétrade (n) Cél.s Protálicas Cél. Gamética Megásporo nucelo Cél. Tubo polínico Grão-de-pólen
  • 17. Introdução Quem são as Angiospermas? • Cerca de 400,000 espécies. • 2 grupos principais: Eudicotiledôneas e Monocotiledôneas • Autotróficas, mas existem parasitas, hemiparasitas e saprófitas
  • 18. Monotropa uniflora Saprofitica
  • 19. Rafflesia cantleyi parasita
  • 20. Cuscuta europaea parasita
  • 21. Phoradendron Erva-de-passarinho
  • 22. Gimnospermas Gnetophyta integumento Welwitschia - Gnetales A FLOR! óvulo  Óvulo central  Circundado por elementos masculinos
  • 23. Angiospermas A FLOR! estigma pétala antera carpelo ovário óvulo Berberis - Angiosperma
  • 24. Botânica Estrutural II A FLOR Neomarica sp
  • 25. FLOR • Sistema caulinar determinado Carpelo + óvulos  parede do fruto + sementes
  • 26. Fórmula floral FLOR K = cálice ou S = sépalas C = corola ou P = Pétalas A = androceu ou E = estames G = gineceu ou C = carpelos H: hipógina E: Epigina P: Perigina / : bilateral * : radial gamopétala K5 C(5) A5+5 G(6) H * sincárpico
  • 27. abertura floral Síndromes de Polinização Dia Noite Cor Observações Morcegos Branco, pardo, verde (Quiropterofilia) Grandes, odor forte Pássaros (ornitofilia) Vermelho e Amarelo Grandes, inodoras Besouros (Cantarofilia) entomofilia Síndrome Fosco, creme, esverdeado Odor forte Abelhas (Melitofilia) Amarelo, azul e branco Sensíveis à UV Borboletas (Psicofilia) Amarelo, Azul, vermelho (vivas) Odor é importante Mariposas (Falenofilia) Branco, rosa claro Odor adocicado Moscas (Miiofilia) Cores escuras (preto, bordô) Fedorentas
  • 28. Síndromes de Polinização Melitofilia polínea polínea logo após a remoção da flor estigma “garganta” pétala polínea segundos depois
  • 29. Melitofilia Orchis italica - Orchidaceae
  • 30. Melitofilia Guias de néctar Handroanthus (Tabebuia) chrysanthus - Bignoniaceae © Black Diamond Images
  • 31. Melitofilia
  • 32. Passiflora sp - Passifloraceae Melitofilia
  • 33. Miiofilia Síndromes de Polinização
  • 34. Psicofilia Síndromes de Polinização Asteraceae
  • 35. Falenofilia © Reinaldo Aguilar Posoqueria latifolia - Rubiaceae
  • 36. Falenofilia
  • 37. Cantarofilia
  • 38. Botânica Estrutural II FECUNDAÇÃO
  • 39. Fecundação Estigma Antera Estilete Filamento Ovário Se PÉTALAS = SÉPALAS  TÉPALAS
  • 40. Fecundação Esporopolinina Grãos-de-pólen
  • 41. Fecundação Grão de Pólen (Micrósporo – n) ESTAME Antera n Filamento n 2n n n Meiose (R!)
  • 42. Fecundação n Células espermáticas n Grão de pólen - Angiosperma TUBO POLÍNICO = FASE GAMETOFÍTICA 2n n n Meiose (R!)
  • 43. Fecundação Megasporócito  4 megásporos ÓVULO Núcleo do Megásporo (n) Megásporo 3 carpelos
  • 44. Fecundação Angiosperma Gimnosperma estilete ovário micrópila micrópila integumento integumento parede do ovário nucelo nucelo megasporócito megasporócito funículo
  • 45. Fecundação ÓVULO Núcleo do Megásporo (n) Megásporo Aborto e Absorção
  • 46. Fecundação Haplóides (n) 1ª mitose Núcleo do Megásporo (n) Megásporo
  • 47. Fecundação Haplóides (n) Haplóides (n) 2ª mitose
  • 48. Fecundação Vacúolo Haplóides (n) 3ª mitose
  • 49. Fecundação Vacúolo Migração
  • 50. Fecundação “Resumo” Anfípodas 3 mitoses Núcleos Polares Núcleo do Megásporo (n) Megásporo Oosfera Sinérgides
  • 51. Fecundação ESPORÓFITO FLOR Microsporofilos (filetes) Megasporofilos (carpelos)
  • 52. Fecundação ESPORÓFITO FLOR Microsporofilos (filetes) Megasporofilos (carpelos) Microsporângios (2n) (Anteras com sacos polínicos) Megasporângios (2n) (óvulos)
  • 53. Fecundação ESPORÓFITO FLOR Microsporofilos (filetes) Megasporofilos (carpelos) Microsporângios (2n) (Anteras com sacos polínicos) Megasporângios (2n) (óvulos) R! R!
  • 54. Fecundação ESPORÓFITO FLOR Microsporofilos (filetes) Megasporofilos (carpelos) Microsporângios (2n) (Anteras com sacos polínicos) Megasporângios (2n) (óvulos) R! R! Micrósporo (n) Megásporo (n) Núcleo masculino Núcleo masculino Oosfera 2 x Núcleos polares
  • 55. Fecundação ESPORÓFITO FLOR Microsporofilos (filetes) Megasporofilos (carpelos) Microsporângios (2n) (Anteras com sacos polínicos) Megasporângios (2n) (óvulos) R! R! Micrósporo (n) Megásporo (n) Núcleo masculino ANGIOSPERMAS Núcleo masculino Oosfera ZIGOTO (2n) 2 x Núcleos polares
  • 56. Fecundação ESPORÓFITO FLOR Microsporofilos (filetes) Megasporofilos (carpelos) Microsporângios (2n) (Anteras com sacos polínicos) Megasporângios (2n) (óvulos) R! R! Micrósporo (n) Megásporo (n) Núcleo masculino ANGIOSPERMAS Núcleo masculino Oosfera 2 x Núcleos polares Endosperma secundário (3n)
  • 57. Fecundação ESPORÓFITO FLOR Microsporofilos (filetes) Megasporofilos (carpelos) Microsporângios (2n) (Anteras com sacos polínicos) Megasporângios (2n) (óvulos) R! R! Micrósporo (n) Megásporo (n) Núcleo masculino GIMNOSPERMAS Núcleo masculino Oosfera ZIGOTO (2n) 2 x Núcleos polares
  • 58. Fecundação ESPORÓFITO FLOR Microsporofilos (filetes) Megasporofilos (carpelos) Microsporângios (2n) (Anteras com sacos polínicos) Megasporângios (2n) (óvulos) R! R! Micrósporo (n) Megásporo (n) Núcleo masculino Núcleo masculino Oosfera 2 x Núcleos polares Células do Gametófito GIMNOSPERMAS Endosperma Primário (n)
  • 59. Sistema de Autoincompatibilidade EVITAR A ENDOGAMIA • Mecanismos Morfológicos para a Incompatibilidade • Auto-Incompatibilidade Gametofítica (AIG) • Auto-Incompatibilidade Esporofítica (AIE) • Auto-Incompatibilidade Tardia
  • 60. Mecanismos Morfológicos • • • • • Flores unissexuadas Plantas MDicas Dicogamia: Protoginia e Protoandria Hercogamia Heteroestilia Sistema de Autoincompatibilidade
  • 61. Mecanismos Morfológicos • • • • • Flores unissexuadas Plantas Dioicas Dicogamia: Protoginia e Protoandria Hercogamia Heteroestilia (1) Indivíduo masculino (2) Indivíduo feminino Sistema de Autoincompatibilidade Humulus lupulus (3) Cones femininos maduros
  • 62. Mecanismos Morfológicos • • • • • Flores unissexuadas Plantas Dioicas Dicogamia: Protoginia e Protoandria Hercogamia Heteroestilia Sistema de Autoincompatibilidade Aeonium undulatum
  • 63. Mecanismos Morfológicos • • • • • Sistema de Autoincompatibilidade Flores unissexuadas Plantas Dioicas Dicogamia: Protoginia e Protoandria Hercogamia Heteroestilia Espécies com Psicofilia ou Falenofilia Espécie B Espécie A estigma estigma estilete HERCOGAMIA DE APROXIMAÇÃO estigma estigma estilete HERCOGAMIA INVERTIDA
  • 64. Mecanismos Morfológicos • • • • • Flores unissexuadas Plantas Dioicas Dicogamia: Protoginia e Protoandria Hercogamia Heteroestilia estilete estilete estame estame MESMA ESPÉCIE Sistema de Autoincompatibilidade
  • 65. A.I.Gametofítica Sistema de Autoincompatibilidade Os tubos polínicos só irão crescer e só irá ocorrer fecundação se o alelo presente no grão de pólen não estiver presente no tecido diploide do estilete. S1 S2 S1S2 (feminino) x S1S2 (masculino)  grãos de pólen serão S1 e S2  tubos polínicos não irão crescer  não haverá progênie S1 S2
  • 66. A.I.Gametofítica Sistema de Autoincompatibilidade Os tubos polínicos só irão crescer e só irá ocorrer fecundação se o alelo presente no grão de pólen não estiver presente no tecido diploide do estilete. S1 S3 S1S2 (feminino) x S1S3 (masculino)  grãos de pólen serão S1 e S3  apenas tubos polínicos S3 irão crescer  progênie será S1S3 e S2S3 S1 S2
  • 67. A.I.Gametofítica Sistema de Autoincompatibilidade Os tubos polínicos só irão crescer e só irá ocorrer fecundação se o alelo presente no grão de pólen não estiver presente no tecido diploide do estilete. S3 S4 S1S2 (feminino) x S3S4 (masculino)  grãos de pólen serão S3 e S4  todos os tubos polínicos irão crescer  progênie será S1S3, S1S4, S2S3 e S2S4 S1 S2
  • 68. A.I.Esporofítica Sistema de Autoincompatibilidade A especificidade do pólen é determinada pelo genótipo diploide do esporófito, isto é, da planta mãe. Portanto, o que determinará a ocorrência ou não de AI não será o alelo que o pólen carrega, mas sim os alelos presentes no tecido diploide da planta.
  • 69. A.I.Esporofítica Sistema de Autoincompatibilidade S1S2 (feminino) x S1S2 (masculino)  grãos de pólen portarão alelos S1 ou S2 mas expressarão sempre o S1 tubos polínicos não irão crescer  NÃO HAVERÁ PROGÊNIE S1S2 (feminino) x S1S3 (masculino)  grãos de pólen portarão alelos S1 ou S3 mas expressarão sempre o S1  tubos polínicos não irão crescer  NÃO HAVERÁ PROGÊNIE S1S2 (feminino) x S3S4 (masculino)  grãos de pólen portarão alelos S3 ou S4 mas expressarão sempre o S3  todos os tubos polínicos irão crescer  PROGÊNIE SERÁ S1S3, S1S4, S2S3 E S2S4
  • 70. A.I.Tardia (ou ovariana) Sistema de Autoincompatibilidade O grão-de-pólen germina, alcança o óvulo, mas não forma o fruto. Pode ser pré-zigótico (antes da formação do zigoto) ou pós-zigótico (com má formação do zigoto e posterior aborto) Spathodea campanulata: pós-zigótica Narcisus triandrus: pré-zigótica
  • 71. Botânica II SEMENTES
  • 72. Diferenças Sementes GIMNOSPERMAS Originados do Zigoto (embrião) Endosperma Primário (Haplóide)
  • 73. Diferenças Sementes ANGIOSPERMAS Meristema Apical Cotilédones Hipocótilo Radícula
  • 74. Estudos • Desenvolvimento • Ecologia • Biotecnologia
  • 75. Diferenças Sementes Quem tem sementes?
  • 76. Definição Sementes Endosperma (3n) Embrião (2n) - Embrião coberto por um tegumento, normalmente associado a um tecido de reserva Corte de semente de uma Angiosperma
  • 77. Definição Sementes Endosperma primário - Gimnospermas: n ex-gametófito feminino Endosperma secundário - Angiospermas: 3n 2 núcleos polares (F) + 1 núcleo gamético (M) Endosperma (3n) Embrião (2n) Corte de semente de uma Angiosperma
  • 78. Diferenças Sementes ANGIOSPERMAS Capsella bursa-pastoris - Brassicaceae
  • 79. Diferenças Sementes ANGIOSPERMAS Meristema Apical Hipocótilo Cotilédones Radícula Capsella bursa-pastoris - Brassicaceae
  • 80. Diferenças Sementes ANGIOSPERMAS Endosperma secundário (Triplóide) 3n Capsella bursa-pastoris - Brassicaceae
  • 81. Sementes Monocotiledônea Diferenças Dicotiledônea
  • 82. Diferenças Sementes Cotilédone Tegumento Cicatriz da placentação Micrópila Radícula Eixo embrionário Plúmula Dicotiledônea
  • 83. Diferenças Sementes Cotilédone Tegumento Cicatriz da placentação Micrópila Radícula Eixo embrionário folhas/folíolos da muda  Plúmula Dicotiledônea
  • 84. Diferenças Sementes Aleurona Endosperma Tegumento Coleóptile Folhas jovens (do embrião) Meristema apical Escutélo (Cotilédone de Poaceae) Eixo da raiz Coleoriza Monocotiledônea
  • 85. Sementes Exemplos Testa Pithectotenium crucirigerum – Bignoniaceae – “Pente-de-macaco”
  • 86. Sementes Exemplos Sarcotesta Punica granatum – Punicaceae – “Romã”
  • 87. Sementes Exemplos Arilo Tem origem do funículo Paullinia ramiflora – Sapindaceae – “Guaraná”
  • 88. Sementes Exemplos Semente Mimética Ormosia arborea – Fabaceae – “olho-de-cabra”
  • 89. Sementes Exemplos Lodoicea maldivica – Arecaceae – “Coco-das-Ilhas-Maurício”
  • 90. Germinação Mudas Dicotiledônea Monocotiledônea
  • 91. Germinação Mudas Espécie A Espécie B Espécie C Espécie D
  • 92. Germinação Mudas cotilédones Podem ser subterrâneos Ou aéreos. cotilédones Espécie A: Cotilédones Aéreos Espécie B: Cotilédones Subterrâneos
  • 93. Germinação Mudas cotilédone Podem ser subterrâneos Ou aéreos. Espécie C: Cotilédone Subterrâneo Espécie D: Cotilédone Aéreo (e caduco) cotilédone cotilédone
  • 94. Germinação Mudas Hipocótilo Cotilédone Folhas jovens Cotilédone: Nutrição ao embrião (às vezes até a muda)
  • 95. Mudas Germinação
  • 96. Mudas Germinação Folhas jovens Coleóptile Cotilédone: escudo Reserva nutritiva  endosperma
  • 97. Monocotiledônea Endosperma Secundário (3n)  Tecido Triplóide
  • 98. Dormência Mudas Embriogênese Maturação Dormência
  • 99. Dormência Mudas Embriogênese Diferenciação do Embrião Maturação Dormência Estabelece o plano do corpo da planta, composto por dois padrões sobrepostos nos sistemas de tecidos: Apical-basal – ao longo do eixo principal Radial – concentricamente disposto - Divisão Celular (mitoses)
  • 100. Mudas A embriogênese é acompanhada pelo desenvolvimento da semente. SEMENTE: Embrião, albúmen e tegumentos.
  • 101. Dormência Mudas Embriogênese Maturação Acúmulo de reservas - Expansão celular - Duplicação de DNA Dormência
  • 102. Dormência Mudas Embriogênese Maturação Redução do Metabolismo - Perda de água - Peso seco constante Dormência
  • 103. Dormência Mudas Embriogênese Maturação Dormência GERMINAÇÃO
  • 104. Mudas Dormência - Dormência inata: Evita a viviparidade - Dormência induzida: Fora da planta-mãe. Não há condições ambientais para a germinação, mesmo após a remoção da inibição. - Dormência forçada: Não há germinação, mesmo com boas condições ambientais, devido a fatores inibitórios
  • 105. Dormência Mudas - Dormência inata: Evita a viviparidade - Dormência induzida: Fora da planta-mãe. Não há condições ambientais para a germinação, mesmo após a remoção da inibição. “Dormência Secundária” - Dormência forçada: Não há germinação, mesmo com boas condições ambientais, devido a fatores inibitórios
  • 106. Dormência Mudas - Dormência inata: Evita a viviparidade - Dormência induzida: Fora da planta-mãe. Não há condições ambientais para a germinação, mesmo após a remoção da inibição. - Dormência forçada: Não há germinação, mesmo com boas condições ambientais, devido a fatores inibitórios “Dormência Primária”
  • 107. INATA FORÇADA INDUZIDA
  • 108. INATA Fator FORÇADA INDUZIDA
  • 109. INATA Fator FORÇADA INDUZIDA
  • 110. INATA Fator FORÇADA INDUZIDA
  • 111. INATA Fator FORÇADA Fator INDUZIDA
  • 112. INATA Fator FORÇADA Fator INDUZIDA
  • 113. INATA Fator FORÇADA Fator INDUZIDA Fator 1
  • 114. INATA Fator FORÇADA Fator INDUZIDA Fator 1 Fator 2
  • 115. INATA Fator FORÇADA Fator INDUZIDA Fator 1 Fator 2
  • 116. Dormência Mudas Principais causas da dormência • Tegumento impermeável • Embrião • Substâncias inibitórias • Combinação de causas
  • 117. Dormência Mudas Principais causas da dormência • Tegumento impermeável Escarificação Mecânica Química Tegumento Cotilédone Testa
  • 118. Mudas Dormência
  • 119. Mudas Dormência
  • 120. Dormência Mudas Principais causas da dormência • Substâncias inibitórias Estratificação (umidificação da semente) Luz/Escuro
  • 121. Filtro Histórico Filtro Bióticos e Fisiológicos
  • 122. Botânica Estrutural II O FRUTO Bactris setosa
  • 123. A formação do fruto Frutos A figura mostra uma flor, após a fecundação, até o início de maturação do fruto.
  • 124. Formação dos frutos Ovário Frutos Origina Óvulos fecundados Originam Fruto Sementes
  • 125. Partes do fruto Frutos
  • 126. Os tipos de frutos Frutos Frutos simples Originam-se de um só ovário.  Frutos carnosos: Apresentam material suculento.
  • 127. Frutos carnosos Baga: pericarpo carnoso Drupa: endocarpo duro.
  • 128. Frutos carnosos Pomo: endocarpo cartilaginoso, exocarpo parenquimatoso. Ovário expandido carnoso Pepônio: Pericarpo rígido
  • 129. Frutos carnosos Hesperídio: Exocarpo colenquimatoso com glândulas oleosas
  • 130. Os tipos de frutos Frutos  Frutos secos: Apresentam material seco e duro.  Deiscentes – abrem-se quando maduros.  Indeiscentes – não se abrem quando maduros.
  • 131. Frutos secos Folículo: divide-se em uma única linha Deiscentes Legume: um carpelo dividido em duas linhas
  • 132. Frutos secos Cápsula: um carpelo que se abre (septicida/loculidicida e poricida) Deiscentes Silíqua: Abre-se em duas valvas
  • 133. Frutos secos Indeiscentes Aquênio: uma semente/fruto com parede fina Cipsela: Aquênio de ovário ínfero, com pappus peludo
  • 134. Frutos secos Indeiscentes Noz: Aquênio com parede grossa Sâmara: Aquênio alado
  • 135. Indeiscentes Frutos secos Esquizocárpico: Carpelos de um ovário composto que se subdivide Grão (Cariopse): Aquênio de gramíneas (ovário súpero)
  • 136. Os tipos de frutos Frutos Frutos compostos Originam-se de uma única flor que tem vários ovários. Ex.: Framboesa. Frutos múltiplos Originam-se dos ovários de muitas flores que crescem num mesmo ramo. Ex.: Abacaxi.
  • 137. Os tipos de frutos Frutos Pseudofrutos (Falsos frutos) O fruto verdadeiro origina-se do ovário da flor, enquanto que o pseudofruto origina-se de outras partes da flor, como o receptáculo e o pedúnculo.
  • 138. Síndromes de dispersão • • • • Anemocoria Zoocoria (Endo e Ecto) Autocoria Hidrocoria Frutos
  • 139. Síndromes de dispersão • • • • Anemocoria Zoocoria (Endo e Ecto) Autocoria Hidrocoria Frutos
  • 140. Síndromes de dispersão • • • • Anemocoria Zoocoria (Endo e Ecto) Autocoria Hidrocoria Frutos
  • 141. Síndromes de dispersão • • • • Anemocoria Zoocoria (Endo e Ecto) Autocoria Hidrocoria Frutos
  • 142. Botânica Estrutural II REPRODUÇÃO ASSEXUADA
  • 143. Reprodução Assexuada  Não há participação de gametas Vantagens do sexo • Evolução • Indivíduo  espécie • • • • Desvantagens do sexo Mães dispendem recursos para seus filhos; Seus filhos podem não se adaptarem ao ambiente; Ausência de polinizadores pode levar a uma crise; Condições extremas podem ser mais vantajosas para espécies assexuadas
  • 144. Reprodução Assexuada • Reprodução vegetativa – Estolões (Estolhos) – Rizomas (caules subterrâneos) – Colmos, bulbos ou tubérculos – Raízes ou rebentos – Folhas • Apomixia (~ partenogênese) – Diplosporia – Aposporia – Embrionia adventícia
  • 145. Reprodução Assexuada • Reprodução vegetativa – Estolões (Estolhos) – Rizomas (caules subterrâneos) – Colmos, bulbos ou tubérculos – Raízes ou rebentos – Folhas Constituir um ( partenogênese) “com baixo custo”. • Apomixia novo indivíduo (clonal) ~ – Diplosporia – Aposporia – Embrionia adventícia
  • 146. Reprodução Assexuada • Reprodução vegetativa – Estolões (Estolhos) – Rizomas (caules subterrâneos) – Colmos, bulbos ou tubérculos – Raízes ou rebentos Geração de clones (através de sementes) com mutações – Folhas • Apomixia (~ partenogênese) – Diplosporia – Aposporia – Embrionia adventícia
  • 147. Reprodução Assexuada Estolões (Estolhos) Reprodução vegetativa  Conexões horizontais entre organismos.
  • 148. Cyperaceae - Ficinia spiralis
  • 149. Reprodução Assexuada Reprodução vegetativa Rizomas (caules subterrâneos)  Caule subterrâneo com crescimento horizontal Estolões são acima do solo e Rizomas são abaixo do solo inflorescência bainha ESTOLÕES RIZOMA
  • 150. Reprodução Assexuada Reprodução vegetativa Colmos, bulbos ou tubérculos Colmos: Caules de gramíneas com nós e entrenós bem visíveis Bulbos: caule curto com folhas Tubérculo: Caule subterrâneo arredondado
  • 151. Reprodução Assexuada Reprodução vegetativa Raízes ou rebentos
  • 152. Reprodução Assexuada Reprodução vegetativa Bryophyllum daigremontianum Folhas
  • 153. Reprodução Assexuada Vantagens da Apomixia Apomixia • Sucesso reprodutivo mesmo na ausência de polinização (exceto embrionia adventícia e aposporia pseudogâmica); • Reprodução clonal por semente = vantagens das sementes (ausência de vírus, dispersão e dormência); • Energia dispendida com zigotos viáveis e material genético idêntico ao da planta-mãe; • Pode-se economizar energia com a produção de pólens; • Disseminação de genótipos extremamente adaptados.
  • 154. Reprodução Assexuada Desvantagens da Apomixia Apomixia • Incapacidade de evitar o acúmulo de mutações desvantajosas ao sucesso reprodutivo e adaptação pela ausência de recombinações e segregações; • Incapacidade de recombinar características vantajosas oriundas de mutações em indivíduos diferentes; • Nicho populacional bastante estreito.
  • 155. Reprodução Assexuada Diplosporia Apomixia Megásporo não sofre meiose (diplosporia mitótica) ou não a completa (diplosporia meiótica)
  • 156. Reprodução Assexuada Apomixia Aposporia Saco embrionário tem origem em células do nucelo.
  • 157. Reprodução Assexuada Apomixia Embrionia adventícia Existe a fecundação, mas células estruturais do ovário (nucelo ou integumento) geram novo embrião
  • 158. Próximas duas aulas: LABORATÓRIO 14/fevereiro – Flores e Estróbilos 21/fevereiro – Frutos e sementes NÃO ESQUEÇAM OS SEUS JALECOS ! E LÁPIS DE COR “Eu não sei o que é, mas está crescendo bem rápido!”