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Avalia+º+úo col vertebral

  1. 1. Rev Latino-am Enfermagem 2001 março; 9(2): 67-75www.eerp.usp.br/rlaenf 67 MODELO DE AVALIAÇÃO FÍSICO-FUNCIONAL DA COLUNA VERTEBRAL Neusa Maria Costa Alexandre* Marco Antonio Alves de Moraes**Alexandre NMC, Moraes MAA. Modelo de avaliação físico-funcional da coluna vertebral. Rev Latino-am Enfermagem 2001 março; 9(2): 67-75. O presente trabalho descreve os métodos semiológicos que devem ser empregados na exploração postural e na avaliação dacoluna vertebral, dentro da assistência à saúde em nível primário. Os métodos empregados nessa propedêutica sistematizada englobam ohistórico e um exame físico específico composto de: inspeção estática e exame postural; inspeção dinâmica; palpação; avaliação da força eflexibilidade musculares; exame neurológico e manobras especiais.UNITERMOS: exame físico, coluna vertebral, dor lombar SPINAL CORD PHYSICAL ASSESSMENT MODEL The study describes semiological methods that must be employed in posture and spinal cord evaluation, considering primary healthcare. The methods used in this study involve the patient´s history, and a specific physical examination which includes a static inspection,posture examination, dynamic inspection, palpation, muscle strength and flexibility assessment, neurological examination and special tests.KEY WORDS: physical assessment, spinal cord, low back pain MODELO DE EVALUACIÓN FÍSICO-FUNCIONAL DE LA COLUMNA VERTEBRAL El presente trabajo describe un modelo de evaluación fisico-funcional que puede ser empleado en la evaluación postural y en lavaloración de la columna vertebral dentro de la atención a la salud en nivel primario. Los métodos empleados en esa propedéutica sistematizadaengloban la historia clínica y un examen físico específico compuesto de inspección estática y examen de la postura, inspección dinámica,palpación, evaluación de la fuerza y flexibilidad muscular, examen neurológico y maniobras especiales.TÉRMINOS CLAVES: examen físico, columna vertebral, dolor de la región lumbar1. INTRODUÇÃO se que o Currículo Mínimo de Enfermagem sofreu uma reformulação, com a resolução do Conselho Federal de Educação nº 314/94, em As afecções do sistema músculo-esquelético, que a disciplina Semiologia e Semiotécnica de Enfermagem, queparticularmente as algias vertebrais, constituem um problema tão integra a Área Fundamentos da Enfermagem, passa a fazer partesério na sociedade moderna, que equipes multidisciplinares de um dos conteúdos programáticos obrigatórios. Além disso,procuram desenvolver normas para uma adequada avaliação da considera-se que a enfermagem deve utilizar estratégias de (1-3)coluna vertebral . Especificamente sobre a enfermagem, recorda- metodologia científica para subsidiar suas ações. Dentro deste* Enfermeira. Professor Assistente Doutor do Departamento de Enfermagem da Faculdade de Ciências Médicas-UNICAMP. Endereço: Dr. Miguel Pierro, 128- Cidade Universitária - 13083-300 - Campinas - São Paulo - Brasil. E-mail: neusalex@fcm.unicamp.br** Fisioterapeuta. Centro de Saúde da Comunidade da UNICAMP. Pós-graduando da Faculdade de Educação Física - UNICAMP. Prof. Adjunto do Curso deFisioterapia da Universidade Paulista-UNIP
  2. 2. Modelo de avaliação físico-funcional... Rev Latino-am Enfermagem 2001 março; 9(2): 67-75Alexandre NMC, Moraes MAA. www.eerp.usp.br/rlaenf 68contexto, os estudantes de enfermagem precisam ser preparados de problemas musculo-esqueléticos(7). Faz-se necessário, então,para realizar uma propedêutica vertebral sistematizada, empregando investigar os aspectos relacionados sobre crenças quanto à afecção;métodos semiológicos específicos. Como integrantes de um Grupo medo de dor e de retornar às atividades normais; presença dede Coluna, os autores do presente trabalho promovem um ansiedade e depressão bem como de fatores que envolvem oatendimento interdisciplinar individualizado, o que proporciona uma trabalho como suporte social, satisfação, percepções sobre demanda (7-8)avaliação de vários aspectos das afecções relacionadas com a coluna da carga de trabalho e as questões legais trabalhistas . Avertebral, com ênfase nos aspectos ocupacionais e ergonômicos. utilização de álcool e de tabagismo também deve ser determinada. Este estudo tem por objetivo descrever as etapas Já existem evidências da associação entre o tabagismo e dores nas (9)essenciais do histórico e do exame físico de uma avaliação postural costas em adultos , sendo que o uso de álcool e fumo estãoe da coluna vertebral, com vistas a fornecer uma abordagem mais relacionados com o aumento do risco de osteoporose(10).racional e consistente dentro de uma assistência à saúde em nível Nessa parte da entrevista, procura-se levantar dados queprimário. fornecerão subsídios para a formulação de orientações ergonômicas Os métodos semiológicos descritos nessa abordagem e posturais específicas para cada paciente. Dentro desse contexto,englobam a anamnese e um exame físico específico que emprega investiga-se as posturas adotadas, as atividades, os equipamentosos seguintes métodos: inspeção estática e exame postural; inspeção e mobiliários e o ambiente de trabalho. Indaga-se sobre a práticadinâmica; palpação; avaliação da força e flexibilidade musculares; de algum tipo de atividade física regular, tipo de colchão eexame neurológico e manobras especiais. Para facilitar o registro travesseiros utilizados e a posição ao dormir, apresentando tambémdos dados coletados, desenvolveu-se uma ficha específica que é os principais pontos que não podem ser esquecidos ao se tentarutilizada, rotineiramente, durante a avaliação do Grupo de Coluna detectar condições realmente graves na coluna ver tebral, (11)(Anexo 1). denominadas “red flags” . Para pesquisar câncer e infecção, esses autores destacam: idade acima de 50 e abaixo de 20; história de câncer; febre e perda de peso; infecção bacteriana recente;2. HISTÓRICO ESPECÍFICO imunossupressão; uso de drogas e dor que piora durante a noite e (11) na posição supina. Para detectar possíveis fraturas , recomendam Lembrando que o paciente precisa sempre ser visto como pesquisar traumas e, para comprometimento neurológico severo,um todo, a primeira etapa dessa abordagem é a entrevista que destacam incontinência urinária ou fecal e déficit neurológicodeve ser realizada em ambiente tranqüilo e sem interrupções, progressivo em membros inferiores. (4)deixando o paciente usar sua linguagem . 2.2 - Sinais e sintomas específicos infor ormações ger erais2.1 - Identificação e infor mações gerais Após coletar os dados da identificação, é importante A anamnese inicia-se pela identificação, contendo permitir que o paciente coloque livremente o motivo que o levou aelementos tais como idade, sexo, peso e altura. Não se deve esquecer procurar auxílio. A grande maioria dos pacientes procura auxílio,também de investigar questões que envolvem a ocupação atual e tendo como queixa principal a dor, que deve ser analisada nosas pregressas, visto que muitas das afecções que atingem a coluna seguintes aspectos: (5)vertebral estão relacionadas com as atividades laborativas . A - Localização A dor pode estar localizada em um segmento da coluna Localização:avaliação de antecedentes pessoais e familiares e a investigação de (cervical, dorsal e lombar) ou em toda a sua extensão. Tendo comopatologias concomitantes auxiliam na detecção de doenças referência sua localização, pode-se reconhecer as síndromes:específicas, sendo necessário verificar a presença de neoplasia cervicalgia, dorsalgia e lombalgia.maligna, tuberculose, cirurgia, entre outros. Deve-se, igualmente, - Intensidade Pode ser classificada em leve, moderada e intensa. Intensidade:avaliar a presença de manifestações sistêmicas que acompanham a Os processos degenerativos geralmente causam dor de pequena esintomatologia vertebral, tais como anorexia, emagrecimento e febre. média intensidade, enquanto que nas afecções compressivas ela (12)Sintomas genitourinários e disfunção esfincteriana também devem costuma ser intensa .ser pesquisados, pois podem estar relacionados com compressão Considera-se importante controlar alguns dados que (6)neural . Questões relacionadas a fatores psicossocias, econômicos servirão para avaliar sua evolução. Como sugestão, o paciente poderáe estilo de vida fornecem, da mesma forma, pistas importantes, responder um questionário em cada visita. A intensidade da dorvisto que podem influenciar significantemente o início e a progressão pode ser avaliada por uma escala numérica que varia de 0 a 100,
  3. 3. Rev Latino-am Enfermagem 2001 março; 9(2): 67-75 Modelo de avaliação físico-funcional...www.eerp.usp.br/rlaenf Alexandre NMC, Moraes MAA. 69sendo que 0 significa ‘sem dor’ e 100 ‘a pior dor imaginável’(13). exame físico específico procura coletar, de uma forma sistemática,Para a localização das áreas de dor é possível utilizar uma figura dados relacionados com a detecção de determinados defeitos (14)humana . posturais e alterações musculoligamentares. Os pacientes do sexo- Dur ação Deve-se investigar quando a dor iniciou e se ela é contínua Duração ação: masculino devem estar com um calção de banho e as do sexo (8)ou intermitente. Foi definida dor aguda aquela que dura 7 dias ; feminino com um avental aberto na região dorsal.subaguda quando a duração vai de 1 a 4 semanas; ‘em risco’ quando Compreende a inspeção estática e dinâmica e a palpação.dura de 4 a 12 semanas e crônica com mais de 12 semanas.- Modo de início Súbito ou gradual. início: exame postural 3.1 - Inspeção estática e exame postur al- Ritmo Deve-se pesquisar a associação da dor com o repouso e Ritmo:com os movimentos. Uma dor contínua, mesmo em repouso, que se Os defeitos posturais podem ser congênitos ou adquiridos (12)agrava com os movimentos ocorre na hérnia discal . De uma forma (doença, hábito, fraqueza muscular, etc.) sendo que sua importância (18-20)geral, as doenças inflamatórias pioram após repouso prolongado e reside na anomalia postural que representa . Na posturaas mecânicas ou degenerativas melhoram com o repouso e pioram deficiente existe uma relação anormal entre as diversas partes do (4, 15)com o uso da articulação, geralmente à tarde . corpo, resultando em solicitação excessiva dos elementos de apoio- Ir r adiação A dor da região lombar pode irradiar-se para os Irr adiação: e na diminuição do perfeito equilíbrio do corpo sobre a base demembros inferiores e da região cervical para os membros superiores. sustentação(21). Dessa forma, os defeitos posturais determinamEssa irradiação sugere a possibilidade de comprometimento traumas crônicos sobre as articulações e estruturas associadas,radicular, cuja etiologia pode ser degenerativa (discoartrose) ou sendo, então, considerados elementos favorecedores ou agravantescompressiva (hérnia discal)(12). Quando a dor irradia abaixo do joelho da patogenia das algias da coluna vertebral(19). Estes fatos justificamsugere uma verdadeira radiculopatia do que quando ela irradia a importância de se realizar um exame postural cuidadoso e (1)somente para a coxa posterior . minucioso. A inspeção deve ser realizada em um local com boa- Fatores precipitantes e agr avantes Deve-se procurar verificar o Fatores precipitantes ag antes: iluminação onde o paciente possa caminhar, procurando inicialmenterelacionamento da dor com algum tipo de esforço físico, postura, observar a postura, a marcha, atitudes antálgicas, abdômen flácido, (12, 22)movimento, esportes, tensão emocional e trauma. entre outros .- Fatores de melhor a: Repouso, variações do decúbito, calor local, Fatores melhora Nessa fase do exame, pode-se utilizar um simetógrafo, ouetc. seja, um retículo que ocupa toda a altura de um indivíduo com um Não se deve esquecer de pesquisar sinais e sintomas tablado fixo. Um braço de madeira está fixado, perpendicularmente,concomitantes tais como parestesias (formigamento, dormência), à moldura superior, projetando-se aproximadamente 60 cm adiante.fraqueza muscular, rigidez pós-repouso e exacerbação da dor por Um fio de prumo, preso a este braço, divide em duas metades iguais (4, 15) (21, 23)ocasião de tosse e espirro . Ao discorrer sobre avaliação da o retículo em sentido vertical . Os pacientes devem ser (16)região cervical autores relatam que dores nesta região, por examinados descalços e sob diferentes ângulos: de frente, de ladocompressão neural, são agravadas durante tosse, espirro e e de costas. Dessa forma, procura-se detectar as seguintesdefecação por aumentarem a pressão intracranial. Uma história alterações:persistente de parestesia e debilidade na perna aumenta a (1)probabilidade de um envolvimento neurológico . Outras questões Alterações curv turas 3.1.1 - Alter ações do alinhamento e das cur vatur as da colunaimportantes que devem fazer parte da entrevista inicial inclui ertebral tebr ver tebralrespostas a outros tratamentos e história de traumas significantes (11)tais com queda de altura e acidente de carro . cervical - Coluna cer vical No segmento cervical procura-se detectar um aumento da lordose ou sua retificação e protusão de C7. Pode-se também3. EXAME FÍSICO ESPECÍFICO observar alterações na posição da cabeça, como inclinações laterais (4, 23) e projeção para frente . A propedêutica física da coluna vertebral deve ser iniciada dorsal - Coluna dor salem um sentido global, isto é correlacionando cabeça, coluna, bacia Na região torácica nota-se um aumento ou retificação dae membros inferiores, para depois passar à exploração segmentar. cifose e a presença de escoliose.A justificativa para isto é que a interdependência funcional com esses - Coluna lombar (17)elementos altera a estática e a dinâmica da coluna vertebral . O Em relação à região lombar, verifica-se a presença de
  4. 4. Modelo de avaliação físico-funcional... Rev Latino-am Enfermagem 2001 março; 9(2): 67-75Alexandre NMC, Moraes MAA. www.eerp.usp.br/rlaenf 70hiperlordose, retificação da lordose e escoliose. A coluna vertebral, Coloca-se o paciente em decúbito dorsal e alinha-se os membrosconsiderada no seu conjunto, é retilínea, quando observada de frente inferiores, simetricamente, em extensão. Com uma fita métrica,ou posteriormente. Ao contrário, quando é vista em sentido lateral, verifica-se a distância compreendida entre as espinhas ilíacas ântero-apresenta quatro curvaturas normais que são, de cima para baixo: superiores e os maléolos internos ou da cicatriz umbilical até os (26)lordose cervical, com concavidade posterior; cifose dorsal, com maléolos internos .convexidade posterior; lordose lombar, com concavidade posteriore curvatura sacral, que é fixa, em virtude da soldadura definitiva 3.2 - Inspeção dinâmica (20, 24)das vertebras sacrais . As alterações das curvaturas podemser produzidas por traumas, defeitos congênitos, posturas Nesta fase do exame, procura-se avaliar a amplitude dosinadequadas, entre outros. A escoliose é o desvio lateral da coluna movimentos da coluna e pesquisar a presença de dor àvertebral. Pode aparecer nas seguintes localizações: lombar, movimentação de cada segmento, o que permite verificar suas (25)torácica, toracolombar e dupla curva . São classificadas em limitações funcionais. O paciente continua na posição de pé e realizaestruturadas e não estruturadas. A escoliose estruturada é os movimentos, separadamente, por região da coluna.identificada, clinicamente, quando o paciente faz a flexão do tronco,notando-se então o aparecimento de uma gibosidade, que está cervical 3.2.1- Coluna cer vicalsempre na convexidade da curva. Radiologicamente, os corposvertebrais rodam para o lado da convexidade e os processos Os movimentos efetuados pela coluna vertebral são: flexão, (12)espinhosos para a concavidade da curva . Como as alterações extensão, rotação e inclinação (12, 26-27) .da escoliose podem originar problemas graves, seu diagnóstico (21) - Flexão: Pedir ao paciente para mover anteriormente a cabeça, oprecoce é muito importante . alcance normal permitirá que encoste o queixo na face anterior do tórax. Alterações cintura escapular3.1.2 – Alter ações da cintura escapular - Extensão: A cabeça é projetada para trás, o alcance é normal, quando o paciente consegue olhar diretamente para o teto. Verifica-se o nível dos ombros e das escápulas e a presença - Rotação direita e esquerda: A rotação normal permite que o queixode alterações do posicionamento das escápulas (ex. aladas, planas). do paciente quase se alinhe ao ombro. - Inclinação direita e esquerda: Normalmente, o paciente será capaz Alterações cintura3.1.3 – Alterações da cintura pélvica de inclinar a cabeça cerca de 45º em direção ao ombro. Observa-se se uma inclinação e a presença de retroversão lombossacra 3.2.2- Coluna torácica e lombossacraou anteroversão. O desnível dos quadris tanto pode ser em razãoda desigualdade de comprimento dos membros inferiores, quanto à (21) - Flexão: Solicitar ao paciente que tente encostar as mãos no chão,presença de curvatura anormal da coluna lombar . mantendo os joelhos retos. O normal é o paciente quase alcançar (6) Alterações membros inferior eriores3.1.4 – Alterações em membros inferiores os dedos dos pés . - Extensão: Quando o tronco é projetado para trás (30º). Procura-se notar joelhos valgos, varos, recurvados e - Rotação direita e esquerdatambém tíbias varas. As duas deformidades mais comuns do joelho - Inclinação direita e esquerda. O paciente deve inclinar-se até (6)são: excesso de angulação valgo (joelhos em X) ou varo (joelhos alcançar a cabeça da fíbula . (26)arqueados) . A avaliação dos pés merece atenção especial pois De uma forma geral, a dor aumentada durante a flexãorecebem todo o peso corporal. Ao se examinar a altura do arco sugere anormalidades discais e, durante a extensão, sugerelongitudinal pode-se constatar sua diminuição (pé plano) ou aumento alterações degenerativas nos elementos posteriores da coluna (6)(pé cavo) Em relação aos dedos, uma das anomalias adquiridas é o vertebral ou estenose . (4)hálux valgo que é o desvio externo do hálux . É importante examinaros calcanhares sendo que, normalmente, o tendão de Aquiles e o Palpação 3.3 - Palpaçãobordo posterior do pé estão situados na mesma linha vertical. Pode-se notar um desvio do calcanhar para fora (varo)ou para dentro processos 3.3.1 - Dor à palpação de processos espinhosos (4)(valgo) . Quando houver suspeita de que os membros inferiores (17)tenham comprimentos diferentes, deve-se realizar uma avaliação. Seguindo as recomendações , essa fase do exame deve
  5. 5. Rev Latino-am Enfermagem 2001 março; 9(2): 67-75 Modelo de avaliação físico-funcional...www.eerp.usp.br/rlaenf Alexandre NMC, Moraes MAA. 71ser realizada pela compressão da coluna vertebral com a polpa do pés e nos calcanhares para testar as raízes S1 e L5, (6, 25)polegar direito e o resto da mão espalmada sem apoiar no tegumento respectivamente .do paciente. Avalia-se a sensibilidade dolorosa da região cervical A patologia mais comum da coluna cervical é a doençacom o paciente sentado, orientado para relaxar a musculatura do degenerativa discal que pode causar sintomas de compressãopescoço e da cintura escapular, colocando-se o examinador por radicular , atingindo as raízes do plexo cervical (C1-C4), ocasionandodetrás do paciente. A palpação de toda a coluna pode também ser dor que se irradia para a região occipital e ombros e as raízes do (15)realizada com o paciente deitado em decúbito ventral. plexo braquial (C5-T1) . O exame neurológico baseia-se no fato de que as patologias da coluna cervical freqüentemente ocasionam (26) Alterações tônus muscular3.3.2 - Alterações do tônus muscular sintomas ao membro superior, via plexo braquial . A consistência da massa muscular deve ser avaliada Reflex efle 3.5.1 – Reflexos (17, 25)através da compressão digital . Sistematicamente devem serpalpadas a musculatura paravertebral, buscando-se contraturas e Os reflexos podem ser classificados como normais, (26)zonas dolorosas. aumentados, diminuídos e abolidos . Os reflexos podem estar diminuídos ou abolidos nos casos de compressão radicular, como (18, 32)3.4 - Avaliação da fforça e fflexibilidade musculares orça le lexibilidade muscular usculares ocorre na hérnia distal e na presença de osteófito posterior . Em relação às afecções da região lombar, é necessário pesquisar Os testes de avaliação muscular têm por objetivo detectar os reflexos profundos patelar e aquileu. Ao percutir o tendão, solicita- se ao paciente para entrelaçar os dedos e tentar separá-los.um desequilíbrio muscular produzido por debilidade muscular ou - Reflexo Patelar: É um reflexo mediado por nervos oriundos da raizpor falta de flexibilidade, ou ambas, e devem ser verificados, de L2, L3 e L4, mas predominante de L4. Clinicamente é consideradoprecocemente, para prevenir deformidades permanentes. Essas como um reflexo de L4. O paciente deve estar sentado com as pernasanálises das ações musculares são essenciais para auxiliar na pendentes, percute-se o tendão patelar com um golpe curto e rápido,elucidação diagnóstica e também para ser possível a prescrição de logo abaixo da patela e observa-se a extensão do joelho. Oexercícios terapêuticos. O termo força é usado para significar a procedimento deve ser repetido na perna oposta.habilidade de um músculo produzir ou resistir a uma força. Para - Reflexo Aquileu: É um reflexo suprido pelos nervos oriundos dodeterminar essa força, mede-se a quantidade de resistência que o (28-29) nível neurológico de S1. Para testá-lo, tensione levemente o tendãosistema de uma alavanca muscular pode vencer ou manter .A de Aquiles, por meio de uma discreta dorsiflexão do pé. Percute-seflexibilidade tem sido definida como mobilização, liberdade para o tendão e observa-se uma flexão plantar súbita e involuntária.mover ou, tecnicamente, uma qualidade física expressa pela Nas cervicobraquialgias pesquisam-se os reflexos dosamplitude de movimento. Pode ser avaliada em um grupo de (30-31) membros superiores bicipital, tricipital e braquiorradial.articulações ou, isoladamente, pela sua especificidade .A - Reflexo Bicipital: Avalia primariamente a integridade do nívelfinalidade dos testes de flexibilidade é determinar se o grau de neurológico de C5. Com o braço do paciente parcialmente fletido,movimentação articular, permitido pelo comprimento do músculo, coloca-se o polegar no tendão do bíceps que se aloja na fossaestá normal ou limitado. cubital. Golpeia-se diretamente o seu polegar. Observa-se a flexão do cotovelo. neurológico3.5 - Exame neurológico - Reflexo Tricipital: É uma função do nível neurológico de C7. Flexiona- se o braço do paciente e percute-se o tendão do tríceps acima do O exame neurológico deve ser realizado em pacientes com cotovelo. Observa-se a extensão do cotovelo.dor irradiada para os membros superiores ou inferiores, uma vez - Reflexo Braquiorradial: Seu reflexo é função de C6. O pacienteque as repercussões clínicas nesses membros podem levar a deve manter a mão apoiada. Percute-se de 2,5 a 5 cm acima doalterações dos reflexos, da sensibilidade e da força muscular. Em punho. (1)relação à região lombar , é sugerido um exame neurológicosimplificado, justificando que 90% das radiculopatias, clinicamente 3.5.2 - Sensibilidadesignificantes, devidas à hérnia de disco intervertebral, envolvem asraízes L5 (espaço L4-L5) ou S1 (espaço L5-S1). Pode ser iniciado, A sensibilidade superficial pode ser dividida em tátil, térmica (12)pedindo-se ao paciente que deambule normalmente para avaliação e dolorosa . A sensibilidade dolorosa é avaliada com um estiletedo tipo de marcha. Em seguida, ele deve caminhar na ponta dos rombo. No caso da avaliação da sensibilidade tátil, pode-se usar um
  6. 6. Modelo de avaliação físico-funcional... Rev Latino-am Enfermagem 2001 março; 9(2): 67-75Alexandre NMC, Moraes MAA. www.eerp.usp.br/rlaenf 72pincel pequeno ou um chumaço de algodão, que devem ser roçados estiramento do nervo ciático. O paciente deve estar deitado emde leve em várias partes do corpo. O paciente deve manter os olhos decúbito dorsal e relaxado. No caso de compressão, ocorre dor nofechados durante o procedimento e assim compara-se as regiões trajeto do nervo ciático. A dorsiflexão do pé, com agravamento da (1) (1, 12)simétricas, nos dois lados do corpo. Alguns autores recomendam dor, confirma esse sinal . Deve-se observar o grau de elevaçãoque, na avaliação de lombalgias em centros de atenção em nível em que a dor ocorre e sua localização. O sinal de Lasègue é positivo,primário, é suficiente pesquisar a sensibilidade tátil fina nas regiões quando surge dor abaixo do joelho (panturrilha) e em menos que (1, 12)medial (L4), dorsal (L5) e lateral (S1) do pé. 60º, sendo que dor, em até 30º, sugere hérnia discal . O aumento da dor, na perna afetada, quando a perna oposta é elevada, confirma Força muscular3.5.3 - Força muscular a presença de dor radicular e constitui um sinal cruzado positivo(33). A ação de cada músculo deve ser obser vada 3.6.2- Teste de compressão Manobra semiológica da região cervical compressão essão:separadamente, anotando-se se a sua força está conservada, que ajuda a reproduzir as dores irradiadas para os membros (4)diminuída ou abolida. Em casos de pacientes com dor na região superiores, originadas da compressão radicular . Consiste nalombar, com sintomatologia em membros inferiores, pode-se testar compressão da cabeça com as mãos espalmadas, desencadeando dor na região afetada.a extensão dos joelhos, a dorsiflexão dos pés e a flexão plantar dos (1)pés . 3.6.3 - Teste de Adson Serve para determinar a permeabilidade da Adson:- Extensão do joelho (L2, L3 e L4): Pede-se ao paciente para artéria subclávia, que pode estar comprimida por costela cervicalestender o joelho contra a resistência de sua mão. ou por contratura dos músculos escalenos. Deve ser realizado nos- Dorsiflexão do pé e do hálux (L4, L5): Orienta-se o paciente a quadros de cervicobraquialgias acompanhados por alteraçõesempurrar o pé para cima, contra a resistência da mão. vasculares dos membros superiores. Consiste na verificação do pulso- Flexão plantar do pé e hálux (S1): O paciente deve forçar o pé do braço que deve ser estendido e rodado externamente, enquantopara baixo, contra uma resistência. o paciente roda a cabeça para o lado que está sendo testado. Uma Nas cervicalgias pode-se testar a flexão (C5, C6) e a diminuição ou ausência de pulso indica compressão da artériaextensão (C6, C7, C8) no cotovelo, solicitando ao paciente que (25) subclávia . (33)empurre e puxe o braço contra sua mão . Para testar a preensão(C7, C8, T1) solicite ao paciente que aperte dois dos seus dedos omais forte possível. 4. CONSIDERAÇÕES FINAIS Manobras3.6 - Manobras especiais Neste trabalho, procurou-se apresentar um roteiro básico dos métodos semiológicos que devem ser empregados na3.6.1 - Sinal de Lasègue É realizado se o paciente tiver referido Lasègue: exploração postural e na avaliação da coluna vertebral na assistêncialombalgia com irradiação para a perna, sendo um sinal indicativo à saúde em nível primário. Acredita-se que a observância de umade compressão radicular. Pode detectar comprometimento de L5 e propedêutica, baseada em pesquisas, auxiliará na identificação deS1. Consiste na elevação do membro inferior do paciente com o problemas e subsidiará a implementação de ações de assistência àjoelho estendido e segurando em torno do calcanhar, acarretando saúde, melhorando a sua qualidade. Peso aproximado: ________Kg Altura aproximada: ________m ANEXO 1 ANEXO Dominância: ( ) Direita ( ) Esquerda ( ) Ambidestro INSTRUMENT UMENTO DA COLUN VERTEBRAL UNA INSTRUMENTO DE AVALIAÇÃO DA COLUNA VERTEBRAL II - HISTÓRIA DE SAÚDE 1. ANTECEDENTES PESSOAIS E DE DOENÇAS ASSOCIADAS PESSOAIS ASSOCIADASI - IDENTIFICAÇÃO ( ) Obesidade ( ) Tuberculose ( ) CirurgiaNome: __________ Prontuário: ________ Data da avaliação: ______ Especificar: ____________Idade: ____ Anos Sexo ( ) Fem Estado ( ) Solteiro ( ) Divorciado ( ) Câncer ( ) Diabetes mellitus ( ) Outros Civil: ( ) Casado ( ) Amasiado Especificar: ____________ ( ) Viúvo ( ) Etilismo ( ) Sim ( ) Não ( ) Social Tipo de bebida: _________Escolaridade: ( ) 1º Grau Freqüência: ____________ ( ) 2º Grau ( ) Tabagismo ( ) Sim ( ) Não Cigarros/dia: ______ Anos: ______ ( ) Superior 2. SINAIS E SINTOMAS GERAIS SINAIS SINTOMASLocal de trabalho: _______________ Horário de trabalho: _________ ( ) Febre ( ) Anorexia ( ) Cefaléia occipital ( ) DepressãoOcupação atual: ______________________________________ ( ) Alterações do equilíbrio ( ) Alterações genitourinárias ( ) AlteraçõesOcupações pregressas: __________________________________ intestinais
  7. 7. Rev Latino-am Enfermagem 2001 março; 9(2): 67-75 Modelo de avaliação físico-funcional...www.eerp.usp.br/rlaenf Alexandre NMC, Moraes MAA. 73( ) Emagrecimento: ___Kg Tempo: ____ ( ) Aumento de peso: ___Kg Tratamento ( ) Não ( ) Sim ( ) Clínico ( ) Fisioterapia Tempo: ___________ anterior: anterior ( ) Cirúrgia ( ) Outro ASPECTOS ERGONÔMICOS3. ASPECTOS POSTURAIS E ERGONÔMICOS Especifique: ________________Colchão: ( ) Adequado Travesseiro: ( ) Baixo ( ) Alto IV - EXAME FÍSICO ESPECÍFICO ( ) Inadequado ( ) Médio ( ) Não usa 1. INSPEÇÃO ESTÁTICAPosição no trabalho: ( ) Sentada ( ) Sem posição fixa ( ) Ortostática Cabeça ( ) Normal ( ) Inclinada anteriormente ( ) Inclinada à direita beça: Cabeça ( ) Outra: _______________ ( ) Inclinada à esquerdaTipo de atividades no trabalho: _____________________________ Ombros Ombros ( ) Simétricos ( ) Direito mais elevado os:Prática de atividade física: ( ) Sim ( ) Não ( ) Esquerdo mais elevadoTipo: __________________ Freqüência: _________________ Escápula ( ) Simétricas Escápula: ( ) Alada à direita ( ) Plana à direita ASPECTOS4. ASPECTOS PSICOSSOCIAIS E ECONÔMICOS ( ) Desnivelamento ( ) Alada à esquerda ( ) Plana à esquerda ( ) Bom Relacionamento com ( ) Bom Quadril ( ) Normal Quadril: ( ) DesnivelamentoRelacionamento familiar: ( ) Regular colegas de trabalho: ( ) Regular Membros ( ) Simétricos Membros ( ) Joelhos valgos ( ) Pés planos ( ) Difícil ( ) Difícil inferiores ( ) Desvio do calcanhar para fora inferiores: erioresRelacionamento com ( ) Bom Quer mudar de ( ) Não ( ) Hálux ( ) Joelhos varos ( ) Pés cavoschefia(s): ( ) Regular setor de trabalho? ( ) Sim ( ) Desvio do calcanhar para dentro ( ) Difícil Justifique: ______ Coluna ( ) Normal ( ) Escoliose ( ) Retificação lordose lombarEstá envolvido em alguma questão legal trabalhista? ver tebral ( ) Hiperlordose cervical ( ) Aumento da cifose dorsal ertebral tebral:( ) Sim ( ) Não Especifique: ________________________ ( ) Hiperlordose lombar ( ) Retificação da lordose cervicalFoi um acidente de trabalho? PALP ALPAÇÃO 2. INSPEÇÃO DINÂMICA E PALPAÇÃO( ) Sim ( ) Não Especifique: ________________________ Marc Marcha ( ) Normal ( ) Antálgica ( ) Patológica SINAIS SINTOMASIII - SINAIS E SINTOMAS ESPECÍFICOS ertebral tebr Mobilidade da Coluna Ver tebral1. CONSIDERAÇÕES SOBRE AS DORES Movimentos Movimentos Re Cervical Região Cer vical Re Dorsolombar Região Dor solombarLocalização:Localização ( ) Cervical ( ) Dorsal ( ) Lombar Dor Restrição Dor RestriçãoIntensidade _________ _________ ___________ Flexão(0=sem dor/100= pior dor imaginável) ExtensãoIr r adiação ( ) Nega ( ) TrapézioIrradiação: ( ) MID (abaixo joelho) Inclinação à direita ( ) MSD ( ) MID (acima joelho) ( ) MIE (abaixo joelho) Inclinação à esquerda ( ) MSE ( ) MIE (acima joelho) ( ) Outro Rotação à direita Especifique: _______ Rotação à esquerdaHorário ( ) Matutina ( ) Vespertina ( ) Noturna ( ) Sem horário fixoHorário:Data de início do episódio atual Início: ( ) Súbita ( ) GradualData episódio atual tual: Dor à palpação de processos espinhosos ______________________ processos espinhosos: ____________________ Alterações do tônus muscular _____________________________ Alterações tônus muscular uscular:É o primeiro episódio ( ) Sim ( ) Não primeiro episódio pisódio? 3. AVALIAÇÃO MUSCULAR ESPECÍFICA Especifique o número de episódios anteriores: _____ Avaliação da força muscular Músculos Grau* Data de início do primeiro episódio: ___/___/___ Glúteo D ( )1 ( )2( )3( )4( )5Estágio ( ) Aguda (duração de 1-4 semanas) ( ) Subaguda (duração deEstágio: Glúteo E ( )1 ( )2( )3( )4( )5 5-12 semanas) Adutores ( )1 ( )2( )3( )4( )5 ( ) Crônica (duração de mais de ( ) Crônica com exarcebação escapulares 12 semanas) aguda Eretores ( )1 ( )2( )3( )4( )5Fatores de ( ) Esforço físico ( ) Repouso tores ( ) Posição em pé cervicodorsaispiorapior a físico prolongado Abdominais ( ) 1 ( ) 2 ( ) 3 ( ) 4 ( ) 5 ( ) Posição sentada ( ) Deambulação ( ) Tensão Emocional superiores ( ) Esporte ( ) Movimento ( ) Outro Abdominais ( ) 1 ( ) 2 ( ) 3 ( ) 4 ( ) 5 Especifique: _______ inferioresFatores que ( ) Repouso ( ) Calor local ( ) Fisioterapia ( ) Medicação tores Abdominais ( ) 1 ( ) 2 ( ) 3 ( ) 4 ( ) 5aliviamaliviam ( ) Movimento ( ) Exercício/alongamento ( ) Outro oblíquos Especifique: _______ *Grau 1 = Esboço de movimento; Grau 2 = Arco de movimento completo Grau Gr GrauRecente história de ( ) Queda sem ação da gravidade; Grau 3 = Arco de movimento completo contra Grautraumatr auma Especifique: ________________________ ação da gravidade; Grau 4 = Arco de movimento completo contra resistência Grau ( ) Acidente com veículo parcial; Grau 5 = Arco de movimento completo contra resistência total Grau Especifique: ________________________ Encur tamento muscular Quadríceps ( ) Sim ( ) Não Encurtamento muscular uscular: ( ) Outro Isquiotibia ( ) Sim ( ) Não Especifique: _________________________ Paravertebrais ( ) Sim ( ) NãoFatores associados ( ) Rigidez matinal ( ) Fraqueza muscular tores NEUROLÓGICO 4. EXAMES NEUROLÓGICO ( ) Parestesia ( ) MSD ( ) MID (acima joelho) Caminhar na ponta dos pés (S1) ( ) Normal ( ) Anormal à direita ( ) MIE (acima joelho) ( ) Anormal à esquerda ( ) MSE ( ) MID (abaixo joelho) calcanhares Caminhar nos calcanhares (L5) ( ) Normal ( ) Anormal à direita ( ) MIE (abaixo joelho) ( ) Anormal à esquerda
  8. 8. Modelo de avaliação físico-funcional... Rev Latino-am Enfermagem 2001 março; 9(2): 67-75Alexandre NMC, Moraes MAA. www.eerp.usp.br/rlaenf 74Reflexos efle lex Patelar (L4) Aquileu (S1) Bicipital (C5) Tricipital (C7) Braquior r adial (C6) Braquior aquiorr Direito Direito Esquerdo Esquerdo Direito Direito Esquerdo Esquerdo Direito Direito Esquerdo Esquerdo Direito Direito Esquerdo Esquerdo Direito Direito Esquerdo Esquerdo( ) Normal ( ) Normal ( ) Normal ( ) Normal ( ) Normal ( ) Normal ( ) Normal ( ) Normal ( ) Normal ( ) Normal( ) Aumentado( ) Aumentado( ) Aumentado( ) Aumentado ( ) Aumentado ( ) Aumentado( ) Aumentado ( ) Aumentado( ) Aumentado( ) Aumentado( ) Diminuído ( ) Diminuído ( ) Diminuído ( ) Diminuído ( ) Diminuído ( ) Diminuído ( ) Diminuído ( ) Diminuído ( ) Diminuído ( ) Diminuído( ) Abolido ( ) Abolido ( ) Abolido ( ) Abolido ( ) Abolido ( ) Abolido ( ) Abolido ( ) Abolido ( ) Abolido ( ) AbolidoSensibilidade Tátil direito Pé direito esquerdo Pé esquerdo Região medial (L4) Região dor sal (L5) Re dorsal Região lateral (S1) Re later teral Região medial (L4) Re Região dor sal (L5) Re dorsal Região lateral (S1) Re later teral ( ) Normal ( ) Normal ( ) Normal ( ) Normal ( ) Normal ( ) Normal ( ) Aumentada ( ) Aumentada ( ) Aumentada ( ) Aumentada ( ) Aumentada ( ) Aumentada ( ) Diminuída ( ) Diminuída ( ) Diminuída ( ) Diminuída ( ) Diminuída ( ) Diminuída ( ) Abolida ( ) Abolida ( ) Abolida ( ) Abolida ( ) Abolida ( ) AbolidaForça Muscular Extensão do joelho (L2, L3, L4) Dor siflexão do pé e hálux (L4, L5) Dorsiflexão sifle Flexão plantar do pé e hálux (S1) Fle lexão reito Di reito Esquerdo Esquerdo Direito Direito Esquerdo Esquerdo Direito Direito Esquerdo Esquerdo ( ) Conservada ( ) Conservada ( ) Conservada ( ) Conservada ( ) Conservada ( ) Conservada ( ) Diminuída ( ) Diminuída ( ) Diminuída ( ) Diminuída ( ) Diminuída ( ) Diminuída ( ) Abolida ( ) Abolida ( ) Abolida ( ) Abolida ( ) Abolida ( ) Abolida Flexão do cotovelo (C5, C6) Fle lexão cotov Extensão do cotovelo (C6, C7, C8) cotov Preensão (C7, C8, T1) Preensão Direito Direito Esquerdo Esquer do Direito Direito Esquerdo Esquerdo Direito Direito Esquerdo Esquerdo ( ) Conservada ( ) Conservada ( ) Conservada ( ) Conservada ( ) Conservada ( ) Conservada ( ) Diminuída ( ) Diminuída ( ) Diminuída ( ) Diminuída ( ) Diminuída ( ) Diminuída ( ) Abolida ( ) Abolida ( ) Abolida ( ) Abolida ( ) Abolida ( ) Abolida5. MANOBRAS ESPECIAIS Teste de Compressão ( ) Negativo Compressão ( ) PositivoSinal de Lasègue ( ) Duvidoso Lombar Posterior coxa Posterior perna ÂnguloDireito Teste de Adson ( ) Negativo ( ) PositivoEsquerdo ( ) DuvidosoREFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 4. Moreira C, Carvalho MAP. Reumatologia. In: López M, Medeiros JL. Semiologia Médica. 3ª ed. Rio de Janeiro: Atheneu; 1990. p. 911-1. Bigos S.J. et al. Acute low back pain problems in adults: clinical 43. ndpractice guideline. Rockville: US Department of Health and Human 5. Porter RW. Management of back pain. 2 .ed. London: ChurchillServices; 1994. Livingstone; 1993.2. Guo H et al. Back pain prevalence in US industry and estimates of 6. Splenger DM. Clinical evaluation of the low back pain region. In:lost workdays. Am J Public Health 1999; 89(7): 1029-35. Nordin M, Andersson GBJ, Pope MH. Musculoskeletal disorders in3. Hagen KB, Thune O. Work incapacity from low back pain in the the workplace: principles and practice. St. Louis: Mosby; 1997. p.general population. Spine 1998; 23(19): 2091-5. 277-87.
  9. 9. Rev Latino-am Enfermagem 2001 março; 9(2): 67-75 Modelo de avaliação físico-funcional...www.eerp.usp.br/rlaenf Alexandre NMC, Moraes MAA. 757. Weiser S. Psychosocial aspects of occupational musculoskeletal 19. Messias AR. Dores posturais. Doença postural. In: Seda H.disorders. In: Nordin M, Andersson GBJ, Pope MH. Musculoskeletal Reumatologia. 2ª ed. Rio de Janeiro: Cultura Médica; 1982. p. 1409-disorders in the workplace: principles and practice. St Louis: Mosby; 18.1997. p. 51-61. 20. Rash PJ. Cinesiologia e anatomia aplicada. 7ª ed. Rio de Janeiro:8. Nordin M. et al. Nonspecific low back pain. In: Rom WN. Guanabara Koogan; 1989.Environmental and occupational medicine. 3ª ed. Philadelphia: 21. Adams RC et al. Jogos, esportes e exercícios para o deficienteLinppicott; 1998. p. 947-57. físico. 3ª ed. São Paulo: Manole; 1987.9. Scott SC, Goldberg MS, Mayo NE, Stock SR, Poitras B. The 22. Ortiz J. Semiologia da coluna vertebral. Rev Bras Ortop 1992;association between cigarette smoking and back pain in adults. Spine 27(3): 93-100.1999; 24(11): 1090-8.10. O’Hanlon-Nichols T. Basic assessment series. A review of the 23. Seda H. Reumatologia. 2ª ed. Rio de Janeiro: Cultura Médica;adult musculoskeletal system. Am J Nurs 1998; 98(6): 48-52. 1982. 1: 182-93.11. Bigos SJ, Nordin M, Leger D. Treatment of the acutely injured 24. Kapandji IA. Fisiologia articular: esquemas comentados deworker. In: Nordin M, Andersson GBJ, Pope MH. Musculoskeletal mecânica humana. São Paulo: Manole; 1980. v. 3.disorders in the workplace: principles and practice. St Louis: Mosby; 25. Knoplich J. Enfermidades da coluna vertebral. 2ª ed. São Paulo:1997. p.51-61. Panamed Editorial; 1986.12. Borges CA, Ximenes AC. Coluna vertebral. In: Porto CC. Semiologia 26. Hoppenfeld S. Propedêutica ortopédica: coluna e extremidades.médica. 3ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan; 1997. p. 894- São Paulo: Atheneu; 1998.905. 27. Jarvis C. Physical examination and health assessment. 2 ed. nd13. Jensen MP, Karoly P, Braver S. The measurement of clinical pain Philadelphia: WB Saunders; 1996.intensity: a comparison of six methods. Pain 1986; 27: 117-26. 28. Gould JA. Fisioterapia na ortopedia e na medicina do esporte.14. Melzac R. The McGill questionnaire: major properties and scoring São Paulo: Manole; 1993.methods. Pain 1975; 1: 277-99. 29. Smith LK, Weiss EL, Lehmkuhl LD. Cinesiologia clínica de15. Samara AM. Reumatologia. São Paulo: Sarvier; 1985. Brunnstrom. São Paulo: Manole; 1997.16. Cuomo FC et al. Clinical evaluation of the neck and shoulder. In: 30. Alter MJ. Science of stretching. Champaign: Human Kinetics; 1988.Nordin M, Andersson GBJ, Pope MH. Musculoskeletal disorders inthe workplace: principles and practice. St Louis: Mosby; 1997. p. 31. Contursi TLB et al. Flexibilidade e relaxamento. Rio de Janeiro:359-76. Sprint; 1990.17. Ramos J Jr. Semiotécnica da observação clínica. 8ª ed. São Paulo: 32. Ribeiro SMT, Mello CR, Chahade WH, Dessimoni SPM.Sarvier; 1998. Cervicodorsolombalgias. Rev Bras Méd 1986; 43(1/2): 8-16.18. Cailliet R. Tecidos moles: dor e incapacidade. São Paulo: Manole; 33. Bates B, Bickley LS, Hoekelman RA. Propedêutica médica. 6ª1979. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan; 1998.Recebido em: 8.8.2000Aprovado em: 7.12.2000

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