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Gestão do Conhecimento - FEI / 2010
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Transcript

  • 1. Marcos M. Lopes Junior 12106177-4 Camila Gimenes 12106021-4 Gustavo Quintela 12106317-6
  • 2. • Características do Conhecimento •Conhecimento Organizacional • O valor do conhecimento • Mercado do conhecimento • WEB 2.0 • Learning Organizations • Como as organizações adquirem e disseminam o conhecimento
  • 3. As principais características do Conhecimento são identificadas nos tópicos abaixo: • Difícil de quantificar • Valor monetário variável • Bem pessoal e não empresarial • Agilizar processos • Reduzir custos • Aumentar o desempenho
  • 4. Pierre Lévy é filósofo. Nasceu em 1956, na cidade de Túnis (Tunísia). Realizou seus estudos na França, doutorou-se em Sociologia e em Ciências da Informação e da Comunicação. Lecionou em várias universidades de Paris e Montréal. Atualmente é professor da UQTR (Université du Québec à Trois-Rivières), na cidade de Quebec, Canadá. Presta serviço a vários governos, organismos internacionais e grandes empresas sobre as implicações culturais das novas tecnologias. É autor de uma dezena de obras filosóficas sobre a cultura do mundo virtual e as novas tecnologias.
  • 5. Hipertexto é uma rede em constante modificação, assim como os conceitos que formamos na mente, ele pode mudar inteiramente a cada nova informação. Cada nó de sua teia pode se revelar toda uma nova divisão de nós, formando uma nova teia pois, no hipertexto, tudo será ligado a algo. Esse dispositivo foi primeiro mencionado por Vannvar Bush, com a denominação de Memex, já o termo hipertexto foi criado por Theodore Nelson, para exprimir o conceito de leitura e escrita informática não linear. Estes pioneiros já em sua época tinham uma visão de projetos com uma amplitude nunca imaginada na época, imaginavam uma interação homem/máquina tão intensa, que ainda hoje não foi totalmente alcançada. O termo “hipertexto” não se resume a palavras apenas, mas também a sons, imagens, gráficos e tudo mais que a tecnologia interativa disponibilizar.
  • 6. Ikujiro Nonaka é professor emérito da Universidade Hitotsubashi. Em 2008 o Wall Street Journal o listou como uma das pessoas com o pensamento mais influente na área de negócios. Ele é mais conhecido pelo seu trabalho na área de gestão de conhecimento. Hirotaka Takeuchi é reitor da Escola de Estratégia Corporativa Internacional na Universidade Hitotsubashi e foi descrito pela Bussiness Week como um dos dez melhores professores de gerência para programas de educação corporativa no mundo.
  • 7. A visão de organização como mecanismo de processamento de informações das empresas ocidentais nos diz que uma organização processa informações a partir do ambiente externo para se adaptar as novas circunstâncias. Apesar de ter demonstrado sua eficácia no sentido de explicar como as organizações funcionam, segundo a visão de Nonaka e Takeuchi, tal visão tem uma limitação fundamental, ela não explica a inovação. Quando as organizações inovam,elas não só processam informações, de fora para dentro, com o intuito de resolver os problemas existentes e se adaptar ao ambiente em transformação. Elas criam novos conhecimentos e informações, de dentro para fora, a fim de redefinir tanto os problemas quanto as soluções e, nesse processo, recriar seu meio. A nova teoria de criação organizacional criada por Nonaka e Takeuchi busca explicar o sucesso das empresas orientais na criação de conhecimento para gerar vantagens competitivas e, conseqüentemente, inovações, quer sejam, radicais ou incrementais.
  • 8. • Conhecimento tácito é aquele que o indivíduo adquiriu ao longo da vida. Geralmente é difícil de ser formalizado ou explicado à outra pessoa, pois é subjetivo e inerente às habilidades de uma pessoa, como "know-how". • Conhecimento explicito é aquele formal, claro, regrado, fácil de ser comunicado. Pode ser formalizado em textos, desenhos, diagramas, etc. assim como guardado em bases de dados ou publicações.
  • 9. O pressuposto de que o conhecimento é criado por meio da interação entre o conhecimento tácito e o conhecimento explícito permitiu postular quatro modos diferentes de conversão do conhecimento.
  • 10. Em primeiro lugar, o modo da socialização normalmente começa desenvolvendo um “campo” de interação. Esse campo facilita o compartilhamento das experiências e modelos mentais dos membros. Segundo, o modo de externalização é provocado pelo “diálogo ou pela reflexão coletiva” significativos, nos quais o emprego de uma metáfora ou analogia significativa ajuda os membros da equipe a articularem o conhecimento tácito oculto que, de outra forma, é difícil de ser comunicado. Terceiro, o modo de combinação é provocado pela colocação do conhecimento recém criado e do conhecimento já existente proveniente de outras seções da organização em uma “rede” cristalizando-os assim em um novo produto, serviço ou sistema gerencial. Por fim, o “aprender fazendo” provoca a internalização.
  • 11. A função da organização no processo de criação do conhecimento organizacional é fornecer o contexto apropriado para facilitação das atividades em grupo e para criação e acúmulo de conhecimento em nível individual. Existem cinco condições em nível organizacional que promovem a espiral do conhecimento: Intenção  A espiral do conhecimento é direcionada pela intenção organizacional, que é definida como a aspiração de uma organização às suas metas. A intenção é necessariamente carregada de valor. Autonomia  Ao permitir a autonomia, a organização amplia a chance de introduzir oportunidades inesperadas. Idéias originais emanam de indivíduos autônomos, difundem-se dentro da equipe, transformando-se então em idéias organizacionais.
  • 12. Flutuação e Caos Criativo  Estimulam a interação entre organizações e o ambiente externo. O caos é gerado naturalmente quando a organização enfrenta uma crise real, por exemplo, um rápido declínio de desempenho devido às mudanças nas necessidades do mercado ou ao crescimento significativo de concorrentes. Redundância  Podemos exemplificar como transmitir de forma intencional a um operador de torno quais as responsabilidades da gerência, quais os próximos objetivos da empresa, qual sua posição de mercado, mesmo que ele não necessite dessas informações para sua atividade atual. Variedade de Requisitos  Os membros da organização podem enfrentar muitas situações se possuírem uma variedade de requisitos, que pode ser aprimorada através da combinação de informações de uma forma diferente, flexível e rápida e do acesso às informações em todos os níveis da organização.
  • 13. Quando há interação entre o conhecimento explícito e o conhecimento tácito, surge inovação. A criação do conhecimento organizacional é uma interação contínua e dinâmica entre o conhecimento tácito e o conhecimento explícito.
  • 14. Quando empresas compram conhecimento de fora de suas organizações, elas freqüentemente pagam à vista. Um advogado, um banqueiro de investimentos ou um consultor podem ganhar vários milhões de dólares por dia porque a empresa cliente acha que seu conhecimento especializado vale tanto quanto. Dentro das organizações o meio de troca raramente é dinheiro, porém há moedas convencionadas que regem o mercado do conhecimento. Existem pelo menos três fatores que operam como moedas convencionadas e que em ordem de importância, da maior para a menor, são eles: a reciprocidade, a reputação e o altruísmo.
  • 15. Reciprocidade Um vendedor do conhecimento dedicará o tempo e o esforço necessários para compartilhar efetivamente o conhecimento se puder esperar que os compradores estejam dispostos a ser vendedores quando ele estiver no mercado em busca do conhecimento deles.
  • 16. Reputação O vendedor do conhecimento geralmente quer que os outros o conheçam como alguém possuidor do conhecimento e de valiosa especialização, e desejoso de compartilhá-los com outras pessoas da empresa. Ter a reputação de ser uma valiosa fonte do conhecimento pode levar também a benefícios tangíveis de segurança no emprego, promoção e todas as recompensas e regalias de um guru corporativo. Em muitas firmas de consultoria, os bônus dos consultores estão vinculados à geração e à transferência do conhecimento.
  • 17. Altruísmo Certamente é possível que um compartilhador do conhecimento seja uma pessoa gentil que está pronta a ajudar, quer receba ou não algo de volta além de um “muito obrigado”. Tais pessoas realmente existem. Todos nós conhecemos pessoas que simplesmente gostam de ajudar. Orientar é uma forma de transferência do conhecimento parcialmente baseada no altruísmo. Reconhecer formalmente relações de orientação, dar aos gerentes tempo para passar adiante o seu conhecimento e entender que funcionários experientes têm um conhecimento valioso, são formas de promover comportamentos voltados para a orientação.
  • 18. Ao contrário do conhecimento individual, o conhecimento organizacional é altamente dinâmico: é movido por uma variedade de forças. Existe um genuíno mercado do conhecimento nas organizações. O mercado do conhecimento, como qualquer outro mercado, é um sistema no qual os participantes trocam um bem escasso por um valor presente ou futuro. No mercado do conhecimento também existem compradores, vendedores e corretores.
  • 19. Compradores São pessoas que estão tentando resolver um problema cuja complexidade e incerteza não permitem uma resposta fácil. Está claro que solicitar o PNB da França ou uma lista dos vinte maiores bancos dos Estados Unidos não é uma pesquisa de conhecimento; é um pedido de dados. Os compradores do conhecimento estão em busca de insight, discernimento e entendimento. Eles querem respostas para perguntas como: “Qual é o perfil desse cliente específico?” Ou: “Como conseguimos conquistar essa venda?” Vendedores São pessoas da organização que têm reputação no mercado interno por possuir substancial conhecimento de um determinado processo ou assunto. Alguns potenciais vendedores do conhecimento mantêm-se fora do mercado por acreditar que ganham mais enclausurando seu conhecimento do que compartilhando com outros. Um dos desafios da gestão do conhecimento é assegurar que compartilhar o conhecimento seja mais lucrativo do que enclausurá-lo.
  • 20. Corretores Corretores do conhecimento (também conhecidos como guardiões e demarcadores de área) colocam em contato compradores e vendedores. Segundo um estudo, ao redor de 10 por cento dos gerentes de todos os setores industriais são demarcadores de área e, portanto corretores potenciais do conhecimento. Eles gostam de explorar suas organizações, descobrir o que as pessoas fazem e quem sabe o quê; gostam de entender o quadro maior, o que lhes permite saber onde obter o conhecimento, especialmente se tal conhecimento estiver fora de sua área de responsabilidade.
  • 21. Existem três fatores em particular que levam os mercados do conhecimento a operar de forma ineficiente nas organizações: Informações limitadas - Muito do interesse na gestão do conhecimento surge quando as empresas percebem que não sabem onde procurar o conhecimento que já possuem. Conhecimento assimétrico – Nas organizações geralmente há a profusão de conhecimento sobre um dado assunto em determinado departamento e falta desse mesmo conhecimento em outro. A área de marketing pode dispor de amplo conhecimento sobre determinados grupo de clientes, conhecimento esse de que a área de vendas precisa, mas não tem.
  • 22. Conhecimento localizado As pessoas geralmente obtêm conhecimento de seus vizinhos organizacionais. O mercado do conhecimento depende da confiança, e os indivíduos geralmente confiam nas pessoas que conhecem. Reuniões face a face costumam ser a melhor maneira de obter conhecimento; conforme dissemos, não é comum ter acesso a informações confiáveis sobre fontes de conhecimento mais distantes.
  • 23. Construindo Mercados Reconhecer o intercâmbio do conhecimento como um mercado possibilita a adoção de estratégias de senso comum que podem tornar o mercado mais robusto. É importante criar locais de mercado – espaços físicos e virtuais dedicados ao intercâmbio do conhecimento. Muitas empresas japonesas criaram salas de conversa aonde pesquisadores vão para tomar uma xícara de chá e passar vinte ou trinta minutos discutindo seu trabalho, com a expectativa de que uma discussão entre colegas traga algum benefício para eles e para a empresa.
  • 24. Diversas organizações já realizaram feiras de conhecimento nas quais os vendedores do conhecimento exibem suas áreas de especialização e os compradores podem procurar o que precisam ou descobrir fortuitamente conhecimentos que eles próprios não sabiam que precisavam, mas que percebem que podem usar. Outro exemplo de mercado do conhecimento são as universidades corporativas e os foros reais ou virtuais que reúnem pessoas para examinar assuntos de interesse mútuo. Mercados eletrônicos do conhecimento, como a Internet ou grupos de discussão Intranet ou banco de dados de discussão groupware, têm vantagens e desvantagens muito semelhantes aos das compras eletrônicas.
  • 25. David Weinberger David Weinberger escreve sobre o efeito da tecnologia sobre as idéias. Ele é o autor de "Small Pieces Loosely Joined" e "Everything Is Miscellaneous", e é co-autor de "The Cluetrain Manaifesto". Ele está atualmente trabalhando em um livro, cujo título provisório é "Too Big to Know" sobre o efeito da internet sobre como e o que nós sabemos. Dr. Weinberger é pesquisador sênior do Centro Berkman. Ele é também co- diretor da Harvard Law School Library Lab.
  • 26. Mundo Real x WEB: a limitação física não existe nas redes digitais. A inteligência artificial é aplicada para trazer a realizada cada vez mais próxima do usuário (deixa de ser apenas virtual) Espaço: A Web não ocupa espaço. A sua distância é determinada por Links. O Mundo Real é determinado por distâncias mensuráveis, que não consideram as necessidades do Homem. Tempo: No Mundo Real o tempo é implacável e determinado, na Web é determinado pelo usuário. Ser: Na Web é possível adotar inúmeras Identidades. Conhecimento: Adquirir conhecimento na Web é algo extremamente simples, proporcionada pela diversidade de usuários que colaboram com a internet.
  • 27. “Conhecimento na Web é uma atividade social”. A multidão transforma o corpo em inteligência coletiva que por sua vez retroalimenta, via conhecimento, as redes sociais.
  • 28. Tim O'Reilly é o fundador e CEO da O'Reilly Media, considerado por muitos como a melhor editora de livros de informática do mundo. A empresa também publica online através da rede de O'Reilly e acolhe conferências sobre temas de tecnologia. Desde 1978, Tim busca tem como objetivo principal: ser um catalisador para a mudança de tecnologia de captura e transmissão de conhecimento. Histórico: 1992 - Publicado em The Whole Internet User's Guide & catálogo, o primeiro livro popular sobre a internet. 1993 - O'Reilly's Global Network Navigator (GNN, que foi vendida para a America Online em Setembro de 1995) foi o primeiro portal e do site verdadeiro primeiro comercial na World Wide Web. 1998 - A "fonte aberta" foi formalmente aprovado em uma cúpula dos principais líderes do software livre hospedado pela O'Reilly. 2000 - O'Reilly introduz Safari Books Online, primeiro serviço Web-nativa para o conteúdo do livro online. 2000 - Tim "Carta Aberta ao Jeff Bezos" em protesto contra a patente da Amazon 1-Click é assinada por 10.000 torcedores em quatro dias, levando a interesses comuns para a reforma de patentes de software pela Amazon e pela O'Reilly. 2003 - O'Reilly realiza a primeira Foo Camp, um encontro privado na sua Sebastopol, CA campus, onde, como Business 2.0 observou, os geeks alfa eram "... duro e feliz no trabalho, movendo toda a economia da Web para a frente, para o bem fim “. 2004 - A Web 2.0 Conference, organizada pela O'Reilly, John Battelle, e MediaLive, introduz o meme da Web 2.0 para uma platéia com ingressos esgotados.
  • 29. John Henry Clippinger John Henry Clippinger é Co-Director do Laboratório de Direito da Universidade de Harvard, um novo centro multi-disciplinar fundado para investigar o papel de mecanismos sociais, neurológicas e econômicos sob os parâmetros da lei com o intuito de facilitar a cooperação e a inovação empresarial. O objetivo do Laboratório de Direito é a realização de experimentos controlados e aberto na Web e o desenvolvimento de softwares de fonte aberta para facilitar o crescimento de uma vasta gama de "instituições digitais" para permitir a inovação e a cooperação. O Laboratório de Direito é concebido para ser uma rede global de colaboração universitária, sem fins lucrativos e com a parceria da indústria. É apoiado por uma bolsa da Fundação Kauffman. Publicou em Abril de 2007 o livro “A Crowd of One”.
  • 30. O termo Web 2.0 é utilizado para descrever a segunda geração da World Wide Web - tendência que reforça o conceito de troca de informações e colaboração dos internautas com sites e serviços virtuais. A idéia é que o ambiente on-line se torne mais dinâmico e que os usuários colaborem para a organização de conteúdo.
  • 31. “...Confiança é a base do intercâmbio social humano e das comunidades”. Pierre Omidyar. “As pessoas desejam naturalmente confiar umas nas outras....e são guiadas por princípios de reciprocidade e comunidade”. Pierre Omidyar. “Confiança é vital para qualquer colaboração significativa. Durante uma colaboração, a confiança não depende do negócio, mas de certificar a qualidade e a dimensão da contribuição individual para um objetivo comum, e assim proporcionar alocação equalitária das recompensas”. John Clippinger.
  • 32. “Em nenhum lugar a colaboração é mais importante do que no desenvolvimento de software”. John Clippinger “Software de fonte aberta, que é o desenvolvimento voluntário de softwares por milhares de programadores, a maioria dos quais nunca se conheceram, pode produzir softwares mais confiáveis e robustos do que os produzidos por empresas comerciais”. John Clippinger “O mais extraordinário sucesso do movimento da fonte aberta é o Wikipedia, uma enciclopédia multilingual online livre, em que Wiki significa um Web site que qualquer um pode editar”. John Clippinger
  • 33. • Empresa de comércio eletrônico • Fundada nos EUA em Setembro de 1995, por Pierre Omydiar. • Atualmente é o maior site do mundo para a venda e compra de bens • Foi uma das pioneiras neste tipo de trabalho • Enfatiza confiança e comunidade • Feedback de avaliação dos usuários • Mercado Livre – sócio exclusivo do eBay na América Latina • Mercado Pago permite ao comprador iniciar o pagamento de um produto imediatamente após efetuar sua operação de compra na plataforma. O dinheiro fica então depositado no sistema e só será liberado para o vendedor após o consumidor receber o seu produto, conferir as suas condições e autorizar a liberação do pagamento. O comprador tem ainda a possibilidade de parcelar suas compras. • Para o vendedor, o sistema lhe garante receber à vista uma venda realizada a prazo. Garante ainda que o depósito foi feito pelo comprador antes de lhe enviar a mercadoria ou prestar o serviço contratado. • Competidores: OnSale, Yahoo!, Amazon
  • 34. “Pesquisas científicas recentes sobre confiança e o sucesso da confiança-base para organizações como e-Bay, Wikipedia e o movimento de softwares abertos, indica que a confiança é uma propriedade de alta expansão de cadeias. Para que as cadeias possam se expandir é preciso haver modelos de liderança confiáveis. Liderança é um ingrediente crítico para qualquer organização, e como confiança, é especialmente difícil de capturar e quantificar. Aqui também, a biologia evolutiva provê discernimento sobre o propósito e a natureza de diferentes modelos de liderança, definindo liderança como ambos: uma propriedade de rede e uma marca individual. Isto nos leva à questão central, se os líderes nascem ou são construídos. E se construídos, quem constroi eles?” John Clippinger
  • 35. “Organizações nas quais as pessoas são estimuladas continuamente a expandir sua capacidade criativa e obter os resultados que realmente as satisfaçam, onde há uma promoção na maneira de pensar das pessoas, fazendo com que haja um pensamento sistêmico e abrangente e criando a interligação entre as partes com o todo organizacional de forma comunitária, ou seja, as pessoas transmitem seus novos conhecimentos ao grupo e também aprendem com ele." (Cláudio de Oliveira Cabral). A Organização que Aprende é uma mudança organizacional, uma nova filosofia que deve ser adotada por todos da organização. É como uma teia na qual cada componente responde e influencia cada um dos outros elementos. A Liderança, o empowerment, a cultura, o compartilhamento de informações e a estratégia influenciam na aprendizagem destas organizações e no seu autodesenvolvimento.
  • 36. A organização que aprende não mede esforços para melhorar o trabalho e o processo organizacional e busca uma transformação que envolve reprojetar e renovar toda a organização, criando também um clima democrático livre de hierarquias rígidas, reduzindo custos e processos, eliminando burocracias e estimulando ao máximo a ampliação dos conhecimentos das pessoas e estimulando-as a produzir novos conhecimentos e informações úteis às organizações. Gerando um clima harmonioso de confiança e respeito entre os membros proporcionando um ambiente agradável, inovando sempre e assumindo riscos, que ainda é a melhor forma de aprendizado.
  • 37. Aprender Fazendo! The TOYOTA WAY 500 Mil / Ano (Grupo Toyota)
  • 38. Artigos: http://www1.serpro.gov.br/publicacoes/gco_site/m_capitulo01.htm http://colunistas.portalradar.com.br/post/O-valor-do-conhecimento-e-o-conhecimento-de- valor.aspx http://www1.serpro.gov.br/publicacoes/tema/158/T151_05_d.htm http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u20173.shtml http://www.etc.cmu.edu/projects/chicago-library/ http://portal.portaltwservices.com.br/portal/page/portal/PortalTWServices/Comunica %C3%A7%C3%A3o/Artigos %20Publicados/ListaArtigosPublicados/PDF_Artigo_Teoria_Nonaka_Takeuchi.pdf www.fortium.com.br/faculdadefortium.com.br/joenir.../4886.doc Livros: WEINBERGER, David. Small pieces loosely joined: a unified theory of the web. New York: Basic, c2002. 223 p. As Tecnologias da inteligência : o futuro do pensamento na Era da informática / Pierre Lévy ; tradução de Carlos Irineu da Costa. NONAKA, Ikujiro; TAKEUCHI, Hiro. Criação de conhecimento na empresa: como as empresas japonesas geram a dinâmica da inovação. Rio de Janeiro: Campus, c1997. John Henry Clippinger, A Crowd of One (Public Affairs, 2007).

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