Aula 00 - Curso completo de raciocínio lógico
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Curso de raciocínio lógico

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    Aula 00 - Curso completo de raciocínio lógico Aula 00 - Curso completo de raciocínio lógico Document Transcript

    • Curso de Raciocínio Lógico Teoria e Questões Prof. Júlison Oliveira – Aula 00 Fala pe ssoal! T udo tr anquilo? É um ime nso prazer e star para ministrar e ste cur so pra vo cê s. Ante s de mais nada, de ixe m que e u me apre se nte ! Me u no me é Júliso n O live ira, te nho 28 ano s, so u fo rmado em administração , te nho pó s gr aduação em ge stão pública . Também cur se i Física por do is ano s na Univer sidade Feder al do Mar anhão , mas por mo tivos pro fissio nais e pe ssoais , re so lvi não concluir o cur so . Atualme nte so u se r vidor público fe der al, o cupando o cargo de Té cnico Judiciár io da Justiça Ele ito ral. Entre i par a o apaixonante mundo do s co ncursos ao s 20 anos, e m 2005 , quando re so lvi estudar p ara o car go de Té cnico J udic iár io do TR E -MA. Durante e ssa pre par ação , sur giu també m o co ncurso do TRT -MA, e re so lvi “fazer por fazer” o co ncurso para o car go de Auxiliar J udiciár io , que na é po ca até tinha um salár io inter essante co mpar ado aos cargos de de zenas de o utros co ncursos. For am 3 1.052 inscr ito s e , para minha sur presa, acabe i ficando e m 1º lugar no cer tame (fo i uma mo tivação tre me nda!) . Lo go de po is , co nse gui se r apr o vado par a o car go que pre tendia, o bte ndo a 18º co lo cação e ntre 36 .03 0 inscr itos par a o cargo de Té cnico Judiciár io do TR E -MA. O btive támbem a 7ª co lo cação para o car go de Ana lista do MPU, em 2010 – Áre a de O r çame nto . De sde e ntão ve nho pre stando diver sos co ncursos (pr incipalme nte na áre a fiscal) e o bte ndo algumas o utr as apro vaçõe s també m. Em suma: tenho co ncurso na ve ia! Profº Júlison Oliveira Página 1 de 51As aulas 00, 01 e 02 são de divulgação gratuita. Estas aulas foram realizadas em janeiro/2013. Caso você tenha interessepelas demais aulas do curso, solicite pelo e-mail prof.julison@gmail.com. Preço especial p/ vendas diretas aos alunos.
    • Curso de Raciocínio Lógico Teoria e Questões Prof. Júlison Oliveira – Aula 00 O cur so se rá um c ur so regular d e t eor ia e exer cíc io s e abor dar á todos o s assuntos da mat ér ia de Ra cioc ínio L óg ico , co m foco nas últ im as que stõ es e e ditais das pr incipais bancas de co ncur so s do país , pr incipalmente ESAF, C ESPE, FCC e FG V. Q ue ro faze r uma o bser vação so bre a ESAF , que chama 04 (quatro ) matér ias de r aciocínio ló gico : Ra c ioc ínio ló gico , M at em át ica , Ma t emát ica Financ eir a e Est at íst ic a . Com cer tez a esse é o mo tivo da matér ia ser o t err or de muitos co ncurse iro s, que acabam “mistur ando” o níve l da nossa matér ia co m as de mais. Amigo , não tenha dúvida que o R acio cínio Lógico é a matér ia mais fácil de estudar de ntre as quatro e po ssui um ót imo custo xbene fício . Se vo cê e stá se pre parando para o s co nc ursos da Re ce ita Fe der al, MT E (Auditor Fiscal do Tr abalho ), C VM , CG U e o utro s or ganiz ado s pe la ESAF, e ncare a matér ia “ rac io c ínio ló gico ” da ESAF de mo do re alista , co m o s pé s no chão . São quat ro matér ias to talme nte distintas que são co br adas como se fosse m o m esm o a ssunto , uma co isa se m ló gica . Me u co nse lho é que co mece por Rac io c ínio L óg ico , de po is vá pra as o utr as maté r ia (ex. D ire ito C o nstitucio nal) , de po is e stude Mat emát ic a (alge bra, arr anjo s, per mutaçõ es, co mbinações, tr igono me tr ia, matr ize s...), de po is vá pra o utr a matér ia no vame nte (e x. Dire ito Administr ativo ) , depo is vá para a M atem át ica F inanc eira , de po is vá pra o utra (e x. Por tuguês) e , por último , e stude Estat í st ica - co lo quei na ordem de a cor do com a fa c ilidade, im por tâ nc ia e c ust o x b enefíc io . As outr as bancas co stuma m “respe itar ” mais o co nte údo de Racio cínio Ló gico . Profº Júlison Oliveira Página 2 de 51As aulas 00, 01 e 02 são de divulgação gratuita. Estas aulas foram realizadas em janeiro/2013. Caso você tenha interessepelas demais aulas do curso, solicite pelo e-mail prof.julison@gmail.com. Preço especial p/ vendas diretas aos alunos.
    • Curso de Raciocínio Lógico Teoria e Questões Prof. Júlison Oliveira – Aula 00 O PDF co ncur so s lançar á em bre ve cur sos de M at em át ica , Ma t emát ica Financ eir a e Est at íst ic a . Não dá pr a apre nder de ver dade a matér ia Ra c ioc ínio Ló gico e m 2 aulas, co mo muito s cur so s por aí faze m. Nã o dá pra e xplicar um co ne ctivo ló gico e m uma fo lha (já vi cursos e xplicar o s 5 co ne ctivo s ló gicos e m 4 fo lhas!) e de po is quere r que o aluno saia faz endo cálculo s de que stõe s de ló gica da ar gume nt ação , po r exemplo . Faç a um c urso de c ad a vez ! Essa é a dica que do u par a que vo cê não e ntre no time do s que “ o de iam o r acio cínio ló gico ”. Por útimo , quero co mpar tilhar duas fr ase s que acr e dito muito : “Difíc il é t udo aquilo que a inda n ão estudamos d e v erdade” e “ Não exist e m at ér ia difíc il, exist e é p ro fessor complic ado ” . Isso se aplica a qualquer matér ia . C aso não te nho gostado d a maté r ia A o u B, simplesme nte pro cure um outro pro fe ssor /livro /video aula que e xplique “a co isa” de o utr a mane r ia, po is não te nho dúvida que você se mpre e ncontr ar á um que irá facilitar me lhor o s se us estudos . Eu se mpre e nco ntr o ! N osso curso ter á um difer enc ial impor tantíssimo em re lação a qualquer outro do mer cado . A no ssa matér ia é tr adicio nalme nte uma matér ia de quadro , viz ualiz ação e e xplicação e, por e sse mo tivo , muitos aluno s têm dificuldade de apre nder racio cínio ló gico com cur sos e scr ito s. Pe nsando nisso , de cidimo s gr avar video aulas para e xplicar par te s cruciais da matér i a. O s video s se rão po stados no Y o utube e os links ser ão co locados no de cor rer da s aula s, e xatame nte na par te re lacio nada a e xplicação . Segue um e xe mplo de víde o que já fo i co lo cado nessa A ula 00: Veja aqui um vídeo explicativo da DISJUNÇÃO http://www.youtube.com/watch?v=-46rwAc52d4 C aso pre fir a, vo cê també m poder á baixar as aulas do Yo utube (e xistem dive rsos pr ogr amas que fazem isso ) e Profº Júlison Oliveira Página 3 de 51As aulas 00, 01 e 02 são de divulgação gratuita. Estas aulas foram realizadas em janeiro/2013. Caso você tenha interessepelas demais aulas do curso, solicite pelo e-mail prof.julison@gmail.com. Preço especial p/ vendas diretas aos alunos.
    • Curso de Raciocínio Lógico Teoria e Questões Prof. Júlison Oliveira – Aula 00 gr avar em cd , dvd o u até me smo e m dispo sitivos mó veis (ce lular , mp4 , table t ) para que vo cê po ssa assistir e m qualque r lugar . As re so luçõe s de algumas questõe s mais impor tante s (que stõe s chave s) também ser ão fe ita s e m video , co m o obje tivo de facilitar a me mor iz ação e a me lhor for ma de r e so lver que stõe s mais co mple xas, po is a re so lução e scr ita e m te xto po der á dificultar um po uco o e nte ndime nto ger al da so lução . N ão te nha dúvida que e sse ser á o m ais co mpleto curso de Ra c ioc ínio Ló gico (pr o pr iame nte dito ) que e xiste no mer cado . Use e a buse do fór um de dúvidas. Me u e -mail para quem quiser tir ar alguma dúvida, mandar algum re cado , cr ítica ou suge stão é o pro f.juliso n@gma il.co m . Profº Júlison Oliveira Página 4 de 51As aulas 00, 01 e 02 são de divulgação gratuita. Estas aulas foram realizadas em janeiro/2013. Caso você tenha interessepelas demais aulas do curso, solicite pelo e-mail prof.julison@gmail.com. Preço especial p/ vendas diretas aos alunos.
    • Curso de Raciocínio Lógico Teoria e Questões Prof. Júlison Oliveira – Aula 00 Proposição lógica, conectivos lógicos, proposições compostas, negações de Aula 00 05/12/2012 proposições, tabela-verdade e lógica proposicional. (parte 1). Proposição lógica, conectivos lógicos, proposições compostas, negações de Aula 01 17/12/2012 proposições, tabela-verdade e lógica proposicional. (parte 2). Tautologia, contradição e contingência; Aula 02 Equivalências lógicas. Contrária, Recíproca 29/12/2012 e Contrapositiva. Estruturas lógicas e lógica da Aula 03 11/01/2013 argumentação Verdades e Mentiras e Problemas de Aula 04 23/01/2013 Associação. Aula 05 Diagramas Lógicos e Teoria dos Conjuntos 05/02/2013 Revisão geral e simulado com 25 questões Aula 06 15/02/2013 inéditas. Encerramento do fórum de dúvidas 04/03/2013 Profº Júlison Oliveira Página 5 de 51As aulas 00, 01 e 02 são de divulgação gratuita. Estas aulas foram realizadas em janeiro/2013. Caso você tenha interessepelas demais aulas do curso, solicite pelo e-mail prof.julison@gmail.com. Preço especial p/ vendas diretas aos alunos.
    • Curso de Raciocínio Lógico Teoria e Questões Prof. Júlison Oliveira – Aula 00 1. Co nc eit o de Pro po siçã o Lógic a e pr inc ípio s do r ac ioc ínio lógico ..................................................... 7 1.1 Pr inc ípio s do Ra cio c ínio L ógico ........................... 9 2. Pro po siçõ es c ompo sta s ...................................... 17 3. Co nectivo “ e” – Conjunç ão ................................. 19 3.2 Esquem a de r evisão do “ E” : .............................. 30 4. Co nectivo “ou” – Disjunção I nc lusiva. ................. 31 4.1 N egaç ão de uma Disjunç ão ............................... 33 4.2 Esquem a de r evisão do “ou” : ............................ 36 5. Co nectivo “ se... então ...” – Co ndiciona l ............... 37 Vid eo s da a ula ...................................................... 45 Resumo da a ula : ................................................... 46 Quest õ es t rat ada s em a ula ..................................... 47 GA BA RI TO DAS QUESTÕES ...................................... 51 Profº Júlison Oliveira Página 6 de 51As aulas 00, 01 e 02 são de divulgação gratuita. Estas aulas foram realizadas em janeiro/2013. Caso você tenha interessepelas demais aulas do curso, solicite pelo e-mail prof.julison@gmail.com. Preço especial p/ vendas diretas aos alunos.
    • Curso de Raciocínio Lógico Teoria e Questões Prof. Júlison Oliveira – Aula 00 O conce ito de pro po siç ão ló gica (o u sent ença ló gica ) é be m simple s e a pós ler e r e ler o s co nceito s de dive rsos auto res , co nsegui fo rmular um co nce ito que julgo ser o mais com pleto e , ao me smo tempo , o mais sim ples possíve l, ve jamos: É toda oração declarativa com um sujeito definido que pode ser classificada como verdadeira ou falsa. Exe mplos de propo siçõe s ló gicas :  A na é a lt a  M ar ia c orr e u a m ara to na de São Pa ulo  2 x 3 = 11 (do is vez es t r ês é igual a 11)  Pedro via jou Vo cê o bser vo u que to do s o s exemplo s possue m: SUJEITO DEFINIDO + PREDICADO DECLARATIVO Esse s do is e leme nto s são e sse nciais numa pro p osição ló gica e só co m e le s é que vo cê te rá co ndição de valorar uma sentença co mo se ndo VERDADEI RA ou FAL SA. O bser ve que e xiste m sentenças que o pr edicado se re sume ape nas em um ver bo , co mo no quar to e xe mplo: “ Pedro via jo u” - Viajo u é um ve r bo (intr ansitivo ) que não pre cisa de co mple me nto , po is tem se ntido co mple to . Um ver bo intr ansitivo por si só é um pre dicado de se ntido de clarativo co mple to que se enqua dr a per fe itame nte na Profº Júlison Oliveira Página 7 de 51As aulas 00, 01 e 02 são de divulgação gratuita. Estas aulas foram realizadas em janeiro/2013. Caso você tenha interessepelas demais aulas do curso, solicite pelo e-mail prof.julison@gmail.com. Preço especial p/ vendas diretas aos alunos.
    • Curso de Raciocínio Lógico Teoria e Questões Prof. Júlison Oliveira – Aula 00 e str utur a de uma pro po sição lógica . Não faça confusão e fique espe r to com esse s caso s espe ciais. O bser vando melhor os exe mplo s mo str ado s , po de mos o bser var também que todo s e les po ssuem verbo (pra ser o ração te m que ter ver bo , não é mesmo? ), até me smo a e xpre ssão matemática po ssui um ver bo impl ícito . Muita ate nção a e sse de talhe , po is o ver bo não pr ec isa a pa r ec er expr essa m ent e para que po ssamos car acter izar uma pr o po sição co mo se ndo uma sent e nça ló gica . A par tir de agor a, po r mo tivo s didáticos, vo u usar so me nte as le tras V e F par a r epre sentar verdadeiro e falso, co mbinado ? Ve jam mais exemplos de pr o po sições ló gicas : a) 25 > 30  25 é m aio r que 30? Só se fo r lá na lua! Po de mo s valo rar e ssa sentença co mo V o u F? Sim! É um a pro po sição lógica de va lor F . b) 9 + 3 ≤ 17  12 é m enor ou igual a 17 . Sim, é me no r ! É um a pro po sição lógica de va lor V. Ao final do curso , de po is que vo cê re so lver inúmer as que stõe s, e ssas car acter ísticas ficar ão be m e vide nte s. O mais impor tante ago ra é saber mo s quais e xpre ssõe s NÃO sã o co nsiderada s propo sições ló gica s , po is são que stõe s recorre nte s em pro vas de co ncur so s, so bre tudo C ESPE e FCC . Mas antes, vo u apre se ntar -lhe s o s pr incípios do pe nsame nto ló gico : Profº Júlison Oliveira Página 8 de 51As aulas 00, 01 e 02 são de divulgação gratuita. Estas aulas foram realizadas em janeiro/2013. Caso você tenha interessepelas demais aulas do curso, solicite pelo e-mail prof.julison@gmail.com. Preço especial p/ vendas diretas aos alunos.
    • Curso de Raciocínio Lógico Teoria e Questões Prof. Júlison Oliveira – Aula 00  PRINCÍPIO DA IDENTIDADE Se uma proposição lógica é verdadeira, então ela é absolutamente verdadeira. Se uma proposição é falsa, então ela será absolutamente falsa. No racio cínio ló gico não há e spaço par a relatividade . Se mpre e staremo s lidando co m dados co ncre to s e abso lutos, indepe nde nte da ló gica humana. N ão se e squeça de que r acio cínio ló gico é um r amo da mate mática: 1 + 1 se mpre ser á 2 , se mpre ! É difer ente do Dire ito , que existe m diver sas co rre nte s, in te rpre taçõe s , jur ispr udê ncias e teor ias sobre um mesmo te ma . Se e m uma questão falar que é ver dade que to do ho me m é pássaro , não discuta! T o do animal que for ho mem se mpre ser á um pássaro. De ixa pra filo so far e m casa, de po is da pro va, combinado?  PRINCÍPIO DO TERCEIRO EXCLUÍDO Toda proposição lógica poderá ter apenas dois valores lógicos: VERDADEIRO e FALSO Mais uma r egra: N ão trabalhare mo s co m o “mais ou me no s”, co m o “po de ser ” ou com o “talvez”. Já viu alguém passar “mais o u menos” e m um concur so público ? Já viu uma mulher “mais ou me no s” grávida? Po is é . Aqui é assim, o u é ou não é . O u algo é ver dade iro o u algo é falso e po nto final . Profº Júlison Oliveira Página 9 de 51As aulas 00, 01 e 02 são de divulgação gratuita. Estas aulas foram realizadas em janeiro/2013. Caso você tenha interessepelas demais aulas do curso, solicite pelo e-mail prof.julison@gmail.com. Preço especial p/ vendas diretas aos alunos.
    • Curso de Raciocínio Lógico Teoria e Questões Prof. Júlison Oliveira – Aula 00  PRINCÍPIO DA NÃO CONTRADIÇÃO Toda proposição lógica poderá ter apenas um dos dois valores lógicos: ou VERDADEIRO ou FALSO Ser ia iló gico estudar mos algo que se diz ló gico e que tive sse a po ssibilidade ser verdadeiro e fa lso ao me smo te mpo , não é mesmo? Se fo s se assim... vo cê e star ia le ndo um cur so de filo so fia , não te nha dúvida disso . Aqui é que ne m que stão o bje tiva de concurso : o u você ace r ta ou vo cê e rr a, não e xiste uma ter ce ir a o pção . A pr opósito ... vo cê sabe a difere nça e ntr e : “ o u ver dade ir o ou Falso ” E “ ve r dade iro o u falso” Se vo cê sabe a re spo sta , be leza! Se não sabe , aguar de o tó pico o nde e studare mo s o s cone ctivos que for mam as pro posiçõe s co mpo stas do s tipo s “Disjunção EXclusiva” e “ Disjunção IN clusiva”. N ão fo i à to a que utilize i do is “ou” no “ o u V o u F” que de fine o pr incí pio da não co ntradição . Agor a ve re mos o que não pode ser co nsiderado uma p ro po siçã o lógic a , po is não ate nde ao conce ito de pro posição e /o u ao s pr incípio s do r aciocínio lógico :  FRASES IMPERATIVAS  FRASES INTERROGATIVAS  FRASES EXCLAMATIVAS  FRASES ABERTAS  FRASES OPTATIVAS  FRASES CONTRADITÓRIAS Exe mplos: Profº Júlison Oliveira Página 10 de 51As aulas 00, 01 e 02 são de divulgação gratuita. Estas aulas foram realizadas em janeiro/2013. Caso você tenha interessepelas demais aulas do curso, solicite pelo e-mail prof.julison@gmail.com. Preço especial p/ vendas diretas aos alunos.
    • Curso de Raciocínio Lógico Teoria e Questões Prof. Júlison Oliveira – Aula 00  Eu ma ndei voc ê est udar .  É uma frase imper ativa. Só po de mos valo rar de claraçõe s.  Que dia lindo !  É uma fr ase e xclamativa. Só pode mo s valo rar de claraçõe s.  Que ho ra s são?  É uma interr ogação /per gunta . Só po de mos valo rar de claraçõe s.  Ele é o r ei.  Ele que m? Suje ito inde finido, por tanto se nte nça aber ta. O co nceito de pro po sição fala que o suje ito de ve ser de finido . Não são pr opo siçõe s também as e xpre ssõe s numér icas que utiliz am incó gnit a s , co mo por e xe mplo : X + 7 = 12 , não po de mos valo rar sem sabe r o valor de x .  Que Deus ilum ine vo c ê.  É o ptativa, po is e xpre ssa um de se jo . N ão podemos valor ar dese jos.  Eu só falo m entira .  Essa é uma fr ase co ntr adi tó r ia (é difere nte de c ontra dição , que é uma pr o po sição ló gica que tem se mpre o valo r falso ), també m chamada de paradoxo , não po de mos valor ar co mo ve r dade ira, po is se ve rdade ir a fosse , a pró pr ia pe sso a e star ia co ntr ar iando , po is e la e stá falando que só fala me ntir a . Se fo sse falso , e ntão e la e star ia falando ver dade , se ndo que e la pró pr ia fala que me nte ... Isso até e mbar alha a cabeça, não re flita muito !!!  Saiba que e sse tipo de e nunciado não é uma pro posição lo gica e pro nto . Profº Júlison Oliveira Página 11 de 51As aulas 00, 01 e 02 são de divulgação gratuita. Estas aulas foram realizadas em janeiro/2013. Caso você tenha interessepelas demais aulas do curso, solicite pelo e-mail prof.julison@gmail.com. Preço especial p/ vendas diretas aos alunos.
    • Curso de Raciocínio Lógico Teoria e Questões Prof. Júlison Oliveira – Aula 00 Vo u re pe tir o co nce ito de propo siç ão , e é de pro pó sito me smo , po is a re pe tição ger a o apre ndiz ado : É toda oração declarativa com um sujeito definido que pode ser classificada como verdadeira ou falsa. Já te mos ar mas suficie nte s pr a de to nar mo s/aniquilar mos algumas que stões que tr atam desses co nce ito s básico s de pro posição , quer apostar? Vamos ver como esse assunto é cobrado em provas! Q.01 - (BB 1 /2007 /Cespe ) N a ló gica se nte ncial, de no mina - se pr o posição uma frase que po de ser julgada co mo ver dade ir a (V) ou falsa (F), mas não co mo ambas. Assim, fr ase s co mo “C omo e stá o te mpo ho je? ” e “Esta fr ase é falsa” não são pr oposiçõ es por que a pr ime ir a é p er gunta e a se gunda não po de ser ne m V ne m F. As pro posiçõe s são re presentadas simbo licame nte po r le tr as maiúsculas do alfabe to — A, B, C, e tc. Uma pro posição da for ma “A ou B” é F se A e B forem F, caso co ntr ár io é V; e uma pro po sição da for ma “Se A e ntão B ” é F se A for V e B for F, caso co ntr ár io é V. C o nside rando as info rmaçõe s co ntidas no te xto acima, julgue o ite m subse que nte . 01 . Na lista de fr ase s aprese ntadas a seguir , há e xatame nte trê s pro posiçõe s.  “A fr ase de ntro de s tas aspas é uma me ntir a.”  A e xpre ssão X + Y é po sitiva.  O valor de √4 + 3 = 7 .  Pe lé marco u dez go ls par a a se le ção brasile ira.  O que é isto? Profº Júlison Oliveira Página 12 de 51As aulas 00, 01 e 02 são de divulgação gratuita. Estas aulas foram realizadas em janeiro/2013. Caso você tenha interessepelas demais aulas do curso, solicite pelo e-mail prof.julison@gmail.com. Preço especial p/ vendas diretas aos alunos.
    • Curso de Raciocínio Lógico Teoria e Questões Prof. Júlison Oliveira – Aula 00 Re so lução : O bser ve que o e nunciado de ssa que stão é pr aticame nte uma aula. Nada difere nte do que co me ntamos. A par te que fala do s co ne ctivos “e”, “o u” e “ se e ntão ” ve remo s mais a fre nte . Fo i co lo cado só pr a dar me do me smo r ss. O que a que stão quer ia me smo er a te star se sabemo s ide ntificar o que é e o que não é pro posição ló gica. A 1ª é uma frase co ntraditór ia, um par ado xo . A 2ª é uma se nte nça aber ta, po is não sabe mo s os valo res de x e y. A 3ª é uma pr opo sição ló gica, po is 5 não é igual a 7. É uma pr oposição ló gica de valor F. A 4ª també m é uma pro po sição ló gica, po is po de re mos valor ar já que te mo s to dos o s e lementos possíve is que per mite m a sua valor ação , po demo s até não saber se é V ou F, mas sabe mo s que e la po de se r valorada. Não e squeça: SUJEITO DEFINIDO + PR EDIC ADO DECLAR AT IVO . A 5ª é uma frase inter ro gativa, po r tanto , não é uma pro posição ló gica. G abar ito : FAL SO , po is te mo s ape nas 2 pr o posições ló gicas. Q.02 - (IC MS -SP/2006 /FCC ) Das cinco fr ase s abai xo, quatro de las têm uma mesma car acter ística ló gica em co mum, e nquanto uma de las não te m e ssa car acter ística. I. Q ue be lo dia! II. Um exce le nte livro de r aciocínio ló gico . III. O jo go ter mino u e mpatado? IV. Existe vida em o utro s plane tas do univer so . V. Escre va uma poe sia. A frase que não po ssui e ssa caracter ística co mum é a a) I. b) II. Profº Júlison Oliveira Página 13 de 51As aulas 00, 01 e 02 são de divulgação gratuita. Estas aulas foram realizadas em janeiro/2013. Caso você tenha interessepelas demais aulas do curso, solicite pelo e-mail prof.julison@gmail.com. Preço especial p/ vendas diretas aos alunos.
    • Curso de Raciocínio Lógico Teoria e Questões Prof. Júlison Oliveira – Aula 00 c) III. d) IV. e ) V. Re so lução : Essa que stão co me te um pe queno de slize em se u e nunciado ao falar que 4 das frase s po ssuem o me smo valor ló gico . Na ver dade , as 4 que stõe s po ssue m a caracter ística de nã o sere m propo siçõe s ló gicas (se nem ló gicas são , co mo po de m po ssuir car acter ísticas ló gicas? ) . Vamos Analisar cada uma de las : A (I) é uma fr ase e xclamativa, vo cê já sabe ... A (II) é apenas uma fr ase se m pre dicado, po r tanto sem ver bo . N ão e xiste de clar ação . Um e xce lente livr o de r acio cínio ló gico o que? N ão po de ser uma pr oposição L ógica. A (III) é uma fr ase interro gativa, você já sabe .. . A (IV) é uma pro po sição , po is é uma declar ação. O bserve que o ve r bo fo i co lo cado antes do suje ito . Cuidado co m e sse ar tifício . Or de m dire ta: “Vida e m o utr os plane tas do univer so e xiste ” A (V) é uma or de m, uma frase imper ativa. Se é imper ativa e ntão não é declar ativa e se não é declar ativa, não po de ser uma pro posição ló gica . G abar ito : L etr a D. Q.03 - (PM -B A/200 9 /FCC ) De fine -se se nte nça como qualque r or ação que te m suje ito (o te r mo a re spe ito do qual se de clara alguma co isa) e pre dicado (o que se de clara so bre o suje ito ). N a re lação que se gue há e xpre ssõe s e se nte nças: 1 . To mar a que cho va! 2 . Q ue hor as são? 3 . Trê s veze s do is são cinco . Profº Júlison Oliveira Página 14 de 51As aulas 00, 01 e 02 são de divulgação gratuita. Estas aulas foram realizadas em janeiro/2013. Caso você tenha interessepelas demais aulas do curso, solicite pelo e-mail prof.julison@gmail.com. Preço especial p/ vendas diretas aos alunos.
    • Curso de Raciocínio Lógico Teoria e Questões Prof. Júlison Oliveira – Aula 00 4 . Q uare nta e dois dete ntos. 5 . Po liciais são co nfiáve is. 6 . Exer cícios físico s são saudáve is. De acor do com a de finição dada, é corre to afir mar que , do s ite ns da re lação acima, são sentenças APENAS o s de número s (A) 1 , 3 e 5. (B ) 2 , 3 e 5 . (C ) 3 , 5 e 6 . (D) 4 e 6 . (E) 5 e 6. Re so lução : Mais uma que stão clássica. A (1 ) é exclamativa. A (2 ) é interro gativa. A (3 ) é uma propo sição lógica F. A (4 ) não te m pre dicado de clar ativo . A (5 ) se e nquadr a no co nce ito de pro po sição : SUJEITO DEFINIDO + PR EDIC ADO DECL ARAT I VO . A 6 també m é uma pro po sição : SUJEITO DEFIN IDO + PR EDIC ADO DECL AR AT IVO . G abar ito : L etr a C. Q.04 - (T C E -PB/200 6 /FC C ) Sabe -se que se ntenças são o raçõe s co m suje ito (o te rmo a re spe ito do qual se declara algo ) e pre dicado (o que se de clar a so bre o suje ito ). Na re lação se guinte há e xpre ssõe s e se nte nças: 1 . Trê s mais no ve é igual a doze . 2 . Pe lé é br asile ir o . 3 . O jo gador de fute bo l. 4 . A idade de Mar ia. 5 . A me tade de um númer o . 6 . O tr iplo de 15 é maio r do que 10 . É corre to afir mar que , na re lação dada, são se nte nças ape nas o s itens de número s. a) 1 ,2 e 6 . b) 2 ,3 e 4 . Profº Júlison Oliveira Página 15 de 51As aulas 00, 01 e 02 são de divulgação gratuita. Estas aulas foram realizadas em janeiro/2013. Caso você tenha interessepelas demais aulas do curso, solicite pelo e-mail prof.julison@gmail.com. Preço especial p/ vendas diretas aos alunos.
    • Curso de Raciocínio Lógico Teoria e Questões Prof. Júlison Oliveira – Aula 00 c) 3 ,4 e 5. d) 1 ,2 ,5 e 6 . e ) 2 ,3 ,4 e 5 . Re so lução : Mais uma questãoz inha estilo FC C (Fundação C o piar e Co lar rss). A (1 ) é uma propo sição , po is temo s um suje ito (trê s mais no ve ) e um predicado de clar ativo (é igual a doz e ), de valor ver dade iro , inclusive . A (2 ) també m é pro posição ló gica . A (3 ) não é – falta um pre dicado de clarativo . A (4 ) també m não é – A idade de Mar ia o que? . A (5 ) també m não é – a me tade de um numer o o que? . A (6 ) é sim uma pro po sição e ver dade ir a, po is te mo s um suje ito de finido (o tr ipl o de 15 ) e um pre dicado de clarativo (é maior que 10 ). G abar ito : L etr a A . Pe ssoal, não vamo s explor ar muito e ssas que stõe s que tra tam de sse s co nce ito s inicia is, po is não acho muito pro dutivo , po is é a par te mais simples do cur so , acre dito que ningué m te nha ficado co m dúvidas, mas caso pe rsista alguma, basta me p ro cur ar no fór um de dúvida s do cur so . Na úl tima aula do cur so (simulado ), co lo care mo s pr a você s mais que stõe s sobre esse s co nce ito s iniciais . Vamos ago ra de finitivame nte e ntr ar na a lma do r acio cínio ló gico : O e studo das PROPOSI ÇÕES COM POSTA S , DOS CON ECTIVOS LÓGI C OS e DA TA BELA - VERDADE . Profº Júlison Oliveira Página 16 de 51As aulas 00, 01 e 02 são de divulgação gratuita. Estas aulas foram realizadas em janeiro/2013. Caso você tenha interessepelas demais aulas do curso, solicite pelo e-mail prof.julison@gmail.com. Preço especial p/ vendas diretas aos alunos.
    • Curso de Raciocínio Lógico Teoria e Questões Prof. Júlison Oliveira – Aula 00 As pro po siçõe s ló gicas po de m ser sim ples o u com po st a s. As simple s são as que for am mo str adas até agor a (Ana é alta). As co mpostas são as fo rmadas pe l a uniã o de uma o u m a is pro po siçõe s simple s. O pro ce sso de formação é o se guinte : PROPOSIÇÃO PROPOSIÇÃO SIMPLES CONECTIVO SIMPLES PROPOSIÇÃO LÓGICO COMPOSTA A B E quais são o s co ne ctivo s ló gicos? São 5 , ve ja : PROPOSI ÇÃO CON ECTI VO SÍM BOLO ESTRUTURA QUE FORM A E C ON JUN Ç ÃO ^ A ^ B DISJUN Ç ÃO OU V A v B INC L USIVA SE... ENTÃO.. C ON DIC ION AL  A  B DISJUN Ç ÃO OU... OU... V A v B EXC LUSIVA SE E SOMENTE B IC ON DICION AL  A  B  SE Ve ja um e xe mplo co m cada co ne ctivo :  Ana é alta E B ianca é baixa.  Ana é alta OU B ianca é baixa.  SE Ana é alta ENTÃO B ianca é baixa.  OU Ana é alta OU B ianca é baixa.  Ana é alta SE E SOMENTE SE B ianca é baixa Essa é a essênc ia da fo rmação de uma pr oposição co mpo sta: dua s o u ma is pro po s çõ es sim ples unidas por um CON ECTI VO L ÓGI CO. Os co ne ct ivo s ló gico s ser ão Profº Júlison Oliveira Página 17 de 51As aulas 00, 01 e 02 são de divulgação gratuita. Estas aulas foram realizadas em janeiro/2013. Caso você tenha interessepelas demais aulas do curso, solicite pelo e-mail prof.julison@gmail.com. Preço especial p/ vendas diretas aos alunos.
    • Curso de Raciocínio Lógico Teoria e Questões Prof. Júlison Oliveira – Aula 00 o s re spo nsáve is por to do o r acio cí nio e nvo lvido no cálculo de se nte nça s lógicas. C álculo ? Isso me smo , cálculo ! Mais fique tranquilo . Le mbr a dessas re gras da mate mática: + co m + dá + ; - com – dá -; + co m – dá -. É m a is o u m enos a m esma c oisa. N essa aula demo nst r ativa, vere mos os co ne ctivo s “ E” , “ OU” e o “ SE EN TÃ O” . N ão te nho dúvida que esse s 3 são os mais impor tantes e mais explor ado s e m pr ovas de co ncursos , se ja qual banca for . Vamos e ntão ver de talhadame nte ( m a s é deta lhadam ent e m esmo !) cada um co m to das as car acter ísticas mais re levante s. Profº Júlison Oliveira Página 18 de 51As aulas 00, 01 e 02 são de divulgação gratuita. Estas aulas foram realizadas em janeiro/2013. Caso você tenha interessepelas demais aulas do curso, solicite pelo e-mail prof.julison@gmail.com. Preço especial p/ vendas diretas aos alunos.
    • Curso de Raciocínio Lógico Teoria e Questões Prof. Júlison Oliveira – Aula 00 O co ne ctivo “E” é o responsá ve l por formação da pro posição compo sta chamada de co njunc io na l ou simplesme nte conjunção . A r egr a m atr iz da conunção é a se guinte : Uma conjunção só será verdadeira SE TODAS as proposições integrantes forem verdadeiras Essa é a principa l r egra que vai no s ajudar a mo ntar os valore s do “E” na tabe la -ver dade. Mas para re so luçõe s de que stõe s de pro vas, EU QUERO QUE VOCÊ FI XE A SEGUIN TE REGRA QUE RETIRAM OS DA PRIN CIPAL : Basta que 1 proposição integrante seja falsa, para que toda a conjunção seja falsa, independente do valor das demais Vo u e xplicar o que é impo r tante desde já!!! Supo nha que te mo s 3 pr o po siçõe s simple s: A, B e C . Imagine que você só sabe o valo r de A= falso. Eu mo stro a vo cê a se guinte c onjunç ão : “ A e B e C” Vo cê co nsegue me dizer o r esultado dessa co njunção se m que vo cê saiba os valo res ló gicos de B e C ? Sim !!! É fa lso p or que eu já sei que t em uma pr opo sição que é fa lsa e, p or isso , nem pr ec iso saber o va lo r da s dem ais . Muito be m!!! Esse é o pe nsame nto que temos que te r de sde o início de sse cur so . Par a uma co njunção , só basta uma (só uma me smo ! po de ser uma e m mil!) pr oposição FAL SA par a que e la se ja FAL SA, inde pe nde do valor das de mais . Profº Júlison Oliveira Página 19 de 51As aulas 00, 01 e 02 são de divulgação gratuita. Estas aulas foram realizadas em janeiro/2013. Caso você tenha interessepelas demais aulas do curso, solicite pelo e-mail prof.julison@gmail.com. Preço especial p/ vendas diretas aos alunos.
    • Curso de Raciocínio Lógico Teoria e Questões Prof. Júlison Oliveira – Aula 00 Em re so luçõe s de que stõe s “me no s fáce is” (pr a não dizer mais difíce is), esse é o pensa m ento que faz t oda d ifer ença . Às veze s no s de par amo s co m a re solução de uma co ndicio nal (e xe mplo : A  B e C ) , e só te mos o v alor de C e não te mo s de B . Sendo C = FAL SO não pre cis amo s sabe r o valor de B par a que po ssamo s saber o re sultado do que ve m de po is do co ne ctivo “ ” (B e C ), co mpree nde?? Ve ja que a re gra pr incipal só foca o caso que e la pre cisa de to dos os inte gr ante s ver dade ir os par a que e la se ja ver dade ir a, m as par a efe ito de re so lução de que stõe s, a se gunda re gr a que co lo que i pra vo cê s é muito m a is im port a nt e . Você s verão isso nas re so luçõe s de que stõe s. Vamos mo ntar então a tabe la ver dade de uma Co njunção. Passo s par a mo ntar uma tabe la: 1. Faç a uma ta bela com 5 linha s e 7 c oluna s ; 2. Na pr im eir a co luna co lo que P (r epr esenta um propo sição P qua lquer ) e em seguida co lo que dois V e do is F; e 3. Na segunda c oluna , co lo que Q (r epr esenta um pro po siç ão Q qua lquer ) e c oloque V e F a lt er nadam ent e (c om eç a ndo sem pr e c om V  VFVF) . P Q P ^ Q P v Q P Q P vQ P  Q  V V V F F V F F Profº Júlison Oliveira Página 20 de 51As aulas 00, 01 e 02 são de divulgação gratuita. Estas aulas foram realizadas em janeiro/2013. Caso você tenha interessepelas demais aulas do curso, solicite pelo e-mail prof.julison@gmail.com. Preço especial p/ vendas diretas aos alunos.
    • Curso de Raciocínio Lógico Teoria e Questões Prof. Júlison Oliveira – Aula 00 Amigo, essa tabelinha tem que sair preenchida automaticamente da sua cabeça após estudarmos todos os con ectivos. Ela é a “alma”, o “espirito” de todos os outros assuntos de Raciocínio Lógico. Ela é de fácil assimilação. Basta entender a lógica de cada conectivo. Mas por que pr ec isa mo s dessa tabela? Po rque ela po ssui t o das as co mbinaçõ es po ssíve is e, co nse quenteme nte , to dos os re sultados possíve is que po de mo s o bter co m a co mbinação de duas pro po siçõe s simples : 1)VERDA DEI RO x VERDA DEI RO 2)VERDA DEI RO x FAL SO 3)FAL SO x VERDADEIRO 4)FAL SO x FA LSO Ve ja co mo e stá igualz inho lá nas duas pr ime ir as co lunas. Agor a vamo s pree ncher co m os valo r es do uma C ON JUN Ç ÃO . Pe sso al, o “ E” só ser á ve rdade ir o se as duas (to das) fore m ver dade i r as, ma is fácil impo ssível, co ncor da? O re stante ser á falso po r que e la só pre cisa de uma inte gr ante falsa par a que e la se ja F. O “E” é um co ne ctivo muito “ E”xigent e!!! Nã o admite um valor fa lso se quer , go sto u do “mace te”?  P Q P ^ Q V V V V F F F V F F F F Profº Júlison Oliveira Página 21 de 51As aulas 00, 01 e 02 são de divulgação gratuita. Estas aulas foram realizadas em janeiro/2013. Caso você tenha interessepelas demais aulas do curso, solicite pelo e-mail prof.julison@gmail.com. Preço especial p/ vendas diretas aos alunos.
    • Curso de Raciocínio Lógico Teoria e Questões Prof. Júlison Oliveira – Aula 00 Ob ser ve que:  Pr a ser VERDADEIRA : Pr ecisa que toda s se jam ver dade ir as.  Pr a ser FAL SA : Pre cisa a pena s que uma se ja falsa. Veja aqui um vídeo explicativo da conjunção http://www.youtube.com/watch?v=LZuXqjiDI0I Profº Júlison Oliveira Página 22 de 51As aulas 00, 01 e 02 são de divulgação gratuita. Estas aulas foram realizadas em janeiro/2013. Caso você tenha interessepelas demais aulas do curso, solicite pelo e-mail prof.julison@gmail.com. Preço especial p/ vendas diretas aos alunos.
    • Curso de Raciocínio Lógico Teoria e Questões Prof. Júlison Oliveira – Aula 00 A nega ção é o pro ce sso pe lo qual po demos tr ocar o valor ló gico de uma pr oposição . O que é verda deiro vir a falso e o que é falso vir a ver da deiro . Exe mplo : “ Ana é alta” ---- N EGA ÇÃ O : “A na nã o é a lta ” “ Ana não é a lta” ---- NEGA ÇÃ O : “A na é a lt a” Ob ser que que a negaçã o de uma pro po siç ão que p o ssui o “ nã o” faz esse “ nã o ” sum ir ! “ Ana é baixa” no lugar de “Ana não é alta” t am bém esta ria corr eto , se a questã o tr ata r desse m odo , apesar de algo te cnicame nte inco rr eto . Re presentamos a ne gação de uma pro posição P por ~ P o u ¬ P. Dessa for ma, se e u falo que B = “B ianca é baixa”, a ~ B ficar ia: “B ianca não é baixa”, que po d er ia ser e scr ita também “B ianca é alta” , vai de pe nder da fo r ma que a que stão abo r dar . N o co ncurso de A udit or da Receita Feder al de 2012 , a ESAF uso u o seguinte e nunciado em um que stão da pr ova de r aciocínio ló gico : “Se e Anamara é médica, então Angélica é médica. Se Anamara é arquiteta, então Angélica ou Andrea são médicas. Se Andrea é arquiteta, então Angélica é arquiteta. Se Andrea é médica, então Anamara é médica“. Observação pessoal: Antes de conhecer as regras de todos conectivos, eu tentava responder esses tipos de questões tentando raciocinar logicamente. Ficava quase doido e não conseguia. Hoje vejo que é muito complicado tentar responder sem saber os valores lógicos dos conectivos, por isso, o estudo da tabela verdade é muito importante. A resolução dessa questão é feita quase sem raciocínio propriamente lógico, pois basta reescrevermos como símbolos e testar os valores dos conectivos. É uma matemática mesmo, por incrível que possa parecer. Profº Júlison Oliveira Página 23 de 51As aulas 00, 01 e 02 são de divulgação gratuita. Estas aulas foram realizadas em janeiro/2013. Caso você tenha interessepelas demais aulas do curso, solicite pelo e-mail prof.julison@gmail.com. Preço especial p/ vendas diretas aos alunos.
    • Curso de Raciocínio Lógico Teoria e Questões Prof. Júlison Oliveira – Aula 00 N a r eso lução desse tipo de questão , devemos fixar uma qualidade (o u atr ibuto ou pr ofissão – o que a que stão tr atar ) pra uma pe ssoa e a sso c ia r a uma le tr a. E xe mplo : Eu chamo de (A ) Anamar a é mé dica Eu chamo de (B) Angé lica é mé dica EU ch amo de (C) André a é mé dica A na ma ra é a rquit eta e u chamo de D? N ão ! Chame de ne gação de A (~ A), ok? Estamo s falando da me sma pe ssoa. A ne gação não va i apa r ec er sempr e c om um “ não” na fre nte o u co m um a adje tivo o po sto . V amos de sde já no s aco stumando co m isso . Esse é o “ espír ito da co isa” . Co n tinuando ... Anamar a é ar quite ta: ~A Angé lica é ar quite ta: ~ B André a é ar quiteta: ~ C  Ree scre ve ndo o e nunciado co m o s símbo los: A  B ~A  B ou C ~ C  ~B C  A Ve ja que só te mo s 3 pro po siçõe s simple s (e suas ne gações) ne sse e nunciado que, a pr incípio, pa r ec er ia c om plicado , mas não é !!! E o lha que e ssa que stão causou muita po lê mica, muita ge nte não co nse gui u re spo nder , pe dir am anulação , mas vamo s re spo nde -la quando tr atar mo s do assunto “Ló gica da ar gume ntação” . O que quero mo str ar aqui são as diver sa s fac eta s da ne gação de uma pro posição simple s. Agor a vamos para a negaç ão de um co njunção . A re gra é be m simple s: Trocamos o valor das proposições simples integrantes e Profº Júlison Oliveira depois trocamos o conectivo “E” por “OU” 24 de 51 PáginaAs aulas 00, 01 e 02 são de divulgação gratuita. Estas aulas foram realizadas em janeiro/2013. Caso você tenha interessepelas demais aulas do curso, solicite pelo e-mail prof.julison@gmail.com. Preço especial p/ vendas diretas aos alunos.
    • Curso de Raciocínio Lógico Teoria e Questões Prof. Júlison Oliveira – Aula 00 Exemplo: “Ana é alta E Bianca é baixa”  Negação: “Ana não é alta OU Bianca não é baixa” Representando por símbolos: A e B  Negação: ~A ou ~B Negar não é simplesmente colocar um não. É trocar o valor lógico. Se uma proposição já tiver um “não”, como ficaria então? Resposta: O não some!!! A negação de uma negação é uma afirmação. Se eu digo: “não é verdade que eu não sou alto” é a mesma coisa que eu dizer: “sou alto” não é não? Rss. “Ana não é professora”  Professor! Eu não posso negar essa proposição, pois ela já é uma negação. Raciocínio errado!!! Ela é uma proposição que possui um valor de VERDADEIRO ou FALSO. Negar é simplesmente trocar o valor lógico. Repito: O que é verdadeiro vira falso e o que é falso vira verdadeiro.  Se a proposição for Verdade, então a falsa seria: “Ana é professora”  Se a proposição for Falsa, então a verdadeira seria: “Ana é professora” Em síntese: A negação de uma proposição não está relacionada diretamente com o valor de falso ou com a palavra “não”. NEGAR UMA PROPOSIÇÃO É APENAS TROCAR O SEU VALOR LÓGICO. NÃO CONFUNDA MAIS ISSO, OK? Mais um exemplo: “Brasil é o país do futebol E Dilma não é a presidenta” Negação: “Brasil não é o país do futebol OU Dilma é a presidenta” Profº Júlison Oliveira Página 25 de 51As aulas 00, 01 e 02 são de divulgação gratuita. Estas aulas foram realizadas em janeiro/2013. Caso você tenha interessepelas demais aulas do curso, solicite pelo e-mail prof.julison@gmail.com. Preço especial p/ vendas diretas aos alunos.
    • Curso de Raciocínio Lógico Teoria e Questões Prof. Júlison Oliveira – Aula 00 Representando por símbolos: A e B  Negação: ~A ou ~B Repetindo... Trocamos o valor das proposições simples integrantes e depois trocamos o conectivo “E” por “OU” O conectivo “E” pode aparecer como “MAS” e também como “NEM”, pois num período os dois possuem a mesma função, que é a adição de uma proposição a outra. A ESAF já usou a expressão “MAS” em uma questão em 2009, vejam: “Maria comprou uma blusa nova, MAS não foi ao cinema com José” É o mesmo que... “Maria comprou uma blusa nova E não foi ao cinema com José” A CESPE já usou o “NEM” em uma questão de 2012, vejam: “Não conheço esse empresário nem ouvi falar de sua empresa” É o mesmo que... “Não conheço esse empresário E não ouvi falar de sua empresa” Observe que o “NEM” tem uma dupla função: NEGAR E SUBSTITUIR O “E” Uma última informação: O conectivo “E” permite a permuta entre seus elementos normalmente. “A e B” pode ser escrito como “B e A” sem problemas. Dos 5 conectivos lógicos, o ÚNICO que não permite a permuta entre seus elementos é o conectivo condicional. “Ana é alta E Bianca é baixa” equivale a “Bianca é baixa E Ana é alta” Profº Júlison Oliveira Página 26 de 51As aulas 00, 01 e 02 são de divulgação gratuita. Estas aulas foram realizadas em janeiro/2013. Caso você tenha interessepelas demais aulas do curso, solicite pelo e-mail prof.julison@gmail.com. Preço especial p/ vendas diretas aos alunos.
    • Curso de Raciocínio Lógico Teoria e Questões Prof. Júlison Oliveira – Aula 00 As duas conjunções acima são equivalentes, pois a permuta entre seus elementos não altera os valores da tabela-verdade. Pra finalizar, vamos negar a seguinte proposição representada pelos símbolos: (~A e B) e (C e ~D) Observe que é uma conjunção de duas conjunções. A regra é a mesma, nega as partes e troca os “e” por “ou”. 1. Negando a primeira: A ou ~B. 2. Negando a segunda: ~C ou D. 3. Juntando e trocando o “e” central por “ou”. Respo sta : (A ou ~B) ou (~C ou D) Se fosse: “Ana não é alta e Bianca é baixa, e Carlos é médico e Davi não é advogado” Respo sta : Ana é alta ou Bianca não é baixa, ou Carlos não é médico ou Davi é advogado. Tanto “ou” né? Eu também acho. Mas como diz Arnaldo Cézar Coelho: a regra é clara, Galvão! Vamos ver como esse assunto é cobrado em provas! Q.05 - (C ESPE - 201 2 - C âmara do s De putado s - Analista - Té cnico e m Mater ial e Patr imônio) A ne gação da pr oposição “N ão co nhe ço e sse empre sário ne m o uvi falar de sua e mpre sa” po de ser expre ssa por “ Co nhe ço e sse empre sár io e o uvi falar de sua e mpre sa”. ( ) Certo ( ) Errado Profº Júlison Oliveira Página 27 de 51As aulas 00, 01 e 02 são de divulgação gratuita. Estas aulas foram realizadas em janeiro/2013. Caso você tenha interessepelas demais aulas do curso, solicite pelo e-mail prof.julison@gmail.com. Preço especial p/ vendas diretas aos alunos.
    • Curso de Raciocínio Lógico Teoria e Questões Prof. Júlison Oliveira – Aula 00 Re so lução : Essa fo i a que stão que cite i, que utilizo u o “ nem” . Vamo s ree scre vê -la do mo do tr adicio nal : “Não conheço esse empresário E não ouvi falar de sua empresa” N ega ção da 1ª part e: “Co nhe ço seu e mpr esár io ” N ega ção da 2ª part e: “O uvi falar da sua e mpresa” J unta ndo e tro ca ndo o “ e” por “ ou” : “Conheço esse empresário ou ouvi falar de sua empresa” A resposta oferecida pelo enunciado continua usando o conectivo “e”, portanto está errada a afirmação. G abar ito : ERRADA . Q.06 – (MPOG /EPPGG / ESAF/200 9 ) A ne gação de “Mar ia co mpro u uma blusa nova e fo i ao cine ma co m Jo sé” é : a) Mar ia não co mpr ou uma blusa no va o u não fo i ao cine ma co m Jo sé. b) Mar ia não compro u uma blusa no va e fo i ao cinema soz inha. c) Mar ia não compro u uma blusa no va e não fo i ao cine ma co m Jo sé . d) Mar ia não compro u uma blusa nova e não fo i ao cine ma. e ) Mar ia co mprou uma blusa nova, mas não fo i ao cine ma co m Jo sé . Re so lução : Q ue stão fácil né? Se mpre a ne gação do “e” ser á o “o u” o u um e quivale nte a “o u”. Vere mos mais a fre nte o s e quivale nte s do “o u”. Já po der íamo s eliminar as le tr as (B ), (C ) e (D) que co ntinuam usando o “e ”. So bro u a (A) e a (E). A le tr a (E) é usa o “mas” que te m a me sma função do co nectivo “e”. Po de mo s e liminar també m e la . Só so br o u a le tra (A), que é a resposta . Mas vamo s re so lver o e nunciado : Profº Júlison Oliveira Página 28 de 51As aulas 00, 01 e 02 são de divulgação gratuita. Estas aulas foram realizadas em janeiro/2013. Caso você tenha interessepelas demais aulas do curso, solicite pelo e-mail prof.julison@gmail.com. Preço especial p/ vendas diretas aos alunos.
    • Curso de Raciocínio Lógico Teoria e Questões Prof. Júlison Oliveira – Aula 00 1. N egando a pr ime ir a par te : Mar ia não co mpro u uma blusa no va. 2. N egando a se gunda par te : (Mar ia) não fo i ao cine ma co m Jo sé . 3. Juntando e tr ocando o “e ” central por “o u”: “ Mar ia não co mpr ou blusa no va ou não fo i ao cine ma co m Jo sé ” G abar ito : L etr a A . Por hora ficaremos somente com essa. É muito difícil encontrar questões que tratam de um conectivo só. A maioria mistura os conectivos “e”, “ou” e “se... então”. Profº Júlison Oliveira Página 29 de 51As aulas 00, 01 e 02 são de divulgação gratuita. Estas aulas foram realizadas em janeiro/2013. Caso você tenha interessepelas demais aulas do curso, solicite pelo e-mail prof.julison@gmail.com. Preço especial p/ vendas diretas aos alunos.
    • Curso de Raciocínio Lógico Teoria e Questões Prof. Júlison Oliveira – Aula 00 Profº Júlison Oliveira Página 30 de 51As aulas 00, 01 e 02 são de divulgação gratuita. Estas aulas foram realizadas em janeiro/2013. Caso você tenha interessepelas demais aulas do curso, solicite pelo e-mail prof.julison@gmail.com. Preço especial p/ vendas diretas aos alunos.
    • Curso de Raciocínio Lógico Teoria e Questões Prof. Júlison Oliveira – Aula 00 O co ne ctivo “OU” é o re spo ns áve l por for mação da pro posição compo sta Disjunç ão I nc lusi va ou simplesme nte Disjunção . Exe mplo s :  Ana é alta OU B ianca é baixa  Maranhão é um estado do nor de ste OU Te resina é uma capital. Essa é a r egra m atr iz de uma Disjunç ão I nc lusiva : Uma Disjunção só será falsa SE TODAS as proposições integrantes forem falsas. Ve ja que aqui o r acio cínio é me io que o inver so da co nju nção . Da me sma fo r ma quer o que vo cê obser ve que po de mo s e xtr a ir uma der ivada dessa re gr a, ve ja: Basta que 1 proposição integrante seja verdadeira, para que toda a disjunção seja verdadeira, independente do valor das demais Dir íamos que o “o u’ é bem me no s e xigente que o co ne ctivo “ e” , que só se rá verdade iro se to dos o s se us inte gr ante s fo re m ver dade i ro s. Aqui, basta ter um inte gr ante ver dade ir o que a disjunção ser á ver dade ir a . Supo nha que temo s 3 pro posiçõe s simple s: A, B e C . Imagine que você só sabe o valo r de B = verdadeiro . Eu mo stro a você a se guinte disjunçã o: “ A ou B o u C” Profº Júlison Oliveira Página 31 de 51As aulas 00, 01 e 02 são de divulgação gratuita. Estas aulas foram realizadas em janeiro/2013. Caso você tenha interessepelas demais aulas do curso, solicite pelo e-mail prof.julison@gmail.com. Preço especial p/ vendas diretas aos alunos.
    • Curso de Raciocínio Lógico Teoria e Questões Prof. Júlison Oliveira – Aula 00 Vo cê co nse gue me dize r o re sultado de ssa disjunção sem que você saiba o s valore s ló gico s de A e C? Sim !!! O va lor é ver da deiro po rque eu já sei que tem uma p ro po siçã o que é ver da deira e, por isso , nem pr eciso sa b er do va lor do s dem ais. Exce le nte no vame nte !!! O bser ve que a qui a co isa é o inver so de uma co njunção . N a co njunção só bastava um va lor fa lso par a que a co njunção fosse consider ada falsa. N a disjunção , basta que te nhamo s um va lor ver dadeiro par a que to da ela po ssa se r co nsider ada ver dade ir a, inde pe nde nte do valo res ló gico das de mais . Eis que e stão apar ece ndo as difere nças do “ e” e “o u”. Vamo s m o ntar e ntão a tabe la do “ou”: P Q P ^ Q P v Q V V V V V F F V F V F V F F F F Ob ser ve que:  Pr a ser VERDADEIRA : Pre cisa que apena s uma se ja ver dade ir a.  Pr a ser FAL SA : Pre cisa que t oda s se jam falsas. Veja aqui um vídeo explicativo da DISJUNÇÃO http://www.youtube.com/watch?v=-46rwAc52d4 Profº Júlison Oliveira Página 32 de 51As aulas 00, 01 e 02 são de divulgação gratuita. Estas aulas foram realizadas em janeiro/2013. Caso você tenha interessepelas demais aulas do curso, solicite pelo e-mail prof.julison@gmail.com. Preço especial p/ vendas diretas aos alunos.
    • Curso de Raciocínio Lógico Teoria e Questões Prof. Júlison Oliveira – Aula 00 C o mo já sabe mo s o que é uma ne gação e como e la é re presentada, vamo s e ntão dir e to a r egra: Trocamos o valor das proposições simples integrantes e depois trocamos o conectivo “E” por “OU” O bser ve que o “e” ne ga o “o u” e o “o u” ne ga o “e”. Exe mplos de ne gações: “Ana é alta OU Bianca é baixa”  Negação: “Ana não é alta E Bianca não é baixa” Representando por símbolos: “A ou B”  Negação: “~A e ~B” Negação de “A ou ~B”: ~A e B Negação de “~A ou B”: A e ~B Negação de “~A ou ~B”: A e B Q ual a ne gação de : “Maria não comprou uma blusa nova ou foi ao cinema com José” “não” some! Respo st a : “não” aparece! “Maria comprou uma blusa nova e não foi ao cinema com José” Muito simples não é mesmo? Coitado do José. Vamos ver como esse assunto é cobrado em provas! Q.07 – (MPO G /EPPGG /ESAF/200 9 ) Entre as o pçõe s abaixo , a única co m valo r lógico ver dade iro é : a) Se Ro ma é a capital da Itália, Lo ndre s é a capital da Fr ança. Profº Júlison Oliveira Página 33 de 51As aulas 00, 01 e 02 são de divulgação gratuita. Estas aulas foram realizadas em janeiro/2013. Caso você tenha interessepelas demais aulas do curso, solicite pelo e-mail prof.julison@gmail.com. Preço especial p/ vendas diretas aos alunos.
    • Curso de Raciocínio Lógico Teoria e Questões Prof. Júlison Oliveira – Aula 00 b) Se Lo ndr es é a capital da Inglate rra, Par is não é a capital da Fr ança. c) Ro ma é a capital da Itália e L o ndre s é a capital da Fr ança o u Par is é a capital da França. d) R oma é a capital da Itália e L o ndre s é a capital da Fr ança o u Par is é a capital da Inglaterr a. e ) Ro ma é a capital da Itália e Lo ndre s não é a capital da Inglate rra. Re so lução : Essa que stão aqui fico u co mplicada pr a quem falto u nas aulas de ge ografia... r ss. Vamos analisar ape nas as le tr as C , D e E . As le tras A e B tr atam do co ne ctivo “Se ... e ntão ...” que ainda não vimo s, mas e las não são a resposta me smo . L et ra (C) Ro ma é capital da Itália? Sim, portanto V. L ondres é capital da França? N ão , por tanto F. Par is é capital da Fr ança? Sim, por tanto V. Ficar íamo s assim : V e F ou V Esse é um de talhe que deixa m uit a gent e na dúvida . Q ue m e u r eso lvo pr ime iro ? O “e ” o u o “o u”? A dica que do u é que responda que m apare cer pr ime iro . (V e F) o u V  (V e F) vai re sultar e m F (po is uma co njunção só ser á V se to dos o s se us e le me nto s for em ver dade iro s), daí ficar íamo s co m: F o u V  Q ual se rá o r esultado de uma disjunção que po ssui ao me no s um valor ver dade ir o? Verdadeiro . Vamos testar pr ior iz ando o cone ct ivo “o u” pra ver o re sultado? V e (F o u V )  F o u V = V, então so br ar ia V e V, uma co njunção co m to do s os ite ns ver dade ir os, re sultado: Ver da deiro ta mbém . L et ra (D) Ro ma é capital da Itália? V. Lo ndre s é a capital da França? F. Par is é a capital da Inglater ra? F. V e F ou F V e F= F Profº Júlison Oliveira Página 34 de 51As aulas 00, 01 e 02 são de divulgação gratuita. Estas aulas foram realizadas em janeiro/2013. Caso você tenha interessepelas demais aulas do curso, solicite pelo e-mail prof.julison@gmail.com. Preço especial p/ vendas diretas aos alunos.
    • Curso de Raciocínio Lógico Teoria e Questões Prof. Júlison Oliveira – Aula 00 Sobraria: F o u F Resultado: Fa lso L et ra (E) Ro ma é capital da Itália? V. Lo ndre s não é a capital da Inglater ra? F. V e F Resultado: Fa lso G abar ito : L etr a C. Pra finalizar o estudo da disjunção, é importante sabermos que podemos, assim como na conjunção, fazer a permuta entre seus membros. “A ou B” é o mesmo que “B ou A”. Acho muito importante mencionar isso, pois a negação de uma proposição pode vim numa prova com os termos invertido (e estão vindo bastante!). Não fique preso à regra “nega as duas e troca o conectivo E por OU”. Uma questão pode perguntar a negação de: “Rio de Janeiro é lindo e Porto Alegre é frio” Uma possível resposta: “Porto Alegre é quente ou Rio de Janeiro não é lindo”  Negação com permutação dos elementos. Mas por que uma possível resposta? Porque existem mais possibilidades! Que tal essa: “Se Porto Alegre é frio então o Rio de Janeiro é lindo” ou essa... “Se o Rio de Janeiro não é lindo então Porto Alegre não é frio” Mas vamos parar por aqui. Vamos ficar por enquanto só com o caso de permutação. Quando chegarmos ao assunto EQUIVALÊNCIAS LÓGICAS, assunto que julgo importantíssimo e que será visto na próxima aula e que as bancas gostam muito, veremos com mais calma as outras equivalências do conectivo “ou” (são só outras duas mesmo). Uma coisa de cada vez, para não embaralhar a cabeça de vocês. Até rimou!  Profº Júlison Oliveira Página 35 de 51As aulas 00, 01 e 02 são de divulgação gratuita. Estas aulas foram realizadas em janeiro/2013. Caso você tenha interessepelas demais aulas do curso, solicite pelo e-mail prof.julison@gmail.com. Preço especial p/ vendas diretas aos alunos.
    • Curso de Raciocínio Lógico Teoria e Questões Prof. Júlison Oliveira – Aula 00 Agora vamos ver logo o conectivo “Se... então...”, até eu estou ansioso pra rever esse rapaz, o maior queridinho de todos os tempos, o preferido de todas as bancas!!! Profº Júlison Oliveira Página 36 de 51As aulas 00, 01 e 02 são de divulgação gratuita. Estas aulas foram realizadas em janeiro/2013. Caso você tenha interessepelas demais aulas do curso, solicite pelo e-mail prof.julison@gmail.com. Preço especial p/ vendas diretas aos alunos.
    • Curso de Raciocínio Lógico Teoria e Questões Prof. Júlison Oliveira – Aula 00 O conectivo “Se... então...” é o responsável pela formação da proposição composta chamada de condicional. São exemplos de proposições condicionais: “Se você for à praia, então irei ao cinema” “ Se não tiro férias, então trabalho” “Se Ana é alta, então Bianca é baixa” “Se o chão está seco, então não choveu e não nevou” Representação: A  B (Se A então B) A primeira coisa que quero que você saiba é que a primeira parte (A) é chamada de CONDIÇÃO SUFICIENTE e a segunda parte (B) é chamada de CONDIÇÃO NECESSÁRIA. Guarde bem essa informação, pois existem diversas questões de provas que perguntam somente isso. Vamos ver um “macete”: CONDIÇÃO SUFICIENTE  CONDIÇÃO NECESSÁRIA 1ª parte  2º parte “Se o Santos jogar, então Neymar irá marcar!” SUFICIENTE  NECESSÁRIA Santos  Neymar Gostaram do “macete”? Aí eu escuto um aluno dizer: E quando o Neymar for jogar lá na Europa, o macete não vai mais funcionar e eu vou ficar todo confuso lá na hora e vou errar esse assunto! Tá bom... lá vai mais um: Quando uma casa não tem numero, o que a gente coloca no lugar do número? S/N! Não gostou? O último, esse eu aprendi com outro professor de raciocínio, muito bom professor por sinal: esse negócio é muito “Sem Noção”. Pronto! Espero que nunca mais erre uma questão que pergunte esse assunto! Profº Júlison Oliveira Página 37 de 51As aulas 00, 01 e 02 são de divulgação gratuita. Estas aulas foram realizadas em janeiro/2013. Caso você tenha interessepelas demais aulas do curso, solicite pelo e-mail prof.julison@gmail.com. Preço especial p/ vendas diretas aos alunos.
    • Curso de Raciocínio Lógico Teoria e Questões Prof. Júlison Oliveira – Aula 00 A primeira parte (antes do ) é a condição suficiente para a segunda parte (depois do ) e a segunda parte é condição necessária para a primeira parte. Vamos ver como esse assunto é cobrado em provas! Q.08 – (MPOG /EPPGG /20 09 /ESAF) C o nside re que : “se o dia e stá bo nito , e ntão não cho ve ”. Desse mo do : a) não cho ve r é co ndição nece ssár ia par a o dia e star bo nito . b) não cho ver é co ndição suficie nte par a o dia estar bo nito . c) cho ver é co ndição ne ce ssár ia para o dia estar bo nito . d) o dia estar bo nito é co ndição ne ce ssár ia e suficie nte para cho ver . e ) chover é condição ne ce ssária par a o dia não estar bo nito . Re so lução : A p rim eira par te de uma condicio nal é de co ndição sufic ient e : “O dia está bo nito ” . A seg unda par te é a co ndição nec essár ia : “Não cho ve” Re spo stas po ssíve is : 1º O dia estar bonito é condição suficiente para não chover. 2º Não chover é condição necessária pra o dia estar bonito. 3º Poderíamos também juntar as 2 respostas anteriores em uma expressão só: O dia estar bonito é condição suficiente para não chover e não chover é condição necessária pra o dia estar bonito. Letra (A). É igual à segunda resposta proposta na resolução, portanto é o gabarito. Profº Júlison Oliveira Página 38 de 51As aulas 00, 01 e 02 são de divulgação gratuita. Estas aulas foram realizadas em janeiro/2013. Caso você tenha interessepelas demais aulas do curso, solicite pelo e-mail prof.julison@gmail.com. Preço especial p/ vendas diretas aos alunos.
    • Curso de Raciocínio Lógico Teoria e Questões Prof. Júlison Oliveira – Aula 00 Letra (B). Não chover é condição necessária e não suficiente como colocado. Letra (C). Não chover é que é a condição necessária. A letra trocou o valor lógico da segunda parte, que deve permanecer inalterada. Letra (D). O dia estar bonito é condição suficiente APENAS. Condição “suficiente e necessária” são as partes integrantes de uma BICONDICIONAL que ainda veremos mais a frente no nosso curso. Letra (E). Dois erros: Trocou (negou) o valor lógico das duas partes da condicional, não pode! G abar ito : L etr a A . Q.09 - (MEC /2008 /FGV) Co m relação à natur alidade dos cidadão s br asileir os, assinale a alter nativa lo gicame nte corr e ta: a) Ser br asile iro é co ndição nece ssár ia e suficiente para ser paulista. b) Ser brasile iro é condição suficie nte , mas não ne ce ssár ia para ser paranaense . c) Ser car io ca é co ndição nece ssár ia e suficie nte par a ser br asile iro . d) Ser baiano é co ndição suficie nte , mas não ne ce ssár ia para ser br asile ir o . e) Ser mar anhe nse é co nd ição ne ce ssár ia, mas não suficie nte para ser br asile iro . Re so lução : Aqui precisamos ter um raciocínio lógico (e geográfico rss) prévio, pois a questão não mostrou nenhum enunciado. A questão fala simplesmente da relação entre estados e a nacionalidade bra sileira. Seria correto eu fala r que se sou brasileiro, então posso afirmar categoricamente que s ou paulista? Claro que Profº Júlison Oliveira Página 39 de 51As aulas 00, 01 e 02 são de divulgação gratuita. Estas aulas foram realizadas em janeiro/2013. Caso você tenha interessepelas demais aulas do curso, solicite pelo e-mail prof.julison@gmail.com. Preço especial p/ vendas diretas aos alunos.
    • Curso de Raciocínio Lógico Teoria e Questões Prof. Júlison Oliveira – Aula 00 não! Não temos condições de afirmar que somos de estado algum. Agora se eu afirmar pra você que sou paulista, então poderemos afirmar que sou brasileiro? Claro que sim, pois (em regra) aquele que nasce em qualquer um dos estados brasileiro será um brasileiro. Então escreveríamos genericamente assim: “Se nasci em qualquer estado brasileiro então sou brasileiro”  Condição Santos, ops!, quis dizer suficiente: Nascer em qualquer estado brasileiro.  Condição Neymar, ops! errei de novo rss, é necessária : Ser brasileiro. Letra (A). Condição necessária e suficiente só existe na Bicondicional que ainda veremos. Letra (B). Ser brasileiro é condição necessária e não suficiente. Letra (C). Condição necessária e suficiente só existe na Bicondicional que ainda veremos. Letra (D). Correto! Ser de qualquer estado é condição suficiente para que sejamos um brasileiro . A questão ainda afirma que ser baiano não é condição necessária . Está corretíssimo, pois a condição necessária é ser brasileiro. Letra (E). Ser de qualquer estado é condição suficiente. G abar ito : L etr a D. Q.10 - (B ace n/2 006 /FCC ) Se jam as pro po siçõe s: p: atuação co mpr ador a de dó lare s por par te do Banco C entral. q: faze r fre nte ao fluxo positivo . Se p implica q, então : Profº Júlison Oliveira Página 40 de 51As aulas 00, 01 e 02 são de divulgação gratuita. Estas aulas foram realizadas em janeiro/2013. Caso você tenha interessepelas demais aulas do curso, solicite pelo e-mail prof.julison@gmail.com. Preço especial p/ vendas diretas aos alunos.
    • Curso de Raciocínio Lógico Teoria e Questões Prof. Júlison Oliveira – Aula 00 a) Faze r fre nte ao fluxo po sitivo é condição nece ssár ia e suficie nte para a atuação co mpr ador a de dó lar es por parte do B anco Ce ntr al. b) A atuação compr ador a de dó lare s por par te do Banco C entral não é co ndição suficie nte e ne m ne ce ssár ia para fazer fre nte ao fluxo po sitivo . c) A atuação compr ador a de dó lare s po r par te do Banco C entral é co ndição ne ce ssár ia par a faze r fre nte ao fluxo po sitivo . d) Fazer fre nte ao fluxo positivo é co ndição suficie nte para a atuação co mpr ador a de dó lare s po r par te do B anco C entral. e ) A atuação compr ador a de dó lare s po r par te do B anco C entral é co ndição suficie nte par a faz er fre nte ao fluxo po sitivo . Essa questão apareceu no momento certo. Vou logo apresentar pra vocês as outras formas de se escrever uma condicional que costumam aparecer em provas. Caso mais comum: Se chove, então faz frio Suas formas alternativas Se chove, faz frio. Se chove, também faz frio. Faz frio, se chove. Quando chove, faz frio. Chover implica fazer frio. Chover é condição suficiente para fazer frio. Fazer frio é condição necessária para chover. Chove somente se faz frio. Toda vez que chove, faz frio. Enquanto chove, faz frio. Observe que todos os casos alternativos são apenas formas diferentes de expressar o caso mais comum. Memorize esses casos que estou mostrando para que você não fique na dúvida se é ou não Profº Júlison Oliveira Página 41 de 51As aulas 00, 01 e 02 são de divulgação gratuita. Estas aulas foram realizadas em janeiro/2013. Caso você tenha interessepelas demais aulas do curso, solicite pelo e-mail prof.julison@gmail.com. Preço especial p/ vendas diretas aos alunos.
    • Curso de Raciocínio Lógico Teoria e Questões Prof. Júlison Oliveira – Aula 00 é uma proposição condicional. Porém, observem que marquei um caso, pois nele há o deslocamento da primeira parte (condição suficiente) para o final da oração (lugar tradicional da condição necessária). Nesse caso a condição suficiente é que fica depois da vírgula, no final da proposição. Esse caso pode ser uma casca de banana na hora da prova, por isso estou logo tratando de desarmar essa armadilha pra depois você não dizer que eu não avisei. Faz frio, se chove. Condição Necessária Condição Suficiente Se chove, então faz frio Agor a po de mo s re so lver a que stão : Re so lução : “P implica Q” é uma das fo rmas de apre se ntação de uma co ndição é o me smo que “Se P, e ntão Q” e “P Q ”. O e nunciado no s for ne ce os valore s de P e Q. 1) P é a pr im eir a pa rt e , portanto condição sufic ient e : “ atuação co mpr ador a de dó lar es por par te do B anco Ce ntr al " Detalhe: Isso não é uma proposição lógica nem na China, concorda? Cadê o predicado declarativo? Atuação compradora de dól ares por parte do Banco Central o que? Só tem um sujeito. Coisas da FCC. Mas tudo bem, o que i mporta é que é a primeira parte e a questão não está perguntando se é ou não uma proposição lógica. 2) Q é a segunda part e , portanto co ndição nec essá r ia : “ fazer fre nte ao fluxo po sitivo " . Respo sta s po ssíveis: 1. A atuação co mpr ador a de dó lare s por par te do B anco Ce ntr al é co ndição sufic ient e par a fazer fre nte ao fluxo po sitivo . 2. Fazer fre nte ao fluxo po sitivo é co ndição nec essá r ia para a atuação compr ador a de dólares por par te do B anco Ce ntr al . Profº Júlison Oliveira Página 42 de 51As aulas 00, 01 e 02 são de divulgação gratuita. Estas aulas foram realizadas em janeiro/2013. Caso você tenha interessepelas demais aulas do curso, solicite pelo e-mail prof.julison@gmail.com. Preço especial p/ vendas diretas aos alunos.
    • Curso de Raciocínio Lógico Teoria e Questões Prof. Júlison Oliveira – Aula 00 A pr ime ir a o pção e nco ntr a -se na le tr a E. G abar ito : L etr a E. Q.11 - (CESGRANRIO/2007/TCE-RO/Técnico em Informática) A negação de "2 é par e 3 é ímpar" é: a) 2 é par e 3 é par. b) 2 é par ou 3 é ímpar. c) 2 é ímpar e 3 é par. d) 2 é ímpar e 3 é ímpar. e) 2 é ímpar ou 3 é par. Re so lução : Ve ja que pre se nte ! Ela que r a nega ção de uma c onjunç ão . 1º Troca o valor das proposições simples 2º Troca o conectivo “E” por “OU" "2 é par e 3 é ímpar" "2 é ímpar ou 3 é par" Le tra (E) é a re spo sta. Obser ve que po der íamo s per mutar as par te s e ter íamo s també m a seguinte re spo sta: "3 é pa r o u 2 é ímpar" 2 é par e 3 é ímpar" " 3 é pa r o u 2 é ím par " G abar ito : L etr a E. Profº Júlison Oliveira Página 43 de 51As aulas 00, 01 e 02 são de divulgação gratuita. Estas aulas foram realizadas em janeiro/2013. Caso você tenha interessepelas demais aulas do curso, solicite pelo e-mail prof.julison@gmail.com. Preço especial p/ vendas diretas aos alunos.
    • Curso de Raciocínio Lógico Teoria e Questões Prof. Júlison Oliveira – Aula 00 Prezados, vamos parar por aqui, sei que essa aula já tem muita informação pra ser assimilada. Na próxima aula continuaremos com o estudo da proposição condicional (não vimos ainda nem a metade! rss) e as outras duas restantes - disjunção exclusiva e a bicondicional. É como falei antes, a condicional é a proposição mais importante e é a mais cobrada em provas de concursos. Por isso, ela merece uma atenção especial. Se aprendermos bem a condicional, não teremos dificuldades no estudo dos outros assuntos de raciocínio lógico. Espero que tenham gostado da aula demonstrativa e aguardo você na próxima aula. Abraços e fiquem com Deus. “O único lugar onde o sucesso vem antes do trabalho é no dicionário” Albert Einstein Bons estudos! p ro f.juliso n@gm a il.c om Profº Júlison Oliveira Página 44 de 51As aulas 00, 01 e 02 são de divulgação gratuita. Estas aulas foram realizadas em janeiro/2013. Caso você tenha interessepelas demais aulas do curso, solicite pelo e-mail prof.julison@gmail.com. Preço especial p/ vendas diretas aos alunos.
    • Curso de Raciocínio Lógico Teoria e Questões Prof. Júlison Oliveira – Aula 00 Veja aqui um vídeo explicativo da DISJUNÇÃO http://www.youtube.com/watch?v=-46rwAc52d4 Veja aqui um vídeo explicativo da conjunção http://www.youtube.com/watch?v=LZuXqjiDI0I Profº Júlison Oliveira Página 45 de 51As aulas 00, 01 e 02 são de divulgação gratuita. Estas aulas foram realizadas em janeiro/2013. Caso você tenha interessepelas demais aulas do curso, solicite pelo e-mail prof.julison@gmail.com. Preço especial p/ vendas diretas aos alunos.
    • Curso de Raciocínio Lógico Teoria e Questões Prof. Júlison Oliveira – Aula 00 Profº Júlison Oliveira Página 46 de 51As aulas 00, 01 e 02 são de divulgação gratuita. Estas aulas foram realizadas em janeiro/2013. Caso você tenha interessepelas demais aulas do curso, solicite pelo e-mail prof.julison@gmail.com. Preço especial p/ vendas diretas aos alunos.
    • Curso de Raciocínio Lógico Teoria e Questões Prof. Júlison Oliveira – Aula 00 Q.01 - (BB1 /2 007 /Cespe ) N a ló gica se nte ncial, de no mina - se pr o posição uma frase que po de ser julgada co mo ver dade ir a (V) ou falsa (F), mas não co mo ambas. Assim, fr ase s co mo “C omo e stá o te mpo ho je? ” e “Esta fr ase é falsa” não são pr oposiçõ es por que a pr ime ir a é per gunta e a se gunda não po de ser ne m V ne m F. As pro posiçõe s são re presentadas simbo licame nte po r le tr as maiúsculas do alfabe to — A, B , C, e tc. Uma pro po sição da for ma “ A o u B ” é F se A e B forem F, caso co ntr ár io é V; e uma pro po sição da for ma “Se A e ntão B ” é F se A for V e B for F, caso co ntr ár io é V. C o nside rando as info rmaçõe s co ntidas no te xto acima, julgue o ite m subse que nte . 01 . Na lista de fr ase s aprese ntadas a seguir , há e xatame nte trê s pro posiçõe s.  “A fr ase de ntro de stas aspas é uma me ntir a.”  A e xpre ssão X + Y é po sitiva.  O valor de √4 + 3 = 7 .  Pe lé marco u dez go ls par a a se le ção brasile ira.  O que é isto? Q.02 - (IC MS -SP/2006 /FCC ) Das cinco fr ase s abaixo, quatro de las têm uma mesma car acter ística ló gica em co mum, e nquanto uma de las não te m e ssa car acter ística. I. Q ue be lo dia! II. Um exce le nte livro de r aciocínio ló gico . III. O jo go ter mino u e mpatado? IV. Existe vida em o utro s plane tas do univer so . V. Escre va uma poe sia. A frase que não po ssui e ssa caracter ística co mum é a a) I. b) II. c) III. d) IV. e ) V. Profº Júlison Oliveira Página 47 de 51As aulas 00, 01 e 02 são de divulgação gratuita. Estas aulas foram realizadas em janeiro/2013. Caso você tenha interessepelas demais aulas do curso, solicite pelo e-mail prof.julison@gmail.com. Preço especial p/ vendas diretas aos alunos.
    • Curso de Raciocínio Lógico Teoria e Questões Prof. Júlison Oliveira – Aula 00 Q.03 - (PM -B A/200 9 /FCC ) De fine -se se nte nça como qualque r or ação que te m suje ito (o te r mo a re spe ito do qual se de clara alguma co isa) e pre dicado (o que se de clara so bre o suje ito ). N a re lação que se gue há e xpre ssõe s e se nte nças: 1 . To mar a que cho va! 2 . Q ue hor as são? 3 . Trê s veze s do is são cinco . 4 . Q uare nta e dois dete ntos. 5 . Po liciais são co nfiáve is. 6 . Exer cícios físico s são saudáve is. De acor do com a de finição dada, é corre to afir mar que , do s ite ns da re lação acima, são sentenç as APENAS o s de número s (A) 1 , 3 e 5. (B ) 2 , 3 e 5 . (C ) 3 , 5 e 6 . (D) 4 e 6 . (E) 5 e 6. Q.04 - (T C E -PB/200 6 /FC C ) Sabe -se que se ntenças são o raçõe s co m suje ito (o te rmo a re spe ito do qual se declara algo ) e pre dicado (o que se declar a so bre o sujeito ). Na re lação se guinte há e xpre ssõe s e se nte nças: 1 . Trê s mais no ve é igual a doze . 2 . Pe lé é br asile ir o . 3 . O jo gador de fute bo l. 4 . A idade de Mar ia. 5 . A me tade de um númer o . 6 . O tr iplo de 15 é maio r do que 10 . É corre to afir mar que , na re lação dada, são se nte nças ape nas o s itens de número s. a) 1 ,2 e 6. b) 2 ,3 e 4. c) 3 ,4 e 5. d) 1 ,2 ,5 e 6. e) 2 ,3 ,4 e 5. Profº Júlison Oliveira Página 48 de 51As aulas 00, 01 e 02 são de divulgação gratuita. Estas aulas foram realizadas em janeiro/2013. Caso você tenha interessepelas demais aulas do curso, solicite pelo e-mail prof.julison@gmail.com. Preço especial p/ vendas diretas aos alunos.
    • Curso de Raciocínio Lógico Teoria e Questões Prof. Júlison Oliveira – Aula 00 Q.05 - (C ESPE - 201 2 - C âmara do s De putado s - Analista - Té cnico e m Mater ial e Patr imônio) A ne gação da pr oposição “N ão co nhe ço e sse empre sário ne m o uvi falar de sua e mpre sa” po de ser expre ssa por “ Co nhe ço e sse empre sár io e o uvi falar de sua e mpre sa”. ( ) Certo ( ) Errado Q.06 – (MPOG /EPPGG /20 09 /ESAF ) A ne gação de “Mar ia co mpro u uma blusa nova e f o i ao cine ma co m Jo sé” é : a) Mar ia não co mpr ou uma blusa no va o u não fo i ao cine ma co m Jo sé. b) Mar ia não compro u uma blusa no va e fo i ao cinema soz inha. c) Mar ia não compro u uma blusa no va e não fo i ao cine ma co m Jo sé . d) Mar ia não compro u uma blusa n ova e não fo i ao cine ma. e ) Mar ia co mprou uma blusa nova, mas não fo i ao cine ma co m Jo sé . Q.07 – (MPO G /EPPGG /20 09 / ESAF) Entre as o pçõe s abaixo , a única co m valo r lógico ver dade iro é : a) Se Ro ma é a capital da Itália, Lo ndre s é a capital da Fr ança. b) Se Lo ndr es é a capital da Inglate rra, Par is não é a capital da Fr ança. c) Ro ma é a capital da Itália e L o ndre s é a capital da Fr ança o u Par is é a capital da França. d) R oma é a capital da Itália e L o ndre s é a capital da Fr ança o u Par is é a capital da Inglaterr a. e ) Ro ma é a capital da Itália e Lo ndre s não é a capital da Inglate rra. Q.08 – (MPOG /EPPGG /20 09 /ESAF) C o nside re que : “se o dia e stá bo nito , e ntão não cho ve ”. Desse mo do : a) não cho ve r é co ndição nece ssár ia par a o dia e star bo nito . b) não cho ver é co ndição suficie nte par a o dia estar bo nito . c) cho ver é co ndição ne ce ssár ia para o dia estar bo nito . Profº Júlison Oliveira Página 49 de 51As aulas 00, 01 e 02 são de divulgação gratuita. Estas aulas foram realizadas em janeiro/2013. Caso você tenha interessepelas demais aulas do curso, solicite pelo e-mail prof.julison@gmail.com. Preço especial p/ vendas diretas aos alunos.
    • Curso de Raciocínio Lógico Teoria e Questões Prof. Júlison Oliveira – Aula 00 d) o dia estar bo nito é co ndição ne ce ssár ia e suficie nte para cho ver . e ) chover é condição ne ce ssária par a o dia não estar bo nito . Q.09 - (MEC /2008 /FGV) Co m relação à natur alidade dos cidadão s br asileir os, assinale a alter nativa lo gicame nte corr e ta: a) Ser br asile iro é co ndição nece ssár ia e suficiente para ser paulista. b) Ser brasile iro é condição suficie nte , mas não ne ce ssár ia para ser paranaense . c) Ser car io ca é co ndição nece ssár ia e suficie nte par a ser br asile iro . d) Ser baiano é co ndição suficie nte , mas não ne ce ssár ia para ser br asile ir o . e ) Ser mar anhe nse é co ndição ne ce ssár ia, mas não suficie nte para ser br asile iro . Q.10 - (B ace n/2 006 /FCC ) Se jam as pro po siçõe s: p: atuação co mpr ador a de dó lare s por par te do Banco C entral. q: faze r fre nte ao fluxo positivo . Se p implica q, então : a) Faze r fre nte ao fluxo po sitivo é condição nece ssár ia e suficie nte para a atuação co mpr ador a de dó lar es por parte do B anco Ce ntr al. b) A atuação compr ador a de dó lare s por par te do Banco C entra l não é co ndição suficie nte e ne m ne ce ssár ia para fazer fre nte ao fluxo po sitivo . c) A atuação compr ador a de dó lare s po r par te do Banco C entral é co ndição ne ce ssár ia par a faze r fre nte ao fluxo po sitivo . d) Fazer fre nte ao fluxo positivo é co ndição sufici e nte para a atuação co mpr ador a de dó lare s po r par te do B anco C entral. e ) A atuação compr ador a de dó lare s po r par te do B anco C entral é co ndição suficie nte par a faz er fre nte ao fluxo po sitivo . Q.11 - (CESGRANRIO/2007/TCE-RO/Técnico em Informática) Profº Júlison Oliveira Página 50 de 51As aulas 00, 01 e 02 são de divulgação gratuita. Estas aulas foram realizadas em janeiro/2013. Caso você tenha interessepelas demais aulas do curso, solicite pelo e-mail prof.julison@gmail.com. Preço especial p/ vendas diretas aos alunos.
    • Curso de Raciocínio Lógico Teoria e Questões Prof. Júlison Oliveira – Aula 00 A negação de "2 é par e 3 é ímpar" é: a) 2 é par e 3 é par. b) 2 é par ou 3 é ímpar. c) 2 é ímpar e 3 é par. d) 2 é ímpar e 3 é ímpar. e) 2 é ímpar ou 3 é par. 01 E 06 A 11 E 02 D 07 C 03 C 08 A 04 A 09 D 05 E 10 E Profº Júlison Oliveira Página 51 de 51As aulas 00, 01 e 02 são de divulgação gratuita. Estas aulas foram realizadas em janeiro/2013. Caso você tenha interessepelas demais aulas do curso, solicite pelo e-mail prof.julison@gmail.com. Preço especial p/ vendas diretas aos alunos.