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  • Parabéns, Magaly, pelo excelente resumo sobre Ética! Por gentileza, conceda-me esse material para que eu utilize em prol de melhoria no ambiente de trabalho, na educação, área onde atuo. Certamente, preservarei os direitos autorais. De antemão, agradeço pela partilha da nossa responsabilidade social.

    soniaabl@hotmail.com
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  • minhas aulas são ricas com esse material
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  • Olá, achei esses slides muito interesantes. Gostaria de recebê-los por e-mail. Grata
    normalserrinha@hotmail.com
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  • gostaria de receber este slide por e-mail para dar minha aula.
    E-mail: auxyrcoelho@gmail.com

    muito obrigada.
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  • Gostaria de receber essa slaide para dar uma aula. Meu email é adrianarocha-30@hotmail.com. Desde já, agradeço Adriana Rocha
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  • 1. ÉTICA NA ESCOLA Objetivo Geral: Explicitar os vínculos que existem entre o pensar ético e a vida profissional para a melhoria da qualidade do ensino. Competências: 1-Compreender a importância do comportamento ético na formação integral do aluno; 2-Questionar a realidade cotidiana, formulando questões e equacionando-as através dos conhecimentos adquiridos, pensamento lógico e criatividade; 3-Desenvolver uma capacidade crítica, responsável e construtiva na abordagem dos aspectos éticos e morais.
  • 2. PROGRAMAÇÃO
    • Unidade I-Introdução ao estudo da ética:
    • Conceito de Ética;
    • Fundamentos da Ética;
    • Diferenças fundamentais entre Ética e Moral.
    • Unidade II- Ética na Escola:
    • Conceito de Escola;
    • A Ética nas Relações Inter-pessoais no ambiente escolar;
    • O código de ética do educador.
  • 3. METODOLOGIA Será utilizada, para o desenvolvimento dos trabalhos, uma abordagem participativa que privilegiará o uso da exposição dialogada, grupo de debates , estudo de caso , pesquisa e tarefas individuais e em grupo buscando a transposição do domínio dos conceitos estudados através da aplicação dos mesmos a situações simuladas, didaticamente organizadas.
  • 4. . 1- GONÇALVES, Mª Augusta S. e outros- Ações educativas e formação ética no Ensino; 2-LIMA, Andréia e Lima, Janete A. Ética e afeto: dimensões indissociáveis no ensino-aprendizagem; 3-MAIA, Helenice e Mazzotti, Tarso- É possível ensinar ética nas escolas? 4-SÁNCHEZ VÁSQUEZ, Adolfo. Ética. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1999. 302p. 5-SINGER, Peter. Vida ética. Rio de Janeiro: Ediouro, 2002. 6-VALLS, Álvaro L. M. O que é ética. São Paulo: Brasiliense, 1994 (Coleção Primeiros Passos, 177). REFERENCIAIS
  • 5.
    • Ética na Escola
    magaly m. azevedo [email_address]
  • 6.
    • INTRODUÇÃO AO ESTUDO DA ÉTICA
  • 7.
    • O QUE É ÉTICA?
  • 8. Justiça Honra Responsabilidade Igualdade Solidariedade Honestidade Respeito Competência Coleguismo Sigilo Zelo Liberdade Lealdade
  • 9.
    • Etimologia:
    • Ética= ethos (grego) = costumes, modo de ser, caráter.
    • Segundo o Aurélio (dicionário):
    • Ética é o estudo dos juízos de apreciação que se referem à conduta humana.
  • 10.
    • Ética é reflexão sobre a própria conduta para saber como agir;
    • Ética é um fator imprescindível de convivência em sociedade;
    • Ética é uma condição indispensável para a sobrevivência humana.
  • 11.
    • A ÉTICA SERIA O PRODUTO DAS LEIS ERIGIDAS PELOS COSTUMES E DAS VIRTUDES E HÁBITOS GERADOS PELO CARÁTER DOS INDIVÍDUOS?
  • 12.
    • Existem, pois, condicionantes internos ( caráter ) e externos ( costumes ) que determinam a conduta do indivíduo.
  • 13.
    • I-Os Fundamentos da Ética
  • 14.
    • 1. A Prática do Bem e da Justiça
    Respeito às leis Autonomia
  • 15. Transmite valores acerca do bem e do mal, do justo e do injusto Elemento fundamental para a construção da sociabilidade Fornece as regras e ensinamentos morais aos indivíduos Orienta os juízos e decisões dos homens no seio da comunidade 2. E D U C A Ç Ã O
  • 16.
    • II- Objetivos da Ética
  • 17.
    • Instrumento fundamental para a instauração de um viver em conjunto.
  • 18.
    • Base para a construção do mundo político.
  • 19.
    • Condição necessária para a sobrevivência da espécie humana.
  • 20.
    • A ética trata do comportamento do homem, da relação entre sua vontade e a obrigação de seguir uma norma , do que é o bem e de onde vem o mal , do que é certo e errado , da liberdade e da necessidade de respeitar o próximo .
  • 21.
    • A Ética revela que:
  • 22.
    • Nossas ações tem efeitos sobre a sociedade.
  • 23.
    • Cada homem deve ser livre e responsável por suas atitudes.
  • 24.
    • A justiça é a principal das virtudes.
  • 25.
    • Nossos valores têm uma origem histórica.
  • 26.
    • Cada moral é filha do seu tempo.
  • 27.
    • Devemos adequar nossas vontades às obrigações sociais.
  • 28.
    • III- Questão central
    • da ética:
    Como devo agir em relação aos outros?
  • 29. Direitos ÉTICA Deveres
  • 30.
    • A ética se impõe como a condição fundamental de possibilidade para a prática das virtude e o exercício da cidadania.
  • 31.
    • BREVE HISTÓRICO
    • DA ÉTICA
  • 32. ÉTICA NA GRÉCIA CLÁSSICA PLATÃO( 427-347 a.C) Teoria: O verdadeiro sábio procura agir sempre buscando o ideal, e mesmo que erre, volta atrás e corrige.
  • 33. ÉTICA NA GRÉCIA CLÁSSICA ARISTÓTELES( 384-322 a.C) Teoria: Ciência de praticar o bem, sabendo que o bem supremo do homem é a felicidade.
  • 34. ÉTICA NA GRÉCIA CLÁSSICA CONFÚCIO( 551-479 a.C) Teoria: Estabelecer o amor e a ética como bases, tendo como fundamento o respeito ao próximo.
  • 35. PENSADORES MODERNOS HENRI BERGSON (filósofo francês-1859/1941) Teoria:Consciência ética como regente da atividade ética e faz uma forte ligação entre os fenômenos da matéria e do espírito.
  • 36.
    • PENSADORES MODERNOS
    • IMMANUEL KANT
    • (filósofo alemão-1724/1804)
    • Teoria: O dever de ser feliz, dentro de limites de uma razão que inspira a boa vontade: satisfação do ser e o impedimento dos atos antiéticos.
  • 37. PENSADORES MODERNOS MAX SCHLER( 1874/1928) E EDWARD VONHARTMAUM(1842/1906)-filósofos alemães Teoria: Atribuem a ética o conceito de valor.
  • 38.
    • MORAL
    • Etimologia:
    • Mores (latim)=costumes
    • Segundo o Aurélio (dicionário):
    • Moral é o conjunto de regras/normas que determinam a conduta do indivíduo.
    • Ex: Código Civil e Penal
  • 39. Liberdade Moral Responsabilidade
  • 40.
    • Não existem normas acabadas, definitivas
  • 41.
    • A moral é um constructo antropo-sócio-cultural
  • 42.
    • MORALIDADE = materialização da ética nas relações sociais.
    • AMORALIDADE = relação social para a qual não existe qualquer regra prévia.
    • IMORALIDADE = ofensa ou atentado ao decoro, ato de desonestidade ou de improbidade.
  • 43.
    • ÉTICA MORAL
    Ação Reflexão
  • 44.
    • MORAL E ÉTICA
    • COMO DIFERENCIAR?
  • 45. MORAL Ordena O que devo fazer? Haverá punição? Aconselha Como devo fazer? Quais as conseqüências de minha ação? ÉTICA Temporal Permanente Cultural Universal Conduta de regra Princípio Prática Teoria
  • 46. ÉTICA na HISTÓRIA ÉTICA no DIREITO ÉTICA na SAÚDE ÉTICA na POLÍTICA ÉTICA no MEIO AMBIENTE ÉTICA na FILOSOFIA ÉTICA na ADMINISTRAÇÃO
  • 47.
    • ÉTICA NA ESCOLA
  • 48.
    • CONCEITO DE ESCOLA?
  • 49. Escola - ESPAÇO SOCIAL Mediação entre o indivíduo e a sociedade (cultura)=Articulação Incorporação de modelos sociais de comportamento e valores morais = Humanização Construção da autonomia (Deixar a imitação do adulto e CONSTRUIR SEUS valores e modelos) = Assimilação
  • 50. A Ética nas Relações Inter-pessoais no Ambiente Escolar
  • 51.
    • “ Os membros de um Grupo não consentem em integrar-se, senão a partir do momento em que certas necessidades fundamentais são satisfeitas pelo grupo”. Schutz, Alfred - Teoria das “Necessidades Inter-pessoais”
  • 52.
    • Schutz identifica três Necessidades
    • Inter-pessoais:
    • 1-Necessidade de Inclusão do individuo no grupo;
    • 2-Necessidade de Controle;
    • 3-Necessidade de Afeição.
  • 53.
    • Define-se a Necessidade de Inclusão como necessidade que experimenta, todo membro novo de um grupo, de se sentir aceito, integrado, valorizado totalmente por aqueles aos quais se junta.
  • 54.
    • Nessa primeira fase o individuo formula as seguintes perguntas:
    • Como serei aceito?
    • Quem me aceitará?
    • Quem me rejeitará?
    • Que devo fazer para ser aceito?
  • 55.
    • A Necessidade de Controle consiste, para cada membro, em se definir, para si mesmo suas próprias responsabilidades no grupo e também as de cada um que com ele formam o grupo.
  • 56. É a necessidade que experimenta cada novo membro de se sentir totalmente responsável por aquilo que constitui o grupo: Suas estruturas; Suas atividades; Seus objetivos; Seu crescimento; Seus progressos.
  • 57.
    • Nessa segunda fase o individuo formula as seguintes perguntas para si:
    • O Grupo, do qual participo está sob o controle de quem?
    • Quem tem autoridade sobre quem?Em que e por quê ?
    • Como posso influenciar este grupo?
    • Como são tomada as decisões?
    • Que poder tem eu neste grupo?
  • 58. Uma vez satisfeitas as necessidades de inclusão e controle, o membro do grupo confronta-se com as Necessidades Emocionais e de Amizade , a pessoa quer experimentar o máximo de aproximação com as outras pessoas no grupo.
  • 59.
    • Segundo Schutz não somente aquele que se junta a um grupo aspira ser respeitado, ou estimado, por sua competência, mas a ser aceito como pessoa humana, não apenas pelo que tem mas também pelo que é.
  • 60.
    • Nessa terceira fase o individuo se pergunta:
    • Quem gosta de mim?
    • A quem eu considero mais?
    • Quais as normas usadas no grupo para expressar afeição e amizade?
  • 61.
    • Conflitos
  • 62.
    • Problemas que geram conflitos nas Relações Inter-pessoais:
    • A “Distância Social”
    • O “Clima Social”
    • A saída de um membro do grupo
    • A chegada de novo membro no grupo
    • 5. As rivalidades
    • 6. As limitações de liberdade
    • 7. A pressão do grupo
  • 63. O maior problema atual das grandes empresas, obrigadas a uma hierarquia rígida e complexa, é o aumento da distância social entre a direção e a base (subordinados).
    • A “Distância Social”
  • 64. 2. O “Clima Social” Cabe ao dirigente de um grupo criar um clima, uma atmosfera de calma, confiança e compreensão mútua. Mas nem sempre isso acontece.
  • 65.
    • 3. A saída de um membro do grupo
    • Quando um grupo funciona bem, e, um de seus membros tem de deixá-lo; este fato pode provocar desequilibro (conflitos) prejudicial a vida do grupo.
  • 66. 4. A chegada de novo membro no grupo Existem em certos grupos, barreiras que dificultam ou impossibilitam a entrada de novos elementos, sobretudo, quando o grupo tem longa existência sem mudança, surgindo algumas perguntas: “ Quem será?” ” Vai ele ser capaz de trabalhar conosco?” ” Ele vai superar-me?” ” Ele vai tomar o meu lugar?”
  • 67. 5-As rivalidades Nas empresas onde não existe regimento interno que estabeleça de maneira clara e racional os critérios de promoção, costumam surgir problemas de rivalidades que geram outros tantos problemas.
  • 68.
    • 6-As limitações da liberdade
    • Casos de equipes de empresas que, desejosos de melhorar o rendimento do trabalho em beneficio da coletividade, construíram ótimos planos, racionais e exeqüíveis . Mas, quando os apresentam à direção superior, encontram resistências.
  • 69.
    • 6.1- Assédio Moral
    • É representado pela intenção de constranger ou desqualificar a pessoa ou o profissional, com o objetivo de pôr em perigo seu emprego ou ambiente de trabalho.
  • 70.
    • Algumas ações que podem configurá-lo:
  • 71.
    • 1-DESQUALIFICAÇÃO PELA COMUNICAÇÃO NÃO-VERBAL
  • 72.
    • 2-RECUSA À COMUNICAÇÃO DIRETA
  • 73.
    • 3-DESCRÉDITO POR MEIO DE INSINUAÇÕES SOBRE A INCAPACIDADE
  • 74.
    • 4-ISOLAMENTO, FAZENDO-O CRER QUE TODOS ESTÃO CONTRA ELE
  • 75.
    • 5-AFRONTA, CONFIANDO-LHE TAREFAS INÚTEIS
  • 76.
    • 6-INDUÇÃO AO ERRO, PARA PODER APONTÁ-LO A SEGUIR
  • 77.
    • 7-ASSÉDIO SEXUAL, QUE NÃO É SENÃO UM PROCEDIMENTO A MAIS, NA PERSEGUIÇÃO MORAL
  • 78.
    • 7. A pressão do grupo
    • Estamos todos influenciados pelos grupos em que vivemos.A pressão do grupo faz com que passemos a adquirir imperceptivelmente os hábitos, costumes e pensamentos do grupo.
  • 79.
    • PRINCÍPIOS ÉTICOS
    • NAS RELAÇÕES
    • INTER-PESSOAIS
  • 80.
    • 1- “Fazer algo pelo outro ou para ele não constitui subordinação ou servidão.” Boff, L.A.
  • 81. 2-“Para se compreender o outro é necessário, a priori, que compreendamos a nós mesmos.” Freire,Paulo
  • 82. 3-“Cada pessoa tem diferentes qualidades e dificuldades, conseqüentemente, cada ser humano necessita de algo diferente para sua própria vida.” Perrenoud, P.
  • 83.
    • 3-“Na ausência do outro, o homem não se constrói homem.” Vygotsky, Levi S.
  • 84. 4-“Não sejamos indiferentes para com os outros.” Rogers, C.
  • 85.
    • CÓDIGO DE ÉTICA NAS RELAÇÕES INTER-PESSOAIS
  • 86.
    • 1- “ Respeite a opinião dos outros”.
  • 87.
    • 2- “Leve em conta as necessidades e sentimentos dos outros.”
  • 88.
    • 3- “Seja positivo”.
  • 89.
    • 4-”A maioria de nós prefere falar a ouvir. OUÇA MAIS ”.
  • 90.
    • 5-”Respeite as diferenças e não pisa os outros”.
  • 91. 6- “Seja honesto”.
  • 92.
    • 7- “Seja generoso”.
  • 93. 8-“Resolva, se possível,imediatamente os conflitos que surjam.”
  • 94.
      • PRECISAMOS
      • Aprender a viver com os outros
      • PARA
      • Aprender a ser
    Pilares básicos da educação para todos Relatório comissão da UNESCO-Jacques Delors
  • 95.
    • A ÉTICA NA RELAÇÃO PROFESSOR E ALUNO
  • 96.
    • “ O ensino é uma prática social complexa onde existem conflitos de valor e que exige posturas éticas e políticas.” ( Freire,Paulo )
  • 97.
    • “A arte mais importante do mestre é a de fazer brotar a alegria no estudo e no conhecimento ...” ( Einstein )
  • 98.
    • “ O professor só pode esperar atingir o seu público na medida em que ele próprio é atingido por esse publico; na medida em que o percebe enquanto desejo e se sente enriquecido por ele.” ( Einstein )
  • 99.
    • PRINCÍPIOS BÁSICOS
  • 100.
    • POR QUE BUSCAMOS O TRABALHO?
  • 101.
    • SOBREVIVÊNCIA ?
    GANHAR DINHEIRO ? PASSATEMPO ? PROTEGER O FUTURO ? SATISFAÇÃO ?
  • 102. BUSCAMOS EMPREGO OU TRABALHO?
  • 103. EMPREGO=ESTABILIDADE
  • 104. TRABALHO= + SATISFAÇÃO - OPRESSÃO
  • 105. “ Constitui um meio de sobrevivência, um lazer, e significa, até mesmo, o próprio sentido da vida.” Roldaõ A. de Moura in Ética no Meio Ambiente do Trabalho “ Trabalho não é castigo: é a satisfação das criaturas”. Rui Barbosa in Teoria da Política CONCEITOS DE TRABALHO
  • 106.
    • CONCEITO DE PROFISSÃO:
    • “ EXERCÍCIO HABITUAL DE UMA TAREFA, A SERVIÇO DE OUTRAS PESSOAS.” Antonio L. Sá
  • 107.
    • O ato pedagógico não pode deixar de considerar as mudanças ocorridas na sociedade no que diz respeito ao plano das relações interpessoais.
  • 108.
    • Ser professor requer saberes e conhecimentos científicos, pedagógicos, educacionais, sensibilidade, indagação teórica e criatividade para encarar as situações ambíguas, incertas, conflituosas.
  • 109.
    • “ Satisfação Profissional depende de satisfazermos nossos valores de vida e de trabalho.” Márcia A. Perkins-Reed
  • 110.
    • A sala de aula é um espaço de relações interpessoais, no qual ocorre uma ampla gama de fenômenos psicológicos.
  • 111.
    • Valores mais comuns do Trabalho
  • 112. ALEGRIA SOLIDARIEDADE AMIZADE RECONHECIMENTO CRIATIVIDADE COMPETIÇÃO REALIZAÇÃO COMPENSAÇÃO MORALIDADE
  • 113.
    • “ O VALOR PROFISSIONAL DEVE ACOMPANHAR-SE DE UM VALOR ÉTICO PARA QUE EXISTA UMA INTEGRAL IMAGEM DE QUALIDADE.” Antonio L. Sá
  • 114. Ensinar exige:
  • 115. Habilidade em comunicar-se com os estudantes de modo a aumentar a motivação, o prazer e o aprendizado autônomo; Estimular a motivação e a satisfação, promovendo relacionamentos; Promover emoções positivas, observando respeito aos estudantes como indivíduos capazes.
  • 116. Ensinar implica em:
  • 117.
    • Relações interpessoais com os estudantes;
    • Solicitar feedback dos alunos;
    • Perceber no todo da classe as particularidades dos seus alunos;
    • Enfrentar as novas situações e diversidade de problemas que surgem na sala de aula num nível profissional, demonstrando estabilidade emocional, sem pré-conceitos de natureza pessoal;
    • Assumir postura de liderança e não de autoritarismo;
    • Aprender a lidar com o outro nas situações conflitantes;
    • VALORIZAR a Ética e o Respeito Mútuo.
  • 118.
    • “ A necessária promoção da ingenuidade à criticidade não pode ou não deve ser feita à distancia de uma rigorosa formação ética ao lado da estética.”
    • Paulo Freire
  • 119.
    • VIRTUDES BÁSICAS
    • DE UM COMPORTAMENTO ÉTICO
  • 120.
    • ZELO HONESTIDADE
    • SIGILO COMPETÊNCIA
  • 121.
    • ZELO = cuidado com o que se faz= responsabilidade individual
  • 122.
    • A Atitude Zelosa principia com a aceitação do trabalho e só termina quando da entrega.
  • 123.
    • O ZELO , NÃO DEPENDE, NECESSÁRIAMENTE, SÓ DE MEIOS DE TRABALHO, NEM SÓ DE LONGA COMPETÊNCIA.
  • 124.
    • O ZELO EXIGE O ENTUSIASMO PELA TAREFA E ESTE O USO DE TODAS AS FORÇAS ENERGÉTICAS DO SER, APLICADAS NO SENTIDO DE MATERIALIZAR, PELO TRABALHO, O AMOR QUE SE TEM POR TRABALHAR.
  • 125.
    • “ PELA QUALIDADE DO SERVIÇO, MEDE-SE A QUALIDADE DO PROFISSIONAL”.
  • 126.
    • NINGUÉM É OBRIGADO A ACEITAR UM EMPENHO PROFISSIONAL, MAS SE OBRIGA AO ACEITÁ-LO.
  • 127.
    • O ZELO É O GRAU MÁXIMO DE RESPONSABILIDADE INDIVIDUAL.
  • 128.
    • HONESTIDADE = compatível prática do bem com
    • a confiança depositada por terceiros em alguém.
  • 129.
    • É necessário ser honesto , parecer honesto e ter ânimo de sê-lo, para que exista a prática do respeito ao direito de nosso semelhante.
  • 130.
    • A honestidade é um princípio que não admite relatividade .
  • 131.
    • UM CÓDIGO DE ÉTICA PRECISA SER ENÉRGICAMENTE CUMPRIDO.
  • 132.
    • O QUE É UM CÓDIGO DE ÉTICA PROFISSIONAL?
  • 133.
    • INSTRUMENTO REGULADOR COM O PROPÓSITO DE ESTABELECER LINHAS IDEAIS ÉTICAS DE CONDUTA DE UM INDIVÍDUO PERANTE SEU GRUPO E O TODO SOCIAL.
  • 134.
    • PEÇA MAGNA , COMO SE UMA LEI FOSSE, ENTRE PARTES PERTECENTES A GRUPAMENTOS SOCIAIS.
  • 135.
    • CRIA-SE A NECESSIDADE DE UMA MENTALIDADE ÉTICA E DE UMA EDUCAÇÃO PERTINENTE QUE CONDUZA À VONTADE DE AGIR, DE ACORDO COM O ESTABELECIDO.
  • 136.
    • ASPECTOS QUE FORMAM UM CÓDIGO DE ÉTICA PROFISSIONAL
  • 137.
    • ATITUDES
    DEVERES ESTADO DE CONSCIÊNCIA
  • 138.
    • LEALDADE= probidade= HONESTIDADE
  • 139.
    • LEALDADE= CONDIÇÃO ESSENCIAL PARA PRÁTICA HONESTA, OCORRENDO EM ATOS ÉTICOS.
  • 140.
    • SIGILO = algo que é confiado cuja preservação de silêncio é obrigatória.
  • 141.
    • REVELAR O QUE SE SABE, QUANDO A RESPEITO DO CONHECIDO, QUEM O CONFIOU, PEDIU RESERVA, É QUEBRA DE SIGILO.
  • 142.
    • COMPETÊNCIA = é o conhecimento acumulado por um indivíduo, suficiente para o desempenho eficaz de uma tarefa.
  • 143.
    • Autoridade:
    • Conhecimento
    • Comunicação
    • Empatia
    • Amor
    • COMPETÊNCIA
  • 144.
    • O que é um educador competente ?
  • 145. COMPETÊNCIA
    • Condição ética na relação entre professor e aluno
  • 146.
    • Trabalho ético
    • Sua produção traz benefícios para a pessoa, a humanidade, o planeta?
  • 147. Comportamentos profissionalmente éticos
    • Generosidade
    • Cooperação
    • Postura pró-ativa
  • 148. Considerações Finais:
    • QUAIS OS FUNDAMENTOS DA ÉTICA ?
  • 149.
    • 1-A ética, como saber, estuda a ação humana ( comportamento humano), suas virtudes e seus vícios.
  • 150.
    • 2-A ética não deve ser confundida com a moral, mas não pode ser desligada da moralidade.
  • 151.
    • 3- A ética não é um código, mas o estudo e a reflexão do comportamento humano.
  • 152.
    • O QUE A ÉTICA ENSINA AO HOMEM?
  • 153.
    • A agir racionalmente – utilizando argumentos, critérios e conceitos.
  • 154.
    • 2. A tomar decisões prudentes e realizar sempre a ação mais adequada.
  • 155.
    • 3. A refletir sobre o conjunto da vida e não apenas em ações isoladas.
  • 156.
    • 4. A formar um bom caráter buscando fins e metas para a sua vida.
  • 157.
    • 5. A tratar humanamente os humanos.
  • 158.
    • COMO PODEMOS DEFINIR A ÉTICA DO EDUCADOR?
  • 159.
    • Perfil do profissional ideal segundo a Comissão Internacional sobre o trabalho para o século XXI, da UNESCO:
    • - Flexível e não especialista demais;
    • Mais criatividade do que informação;
    • - Ser empreendedor;
  • 160.
    • - Estudar durante toda a vida;
    • - Assumir responsabilidades;
    • - Adquirir habilidades sociais e capacidade de expressão;
    • - Adquirir intimidade com novas tecnologias.
  • 161. Alguns caminhos facilitam mais a aprendizagem, embora não possamos afirmar quando ela ocorre e nem garantir que ela irá ocorrer com todos os sujeitos envolvidos no processo de ensino-aprendizagem, pois, cada um, em sua individualidade, tem o seu tempo.
  • 162.
    • 1-Aprendemos mais quando vivenciamos, experimentamos, sentimos;
    • 2-Aprendemos quando relacionamos, estabelecemos vínculos, laços, entre o que estava solto, sem sentido, integrando-o em um novo contexto e assim ganhando significado;
    • 3-Aprendemos pelo pensamento divergente, por meio da polêmica, da busca, do questionamento;
    • 4-Aprendemos mais quando interagimos com os outros e o mundo e depois, quando nos voltamos para nosso interior, elaborando nossa própria síntese, para então re-elaborarmos nossos pré-conceitos;
    • 5-Aprendemos pelo interesse, pela necessidade;
  • 163.
    • 6-Aprendemos mais quando somos aceitos pela nossa individualidade (mesmo às vezes carente e limitada);
    • 7-Aprendemos pelo estímulo positivo, generoso e confiante;
    • 8-Aprendemos pelo prazer do saber , da descoberta do novo;
    • 9-Aprendemos pela paciência incansável do mediador;
    • 10-Aprendemos mais quando conseguimos transformar nossa vida em um processo permanente de aprendizagem –
    • “ SÓ SEI QUE NADA SEI” Sócrates
  • 164.
    • BOA SORTE
    • E
    • SEJAM FELIZES!!!!!!!!!
    MAGALY MATTOS AZEVEDO [email_address]