Tuberculose infantil pdf

4,471 views
4,064 views

Published on

0 Comments
4 Likes
Statistics
Notes
  • Be the first to comment

No Downloads
Views
Total views
4,471
On SlideShare
0
From Embeds
0
Number of Embeds
4
Actions
Shares
0
Downloads
122
Comments
0
Likes
4
Embeds 0
No embeds

No notes for slide

Tuberculose infantil pdf

  1. 1. TUBERCULOSE INFANTIL Internato: Pediatria 10/2013 Faculdade: FACIMED Acadêmicos: Juliana Aguiar Ledur Priscilla Parreira Preceptor: Dr. Flávio Ferrari
  2. 2. Objetivos da apresentação: • DIFERENÇA ENTRE TB NO ADULTO E NA CRIANÇA • Formas de apresentação da TB infantil; • Diagnóstico e tratamento da TB NAS CRIANÇAS; • Quimioprofilaxia primária e secundária da TB (crianças) • Vacinação (BCG) – Indicações e contra indicações + reações adversas;
  3. 3. REVISÃO - TUBERCULOSE • TB continua sendo mundialmente um importante problema de saúde, exigindo o desenvolvimento de estratégias para o seu controle, considerando aspectos humanitários, econômicos e de saúde pública. • Casos novos no mundo: 9,27 milhões; • Casos novos HIV positivos: 1,37 milhões; • Óbitos em casos novos HIV negativos: 1,3 milhões, • TB multirresistente – TB-MDR e XDR: 500 mil casos. • O Brasil é um dos 22 países priorizados pela OMS que concentram 80% da carga mundial de TB. • MICOBACTERIUM TUBERCULOSIS OU BACILO DE KOCH;
  4. 4. • É importante destacar que anualmente ainda morrem 4,5 mil pessoas por tuberculose, doença curável e evitável.
  5. 5. TRANSMISSÃO • A tuberculose é transmitida por via aérea em praticamente todos os casos. A infecção ocorre a partir da inalação de núcleos secos de partículas contendo bacilos expelidos pela tosse, fala ou espirro do doente com tuberculose ativa de vias respiratórias (pulmonar ou laríngea). Os doentes bacilíferos, isto e, aqueles cuja baciloscopia de escarro é positiva, são a principal fonte de infecção. Doentes de tuberculose pulmonar com baciloscopia negativa, mesmo que tenham resultado positivo a cultura, são muito menos eficientes como fontes de transmissão, embora isso possa ocorrer. As formas exclusivamente extrapulmonares não transmitem a doença.
  6. 6. IMPORTANTE! BACILÍFEROS * TRANSMITEM A DOENÇA! ESTRATÉGIA: DETECTAR BACILÍFEROS!! DIAGNOSTICAR E CONTROLAR A DOENÇA! • DIAGNOSTICAR TB Objetivo Maneira de diagnosticar DIFERENTE! Formas da Doença: DIFERENTE! • DIAGNÓSTICO NO ADULTO É DIFERENTE DO DIAGNÓSTICO INFANTIL!!!!! • APRESENTAÇÕES PREDOMINANTES DA TB DIFERENTES NO ADULTO E NA CRIANÇA! Por que essa diferença?
  7. 7. TB Primária* TB Pulmonar (80% nas crianças) TB Pós-primária TB Miliar * Diagnóstico ClínicoEpidemiológico e Diag. Radiológico Diagnóstico com Prova Tuberculínica (complem)* TB ganglionar periférica* TB Extrapulmonar (20% nas crianças) TB meningoencefálica* Escore/ Sistema de pontos*** TB óssea* TB Pleural* TB perinatal* Diagnóstico Histopatológico Diagnóstico Outros diagnósticos ADA; Testes imunológicos e moleculares; etc... Baciloscopia Direta Diagnóstico Bacteriológico Cultura para Micobactéria
  8. 8. TB Primária* TB Pulmonar TB Secundária TB miliar* Diagnóstico Clínico Epidemiológico TB pleural TB ganglionar periférica* Mais comum em Adultos; (Soronegativos) Mais comum em crianças; TB Extra pulmonar TB meningoencefálica* TB óssea *
  9. 9. TB PULMONAR (80%) : Primária, Pós-Primária e Miliar TB Primária TB Pós-Primária TB Miliar • Mais comum em crianças; • Insidiosa; • O paciente apresenta-se irritadiço, com febre baixa, sudorese noturna, inapetência e o exame físico pode ser inexpressivo. • Diagnóstico na criança pelo escore de pontos; • Mais comum no adolescente e no adulto jovem; • Característica principal a tosse, seca ou produtiva; • A expectoração pode ser purulenta ou mucoide, com ou sem sangue; • Febre vespertina sem calafrios, não costuma ultrapassar 38,5 C; • A sudorese noturna e a anorexia são comuns. O exame físico geralmente mostra fácies de doença crônica e emagrecimento; • A ausculta pulmonar pode apresentar diminuição do murmúrio vesicular, sopro anfórico ou mesmo ser normal. • Diagnóstico através da baciloscopia e cultura (escarro) para adultos e crianças maiores de 10 anos; • Uma forma grave de doença; • Apresentação clínica clássica é a aguda, mais comum em crianças e em adultos jovens; • Sintomas são febre, astenia e emagrecimento, que, em associação com tosse, ocorrem em 80% dos casos. • Exame físico mostra hepatomegalia (35% dos casos), alterações do sistema nervoso central (30% dos casos) e alterações cutâneas do tipo eritemato-máculopapulo-vesiculosas;
  10. 10. TB Pulmonar Infantil (Primária) A forma primária pulmonar isoladamente costuma ocorrer pouco tempo depois da formação do complexo primário (até 2 anos), geralmente em crianças, adolescentes ou adultos jovens. A febre é um achado freqüente (cerca de 70% dos casos), acompanhado de tosse produtiva, perda ponderal e dor pleurítica. FEBRE!!
  11. 11. TB MILIAR
  12. 12. TB MILIAR
  13. 13. TB Extrapulmonar (20%): Tb Pleural, Tb ganglionar, Tb meningoencefálica, Tb óssea, Tb pericárdica. Tb Pleural • Mais comum forma de TB extra pulmonar em indivíduos HIV soronegativos; • Mais em jovens; • Dor torácica do tipo pleurítica; • A tríade astenia, emagrecimento e anorexia; • .A cultura, associada ao exame histopatológico do fragmento pleural, permite o diagnóstico em até 90% casos; • Baciloscopia e da cultura do líquido pleural são respectivamente menores que 5% e 40%. Tb Ganglionar periférica* • É a forma mais freqüente de TB extra pulmonar em pacientes HIV soropositivos e crianças; • Aumento subagudo , indolor e assimétrico gânglios cervicais anteriores, posteriores e supra claviculares; • Gânglios endurecidos ou amolecidos, aderentes entre si ou aos planos profundos, podendo evoluir para fistulização espontânea, com inflamação adjacente. • Diagnóstico por aspirado por agulha ou biópsia ganglionar para diagnóstico bacteriológicos e histológicos; Tb Meningoencefálica • Ocorre doença pulmonar concomitante em até 59% dos casos. • A meningite basal exsudativa é a apresentação clínica mais comum e é mais freqüente em crianças abaixo dos 6 anos de idade. • Pode ser subaguda ou crônica (sintomas com duração superior a quatro semanas); • Forma subaguda cursa com cefaléia holocraniana, irritabilidade, sonolência, fotofobia, vômitos, rigidez de nuca e alterações em pares cranianos; • Forma crônica: várias semanas de cefaléia holocraniana evoluindo com sinais focais; • Outra forma de TB do sistema nervoso central é a forma localizada (tuberculomas), evoluindo com processo expansivo de crescimento lento, evoluindo para hipertensão intracraniana. A febre pode não estar presente;
  14. 14. TB óssea • Mais comum em crianças (10 a 20 % das formas extrapulmonares); • Em crianças, mais comum em epífise de ossos longos; • Mais comum em adultos: TB de coluna (mal de Pott) é responsável por cerca de 1% de todos os casos de TB e por até 50% de todos os casos de TB óssea. O quadro clínico é a tríade dor lombar, dor à palpação e sudorese noturna. Afeta mais comumente a coluna torácica baixa e a lombar.;
  15. 15. O DIAGNÓSTICO DA TB NA CRIANÇA • Forma pulmonar difere do adulto, pois criança é PAUCIBACILAR, negativa ao exame bacteriológico, pelo reduzido número de bacilos nas lesões... • Crianças, em geral, não são capazes de expectorar (até 10 anos); • Mais chama a atenção é a febre, habitualmente moderada, persistente por 15 dias ou mais e frequentemente vespertina. São comuns irritabilidade, tosse, perda de peso, sudorese noturna, às vezes profusa; a hemoptise é rara. Forma Pulmonar em crianças: 80%
  16. 16. • Achados radiográficos mais sugestivos da tuberculose pulmonar em crianças são: Adenomegalias hilares e/ou paratraqueais (gânglios mediastínicos aumentados de volume); • Clínica: São comuns irritabilidade, tosse, perda de peso, sudorese noturna, às vezes profusa; a hemoptise é rara; • Diagnóstico da TB pulmonar na criança é o Sistema de pontos/escore; Afinal, o que é o Escore de pontos?
  17. 17. Escore de Pontos • 40 pontos – permite iniciar o tratamento do paciente; • 30 pontos – pode ser considerado como indicativo de tuberculose e orienta o • início de tratamento da criança a critério clínico; e • <30 pontos – A criança deverá ser investigada.Podem ser utilizados métodos complementares como lavado gástrico, broncoscopia, escarro induzido, punções ou testes rápidos;
  18. 18. Quadro clínico – radiológico Contato Teste Tuberculínico Nutrição Febre ou sintomas como: tosse, adinamia, expectoração, emagrecimento, sudorese > 2 semanas Adenomegalia hilar ou padrão miliar ou condensação ou infiltrado (com ou sem escavação) > 2 semanas sem melhora com uso ATB germes comuns Próximo, nos últimos 2 anos ≥ 5mm em não Desnutrição vacinados com grave BCG ou BCG ≥ 2 anos; Imunossup.ou ≥ 10mm em vacinados < 2 anos Assintomático ou com sintomas < 2 semanas Condensação ou infiltrado de qualquer tipo < 2 semanas Ocasional ou negativo <5 mm Inf. Resp.com melhora após -10! uso de ATB Radiografia normal Igual ou inferior a 25 pontos Diagnóstico pouco provável Legenda: 15 ptos 10 ptos 5 ptos -5! 0 ptos 30 a 35 pontos Maior ou igual a 40 pontos Diagnóstico possível Diagnóstico muito provável
  19. 19. 15 10 0 a)Febre ou sintomas como tosse, adinamia, perda de peso ou sudorese por MAIS de 2 semanas; b)Raio X : Adenomegalia hilar, padrão miliar ou condensação por MAIS de 2 semanas; sem melhora com ATB c)PPD ≥ 5 mm EM NÃO vacinados BCG OU BCG ≥ 2 anos, ou ≥ 10 mm em vacinados < 2 anos; Contactantes portadores de TB nos últimos 2 anos! a)Assintomáticos ou com sintomas < 2 semanas; b)PPD ocasional <5mm ou negativo; DIMINUIR! a)Infecção Respiratória melhora com ATB -10! b)Radiografia normal; -5 ptos! SOMAR! *Criança com desnutrição grave: + 5 ptos *Criança com condensação ou inflitrados < 2 sem : + 5 ptos
  20. 20. SOMAR! *Criança com desnutrição grave: 5 ptos *Criança com condensação ou inflitrados < 2 sem : 5 ptos Sintoma? sim não Solicitar Rx tórax Contactantes? Raio X está normal? sim Alterado sim Solicitar Rx Tórax Solicitar PPD PPD alterado Contactante? Raio x alterado? Não! Solicitar PPD Sim! Alterado! Sim ! PPD alterado? Não! Não * Sim! Tratar
  21. 21. TB PERINATAL • E a forma de TB do recém-nascido, cuja transmissão pode ocorrer durante a gravidez (TB congênita) ou no período neonatal. Na TB congênita, a transmissão ocorre por disseminacão hematogênica da TB materna, da tuberculose genital (endometrite, cervicite) e por aspiração ou ingestão do liquido amniótico infectado ou das secreções genitais ou do colostro. E uma forma rara. • A letalidade e superior a 50%, mesmo com o tratamento adequado; • TB perinatal pode ser suspeitada em recém–nascidos, cuja mãe teve TB ativa grave durante a gravidez ou, após o parto, esteve em contato com qualquer pessoa da família com TB. Justifica-se o exame da placenta (histopatologia e cultura para M. tuberculosis) no caso de recém-nascido, cuja mãe esta com TB em atividade no momento do parto.
  22. 22. TRATAMENTO DA TB INFANTIL • Para as crianças (abaixo de 10 anos) permanece a recomendação do Esquema RHZ. • Em crianças menores de 5 anos que apresentem dificuldade para ingerir os comprimidos, recomenda-se o uso dos medicamentos em forma de xarope ou suspensão.
  23. 23. Indicação: a) Casos novos de crianças (< 10 anos), de todas as formas de tuberculose pulmonar e extrapulmonar (exceto a forma meningoencefálica), infectados ou não pelo HIV; e b) Retratamento: recidiva (independentemente do tempo decorrido do primeiro episódio) ou retorno após abandono com doença ativa em crianças (< 10 anos), exceto a forma meningoencefalica. *Esquema para a forma meningoencefalica da tuberculose em criança: Utilizar o esquema básico para crianças, prolongando-se a fase de manutenção. (2RHZ/7RH)
  24. 24. Condições Especiais • GESTANTES: A prevenção da tuberculose congênita é realizada pelo diagnóstico precoce e a administração oportuna do tratamento da TB na mãe grávida, para diminuir o risco de transmissão ao feto e recém-nato, bem como aos adultos que coabitam a mesma residência, diminuindo assim o risco de transmissão pós-natal. • O esquema com RHZE pode ser administrado nas doses habituais para gestantes e esta recomendado o uso de Piridoxina (50mg/dia) durante a gestação pelo risco de toxicidade neurológica (devido a isoniazida) no recém-nascido. • Não há contraindicações a amamentação, desde que a mãe não seja portadora de mastite tuberculosa. É recomendável, entretanto, que faca uso de máscara cirúrgica ao amamentar e cuidar da criança.
  25. 25. Segurança dos fármacos anti Tb em gestantes e lactentes
  26. 26. Controle do Tratamento em Crianças . Similar a abordagem terapêutica do paciente adulto, nestes casos a adesão deve ser de toda a família. Em muitos casos há mais de um individuo doente em casa: a criança e o adulto que lhe transmitiu a doença; • A avaliação deverá ser mensal. A criança responde clinicamente em cerca de uma semana, com melhora da febre. Logo na consulta de primeiro mês de tratamento nota-se o ganho de peso e a melhora da tosse nos casos pulmonares. • O controle do tratamento, além de clinico, é radiológico. A radiografia de tórax deve ser realizada com um mês de tratamento ambulatorial, para confirmar a melhora com diminuição dos achados anteriores ou até para afastar outras doenças, caso a evolução não seja favorável. A segunda radiografia de controle devera ser feita ao término do tratamento ou, quando da solicitação do médico assistente, a qualquer tempo. • Analisar criteriosamente os fatores de risco para o abandono: crianças menores de 1 ano, com história prévia de abandono e aquelas cujo pai esta ausente ou é usuário de drogas ilícitas;
  27. 27. Controle dos contatos • Tendo em vista que crianças com TB em geral desenvolvem a doença após transmissão por um contato adulto bacilífero, preconiza-se a investigação de todos os seus contatos, independentemente da forma clinica da criança, a fim de se identificar não somente os casos de ILTB, mas, principalmente, o caso índice, interrompendo assim a cadeia de transmissão.
  28. 28. Tratamento preventivo da Tuberculose • Fatores de risco: idade – menor do que 2 anos ou maior do que 60 anos; e desnutrição. • O maior risco de adoecimento se concentra nos primeiros dois anos após a primo-infeccão, mas o período de incubação pode se estender por muitos anos e mesmo décadas;
  29. 29. PREVENÇÃO DA INFECÇÃO LATENTE OU QUIMIOPROFILAXIA PRIMÁRIA
  30. 30. PREVENÇÃO DA INFECÇÃO LATENTE OU QUIMIOPROFILAXIA PRIMÁRIA • Recomenda-se a prevenção da infecção tuberculosa em recém-nascidos coabitantes de caso índice bacilífero. Nestes casos, o recémnascido não deverá ser vacinado ao nascer. • A H e administrada por três meses e, após esse período, faz-se a PT. Se o resultado da PT for ≥ 5mm, a quimioprofilaxia – QP deve ser mantida por mais três a seis meses, caso contrário interrompe-se o uso da isoniazida e vacina-se com BCG.
  31. 31. TRATAMENTO DA INFECÇÃO LATENTE OU QUIMIOPROFILAXIA SECUNDÁRIA • O tratamento da ILTB com H reduz em 60% a 90% o risco de adoecimento ; • Isoniazida – na dose de 5mg/kg a 10 mg/kg de peso até a dose máxima de 300mg/dia. • Indicações: • Crianças contatos de casos bacilíferos: • • PT igual ou superior a 5mm – em crianças não vacinadas com BCG, crianças vacinadas há mais de dois anos ou qualquer condição imunossupressora. • • PT igual ou superior a 10mm em crianças vacinadas com BCG há menos de dois anos. • Crianças que adquiriram ILTB até os 5 anos – grupo prioritário para tratamento de ILTB.
  32. 32. VACINA BCG Indicações Contra-Indicação • Recém-nascidos • Ao nascer, ainda na maternidade, recémnascidos com peso maior ou igual a 2kg • Lactentes que foram vacinados e não apresentem cicatriz vacinal após seis meses devem ser revacinados apenas mais uma vez. • Crianças, incluindo as indígenas, de 0 a 4 anos de idade, preferencialmente em menores de um ano de idade. • Crianças HIV positivas – a vacina BCG-ID deve ser administrada no nascimento ou o mais precocemente possível. Para as crianças que chegam aos serviços ainda não vacinadas, a vacina está contraindicada se existirem sintomas ou sinais de imunodeficiência. • Relativas : • Recém-nascidos com peso inferior a 2kg. • Afecções dermatológicas no local da vacinação ou generalizadas. • Uso de imunodepressores (prednisona na dose de 2mg/kg/dia ou mais; • Vacina BCG deverá ser adiada até três meses após o tratamento com imunodepressores ou corticosteróides em doses elevadas; • Absolutas: Criança sintomática e imunodeficiência congênita; BCG : BACILO DE CALMETTE-GUERIN
  33. 33. CURIOSIDADE Contatos com doentes de Hanseníase • Está indicada a vacina BCG-ID para os contatos intradomiciliares de portadores de hanseníase, sem presença de sinais e sintomas da doença, independentemente de serem contatos de casos PB ou MB; • Contatos Intradomiciliares com menos de um ano de idade, comprovadamente vacinados, não necessitam da administração de outra dose de BCG. PROTEGE CONTRA A HANSENÍASE !
  34. 34. Evolução lesão vacinal BCG BCG não • A vacina provoca reações gerais, tais como febre ou mal-estar. Normalmente, nos menores de um ano, grupo prioritário, a reação local da vacina e de evolução lenta e benigna, variando, de indivíduo para indivíduo, de seis a 12 semana;
  35. 35. • Da 1 a 2 semana: mácula avermelhada com enduração cujas dimensões variam de 5 a 15 mm; • Da 3 a 4 semana: pústula que se forma com amolecimento do centro da lesão, seguida pelo aparecimento de crosta;
  36. 36. • 6 a 12 semana: cicatriz com 4 a 7 mm de diâmetro, encontrada em cerca de 95% dos vacinados; • A partir da 13 semana: desaparecimento lento da úlcera, deixando como resultado uma cicatriz plana, com diâmetro de 3 mm a 7 mm
  37. 37. Não se deve colocar qualquer medicamento nem cobrir a úlcera resultante da lesão de evolução normal, apenas mantê-la limpa, usando água e sabão!!!! Não espremer! O enfartamento ganglionar axilar, não supurado, pode ocorrer durante a evolução normal da lesão vacinal (até 3 meses) desaparecendo espontaneamente, sem necessidade de tratamento!
  38. 38. Reação Adversa BCG
  39. 39. OBRIGADA!
  40. 40. Referências • Manual de recomendações para controle da Tuberculose 2011 – Ministério da Saúde http://portal.saude.gov.br/portal/arquivos/pdf/manual_de_recomendacoes_tb.pdf • Linfadenopatia Regional Supurada reacional à vacina BCG – Revista de Medicina da UFC: http://www.revistademedicina.ufc.br/v41/v4112.htm • Mudanças no tratamento e diagnóstico da Tuberculose Miliar 2012 – JORNAL INDIANO DE PESQUISAS MÉDICAS : http://www.ijmr.org.in/article.asp?issn=09715916;year=2012;volume=135;issue=5;spage=703;epage=730;aulast=Sharma • Tuberculose congênita – Jornal de Pediatria do Rio 1998 : http://www.jped.com.br/conteudo/9874-03-239/port_print.htm • Tuberculoma cerebral – Acta Médica Minas Gerais 1999 : http://www.actamedica.org.br/noticia.asp?codigo=140&COD_MENU=86 • A vacina BCG e teste tuberculínico – Ministério da Saúde : http://www.saude.mt.gov.br/upload/documento/100/apresentacao-da-vacina-bcg-e-testetuberculinico-[100-101209-SES-MT].pdf

×