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  • 1. Trabalhos em altura
    Especialização em Engenharia de Segurança do Trabalho
    Carina Chaves
    Carolina Lovison
    Denise Wegner
    Francini Spricigo
    Grasiela Slomp
    Abril | 2011
  • 2. Escopo do trabalho
    Introdução
    Leis e normas
    Operações de risco
    Principais causas de quedas de altura
    Técnicas de prevenção de quedas
    Fatores que influenciam a escolha das técnicas
    EPC`s e EPI`s | medidas de controle
    Prevenções necessária: check list
    Cases
    Bibliografia
  • 3. Introdução
    • Definine-se trabalho em altura àquele executado em alturas superiores a 2 metros, assim como trabalhos em profundidades.
    • 4. Trabalhos realizados em locais que apresentam diferença de nível e risco de queda aos trabalhadores.
    Locais de trabalho em altura mais comuns no mercado:
  • Segundo a lei…
    Segundo a norma…
    • Os profissionais do SESMT deverão empregar todo o conhecimento de engenharia, de modo a reduzir até eliminar os riscos existentes no local de trabalho e determinar, quando esgotados todos os meios conhecidos para a eliminação do risco e este persistir, mesmo que reduzido, a utilização de EPI`s.
    • 15. A culpa está fundamentada na teoria da previsibilidade.
    • 16. Previsibilidade é a possibilidade de se prever um fato.
    • 17. Ao trabalhador só é devida a culpa quando o acidente for causado por erro profissional, o que determina a sua imperícia;
    • 18. Os erros de omissão e negligência devem ser atribuídos aos que tem poder da decisão;
    • 19. Os descomprimento das medidas de engenharia trazem consigo danos consideráveis à produção da empresa;
    • 20. A lei 8213 (custeio e benefício) considera o descumprimento das normas de segurança uma contravenção penal.
    • 21. Por isso, não basta somente dar ao funcionário o cinto de segurança;
    • 22. Há de se assegurar que, independente do uso do cinto ele estará seguro, uma vez que é previsível que o funcionário não o use, na execução do serviço.
    • 23. NR 06 | NR 10 | NR 18
  • Operações de risco
    • Fachadas
    [silos, reservatórios]
    • Beirais
    [pontes rolantes, sacadas]
    • Telhados
    [planos inclinados]
    • Escadas fixas
    [torres, chaminés]
    • Andaimes suspensos
    [coletivo, individual]
    • Escadas móveis
    [plataformas]
  • 24. Operações de risco
    • ancoragem crítica
    [silos, reservatórios]
    • plataformas
    [indústria petroquímica]
    • áreas confinadas
    [galerias, tanques]
    • dupla movimentação
    [horizontal + vertical]
    • construções metálicas
    • 25. área de carga
    [caminhões, vagões]
  • 26. Principais causas de quedas em altura
    • Perda de equilíbrio do funcionário à beira do espaço, sem proteção;
    • 27. Escorregão;
    • 28. Passo em falso;
    • 29. Falta de proteção;
    • 30. Falha de uma instalação ou dispositivo de segurança;
    • 31. Método impróprio de trabalho;
    • 32. Trabalhador não apto ao trabalho em altura;
    • 33. Falta de estabilidade e/ou solidez do local;
    • 34. Ruptura de cordas ou cabos;
    • 35. Choques elétricos;
    • 36. Golpes de objetos e/ou ferramentas;
    • 37. Situações climáticas.
  • Técnicas de prevenção de quedas
    A filosofia da prevenção deve atender a uma sequência, para os diferentes graus de prevenção de quedas:
    Transferir o que for possível, afim de que o serviço possa ser executado no solo, eliminando o risco [ex: peças pré-montadas].
    • Redução do tempo de exposição ao risco:
    Eliminar o risco através da concepção e organização do trabalho na obra [ex: colocação de guarda corpo].
    • Impedir a queda:
    Se a queda for impossível, deve-se recorrer a proteções que a limite [ex: redes de proteção].
    • Limitar a queda:
    Se não for possível a adoção de medidas que reduzam o tempo de exposição, impeçam ou limitem a queda, deve-se recorrer à equipamentos de proteção individual.
    • Proteção individual:
    Sempre que possível, combinar duas técnicas de prevenção, alcançando 100% de proteção.
  • 38. Fatores que influenciam a escolha das técnicas
    • Custo x benefício: verificar quanto custa a proteção e quanto de proteção eficaz ela oferece;
    • 39. Tempo de exposição: tempo necessário para execução do serviço;
    • 40. Número de pessoas envolvidas: quantidade de operários que trabalharão no serviço;
    • 41. Produtividade: a proteção aumenta a produtividade dos trabalhadores;
    • 42. Repetitividade do serviço: frequencia de realização dos serviços ou utilização dos equipamentos em outros serviços;
    • 43. Espaço físico e interferência: há espaço para colocação da proteção e não há interferência.
  • EPC’s: medidas de proteção coletiva
    Equipamentos mais utilizados em trabalhos em altura:
    • Rede de proteção e guarda corpo de rede;
    • 44. Plataforma provisória e bandeja de proteção;
    • 45. Trava-queda e cabo guia;
    • 46. Guarda corpo;
    • 47. Pranchas anti-derrapantes;
    • 48. Cadeira suspensa;
    • 49. Andaime suspenço;
    • 50. Elevador de pessoal;
    • 51. Cestas ou gaiolas;
    • 52. Plataformas hidráulicas.
  • EPI’s: medidas de proteção individual
    Equipamentos individuais mais utilizados em trabalhos em altura:
    • Cinto de segurança (Tipo pára-quedista) com talabarte duplo;
    • 53. Trava quedas;
    • 54. Capacete com jugular;
    • 55. Luvas de segurança;
    • 56. Óculos de segurança;
    • 57. Calçado de segurança.
  • Exemplos [EPC’s e EPI’s]
    Equipamentos mais utilizados em trabalhos em altura, na prática :
    Cadeira manual
    Cadeira motorizada
    Trava-queda para cabo de aço ou corda
    Trava-queda para trilho de inox
    Trava-queda retrátil para áreas de carga, telhados e andaimes
    Escada para telhados
    Equipamentos manuais para áreas confinadas
    Sistemas de segurança para movimentação horizontal
    Cinturões de segurança e acessórios para ancoragem
  • 58. Prevenções necessárias: checklist
    • Realizar inspeção no local do serviço antes do início da obra, afim de se realizar levantamento dos riscos existentes.
    • 59. Realizar um micro planejamento do serviço a ser executado.
    • 60. Inspecionar os dispositivos de proteção, verificando se estão em bom estado, se oferecem resistência aos esforços a que serão submetidos.
    • 61. Nunca improvisar dispositivo de proteção.
    • 62. Preparar e montar todo o equipamento necessário para prevenção de acidentes.
    • 63. Verificar se todo o pessoal envolvido está apto ao serviço.
    • 64. Isolar e sinalizar toda a área sob o serviço. A área a ser isolada deverá ser sempre maior que a projeção da sombra da área do serviço.
    • 65. Quando a execução de um serviço específico e de pouca duração exige a retirada de um dispositivo de segurança, medidas suplementares devem ser tomadas. Todo dispositivo retirado deverá ser recolocado no final do serviço.
  • Prevenções necessárias: checklist
    • Os operários deverão possuir porta-ferramentas e/ou amarrar ao cinto ou punho as ferramentas de pequeno porte.
    • 66. É proibida a realização de outro trabalho simultâneo ao trabalho em altura; se necessária a execução deste serviço, o trabalho em altura deverá ser paralizado.
    • 67. Sempre que houverem instalações elétricas aéreas nas proximidades do serviço, é necessária a instalação de proteção que evite o contato acidental.
    • 68. A execução de trabalhos acima e na mesma direção de ponta de tubos e de ferros verticais desprotegidos deve ser evitada; quando isso não for possível, tais pontas devem ser protegidas.
    • 69. Antes do início do serviço, o departamento de segurança deverá ser comunicado, afim de tomar todas as providências necessárias quanto ä prevenção de acidentes bem como, quando achar necessário, promover palestra a equipe que realizará o serviço.
    • 70. O içamento de materiais pesados deverá ser feito somente om o uso de talhas amarradas na estrutura do prédio, nunca no andaime ou tubulações.
  • Prevenções necessárias: checklist
    • Inspecionar e verificar os equipamentos de içamento: peso máximo permitido, estado de conservação, bem como os cabos de aço e cordas.
    • 71. O trabalho sobre máquinas em moviment.o deve ser evitado; quando não for possível, tomar medidas complementares de seguraná, previnindo o risco de prensamento dos operários.
    Todo cuidado deve ser tomado para evitar a queda, sobre trabalhadores e máquinas ou equ.pamentos em níveis inferiores, de ferramentas e equipamentos como: martelo, furadeira, lixadeiras entre outros.
  • 72. Cases
    Abril | 2011
  • 73. Estudo de caso 01
    Procedimentos de segurança:materiais e aplicação:
    CADERNO DE PROTEÇÕES COLETIVAS.
    • Prevê proteções coletivas no projeto(NR18);
    • 74. APTs (analises prevencionistas de tarefas);
    • 75. IT(instrução de trabalho)
    -atribuições e responsabilidades;
    -sistemas de liberações formais;
    -check list;
    -curso de capacitação de inspetores de cabo e aço;
    -avaliações diárias.
    • Cursos para encarregados de frente de serviços.
    (liberação de segurança - téc. Segurança do trab)
    • Cartões de informações de atos e condições inseguras.
    (supervisão e funcionários) .
    Resultados:
    Sinergia entre planejamento, engenharia, produção e segurança do trabalho.
    Envolvimento nas questões de SSMA(saúde, seg. Do trabalho e meio ambiente) .
    Prêmio Proteção 2006 – Camargo Correa.
    Usina Hidro elétrica (UHE) julho/01-junho05
    Pinhal da Serra/RS.
    Altura 185 metros.
    Participação 2500 trabalhadores.
    Atividades de maior risco:
    • Eletricidade;
    • 76. Equipamentos móveis;
    • 77. Explosivos;
    • 78. Trabalho em altura.
  • Estudo de caso 02
    Valores:
    O novo sistema esta baseado na cultura de segurança total e está baseado em princípios básicos de sustentação:
    • cultura: Deve direcionar o procedimento de segurança.
    • 79. Foco: Focalizar os processos e não nos resultados.
    • 80. Valor: Segurança é considerada como valor não apenas como prioridade.
    • 81. Modernização no Gerenciamento de Segurança: ampliação do foco no ambiente (máquinas, equipamentos, manutenção, etc.) para o foco pessoal e comportamental.
    • 82. Ampliar conhecimentos: cada profissional , proporcionando um desenvolvimento da cultura de segurança total da empresa.
    Prêmio Proteção 2006 – Volkswagem- Resende-RJ. Caminhões e ônibus.
    Melhor case de Sistema de Gestão SST.
    Empresa premiada em 2005 com os melhores cases:
    • comunicação em SST, de política de SST para terceirizados;
    • 83. Política de SST para terceirizados;
    • 84. Trabalho em altura.
    PPA (Plano de Prevenção de Acidentes) Baseado na Cultura de Segurança total-2005.
    Objetivo PPA:
    Gestão de caráter estatístico fundamentado em fatos ocorridos (acidentes e doenças) e obediência aos requisitos legais.
    Resultados:
    • possibilitou a empresa passar de uma cultura reativa de segurança para uma cultura prevencionista;
    • 85. melhoria nos resultados de segurança e saúde ocupacional, produtividade e qualidade de vida do trabalhador.
  • Estudo de caso 02
    Prêmio Proteção 2006 – Volkswagem- Resende-RJ. Caminhões e ônibus.
    Melhor case de Sistema de Gestão SST.
    Programas:
    Operadores
    Programa de parceiro de segurança possibilitando o dialogo entre a ST e os empregados ligados diretamente a produção.
    Planilhas.- 5M
    Lideres
    PEC ( Programa de Educação Continuada).
    PEC-ICS (Indice de Comportamento Seguro) .
    Programa Posto Padrão- Integração entre engenharias e os montadores.
    Comitê Gerencial de Segurança – executivos
    Resultados:
    O plano gerou sinergia entre todas as etapas de produção melhorando a comunicação, qualidade, produção e segurança.
  • 90. Bibliografias consultadas
    Xxxxx
    Xxxxx
    Xxxx
    Xxxxx
    xxxxxxx