Alinhamento Estratégico -  Adequação e Integração Funcional
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    Alinhamento Estratégico -  Adequação e Integração Funcional Alinhamento Estratégico - Adequação e Integração Funcional Document Transcript

    • ALINHAMENTO ESTRATÉGICO – ADEQUAÇÃO E INTEGRAÇÃO FUNCIONAL Juliana Maria Lopes1 Fabio Roberto Pierre2 Fernando Motta Delago3 Adriano Codonho4 Milton Tomaz Terra5 RESUMO O presente trabalho tem como objetivo principal verificar o alinhamento entre a estratégia de negócio e a Tecnologia da Informação (TI). Inicialmente é desenvolvida uma evolução da contextualização da TI nas empresas, abordando o paradoxo da produtividade da informática e sua relação com as pesquisas sobre o alinhamento estratégico. Depois disso, é demonstrado uma abordagem dos principais modelos teóricos que visam avaliar o alinhamento entre a área de TI e a área de negócio, além disto, são revisados os conceitos de estratégia e as diversas escolas de pensamento estratégico a fim de explicar os modelos de alinhamento. O objetivo final deste trabalho é avaliar como ocorre o processo de alinhamento estratégico a partir da relação construída entre as escolas do pensamento estratégico e os modelos de alinhamento. Palavras-Chaves: Estratégia; Alinhamento Estratégico; Escolas do Pensamento Estratégico, Tecnologia da Informação. 1 Tecnólogo em Ciência da Computação pela Universidade Anhembi Morumbi (2003) e Desenvolvimento de Software pela FIAP – Faculdade de Informática e Administração Paulista (2004). 2 Bacharel em Sistemas de Informação pela Universidade São Marcos (2002). 3 Tecnólogo em Processamento de Dados pela FIAP – Faculdade de Administração Paulista (2000). 4 Tecnólogo em Análise de Sistemas pela UNIP – Universidade Paulista (2001). 5 Bacharel em Ciência da Computação pela UNESP (2001).
    • 2 ABSTRACT The present work has as objective to verify the alignment between the strategy of business and the Information Technology (IT). Initially an evolution of the contextualization of IT in the companies is developed, approaching the paradox of the productivity of computer science and its relation with the research on the strategical alignment. After this, a boarding of the main theoretical models is demonstrated that they aim at to evaluate the alignment enters the IT area and the area of business, moreover, is revised the concepts of strategy and the diverse schools of strategical thought in order to explain the alignment models. The final objective of this work is to evaluate as the process of strategical alignment from the constructed relation occurs enters the schools of the strategical thought and the models of alignment. Key-words: Strategy; Strategical alignment; School of strategical thought; Information Technology.
    • 3 1 PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO Os estudos de planejamento estratégico tiveram início com as idéias de (SIMON, 1965) que identificou o termo estratégia como um conjunto de ações e decisões que devem definir o rumo da organização durante determinado período de tempo. No decorrer dos anos seguintes, apesar dos diversos estudos realizados (QUINN et al., 1988; MINTZBERG, 1991), a idéia de planejamento estratégico tornou-se desgastada, tendo seus princípios básicos criticados (MINTZBERG, 1994). No entanto, no final da década de 90, o tema volta a destacar-se devido as diversas contribuições originadas em outras áreas de conhecimento, tais como, aprendizagem organizacional (ARGYRIS, 1993), processo decisório (PETERS E WATERMAN, 1997; AUDY E BECKER, 2000) e alinhamento estratégico (HENDERSON E VENKATRAMAN, 1993; REICH E BENBASAT, 1996; SABHERWAL E CHAN, 2001). Segundo (SEBRAE, 2006) o planejamento estratégico é o método pelo qual a empresa define a mobilização de seus recursos para alcançar os objetivos propostos. É um planejamento global a curto, médio e longo prazo. O planejamento estratégico é um processo de determinação dos principais objetivos de uma organização, das políticas e estratégias que a governarão, do uso e disponibilizarão dos recursos para a realização dos objetivos, em que esse processo é composto por premissas, planejamento propriamente dito, implementação e revisão. Ele também pode ser chamado de Business Plan (BHALLA, 1987; ABRAMS, 1991). Esse processo pode ser visto como uma atividade gerencial que possibilita que os executivos estabeleçam um rumo para a organização, buscando certo nível de otimização no relacionamento entre organização e ambiente,
    • 4 correspondendo ao estabelecimento de um conjunto de providências a serem tomadas pelos gestores para a situação em que o futuro tenda a ser diferente do passado (OLIVEIRA, 1999). Pode ser descrito como uma técnica administrativa que cria a consciência de suas ameaças e oportunidades, de seus pontos fortes e fracos para o cumprimento dos objetivos, mobilizando a organização na escolha e construção de seu futuro (FISCHMANN; ALMEIDA, 1991; VASCONCELOS FILHO; PAGNONCELLI, 2001). O planejamento estratégico deve ser elaborado juntamente com o planejamento dos sistemas de informação, dos sistemas de conhecimentos e da TI nas organizações. Concomitantemente com um plano de investimento estratégico para perceber que essas estratégias constituem-se num processo dinâmico e contínuo de monitoração do ambiente externo e interno, de forma consistente, íntegra e sem desperdícios de tempo, humanos, econômicos e financeiros (STRASSMANN; BIENKOWSKI, 1999; BENBASAT ZMUD, 1999; TAURION, 1999; PUKSZTA, 1999; TRUNCALI, 1999). De acordo com (SEBRAE, 2006) a elaboração do planejamento estratégico compreende quatro fases: Formulação de Objetivos Organizacionais, Análise interna das forças e limitações da empresa, Análise Externa e Formulação das Alternativas Estratégicas. Na Formulação de Objetivos Organizacionais a empresa define os objetivos globais que pretende alcançar a longo prazo e estabelece a ordem de importância e prioridade em uma hierarquia de objetivos. Para a análise interna das forças e limitações da empresa, faz-se uma análise das condições internas da empresa para permitir uma avaliação dos principais pontos fortes e dos pontos fracos que a organização possui. A análise externa trata-se de uma análise do ambiente externo à empresa, ou seja, das condições externas que rodeiam a empresa e que lhe impõe desafios ou oportunidades.
    • 5 Na finalização do planejamento estratégico, a formulação das alternativas estratégicas é desenvolvida para alcançar os objetivos organizacionais pretendidos. As alternativas estratégicas constituem os cursos de ação futura que a companhia pode adotar para atingir metas globais. 2 PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO Segundo (BRODBECK, 2001) atualmente, o Planejamento Estratégico de Tecnologia da Informação (PETI) tem se tornado uma atividade crítica para muitas organizações. Alguns aspectos relacionados ao aumento das pressões dos negócios, dos riscos, das competências e da relação preço / performance, tem servido para mudar os papéis e funções da TI, incluindo o seu uso para obtenção de vantagens competitivas e como transformadora dos processos, estrutura e relacionamentos do negócio. Com isto, está se tornando difícil separar os aspectos de planejamento de TI dos de negócio. É importante usar as ferramentas e técnicas de análise e planejamento estratégico do negócio para assegurar que o enfoque do planejamento estratégico de TI esteja inter-relacionado com os padrões do gerenciamento estratégico do negócio. O PETI pode ser definido como sendo o processo de identificação de infra-estrutura (hardware, software básico e comunicação) e aplicações (bancos de dados, sistemas e automação de escritórios) para suportar o negócio das organizações, através do atendimento dos objetivos organizacionais (LEDERER E SETHI, 1996).
    • 6 3 METODOLOGIAS DE IMPLEMENTAÇÃO DO PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DE TI Existem várias metodologias conhecidas para a implementação do planejamento estratégico de TI, tais como: a BSP da IBM, a PAC da Unisys e, recentemente, a metodologia BPR (Hammer e Champy, 1993; Davenport, 1994; Kettinger e Grover, 1995; Kettinger, Teng e Guha, 1997). King (1978) propôs uma metodologia do planejamento estratégico que pode ser usada para integrar estratégias de TI com estratégias de negócio, esta metodologia defende que o conjunto de estratégias de TI é representada pelos objetivos e projetos dos sistemas, devem ser derivadas do conjunto de estratégias organizacionais, constantes no plano de negócio. A metodologia BSP (Business Systems Planning) consiste em um estudo da organização para obter sua visão estratégica do negócio. A partir da visão estratégica do negócio, inicia-se a etapa de Engenharia de Processos de Negócio, que consiste na definição de todos os processos desenvolvidos nos vários setores da área estudada. A etapa seguinte, denominada Engenharia de Informação, tem por objetivo principal ressaltar a construção da arquitetura de sistemas de informação da organização. Podemos considerar as metodologias como um agente de transformação da organização, onde processos e regras estão sendo alterados e, conseqüentemente, o formato de trabalho das pessoas. Observa-se também que na metodologia BSP não existe intenção de movimento, as regras são mais voltadas para a operação básica da empresa e não para as operações estratégicas, o comportamento organizacional é interpretado como adesão da alta administração e não como mudanças de valores e comprometimento por parte dos usuários e não é considerada a aprendizagem organizacional.
    • 7 A fim de superar as fraquezas da metodologia BSP, outras metodologias foram sendo criadas, tais como a TSP, que procurava dar um contexto mais estratégico para as informações oriundas dos SI, a APX, que procurava agregar e comprometer mais os usuários de nível gerencial com as necessidades de informação, a BIAIT e BICS, focando a necessidade de modelos organizacionais diferenciados representados nos Sistemas de Informação. Na década 1990 surgem metodologias de reestruturação organizacionais que visam a melhoria contínua dos esforços despendidos com o negócio. Um novo enfoque chamado BPR vem sendo considerado como inovador. Esta metodologia refere-se a uma inovação total na estrutura organizacional e na forma de conduzir o negócio. As dimensões tecnológicas, humanas e estruturais da organização serão mudadas. Como parte do processo de redesenho, encontramos o realinhamento, fusões, consolidações, integrações operacionais e reorientação das práticas de distribuição. A Tecnologia da Informação assume o papel principal para operacionalização de tal metodologia, provendo a automação dos processos do negócio e permitindo a condução centralizada do negócio em diferentes localidades. Além da redução dos custos de operação do negócio. 4 ALINHAMENTO ESTRATÉGICO Em fase a nova realidade global mercadológica as empresas em busca de maior competitividade frente a seus concorrentes na busca de maior qualidade e produtividade vêem na Tecnologia da Informação uma ferramenta poderosa como forma de ajuda no alcance de metas e objetivos.
    • 8 A grande questão muitas vezes é que a TI é vista apenas como uma ferramenta e não como parte do próprio negócio, ou seja, a análise estratégia da empresa, tanto interna quanto externa, deve levar em consideração a necessidade do alinhamento, de toda a estratégia definida como base para alcançar as metas traçadas, com a área de tecnologia da informação. Isso se dá tendo em vista que em grande parte dos processos das organizações atuais há uma dependência intrínseca com sistemas de informação que proporcionam suporte tanto em processos de produção até processos de tomada de decisão. A análise, dos pontos fortes e fracos da empresa e suas potencialidades, é vital para a definição da Estratégia de TI e assim, conseqüentemente, o alinhamento da Estratégia Geral da empresa com a Estratégia de TI, só assim, identificando processos vitais para a corporação poder- se-á dirigir a condução de novos projetos de Sistemas de Informação capazes de satisfazer a demanda produtiva e estratégica da organização. Segundo (Tachizawa, 2000) “A estratégia singular a cada organização é obtida através da soma dos Elementos Estratégicos Genéricos com os Elementos Estratégicos Específicos. Nesse ultimo enquadram-se também todas as estratégias “departamentais” da empresa, como no caso de TI que pode tornar-se muitas vezes na vantagem competitiva da empresa. Como dito anteriormente, o alinhamento estratégico é fundamental, para uma evolução empresarial concreta, para isso deve-se ter em vista os fatores que compõe a estratégia empresarial. Fatores internos, como por exemplo a cultura da empresa frente a mudanças e análise do potencial humano existente na empresa, são características primordiais para a construção de um alinhamento estratégico das diversas áreas ou departamentos com a Estratégia Geral da empresa. Com tudo, o fator mais importante para o sucesso de um plano de alinhamento estratégico são as pessoas, ou seja, de nada adianta um projeto teórico bem fundamentado de forma técnica e
    • 9 financeira se as pessoas envolvidas no processo não participam consistentemente para criar a sinergia necessária para tal. Além disso, com o alinhamento estratégico pode-se obter maior performance da empresa, o que significa menor custo de operação, diferenciação do produto, maior participação no mercado tudo isso com a ajuda, por exemplo, dos departamentos de SI que fornecendo as informações necessárias de forma correta, favorece e facilita a tomada de decisão. Outro ponto interessante, é que apesar do investimento tecnológico muitas vezes alto realizado por algumas empresas, é verificado que o retorno esperado deste investimento não é obtido. E isso ocorre muitas vezes, não por um fracasso técnico, mas sim por uma falta de análise estratégica de uma determinado sistema ou equipamento a ser adquirido frente ao a estratégia global da empresa. Com isso, o ROI (Retorno de Investimento) dos projetos de TI muitas vezes ficam aquém do esperado criando assim um “paradoxo de produtividade”. Como etapas principais para o desenvolvimento do processo de alinhamento estratégico tem-se primeiramente a necessidade do alinhamento dos lideres da empresa quanto a visão de mercado, competência do componente humano da empresa, fatores críticos ao sucesso da empresa e seus principais problemas internos, depois disso é necessário definir de que forma cada gestor e departamento deverá contribuir para o alcance dos objetivos traçados e por fim monitorar, com o uso de metodologias, o processo para garantir que os objetivos definidos estejam consistentes com a visão estratégica definida, identificando quais áreas estão sendo mais eficientes na colaboração para o alcance das metas. Sendo assim, o Alinhamento Estratégico tem por objetivo, transformar a estratégia em tarefa de todos demonstrando que cada departamento e cada colaborador tem seu papel definido
    • 10 como responsável na obtenção do sucesso da empresa e isso só é possível com a visão compartilhada sobre os objetivos da organização. 5 MODELOS CONCEITUAIS A pesquisa se baseou nos artigos publicados nas últimas duas décadas, sendo que o modelo de alinhamento estratégico de base foi o de HENDERSON & VENKATRAMAN. HENDERSON & VENKATRAMAN (1993), elaboraram um modelo que tinha com intuito integrar o planejamento da TI com o planejamento de negócios da empresa, englobando processos, pessoas e infra-estrutura. O conceito de alinhamento estratégico é guiado por 2 pontos: adequação estratégica e integração funcional. O conceito de adequação estratégica dita que a área de TI deve ser dinâmica, para que possa se adequar às evoluções dos ambientes, sejam eles externos ou internos. No ambiente de negócios, o domínio externo refere-se à definição da estratégia empresarial, que é formulada em função do escopo do negócio, das decisões a respeito das competências necessárias para distinguir a organização da concorrência, e das decisões a respeito do modelo de governança. No entanto o domínio interno, fala sobre estrutura administrativa, os desenhos dos processos e as habilidades individuais. O segundo ponto, integração funcional, considera os resultados gerados pelas escolhas feitas no domínio do negócio que afetam o ambiente de TI (infra-estrutura) e vice-versa (processos e pessoas). Esta é definida por (LUFTMAN, 1996) como o relacionamento entre as diferentes funções do negócio permitindo o fluxo da operação de maneira integrada, seja através da infra-estrutura organizacional, seja por meio da infra-estrutura da TI. Com base nestes alinhamentos propostos pelos modelos tradicionais, observou-se que muito pouco tem sido o foco no planejamento contínuo durante seu processo de definição.
    • 11 BRODBECK (2001), após verificar as análises de HENDERSON & VENKATRAMAN, elaborou outro modelo objetivando estruturar e operacionalizar a promoção do alinhamento estratégico entre os planos de negócio e os de TI durante a etapa de implementação da estratégia. Ao modelo de HENDERSON & VENKATRAMAN, foram acrescentados outros conceitos: • Os estágios de integração entre os itens de negócio e TI para o longo prazo (TEO, 1994); • A fase de implantação do processo de planejamento; • A instrumentação da gestão do processo de planejamento ao longo de seu horizonte (KAPLAN e NORTON, 1997). Pelo estudo dos modelos de BRODBECK (2001) e HENDERSON & VENKATRAMAN (1993), nota-se que o modelo BSC de KAPLAN, poderia ajudar também a melhorar a integração das atividades com maior segurança ao alinhamento estratégico. Realmente, os modelos descritos nesta pesquisa auxiliam na construção, acompanhamento e cumprimento do alinhamento estratégico, inclusive o BSC por ser fundamentalmente uma ferramenta que auxilia a implementação estratégica, não se deve esquecer que a TI possui um papel principal em todos os conceitos citados: o de guardiã e responsável pelo fluxo de informação na empresa que flui através de sistemas de informação. Segundo SIQUEIRA, “o planejamento estratégico ocorre a longo prazo, [...] é o planejamento voltado para o mercado em que a empresa atua ou quer atuar. Planejamento Tático ocorre a médio prazo, [...] obtêm deste, as informações que necessita para o planejamento estratégico. E planejamento Operacional ocorre a curto prazo, [...] aqui é onde se sabe o que se tem realmente de recursos para que a empresa possa planejar através dos níveis mais acima.
    • 12 Interage com o tático, passando as informações e este, passa as informações e recursos disponíveis para o nível estratégico.”. 6 CONCLUSÃO Com base nos estudos dos diversos pesquisadores, chegamos a conclusão que o alinhamento estratégico sendo fundamental para todas as organizações, depende não somente de adequação e integração de processos e recursos, mas também de total participação dos funcionários, parceiros e colaboradores. Podemos afirmar ainda que, tomando base nas informações obtidas, a melhor forma de realizar este alinhamento, através da modelagem de um conjunto informacional contendo todos os controles (operacionais e gerenciais do negócio) consolidados em indicadores que refletem os objetivos e estratégias organizacionais e de suas metas. Além disso, para se alavancar produtividade e competitividade nas Organizações, deve-se haver um grande desenvolvimento do Planejamento Estratégico nas mesmas utilizando-se bons sistemas de informação. Se houver a análise do ambiente, o estabelecimento de diretrizes, a formulação das estratégias, a implementação das ações e o controle eficientes, eficazes e efetivos, o caminho para o sucesso permanente terá sido alcançado pela Empresa. Concluímos assim informando que a maneira mais segura de se tomar decisões é embasar- se firmemente em conceitos e estudos realizados a cerca das teorias do planejamento estratégico. Aliadas ao conhecimento, as buscas por profissionais cada vez mais qualificados compõe o conjunto ideal para o sucesso e continuidade da empresa.
    • 13 7 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ABRAMS, R. M. The successful business plan: secrets & strategies. New York: Oasis, 1991. ALMEIDA & COSTA. Modelo de Decisão Multicritério para Priorização de Sistemas de Informação. Disponível em http://www.scielo.br/pdf/gp/v9n2/a07v09n2.pdf, 2006. ARGYRIS, C. On Organizational Learning. Ed. Balckwell, Oxford, 1993. AUDY, J. e BECKER, J. As diferentes visões do processo decisório: do modelo racional ao modelo político e o impacto da subjetividade. Revista Análise 11(2), Porto Alegre, 2000. BHALLA, S. K. The effective management of technology: a challenge for corporations. New York: Battelle Press, 1987. BENBASAT, I.; ZMUD, R W. Empirical research in information systems: ti practice of relevance. MIS Quarterly, Minneapolis, 1999. BRODBECK, ÂNGELA FREITAG. Alinhamento Estratégico entre os Planos de Negócio e de Informação: Um modelo Operacional para a Implementação, 2001. DAVENPORT, T. H. Reengenharia de Processos, Ed. Campus, RJ, 1994 FISCHMANN, A. A.; ALMEIDA, M. I. R. Planejamento estratégico na prática. São Paulo Atlas, 1991 . HAMMER, M. e CHAMPY, J. Reengenharia: revolucionando a empresa. Campus, SP, 1993. HENDERSON, J.C. e VENKATRAMAN, N. Strategic alignment: Leveraging information technology for transforming organizations, 1993. KETTINGER, W. J. e GROVER, V. Toward a Theory of Business Process Change. Journal of Management Information, 1995. KETTINGER, W. J., TENG, J. T. C. e GUHA, S. Business Process Change: A Study of Methodologies, Techniques and Tools. 1997. LEDERER, A. L. e SETHI, V. Key prescriptions for strategic IS planning, 1996.
    • 14 MINTZBERG, H. The Rise and Fall of Strategic Planning, 1994. OLIVEIRA, D. P R. Estratégia organizacional. Uma abordagem empreendedora. São Paulo: Atlas, 1991. PETERS, T. e WATERMAN Jr., R. Para além do modelo racional. In: STARKEY, K. Como as organizações aprendem. São Paulo, Ed. Futura, 1997.AUDY, J. e BECKER, J. As diferentes visões do processo decisório: do modelo racional ao modelo político e o impacto da subjetividade. Revista Análise 11(2), Porto Alegre, 2000. PUKSZTA, H. Don't split IT strategy from business strategy,. ComputerWorld, Framingham, 1999. QUINN, J.B. Strategies for change. In: Quinn, J.B., Mintzberg, H. e James, R.M. The Strategy Process: Concepts, contexts and cases. 2a. Ed., Prentice-Hall, Englewood, N.J., 1988. REICH, B.H. e BENBASAT, I. Measuring the Linkage Between Business and Information Technology Objectives. MIS Quarterly, 1996. SABHERWAL, R. e CHAN, Y.E. Alignment Between Business and IS Strategies: A Study of Prospectors, Analyzers and Defenders, 2001. SEBRAE. Planejamento Estratégico. Disponível em http://www.sebrae.com.br/br/parasuaempresa/planejeeorganize_1016.asp, 2006. SIMON, H.A. Comportamento Administrativo. USAID, Rio de Janeiro, 1965. STRASSMANN, P; BIENKOWSKI, D. Alignment of IT and business: key to realizing business value. ABT Corp. White Paper, 1999. TAURION, C. Como alinhar tecnologia e negócio. ComputerWorld, Rio de Janeiro, 1999. TRUNCALI, P. Plan ahead. American Printer, Chicago, 1999. VASCONCELOS FILHO, P; PAGNONCELLI, D. Construindo estratégias para vencer: um método prático, objetivo e testado para o sucesso da sua empresa. Rio de Janeiro: Campus, 2001.
    • 15 SIQUEIRA, Anderson. Planejamento geral e a área de TI / Anderson Siqueira. Disponível em: <http://www.apinfo.com/artigo57.htm>. Acessado em 18 de Junho de 2006. KAPLAN, R. S.; NORTON, D. P. A estratégia em ação. Rio de Janeiro: Campus, 1997. LUFTMAN, J. Competing in the information age. Oxford University Press, 1996.