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ESCOLA SECUNDÁRIA DE BOCAGE
FILOSOFIA
II – A Acção Humana e os Valores
Capítulo Primeiro – De que Trata a Ética
1. Relac...
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3. Completa o seguinte quadro
Professora Júlia Martins
10ºD
Comportamento das Térmitas Comportamento de Heitor
Guião–Éti...
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4. O que explica que as formigas defendam o formigueiro até à morte?
5. Têm alguma alternativa, isto é, podem recusar-se...
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1. A acção de Heitor apenas dependia dele, ele é o autor das suas acções.
Heitor não nasceu herói; tornou-se herói ao de...
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11. O problema da liberdade torna-se emergente nesta análise da acção
humana, como tal será necessário clarificar o conc...
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12. Será que posemos afirmar que o livre-arbítrio existe?
Capítulo Segundo – Ordens, Costumes e Caprichos
13.Será o capi...
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15. Será ou não a nossa acção condicionada? Se
responderem afirmativamente, que condicionantes são essas?
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Para finalizar este guião…
18. No final da leitura destes dois capítulos, da obra -
Ética para um Jovem, aponta:
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Guiao etica para um jovem

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  1. 1. 6 ESCOLA SECUNDÁRIA DE BOCAGE FILOSOFIA II – A Acção Humana e os Valores Capítulo Primeiro – De que Trata a Ética 1. Relaciona esta passagem, da obra em análise, com a atitude filosófica. 2. O que se entende por fazer? Professora Júlia Martins 10ºD Por fazer entendemos…. Guião–ÉticaParaUmJovem “ (…) Se não sentimos curiosidade nem necessidade de realizar esses estudos, poderemos prescindir deles tranquilamente. Abundam os conhecimentos interessantíssimos, mas sem os quais nos podemos perfeitamente arranjar para viver: eu, por exemplo, lamento não ter a menor ideia de astrofísica nem de marcenaria, coisas que a outros darão tanto prazer, ainda que essa ignorância não me tenha até à data impedindo de me ir aguentado. (…) Pode-se viver sem saber astrofísica, marcenaria, futebol e até mesmo sem saber ler e escrever: vive-se pior, se quiseres, mas vive-se. “(pág. Na wikispaces (….. ) , na página… encontrarás informações sobre este livro e o seu autor. “ Saber viver não é muito fácil porque existem diversos critérios opostos em relação ao que devemos fazer.”
  2. 2. 6 3. Completa o seguinte quadro Professora Júlia Martins 10ºD Comportamento das Térmitas Comportamento de Heitor Guião–ÉticaParaUmJovem “ Vou contar-te um caso dramático. Já ouviste falar das térmitas, essas formigas-brancas que, em África, constroem formigueiros impressionantes, com vários metros de altura e duros como pedra. Mudo de cenário, mas não de assunto. Na Ilíada, Homero conta a história de Heitor, o melhor guerreiro de Tróia, que espera a pé firme fora das muralhas da sua cidade Aquiles, o enfurecido campeão dos Aqueus, embora Aquiles é mais forte do que ele e que vai provavelmente matá-lo. Fá-lo para cumprir o seu dever, que consiste em defender a família e os concidadãos do terrível assaltante. (…) Não faz Heitor, afinal de contas, a mesma coisa que qualquer uma das térmitas anónimas? Porque nos parece o seu valor mais autêntico e mais difícil do que o dos insectos? Qual é a diferença entre um e outro caso? (pág.22)
  3. 3. 6 4. O que explica que as formigas defendam o formigueiro até à morte? 5. Têm alguma alternativa, isto é, podem recusar-se a lutar e fugir? 6. O que motiva Heitor a lutar contra Aquiles? 7. Sendo a força e a valentia de Aquiles lendária e Heitor, apesar de bom soldado, menos forte, por que razão saiu sozinho da cidade para combater? 8. Quais as suas motivações? Alguém o terá forçado? 9. Ao comportamento de Heitor chamamos acção. O que se entende por acção? 10. As acções podem ser voluntárias e involuntárias, distingue-as. Professora Júlia Martins 10ºD Por acção entendemos…. “ (…) Heitor, pelo seu lado, sai para enfrentar Aquiles porque quer.” ( pág.22)” Guião–ÉticaParaUmJovem
  4. 4. 6 1. A acção de Heitor apenas dependia dele, ele é o autor das suas acções. Heitor não nasceu herói; tornou-se herói ao decidir sê-lo. Assim sendo, para existir uma acção é necessário: Professora Júlia Martins 10ºD Acção voluntária Acção involuntária Agente Intenção Motivo
  5. 5. 6 11. O problema da liberdade torna-se emergente nesta análise da acção humana, como tal será necessário clarificar o conceito de liberdade. A propósito da escolha de Heitor, da possibilidade de podermos escolher, surge-nos um novo conceito - livre-arbítrio. O que é o livre-arbítrio? • Livre-arbítrio é a crença ou doutrina filosófica que defende que a pessoa tem o poder de escolher suas acções. (fonte: Wikipédia); Professora Júlia Martins 10ºD Por liberdade entendemos…. “ E chegamos assim à palavra fundamental de toda esta embrulhada: liberdade. “ ( pág 24) Guião–ÉticaParaUmJovem “ A liberdade (que consiste em escolher dentro do possível) não é a mesma coisa que a omnipotência (que seria alguém conseguir sempre aquilo que quer, ainda que tal pareça impossível). Por isso, quanto maior capacidade de acção tenhamos, melhores resultados poderemos obter da nossa liberdade (…) Em contrapartida, sou livre de ler ou não ler, mas como aprendi a ler desde muito pequeno não se trata de coisa demasiado difícil para mim, caso decida fazê-la. “ (pág 24) “ (…) ao contrário de outros seres, vivos ou inanimados, nós, seres humanos, podemos inventar e escolher em parte a nossa forma de vida. “ (pág 25) “ (…) dizemos que Heitor é livre e “por isso admiramos a sua coragem “ ( pág 22)
  6. 6. 6 12. Será que posemos afirmar que o livre-arbítrio existe? Capítulo Segundo – Ordens, Costumes e Caprichos 13.Será o capitão do navio totalmente livre de tomar esta decisão? 14. Há liberdade sem constrangimentos? Temos a possibilidade de fazer opções? Na história da Filosofia encontramos algumas respostas possíveis: Professora Júlia Martins 10ºD Guião–ÉticaParaUmJovem “ (…) Aristóteles, imaginou o seguinte exemplo: um barco transporta uma carga importante de um porto para outro. A meio do trajecto, surpreende-o uma tempestade tremenda. Parece então que a única forma de salvar o barco e a tripulação é lançar borda fora a carga, que além de importante pesa muito. O capitão do navio coloca-se o seguinte problema: “Devo deitar fora a mercadoria ou arriscar-me a enfrentar o temporal conservando-a a bordo, esperando que o tempo melhore ou que a embarcação resista? “ (pág 29) “ Levanto-me ou não me levanto? Tomo duche ou não tomo duche? Tomar ou não tomar o pequeno-almoço, eis a questão! “ (pág 31)
  7. 7. 6 15. Será ou não a nossa acção condicionada? Se responderem afirmativamente, que condicionantes são essas? 16. Que papel podem ter as diversas condicionantes no processo de deliberação? 17. Enumera os conceitos mais relevantes ao longo desta leitura. Professora Júlia Martins 10ºD Determinismo Determinismo Radical Determinismo Moderado O livre-arbítrio é incompatível com a concepção de um mundo regido por leis causais O mundo é regido por leis causais, mas a acção humana é livre por ser determinada mas não constrangida “ O que quero dizer é que cada tipo de motivos tem o seu próprio peso e te condiciona a seu modo “ (pág 32) Guião–ÉticaParaUmJovem
  8. 8. 6 Para finalizar este guião… 18. No final da leitura destes dois capítulos, da obra - Ética para um Jovem, aponta: a. O que mais te agradou? b. O que menos te agradou? c. Esta leitura foi importante para compreenderes os conteúdos leccionados? Porquê? d. Se ainda tens dúvidas … não hesites… coloca-as! Continuação de boas leituras e reflexões! Professora Júlia Martins 10ºD

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