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RESUMO E ANÁLISE DO ARTIGO: “Experiência de Avaliação de Processos e Desenvolvimento de uma Ferramenta para Apoio Baseada na ISO/IEC TR 15504”

RESUMO E ANÁLISE DO ARTIGO: “Experiência de Avaliação de Processos e Desenvolvimento de uma Ferramenta para Apoio Baseada na ISO/IEC TR 15504”

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  • INSTITUTO FEDERAL FLUMINENSE – IFFCampus – Campos CentroRESUMO E ANÁLISE DO ARTIGO:“Experiência de Avaliação de Processos e Desenvolvimento de umaFerramenta para Apoio Baseada na ISO/IEC TR 15504”JULIANA CINDRALUCAS SEPÚLVIDAMARIANNA REISRAFAEL LEITECampos dos Goytacazes/RJSetembro de 2010Trabalho apresentado na Disciplina deQualidade de Software, Curso de Pós-Graduação em Análise, Projeto eGerenciamento de Sistemas.Professor(a): Dr. Simone Vasconcelos.
  • INSTITUTO FEDERAL FLUMINENSE – IFFCampus – Campos CentroARTIGO: “Experiência de Avaliação de Processos e Desenvolvimento de uma Ferramentapara Apoio Baseada na ISO/IEC TR 15504”Sobre o Artigo:• Norma: 15504 (SPICE).• Aplicação da Norma: Se aplica.• Vantagens e Desvantagens: O artigo apresenta como vantagem da avaliação pela ferramenta umabase histórica para futuras avaliações, com indicações de pontos fortes e fracos, ameaças eoportunidades, e tendo como base estas informações será possível traçar estratégias de melhoriasnos processos e produtos. E como desvantagem o autor cita a necessidade de experiênciaavaliação e construção do plano de avaliação por não ser um trabalho simples.• Sugestões de Melhorias: O artigo exibe possibilidade de melhorias nos processos de aquisição,análise e requisito do software e projeto do software através do uso de uma ferramentaapresentada no artigo.Análise do Artigo:• O artigo apresenta uma experiência prática de avaliação de processos utilizados em umadeterminada empresa, aplicando um modelo de avaliação. Apresenta também uma ferramentapara apoio à documentação, registro e medição dos níveis de capacidade dentro dos processosavaliados;• O artigo concentra-se na preparação de uma avaliação de 6 processos descritos na ISO 15504(SPICE), referente ao processo de aquisição, ao processo de análise e requisito do software, e aoprocesso de projeto do software;• O autor apresenta ideias de aplicação da norma através da ferramenta apresentada no artigo,apontando este recurso como uma melhoria para a avaliação dos processos de uma empresa.• O autor demonstra que a norma também pode ser utilizada por empresas interessadas somenteem melhorar seu processo, sem querer necessariamente conseguir uma certificação.• Outro ponto interessante do artigo é tratar da implantação da norma na Infoglobo, empresaresponsável pela parte de comunicações das Organizações Globo. Isso demonstra que a normanão necessariamente deve ser aplicada em empresas de Desenvolvimento de Software, podendoCampos dos Goytacazes/RJSetembro de 2010
  • INSTITUTO FEDERAL FLUMINENSE – IFFCampus – Campos Centroser aplicada em empresas de outros ramos que desenvolvam ou terceirizem software para usointerno.Resumo do Artigo:O artigo descreve uma avaliação experimental de processos de software numa empresa e acriação de uma ferramenta para suportar a avaliação destes processos. A avaliação utilizou a normaISO/IEC 15504:1998. Tanto a avaliação quanto a ferramenta expostas no artigo estão baseadas nomodelo descrito na ISO 15504-5. A ISO 15504 define um framework para avaliação de processos desoftware e baseia-se em modelos já existentes como o CMM, o Trillium e Bootstrap, e também nas ISOs9001/9000-3 (interpretação da ISO 9000 para software) e 12207. A ISO 15504 implementa um modelode avaliação contínua permitindo a escolha do foco e sequencia de melhoria.A organização abordada neste artigo é a Infoglobo Comunicações LTDA, que é uma empresadas organizações Globo, responsável por diversos produtos como o Jornal O Globo, Jornal Extra, ODiário de São Paulo, Agência O Globo, e O Globo On Line. A organização possui alta demanda portecnologia, e por não ser autossuficiente no atendimento à tantas solicitações, esta contrata diversasempresas para prestação de vários serviços na área, e também adquire produtos prontos. Duas coisas sãomuito cobradas pela empresa, a qualidade e a inovação, e para suprir as demandas com os recursosinternos limitados é necessário ter seus processos bem definidos. No artigo foram abordados e avaliadosos processos iniciais julgados importantes na empresa nas áreas de “tecnologia” e de “compras desuprimentos”, concentrando-se na preparação de uma avaliação de 6 processos descritos na ISO 15504:CUS.1 – Referente ao Processo de Aquisição; CUS.1.1 – Preparação da Aquisição; CUS.1.2 – Seleçãodo Fornecedor; CUS.1.3 – Monitoramento do Fornecedor; CUS.1.4 – Aceite do Cliente; ENG.1.2 –Referente ao Processo de Análise de Requisitos de Software; ENG.1.3 – Referente ao Projeto deProcesso de Software.A avaliação de processos tem como objetivo a melhoria contínua ou a determinação de seu nívelde capacidade. A finalidade desta experiência é a avaliação de alguns processos e a apresentação dosníveis de capacidade da empresa dentro do que foi avaliado, assim como sugestões de melhorias quepoderiam ser adotadas para elevar os níveis dos processos. O objetivo principal da avaliação realizadanesta organização não é a sua certificação, mas sim a melhoria de seus processos, mesmo esta não sendodo ramo de desenvolvimento de software, vê-se a necessidade de processos mais robustos.Os processos avaliados dentro da empresa são: Departamento de compras/suprimentos etecnologia (Processo de Aquisição); Departamento de tecnologia (Processo de desenvolvimento deCampos dos Goytacazes/RJSetembro de 2010
  • INSTITUTO FEDERAL FLUMINENSE – IFFCampus – Campos Centrosoftware para internet, especificamente a parte de gerenciamento de requisitos e projeto de software). Osproblemas observados nestes processos da organização foram a falta de conhecimento completo doprocesso de aquisição por parte de algumas pessoas dos Departamentos de Compras e Tecnologia,responsáveis por este processo na empresa. O processo de Gerência de Projetos, aplicado peloDepartamento de Tecnologia, necessita de revisão em alguns pontos dentro da metodologia emoperação. Para que haja uma acurácia na estimativa de tempo, custo e escolha de fornecedores detecnologias os processos de aquisição e de desenvolvimento devem ser avaliados para que seja possívelverificar, analisar e sugerir melhorias na forma como os processos são executados.A abordagem utilizada para servir de modelo durante o processo de avaliação foi a abordagemdo CenPRA (Centro de Pesquisas Renato Acher), que é um ciclo composto por 6 fases baseadas nos 8passos para melhoria contínua, definidos na ISO/IEC TR 15504-7, estas 6 fases são: “Inicia Trabalho eDefine Metas”, “Avalia Práticas Correntes”, “Planeja Ações de Melhoria”, “Implementa Ações deMelhoria”, “Verifica Resultados e Aprende”, “Institucionaliza a Melhoria”. Cada um dos passos citadospode conter um método específico.A coleta de dados foi realizada através de um questionário a fim de cobrir as “Base Practices”dentro de cada processo selecionado. Funcionários dos Departamentos de Compras e Tecnologia foramselecionados para auxiliar na coleta dos dados. Após o retorno dos questionários, esses foram analisadose avaliados de acordo com os níveis especificados na ISO 15504. Os resultados foram incluídos dentroda ferramenta desenvolvida, juntamente com todas as observações feitas. A ferramenta do artigo naavaliação, a qual centraliza as informações, mantém uma base histórica de outras avaliações e calcula osníveis de capacidade de cada processo de acordo com níveis de pesos pré-estabelecidos.A ferramenta criada para auxiliar na aplicação da norma na organização é um protótipo quepossui um banco de dados com a ISO 15504-5 para fonte de consulta, e um repositório de todas asinformações coletadas nos questionários. O protótipo deve servir como fonte de consulta e ponto deentrada para todos dados coletados e observações registradas, mostra todos os processos e suasdescrições, permite a entrada de dados levantados, e registra uma avaliação que pode ser feita em todosos 5 níveis de capacidades existentes na ISO. As principais funções do protótipo são: cadastro daempresa a ser avaliada, de acordo com os requisitos colocados na ISO 15504-3; listagem dos processosincluídos na isso, fornecendo a descrição da definição e suas Práticas Base; permite anotações pessoaisdo avaliador sobre os vários aspectos da abordagem utilizada na avaliação, e permite o avaliadorselecionar todas as Práticas Base que deverão ser obrigatórias no uso do processo e necessária na suaverificação; mostra uma visão geral da avaliação realizada.Campos dos Goytacazes/RJSetembro de 2010
  • INSTITUTO FEDERAL FLUMINENSE – IFFCampus – Campos CentroA ferramenta possibilita a escolha de dois tipos de cálculos do percentual atribuído à avaliação,que são, cálculo com pesos determinados, e cálculo baseado na confiabilidade do atributo. No cálculocom pesos determinados, os atributos de avaliação recebem um nível de percentual unitário baseado naquantidade de “Base Practices” ou “Manage Practices” existentes no processo, multiplicado pelaquantidade de atributos relevantes na avaliação (L, P e F), o total a ser calculado é baseado em pesos deimportância, onde L recebe peso 1, P recebe peso 2, e F recebe peso 3. No cálculo baseado naconfiabilidade do atributo, o percentual do nível de capacidade é calculado baseado na qualidade dainformação fornecida. Neste tipo de cálculo, cada “Base Practices” ou “Manage Practices” dentro deum determinado processo recebe, pelo avaliador, um tipo de confiabilidade que é de 3 tipos diferentes(ALTA, MÉDIA e BAIXA), dentro de cada atributo (N, P, L, ou F). A confiabilidade ALTA indicaclaras existências de evidências e práticas executadas sistematicamente, a MÉDIA indica algumasevidências e práticas executadas, e a BAIXA indica existência de práticas. Ainda é possível o nível decapacidade (“Process Attribute”) comparando o percentual calculado com faixas percentuais definidas.Esta proposta de qualificação pode ser experimentada na ferramenta desenvolvida para gerenciamentode avaliações.A ferramenta servirá como base histórica para futuras avaliações e poderá indicar pontos fortes,fracos, ameaças e oportunidades. Com base nestas informações é possível traçar estratégias de melhoriasnos processos e produtos. As lições aprendidas nessa experiência são que um processo de avaliação éprofundamente valioso para se conhecer detalhadamente a forma de trabalho de uma empresa. Alémdisso, provoca nas pessoas, principalmente nos envolvidos na avaliação, uma necessidade de refletir aforma como elas trabalham e como poderiam fazer melhor.Campos dos Goytacazes/RJSetembro de 2010
  • INSTITUTO FEDERAL FLUMINENSE – IFFCampus – Campos CentroA ferramenta possibilita a escolha de dois tipos de cálculos do percentual atribuído à avaliação,que são, cálculo com pesos determinados, e cálculo baseado na confiabilidade do atributo. No cálculocom pesos determinados, os atributos de avaliação recebem um nível de percentual unitário baseado naquantidade de “Base Practices” ou “Manage Practices” existentes no processo, multiplicado pelaquantidade de atributos relevantes na avaliação (L, P e F), o total a ser calculado é baseado em pesos deimportância, onde L recebe peso 1, P recebe peso 2, e F recebe peso 3. No cálculo baseado naconfiabilidade do atributo, o percentual do nível de capacidade é calculado baseado na qualidade dainformação fornecida. Neste tipo de cálculo, cada “Base Practices” ou “Manage Practices” dentro deum determinado processo recebe, pelo avaliador, um tipo de confiabilidade que é de 3 tipos diferentes(ALTA, MÉDIA e BAIXA), dentro de cada atributo (N, P, L, ou F). A confiabilidade ALTA indicaclaras existências de evidências e práticas executadas sistematicamente, a MÉDIA indica algumasevidências e práticas executadas, e a BAIXA indica existência de práticas. Ainda é possível o nível decapacidade (“Process Attribute”) comparando o percentual calculado com faixas percentuais definidas.Esta proposta de qualificação pode ser experimentada na ferramenta desenvolvida para gerenciamentode avaliações.A ferramenta servirá como base histórica para futuras avaliações e poderá indicar pontos fortes,fracos, ameaças e oportunidades. Com base nestas informações é possível traçar estratégias de melhoriasnos processos e produtos. As lições aprendidas nessa experiência são que um processo de avaliação éprofundamente valioso para se conhecer detalhadamente a forma de trabalho de uma empresa. Alémdisso, provoca nas pessoas, principalmente nos envolvidos na avaliação, uma necessidade de refletir aforma como elas trabalham e como poderiam fazer melhor.Campos dos Goytacazes/RJSetembro de 2010