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Teoria de Piaget

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Teori piag

  1. 1. Teorias de Aprendizagem Professores: Carlos Rinaldi e Edward Bertholine de Castro Acadêmicas: Mary Carneiro Rezende Juliana Alves Pereira Capanema
  2. 2. A Teoria Piagetiana Compreendendo a Psicologia da Inteligência ☺
  3. 3. Introdução A necessidade de compreender as abordagens teóricas sobre a construção do conhecimento fundamenta e instiga o pensamento reflexivo. Nesta perspectiva este trabalho objetiva conhecer a teoria desenvolvida por Jean Piaget, sendo esta bastante difundida no ambiente escolar. A apresentação está organizada com citações no decorrer do processo, no sentido de aproximação ao ideal do autor.
  4. 4. O autor Jean William Fritz Piaget • Suíço • Biólogo • 1896-1980 • 83 anos • 3 filhos
  5. 5. Trajetória Acadêmica/Profissional • Aos 11 anos publicou seu primeiro artigo científico. • Na adolescência trabalhou como assistente no museu de História Natural. • Aos 20 anos concluiu doutorado em malacologia. • Diretor do Instituto Jean Jacques Rousseau. • Recebeu Prêmio Erasmo. • Sub-diretor da UNESCO. • Professor Universitário.
  6. 6. Influências • Lamarck – Biologia. • Claparède – Psicologia. • Filosofia.
  7. 7. Importância da Obra Piagetiana • Influência no século XX na Psicologia da Inteligência. • Linguagem e pensamento. Volume da obra (70 livros, aproximadamente 200 artigos ). • Consistência da pesquisa. • A Inteligência como fundamento de outras abordagens.
  8. 8. Algumas obras: • 1924- O raciocínio e o julgamento na criança. • 1926- A representação do mundo na criança. • 1927- A causalidade física na criança. • 1932- O julgamento moral na criança. • 1936- O nascimento da inteligência na criança. • 1937- A construção do real na criança. • 1941- A gênese do número na criança. • 1964- Seis estudos de psicologia. • 1966- A psicologia da criança.
  9. 9. “Tenho perseguido um objetivo central que tem permanecido sempre o mesmo: tentar compreender e explicar em que consiste o desenvolvimento do ser vivo em sua perpétua construção de novidade e em sua adaptação progressiva à realidade.” Discurso ao receber o Prêmio Erasmo, em 1972.
  10. 10. Epistemologia Genética Como os homens constroem o conhecimento?
  11. 11. Características da obra piagetiana • Construção do conhecimento. • Inteligência.
  12. 12. INTELIGÊNCIA FUNÇÃO Adaptação ESTRUTURA Organização simples complexa
  13. 13. CONCEITOS PIAGETIANOS • Assimilação • Acomodação • Equilibração
  14. 14. Assimilação Interpretação Contato com um objeto de Conhecimento selecionar informações tornar seu elementos do mundo
  15. 15. Acomodação As estruturas mentais são capazes de se modificar para dar conta das singularidades do objeto.
  16. 16. Equilibração É a estabilidade da organização mental que dá conta do conhecimento.
  17. 17. A criança livre, empenhase, espontaneamente, em intensa atividade intelectual.
  18. 18. Enquanto isso nas escolas...
  19. 19. Acomodação Assimilação Equilibração
  20. 20. Abstrações empíricas São informações retiradas do objeto de conhecimento. Abstrações reflexivas Pensar sobre a ação desenvolvida com o objeto.
  21. 21. O método: situações-problema... Apresentação de dois copos com água de formas semelhantes e dimensões iguais, cheios até uns três quartos. Em um deles jogamos dois pedaços de açúcar, perguntando antes, se a água vai subir. Uma vez imerso o açúcar, constata-se o novo nível e pesam-se os dois copos, de modo a realçar que a água contendo o açúcar pesa mais.
  22. 22. Pergunta-se, então, enquanto o açúcar se dissolve: 1º Se, uma vez dissolvido, ainda ficará alguma coisa na água; 2º Se o peso ficará maior ou igual ao da água pura; 3º Se o nível da água açucarada abaixará até se igualar com o do outro copo, ou se permanecerá como está.
  23. 23. • Pergunta-se o por que de todas as afirmações da criança. • Retoma-se a conversa, após constatar a permanência do peso e volume da água açucarada.
  24. 24. As reações observadas nas diferentes idades foram extremamente claras: • Os menores de sete anos negam, em geral, qualquer conservação do açúcar dissolvido. Para eles o fato de o açúcar derreter implica sua total exterminação e portanto, na sua desaparição da realidade. Os mesmos sujeitos dizem que permanece o gosto de água com açúcar, mas vai desaparecer em algumas horas ou dias, como um odor.
  25. 25. • Por volta dos sete anos, o açúcar derretido permanece na água, isto é, existe, uma conservação da substância. Mas, sob que forma? • Para certos sujeitos, se transforma em água ou se liquefaz em um xarope que se mistura à água: é a transmutação. • Para os mais adiantados, acontece outra coisa. Diz a criança: o pedaço que se desfaz em “pedacinhos” durante a dissolução.
  26. 26. • Basta admitir que estes pedacinhos se tornam cada vez menores para se compreender que existem na água sob a forma de “bolinhas invisíveis”. É isso que dá o gosto açucarado, acrescentam os sujeitos. O atomismo, então nasceu...um atomismo qualitativo.
  27. 27. “Não se deve acelerar: cada um tem seu próprio ritmo...Caminhar muito depressa torna menos fecunda a possibilidade de assimilação posterior.” Jean Piaget
  28. 28. Os estágios de desenvolvimento cognitivo
  29. 29. Desenvolvimento da inteligência Saltos e rupturas operatório formal operatório concreto pré-operatório sensório motor
  30. 30. Sensório Motor • 0 a 24 meses • Nesta etapa desenvolve o conceito de permanência do objeto. • Esquemas sensório-motores. • Imitações.
  31. 31. Pré-operatório • • • • • 2 a 7 anos Linguagem. Pensamento egocêntrico. Relação causa/efeito. Simbolizações.
  32. 32. Operatório Concreto • 7 a 12 anos • Representações mentais. • Pensamento lógico centrado nos conceitos do mundo físico.
  33. 33. Operatório Formal • 12 anos em diante • O pensamento hipotético-dedutivo. • Uso de estruturas combinatórias.
  34. 34. O desenvolvimento moral da criança O juízo moral na criança. • Anomia • Heteronomia • Autonomia
  35. 35. O mito?... No livro Biologie et Connaissance escreveu: “a inteligência humana somente se desenvolve no indivíduo em função de interações sociais que são, em geral, demasiadamente negligenciadas. ”
  36. 36. • Definir de forma mais precisa o que se deve entender por “ ser social ”. • Verificar como os fatores sociais comparecem para explicar o desenvolvimento intelectual.
  37. 37. O homem normal não é social da mesma maneira aos seis meses ou aos vinte anos de idade, e, por conseguinte, sua individualidade não pode ser da mesma qualidade nesses dois diferentes níveis. RELAÇÃO SOCIAL
  38. 38. O ser social de mais alto nível é justamente aquele que consegue relacionar-se com seus semelhantes da forma equilibrada.
  39. 39. Etapas do desenvolvimento lógico Estágios do desenvolvimento social
  40. 40. Socialização Operatório Pré-operatório Sensório motor • Personalidade • Linguagem • Pensamento egocêntrico • Falta autonomia • Individual
  41. 41.  Piaget pouco se remete a cultura, o que limita a sua teoria.  A lógica representa a forma final do equilíbrio das ações.
  42. 42. Relação social Coação Cooperação
  43. 43. Coação autor coagido isolados dificulta o desenvolvimento da inteligência necessidade sentida pelo sujeito
  44. 44. Cooperação • Pressupõe a coordenação das operações de dois ou mais sujeitos. • Há discussão, troca de pontos de vistas, controle mútuo dos argumentos e das provas. • É um equilíbrio móvel.
  45. 45. A cooperação é um método. Ela é possibilidade de se chegar a verdades. A coação só possibilita a permanência de crenças e dogmas.
  46. 46. “ Quero ser criança até o final: a criança é a fase criadora por excelência. ” Jean Piaget
  47. 47. Considerações finais Compreende-se que a Teoria Piagetiana contribui com a compreensão do processo de construção do conhecimento. Sendo a Epistemologia Genética instigadora de novas concepções e reestruturações em diversas áreas, como a Educação.
  48. 48. “A Ciência desencanta, mas pode reencantar.” Professor Vavá Obrigada...
  49. 49. Referências  LA TAILLE, Yves de. Piaget, Vygotsky, Wallon: teorias psicogenéticas em discussão. 22.ed. - São Paulo: Summus, 1992.  LIMA, Lauro de Oliveira. Por que Piaget? a educação pela inteligência. – Petrópolis, RJ: Vozes, 1998.  MOREIRA, M. A. Teorias de aprendizagem. 2. ed. ampl.- São Paulo: EPU, 2011. 242 p.  PIAGET, Jean. Seis Estudos de Psicologia. Tradução Maria Alice Magalhães D´Amorim e Paulo Sérgio Lima Silva.24 ed. - Rio de Janeiro: Forense Universitária, 1999.  Rinaldi, C e dos Santos, L. M. P. L. Psicologia da aprendizagem e Educação Ética. Coleção Curso de Licenciatura em Ciências Naturais e Matemática, 2011, EdUFMT.  Coleção Grandes Educadores Jean Piaget. Disponível em: http://www.youtube.com/watch?v=Ed87tNX4VmU. Acesso em: 20 de agosto de 2013.

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