Liderazgo práctico en el control de pérdidas
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Liderazgo práctico en el control de pérdidas Liderazgo práctico en el control de pérdidas Document Transcript

  • ¡ 1 1r iii _ _-,ri,) ..__-"- i !S[i:"- *9-""" PRACTHilffiH-HffiKKAMffiffi trNET-, Effih{KKÜg, NEtrffiffi$}HffiA$ Jr" Firank Il" ffii¡-el, r- v /--1 . GeorgeH*r" $.xO["ntaln fiaducción en IrspaÍiol¡ror Adriana-Silva O. y Raul ll. Alvarcz Reca Revisióny lldiciírrt ¡ror Gonzalollandiola G Instifuto clcScguriclacl Trabajo del
  • O D e r c c h o s c C o p i ad e D e t N o r s k cV e r i t a s U . S . A ) I n c d ( I985 P r i m e r a d i c i ó nN { a r z o , 9 8 6 E 1 l l d i c i ó nR e v i s a d a 1 9 9 0 O ImPrcso n U.S.A. e reservados. Todos los dercchos Este libro no puedeser reprotlucido parleo erl su totalidadpor cualquier en método,sin el permisoexpresodel editor - rsBN 0-8E061-054-9 Publicado orP Det Norske Vcritas (U.S.A), Inc 4546 Atlanta HighrvaY LogzLnville,Georgia30249 (U SA ) Inc, 4546 AtlantaLos derechos mundiales publicación distribuciónpertenecen Dct NorskeVeritas de y aHighrvay, Loganville, GA 3b249. Los derechosexclusivospara Onta¡io estángara¡tizadospara la.Asociación Ninguna partede estedocumento puedeser reproducidopor cualquierIndust¡ialparala Prcvencrón Accidentes. de t¡aducidoaun lenguaje máquinasin permiso de escrito previo del cditor La informaciónmc<Jio,[.ansmitido, y sóio como una guí4 ha sido recopilada por fuentesconfiablescontenida estenlanualde referenciicsdistribuída cn o claningunagalantíade la corrección absolutarepresenta nrejorccrricntede opinión sobreel tema.DNV USA no la en y contenida estemanualde referencia DNV USr en no asumeresponsabilidadsuficiente ningunapresentación de aceptables estánincluídasaquí, o que otrascon¿cción eilo. ni se debeasumirque todaslas medidasde seguridad a en particular,.ondi.iou.t de cxcepciólt circunst:ncias o especialesmcdidasadicionaies puedanser requeridas, no agradocn respondcr sus tendrcrnos precisión, o garalltiza aAunque DNV US¡. no entrega serviciO revisioncs un de de en ocasl0nocticioncsinclividuales infonnación, cualquter
  • Jí lr:l,:.r:.,.} . , . , ^ . i , . : . i :, l i PRIMERAS pnüi#ffi; " ..--¿ *T1"J* ...--""**- w - -.* -F a una situación Ahora, corno nuncíl antesen la historia de la cdad inclust¡ial, geretrciase encara lairresistiblomcnto compleja, en sus esfuerzos para prevenir y controlar las lesio¡resy enfermedades de seguridadocupacionales,datro a la propiedad (incluyenclo inccndios y explosiones), fallascontaminación res¡roti-sabilidadlegal por el producto. del Iista cotlpi,::iiciarl licgacioclebidoa los avatrcescn la tecnología, el papel en incremento hagobierno y ugen.i., gubcrnametrtalcs,incremento cle irLfonlación cle pattc de individuos ycom¡ni<ladcs dc dorechoshumanos, problemlu clc salud crcupaciotral, problemas ambientalcs yr c s t r i c c i o n c s c o l l ó t t t i c a sc i c l o s ú l t i m o s a ñ o s e , entienda listc cntorno c¡rrrplcjo csta acá y pcnnanece y por ésto es impcrativo que la gere.nciay acepte s¡ papcl cn haccr que cl lugar de tr-abajosea tan se¡3rro y saludable tanto como para Estoy felíz dc notar que gcnte dedicada, pérdidas asociada-s.irr"u,.ni, 1, cg¡rtrglar to<laslas otrasc¡ toiios los ¡ivclcs, rec()nonccnáste factor y han scguicio pascrspara asr-rtnir parte de la surcsponsatiiitlaC cn st:guriclad salucl.No pucdo darénfasismuy gratrrlc y al hecho que la calidad y lapr¡d¡ctiyi<lacl cstárri¡trínsicarnentci¡terrelacionadoscon la scguricllicl ei lugar cletrabajo 1 en IbJos,se¡rri en pa¡ticular 1,corr Coutlol clcpcrclidasen gcnerai. y la tlcrt:nciactr particular, debenrniru. r.r. c)peraciollcs co¡lo r¡n todo con.stiiuído rclaciotrcsclilriimicas. de csfucrzos despleg- I-,csrlos ctr control clc p.:rdiclastienen un impacto positi.roen tcxla la orgar-rización No sólo se ilace en cnfoquc sistemáticoy cornprotneticlo toclasl¿rs a lo¡trrls clcinrpacto favorable en latlr:l cc-rnirol pércliclas los beneftcios de una enlpresa, cl tiene rin impacto humano clc c,nrcriucción clcl clolor y s¡frimiento, autnentala infonnación 1 cl conlpromiso con los objetivos de estála aclmi¡istraciórr,rucior moral y una fuuza laboral mas c.stablc.Fste libro (Volumen 1)cliscña<lo co¡ro rlra ¡3ríapara tocloslos niclcs cn utraorganizaciótren sus esfucrzospor dirigir lasi r l c a sm c n c i o r l r d ¡ s . La Asociación pattr la Prcvención cic Accicletrtcs lndustriales de Ontario recomienda laaplicación c1c Pr.incipios la admi¡ristración sus a cntodaspartes. profesionaly al control dc pxirdiclas, Iames V. Irindlcy Vice-IrcsidentoISjccut ivo Y Gcrcntc C cncral Lldustrial Accitlcntc Prcvcnlio¡r Associatiotr Onlario, Canadá
  • CONTENIDO .,f,!il "1",,:t AGTNAP R I I ¡ A R A SP A L A B R A S t ,t I )ig*i"- Rt La Evolución M o d e r n a d e l a A d m i n i s t r a c i ó n d e S ru E qf>- Las CausasY Consecuencias e l a s P é r d i d a s d 17 C o n t r o lA d m i ¡ r i s t r a t i vd e P é r d i d a s o 41 lnvestigaciónde Accidentes/lncidentes T e c n i c a s c J eR e c o r d a c i ó n c l c l n c i d e n t e s e l m a g i r r ¿ ¡ c i ó n 97 de Acciclcntes In s p e c c i o r t e sP l a n e a d a s 121 A n á l i s i sy e r o " e O i , n i e n t oele Trabajoffareas s 147 Observacíón Planeada de lrabaioffarea 171 Comunicacioncs con Grupos 187
  • .) -- .rs,.j - i.í-- t-.- :.rcJ ".i .. : Comunicaciones Personales r .-. *-" 219 Tffi -rt: ¡trüP: t, ;ns" -/- 239 capacitación del Trabaiad$$ -): TT 263 reffi D e s a r r o l l o e l O r g u l l op o r e l T r a b a j o d S o l u c i ó nd e P r o b l e m a s 285 $ffi "H d& Como Manejar lTrabajador on Problenlas e c 305 Control de Daño a la Propiedady del Delroche 323 Tffi ruffi Salud Ocupacional 347 C o n t r o lO " P é r A ¡ C ap o r I n c e n d i o s 381 $7 C o n t r o l d e P é r d i d a sf u e r a d e l T r a b a i oy e n l a F a m i l i a 395 {ffi Soluciones a Problemas Especiales 419 $$ B i b l i o g r a if a 439Lq Vtf L
  • ¡ L aE v o l u c l ólnt o d e r nd e l a A d m l n l s t r a c l ó n S e g u r l d a d 1 l a de ,/ ,..,.,: ,,LAEVOLUCION MODER .[-,A.AEÑIINISTRACION ,l DE RtDApu - t tl zf - ¡ E) ,/ "f¡ historia filosofía es ensoñandu ejemplos"- mediante - DionysiusINTRODTiCCION T E N D E N C I AE N L O SI N D I C E S E M U E R T E S C C I D E N T A L E S S D A [¡k 1912 y l9&1, br d8t6 eid.¡u]c¡ por qd¡ 100 oil bebitatcs, rc rcdujcroo:l Es mu1cierto , tantoen ei campode la administración que 52% csuc l¡¡ ¡l¡¡kx 82 y 39. El 7ó% & dirainucóo cot¡c l¡¡ ¡t¡¿i* ?9 y 19 co l.x iodico dc oucnc NO ewid:¡ por w[ior]*, k vio @u¡r6t¡do, ñ púc, For uo ñc6crlode la seguridad, como en cualquierotro campo sig- así rnupli::do & hs oucnc auradx por vchícuk¡ mqiz¡dc ouc b: et*ci* 3 y 20. Lr rcdcióo co cl i¡db¡ toul düdlc uD l¡ríodo qrc cquiv:lír rldoblc dc b pobl*ióo dio ormn i l l c a t i v o c c s t u d i os e r c q u i e r ap a r au n ac o m p r e n s i óy d , , n eul¡¡Jo 150O-íJl r,cs oxne por xoJcnte qx podicoo b:bc¡qilo ¿i rcr hubiea p r e c i a c i ó n n t c g r a l d e l p r c s e n t c ,e s t a b l e c e u n a i r rcdsUo d1€ Íodk.. Crmblg porccnturl cncomparación cl pasado. propósito este con El dc capítulo es lo! fnd¡ccs eol!rel dc ayLrdar lograresac¡mprensióny apreciación. a d¡rilldor dc mucrtc La gentc a nrcnuc.lo dc menos echa "ios tiempos antiguos"pcrosu afu¡ra.nza que ver sólocon laspartes ticne positivas,r c a l e s i m a ! i n a r i a sc,l c lp a s a d oP o re j e m p l o¿ C ó m o r a n o . , e Cualqui.r Acc¡.Jcntú -1X -23Xr c a l m c n t c" i o s t i c n r p o sa n t i g u o s "e n l o s a s p c c t o s e d Vchículo¡ Uotori¡¿do ys c g u r i d a c l d c s a l u d ?S i c o n s i d e r á r a n ots n s ó l ou n i n - a +3X -1?";dicador críticoc¡mo lasmuertes accidcntales, laFigura 1-1 L¡bor¡lmucstra quelos índices todaslasmuertcs accidentes de poreranen 1912, nrás dosvccesrnayores en el año1983, de que Oo m é aticoy quc Iosínclices niuerteno relacionadas vehículos por con -lX 35%m o t o r i z a d oe r a nm á sd e c u a t r o e c e s a y o r e s . s v m P ú b l ¡ co -7 ¡1X de son ahoramuy diferentcs lo quc I-a mayoría iascosas aeranentonces. cjemplo, a piincipiosdc este Por siglo:o L¿ Rcvolución Industrialseencontraba paflales. en Figura 1-1e l - o s e q u i p o sn o s e d i s c ñ a b a n e n i c n d oe n c u c n l a I a t seguridad operador. delo I ¡ s m á q u i n ac ¡ r e c í a n c p r o t e c c i o n c s , cvoluciónde lclsfactorcs activismoén seguridad, 3) del y s d evoluciónde los conceptos administración. deo l - a s p c r s o n a s n o c o n t a b a n c o n c a p a c i t a c i ó nn i a d i e s t r a m i eo . nto l¡s jornaclas trabajocranmuchomáslargas. de EVOLUüON DE LAS IJ,:ESo I ¡ s n i v c l c s c n c r a l cc l cc L r l t u ry c d u c a c i óc r a nr n u c h o g s a n James lrindlayy RaymondKuhlman,en su libroliderazgo m á sb a j o s . enSegurülad, ofreccn stguicnte la pcrspectiva histórica, quee I , o s c n t p r c s a r i o c s t a b ¡ t n r c n o so r i e n t a d o s a c i a c l s n h m u e s t r a l d c s a r r o l l l c g a lr e l a c i o n a dc o n l a s e g u t i d a d . e o o trabajador.s l - o st r a b a j a d o r ce n Í a n c t i t u d c m á sf a t a l i s t a s . ts a s Lcy Babilónicao I l a b í a p o c o s e s t u d i o sy l c y c s r e l a c i o n a d o s o n l a c scguridad E n c o n t r a e l o q u em u c h o s p i n a n l a s e g u r i d a n o es u n a d o , d r e s p o n s a b i l i d a d c v ad e l a a d m i n i s t r a c i ó n ,a q u e s e l a nu y T e n i e n d op r c s c n t e s t o s a n t e c c d c n t ee x a m i n e m o sa c s, l puedeencontrar lo largode todoslosrclatos a históricos. E,ne v o l u c i ó n c l a a d l n i n i s t r a c i ó n l a s c g u r i c l ae n t é r m i n o s d de d, l a a n t i g u aL 3 r r b i l o n ip o r e j e n r p l o , l " C ó d i g o c l c I l a m - a, cd c l o ss i g u i c n t cls c sa s p c c t o s : ) c v o l u c i ó n e l a sl e v c s 2 ) r 1 d ; a m u r a b i "( F i g t i r a I - 2 )p r c s c r i b í a a s t i g o l o sc a p a t a c e s r - c po
  • de Pérdldas en el Controlrr-6oPráctlco T: t:r,: :,it.,,,.j;i.f;* ::::h ;:, ":ü:ft"u*i*: J,*:f :*:X,:::"füil*"il::[ l,i l,$ *, *;:**1¡¡T5ilmfr lüüit: t:*$tlii¿q¡;*:q¡ff ** xoc ". ü* 1: i:t"^llilll"ii;. ¿ilo ::g:..i.i j: : enel lugar 3I J"gurioao losnegoclos ffi l*,;f¡*n*Ejr--1).?* uo"^ -oeeee -*l3*o unu fm:::;a -^]::::;;;. :il##"xdil,#i*l ra o menos "lll.^l-i*rorasoperan1oi"1):-" ilffi:::ilit¡:*il:*:"t::q;;:¡ii :* buscaron - . -^, <rtifrcouna c8sa P"l"^:::fñ"""ó :.,"ili: *11:::,,; i$i¡:*ili*:" ":.H:i:i*:*; J,x? ;#l: de srd #::i:: oluciotres *:* E,"n," conéxito i-t?l^t*rg g$:$TJ,fJx;;¿u¡",á tj ""nr"noo manif io¡:: iT:i;;; estac "a imper ntcs, ::?:T::, norn, Sy ¿ ::ffi":.".il; "*Xm*ñi"ffi$#"f valoressoctat""""1;.dicbron ¡É l"ytll:i,}in-tu o" f .tt. * mf4i:*:l[:ffiffi"*T,nn"# p u *u :^1 ffili "ü"i*"u o,llllil o. # n.. o, l*lt; BABrLoH¡a DE u,., I oJl "lll," riisura,_r r . {iigural-Z :::""1fi:X,Tl,¿l;ü;i::l;::::il üq:r:i:"" "*,;;.;*TJ.T:;,1":i+i{fr:,,..:r:,: ;liHT.:il:l-*:":;"::i:",,?;jñ:;::*:::ij é ;i:i,x""rT[*,,Tfik::jJ ñ frxitTx,lll HlTil::?F,T,niilJ";i:ll:filil: i*n,ru:li:,T:i#14::nifii*t"oi"p* FfiiÉtrH$t"ffi.iffi Tat .*tt*ru**$ ffi**"*#**1ü**n*r{,;ffit, *j",:,ffi :t.i,.i.;:üffi { €1I I t"uffi*l:¿x;::ifrii* ;ür.á fti;tii*gn"TiT.:,t"::.;":ry1{,,:1i"ffi { (.t.t.l i,l .{ I il t{$}i:[ilit"L:#";"" **nrmtffffi*t**¡¡i* ( I ..:t dc 1974) ,1{ ii ::¡ 1 - l
  • i¡r" > ql¡ti{ i,s¿Ft+rl$n:tar¡t .*ltF;r+yf.1F}{i¡i¡e#Ér** I iMs.lldttd* d d - L a E v o l u c i ó nM o d e r n a e l a A d m i n i s l r a c i ó n e S e g u r í d a d 3 LIn oütudiol¡lrtcrrloo, tuvo unA onofrnol¡¡fluonoin (lr¡o cn t977, u tiempo, cs el que se conocc como la Encuestade Pitts- o Una ley acetcadc la Seguridady Salud Ocupacionalde los Trabajadores,promulgadapor la lcgislatrrrade On- - urgh.Sc llcvó a cabocn cl condadodc Allcghcny, Pcnnsll- ania,cn LW),y rcvcló que cn c-sc solo ccxrdado habían se ta¡io cn 1979. 526 accidcntcsfatalesctr las industriasdura¡tc r I-^aI--¿ydc Conscrvación y Mcjoramicnto dc Recrrsos, l,roducido --rs docc mescscomprendidos entrelos años 19Oó-1907. El rcautorizada amPliadacn 1984. y srudio¡cveló, Por ot¡a pa¡te,que miísdel50% de lasüudas l-as mencionadas son leycs típicas que ga¡antizan la -v quedaronsin nirios quc sobreviüeron a los accidcntado:; scguridad, ctrando los gerentes(¡rcr lo meno6 frcnte a los -,inguna fuente de ingresos.Se calculó que solamentecl ojos de los trabajadores y consumidores)sc muestran l% de la-s compe nsaciones ¡ecibidassuperóel valor de US -(50O. negligcntcs para asumir su ¡esponsabilidadtotal como Este rnismo i¡forme dcmmtró que e¡r el mismo año líderes. El desafío para la administración eslá cla¡o I-a 19Oó) se produjcron más de 30.000 accidentes con con- scguridada travesdel liderazgo, es trús gratificarrtey otorga --:cuencias fatalesen la industriaen todo EstadosUnidos mcjores satisfacciones, más económicay otorga, a su vez es -- La encuestade Pittsbu¡gh promovió urra promulgación mayorcs éxitos que la seguridadimpuestapor los grupc de lpida dc leyes cstatales comperr-sación, de comenzando en üabajo o por la intervencióndcl gobicmo.Ia iniciativa y cl isconsin en 191l. L.apromulgaciónde leyessimilaresen liderazgo¡rcsitivo puedencontrolar la pérdidade iibenad de .- arios otros estados motivó un congraso de seguridad en la administración para manejar sus asuntos. e patrocinio dc la Asociación de Ingenieros _t1,2, bajo I rlléctricos, dcl llicno y cl Acero. Un scgundo congteso, EVOIIJCION DE I,OS FACTORESDtrL -t:fcctuadoen Nueva York cn 1913, estableció que se lo ACTWISMO EN SEGTIRIDAD v.onoce actuaimente como el CorrsejoNacional de "icguridad.Esta organización ha contribuido si gnifi cativa- Muchos facto¡es influyen sobre las decisionesde los -:rlcntc a lir invcstigacióny promcrión clc la seguridad gererrtcsmodcrnos, en cuanto a la seguridady la salud. -}riar Algunos dc cstosfactoresson de origcn bastantereciente. o SerGuiado I-a Figura,l-3 nos muest¡anucve factorespfepondetantes Démoslcun vi-stazo Épido a cadauno de elios (tal como los i-¡s años t¡atrscur¡idos desdc cstos lnoünrientos iniciales --cir: prcscntan Findlay y Kuhlman et IL)erazgoen Seguridad) scguridad han visto cambiar a la sociedad nortcamcricana -.iesrle uila colrccpción de c¡np¡csas indcp:ndicntcs y ce- :rd.rs, a una scrcio<ladinterclelrcndicntc. I-os ncSocios y las {,os Sindicatos .ctivicladcs socialcs qilc en un tientlrc se considcra¡on En muchos países, la ncgociación colectiva ha ;cparaclos y privados, sc ilterpretan ahor¿ como actividadcs desempcñaclo du¡ante mr¡clios años,un papcl determiruente .* trttclazaclas y públicas. I-as restricciones sobre la^sor- en cua¡to al mejoramientodc la segrrridad los lugares en de - anizaciones empresarialcs va¡l a aumenta¡, a mcnos quc -slrs habajo. I-a in{luencia de los sindicatossc ha ejercido no gcrcntes sc p¡cocul)en dc ejercer un lidcrazgo efcctivo solamcntc a trarés de las negociacionesdi¡ectas sino r. n scguridad y otorgar una protccción rcsponsable a las tambiérr a través del financiamiento y apoyo de la crsonas, a los cAui¡xrs, a los rnateriales y al ambiente. investigación en salud y seguridad,promoviendo legis- _ lacionesen favor de ellas, y a¡royalclolas demandas judi- lcccioncs ¡rodcrnos aprcnder dc este aspccto dc la _ iQué iristoria? Cuando los gerentcs dcmostraron i¡difefencia ciales por rcsponsabilidadcivil ctnprendidaspor sus -iicntc al biencstar dc la gente y frente al ambiente, vimos miembros. Hoy en día la actividad dc los si¡dicatos cn rclación al carn¡ro la seguridady la salud sc ha dcsar¡o- de _ :acción e intcrvcnción. I-a negociación colectiva a favor de las considcracioncs básica-sde bienastar, y una legislación llado como mr¡ca aritcs. ._tiemasiado amplía en relación a as¡rcctos de seguridad y ,- ¡lud, son factorc.s quc atcstiguan claramentc lo anterior. Los Consumidores Vc.anroslos siguicntcs cjenr¡rlos: El movimiento de los consumidores más lc¡icnte como es _ y influcncia significativa sobrc la administracióndc la Lal,r.y clcScguridad SaludOcupacional EE.UU.dc dc segrrridad la salud.Sus ¡nctassc pucdcncon-siderat y como I 970. -calidad clevida". Tal como acotó u¡rapreocupación ¡ror la l.;r l-cy dc St:guridaddc ltoductos al Consumidorde los t972. Alvirr Toffler cn su libro ln CorpQración Adaptable, reclanros la ctnprcsa, de ba-sados argunleritos cn económicos l.a l*y dc Scgurida<l Industrialdc Onta¡iode junio de tradicionales, no su¡tencfectosobrclos movirnientos losde t912. consumidofes, por cuanto las razoncsrealrnente valedcras ._ " I-a try dc Cont¡ol dc Substancia-s fóxicas dc 1976. o El lnfornrc dc la Coniisión Rcal dc la Salud y Seguridad dc los objetivosde cstosmoümicntos son cl llcgar a lcncr a una socicdadintclcctualrncntc má-s senay rnáscivilizada, tlc los Trabajadorcs dc lrf irra-s, Gobicrno de Ontario dcl y no ncccsarianrc¡rtc u¡ra socicdad cconómicamcntctnás rlc 1976. Iry dc Scguridad y Salud de Minas de EE.IIU. de rica".
  • 4 - L l d e r a z g o r á c t l c oe n e l C o n t r o ld e P é r d i d a s P I ,t .,il ::¡ j;l rl Figura 1-3 El movimiento de los consumidores cnfatizadosu ha prácticamcntc Ei incontrolabie. ii,jcrazgo acjministración cn preocupación creciente sobrelos peligrosque representan d e l a s e g u r i d a d o d r í as e r u n f a c t o r c r i t i c o p a r a l o g r a r- p para las personasciertos productos manufacturados. nuevamente cont¡ol. el Muchosproductos que antes níanun usoampliohansido te prohibidos su empleoseha restringido o severamente. l¡s LaTecnología aditivosalirnenticios, equiposelect¡odomésticos, ropa los la l: tecnología creadouna necesidad programas ha cle Cc de dormir, los muebles, inclusolos envases bebidas e de s e g u r i d a d i n á m i c o s i n t e g r a l c s . n l o s ú l t i m o s5 0 a ñ o s , e E gaseosas, sidoblancode restricciones prohibiciones. han o loscientíficos ingenieros dcsarrollado e han máscquipos1 En el casode los envases, ejemplo,la sospecha que por de procesos nuevosque en todosIosmiles de añosante riorcs. algunos fectos nacimiento de de podríandeberse empleo al Muchas tareas hacen se cadavcz máscomplejas erigcnles. y deI acrilonitrilo lasbotellas en plásticas como resultado dio y lasconsecuencias potenciales los er¡orcs de son cadavez el que la compañía lvfonsanto cerrarasus cuatroplantas, m á sc o s t o s a s .a m b i é ns e h a l l e g a d oa d c l n o s t r aq u e l a T r dejando trabajar 1.000personas, una disminución sin a con s e g u r i d a p r á c t i c a m e n tte t a l e s p o s i b l e. . . s i e s q u e u n o d o de lasganancias equivalentes 15 millonesde dólares. a p u e d e d e s e a a g a r l p r e c i oe n l o sr c c u r s o n e c e s a r i oE , i y p e s s. programa por espacial, ejemplo,fuealtamcnte exitoso, bas- Las Corles de Justicia tanleseguro(alrededor un 99,9Vo), extre de y madamcnte Los editoresde Ia revista.Business Insurancehanhecho la cosloso. obse rvaciónrespecto que el crecimiento movimiento a del El efectopsicológico estos de avances ha traducido se cn de los consumidores traídoconsigouna tendencia ha casi u n am a y o r n s i s t c n c ie nc u a n t o l a s e g u r i d ap a r aa q u c l l o s i a a d incontrolable entablar a juicios por lesiones, molestias, e inclusopor agravios. los Btados Unidos,juradosa favor casosdonde antcsse asumíanlos riesgos.[:s pcrsonas En de estas s i e n t e n h o r aq u e l a s c o s a sp u e d e ny d e b e ns c r s e g u r a s . a quejas, respondido esas han a demandas recom-con astronómicas, cuandoIos demandantes en- C o m or e s u l t a d o ,eh a a m p l i a d oa t o n l ac l cd e c i s i o n eC el r s l s Pcnsas aún se cuentren veccsmás motivadospor Ia codiciaque por el g c r e n c i aa f i n d e a b a ¡ c a r a s a p l i c a c . i o n c s l e n c i a l cc c , l po s a t ó c n i c as o f i s t i c a c l a s ,l c sc o m oe l a n á l i s i s c I a s c g u r i C a d s ta d sul¡imiento. efecto El de multiplicador lasconsecuencias dc d e l o ss i s t e m a s ,l a p r e o c u p a c i óp o r t o d al a v i d a ú t i lc l cu n y n estatcndencia laspérdidas lasempresas,n lasprirnas en dc e proclucto. de los seguros, €n los costos de la justicia, pagados y m e d i a n t ee l d i n e r o d e l o s i m p u e s l o s ,s c h a v u e l t o E n r e s u m e n ,l p r o g r e s oc c n o l ó g i cs u g i c r ca ss i g u i c n ts e t o l e
  • L a E v o l u c i ó nf t l o d e r n a e l a A d m i n i s t r a c i ó n e S e g u r i d a d d ddos consiclcraciones vitalcs para los lídcrcs dc la por los accidcntcsson mucho mayolcs que las re-scrvas dcadminist¡ación: primero, los problcmas potcncialcs dc dcprcciaciónacumuladacuatrdose comptó el equipo an-scguriclady salud sc cstá¡ gcnc¡ando con una mayof rapidcz I-os costossc pucdcn rc¡lucir si es posiblc haccr quc tigr-ro.como rrunca a:rtcs; s:gundo, ningúrr problcma cn cl lugar dc cl cquipo du¡e nrásticm¡rc:quo scaútil ¡rcr Io mcnoslo quetrabajo cs tan grandc o tan coml)lcjo qrrc no sc pucda s.cc,sI)craba durara.F.nconsccuctrcia, cont¡ol de los quc elmarcjar rncd iantc la administración profcsional. accidcrrtcs una im¡rcrtanciaadicionalpara los adquierc a-sí cjecutivos.Los Cambios en Ia Fuerza de Trabajo I-a rcposición cleequiprs, matcriale-s instalaciones, e que El carácter dcl lugar dc trabajo ha sufrido gmndcs catnbios resultan dc las ¡Érdid^s ¡ror incendios,ticnen un impactocn la últinra rJécaü.I-as reglarrrcntacio¡rcsquc exigcn olxrr- ar.inrnayor.Dc las empresas Nortc América quesufrieron dcnrnidad dc unplcos, así como la neccsidad ccolrórnica dc ¡Érdidas gtavcs por ürcendiosen 16 últimos diez años, elconta¡ corl ot¡a crrtrada dc di¡cro para la familia, h¡n incor- 45% de ellas jamaisvolvió a reabrir su-s puertas.El 28%¡rcrado rnás mujercs a los ambicntes laborales, los quc antcs restarrtedcbió cerrar a los dos ar1os. Estos cienes dceran rcscnados como recintos exclusivarncnte ma-sculinos. cmprcsassc debie¡on a dos factores simples. En primerOtra-sreglamentacioncs rcquiercn quc se dé cmplco a los lugar,el scgurono cubnael costodereposición: cqui¡ros, losinca¡racitados,dcntro de sus limitacioncs. Por otra partc, los matcriales y cdificios habían sido asegurados costo altrabajadores de hoy cn clía tiendcn a cnconfarsc mejot origilal, e incluso,a un costodepreciado. segundo En lugar,cducados, rncjor furformados, y a cspcra¡ que sus trabajos conro los scgurosy el piograma de seguridado¡rerabanporscan algo rnás quc solamcntc un nredio para ganlrsc cl scparado, gerenciano había consiCerado consecuen- la ln^ssustcll¡o. cias del dano a la propiedocl y kx intenupciones del n eg oci o, como pérdidasaccidentales. Cada uno dc estos factores int¡oduce nucvos rerluerinricn-tos y lrucvos clcsafíos¡rara la adr¡rinist¡ación de la segrtriclad. I-os cjccrrtivosy supervisores progresista-s,nrueslrancada vcz rnásintcróscn el conceptoarnplio dc la aclministraciónI-as Leyes dc la seguridad,y trabajan con dedicaciónpara resolver cstcxprobletnas, agtavadospor la irrflacióngalolrantc. Adcrirás do ¡cdacta¡ la-slcyes que se comentaron antcriot-¡riorrtc,lo:; cr¡crpos lcgislativos han dado rcspucsta a las La fnvestigación Médicaac:ciolrcs los inclividuos,dc las cortcs dc justicia, y de los clcqnrpos influycntas. Se han llcvado a cabo i¡vestigaciones y Una causa de preocupaciónrclativamentereciente yautiisrcias, o sc han promulgado nueva-s leyes y nornas arnpliamcntc divulgada,han sido la.s substancias tóxicasquccuando se ha detcctado una ncccsidad o un dcseo. Po¡ crcan riesgos de segurid.ad el lugar de trabajo. Dura¡rte encjcrnplo, la compcir*sacióliduralrte las veinticuatro horas del muchos añosla industriaha llevado a cabo invcstigacionesclía, inclulcndo compcnsación simila¡ para los accidentcs sobre los efectos de estas substa¡cias tóxicas, y las or-cn el trabajo y fuera del trabajo, vigerrte en Nucva 7*landa, ganizaciones quc elaboral las normas industriales hancstá sicndo cotr-sidcradaelr otros paíscs. Niuchos 1raíscsse rccornendado sistemasde control y límites de exposiciótr.cncucnt¡an rcvisarrdo las leycs dc conrl.cnsaciólr a los Pcro la falta generaldc unareacciónpor partcde la gercnciatrabajadorcs, a fin de arnpliar su aplicación y su cobcrtura. ha originadoquc organiz"rciones gubernamentale-s hagan se c a r g o d e l e s t a b l e c i m i c n t od c n o r m a s c o m o u n a Actualmentc las leycs también detcr¡ninan la rcspon- incorporaciónlógica a su propia Iabordc invcstigación de ys¡rbilidacicivil por la clinrilación dc nratcri:rl.s qr6 ¡,odrian vclar ¡rcr el cumplinrientodc ios reglarncntos. fambién losafcctar cl ambientc, en algrin momcnto futuro. Otra-slcycs investigadore,s médicos, ta¡to los que trabajan en agenciasrequicren el cstudio del imliacto solrrc el ambicrrtc o el ser gubcnramentales como los que trabajancon auspicio delhumario, durante cl discño y el dcsarrollo de los productos. gobierno, están cnfocando cada vez más srt atcnción en losLa-santcriorcs son algunas dc las ¡cstriccioncs lcgislativas riesgos físicos y de salud cn cl lugar de rabajo. Lapara las c¡lpresas. Ellas plantcan utr vcrdadcro dcsafío a los irrvestigación cstá colabo¡ando a deñni¡ los límites dcI ídcrcs ctnprcsa¡ialcs. exposición cn aquellos casosen que se puedencüta¡ losLa Inflación problcmas, limitando 1a duración o magnitud de la cx¡rosición. que es más importa-nte Lo aún, la irrvestigación L¡ cscasczdc matcrialcs producida conro consccucnciadc y cstá identificandosubstancia-s sr:bproductosquc puedenla cxpalsión dc las cnrprcsrs,ha contribuido a las terrdencias causa¡ cfectos irrcvcrsiblcs, y quc incluso pueden scrLrflaciona¡ia-s.Estc déficit, junto con los nrayorcs costos de cancengcnos. cxtensonúme¡o de cnfemledadas El que sela nrano de obra, dc la cncrgía y dc los scgutos, ha¡ hccho puedenencontra¡rclacionadas con cl trabajo,prese.nta unaquc, tanto los costos dc capital conro los de rcposición dc por lista crecicnte de rc,s¡ron-sabilidadcs daños a la saludrqui¡ros,sc hayan ido a la-snubcs. física y/o mental dc los trabajadores Los gcrcnlc.s sc clrcr.rcllt¡alr con quc los costos r.lc.l El PVC es un cjcrnploquc muclta Scntc conocc.Ilasta¡rrcrnplazo prcn)aturo dc los cqui¡>osdariados o destniidos 1 9 7 4 s c u t i l i z a b a c l c l o r u r o d c v i ¡ r i l o g a s e o s oc n l a
  • claboración más dc la r¡litadde los productos dc plásticos t r o l d c p ó r d i d a s d c l a s c g u r i d a dl o c o n s t i t u y cc l u s o yproducidos, y prácticamenteno sc pcnsabaquc fuera cficiente de la encrgía su controlsobrelas pérdidaspor su ypeligroso. Nadiese desmayaba desarrollaba alergia ni una dcrrocheo mal uso. [¡s recursos energéticos han con- secuandose le usaba. Luego se cncontróquc.provocaba una verticloen aspectos críticosen una gran parte dcl nlundo.raraforma de r:áncede hígado, cualno sepodíadiagnos- r el Allí dondela ene rgíaseencue e ntralinritada, inclusodondet i c a rs i n oc u a n d o a s eh a b í a l e g a d o u n ac t a p a n q u en o y l a c n o e x i s t e ni r n i t a n t c so sc o s t o s u m c n t a n á p i d a n r c n t c-.a . l l, a r ls c p o d í ac u r a r .H a b í aq u e p r c v c n i rl a e x p o s i c i ó n u n t a n a . h pcrdida dc cncrgíaafcctael suninistro dc los ctluipos 1,Nuevame ntc, la gcrenciateníaquc decidir la mcjor forma m a t c r i a l cn c c c s a r i op a r al a f a b r i c a c i ó n c u n p r o d u c t oo s s dc l e c o n t r o l a r e l p r o b l e r u a ,p u c s t o e n r c l i c v e i t o r l a la cntrcga un servicio.I-a pérdidade cncrgíaaumenta de losinvestigación médic¡. costos producción. pérdidade ene de I-.a rgía haccque no sc pueclan entregar pedidosa tierlpo, lo cual lleva a una los I¿s consccuencias los nuevoshallazgos través la de a de perdidade ventas futuras.investigación nédica han sido,algunas vecesrepentinas ycirásticas. controlgubernamentai eliminadoen forma El ha E l c o n t r o l d e l a s p é r d i d a sd c c n c r g í a c o n s t i t u y eu n aabruptasruchas lí¡leasde producciónde matcrias primas, n e c e s i d au r g e n t ea l m i s m ot i c m p oq u e b r i n d at r e sc l a s e s d ,dcterminandoun,.cambio total en los objetivos de las de bcneficios lasempresas: controlalos costos, estos a 1) enempresas afectadas. muchoscasos, resultados las En los dc ticmposen que los preciosvan en auntento; controlaIas 2)investigacioncs detenninado neccsidad efectuar han la de pérdidas tíempo,como resultado la falta de combus- dé deuna costosa retiradade los productosque ya habían salido t i b l e o d e c n e r g í ay 3 ) m a n t i c n e a c o m p e t e n c i a n t r el a s ; l eal mercado, cuandoderivadode la vivenciade los usuarios, empresas, tantodentrodel propio país como en e I extran-óstos revelaron riesgos inaceptables laspersonas para para o j er o . quelos legislactores las representan. Estasconsecuencias l-os Sindicatos, Consumidores, Cortesde Justicia, los lasposibles,son una de las lantasrazoncsdel por qué los la Tecnología, los Cambiosde la Fuerza de Trabajo, lasgerentes deben ejerour liderazgo un efectivoen seguridad. L e y e s ,l a I n f l a c i ó n , a I n v e s t i g a c i ó n é d i c a , l a E n c r g í a : l M todasnos han hechoprogrcsaren gran medida desdeco-La Energía m i e n z o s e s i g l o .F I a nh e c h op r o l i f c r a r a s o r g a n i z a c i o n e s d l Una últimainfluencia sobrelasresponsabilidades con- del p r o f e s i o n a l e s l a s e g u r i < I a dh a n i n s p i r a d o a s p r á c t i c r s dc y l Trabajadores fr¡ndiendoel ancladc 24 toneladaspara el Puentede Ilrooklyn. Figura1-4
  • :, - L a E v o l u c i ó nM o d e r n ad e l a A d m i n l s t r a c i ó n e S e g u r í d a d 7 d adrninistativas;harrarnpliadolos conccl)tos Iu..g,r.ia"a a. procluccióndc gran volumcn. I-a scguridád se encontraba ¡ara incorporar,a su vez, los factorcsdc salud y los danos muy baja en la escalamotivacional de la administración y a la propicdad, así como la-slcsioncs traumáticas, han y A continuación, ofrccc una lista dc las publicaciones se cc¡nt¡il;uiclo adoptarmcdida-s a mr¡chomás cfcctivas parala vincularla^s este con- a-sociacioncs sobresalícntcs dc la-s más Pcro hay todavía l,rcvctrcióny cl control de las ¡rcrdidas. de Ia scguridad ¡rcncxJo la cvolución dc la administración dc- ¡nucho por hacer ... y csasfuer¿aspodcrcas siguen todavía -camparia luchandopor un mayor ptog¡eso. 1906- I-a U.S. Stecl Corporation comcnzó una. dc srguridad- a nivel dc la compañía,quc logtó urn disrninucióndeun 43,2%cn susaccidentes gmvesy- F]VOIIJCIONDE I,OS CONCtrTOS DE fatalescn 1917._ ADMIMSTRACION l9l I - Sc firnda la Sociedad Amcricarra dc Ingenierosde I-stcsiglo ha sido tcstigodc u¡iatrcmcndaevolucióncn lcn Scguridad. conceptosde Ia Administración dc la Seguridadque va * P r i m e r C o n g r e s o C o o p e r a t i v od e S c g u r i d a d " . talleres de sudo¡" de principios do 1 9 1 2- dcsdc los infamantcs- de la seguriclad como una Asociacióndc Ingcnicros Eiéctricos,del Hierro y cl siglo, pasando un tratamiento ¡ror al control de Acero. Princeton Univcrsity hess, 1912. prcvcnción estricta de lesiones,hasta llegar 1Érdidas conlo tlna res1rcn-sabilicladintegralciela gerencia 19i3 - Formacióndc lo quc ahora se conocecomo cl Con- in- ... El énfa-sis ha ampliado, a partir dc un enfoquc sc scjo Nacionai de Scguridadde los EE.UU.- adnri¡istrativo"; los gcnieril- hasta llcgar a un enfoqrte clesde pucstodc cl 1917- Sefonnala AsociacióndePrevención Accidcntcs dc- rspr:ciali-sta-sscguri&id han asccndido en di¡ectorcs"; y sc han log¡ado Industrialcsen Onta¡io, Canad.i. "irrs¡x:ctores- irasta cl de lrcrrcficiosquc sc dcrivan de un enfoqueSerencial,el cual 1928- Sc fundacl I¡rsti¡utoAmericanoNacional de Notmas- ira intcgrado la s:guridad, la calidad, la produccióriy cl (ANSI). controldc costos. 1931- Hcnrich, II. W. Prevención de Accidentes In-- Los cornienzos siglo XX del dusrriales,Ir{cgra*-Hil1,Nueva Yorh 1931. IJLrrantc lrx irricios ri¿ cste siglo, la Revolución Industrial 1938- Sc organizala ConferenciaArnericanadc iJigienis- IrrdLr-striales gobicmo. ta.s dcl i;at¡ía t¡aíclo con-sigo el uso extcrsivo dc la maquinaria trráquin;rsse cliscñaban con muy poca o ningrrne nrct¡t2,.l.¿--. lg:g - Sc itraugura el Ccntro para la Educación sn ltxsidcracirirr por ia seguridaC del opemdor; la manc.,de Scgtrridad la Univcrsidaclde Nut:va Yotk. cie oirra disp,:ririblctro cstaba entrcnada ni calificada para cl uso rlc las nucva-sIuáquinas qr¡e sc cncontraban desprovlstas dc 1939- Sc orgatrizala Asociación Amcricanade iligicnc resguardo; la-s fucntcs motriccs cambiaban rápid-r.mentc Indust¡ial. dcsdc la capacidad dcl ho¡nbre y del caballo, al vapor, la cl¿ct¡icidad y la cotnbustión intcrna; las jonrada.s laboralcs A h{ediadosdel Siglo XX cle l1 a 13 hora.sdiarias aumcntaban la exposiciórr a acci- la cvoh-rción tcndientc a la intcgr-ación de la s:guridad dcntcs ¡xrtcncialcs; las ilrstalaciones para atención dc ctncr- como ulr sistcma de administ¡ación profesionrri, ecncia cran trcnrctrdatnente inadccuad-as,y casi nulrca sc cxpcrimcntó mr¡chos av¿rnces sigrr.ificativos cn los años dc dis¡rorúaclc ayuda tnédica. Como consecuencia, lastasasdc mcdiados de siglo (1940, 1950 y 1960). En forma icnta ¡rcro mortalidad y dc invalidez se clcvaban a nivcles im- sgura, los lídercs elr esto carrlfro comenz-aJona alnpliar la seguridacl" y prc.sionantes. inragetr.rncntal de la administració¡r sobre la sob¡e la mejor nranera dc garantizarla. l,os librcrs y Ios Naturalmcntc, la atcnción sc em¡rczó a enfocar hacia las artículos de las revistas colnenzaron a enfatizar la lesioncs, las invalideccs y las mucrtes. Allí dondc cxistía, /a adnúnLstraciór¡ de la seguridad, el enfo<1uede sistemas lnra seguridad se encontratn orientada prinnriarnente hacia la prcvcnción y control dc los accidentcs,y el profesionalis- las lesíones. Como colr-secr.tcncia, promulgaron lcycs de se parir los trabajadorcs, elrfatiz¿ncloarin más la ¡ ¡ t od c l a : r r l n l i t r i s t r a c i ó n . com¡rcns"eción prcvcnción dc lcsionc,s. Algunas dc las publicaciones e instituciotrcs n.rás ascriada-s con este ¡x-nodo de la cvolución sobrt-.salicntcs, Las ruedi das corrcc t i v¿rstcnían prc¡rcndcrantcnrente una son la-ssiguictrtcs: oriclrtaciórrirrgcnicril. Ill cstilo gcrcncial prcdomirratrtecra adnrilristración cicntiñca- cl clc la clo F. W. Taylor, corr 1943 - Rlake, Ronald, Seguridad Industrhl, Prenticc-IJall, cronómctro y rcgla dc cálculo cn mano. I-os gcrcntcstcndíatr lnc., Engleuood Cliffs, N.J. a considera¡ cl tralxjo colno un intercatnt¡io im¡rcrsonal clc 19.19- Se funda la Sociedad C-anadienscde Ingcnicros de rlrano dc obra ¡rcr dincro: u¡la unidad dc ¡rago por una unidad -a-salariados" Scgurided dc trabajo. Los Jcfcs" tcndíarr a mancjar a los Orgarriz.rciótr con puño dc hicr¡o. El gran objetivo lo con-stituía irna 195 I - Cutter, Waltcr A. Ph.D. y FLrncioncs
  • B - L l d e r a z g o r á c t l c oe n e l C o n t r o l d e P é r d l d a s P d c l D c p a r t a m c n t od e S e g u r i d a d " . A m c r i c a n Management Association,New York. - SEGURIDAD CONTBOLDE LAS PERDIDASACCIDENTALES 1958- De Reamer,R., Prócticas Modernas de Seguridad, JohnWilc & SonsInc. New York. l-os profesionales c seguridad y los gcrcntcs dc d 1959- Cttcr, W.A., Ph.D., y Wilkcnson,T.lI., "llacia la o¡reracioncs fucron rcconociendo c¿davez nrllsque no cs ni P r o f e s i ó n d e A d m i n i s t r a d o r d e P r o g r a m a sc i e c c o n ó m i c a m e nfta c t i b l e i a d ¡ n i n i s t r a t i v a n r c n t e c t i c o e n prá Scguridad",.lyrz naI Safety.f/ews,octubre. tio prevenirtodoslos accidcnles crearun ambicnteiibrc dc o 1960- Sc organiza Consejode }ligiene Industrial. el riesgos. Conenzó entonccsa desarrollarse conccptocle cl control administrativoconlo parte de un enfoque cle 196L- Bird, Frank 8., Jr. "Control de Daños, Un Nuevo administ¡ación profesionalhaciala seguridad. Esteconcep- Ilorizonte en la Prevenciónde Accide ntes, National to dc control reconocela importancia, no solamentedc Ia Safety l,{ews, octu bre. prevención accidentes, tambiénla de minimizarlas de sino ¡rérdidas cuandolos accidentes llegana ocurrir. 1962- Sefundala Sociedad Scguridad Sistemas. de dc Duranteeste¡rcríodo,el control de daños fue eI puente 1963- Se creaei programade los Higienist¿s Indust¡iales lógicocntrclos programas seguridad de ,,orientados hacia Colcgiados. la lcsión"ylosprograrnas "oricntados hacialos accic1cntcs, 1963- Simonds,R.H. y Grimaldi, J.YAd¡nüistración de Ia (fal como se ilustra enla Figura 1-). Más y máspcrsonas SeguridadRicllarrl D. Irwin, Inc., Homewoocj,Il- ibanreconociendo, solamente el dañoaccicle cs no que ntal iinois. extremadamente costoso, sino que tanlbiénlos accidentes con daño matcrial tiencn un potencialsignificativopara 1963- El Deparulmento Interiorde los EE.UU.anuncia dcl lesionar matara laspcrsonas. y formalnrente que ha iniciado un nuevo progranta b a s a d o n 1 a e g u r i c l ad o s i s t e n a s . e s d Comenzando deceniode 1950,la Lukens SteelCorn- el pany narcó rumbosen el campo del control dc dañosa Ia - 196.4 A1len, I-ouis A., Za P roJbsiótt la Adminístraciótr, de propiedad industrial. Derpuésrlc alredcdor unacléc¡rl¡ de McGraw-Hill Book Cbmpany,New York. dc dcs¡rollo y éxito,el progranafue publicado año l9ú6 cl 1965- Pope, W.C. y Cres*ell,T.J., "Un Nuevo Enfoque por la American ManagementAssociationen un libro parala,,dministración Programas Seguridad,, de dc tituladoDanrcge Control (Control de Daños) pr:r Ilirri y ,LSSE J ournal, febrero. Germain. Siendoanunciado como "un nuevohorizonte cn Ia prevención accidentes en el mejoramiento cos- de y de 1965- Tanants, W.E., Ph.D."El DesanolloProfesional clel tos",la AMA cxpresó: C-e po del In gcnicro de Seguridad", SE J oun rcl, rn AS fcbrcro. El Controlde Daíios es cl primer Iibro quc se pulrlica como un enfoquetotalmente nuevode la seguridad cle 1966- Bird, Frank E., Jr. y Gennain, GeorgeL. Control de lasinstalaciones, ponesu énfasis todoslos acci- que en D ar1os, American N{anagementAssociatiou,Inc. d e n t e s , n o s o l a m e n te n a q u é l l o s u ed a nc o m or e s u l - y e q 1961- El primer cursode Cont¡olTotal de Pé¡didas, dicrado t a d o u n a l e s i ó n .D e s c r i b eu n p r o g r a n t a r á c t i c od c p por FrankE. Bird, Jr.,en Naples,Florida. 1968- Seorganiza Consejo el Canadicnse Seguridad. de E L C O N T R O LD E D A Ñ O S L L E N A E L V A C I O 1968- S€fonna la SociedadNacionalde Administ¡aciónde la Seguridad. lcorurRol DAños DE 1969- Se diseñael Programa Cerrificación de Profesional de Seguridad. P R O G E A M AD E Bird, Frank E., Jr., Recordación de Incidentes,,, SEGURIOAD O 1969- R I E N Í A D OA Na t ia naI Safety News,octubre. I LAS LESIONES En esteperíodo se pudo apreciaruna clara tendencia a pasar desdeel conceptode la seguridadorientadaestricta- mentehacialas lesiones, un enfoqucde orientación a más amplia de los accidentes.lás definicionesde accidente incorporaron Cañosa la propiedad,y la definició¡r los dc seguridad evolucionóde un conccpto de "librc de acci- dentes"hasla"conkol de laspérdidasaccidentales. Figura 1-5
  • f - L a E v o l u c i ó nM o d e r n ad e l a A d m i n i s t r a c l ó n e S e g u r i d a d I d LA LUKENS srEELi nxrnaclos DEt TNFoRNTE 1964AcERcA DDL sISTEh{A DE coNTRoL DE DAÑos DE DIt J SHAW (BRITTSH.. COIÍIAN" I)OR IÍARRY VAN DI]II VORD O]RilISH TRONSiEEL FIDDRATIOii)Y ITLIIANIi- ÍI{oN A¡iD srEEL REStrARcII ASSocIATIo}i)t- fio; c¡ucrJó <Jcs¡l¿ inicim dc nuestravlsita, que cl Plm de cont¡ol dcsí mimto, sino sirrccrolc objetivc gerencia"crm sólo 1rcrqrrclaconsiste¡ks cl:rro, le; valiosos Dairc tcnía et porque apoyo dc la dcl plm no enteramente preverrcióor C¿ l¿s lc,sionesy la dlsminución de lca casros fircran objctivoa *ro a" las crnles ¡xrr con l¡ filc¡:ofia dc lm ad¡¡inistración cñcicnrc a nivel de toda la compañia. l-a Scguridacl,la C¿lid¿d, la Productiüdad y el Crntrol dc cctc sc accrcarseal objetivo único ¡rarauna opcncion eficicnte En l-[kers se pcn-sabe quet- corrsirl¿¡atrrncomo las ."^* e:,tascu:rtrc "i", oJ"iffo " []¿tas no Lstaban en conflicto, srno quc se complementabár que no s¿ dcbían perseguir en forma inde¡rendientesino que como palcs considcratrqncomo un indic¿ d¿ la eficienci: pero la compañía msnteüat- i:r-*¡nrables dc un esfucrz¡ unificado. Los índiccs de gravedadd¿ lc daños scI y de lesiones Estos otrrs índices eran: tar¡biál ot¡o: indiccs quc daban paso a estudios intcrcsántes,jmto con L:s úldiccs d¿ dañc -Un valor porcenual pa¡a el cont¡ol d¿ c¡lidad en el proctso dc lmirudo.t- -U¡t valor porccntual para lce pedidos despachados tienr¡rc -Un i¡dic¿ dc dcs¿mp¿ño del trabajo- ar Ei úlrimo d¿ astcs incjccs rx una medida d¿l trabajo logrado eo relación a rma mcta. l-as mctas estánb¡-s¡clas unidadcs esuinda¡es rc¡dimiento d¿l en de de uru horas esuíncl¡rcs¡nr las horas reales y expresandoel resrrltadocomo el porccntajer trabjo -üem1>o mc13. 1,torr:l¡_ie-,¡ cl indic¿ s¿ obtien¿ dividiendo Lasi l:s l*siones ¡rav¿s han c,isminuido a la rniurd cl¿-s¿l¿ y 156O,al igrul que la sevcrid.r<t los daños..I-a conelación entre estaslesicnes las de ta-sas dtños de d¿ m¿iscifras se significativa]pcro sol"m"nt" al nivel <i¿rm l0%. Puede ser que cuando se dispongar a lo l:,.rgo de lc¡s cinco ai,<n qs esurdístic¿mente cijiLj.ntre quc haya una r¿iación ruás estrccha.No e.s ninguna manera imposiblc de que se alcanceuna mayor disntinución en last¿sasd¿ lesioncs cuandor cJ Sistcrna C¡nrrol rle i)a:ios alca¡c¿ lo quc puc<ic C¿ dcscribi¡sccomoel segunclo impulso)s¿ noten lx efcctosd¿ |¿5¡¡¿didasprcventivasde largo alce;tce}- antcriormcÍte) t¡nlbién fue¡on calculadas y, en cada c¡-so ficron I¿s cor¡tl¡cionas entrc la gravcrLrd dc los daños y los rndiccs A B y C (dc-scritrxr sigrifixtir.a^s a un nivel d¿i 5%. F{l otras ¡Élabras, hay una esrrccharelación entrc lcrsmejoramier:tceo lm dcterioros como s€ mucsüil (jont¡ol cle flaños, y t.r) crrro so reflejan cn los otrc indices de eficiencia. Est¿ rs en las cifras de utu.ilazgo fult¿resarite refuerza el prmto de üsta sctenido y gn la-r- y la entrcga de pediilos a ticmpo, e.suoa Parte irrse¡arable del I )rlirÍr-! cn cu^nic a q¡e cl Conlrol de Daños, lejos dc interfcrir con la producción con sfu:¡-,:¡r tot¿l F)r una búsqL:;<la ia eficiencia.. ti¿r Figrrra l-6 j:!,,lii¡cióri dc l:siolre:; y clc ccnr.os,clc=rroilado por la Décaclas flas l)os LQtirnas l-uii.tr.i Sle.;l C.onrpair)p:tra rcdtrt:ir las !csiones poten- iltc"r- Esta época sc pcdna caractcriz-a¡ corllo ia (rt?- ci;lcs, rnsjrra¡ la calirJarldei prr.tlucto,y elevar la moral nacional- dc la evolución de la administraciónde la.- dc los trabajadores. scguridad/colrtrol ¡Érdidas,y en la cual ei enfcxlucdc la dc- iiótcse cl énfasis, no sólo etr la scguridad, sino también en administraciónprofesionalse c-sparció una for¡na más cn ¡txlucción clc los costos, la caliciad y la rnoral. También bicn acclcradaalrededordcl lnundo Lsto sc hacc cvidente-,.xr<lrí;r ell habcrse incluiclo la prcxluctiriclad, como lo hicie¡on clr ,¡rr¡chas las siguicntesiltblicacioncs destacada-s de!)s autorcs del i¡.formc dc la llritish Iron and Steel Federa- cstepedodo: dcl sistcma dc cont¡ol dc daños de la! llr cn su cstudio 1968 - Frank E. Bird Jr. intrcxiuce ¡rcrfil dci Cont¡ol cle cl i ukcn.s(vé:rsc la I;ígura 1-6 para nrás dctallcs). Estc ¡:s unorrc los pirncros estudios quc delnucst¡an la exi-stcnciade una Pérdidas en la Cotnpañíaclc Scguros de Norteamérica calided la produc-- rnc.Lrción positiva clrtro la seguridad, la Rcfuer- vidad y cl control dc costos. 1970- Bird, FrankE., Jr.,y Schlcsirrger, I-aw¡ence zo óel ComPortamientoSeguro-, ,4SSE Journa!, El programa de la Lukcrrs condujo a la realización dc-vi-sita-s, junio. corrfcrcncias, a¡tículos y sernina¡ios. El intetés sc-.xtcndió a rnuchas cmP¡cs¿s cn muchos paíscs. En los anos l97O - Fletchcr, JohnA. y Douglas, liugh lrl., Control Total :cicritcs,ios crccicntes costos dc rcparacióIr y rcemplazo del NationalIoñle LiInited,Toronto Antbíente..-r1c r n á q u i n a s , h c r r a t n i c n t a s ,m a t c r i a l e s c i r r s t a l a c i o t l c s Nacionaldc Scguridacl Salud y 1970- Se crca el I¡rstituto....,añadas, han prontovido utr i¡rterés aúlr tnayor de la geren- Ocupacional OIOSIi). ia, 1 nna mayor dcdicación ai control total de accidentes. - ¡.C., Las Con.rputadoras n la e 1970 Popc, I Ioy cn día, cl control de dairos s: ¡ccolrclcc como una parte dc la Scguridad-, Natíonal Safety Adnrirristración "ital cic la scguriclad/corlt¡ol dc 1^-rdicia-s ¡)or [l.1¡ie de las News,nraYo t;rirrcipales orgarrizaciotrcs etl t(üo cl mundo. A su vez, el ontrol dc accidcntcs sc lccoll(xe como una pa¡te ütal de la 1973, Johnson,W.G., I¡ts ()ntisiones la Adntinbtración de jrninistración integral cn cua¡rto a la scguridad, Ia calidad, y eI Arbol de Riesgo-s,(NfOl{T) prcparadopara la ta ¡,ro<luccióliy el cotttrol dc costos C.onrisión Encrgía ¡tónrica dc los EEUU., !n- dc
  • I-:¡i;ilñi6ñ a estc concC¡olgunos harr dcJa(¡ooc laoo Prcntadcl Gobicmo dc los EEUU rn{ lq; tór¡ninosrelativamcntclirnitados dcactos in-scguros" y I I-a Scguridad en Relación con la i1973- Millcr, C.D., *cotrclicioncs i-rrscguras-,para asumir los conccptcx n-rás erlrninistración-, cn el libro Z¿crur¿sSeleccionadas a m o l i o s d c " p r á c t i c a s s u b c s t á ¡ r d a r c s - c o t r c l i c i o l r c s y I en Segurirla.d,Academyhcss, Macon, Georgia F:sta línc.r <Jc pcnsemicntoconllcva trcs I I snütil,l.rcs-. apulrtar gcsto dc coll1974- Meh¡, Robcrt L., y Hedges, Bob A, Conceptosy clarasvcntajas:l) evita el con-sabido dc etrcontra¡cul- i Aplicaciones de la Admínktración de Riesgos, cl rlerlo- a las pcmonasy la coshrmbre i pables; 2) asocia cl dcscrnpcilodc los trabajadorcsy las I Richa¡d D. Irwin [nc, Homewood lllinois conciicionesde la medicióq la evaluación y las comcc- I1974- Sc funda el I¡rstiruto Internacional de Control dc cioncs; y 3) anrplíacl carnpodc cobcrturadc utr cotrtrol dc - I Pérdidas. (International l-oss Control Lxtitutc los accidcntcsa un control de las pcrdida-s, incluyctrdo y ; LCI"). considerando scguridad,la calidad, la producción y lcr" la I costos.1974- Bi¡4 F.8., Jr., Gu{a de In Gerenciapara el Control I dc P ér d klas, I¡rstinrte Press,I-o ganville, Gcorgia Este énfasistra¡rsformógradualmcntc cl pcrrsarniclltoy las l I acciones de muchas personas, haciérulokts des¡srir dcl1975 - Sc implementa el programa P¡ofesional Canadiense de Certificación dc la Seguridad b:ibito dc aPuntar con el dedo, salir a la ca¿-a bmja-so a de ! la btisqueda de resl>orrsablcs, para adopnr un cnfoquc de Ii r1976 - El Irrstituto Internacional de Conhol de Pérdidasy la solucióncooperativ;r problemas; abandonala crecncia de se Asociación de Prevención de Accidentes In- dc quc el 85% (o m:ís) de los accidentes son causados Elr i, dustrialesde ónhrio, Canadá, inician el Sistema los actos irscguros dc las p,:rsonas, asuniendo la ccrtcz¡ I l1 Internacional de Auditona de Seguridad que la mayoría de los accidentesimplican tanto actos ilr- de l¡1976- I-owrance, William W., Acerca del Riesgo Acep- scgu¡os dc las personascomo condiciones itrscgura-s las table: La Cíencia y Ia Determinación de la instalaciones; se afundona la convicción de quc las ceusas lq b¿ísicas la nrayona de los accidcntes clLcucntrall de se bajo I Seguritlad, Willianr Kaufmaru lnc., Los Altos, i¡ Califomia. las Fxibilidadcs de ser cont¡oladaspor los tabajadotcs I mismos, acepuÍndoseia ccrtcza de que las causas básicasde ii1976-Bi¡d, Frank E., Jr, y Loftus, Robert G, la mayoría de los accidctrtcspucdcn ser ú¡icatncntc con- i it Adminístración del Control de Pérdidas, Institute troladaspor la gcrencia. ii Press,l-oganville, Gcorgia Durantc csta é¡roca,lo:; gcrcntcsdc Ia:; organiz;tcir?rcs En todo cl tnutrdo un ntltne¡o crecientc dc gercrrtcs hcle¡cs na¡¡ral dc la capta¡onrricjor lo que cs la intcgraci<irbicieron prggresos pas.:rndo desde un enfoque de los acci- *descuidosde lm empleados", scgu¡idad, calidad,la productividady cl cont¡ol dc costos la t;dentesconsidctados como a estasá¡ca-s ... y se dieron cucntaquc los problcma-s to<ia-s de Ll run étrfasisen las deficiencias dei sistemade administ¡ación sc tesuelvennte<liante lnismastécnicasadrnirristrativa: las It Es asi como so pone en acción el concepto áe Control A¡tes de este concepto ampliado, la seguridadno sc en- contmbaentreios motivadorescotidianosmás podcrosos ric Í¡Ad¡nini*atívo, co1t1ola vla priorita¡ia conducente a la I la acción dc la gcrencia Robert Rogers, P¡csidentedc laseguridad.I-a esenciadc su sistema dc control, con un uso :{extcnsoal¡edcdo¡dcl mulrdo, se resume,mediante las siglas TexasIndustrics,lnc., exptesólo siguicntc al rcspccto: 1¡ISMEC, comenladasa continuación: Piensoquc es impofante que ustcdesconozcanlo que el cjccutivo máxirno típico picnsaaccrcade los factorcs ir I ldentificación del Trafuio. Especificarlos elemen- t t* y acúüd¿dcs del programa nccesariosparaalcan- que son importantes pa.raé1, y la forma cotno él sc manifiestaa¡te los factorcsque son importarrtcs para la zar los resultadosdescados. l¡ organiz.ación. seguridadno es uno dc estcxfactores I-a I Esnntlares. Establccer estánda¡cs dc desempcño e J Sc ubica a un nivel muy bajo dcntro de su escala dc I lcrite¡ios mediante los cuales se evalua¡ánlos impofancia. ¿A qué se debc?Lr razón sc dcbc a que cl rl métodos y los rcsultados) intc¡csado lm costos, en mís cjccutivo máximo estám¿ís M Medición Medición deldesanollo y cl registrandoe i¡rfor¡nandoel nabajo en dcscmpeño, ya concluido intcresado la invcrsión. cn productividad,y cn la retribución dc la il E Evaluación Evalua¡ cl descmpeñodc acuerdoa los medicioncs obtenidas y comparándolo con las El punto dc vista que él corncntaba ha e¡rcontrado se bien u p o y ^ d o p o r l a a p l i c a c i ó n d e v a r i a d a s c n c u c s t a sd c il estánda¡csestablecidos; ponderar el trabajo y los I opirrion.t y por el colncntario de los gcrentcs en toclo el resultadm. mundo. Por cjcmplo, el Instituto Intcmacional dc Control il Conección- Regular y mcjorar los métodos y los de Pérdidasobtuvo la respuesta miles dc gerentespar- de ,! resultados, corrigienclo en forma constructiva el ticipaates dc susconfercncias, qr-ricnes jerarquiz-rron lista la desempeñosubestiínda¡y reforzando positivanrcnte sisuiente conrolos motivadorcs la alta gcrcncia: dc I el desetnpeño deseado. t { ll ( I
  • LaEvoluciónModernade|aAdmin|stracióndeSeguridad-11 personal. 4. C)torgar sati.sfaccidrn costosv calidad cs cxactamentcla misma quc sc rcqulerc para controlar la scguridady la salud Ya seaquc Pcriscmos ll. Nfejorar las relaciones lal>orales. con-- cn térmilos de ccntos/bcneficioe, que simplcmente o (1. Ifcjomr las rclacioncs públicas. sidcrcmos clcbcr un vclar porqucnuestros trabajadorescstén- I ) . A u r ¡ r en t n r l o s i n d i c c s d c p r o d u c c i ó n . protegidos... valc Ia pcna consiclerar scguúdad la Dan- ll. Cumplir con Ias leYes. Lcstcr A. I{udsorL Presidentcy Dircctor Ejecutivo de- ll. Ifcjorar Ia calidad del producto. Rivcr Inc., exprcsóun pcnsamicnto muy simila¡:- (1. f)isnrinuir el indice de lcsioncs En Dan River, la scguridad se considera como una iI. Nlejorar los costos de o¡reración. o¡rcftutridad para mcjorar la administración general "_ que la I. Ilesarrollar el orgullo del trabajo ei beneficio adicional más valioso al considerar scguridacl cs una cstratcgia o¡rcracional,ha sido cl J. Disniinuir el ¡xrtencial de denrandas judicialcs- prádu"it urr mejoramiento gencral en las jefafuras de I,, Nlejorar las relnciones con los clientes o usuarios iírt* puaurnancjartodos los aspectosque tienen que ver-ror con su tmbajo irrtegral. 1o gcncral, las lctras H, D y F (costos, producciór¡::,iCad), ocupaban cl primero, segundo y tcrcer lugar; Un hito importaritc fue la cnormc popularidad alcanzada rri¡as quc la lctra G (disminuir el índice de lcsiones) para el Control de Pérdidas* ¡nr la Guia de la Gerencin rpabe ei v!i,timo lugar y la letra J (disminuir cl poterrcial .s"¡ito para 1osejecutivosde o¡rcraciones, publicada cn y: il.rnancJas ocupaba el novcno lugat jr.rdicialc.s) 1974.Estc libto, trtilizado por <lccenas miles <lesupr- de-i visores y ejccutivos, tanto en confcrencias sobrc rncuestaspxtstcriorcs cn base a opinioncs rcvelan que csta-.sificacióii, 1>orio gcncral, cambia en forma sigrLificativa adninisrracióncolno en programasde estudioen cl hogar ,puds dc la aplicación de programas modernos dc ayrudóa llcvar a los adminjstradores a un liderazgo des- tac¿dc¡ cl control pÉctico de las ¡Érdidas Ei énfa-sis en se-1¡ninistracicin dc.1asc¡Srridad/controi dt,¡rerdidas En cstcs:-,,!os, rio es cxtr;riro que los factores rclacionados con la ccntró cn: jcr¿rrquiccn dcnlro de los primeros lugarcs-.:uri,lad se-:,i,rso irqttt:llc,s de las Scrcntcs que no habían participado o La aPlicaciónde losprincipios cleadninistració¡t.-rJ,-!:st3sptr.rias, fxrro qt)c habían cx¡r:rirncntado cl cnfo- profesionala la seguridad,así colno a la cn sus- : mcxlenro dc la adrninistración dc la seguridad producciórr, la caliclady al control de costos a ,1,; us:is, tc¡rilíelr a jL¡-,lrqlriz-ar seguridad cn un seg¡ndo la r n L rl¡l¿ld sectlelrcia causas cfccios quc-enfatizó dc y-riai la producción y la *falta dc control adminjstrativo- como el pii;rlcr ) ¿rsituatla a la i;ar ctril 1os costos, la far¡rbiú¡r cs ¡rosiblc cscuchar cada vez más-.iidad. pa-so Pamquc sc produzcanlas 1Érdidas j¡¡icncs coino l¡r <1c Rayrnond I1 lt{atls, hesidcnte de la e L aplicacióndel sistcmaI-S-NÍ-E-Ccomo controli : . t , ,c o ( l l r e l n i c a l ,I t r c . : . odnúrústratito a toclo ti¡rc de incidentes rclacionados con pérdidasquc involucren a per- I:. s:guriclacl y el control dc pérdidas ocupan un lugar- y sonas,propiedad,pro<luctividad rentabiiidad irtcirrndcrantc cn el pucsto dc un ejccutivo lIunca más *inseprro" al dc y e Una exterr-sión concepto del- i,rncionarios nrcdiocres; prcvenciótr de 1Érdidas "subeslóndar. rcntablc ha¡ llogaclo a scr sinónimos .¿Colr r,r,:sr:tnix;ño- o BLrscar m¿ís allá dc los sintomas(actcny con- <ii:é frecucncia tcncmos la o¡rrrtutriclad dc dcmoqtrar dicioncsinseguraso subestánda¡es) pam llegar a las prcocupaciórr rcal por la salud y el biencstar de- ti.rc^stra lnsicos relacionadascon las pgrsonas,ci cd¡lsl2-s nr,lcstros scmejantes, nricntras simr¡ltáneamente- trabajoy el sistemaadministrativo utilidadcs? Si p€nsarnos en ello, los nrcrjorarnosnuestra-s- progranras de control total dc pérdidas son una . Reconoccrcl hecho de qrrelas causasárÍsicasdc los -ya ii planificación cfcctiva dc la crnprcsa, cubricnclo dos problcmaso dc los incidcntesdcterioradores aspcctos fundamcntales bajo r.m solo enfoque scanproblemasde seguddad,de calidad,dc costcxo dc producción-son las mlsmas l I(. Reicl, Presidente dc la División de Productos dcl o Una arnpliación cotrcepto dcl dela "forntaseguro"r:¡.rlón clo la Unión C¿r¡l¡idcCor¡rcratioq lo cxpresó así: -forma correcta- (scguro- dc aita calidad - a la- - productivo cficicntccn costos) Ihbicnclo convivido con la scguridad corno parte in- o Un rcconocimicntode quc la primeramaneraclo tcgral rlc la adrninistración de nuestros negocios, yo sé quc los bcnchcios tlc contar con un buen programa de mejorarla scguridad(¡r la producción,calidad y cos-- tos) cs rnejorando el sbtentaadninis¡ativo scguridad suilcra¡ lejos los costos. En cfecto, es difícil- inraginar utr sistcnra que pueda conjugar todos los E n a q u e l l a so r g a n i z a c i o n c s o n d e l o s g e r c n t e sh a n d clcmás as¡rctos dc la adnrinistración de una cnlpresa aplicadocstaspautas los rc-sultados sido impresionan- han clcjando clc ladc¡ la scguri<lad tcs, con1ose sct-rala a co¡rtintración. l-os indices dc lc.sioncs* Dcspués cic to<lo, la di-sciplina tcrlucrida para controi-rr qui r" nr"n"ionarse ba-srn cl nún-rcro accidctrtcs cn dc con
  • xg1 2 - L i d e r a z g o r Á c t l c o n e l C o n l r o ld e P é r d l d a s P e ticmpo perdido, por cada 200.000 horas-hombrc dc i n t r o d u c c i ód e u n n u e v os i s t e m a c a c l m i n i s t r a c i ó n l a n d dc exposición. segurídad. Una baja substancial la f¡ecucnciade los cn accidentes, con la correspondicnte cconomía de costos, o C-oqporación petroquímica dedicada la exploración a tiempoy turnosde producción, como un aumenloen la así y producción: índicede Iesiones reducidode 3,1 a moral de los trabajadores, fueron todas atribuidas a la 0,5 en tresaños. a p l i c a c i ód e lp r o g r a m aS c p u e d cp r o b a rf c h a c i c n t c m c n t c n . o Veintc compañías mineras:índicede lesiones q u e l a s e g u r i d a d I a p r o d u c t i v i d a d a n d e l a m a n o .E l y v (promcdio ponderado) ducidode 5,2a 3,8 en seis re gráfico dela Figura 1-7 mucstralos rcsultados alcanzaclos meses. p o r u n ad e l a sm i n a si n c l u i d a s n c l p r o g r a m a . e o Piantade productos cárneos: índicede lesiones r e d u c i d o e 1 2 , 7a 2 , 4 e n t r e s ñ o s . d a Una corporación manufacturcra corl B0 plantascfcctuó o Colporación productos de forestales: índicede una comparación costosde accidentes dc cntre las plantas lesiones reducidode 1,9,97 10,52en dos años. a que alcanzaron mayorcspuntajcsen una auditoríade los . Plantapapelera: índicede lesiones reducidode20,9 administración la seguridad, aquéllas ucobtuvieron de y q a 2 , 2 e n t r e sa ñ o s . los puntajes másbajos.l-as17 plantas con los programas dc . 2.391empresas la provinciade Ontario,Canadá: de seguridad máscolnpletos tuvieroncostosde accidentcs dc disminución del20% en el índicede accidentes en $ 0,087por hora/hombre. 19 plantasque contaban l¡s con ües años. programas jncompletos, tuvieron costos de $ 0,235 por o Emp¡esa alimentos de paraanimales: índirc de hora,trombre, dccir,casitresvcce supcriores. denlás es s L¿s lesiones reducidode27 a3,4 en tresaños. p l a n t a sa m b i é n o s t r a r o n n ac o r r e l a c i ó n i ¡ c c t ac n t r cc l t m u d o Operaciones estiba: dc índicede lesiones reducido niveldc losprogramas seguridad eI montode los costos dc y d e 3 4 a 5 , 8 e n d o sa ñ o s . por accidentcs. importante Es destacar estosquc costos son o Divisiónde aceros: índicede lesiones reducido de y reales, hipotéticos seencuentran no concre tame en los nte 105 a 9,3 en cinco años. librosdecontabilidad. Otro ejcmplo incluye a un premio al mérito por produc- I-os Aíros lluturos tividad.En 1980,la División dc Scguridad uno de los de países coope conel institutolntemacional Cont¡ol que ran de ¿ Q u ée sl o m á sp r o b a b l c u e o c u r r ad u r a n t e l r e s t od c l q e de PérdidasRecibióun certificaclo mérito del Instituto de s i g l oX X c o nr e s p c c t o l a a d n i n i s t r a c i ó d e l a s e g u r i d a y a n d Nacionalde Productividad su paísen reconocimiento de por d e I a s a l u d ? u n q u e eI h e c l r od c I l a c c rp r e d i c c i o n c p o r A s wl awnento en la productividad como resultado de la c s c r i t o s u n a i n v i t a c i ó n b i e r t a l a d i s c r e p a n c i a ,x i s t e n e a a e a l g u n a s c n d e n c i a q u c s e ñ a l a n o n m u c h a p r c c i s i ó nI a t s c d i r e c c i ó n a c i a o n d cs e e n c a m i n aa a d m i n i s t r a c i ó n .¿ s h d l L c a t o r c ep o s i b i l i d a d e s u e s e c i t a n a c o n t í n u a c i ó ns e q manifiestan con mayorprobabilidad: L. Un núne¡ocrecientc lídere tantode emprcsas de s, como <r o J de sindicatos ayudarán los trabajadores darsccuenta a a xz< = lIz uo cf q u c l a " s c g u r i d a d " o c s a b s o l u t aq u c h a y g r a d o sd c ocr n ; l¿ 9ós o-O s e g u r i d a d ;u e u n as i t u a c i ó n s s e g u r a n l a m e d i d a n q e e c (r< ^ elO I.IJ J X <- < s q u et i e n e n n i v e lc l cr i c s g o c c p t a b l c . (D,¡ N n 6 u a u¡óT >ó =<- t r!< oS 2. Semantcndrá tende la nciaa dcjardc buscar "culpablcs", L¡J or p a r ad e d i c a r sa d e t e c t alra sc a u s a s á s i c a sa d e j a rd e e <y , - b ; Í cr- culpara los trabajadores, para mejorar el sistcnlaad- I ministrativo. o ,,r ¡,t U) .¿ { ñ<*. <-; 3. [-rs leyes reglamentos guiránhaciendo y se rcsponsables }]<^€ <u, <z ;1< ocoÉ cc<a a los gerentes, todos los niveles, colcctiva e in- en I h<co rrrcÉ 9^r!. UJO f,< " ; , ü d i v i d u a l m e n t p o r I a a d m i n i s t r a c i óy e l c o n t r o ld e l o s e, n I uhz (Jo-s. riesgos seguridad salud. dc y 95H. uJ<ñ CCOÓ. O"n { z9o. z! 4 . C o n t i n u a ra u m e t a n d o a t en d € n c i a d e j a rd c t r a t a ra á n l a l H; I wz seguridad como un factor separado trabajoy de la del (Ja) { aa administración, paraconsiclerarla como /a monera co ZU -J J rrectade haccrlascosas: una accióntcndicntea: { ABANDONAR ( - l n s t r u c c i ód e S c g u r i d a d n c l T r a b a j o . n e - A ¡ á l i s i s e S e g u r i d a c le lT r a b a j o . d d I Figura 1-7 Resultr¡dos un prog¡?rna corrrprensivo. de { ( I
  • ¡ - n Seguridad13 L a E v o l u c i ó n, l o d e r n a e l a A d m i n i s t r a c i ó d e l d humanos descnlpcñará una -Proceclimiento Scguridad Trabajo dc cicl 10. I-¡ ingenicría los factores de función mucho mayor en la a c l m i n i s t r a c i ód e l a n -ConscjossobreSeguridad esfuer- scguriclad/control ¡rérdiclas haránmayores de Se ADOI}TAR ,oi puru adaptarel trabajoy el lugar de trabajoa las los -l nstru cciónclclTrabajolfarcas caraltcrísticai trabajador, lugar de forzar a cicl en -Análisis Trabajoffare del as. trabajadores a adaptarse ambientesque tienden a a -PrcrcccjimientoEstándar Trabajo de provoc¿rcrTores. -Consejos sobrePuntosClavcs de la 11. tlabrá un desanollo constantey significativo ABANDONAR colaboración entrelos sindicatos la gerencia y inccn- -Observación Seguridad Trabajo de del tivado por las actividades comunes de liderazgoen -Orientación Seguridad cl Trabajo de en aspectos e seguridad d y d e s a l u d -A u m e n t a r á l a -Rcfucrzo Comportamiento Seguro y en del participación los trabajadores la planificación de en -ContactosPersonales Seguridad de ia soluiión de problemas; seotorgará y mayoratención a ia calidad e lavidalaboral d ADOPTAR -ObservaciónPlaneada TrabajorTarea del 12. Lasauciitorías sistemadel administrativo convertirán se Aclecuada el Trabajo -O¡ientación en en un aspectouniversalmente ac€ptadodcl enfoclue -Rcfue dci Comportamiento rzo Positivo p r o f e s i o n a le l a a d m i n i s t r a c i ó n d -ContactosPcrsonales Trabajo de 13. Un númcro mayor de prograrnas e basarán n la s e5. Tantoparalos trabajaclorcs colllo paralos gercntcs, Ios d e l d e s e m p e ñ o ,e f u n - s premisa e quela excelencia d sistemas cle cvaluación ctcl desempeño,dc c l a n t e n t a e c e s a r i a m e n te n u n a e x c e l e n c i ad e l a n e retroal intentación reconocimiento, fundamentar¿in y se a c l m i n i s t r a c i ( c o m o1 oi n d i c al a l i g u r a 1 - 8 ¡ ón cacia máscn estándares vcz espccíficos cn la mcdicirirl y 14. Un mayornúmerode gcrentes darácuenta se de qttcun d e lc l c s e m p c ñ o r e l a c i ó n c s o s s t á n d a r e s en a c programa moclernoy bien administrado de6. I-os factores activismoen scguridad, clel talesconlo el de pérdidas consena fundame ios ntos scguriclact/control nrovinicnto dc los consumidores, el interés los sin- de ¡áiicos cleun sistema completode administración; que d i c a t o s , l a i n v c s t i g a c i ó n d i c a , o n t i n u a r á nc r c i c n - v né c cj s e t r a t ac l el a ú n i c ad i s c i p l i n ad en t r o d e u n a , cmprcsa c 1 op r c s i o n c s s i g n i f i c a t i v a s para lograr una quepuede alcanzaÍ sistemáticamente metasi sc le esta a d r n i n i s l r a c i íene l ( r t i v a cl a s e g u r i d a d a s a l u dy l o s ¡f cl l, m a n c j e o nc s cP r o P ó s i t c l . c ricsgos ntbicntalcs. a7. Il::istirír nla)orrecontlcinlie en cuantoa qus los un nto aspcctos h.rnlanoseconómicos la seguridad/control y de ctcpér<1idas nccesitan no aperecer comocontralrue stos; f .o QUETLACE la scguriclad, conlo l¡rcaliclad la produrción)ticnc (así y q u c s e c f r : c t i v a n t ó r m i n o s e c o s t o sq u e p o c l r c n t o s r e d ; c u i d a rm e j o r c l el a g c n t c c n l a m c d i d aq L t c u i d c m o s c mcjc.rr ios negoctos de [3.Sc prcstarámayoratención control"prcdictivo",a Ios al a tócnicas "criasi-accictcntcs", talcscomola rccordaciÓn ntes cleincicle y a los accidentesficticioso intaginados, quepcrmitcnla idcntiflcación evah-ración los ries- y de gosantcs clucsc produz-ca pérdida. una 9 . C r c c c r á l e n f o q u e e s i s t c n l ap a r al a a d m i n i s t r a c i ó n ; c d s h a b r áu n n l a y o ré n f a s i s n u n c n f o q u ci n l e g r a ld c l a c - a c l m i n i s t r a c iqlu c c o n t c m p l ea s c g u r i d a - l ac a l i c l a d i n l d la proclucción y l o s c o s t o s y , f a c t o r e c o m ol o s q u e s e ; s c n u n c i ¡ n c o n t i n u a c i Ós c r á no n r a d oc n c u c n t a o l l l o a n, t s c aspcctos c o n ) u l l cp a r l l o sc t l a t r c l en c i o n ¡ c i o s : s m - a c ttir r d c s - proccsos - matcrialcs E X C E L E N C ID I R E C T I V A A -clcstrczas - cstnlcturas - substancils -cclnocinlicnto - máquinas -idoneidad -,cquipos Iiigure 1-8
  • 1 4 - L i d e r a z g o r á c t i c oe n e l C o n t r o td e P é r d i d a s P BASICOS REVISION DE COI{CN,PTOS cotr la scguridad la admfuristración la seguridad.Hemosavurz¡do a de l. Le cvolución de las leyesrelacionadrs y la salu,J rnueslraque cl sistcma legal pucdetcncr, y tlc partir dc los dcgradantestalleres dc sudor" dc prin- hecho ticnc, un impacto significativo sobre la cipios de siglo, pasando por el t¡ata¡nielrtodc la scgrridail enterrdidaestrictamente como la ptevclrción adrniristraciónen lo ¡clativo a la salud y seguridaddc los trabajadorcs. Uno dc los ejemplos principales,lo dc lesiones,hastallegar al control total dc las pérdiclas constituyen las leyes de compensación a los y a un cnfoque irrtegral de aclminist¡ación quc incluye ftabajadores. La tristoria demucstra que cuando los seguridad,calidad, producción y costos. gerentesse han mostradoreticentesa preocuparsepor el 4. I-a integracióndc la seguridaddentro del sistema de bienesta¡ de las personasy del ambiente, la reacción administración profesional, experitncntómuchos avan- social y la intcrvención legal, no se ha¡ hecho esperar ces sigrrificativos mediadosdel siglo (dócadas 40, a dcl El cJesafío plantcado a la administración cs cüdentc I-a 50 y óO).En forma lentapero scguralos iíderesdc cstc scguri<Iecla través de un iidcrazgo efectivo da m;ís camPose preocuparon ampliar la imagen mcntai de de satisfaccioncs, miis econóInicay garantiza lnayor es scguridad" y dc cómo la gerencia en ¡elación con éxito <1ue seguridadque se logra por la imposición de ia lograrla dt: la mejor manera posible. Los libros y los grupos de trabajo o por la intervención del gobierno artículoscc)menzr¡on dar énfasisa la administración a I-a iniciativa y el lidcrazgo efectivo, puedcn llcgar a dc la seguridad, al cnfoque de sistemaspara la controlar el dcterioro de la libcrtacl gcrencial para prevencióny cl cont¡ol de accidcntcs al profesionalis- y realiza¡ una bucna a<lministración. mo de la administración. Estcpenodoprescnció cla¡o un movimientó que se desplazó, piutir de un conccptode a 2. El nucvo activisrno en seguridad va m-zisallá de los aspcctos legales.I-os factorcssiguientesse citan co¡no segrrridacl, orient¡do estrictamcnte la lcsión, h¡cia cl a conceptode un sistema de administración ilrlegr:i. los más sigtiificativos: 5. I-asdécadas 70 y del 80 sepodnancaracteriz-ar dcl como a. ei interés y la actiüdad de los sindicatos por la dc la era internacionaldel cambiocn la admini-st¡aciritr scgrri<lad la salud; Y la scguridad/cont¡ol pérdilaq,cn la cual ci cnfoqrrc de b. la toma crecientede concienciay cotunociónde los dc administración profesional sc divulgó con cie¡La consumidores; rapiclezen todo el mundo,y los éxitos sc compaflie¡on c. la actitud de las cortes de justicia y el monto dc las con toda libertad.En todo cl mundo, mayor cantidadde judicialcs; gcrentesse desplazaron desdcun conccptoccntradoe¡r ilrdclnnizacioneslogradas por demarrdas descuidosde los trabajadores" los como origen de los d. la tecnologíamo<lerna su avanceacelerado, y con la acciclentes,hacia un mayor énfasiscn las deficiencias consecuenteposibilidad de generar ptoblcmas del sistema administrativo, vale dcci¡, Ios prog¡amas potenciales de saiud y seguridad a u¡ra velocidad i¡uadccuados, cl mancjo y inadecuados. esLindares los mucho mayor que antes; al cumplimientode los cstárda¡es inadecuado cuanto en e. ca¡nbios en la fuerz.a de trabajo; I-as consccuencias la evolución de la scguridady dc la dc f. las leyes relativas a la seguridad, a la salud salud incluycn lo siguientc: ocupacional, a las compensaciones a los trabajadores,a los materialespeligrosos,y al control 1. Este énfasiscarnbió gradualmente pcnsanricntos los y de la contaminación ambiental; acciouesde muchasPcrsonas quc dejaron de apuntar g. el impactode la inflación sobrelos factoresde costos con su dcdo acusador,y dcjaron dc dcdicarsc a la como el scguro médico, el scguro contra incendios, busquerJa culpablcs,pa¡a pesar a adoptor un cnfo- de la compcnsacióna los trabajoadores,y la reparación qu" d" solución colectiva dc los problemas;también o recmPlazo de los itemes dañados; dejaron de creer quc cl 85% (o rruis)de los accidcntes eran producidospor actos irrseguros Para considerar h. la investigación médica la cual origina un co- incluycn tanto los actoa que la mayoríade los accidentcs nocimiento y una toma de concienciamucho mayor irneguroscomo las condicionesinscguras;dcjaron dc acerca de los factores agtesivos para la salud cn básicasdc la mayoría lado la crccnciadc quc la-s causas nuestro ambiente rnodcrno; d e l o s a c c i d e n t e ss o c n c u c n t ¡ a n d c n t ¡ o d c l a s i. la crccientcneccsidaddc lograr un uso eficientc dc poeibilidades control de los trabajadores, de para pasar los recu¡sosenergéticos. a la convicción dc que las causas b¿ísic¿s la mayoría de dc los accidentes pueden cont¡oladas ser únicarncnte por 3. Estesigloha sido testigo un cambio signiñcativoen dc
  • - L a E v o l u c í ó nM o d e r n ad e l a A d m i n i s t r a c i ó n e S e g u r i d a d 1 5 d 2 . El conccpto dc cr¡ntrol administmtivo como cl nrcdio 3. l-os resultados obtcnidos cn todo cl mundo, mucstran fundamcntal dc lograr la scguridad (unto con la c l a ¡ a m c n t cq u c l a s d m i n i s t r a c i ó n e f e c t i v a d e l a producción, la calidad y la cfcctividad de costos) fue seguridad/control de pérdidas no solamentc rcducelas pucsto cn acción por muchos gcrcntcs cn muchas mucrtcs,laslesiones los dañosa la propiedad, y sino quo compañías y cn rnuchos paíscs. l-as siglas I-S-M-E-C tambiénmejora la producciór¡ la calidady el control de (Identificación del trabajo - Estánda¡cs - Medición - costos.I-a tcndencia actualse dirige haciaun sistemade Evaluación - Cor¡ecciones y Fclicitación) fueron administración integral, y hacia la excelcncia ad- ampliamcntc accptadas como la cs¿ncia de un sistcma minist¡ativa. de control. PREG{.INTASCLAVBS 1. ¿Verdadcroo Falso? Dura¡te la nrayor parte de este 1 3 . A m e d i a d o s d e l p r e s e n t cs i g l o , l a d e f i n i c i ó n d e siglo, la tcndcnciaen los índicesde accidentes iibre fatales, seguri¿adevolucionódcsdcel concepto de acci- ha ido en descerrso. dentes" hacia el dc de Le pri.mcraley de corn¡icn-saciónlos trabajadores a fue ¡,erdidas promulgadaen: a) Alcm:Lnia;b) Inglatcra; c) Chnadá; principales de un sistema 14. Anote los cinco a-spcctos d) EstadosUnidos. ¡ndemo de conüol administrativo. 3. ¿Enqué año sc constiruyóla A-sociación hevcnción de 15. ¿Qué es lo que conüerte al control de daios, en un dc AccidcntesIndustrialcs Ontario? cri pucntenah¡ralcntrcun progmmade seguridad orientado Á a las lesioncs y otro prog¡arna oricntado a los acci- T. ¿En quó aio sc fundó lo quo sc corroce actualmcntc dcntcs? como cl CorL-scjo Nacional dc Seguridad? Control dc Da-ños"se publicó cn ei año: a) 16. El libro Anote por lo mcrros scis dc los nucvc factores dcl ac- .:.,:-*^ ^- ^ ---..J.1-.,¡ 1 9 4 6 ; ) 1 9 5 6 ;c ) 1 9 6 6 ; ) 1 9 7 6 . b d iivlsmí,rcfi Scluritl:rü,que sc mcnctonafona¡itcno¡- tncnte. 17. l-os decenios de 1970 y 1980 se podnan caracterizar como la era de la evolución ¿Cónro rclaciona inflacióncoirla necesidad una sc la de de la administ¡ación de seguridad/cotrt¡oldc perdida-s. tnayor atencióna la administ¡ación la scguridad? de 18. ¿En qué año se fundó el InstirutoInternacionalde Con- 1 . ¿Vudadero o Falso?Duranteel siglo XX, cl énfasisen trol de Pérdidas? la scguridadsc ha ampliado,clesde énfasispuestoen un lo administrativo" a un énfasis centrado cn lo *in- 19. ¿En qué año se inició cl Sistema Internacio¡nl de genicril". Auditona de Seguridad? 8 . ¿Verdadeioo Falso?Durante la primera parte de este 20. ¿Verdade¡oo Falso?I-as e¡cuestasbasad,s en opinioncs siglo, la seguridadse orientó principalmcntea las dcmuestran que normalmentc la scguridad tiende a lcsioncs. situa¡sc en los primeros lugares dentto dc la c,rcala motivacionalde la administración, l-a SociedadAmericanade Ingcnicrosde Seguridad se fundóen cl año: a) 19O1; 191l; c) l92l; d) 1931. b) 21. ¿Yerdaderoo Falso? Se accpta cada vez más ei hecho dc quc las causasbisicas de los proble¡nas incidentes o1 0 .El lib¡o sob¡c Prevcnción dc Accidenteslndust¡iale,s" dctcrioradores-ya so trate de problemasde scguridad, dc Heinúch sc publicó por primera vez en el año: a) calidad,costoso producción- so¡rlas ¡nisma-s. 1901 22. l-a forma principal de mcjorarla seguridad mcjorando e.st 1 . ¿Vercladcro Fal-so? cvoluciórr¡rarallegar a irrtcgrar o [-a els=--a l a s c g u r i d a dd c n t ¡ o d c l s i s t c m ad c a d m i n i s h a c i ó n p r o f e s i o n a l ,c x p c r i t n c l r t óa v a t l c c ss i g n i f i c a t i v o sa 23 [-os resultados dcmuest¡an quc una adnri¡ústración efec- mediados siglo XX. dcl tiva de la scguridad/control cle pérdidas, no solamente rcduce las mucrtcs, las lesiones y los daños a la12. ¿En qué año sc furrda¡on:la Socicdadde Seguridaddc propiedad,sino que adcmás mejora la Sistemas? Sociedad ¿I-a Nacionald¿Administraciónde p , la c_.-.--=-_ y cl control dc Scguridad?¿El prograrnade Ccrtific¿ción hofesional c- de la Scguridad?
  • 1 6- L i d e r a z g oP r á c t l c oe n e l C o n t r o l d e P é r d l d a s RESUIVÍBNDII APLICACIONIS PITACTICAS S - Iars Supcrvisorcs B - Para Ejccutivos C - Pnr¡ Coordinadoresde Ia SeguridadiControlde Pérdidas C Utilice cl prescntcparacrcar un futuro nrcjor (más scguro,lnás 1 . Aprovcchc cl pas.rdo. procluctivoy dc tnayor calidacl). 2. Colabo¡c con lq; lídcrcs sfurdicalcs los aspectos cn signiñcativosde lideraz-go en scguricl:idy salud. J. Desa¡rolle una política para quc los trabajadoressc colnprometan con la calidad de los factorcsdcl lugar dc trabajo,como lo son la scguridady la salud. * . Promuevay coordine actividadesdestacadas participaciónde los trabajadores A de en seguri<irrcl s.eluden su propia á¡ea de responsabilidad. y 5 . Asesorey colaborucotr lc,sgcrerrtes o1>eraciótr rolación con la aplicaciónefcc- de en I tiva clclos principios y pnlcticasde participaciónde los trabajadorus. 6. Ilnseñc y F)llga e¡r prácticacl conceptodc la scguridadconro control de las pérdi.las 1 accidenta-lcs". { 7 . Asegúrcsede que lm programasy actir.idadeserr seguridaciilcluyan u¡r énfasis adccuadosobreel control de los dairos,así como sob¡ccl control clclas lcsioncs (grr cjcmirlo:solrc cl cont¡ol t1caccitlcntcs"). 8. I<lentifique evalúc las cxposicionesa Pcrdirlas su propia árca dc resporsabilidad. y en 9. Dcsarrollc plancsy p¡o81anras scguridad/control pcrdidas. dc de 10. Aplique las habilidadesdc la administraciónprofesional para poner elr prácticalas ac- tividades de los programas dc scguridad/control de perdidas. 1 1 . Enseñey ponga cn pr:íctica Ia filosofía que rechazala interprctación de los accidcntes como *descuidos los trabajadores", centrael énfasisen las deficienciasdel dc y sistcma administrativo; por cjemplo, los programasinadecuados,los eskindares y i¡raclccuadcs el nranejoinadccuadodel cumplimicnto dc los cstárrda¡es. 1 2 . Utilice cl coriceptodcl cont¡ol administrativo(-S-N{-E-C) como la vía principal para lograr la scguridad. 1 3 . AdtninisÍc la scguridadde la misma forma como manejalos costos,la produccióny la calidad. 1,1 Enseñey pongaen prácticael hccho de que las causas b¿ísicas los problcmas,o dc dc (¡ra los i¡cidentesdetcrioradores scan problcmasdc scguridad,de calidad de costos o de producción), son las mismas. l). Maneje la scguridad no como urra pa¡te separadadel trabajo y dc la admirristración, sino como partc de la fo¡rna corrocta de trabajar y dc administrar. 1 6 . Otorguc una atención adccuada conüol predictivo y a los cua-si-acciilentes. al 1 1 . Emplce cl principio dc los rcsultadosde la Administ¡acióncomo una oricntaciónpcr- *Un mancnlc: líder tiendc a obtenerresultadmmás cfcctivos,a travésdc otras pcrs)na-s,ponicndo cn prácticalas ta¡easadministrativas planificación, dc: lidcraz-go control". orgarriz-.rcióq y I 1 8 . Penuita quc sl¡spalabra-s accionesreflejcn zu conviccióndc quc cl dcscnrpcño y cx- ( cclcntc rcquicrc dc la cxcelcnciaadministrativa. I I
  • - L a s C a u s a sy C o n s e c u e n c i a s e l a s P é r d i d a s 1 7 d CAPTTULO 2 LAS CAUSAS COh¡SECUENC¡AS LAS PERDIDAS Y DE *Si no se conoce causa de los fenómenos, cosas manifiestansecretas, Ias se osctlras la y discutibles,pero todo se clarificacuandolas causas hacenevidentes". se - LUIS PASTEIIRI¡TTRODUCCION proceso causal de los accidentespara lograr un desarrollo apropiado dc los cont¡oles. Por ejemplo, es nluy probablc . lr{uchos ejccutivos no comprendcn lo que rcaimente cues- quc los cjecutivos que crecn que la mayoría dc los acci- cle.scuido",ta¡ ios accidcntes y otros acontecimientos que ocasiorran dentcs sotr causadospor un recurarl al castigcrpcrdida-s. Cc¡n la-s Iinr itacioncs impuestas por cl pcn-satnienttr o a progmnrasde prornociónpara hacer quc la Senteseat;-¡iliciolirl cn cl campo dc los accidcntcs,cs probablc quc lnás cuidadosa".El ¡estrltadornásprobablc scrá cl quc lossólo s,: vcan los costos clel t¡atamiento médico y de la accidcntcs oculten en vez <le resueltos. se scr Los ejecutivoscornpensaciórr al tmb:rjador. I-o que es pco¡ aúr¡ puede que que crocn que los accidcrrtes acontecimientos son extranctsios aceptcn como coBtos inevitables dcl "quehaccr o anormalcs", ticnden a p¡otegcrsc con tlna mayor cobcr-ernprcsarial" üSu1>oncr que los costos por accidentes debcn tura en segu¡os,sólo para descubri¡ postedormentequc,ser abso¡biclos por ia Cornpañia de Seguros. Son muy pocos muy rara vez, cuando ocuner! éstos cubren todas la-slos ejecutivos que cornprendcn que los mismos factores que pcrdidasque se prducen.ocasionan accidentes causan asimismo pérdidas de El propósito de este capíruloes facilita¡ a los ejecutivosproducción, como también probletnas dc calidad y costo. El una mcjor comprensiónde las cau-sas costosrealcsde los yllegar a comprender ios factores causa¡itesde los accidentes, accidentesy de otras perdidasy dotarlos de un contextoequivale a cla¡ un g¡an paso en el cont¡ol de toda-s las fu¡cional para analizarsus fuentesde origcn y s€r capaces1Érclidas. , dc cont¡olar sus cfcctos. Ei ejecutivo progresistasé cla¡á l,os rcgistros de seguriclad dc las organizaciones dcs- cuc¡rta quc las causasde los accidcntes co¡Tcspondentacada-s, prucban quc los accidelrtcs no solr parte incütable ta¡nbién a las mismas causasde ot¡os tipos de pcrdidas.dcl costo de la realización dcl ttabajo. Tarnpoco lascompañías dc seguros son organiz-acioncs de caridad. I-as DF-IiINIC IONES PRACTIC AScanticlades que éstas desenrbol.san,además de sus costosa d m i n i s t r a t i v o s y d c s u s u t i l i d a d e s , s o n c a r g a d a sa l Para comprcndcr la sccucncia de eventos que pucdena.scgurado través dc prirnas mucho más altas, que se basan a llegar a producir una ¡Érdida, cs esencial tcner claro lo quecn la cantidad dc accidctrtcs cx¡uimcntados ¡ror cada uno cstá tratalrdo dc prcvcnir o controlar. Un ACCIDENTE ¡¡¡¡oiganización. Adcrnás, nurncrosas organizacioncshan sc puede dcfrni¡ como: acontecimíento no deseado quedr:mostrado qrrc los costos dcl seguro médico y dc puede resultar en daño a hs petsonas, daño a la propiedrulcom¡rcn-sacióridcl habajador, aun con lo sigriificetivo quc o pérdidas en el proceso ". Es cl rcsultado dcl contacto corrson, corrcsponclcnsólo a una pcqueña parte dc Ios cos(os una subst¿rnciao una fucntc de energía (quírnica, térmica,rcales dc los accidcntcs, acústica, mecánica, eléctrica, ctc.) por encirna de la capacidad lrmite del cucq)o hr¡ma¡o o de la estructura. Sin cmbargo, no todo está relacionado co¡ la simole Desde el punto de vista de las ¡tesorns, el contacto lc puedecomprensión dcl costo dc los accidentesy con cl im¡:rcto ocasionarun cortc, trna qttcmadu¡a,una abrasión, una frac-ncgativo cuanti[ic:rlrlc cn las utilidaclcs o scrvicios l)r.c:s- tuta, ctc., o la alteracióIr o intcrfcrcncia dc algurra fu¡rcióntados. lls dc surn:r inr¡>ortancia cntcndcr a{ccuaclan.rcirtc el
  • 3 - LiderazgoPrácticoen el Control de Pérdidas nounal dcl cuc4>o(cárrccr, asbcstosis, ahogatnicnto,ctc.), utl para alcat,z-ar progrc.so significativo cn scgrrrirlady salud. tal como sc ol¡scrva la Fig ura 2- I . Dcs<lc punto de vista cn cl l-a ocurrcncia dcl accidcntc nristno cs cont¡olable. Lr dc la propiedad,puede ocasiorrarincendio, destrucción. gravedad de una lcsión colno rcsultado de un accidcnte es, defornración, etc.,tal comosc obscrvaen la Figura 2-2.Hay a menudo, una cucstión dc azar. Dcpcndc de ¡ruchos fac- tres aspcctcsinrportaltes e1tcsta dcf-ulición: tores, talcs conro: la dcstrez-a, los rcflcjos, la condición física, la parte clcl cucrpo quc sc lcsiona, ctc., como tambió¡.r Accidente - un acontecimiento no dc la cantidad dc cncrgía intcrcarnbiada, cl tipo dc rcsguar- deseado que resulta en daño a las per- dos instaladoa, si se cstaba o no us.rndo equipo dc scguridad, sonas, daño a la propiedad o pérdidas en ctc. Esta difcrencia ent¡c accidcrrtc y lesiórr nos pcrnritc el proceso. ccnt¡a¡ nuestra atenció¡r clt los accidcntcs en vcz do la_s lesiones quc ellos podrían ocrsionar. Primero, no limita los rcsuitados sobrc el scr lnrmano, Terccro, si cl acontecimicnto rcsulta solamcnte en daño a únicanrentea la "lesión", sino que dicedano a las pcr- Ia propiedad o pérdida cn el proceso y no ocasiona icsión, sonas". Esto incluye tanto la iesiórr,como la enferrnedad,y sigue siendo un accidcnte. Por supuesto, a menudo los también los efectos sistémicosadversos,neurológicos o accidentcs dan como resultado un daño a las pcrsouas, a la rnentales, rc.sulten unaexposicióno dc ci¡cullslancias que propiedad y al proccso. Sfurcmbargo, es irn¡xtrlante dcstacar de contenrpladas cl cu¡so dcl cmplco (ANSI Z16.Z -1962, cn quc se prcxluccn muchos mrG acciclcntcs con daño a la Rev. 19ó9). Para rnayor facilidacl las palabras -lcsión- y propicdad quc accidcntcs colr lcsiones. El d¡ro a Ia cnfemrcdad" propiedad no cs sólo costoso, sino quc las her¡amientas se utiliza¡án de aquí cn adciarrte,dcpenclien- do dc la situaciónque mcjor defina el daño a las pcrsonas. dañad.rs, así corno los cquipos o rnaquinaria, frccuente- ¡nentc son causas quc origirial ot¡os accidcntcs. por ot¡a Segundo, estadeflnición no confu¡de lesió¡r- con .acci- partc, cl aruilisis de los accidctltcs con daño a la propiciiacl dente". No son lo mismo. l¡s lesionesy enferme<1a<_les son que ocunen con mayor frecuetrcia, llos ent¡cga una ¡.ta),o¡ el rcsultadode los accidentes. pero no todos los accidentcs infonnación para orientamos en ei trabajo clc prevención y resultan en lesión o cnfermed.rdes. Esta diferencia cs crítica nos pcff[ite una mejor conrprensión dc ias causa.s quc i--_ LESIONES AUSADAS ORUNA EMISION E ENERGIA ORENCIMA E LA CAPACIDAD IMITE C P D P P A R T EO D E T O D O E L O R G A N I S M O D L DE -tipo de energía Lesiónprimaria liberada producida Ejemplos comenlarios y Moc¡inic¿ Desplumiento, rompim¡onto, Heridas producto del impacto d€ objotos móvilos tajss como bolas, f raclura y oplastarnionto, agujas hipodórmicas, cuchillos y ob]€tos qw caen; y dol impaclo del prodominantgmnte a nivol de qrorpo on moümiento conba ostrudurag rslaüva¡nonts inmóüles, los trjidos y órganos do la @mo on cadas y accjdontes en vehs.llos y en aüones. El rssultado ostnEtura dol oerpo humano. especlio deponde de h ubiación y de la foma en qu€ s aplican las lu€zas rosultantos. En esto grupo 30 enoJsnb&l la mayorfa de lm lesiores- Tó¡mi,:a I nll amac.ión, coag ulación, Quemadsas de primw, segundo y tercer grado. El result¿do qugmadura e incineración en osp€cff¡co dopende del lugar y lorma on quo so disipe la onergía. todos bs niveles dol oterpo numano. ,l il Ekíctrica Inlerlerencia con la función Elect¡oo.¡ción, quomaduras, intorferoncja con la funcjón n€ural. corno nouromuscrlar y de on la torapia do elect¡o-shock. El resultado espoci{lco dopende del I coaguladón, quemadura e lugar y forma on quo so descargue la energía. incineracion a todos los nivolos I dal cuerpo humano. I Radiación Ionizante Desorganización de los com- Accidontos on r*cto{os, inadiación tera¡iutica y de diagnóstico, uso ponentes y furrciones colulses errado de isótopos, efectos de precipilación radioactiva en la I y sub-coluloros. atmósfera. El resultado especilico dopende do la ubúcación y forma en que so disporso la emrgía. I I Q.:ímica Es generalrcnte ospecñla Induye horidc* dobiJó s tox¡nas vegotales y animalas, quomadur&g para oda subst¡¡rcio o grupo. quimims, m lrc de KOH, Br2.F2,y H¿SO¿y lu le:ionog mnos I gravos y muy vanadu, producidu por la rnayorla de lo: demntos y @mpuos16 aando s6 dm en la mnüdad suficisnto- ( Fusnle: D. W. Clar* y B. MacMafron, Pravontive Mdicúre, Boston, 1967. (Courtosy Uttls, Brown md Company) I Figura 2-1 ( ( ( a
  • y - L a s C a u s a s C o n s e c u e n c i ad e l a s P é r d i d a s 1 9 s E J E M P L O S I P I C O S E D A N OA L A P R O P I E D A D T D Irigrha2-2originancl problcmade los accidentes. programas I-os dc fabricación.seguridacl ignoranel daño que quc los accidcntcs causan a Un técnicoinstrumentisttransportabun aparato a al a p r o p i e d a dp a s a n o r a i t o a s u , p v e z ü n ag r a nc a n t i d a d e d medidordc flujo desde tallerdondesehabía el calibradoi n f o r m a c í óú t i l d c a n a l i z a c n r c l a c i ó ¡a l o s a c c i d c n t e l o n r l s, hasta árcadondcseinstalaría. el Resbaló una mancha enc u a l s e c o n s t i t u y c n u n s e r i o o b s t á c u l o a r a l o g r a ru n a c p de aceiteque habíaen el piso, alcanzóa recobrarelefectiva reduccióntantode las lesiones como de los costos equilibrio,pero se le cayó el instrumento medidory elpor medio dc un efectivo control. d a ñ oq u es u f r i óf u es u p c r i o r c u a l q u i ep o s i b i l i d a d e a r A continuación prcsentan se algunos.¡..píos cleacci- rcpa ación. rdentes: En estostres casostodos fueron aciidcntes;cl primero Un mecánico encontraba se trabajando cl pozo de en porquedio como resuitado porque una lesión;el segundo, engrase, un taller de reparaciones. en Como habíauna resultó unalesión, un dañoa la propiedad en pórdida cn en y baja tcmperatura, pucrtasy ventanasestaban las ce- y, parael proceso, el tercero, porquedio conloresultadoun rradas. vehículo que seencontraba Un cercahabía sido d a ñ oa l a p r o p i e d a d . d e j a d oc o n e l m o t o r f u n c i o n a n d o E l m e c á n i c os e . O t r o t é r m i n o q u c s e u s a c o n m u c h a f r e c u c n c i ac n d c s v a n c c i ó ,c b i d oa l n t o n ó x i d o e c a r b o n ou n as u b s - d d , s e g u r i d a d s a l u d ,c s l a p a l a b r a N C I D E N I - E . n r c l a c i Ó n y I E t a n c i a u ei n t e r f i c r e o n l a c a p a c i c l ad e l a s a n g r c a r a q c d p c o n l a s c g u r i d a dl,a s a l u do c u p a c i o n a l l o s i n c c n d i o sc l y , transportar oxígeno. " i n c i d e n t c g c n c r a l m c n ts c u t i l i z ap a r ar c f e i r s ea l " c t l a s i - " c r U n c l c c t ¡ i c i s ts cc n c o n t r a bra p a r a n c uo an r á q u i n d c a c in a a c c i d c n t co a l a " c u a s i - p ó r d i d a " .i l l i a mG . J o h n s o n ,u t o r " W a altovoltajcnie nt¡asésta mantenía se funcionanclo, para del libro anipliamcnte aclamado, ÚIORT Safety Assurance ahorrar tiempo. Se le cayó el destomilladorc hizo S y s t e n s ,s t a b l e cq u c e l i n c i d e n t e s s i m i l a ra l a c c i d e n t e , e e e cortocircuito cntredospuntosdc contaclo. explosión [-a p e r os i n i m p l i c a rl e s i ó n i d a ñ o . ¡ a i n c l u s o n á s e j o s p a r a n r l , r e s u l t a n t q u c m ó g r a v e m c n t c l e l c c t r i c i s t a ,a ñ ó l a e a d a f i r m a r u c l o s i n c i d c n t ea d q u i e r e g r a ni n l p o r t a n c ip a r a q s n a c a j a d c m a n d o y p a r a l i z ó p a r t c d e l p r o c c s od c l a s c g u r i d a d .l i n c i d c n l c o nu n a l t op o t c n c i ad c d a ñ od c b e E l
  • - . I q;r !!r !!F,urlr: ! ---.....!€_L?r---]_-i-5i-v*@-.--:*-":a{- :20 - LiderazgoPractico el¡ el Conlrol de Pérdidas scr investigado tan cxlaustival¡rc¡ltc y con la tnistna ¿TIEiYEN LAS ENIiERMIIDADIS dcclicación Por lo tatrto, con quc se investigaun acciclcntc. *u¡t acon- ócup¡TcIoNALBS cAUSAS coMUNIts derrho de e-stecontcxto, un INCIDENTE es CONLOSACCIDENTES? tecimientono deseado,el que fuio cirxttnstancias ligera mente diferentes, podr{a haber dado cono resultado Eristcn muchas razoncs para que se produzca una ctc- lesiones laspersottos, da¡1ort la propiedad o pérdida en a ciente prcocupaciónpor las enfen¡cdadcs ocupacionalcs eI proceso-. A cotrtlruaciónse ofreceun cjcmplo: La lista de substanciasque puedcn <rcasione¡c:inccr u ot¡a-s cnfcnncdades. aulnenta cadaaño. lvfuchasde estas srtbstan- Dura¡tc su tunto dc noche, un trabajador dc n-ran- segurasy rrnin¡xlr- cias fueron en un ticmpo considcradas tcrümicnto cnconüó utr carro nlontaca¡gacléctrico es- tantcnúmcro dc trabajadorcs cncontró cxpucstm a cllas sc tacionadoen un ¡xsillo en vez de su lugar habitual dc cxposicionesno sc co- A menudo. lcrsrcsultadosdc esta-s estaciorramiento.Condujo el carro rnontacaiga a su nocen, si¡o hasta dcspuesdc un largo tiempo y pa¡a esc lugar, pcto, al querer disminuir la velocidad para entonces, darloya cs irrcvcrsiblc el detcnerse, descubrió que los frcnos no responüan. fuipidamente puso los controlcs en reversa logrando En nuesha dcfidción dc accide¡rte,dijirnm quc cra el sólo chocar levelnente contra el set de rccarga dc resultado del contacto con una substa¡rciao fucntc dc batenas, sin caus"r¡ ning.tn d-eñoaparente Bajo cir- cncrgía por encima dc la capacidad límlte dtl cucrpo curstancias rrn poco diferentes, este incidcnte po<lría hu¡nano o gstructura.El cucrpo huma¡o ticnc nivclcs dc habcr resultadocn un gran dario para el carro montacar- toleralrcia umbralcsdc lcsión paracadasubstancia forma o o gasy para el sct destinadoa la carga de baterÍas,como dc encrgía.Generalmcnte, cfectos los daij¡ros dc un solo tarnbiénpudo habcr herido al conductor tipo <teconLacto,colno: una cortadura, urra fracfura, una dislocaciór¡una amputación, una qucmaduraquirnica,ctc, Algurras ernpres¿s que cucntan con Progtamasmás sofis- so¡r considerados como lesiones. I-os cfcctc,:sdaninos dc ticados se teficren a los acontecimientosno deseados, contactosrepetitivoscomo: la tendosinovitis,el cánccr,cl cmpleando el término INCIDENTE, con el propósito de daio al hrgado, ia perdida de la audición, etc son con- arlpliar la cobertu¡:r o extensión dc sus programas- Otros (tambic:n accptacl quc las sr: siclcradosconrocnfenncdadcs, a c o n t e c i m i e n t o sc n l o s c u a l e s n o s c h a n p r o d u c i d o , enfcrmcdadespuedan pr<xlucirsca pafir de un contacto pérrliclas, cr:nside¡ancomo de Alto Potencial pata se 1 rinico). producir daño,pcr cuanto,de csLa forma, se les concccle la mi-smaatención cs¡xr:ial c inte¡ós quc se le otorga a lm acontecir¡rictrtos g¡avesquc dan colno resultadoperdidas. Los accidentesse prcducen por el con- En csta definiciólr de INCIDENI]E se consideran tanto: los t a c t o c o n u n a s u b s t a n c í ao f u e n t e d e accidentcs, cuasi-accidentcs, fallas los las en protecciónde e n e r g í ap o r e n c i m ad e l a c a p a c i d a d í m i t e , l p!:urta,la-spérdidas o las cuasi-¡rc¡didas ia producción a del cuerpo o estructura. como a la calidad,ctc. Las siguicntes dos dellniciones son muy neccsrrias y El a-specto crítico quc cs ncccsario comprcndcq es quc atnl¡assc van a emplcar amplianrentcEl contcxto <icntro arnbos posccnt¡n factorconlú¡i: cl cotttactocon un¡ substan- usallas,sc cncatgarádc dctct- dci cual se h:ir:i nccc-sario ci¡ro fucntcdc cncrgía cncitna<lcla capacicl¡tl ¡ror límitc dc mjnar cuál es la que corrcsllondeetnplear. un1 parto o dc to<locl cucrpo. En últirna insturcia, ambos posccnlos mismosconüoles: la prevcnción dcl cotltactoo su rcduccióna un nivel cn quc no se produzcadaño Ambos incluyen las misnras ctapas: identificación de las cx- INCIDENTE posiciones,cvaluación de la graved.ed probabilidad de y ocurrencia, el de;.enollodc los cont¡olesadccuados y Estc el co- I comcntario no tiene el propósito cle desmereccr U n a c o n t e c¡m¡e n to o d e se a d o ,el n nocimiento cs¡rcrializado que so requiere para analizar los { que ba¡o circunstanc¡as ligera- problcmas ocupacionalesde salud. Se ha dedicado un mente diferentes, Podría haber capítuloconrpietode estc libro al análisis de este asp€cto r e s u l t a d o e n l e s¡o n e s a l a s P er - Un prograrnaefectivo dc seguridacl dc salud debe ser io y sulicicntc¡ncnte cornplcto colno pa¡a considcra¡toclosIos sonas, daño a la ProP¡edad o accidentes incidcntes,ya sea que el resultadohaya sido e p é r d i d ae n e l p ro ce so . cnfcrmcdad,dano a la propicdado cuasi-frdi<la lc-;ión, U n a c o n t e ci mi e n to o d e se a d oq ue n p u e d er e s u l ta ro re su l tae n p é rd i da. - SEGURIDAD Control de Pórdidas accidenlales
  • - Las Causas y Consecuenciasde las Pérdidas 21 lJna tcrccra dcllnición irnportantecs la dc la palabra tados: ..SEGLIRIDAD. Gcncralmcntc,sc la dcfinc como librc dc Por cada lcsión gravc rcportada(que dio como rcsultado.-.rccidcntcs o la condición de cncontrarsea salvo dc daño, Inucrte, incapacidad,pérdida de ticmpo o tratamicnto :sioncs o- ¡érdida. Sin embargo,una dcñnición más fun- médico), sc produjcron 9,8 lcsioncs mcnores rcflortadas cional es control de pédidas accidentales.Estadcfinición (quc sólo rcquiricron dc primeros auxilios). Para las 95-considera la lesióq la enfermedad, daño a la propiedad cl y compañíasquc, ademásanalizaron las lesiones g¡avesen su en el proceso.Incluye ambos conceptos, dc cl información, la pro¡rorción fue de una lcsión con pctdida de_,r ¡rcrdida ¡¡cvcnción dc los accidcntcs cl dc conscrva¡las ¡rcrdidas y ticmpo por cada 15 lcsionescon tratamientomédico*cn un mrnirno cuando los accidentes llegan a ocurrir. tJ¡ 47 % de las compañías indica¡otr que investigaron- Iambiénconsidera la función dcl control en el sistcma administrativo. todos los accidentes con daño a la propiedad y un 84%_ afirma¡on que invc-stigaronaccidentesgravas con daño a la- Un estudiosobresaliente seguridad en propicdad. El análisis fi¡al indicó que sc informa¡on 30,2 accidentescon daño a la propiedad por cada lesión grave-: [l c,studio que se dcscribea conti¡uación, seráun aPorte rrás al lcctor pa-racomprendcr la importancia de prcstar Pa¡te del estudio incluyó 4.0O0 horas de ent¡evista con--atcnción a l o s a c c i d e n t c sq u c o c a s i o n a nd a ñ o a l a fidencial por zu¡rervisores entrcnados a los trabajadores- propie<lad. sobre la ocurrencia dc i¡cidentes que, bajo circurrstancias- ligeramentedistintas,poclríanhaber resultadoen lesión o F-n1969,uno de los auto¡esde estetexto emprendió un daño a la propiedad.- :sfudio sobrc acciclc¡rtcs industriales;en csc entonccsera Di¡ectorcielos Scrviciosde Lrgenienapara la Cornpairía de Al refcri¡nos a la relación 1-10-30-fÚO(Figura 2-3), so- debe tencr pfcsente que ésta representalos accidentese Segurosde Norte América. Se rcalizó un análisis de- i .753.498 acciclentes, ftteton informadospor un totalde quc incidentes que fucron reportados; y no exactamentecl 297 compalías colaboradoras Estas compariíasrcprc- nrimc¡o total de accidentcso i¡cidentes qr¡e cn realidad- scntabana veintiún grupos indust¡iales diferentes, que ocurrieron durantc ese Penodo.- emplcaban 1.750.0O0 a trabajadores quc totalizaronr¡rás y Mientras observamos csta proporción podemos aprcciar rl¡.t¡es mil milloncs dc ho¡as-hombre trabajadasdura¡tc cl con daño a la propiedad quc se informa¡on 30 accidentes p,:rícdo de ex¡rosición analizado. El estudio reveló las I-os accidcntcscon- rctrnr- ¡rcr cada lesión scria o incapacitante siguicntes proporcionesen cuanto a los accidcntes -l I ESTUDIO LA PROPORCION ACCIDENTES DE DE L E S I O N E R I AO G R A V E S Incluye lesionesgraves incapacitanles. e (ANSI -2,16.1, Revisada1967, de1-15.) Proporción LESION ENOB M Todalesión menos grave. reportada que ACCIDENTES CON DAÑO A LA PROPIEDAD Todos tipos. los I N C I D E N T ES I N L E S I O N D A Ñ OV I S I B L E S O (Cuasi-arcidentes o oscapadas milagrosas). ril.r i]li]fiuAY liNitiIBilli 1-l I i:.-;ii1r.í) lrigur¡¡2-3 i.i AJ"if
  • 12 - Liderazgo PÉctico en el Control de Pérdidas dario a la propicrladtienen tur costo dc billo¡rcs dc dóla¡cs NIODI;IS DB CAUSAIIDAD DI PEITDIDAS cada año y, sin cmbargo Ircr lo gcneral, sc lcs da una denominacióncrraday sc les considcracomo *cuasi-acci- Du¡a¡rte los últimos años, se han irrco4lorado nunre¡osos dcntes". mo<Jelos causalidadcle accidentcsy pcrdidas Un gran de porccntajecle cstos modclos son complejos y difícilcs dc .ompr"nd"r y dc rccordar. El modelo dc caus"elidad dc Por cxtrajia i¡orüa, esh lrrrca dc pcnseruicntorcconoce el pérdicla,que se obscrva ct la Figura 2-4, ademís de scr hcchoque ca<la situaciónde daño a la propiedadpudo haber rclativa¡rentcsirnple,contiellelos putrtosclavcsttcccsa-rios, rcsultado en una lesión personal Este ténnino es una que lc pcrmiten al usuariocomptcndcry recor<lar pocos los remiliscctrciadc las actiüd.edes capacitacióndc antaño dc hc¡hos críticos de inrportancia para cl control dc la gran y de las cotrccpcioncserrad¡s quc llcvaron a los supcr- r n a y o t í a d c l o s a c c i d c n t c sy d c l o s p r o b l c t n a sd c *accidcute" rinicamentecon el y ui.ot"" a asocia¡cl término administración de perdidas.Se encuentraacfuaiizado cs y conceptode lesión. co¡rsistente con lo quc los lídercs del control dc pcrdidas alrcdedor dcl mundo estátr cxprcsanclo accrca de la Les rclacionesscña-ladas l-lG-30-6Oo en cl cuadto de dc que con toda cla¡idad la irrserrsatez causalidad perdidasy accidcntcs. de proporcionas,dcmuestra cornetemos al orierítar todos nuestros esfuerzos a los El tenerpresentclos pocos puntoscríticos qut: sc ilustran ¡clativarncntc poqursimos acontecimientcs qu c rcsultan ctr cn el rnodelg,le pcrmitirá al usuariorecordarmuchosdc lcx lesioncs gmves o incapacitantes, cuando cn rcalidad se detallcsque sc prcsentan t¡avésde estelibro a hacen ptescnto taritas y sigrrificativas oportunidades que of¡cccn u¡a base mucho más ampiia para po<1cr aplicar un PERDIDA control efectivo mucho mayor de to<Las pqrdidasaccidcn- las pérdida", El rcsultadode un accidentees tales. (como se observa er: l^ FiSura 2-. TaI Valc la pcna clestacar csta allura que el estudio de las a como lo hetnos exprcsado en nuestra proporciones irrcluyó a un grupo considerable de or- clefinición dc accidente,las pórcliclas nrás ga:rizacionesdentro de un período dado No sc puede obvias son el daño a las pcrsonas,a ia clesprcnder estoque la proporciólrseránecesariamelrte de la propicdado al proceso.Le-s"intcrnrpcioncs nristnapara cualquicr grupo u orgarlizaciónen particular reducción dc las utilidadcs", sc considcrair * .lel trabajo,- y la No es csto lo que se pcrsiguc.I-o im¡rortarrtc destaca¡ de cs .o,,ro perdidas irnplícitas dc imflorta¡cia Por lo tanto, no:; quc las lesioucsg,ravcs son acontccilnicntos cxcepcionalcs encolltralnos con pórdidas quc involrlcrall a pcrsonas y que ctr vcrdad sc presentam muchas ogcrtrinidades a través propic<lad, procesos y, cn últirna instancia, a las utilidadcs de acontccimientos menos gravcs y de mayor frecuencia, IJna vez que se ha producido ia secuencia, el tipo y grado pam ser capacesde tomar las rnedidas para prevenir que de la percliclacs, cn cicrto nlodo, utra cucstión dc sucrtc El ocuran per<iidasdc nrayor considcración l-os líclercs cn cfccto puede fluctuar dcsdc un acontccitniento ilrsig- scguridacl,también ha¡r i¡rsistido en que estas accioncs son nificante a uno catastrófico, de una sitnple magulladura o más efectivas,cuando se orientan a los i¡cidentcs y acci- abolladura, hasta numcrosas muertes o la pcrdida dc una clentcsmenorss,con un alto potencialde perdida EL MODELO CAUSALIDAD PERDIDAS ILCI DE DE DE FALTA DE CATJSAS CAUSAS INMEDIATAS PERDIDA CONTROL BASICAS 1. Programat lnadecuado¡ Factores Conlacto Actos con Personas 2 Eshíndarcr personales & energía Propiedad lnadrcuado¡ condíciones o Proccgo dcl programr Factores subeslándares substancla 3. Cumpllmlcnto del trabaJo Inadrcuado de tcs c¡Landarc¡ Figura 2*{ tt
  • t - L a s C a u s a s C o n s e c u e n c ¡ ad e l a sP é r d i d a s 2 3 y s I I RESULTADOS DB ACCIDENTES I W -t- i- m- 1¡- gb. ¡r<.ñ . - vt w@t-li-t-Ii-t-It-Il-Ii- . ;lt-I w. i;*; 9¿,í ; ?* -.t!-.¡ tV:.,L.:+,;.I4 ¡ : ! &tt.r *¡.iil- At-Ii-i-I f l . -l- ^:,..-<A.?,í42I --:,*-*_l-I .a&gqsüIt-t-II-tIt-I-tIt-It-iI CERRADO
  • 24 - LiderazgoPráctico en el Control de Pérdidos planta.El tipo y grado dc la pérdida dcprctrdc, partc, clc crr coll uJrafl¡c¡rtcdc crrcrgía cncinradc Ia ca¡racidad g;r lúnitc ci¡cu¡utancias fortuitas y, en parte, dc las medid¡s cluc sc del cuerpoo estructura. lnqlo de cjenrplo, un objcto que A tomcn para minimizar la pérdida. I as accione_s para rnini_ cae o cn movimiento, Lnplica utra energíacinética que sc miza¡ la pcrdida en estaetapadc la secuencia,incluyen los t¡a¡rsfiere al cueqpo o estruchr¡a que golpea o toca, Si la cuidadosoportunos y adecuadosdc primlros auxilios de v cantidad de energía tra¡rsfe¡idaes cxccsiva, Iogta causrr atenciónmédica,urr nipido y efectivo control dcl fucgo, Ia cleñospersonaleso da:io a la propicdad. Esto no sólo sc oporfuna reparación del equip<tc instalaciones dañadas.la producedebidoa la cncrgíacirrérica, sino tambiéndebido a: aplicación eficiente dc los plancs de acción frcrrtc a ias la energíacléct¡ica,la acústica,Ia tómrica, la radioactivav cmcrgcncia-s de una efcctiva rehabilitació¡r de las pcrcorras y la energíaquímica. para reirrtcgrarscal trabajo. A continuación ofrcccn algunosde los tilxts más comu_ se No cxistc hecho dc mayor t¡asccndcncia o más <Iramático nes de transfcrenciade energía,de acuerdo a un listacjo que los asp€ctoshurnanosderivados de la perdida acciclen- proporcionadopor el A¡nerican Standa¡dAccident Clas_ tal: lesiones,dolor, pena, angustia, perdida de micmbros o sification Code (Código Amcricano de Clasificaciórr de frrnciones del cuerpo, enfermedadesocupacionales,in_ Está¡dd de los AccidcntesANSI 216.Z _Rev.1962,1969). capacidad,muerto. La ma¡era más efectiva de que sc dis_ pone para miniiniza¡los es haciendo uso ta¡rto de los o Golpearcontra (corricndohacia o tropez;urclo con). aspectoshumanos, como de los cconómicos, pa¡a motiva¡ o Golpcadopor (objcto en movirnicnto). el cont¡ol de los accidentesque dan origen a las pérdidas. I . Cl1ída distinto nivel (ya sca que cl cuerpo caiga a o Ya sea que la gente resulte herida o no, los accidentes que caigael objeto y golpce el cuerpo). t cuesta¡dinero...¡ymucho! y los costosde lesiones enfer_ o . Caídaal mismo nivel (resbalar caer,volcarsc). { medadesson sólo rura parte relativamcnte pequeria de los y costostotales La Figura 2-ó resume la mejor infonnación . { c Atrapadopor Guntos fiicrroso cortantes). de que se disponc,cn ¡elación a estoscostos. ( c Atrapadoen (agarrado, colgado). El ejecutivo conscientey preocupaclo i Ircr los costos,no toma csla información a la ligera. Si bien es cierto que los o At¡apadoe.ntrc(aplutado o amputado). I costos relacionados las lesiones, con ubicadosen la cima del ¡ o Contactocon (elcctricidad,calor, fno, radiación, iccbcrg, puedctr scr significativos deterioradorcsdc la-s I substancias cáusticas,subslancias cas,ruido). tóxi utilidades,su importanciasc ve cmpañadaal compararlos o Sob¡etensiórysobrecsfu i con los costosque se grafican bajo la superficie y que se ven erzo/sobrecarg<_r. ,j aumentados, por lo menos, de seis a cincuenta y tres veces Tal como sc discuti¡á con más detalles en el capítulo rnzís. Cualquicr organizaciónque calcula el costo de sus siguiente, el considcra¡ cl accidcntc cn ténni¡os cjc un t perdidas debidas a los accidentes, sólo en térmirros de co¡rtacto intcrcambiode cncrgía,ayuclaa cnfocar cl pcn- e ¡ lesiones y enfermedades ocupacionales (.,r. gr. samiento hacia los mcdios de control. Es posiblc tomar compcnsacióndel trabajador), se encontrará contemplando { medidasde control que aJtcrcn absorban encrgía,con el o la ta¡ solo 115a ll50 de los costos posibles de identifica¡. I_a proposito de minimizan el pcrjuicio o el daño quc sc pucda { Figura 2-Tenumera una scrie de estosco6tos, quc provicncn producir cn el momento y punto de contacto.Los equipos I di¡ecta¡entede las utilidadcs. Ahorre ta¡r sólo un dólar e de protecciónpersonaly los resguardos protección,co- cle el costode los accidentes ustedse encont¡a¡áaumerrtando y { responden a ejemplos comunes.IJn casco,por cjcmplo, no tambiénsus utilidadesen un dóla¡. evita el contactocon un objetoque cae,pero pucdeabsorbcr { En la Figura 2-8 se iiustra la importarrcia y el potencial y/o desviar parte de la encrgíay a:í prcvcnir o nrinimiz-arcl quc so poscepara mejorar las utilidades a traves del cont¡ol daño. Ot¡as medid"" de cont¡oi en la etapa cle contacto, { de perdidas.Agregue a esto, el recu¡so m:ís importante, que incluyen cl reemplazode u¡ra substa¡ciapor un proclucto { lo consütuye el factor humano, y usted conta¡á con los dos químico mcnos dañino o un soivente menos volátil; la { aspectos m:ís funda¡rentales del mundo: la protección de las reducción de la cantidad de energía liberada, como por utilidades,del proceso,de la propiedad y de su GENTE. Esta ejemplo, el hace¡ correr el agua dc la ducha a una 6 es la razón del por qué es tan necesario comprendcr y haccr tempcrah[a por bajo dcl nivel que produce qucmaduraso { uso de Ia sccuenciade causay cfccto de los accidcntes. el i¡rstala¡reguladorc,s automáticosen ios motores pa¡a limitar su velocidad; el modificar urra superficie pcligrosa f, INCIDENTE/COt{TACTO ¡edondea¡dolos bordcsagudoso acolchandolos puntos<Je { contacto;y, reforz-arrdo cl.objeto (ya sca: una colulnlra, la Estees el sucesoantcrior a laperdida" -cl supcrficiedc cargade los camioncs,cl piso) o cl cucrpo (los { contacto que podna caus:r¡ o quc caus-a la músculos),son fomras quc logtan un límite de capacidad 6 lesión o d¿ño. Cuarrdose pcmnite que cxistan las causaspotencialesde accidc¡rtcs, qucda cntica muchomayor. e siemprc abierto cl camino para el contacto Cuandosc pcrmite quc cxistal condicioncssubcstánda¡cs { t ¡
  • - 25 L a s C a u s a s C o n s e c u e n c l ad e l a s P é r d l d a s y s PRODUCIDOS ICEBERG LOSCOSTOS DE POR LOS ACCIDENTES COSTOS LESION DE Y ENFERMEDAD . Médicos (Costos . Costosde ComPensac¡ón asegurados) ,lllr,r,, /,,,1t,,tl ¡--JJ[l.-_-/- :_ - o Daño a los edificios a Dañoal equiPo herramien- Y tas a Daño al Producto material Y ! lnterrupción retrasos Y de $mffi$sm producc¡ón . Gastoslegales . Gastosde equiPo Y provisiones emergencia de GASTOSCCINTABILIZADOS . Arriendo equiPos de de reemplazo POR NAÑOA LA PROPIEDAD (eostossin asegurar) a Tiempo investigaciÓn de a pagados Pérdida Salarios Por detiempo Costos contratar de Y/o personalde preparar reemplazo i $t &$s . Sobretiempo . Tiempoextrade SuPervisión . l-iempo trámitesad- de ministrativos COSTOSfulISCE!*ANEOS . Menorproducción del SIN trabajadorlesionado . Pérdida Prestigio de de Y ASEGURIR posibilidades hacer de negocios, Figura 2-6! LJdorazgo son l¡s Ings Frank E. Brd, Jr., y G€o{o€ L Gsrmain.O CoqÍightI Esfe e¡xtub conosfoodo al lbro Préctico on ol Control do Pórdidast. cÚyoÓ sulo(s ;;;J*r"l Lo3s Cofltrol Instilul€, Loganüllo, Goo<gia, 19s5. All righls rmoruodI.J-,---
  • 26 - LiderazgoPráclico en el Control de Pérdidas P E R D I D A S P R O D U C T O D E LOS ACCIDENTES Tiempo del Trabajador Lesionado quinario, dr los vohiculos, las yantas, las instsjac¡oms. ctc.. lo c!al podrh 3ry tompdal o a lrgo pla:o y quo podrh alocw aJ equipo (1) El babajador losiooado ¡iordo su capocldad do producción. Esta pórdida en üempo pro.ductivo m so rocup€ra o t¡avós del reombol_ corno asl mismo a la prograrnación respectjva- L¡ efcctilijad dcl ba-bajador losionado disminuyo aJ rotoma¡ a su so do los benofidos do omponssción dei babajador. tabaJo, dcbiCo a: ls5 rostrimiones, disminución de su eficioncia, Tiempo del Conrpañerode Trabalo sus lmpodimntos flsicos, lu posiblos mulotaj, ol onyo3¡do, otc. (Z) Los mmpoñeros dc trabajo on ol lugu dol aaidonlo piordon ( 14 ) La pórdida de lm oporacioms dol nogrcio y dol prostigio, las publiecicrrs nogabvas. el probleru de logru nuovos ffitralos. tiempo, mmo tambión on ol mtrnmto do taslada¡ al horido a la postaoala¿mbulmcja. otc., s€ consüluyon on pórdidas tipirc dol aso- (15) Surgon gctoo adicionaloa logalos dorivadoc do loc omprondos (3) So pierde timrpo por les exprosionos do lósüma o eriosidad y por la Inlorupción dol trabajo, al producjrso la losión, y más tardo, JudicioJos roloción a lo¡ bmofidos de mrponsoción. Ia: domon- m dar ps l¡ rosponsab¡lidsd cjü|, elc., lu qre requioron do la mnr¡ndo *l re una y oba voz, intymmbi¡ndo opinimos onVatadón de un a@ado, d¡sünto al gasto lo€nt dol agento do acorm do las causas, corrigMo ol rumor, otc- so€uroo y qtlo 3€ ¡nduyo sn los coslos directos. (4) So produce pórdida de tiempo por un irrclonto, produclo de la (16) Los co6io€ pucdon aumnta¡ <Jobido a las primas do roguro y a los limpieza del lugor del hccho, la rocoleccnSn do donacimos oo¡a itm6E qrs aumentan los impu€tos y quo onespondon, rosp@ ayudar 6l bsbdador y a su familia y la asislomia a audiencis, etc. üvañof,te, a poqueáos porcentajes anualss do las pérditdas impor- Ss dsbe induir tamh¡ón el costo del sobrebompo de los obos tanleE en qu€ s€ ha ¡naJrrido, asimismo en los lmpuostos basado3 tabajadores quo tienen que ctbrir el trabajo del compañero en el valor en dóla¡es de las prírdidas y quo so cargan aJ rr¡bro do losionado, y .l tjompo oo:pado por ol personsl c{*l equipo de las res€wrc. Soguri.Cad, on rdacjón al arcjdsnto, S¿ dsberían induir los flemes misceláneos adicimalos, lcs quo Tiempo del Supervisor pcdrilln ¡or mprcificos psa cjorta3 opsrcjono¿ on pa.tirulu y <¡uo El tiempo dol suporvisor que so suma aJ accidonto, induye: s€ mmif€sta¡ corc apropiados pua aquellos ca¡e ospocillos (5) de accidente- Auxilitr al trabajador losiqlado. (6) Investigar l¡ causa dol accidonto, v. gr- investigación iniqal, Pérdidasde Propiedad soguimr€nto,investigac,ióndo cómo prevenir la repotición, orc. (18) Gastos en el suminist¡o de equipos y racursos do omorgorrcia. O Plmifw la continuadón dol üabajo, oblemr matorial nuevo. r& (1 9) Costo dol oqu¡po y de los materiajos, por sobro su urc nornd como Prog ralTraf. (8) o¡secuenc¡a do la reo:poración o restauración. Sele@onaJ c instruir a nuevos trabajadores, incluyendo la postrllscjón de candidatos al puosto, la ova.luacjón do otros, su Costos d€l material do repgaqón y do lre piozr d€ ropussto. enben¡,miento o el de los babajadores transteridos. Costo del üempo oe les ropuacionos y dol reor.-,pla:o de oquipos ,{ (9) 6n tóm¡no6 de pórdida do la productividad y retreso en la Propss los informes dol accidonto, v.gr. infomes de las lesiones, infomre del daño a la pro¡iedad, informo de los incidentes, do las mmlencjón p{mificadn do otros s.luipos. i (22) Costo de las ocrjmg corr.x;tr¡as quo no x.an le: do rop*acionas. anomrt¡as, de los accidontgs de vehtalos, etc. (10) Pardclpar on lre audierrcias sobre el acqdents. (23) Pórdídas por los repuestos on slod( y quo as.,ebfn dosbn&cos a { los oquipos dasbuidos y que, por lo t¿nto, qu€d&1 obsololos. Pérdidas enerales G (24) Costos proporcionolos, t¡nto dol equipo de res*le c¿mo de{ do i (11) So pierdetiempode producc.ión, cmorgonqa. dsbidoa la improsión, shrcl<s Ios o las distjntas manloslacion€s de intorós d€ los babajadoros, la (25) Pórdidas do la produaión durúte ef periodo de: rooporadón dol { üabaiador, de la invastigación, de la limpioza. do la reparación y b a j a d e r a n d i m i o n t od e o t r o s , l o s c o m e n t a r i o sd e l h e c h o : ¿sabÍas?...(quo de la informacón certifieda- I +e atribuye lc üabajadores otrasun¡dados, a de no induidosen ol item 3, a¡tsriod. Otras Pérdidas (12) S€ prcducanpárdidascomo rosultadode la dotención la ma- a de (26) Cmügos, mulLas, c.itacjonos por ombargos. I Figura 2-7 I i EN MOIIIENTOS U N A A G U D A C O M P E T E N C I Y D E B A J O SM A R G E N E S E U T I L I D A D E L C O N T R O L E DE A { D , D P E R D I D A S U E D E E R M A S B E N E F I C I O S O U E L O S M E J O B E S E N D E D O R E S E U T I AO R G A N I Z A C I O N . P S O V D { Pa¡a el vendedor do un nogocio se hacs nocss¡rio vender un odicional de 1.667.0@ dóla¡es on produclo3, para psgar el coslo mnospondionle a I dnwan€ mil dolses (50.COO dól ) en ¡irdiCre muales, producio de las losiones, l¡s enfermedades, los daños o el robá, ¡osupu€siando una uljlidad t promociio on vgntas equivajonte a un 3%. El mcnto de vonlas que se requiore ptra mmp€nsar las pórdidas va a varia¡ con ol maresn do u.tjlidad. COSTOS ANUALES MAHGEN E UTIUDAD I ) D { INCIOENTES 1% 2% 3% 4o/o 5% i { $1000 100 000 50 000 33 000 2s 000 20 0@ 5 000 500 ooo 250 000 1 6 70 @ 125000 100 000 I 10 000 1 000 000 500 000 333 000 250 000 200 000 25 000 2 500 000 1 250 000 833 000 625000 500 000 I 1m 000 5 000 000 2 500 000 | 667 000 1250cf,0 1 000 000 150 C,00 10 000 000 5 000 000 3 333 000 t 2 ?0o 0oo 2 000 000 200 oco 15 000 00c 7 500 000 5 000 000 3 7sO000 3 000 000 20 000 000 10 000 000 6 6€6 0@ 5 mo 000 4 oco 000 { VENTAS f]EAUEFIIDAS PA¡i A C U E B I Rt A S P E R O I D A S I Este oadro mu€süa la mtjdad de venta nmsria en dóiarespaa compensarlos diferenrosmstos dol coro * oaroro.]l]ñIlllil { motgond€ utilidsdde una mProsa es dol 59/", londrioquo llovs a ébo vonlas try ol montodo $ 5OO.OOO pogar ol equiválontoa $ 2S.9OO para do pórdida. Cm un nrúgon del I % so nrcositnrlnn$ 1O.OOO.OOO on vent¡3 pnra pogarlo3 $ l OO.OOO @sto ps lo¡ ¡cdrjonto¡. de ( I Figura 2-8 I -( - a:
  • j - L a s C a u s a sy C o n s e c u e n c i a s e l a s P é r d i d a s 2 7 dIIi (talcs conro: máquirras o hcrramicntas dcsProtcgidas) o I-os actos y condicioncs subcsuinda¡cspor lo gcneral scII cuando sc pcrmitell los actos subestá¡dares (como en la manificstan de una o más de las siguientes formas: Iirnpiez-a con gasolina), exGtc siemptc la ¡rosibilidad dc ACTOS SUBESTANDARESi-t contactoc c irrtcrcat¡rbios dc c.rrcrgíaquc dañan a las ¡rcr-I sonas,a Ia propicdad y/o al proccso. l. Opcrarcquipossin autorización.l- C A U S A SnII,IEDIATAS 2. 3. No scñala¡o adverti¡. Falla en aseguraradccuadamente.t-I *r.*l f rNvrnAr¿s 4. Opcrar a vclocidad i¡ndecuada. I-ascausas inmediatas-dc los accidentes,t- I I jus- 5. Poner fuera de servicio los dispositivos dc seguridadt- r;-l lYl son las circurrsta¡rcias se presentan que tamente ANTES del contacto. Por lo 6. 7. Elimirlar los dispositivos de scguridad. Usa¡ equipo defectuoso.l-I lmflac|oNEsl I sla€eM. o^n* I gcncral, son obscrvableso sc haccn scnti¡ Con frecuenciase les denominaactos in- 8. Usa¡ los equipoa dc manera incorrecta. I | Emplear en forma inadecuadao no rlsar el cquipo det-i- scguros- (o comportamientosquc podnan condicioncs 9. protecciónpersonal. dar paso a la ocurrcncia dc rur accidcntc)y 10. Instalar carga de manera inconecta. irseguras" (o circunstancias quc poctr:ían pasoa la ocu- dar 1 l. Almacena¡de nranemi¡correcta. ncnciade un accidcntc). 12. I-cvanta¡ objetos en forma incorrecta. ticndcn a Pcnsar una nlancra dc 13. Adoptar una posición inadecuada para hacer la ta¡ea I-oscjecutivos¡¡rodcrnoe másamplia y dc un modo ¡ná-s profesional, emplcando los 14. Realiz¡r rnantenimiento los equiposmientrassc en- de actcx; sub,cstánrLr¡cs" condicioucs subcs- y cucntranoperarrdo. térmiricn dr: táncia (dcsrüc iotresa ¡nrtir dc m cs.índaro proccdimi cnto rcs- 15. Hacerbromaspesadas. accptado). Ilsta hnca de pcnsamiento ticne ventajasclaras: I 6. Trabajarbajo la influencia del alcohol y/u otrasdtogasl:I 1) rclacionalas prácticasy las condiciones con un cstandar,I CONDI CIONES SUBESTANDARES lo que pcnnitc una base para la medición, ia cvaluaciónyt inadecuadosI lasconccciones;2) di-sminuye, cierto mo<lo, estigrna en el l. hotecciones y resgualdost- acto insc¡Juro";y 3) aumentaelI acusado¡ dcl concepto 2. Equipos de protección inadecuadoso insulicicntesI defechlososiv camp,o i¡terés, que sc amplía, dc un control de los de 3. Herramientas,cquipos o materiale-sI accidcntes-, un control de las ¡rerdid"s", incluyendola a 4. Espacio limitado para descnvolversc.I scguridadia calidad, la produccióny el control dc costos 5. Sistemas advertencia de i¡rsuficientes.i- 6. Peligro cleexplosión o incendio Algunas pcrsonas a[rya¡ ia substitucióndc la palabra 7. Orden y limpieza deficientes en el lugar de trabajoig crror,(v. gr. elror dc dirección, crror operacional, error dei 8. Condiciones ambientales pcligrosas: gases, ¡rolvos,ivI nrantcnimiento,c¡ror dc ingenicría) para identifica¡ la humos, emanacionesmetálicas, vapofes.I rcspnsabilidadque lc cabc a la administración. Existeunals 9. Exposiciones ruido. aII amplia invcstigacióne i¡formación paraeliminarel concep- 10. Ex¡rosiciones radiaciones. aitv to cicerror en la investigación cont¡oldc calidad, dcl quei I l. Exposicionesa tomperaturasaltas o tnja-s.1 ganacatla día mayor uso en la administración las dc¡ ! *crror-, por lo gencral,se le mal 12. Iluminación excesivao deficiente.t pcrdiclas. Pero cl térmi¡o 1 ciente. I 3. Ventilación i¡rsufi *culpabilidad". Todoss.:rlrcn el scntido que intcrprcta como : dc culpabilidadlleva a adoptarull com¡rortamicnto dcfc¡r- I-asaplicaciones dcl exhaustivas si-stema lv{ORT(ltfanage-tI sivo y dc csta ¡nalreralos problcrnasde scguridadse ter- ment Oversight and Risk Tree), para cl análisis de causalidad las perdidas,ha dcmoslrado,re¡retidamente,Lt- También un deI nrinarr ¡ror cncubrir eí vez dc scr ¡osueltos.t c¡ecicnte nrimero de líderes err scguridad,confinnarrlos quc existe una condición física subcstálda¡ por casi cada,t rcsultados las investigaciones control de calidad dc cn acto subestándat, como causadc los accidentesUn gran l- rlondeel 8A% dc los errores que cometc la gente,(actos número de estas condicioncs conllevan un diseño I deficientede máquirras, equiposy del rnedio de inscguros/subcstánclares),el resultado factores son de sobre ergonómico l- loscualcssolo la adrninistración pucdc cjerccr un cont¡ol. arnbientc laboral. I-os lídcresen scguridad adrnitcn que muchas de astas condiciones no podnan scr fácilmelrte ¡:! I Estcirn¡rortantc hallazgo,otorgauna direccióncompleta- rcconocidas el supcrvisorinvestigador. por Aquellos que se l, ! mcntcnucva de control al concepto,quc sc ha ma¡teniclo por largo ticmlrc rcspccto a quc dcl 85 al 96% de los encarga¡ dc revisarlos informcs de investigación,así como F I accidcntcs cl resultadodc actosinseguros fallasde las son o los ingenicrosque diseñanlas máquilas y los lugaresdc t. I p c r s o n a sE s t a n u e v a m a n c r a d e p c t r s a r ,c s t i m u l a a l . trabajo,debcríancstarconscientes estoshcchos dc t cjccutivo progtcsista a rcflcxiona¡ cn la forma como el Es fundamdirtalel considera¡estosactos y condiciones, I sistcma adnrinistrativo puedc irrfluir sobrc el compor- síntomas- y dedicarse a sólo como causas inmediatas o b- tamicnto humano,cn vez de destaca¡ actosi-nscguros los de F hacer un trabajo conrplcto dc diagnostico de las cnfer- li la gcntc.Es así co¡no cl conccptosubcstá¡cla¡"aparcce mccladcsquc sc manificsta¡ a travésdc cstos síntomasSi comomá.s accptablc,más útil y nrásprofesional. r ¡,$r¡*)-:*=ktmre---=
  • it -? =ff=r¡f,_r-:€_:_.- de Pérdidas 28 - Liderazgo Práctico en el Control sc prctendc únicamcutc trata¡ los síntolrlas éstos sc actiüJadcsdc discñoy con^stnrcciótr, van a diseña¡plancs sc de cdificacionas imcguras y lugarcs irrapropiados para loc rcpctininrura y otra vez Es importante cncolrt¡al l:r rcspucs- la a ias siguicntesPreguntas: procesos de trabajo. I-os cquipos se dcsgastanin y dar:fur r"sultudo rur producto subcstáncler; sc producir:in ...¿Porqué sc produjo escacto subcstá¡rda¡? "omo clcscchos se origirnnirr fallas que podnin causrrnlás dc u¡r y ..,¿Porquó aparecióesacondición subcst¡ilrdr¡? y accidcntc,si no sc sclccciolracl equipo apropiaclo sc lc .,.¿Qué falla cn nucstro sistcma de supr:rvisióny/o so¡nctoa utr cmpleo correctoy tnantcnhúcnto pcriódico aclministtación ermitió esc acto o condición p subcstánda¡? Así como se hace ncces:rriocotitctn¡rlar dos categonas impórtantcs dc causas inmediatas (actos y cotrdiciotrcs Si se invcstigacon diligencia,las rcspucstasvan a scñala¡ también cs iguaimcntc importantc cl co¡r- subcstárdarcs) el cami¡o que sc debc scguir para realiz-arul cotrtrol ¡uás siclcra¡ las a causasbásic¡s cn dos categoríasitr-rportantcs: cfectivo. Si se dcsca resolver los problemas de fun- cionamiento cn control de pérdidas, n¿aosa¡iodcdica¡se FACTORES PERSONALES "5 e Capacidaclinadecuada a las causasbásic¿su ongenes del problcrna. - Frsica,rFisiológica CAUSAS BASICAS - MentalSicológica c Falta dc conocimicnto I-as causas básicas corrcslxlndcn a las ctr- o Faitá dc irabilidad fcnncdades o causas reales quc se matrjfies- o Terrsión (stress) tan detnís de ics srntomas; a las razones por - Frsica/Fisiológica las cualcs ocu¡ren los actos y condicioncs - Mental/Sicológica subeslá¡d¿¡cs; a aqucilos factorcs quc una o Motivación i¡adecuada vez identifcadm, pcrmiten u¡ cont¡ol ad- FACTORES DEL TRABAJO (MEDIO AMBIENTE mi¡.¡ist¡ativosignil-icativo. A menudo, se les denomina causas or-igenes,causas feales, caus.rs indirectas, causas LABORAL) o Lidcrazgo y suE:rvisión i¡rsuficicntc subyacentes causascontribuyentes.Esto se debc a quc las o e IrlScnir,ría inadecuada caus"isi¡unediatas (los súrtomas, los act<x y cotrdicioncs evi- 6 Adquisicioncsitrconectas subsstá¡dares), aparecengencralrncnte,como basta¡rte y ser capacesde e Mantcnimiento i¡adccuado dentes,pero parallegar a las causasb:isicas ¡ Hcrralnientas, equiposy materialcsinadecuacios controlarlas, re.quiere p(rcomás dc investigación se un o l:st¿í¡da¡csdc trabajo deficicntcs I-as causasb¿isicas ayuda:r a explicar el por qué la gente o Uso y desgaste comete actos subcstándares. I-ogicamcntc, una personano c Abuso o mal uso va a poder efectuar un procedirnicntoadecuado, tro sc le si a¡tes ese procedLnicnto Dcl rnisno En la Figura 2-9 se observarrmás dctalladamcntoi¿LS ha enseñadonunca causasbásicas se ofreccntambiénejemplosespccíficosdc y modo, el operadorde un e.quipoque requierc de rur marrcjo preciso y espccializado,no podrá opcrarlo con cficicncia y cadacausa. con seguridad,si no ha tcnido la oporrunidad dc dcsa¡rolla¡ I-rs causasbásicascorrospondcn los ongcncsdc los actos a esahabilidad a través de u¡rapnictica guiada. Lo núsmo es y condicionessubcstánda¡es. cmbargo no son cl co- Si¡ aplicable pa¡amantenervigenteslas destrezasy habilidades mienzo de la causa¡ü el efecto dc la sccucncial-o quc rla *falta dc del trabajadorpor medio de una práctica frecuente¿Qué inicio a la sccuenciaquc firnaliza perdidacs, la en equipo profcsional podría algura vez ganat urla compcten- conftol". cia sin habersesometidoa pri{cticas constantcs?Iambién es igualmcntelógico que se produzcaura baja en la calidad FALTA DE CONTROL del trabajo y que este resulte en urn perdida corrsiderable, si se pone a una Personacon vista defectuosa en un trabajo El control es una dc las cuatro funcioncs donde, el poscer una excelentc üsión es critico para uJr esenciales de la administración: desempeñoeficiente. De manerasimilar, cs muy poco Pro- planificación - organización - dirección y bablc el que a una persona a quien nunca se le ha explicado cont¡ol. Estasfunciones co¡responden la a la importancia dc su trabajo, se sicnta motivada a sctrtir labor que dcbc dcsempcñarcualquicr ad- orgullo por su desempello. ministrador, sin importar su jerarquía o su también cotrtribuyen a cxplicar el por I-as caus¡s b¿ísic¿s profcsión.Ya sca quc se t¡atc dc la función qué existcn condiciones subestá¡darcs.Si no existcn de: administración, studio dc mcrcado, producción, e cstá¡da¡esadccuadosy si la administraciótrno los hacc ingeniena,adquisicioncs seguridad,cl supcrvisor, calidacl, o cumplir, se van a adquirir equiposy materialesquo no son di¡cctor o cjccutivo debcrá planear, organizar, dirigir y adecuadosy que representarlun riesgo. Si no exrsten cont¡ola¡pa¡a ser capazde dcsempeñarse efcctividad con cstánd¡¡es adecuaclos quc se tcngan que rcspctar para las
  • i: P é r d i d a s- 2 9 L a s C a u s a sy C o n s e c u e n c i a s e l a s d I conocc cl Irogrorrrnlnadccr¡ndo.Unprogramaclcscgulidod,/con- I l-a ¡rcrsorra <¡ucadtninistnrprofcsionalmcntc pucdc scr inadccuadodcbido a una insuft- de-pcrdidas; ccnocc lc:i ,.;i;:;;Jii; progittu de seguúdad/contiol Mientras las los I",i¿^, ic actir.idacles prograrna, <icl I cstándarcs; planifica y organizacltrabajoparasatisfaccr "i""i" nccesariasvarÍan clc acucrdo a la cxtcnslón dc guía a su g*fr p"tu cumplir con loe cskindarcs ustándarcs; ""iiti¿^¿., de la-organizaciór¡ I cvalúa los la organizaciór¡a su naturalszay tipo midc su ptopio a.t rn¡-ao y cl dc los dcmás; y las expcriencias rálidas rcspecto a y en forma il-ii"""ig^ciones ¡cs.rltrdJ ylus n"c"sid"dcs; fclicita ":dg" éxlto en t"i* compañlas dlstintas y cn Esto es control ad¡nlnístrativo ;;g*rn.osie constructiva, descmpeño. cl actividades quo sc y se desatan áir"?n,.t países, demuestran que las Sin é1,se inicia la sccucncia dc los accidcntes a los clemcntos que originarán la perdida observan enla Figura 2-10 corres¡rcnden losfactores causa-les progresivos Muchas organiz-acionas da origen a la qu" .ondut"¡r al éxito Sin un control admi¡istrativo adccuado se ""**". elcmcntosdel altededor del mundo, emplean estos t que se la pueda co- secuencia causa-efectoy, a menos de construu un programa programa como un modelaguía para ncgir a tiem¡rc,va a conducir a ¡rerdidas clescguridad/control de perdida-s : una falta de "¿"Iu"¿o Erlsten tres razones comunes quc originan - Una causa 2) Estándarcs fnadecuados del Programa control. Existencia de: i) programas inadecuados lo constituycn los común de confusión y de fracaso está¡da¡es irlac]ecuadosdel prograrna,y 3) cumplimicnto estándar.esformuladosdemarrerapocoes¡rcí|rcapoco inadecLrado los estánda¡cs de lo suircien- clara y que no plantecnun nivcl de cxcclencia J j CAUSASBASICASDÉ PERDIDAS I PERSONALES F A C T ORES I o Tensión Mentalo Sicológica Capacidad Física/Fisiológica Inadecuada - Sobrocarga emocional - Aliura, P€so, talla hprza, alcancs etc" in¡d€cusdos de la * Faüga dab¡da a l¡ carga o las limilaciones de üempo - Capacidad do moürnienlo corporal limitada talea m€nt8l. { - Capacidad limilada para mantonors€ en dsterminadas - ourilua-*" que exigen un juicio o toma de docisio¡es ex -f posicionos colPora] gs. bomas. - bonsibilidad a ciortas substancias o alorgim - ñr,i"". monotonla, oxigoncias psa un catgo sin tssconden-i - S¿nsibilidad a doterminados oxvemos s€nsorislos cia. Ytl (lsarPoiatura, sonido, otc ) - Exigencia d€ una @ncsnbacióryperoepción-profunda - Msión dafecluosa. - Ra:-ü¿a¿osinsignilicantos odograCmtas I - Aud¡oón dofocluos - Ordonas co¡fusas. - Otas deflciondas s¿nsoriales (taclo guslo oHato equilibrio) - Solicitudes confllctivas 7 - lrrcapacidad resPiratoria. I - Preoo-rpación debido a probletnas - Otras incapacidades lísicas poñ¡anonlos - Frust¡aciones. I - Inc¿pacjdades tsmPoralos - Enfermodad mental. ,l o Falta de Conocimiento - Falta do exPorionea I c Capacidad Mental/SicológicaInadecuacla - Orienteción dofi cista - Tmoros Y fobias. - Entrenmi€nto inicial imCrcuado; ¡l - . Probloma: emqionalos Reontrenamiento ¡nsu.flo€nto - -. Ordones mal intorProtadas l Enlormodad msnt¡1. - lirvel de intsligorsa. - o Falta de Habilidgd lmPsciCsd do omPrensión t - Falt¡ de iuicio. - Instrumión inioal insuñciente r - - Esc¿s¡ coordimción. Balo f omPo de roaelón - - Práctica insuficisnte. Ooeración €sPorád¡ca r - - fuütud mocá¡rca deficiente. Bala apÜhrd de aPrendizaje. - Falta de PreParación. F - Problem¡s do memoria. o Motivación Deficiente gratificante - Et desempeÁo subestánda¡ es mÁs - El d€sompoño estÁndu c¡usd dosngraoo I - Falta d€ iÉnLvos. o T e n s i ó n F Í s i c ao F i s i o l ó g i c a - Domsiadr lrusvaciofl€s i- - Losión o enlsmedad. - Faha de doslps. - y osluazo Fetria d¿bido a la carga o duración de la tarea - No existo iñt€rc¡ón do alpno do tiempo I - Folga debido a ta lalta de do5ms. - No oxisto interós Para evirg la incornodidod - Falga debido a eobrecwga sonsorial. - Sin intorós Po¡ sobresalir. I - üposición a riosgos conFa ln salud. - Presión indob da de los compaóoos - Exposición a tempera¡Jrrc oxtremas. - Eiomplo delicionte Por parte de la supervtson ,- I - desampono lmuficjercia de oxlgeno. - ietroajimontación dofldonie en rslación al - coreclo Vsiaci-xros en la prosión atmosfóric¡. - Falta d€ rof uozo posiüvo para ol compo-tamionlo F - Resfiei<án de rcvimionto. - Falta do imntivos de Prodeión. - Insu{rcjercia do uúc¡¡ en La sngre. r - l^gostión do drogas. Ir IiiFrra 2-9 F,.n trr" " !, ¡
  • 30 - LiderazgoPrácticoen el Control de Pérdidas F A CTORESDEL TRABAJO o Supervisióny Liderazgo Deficientes ... aju¡to/en ga¡nblai<¡ - . . . l i m p i e z ao p u l i m i m t o Reladooea Jorárquica"r poco dars o conflictivas. - A¡pectoa correctivoe inapropiados para: - Aslgnación dc rcsponsalilklados poco dsas o oonffictivas. - ...comunbación do nocosidados Dologacitn in¡uñcicnto o imdocuada. - ... programación del trabajo Definir politicar, proedimientos, práctiru o lhoas do acqón ...rcüsión ds lm ciozs Inadsadas. - .,.reornplazo do pai1o3 doloctuos3 Fmulacjón de obieüvot, r¡otas o estÁndtres que mionan corllictoa. o H e r r a m i e n t ay E q u i p o s l n a d e c u a d o s - s Progrmaci&r o yanifiacjón insufider¡to del babajo. - Instnmón, qiontacjón y/o ontrenamionto insuficrontos. - Evaluación deficimte de las nssidados y los riosgos - Entrega insuficjente d6 doc:Jmsto3 do consulta, de inswc - Preocrpacjón deficjenlo trt Énnto a lc factryos ci<xes y de prbliedorres gulas. humanos/ergmómicos. - ldenüfiadón y evaluación d€llcjonto de las exposicioms a - Eslándses o ospe¡lldcicms inadecuads. pórdidas. - Dbeonihtlidsd inadsada - Falta de conocimiento en el babaio de - Ajuetoe/reparrciórymmtonción dof icir¡toa. s upoMsión/adminlsbacjón. - Sisima d€ñcior¡to do repsaci5n y reerperación do - Ub¡c¡dón inad6a¡Jsd6 del uabaiador, dc acrordo a sus mat ri€Jos. oJalidedos y a las cxQercias que dcnarrda h terea. - Eliminacirrn y roamynzo inapropiados do piem dofectuosss. - Mod;ciófl y cvaluac¡ón doflcientos del desompsño. - Rotrmlimentdciln doficiente o iwecta en relaci4n al o EstándaresDeficientesde Trabajo dssampaño. - Dds¿nollo inadaado de nqrnu psa: o I n g e n i e r í al n a d e c u a d a ...¡nvontÁ¡o y ovaluación do lo: exposiciorxs y nrosidados. - Evaluación insuficiente da las expcsidones a pórdidas. ...coordinrci,ón con quimes diseñan ol proeso - Preocrrpacr&r deñciente trt crlanto a los lactoros ...compromiso dol bobajador humanos/ergonómicos. ...estánrCres/procodimiontos/reglas irconsislentos - EstÁndaree, ospecifmcionoe y/o crit6ri$ de diserio - Comunic¡ción inadecr.:ada de lu no¡rms: ina- d¿clados. ...publimción - Conbol e inspoccionsg in¿dec.lados de las const¡ucciones. ...disbibución - Evalmcjón doficjenla do la condici5n convonienlo para ...sdaptaci<5n a las longu¿s rospectvas oP€f{v. ...cntronatniento - EvaJuacjón doñcjmte psa el comienzo ds una op*racjón. ..-r€forzarniento modianlo alichos, cócligo do colores y "- Evaluación insuficjento rospédo a los cambics qm se pro<luz- syudu psn ol trab,ü.). - Maltonoón inadwada Co l¡s normas can- ...soguimi€nto del flujo de fabqo o Deficiencia n las Adquisicíones e ... acb.lajización .-.ffrtrol dol uso d€ normas/proodimimlos./roglmontos. - Espooñcaciores doficjenles an cumto a los requerimientos. - Investígación Insuficieote resp€c1o a los m¿teriales y equipos. o Uso y Desgaste - Especificadonas deñcientes ps¡a los vendedorss. - Pl¿nific¿ción inadecuada del uso. - Modalidad o rLta d€ embs¡que inadecr:ada- - Prolmgación excssiva de la vida útjl dol olemento. - lnspecciooes de recepción y aceplación defnentes. - lnspocdón y/o control defioontes. - Comuniecjón inadecr.Jada de las infmackxtos sobre aspe - Sobrecanga o proporci<5n do uso oxcosivo. tos de segurklad y calud. - Mmtonción dsfidonte- - Mm{o Inadeclodo dc k¡s matodalss. - Emploo dol elomento por porsónas no alific¿dm o sin * Alm¡csna¡nionto Insdocuado do los materiajos- preparación. - Trmsporte inadec:ado de los materiales. - Emploo inadecuado para otros propósitos. - ld€ntiñc¡ci5fl d€ñcionto do los itemes que implicrm riesgos. - Sistsnss deficíentes do reflporación o de eliminación do o Abusoo Maltrato desecfps. - Pomitidos oor la suoorvisión o MantenciónDeficiente ...intorrcional - Aspoctos prevenüvos inadecuados ...no intonamaj pa¡a: - No pomitidos por la super;;sión ...svaluac;ón de necosidades .. -intonci:naJ ...lubricaoón y sowi<io ...no iniorcimal Figura 2-9 Continuación l temente exigente. A continuación se ofrece, a modo de la gran mayona dc los ejecutivos concucrdanen que esta , I cjemplo, un s€t de diez esuindares, formulados por una razón sinrplcy significativa,es la causade los fracasosen co4)oración de renombre. Este tipo de estárda¡es pcrnrito el control de las pcrdidasderiva<la^s los accidcntcs.Esta dc que la gente se informe claramento dc lo quc se espcra de concord.ltrcia, prácticamentc r.uuirrime,cxplica el énfasis ellas, a la vcz que facilita rura medición v¿ílidadcl grado de que sc le otorga a lo largo de todo este tcxto, a las cumplimiento de los est¿í¡daresque sc han estableciilo. nrcdiciones,c¡r relación a la ca¡tidad y calidad dc los F¡tínd.a¡cs adccuados pcrmitcn esencialrnenterul control csfrrcrzosquc se realizanon ñrnción dcl programa. adecuado. I-a cor¡ccción dc cstas t¡cs ¡azoncs cotnuncs quc sc Cunrplimiento Inadecuado de llr.s Nornras - Una razó¡r ofrcccn, colno argutncntodc la falta dc cont¡ol, cs una comúnpam quese origi¡e una falta dc control, lo constituye rcsponsabilidadcntica de la adnrinistración.El desa¡rollo cl irrcumplirnie dc los está¡da¡csestablccidos. cfccto, nto En dc un prograrnadc c,stán(larcsadcrcuad(x, l.¡nafu¡rción cs -i
  • Las Causas y Consecuenc¡as las Pérdidas- 31 de ii l t.1-qecutiva" apoyada por los supcrvisorcs.El hacer han demostrado,sin lugar a dudas, quc es posiblc prcvcnir .jilr¡ , a l c c c rc l c u m p l i m i c n t o d c l o s c s t á n d a r o s ,s u n a c por o controlar las causasde las perdida^s accidcntes. fr.sar A rlil:i :iórr supenbora, a¡royadapor los ejccutivos.rrds¡nndc a un csfucr¡-o dcl cqui¡>o ad¡ninistrativo, a lo largo Esto co- que los cnormesrccursosde que se dispusopa¡acl prog¡ama aerocspacial pudicran no cncontrarscal alcanccdc todos, llrii : i . r lir,.- ¡do cl proccso. (El capítulo siguientc comcnta los deta-ll dc esta función admirristrativa dcl cont¡ol). .-]hJLTTPLICTDAD FUENTES,DE CAUSAS DE cxisten eüdenciasbien documentadas que pruebanque el hombre de negocios promedio, pucde llegar a alca¡rza¡un nivel alto de éxito.Por cjcmplo, un esrudiorccientcvaticinó, cn forma matcmática,quc cl índice nacional de lesioncs :iii liii}-JE CONTROI,FS incapacitantes podría rcduci¡ en un 75%, si el hombre dc se cmpresapromedio, aplicara las actiüdades del programade ,liii r l ! lI Los Iídetes en administración han escrito miles deaLrulos a t¡avésde loe años, acercade la r-raturaleza a com- seguridad,usadaspor los lideres de Ia indusnia en Ecneral. I-a información disponiblc ha conducido a los cxpertos cn administración adoptarlas siguientes a conclusiones: iiill lill1 de los er¡orcs y de los problemas que ocasionan¡i.lidas, en el mundo de los negocios.Una cornbinaciónf¡u,oreso causasse producen bajo circunstanciasprecisasl..- . provocar cstos acontecimientosno deseados. Muy rara de l. l-os incidentesque deterio¡an nuestrosnegocios,son causados;no son producto del azar. ir.v si es que llcga a suceder,un problema administrativoñ p r o d u c t o d e u n a s o l a c a u s a , i n c l u y e n d oa q u e l l o s 2. T aq causasdc las pérdidas se pueden identificar y con- trola¡, iiiir*.cionados con la scguridad,la produccióno la calidad. *o im¡roñacuáncomplejose puedaprcsentarel problema; Con el pro¡rosito entendc¡mejor las circunstancias de originan las causasde los acontecimicntosno deseados, que será iiii i_ rccs prodigiosos(cotno los del proyecto aerocspacial) útil el considerar los cuatro elementos o subsistemasmás iiii ilt:i t- l- Cada miembrode la administración asegurará so quo: Todo trabajadorse haya somet¡doa una revisióninicjal Cada miembro la administración asegurará de se que: Todo trabajadorbajo su dirección,asista a una reunión llii lii,i , $ t: t- completade todos los reglamentosrelacionados con su trabaio que los haya llegadoa @noc€ry comprender y semanal de seguridad,la cual será cuidadosamenle y planificada dirigida respectivo. por el funcionario ,i!{. ; i1¡ 1 ,¡ l. i i_ bian. Tambiéndeberáasegurarso que so practiqueen l!l l I forma anual una revisión completa do todos los lii. Cada miembro la administración asegurará de se que: 6 t- estándares con cada trabaiador, que ss adoptarán y todas las medidasnecesarias ara garantizael p r ¡ Todos los trabajadoresconozcan,comprendan y practi- quenlosprincipios ordeny la limpioza queol "orden" del y rurnnlirnicnlo todos eslos estándales. de de su áreade responsabilidad, leje,on iodomomento, estamela des8ada. ref :i¡i Cada miembro la administración asegurará de se que: lili Cualquieracto o condicióninsegurareportada trabajador, regislrede inmediato el sistemade s€ en informaciónde poligros y con prontitudse adopten las por algún Cada miembrode la administración asegurará se que: A todos los trabaiadores les proporcionen equipos se los lii,i 1 l lí adec¡..¡ados protecciónpersbnaly que s€ les motivea do iit: modidas p€rtinentos. y Efectuará anotará rosultados los en usarlos todo momento, acuerdoa lo estipulado en de llt I de una inspscción ormalde toda el á¡eaf ísica la planta f de que osté bajo su responsabilidad, lo menos,una vez a los reglamsntos. iii,i c a d a d o s m e s e s y d e s a r r o l l a r á n s ¡ s t e m ap a r a u iili lill asogurarse que todas las partes criticas que seren- Cada miembro la administracjón asegurará de se que: llil c:lentran€n esta área, sean inspeccionadas acuerdo de Todo accidente que dé como rosuhadolosiónporsonalo iiii daño a la propiedad, inves s€a prontay eficienlemente l til ¡I i y a las necesídades roquerim¡enlos correspond¡€ntes. I t¡gado que los resuhados y seanroportados el formato en t!!i rosp€ctivo informe del supervisor,antes que flnal¡oo Cada miembro la admin¡stración asegurará de se quo: do ol turno en el cual oolnió el arcidento. i¡ii T o d o t r a b a , i a d o rr e c i b a i n s t r u c c i o n e sd e t r a b a j o adootadas y bien planlicadas con cada trabajonuevo o diferenle ofrezc¿n que se le asigney que, con regularidad, le consejos seguridad lormadiaria, do en se durante Cada miembro la administración asegurarÁ de se Todo trabajadora su cargo, rec¡baen forma personalel que: Ii| i i!i i I i rulinarios. reconocimiento correspondiente por su trabaio,ctrando , i ;I los contactos demuestre comportamiento un soguro deseado y quo y .. l¡rl ose roconocimiento refleje, tantoel entus¡asmo personal i, ti l Cada miembro la administración asegurará de se que: comosu interés constante preoqjpación y it I delsupervisor, :rI Todo trabajadornuevo rec¡ba un adoctrinamiento com- p r o f u n d a ,p o r l a s e g u r i d a dy b ¡ e n e s t a d e s u s r ¡t pleto de su trabajo,en todos los asp€ctosreferidosa la : i iI lrabaiadores. ti I seguridad la oficioncia, y antesque so le autorico inicjar a su trabajo ... y quo se l€ pracl¡quon varios contactosde s e g u i m ¡ € n l o u r a n t o s u p e r í o d od o p r u e b a ,p a r a d { n Cada miembro la administrac¡ón asegurará de se quo: iiil as€gurars€ en61l€nlra oxigon. quo domina los procedimiontos qu8 se cumpliendo con lodos fos estándares y oue se I v Su ejemplopersonaldecomporlamiento todosaquéllos quienesestablozca con seguro, cons alguna ss tiluya en el mejor modelo de conducla a soguir, para relacióno il¡ contaclo,t¡.i". ¿+*l*r¡¡rrrir¡uürot¡*ñ¡lr¡e-.- if
  • -i - .- - ......--f- ----f v:t " I3 2 - L l d e r a z g o r á c t l c oe n e l C o n t r o ld e P é r d l d a s P ! L A B A R R E R AI N F R A N Q U E A B L E A R A L A S P P E R D I D A S O RA C C I D E N T E S P L I D E R A Z G O A D MI NI S T N A C I O N Y EQUIPO E PROTECCION ERSONAL D P E N T R E N A T , I l E ND E L A G E R E N C I A TO CONTROL SERVICIOS E SALUD Y D S I S T E M AD E E V A L U A C I O N E L D I N S P E C C I O N EP L A N E A D A S S PROGRAMA DE ANALYSIS PROCEDIMIENTOS Y C O N T R O LD E I N G E I . I I E R I A TRABAJOS/TAREAS ESTANDABES MEDICION EvALUactoN INVESTIGACIODE ACCIDENTES/ CORRE¿CION COr/U ICACION S PERSONALES N N E I-NCIDENTES O E S E N V N C I O N EP L A N E A D A S E S D C O M U N I C A C I O N EC O N G R U P O S S TRABAJOS/TAREAS P R E P A R A C I O N A R AC A S O SD E P PROMOCION ENERAL G EMERGENCIA REGLAMENTOS E LA ORGANIZACION D CONTFATACION COLOCACION Y ANALYSIS E ACCIDENTES/INCIDENTES D CONTROLES E ADOUISICIONES D Ef.¡lnEiIRVIENTO E LOS D S E G U R I D A D U E R AD E L T R A B A J O F TRABAJADORES I Figura 2-10 I O Coqrright Pérdidas, cuyos aulorss son loo Ings Frank E Bird, Jr., y Goorge L Germajn. Ests cap+tulo cor¡Bpord€ al l¡broLjd€razgo Próctico en sl Controlde I Georgis, 19a5 AJlrights rosoruod Intefrqticf}al Lcas ControlInlhu16, Loganvitle, i
  • - L a s C a u s a sy C o n s e c u e n c l a s e l a s P é r d l d a s 3 3 dim¡rortantcs quc, dentrodc las opcracionesgeneralesdel . . ¿ l o s e j e c u t i v o s e n c a r g a d o s c l a s e l e c c i ó n ,l a dncgocio, constituyen fuentes. se en Estos cuatroelementos cont¡atación ubicaciónde la genteprecisapara el y (a)incluycn: la gcntc,(b) los equi¡ns,(c) los materiales, y trabajopreciso.(d) el medioambiente. ..-a los supervisores encargados la orientación, de la información, la instrucción, la motivación, Ia Estoscuatro clementos (que se observanen la Figura dirección, la preparación y el liderazgo de los2-l 1), debcníntcrrelacionarse interactuar o adecuadamente trabajadores.cntreclloso sc produciránproblemas que pucdenocasionarpérdidas. Examinemosbrevementccadauno de estossub- hay evidencias Tal como seseñaló antes, que, crecientesldesistemas: al menos, un 80Vodc los erroresque cometela gente,se relacionan con aspectos los cualess6lola adminbtración en GENTE - Esteelementoincluye a la adminishación, los a puedetener ingerencia.Uno dc los mediosde control máslrabajadore a los contratistas, los clientes, los visitantes, s, a a efectivolo constituye mancjodel elementogente" las el ya losprovecdores, público,esdecir,al elemento al humano "interacciones"de este factor con los otros elementosdelen general.La experienciademuestraque el elemento sistema.humanose ve involucrado, en un gran porccntaje,en lascausas los arcidentese incidentes.Sin embargo,el con- dec€pto"gente" ne s€ refiere "únicamentea los trabajadores sUna receta sin diagnósticoes mala práctica,queseven envueltos los incidentes". en seaen medicina o en administración.b KARL ALBRECIIT, Organizntion Develop- ment. { iltu ffid M EQUIPO - Esteelementoincluye todaslasherramientas máquinascon las que trabajala gente,en forma directa o que seencuentran su alrededor: a máquinas hjas,vehículos, aparatos para el manejo de materiales,herramientas manuales, quiposde protección, e Estoselementos utensilios personales, con los cualesla gentetrabaja, y etc. c¡nstituven unafuentetremenda lesiónpotencial de muerte. de y Como lales,durantemucho tiempo,sehanconvertido un blanco en importante paralasleyesreiacionadas losresguardos con y las proteccionesmecánicasy el entrcnamiento li¡s dc ffi operadores. Recientemente, preocupación ha exten- esta dido para incluir con un énfasis ingenier[ade losfactoreshutnanos. capacidades los seres de se mayor,a la ergonontía Estosignificaun diseño del trabajoy del lugar de trabajoparaque se adapten las humanos, su tamaño, alcance, a su a o a su rango de movimientos, a sus capacidades e d Figura 2-11 percepción, sus patrones respuestar sus límitesde a de a tensión,etc. En el pasadoel no habersido capaces de A la luz del conocimiento moderno de la experiencia, y se reconocer estas condiciones físicascomo"subcstándares",analizará el exhaustivamente conceptoantiguoen cuantoa llevó a que,por lo general, clasificasen causas los se Ias dequcel 85%,o más,dc los accidentes, causados culpa son por accidentes como "actos inseguros". objetivo de mayor EldeIosenoresque cometenlos trabajadores. ejemplo,el Por importancia constituye diseñodel equipoy del medio lo elfactor"genle"incluye... ambientepara lograr que las "funcionesde la gente" se y, tornenmás naturales seanmáscómodas paraevitarla y .,¡ los ejecutivosque cstablecen políticasde la las confusión, fatiga,la frustración, sobrecarga, errores la la los c , o m p a ñ í a , s p r o c c d i m i c n t o s l,a s p r á c t i c a s ,l o s lo y los accidentes. cstándarcs los aspcctos y relacionados el ,,clima con laboral la compañía". de Nucvamentc,esto señalalo necesario que cs para los y . . ¿ l o s i n g e n i e r o s d i s e ñ a d o r cq u e c r e a nc l m e d i o s e j e c u t i v o s ,l c o n s i d e r a r sc u a t r o u b s i s t e m a sI s i s t e m a e lo s de ambienlc laLroral cl quc sc dcbendcsempcñar cn los o r g a n i z a c i o n a o t a l y , e s p e c i a l l n e n t le ,s i n t e r a c c i o n e s tl a lrabajadorcs. entreestos subsistcmas. quc .. a aquéllos manejan siste los masde mantenimie nto p r e v e n t i v o ,p a r a r u a n t e n e rl a s h e r r a m i e n t a sl,a s MATERIALES - Este elementoincluye las nlaterias máquinas los cqui¡rosen condicioncsopcrativas y p r i m a s , o Sp r o d u c t o s u í m i c o s o t r a s u b s t a n c i a s eu s a l q y s qu óptinas scguras. y y la gente, con y lascualcstrabaja proccsa. Ellosconespon-
  • den a otra fuente imporlantedc pérdida dcrivadade los de El Concepto las Causns Múltiplesaccidentes. E n t r e l o s p r i n c i p i o sp r á c t i c o sc l e l a a d m i n i s t r a c i ó n En muchas compañías, lesiones Ias deb.idas manejodc al profesional, se encuentra el Principio de las Causasmaterial, corresponden un 20 al 30Vo dc todas las de Múltiples: "los problenros y los aconlecimientosquelesiones. cl mismo modo, gran partc del daño a la D producenpérdidas sottraravez, si es Ete sucedc,eI resul-propiedadse clebe los materiales a que sc derraman, que tadode wta solacat6e". Fstees un principio csencial paracorrocn,quc inccndian que explotan. o la administración la Scguridad/Control Pérclidas. de dc Uno En los últimosaños,estesubsistema logradoatracrun ha nuncadebería suponer que exister¡nacausA única paraunmayor i¡tcrés dc pafe de la ad¡ninistración, quc se ha lo accidente un incidcntc. ovisto estimuladopor uüa preocupacióncrecicntede la W. G. Johnson, anteriorGerenteGeneral del Conscjosociedadpor Ia salud ocupacional.Es muy extraño en- Nacionalde Seguridad autor de MORTSafetyAssurance ycontrarun cjecutivo modcrnoque desconozca prácticas las Systems,lo expresódel modo siguiente:"[.os accidentes yde la Informaciónde Seguridad Saludde los Materiales, son,generalmente, multi-factorialesy se clesarrollan acomo asimismo los proccdimientos nranejo de del segurode través de secuencias relativamenteprolongadasdc al-mate¡ialesque impliquen riesgos.Ningún ejecutivo se teraciones enores".Enla Figura 2-12 se obscrvauno de yencontraría realizando trabajo un vcrdade rame satisfac- nte susejemplos. comentario Su siguicnte,a¡royael Principiotorio paracontrolarlaspórdidaspor accidentes, menosque a de las Causas Múltiples: "el análisislvlORT de los acci-sc dcdicase administrar efectividad manejos€guro a con un clentesserios graves, o muestra existcncia 25 factores - la dey apropiado todoslos materiales. de específicos de 15 falias sistemáticas, y muchas de ellas unidase¡t una secuencia causalo temporal". Esta com- MEDIO AMBIENTE - Esteelementoincluye todos los plejidact acontccimientos dese de que mbocanen pértlidas Iaspectos entorno:los edificiosy recintosque rodeana del pueden, en cierto modo, ser vistos en forma bastantela gente,los equiposy materiales, superficies las sobreIas positiva.Demuest¡a existenmuchaso¡rortunidades que paracuales encuentran cosas sobrelasquesemovilizan; se Ias y inlerveniro interrumpirla secuencia y así,controlarla ...los flr¡idos el aireque rodeaa ofroselementos; riesgos y los Srdida.químicos talcscomo: los rocíos,los vapores,Ios gases, los Lr experiencia demuestra que un porcentajealto clc losi:unos metálicos los polvos;los fcnómenos y climáticos y a c c i d e n t c sm p l i c a n , t a n t o a c t o s s u b e s t á n c i a r e s m c i coatrnosféricos; riesgosbiológicos,talescomo: mohos, los t a m b i é nc o n d i c i o n e s u b e s t á n d a r e s . é s t a s s o n s ó l o s Yhongos,las bactcrías los virus; las condicionesfísicas ycomo: la luz, el ruido, el calor,el frío, Ia presión,la humedad S E C U E N C I AD E E R R O R E S C A ¡ ¡ B I O S S Yy lasradiaciones. Estesubsistema la organización de empresarial, represenla DIFIECTIVOel origende las causas un númerosiemprecrcciente de de YDE PL A Nr Fr c A c t ó N E t rN O Ren-fermedades condiciones y de relacíonadas la salud. con C A [ IB I ONo sólo es partícipede los problcmasrelacionados la con SUPERVISOR Isaludocupacional los accidcntes, y YOE sino tambiénde otro tipo { EMPLEADOde pérdidastales como: el ausentismo, productosy losservicios bajac¿lidad pérdidade Ia productividad. de y Por 4supuesto, le debe prestarcadavez mayor atenciónal se Un hombre diskajo(cambio), se resbalósobreun se-llador I húmedo(error) cayódesdeun lecho inclinado y (accidente).ambiente públicoo extemo, que puedevene afectado muy No ss habíaatadoa un a¡nés do seguridad(error)porquo ¿negativamente la contaminación I aire,deI aguay de por de tratabado apurarsopa¡a componsarol rst¡aso quo habfala tierra,y por factoresprovenientes establecimiento del sufrido,producto una reuniónde seguridad, d€ sobrocafdas { (cambio).ocupacional. El supervisor ora nu€vo (cambio), no contaba con un I Estoscuatroelementos principaleso subsistemaspertene- procodimionto escrilo para su üabajo (error), no so había sometido un examenprevioa su trabajo,ni recibidoinstruo a (cientes sistema al totalde la organización(Gente,Equipos, cionespara cumplirlo (orror)Materiales,Medio Ambiente), sea,individualmente en ya o Cuandool edificio, go quo proviamento habladolorminado {sus intcrac¡iones, constituyenlas fuentesprincipalesde dorribar,continuó servicio en (cambio), ingonioro ol ordonó un I Icausasque contribuyen a los accidentesy a ot¡os acon- babajode lochado, pero no acatóla rocomendación basadatecimientos en un accidenteanterior, para proporcionar un cablo do ( causantes pérdidas. deberían de Se considerar soguridad para amarrarso (orror¡.cuidadosamente estoscuatroelementos cuandose inves- L-asupervisión intermodia fallóon prcstarlo apoyooJsuper- {tigansusincidentes cspe y, cialmente,cuando desarrollan se visornuovoo en controlar métodosdo proparación su los doy ponenen prácticalasmcdidasprcventivas correctivas. y orden do kabaio. La administ¡ación falló on caJanto aplic¿¡ a { brindar oriontación, la audilorfa, una ofrscerasesorfa super- aJ lEl ejecutivo flcientedebería capazde controlar e ser todoel üsor y dotarlo procodimiontos de €scritos.sistema. t [IGURA2-T2 ,{ t { {
  • L ¡ s C a u s a sy C o n " t " " n c t " s O el a e P é r d l d e e á 5 paracxpresar pcnsamiento la enseñanza el y dda scguridad- túomas".Tras los síntomascstán las "catlsasbósicas", diferentes pafsesPuestoque el - factorcspcrsonalesy los factores del trabajoque dan ¡rot *ei de treintaaños,en Incluso Oominósc ha usadoPor tanto tlcmPo como una llustraclón)lgar a los actos y condicionessubcstándares todasestascausíls hay mucho más clásica en la causalidadde los accidentcs,su aplicación-ipués dc descntráñar .rl,u".r. Por lo tanto se clcberían deletminarcuólesfiieron (Fígura 2-13) sehaactualizadoparaslrnbolizatla rclaciÓn y deliciencias en el sistema administrativo (vgr ¿iré"t" que existe enüe la administracióny las causÍrs las Además.-- ntraiacióny ubicación deficientedcl trabajador, falta de efcctosde las pérdidasproducto dc los accidentes muJ- que per- t r c n a m i e n t o ,m a n t e n i m i e n t oi n a d e c u a d o ) sc incorporarónflechai para indicar I as interacciones tilinealesde Ia secuenciacausa-y-efectobitieron o c¿usaronesosfactorespersonales del trabajo y--r efecto, existen tres niveles de c¿usalidad:(a) causas. nediatas; causasbásicasy (c) dehcienciaen los fac- (b) IAS TRESEIAPAS DE CONTROLioresadministrativos control. de múltiplcs,sino-E El modelono sólo refleja las causas bu.no tener presenteque, al tratar de identificarcada también múltiples las opolunidades control de opor- Estas!*na de las causas probables un problcma,deberíamos de tunidades pueden se agruparen trescategorías etapas o el!- estar mayor la atención posiblea aquóllas que¡rosean importantes control:1) dePre-cont^do,2) C;ootacto dó de ayor potcncialde pérdidagravey la mayorprobabilidad 3) dePosrcontacto.Y i..urr"n.ia. Estoes esencial Paraun conkol efectivo Controlde Pre-Contacto:Estaesla etapa incluye que todo quehace para lo mos desanollarponer y enprácticaun Dff RISADA fOR IVÍEDIO progrutu para evitar riesgos, prevenir que las!-AIISALfDAD ,ocurran peráiout planificar y acciones minimizar pérdida para la siatELDon¡fnlo llegaa ocuniry cuando produzca se el contacto¡- i-a causalidad expresada por medio del dominó ha sido : r u y u t i l i z a c l ap a r a c o m u n i c a r l o s p r i n c i p i o s d e l a El controlde pre-contacto la etapa es másfructífera Es t: dondese dcsarrolla programa un óptinrose es-¡cícnción ds arcidcntes y el control de pérdidas aquel!.rcue nciaoriginaldcl dominóde H. W. Heinrich clásicafue t a b l e c e ne s t á n c l a r eó p t i m o s , s e e s t a b l c c e n a s u-T*1-i-l-rl-r J U-l O F.-l z u) o @ l¡l o o o F. J tt. frsi:);r¡-}-!! i{lV! Figur:a 2-13 VJ"11
  • rcheili¡rcntilción cfcctiva dcl dcscrn¡xñoy sc adnrinistrrcl rrcgularidades <1c y otras exposiciolrcsa daño cn lascumplimicntodc los c-stánd.rrcs furrcion¡unicnto. lncta dc I-a supcrficicsdcl tr¿irxitodc vclúculos.aquíesel aspecto PREVENCION parala función dc colrtrol. o Rcforzarnientodel cuelpo o estructura.El cont¡ol cn la ctapa de pre-contactoes la mcta de - conüol dcl pcso y acondicionernicntofísico.pr:ícLicamcrrte estc tcxto dc cstudio. todo - vacunasinmunizantes. - tratamiento con drogas para mejorar la coagulación Control dc Contscto: Los accicJcntas irnplican ull con- sangurnea los hemofílicos, ctc. dctacto con una fuentede encrgíao zubsta¡lcia cncima dc por - rcforzamicntodc tcchos, pisos, colonrnas,mucllcs.la capacicLadlirnite dcl cucq)oo cst¡uctura.Muchasmcditlas plataformas,equipos dc mancjo dc nratcrialcs,su-dc controisurtcncfccto justo en cl punto y rnomentor¡risrnodcl contacto,rcducicndola cantidaddc encrgíade intcrcarn- ¡rcrficicsdc altnaccllarnicrrto catga, ctc. dc - ¡eforzamicnto de la cstructuta dc velúculos, parabio o cl contactodcstmctivo. Por cjemplo: aumcnta¡zu resistenciaa los impactos. c El recmplaz6ds f6¡¡as aiternás encrgíao cl uso dc de - protectoresrcforz-ados para aqucllas partcs filosas y zubstanciasmenc danfuras. cortaJltcsdc las herramientas manuales eléctricas. - nrotoreselecficos e^yez de correasy pol€s. - substanciascon un punto de i¡¡-llamaciónmás alto o I-a etapade contacto es donde ocu¡re el irrcidentey que puedc o no resulta¡en pérdida, de¡rrrdicndo de la carrtid¿d materialesno infl amables. - matcriales sólidos, vapores y gascsmcnos tóxicos. dc cnergíao substanciaquc intenrictren. I-os controlcs cfcc- - irstrirnrentos prra levaltar y mancjar m.etcriales, tivos marrtiencn intercambioen un mínimo. da¡do corno el en -espakhs". rcsultadopcrdid.es tncno¡cs,en vez de p{rdidas mayoresy reemplazodci trabajo manualles iorra e Reducciónde la cantidaddc energíausadao libcrada. o r i g i n a n d o c s c a p a d a sp r o v i d c n c i a l e s " , e n l u g a r d e - prohibiciónde corer dentrodel lugar dc trabajo. pérdidrqaccicientales. Estasmedidasno cvitan los contactos - cquip de voltajc bajo o de presiónbaja. o lq; incidcntes,Ircro sí contribuycn sigriificativamcntcal - reducción dc la temperaturaen los sistcmas de agua control de las pérdi.hs. caliente. Control de Post-Contacto: Despuésdcl accidcrrte o -uso de materialesque no rcquieren de una *contacto- la cxtensiónde las pcrdidas sc pucdc colrt¡ola¡ tempemhra de procesamiento. dc muchasmalreras. Por cjemplo: - ba¡reras cami¡eras dc reducción dc velocidad de o Puesta prácticade loe plancsdc acción dc emcrgcn- en circulaciórr, interior dc la planta. al - r e g u l a d o r c s a u t o m á t i c o s d c v c l o c i d a c Je n l o s cia. . P r i l n e r o sa u x i l i o s o p o r t u n o s y c u i d a d o m é d i c o vehículos. - control dc la übración y de otrosfenórnenos adecuadoa las pcrsonas. produc- c Operacioncsdc rescate. torcs de ruido. o Cont¡ol de i¡cendio y explosión. - pantallas, protectores y pinturas para reducir el ex- o Reti¡o de ci¡culación del equipo, matcriales c ins- cesode calor, dc luz y fulgor exccsivo. Lrlacionesda¡iad., hasta no sc¡ reparadas. krstalación de resguardoso ba¡rerascntre la fucnte de o Reparaciónnípida de los matcriales, equi¡rosc ins- cnergíay la gcnte o la propiedad. - i¡rst¡umcntoso cquipo dc protecciórrpcrsorral, talaciones danadas, ,q - cremasy lociones para la piel. - nlurailascortafuego. o R.ípidavcntilació¡rdcl lugar de trabajo para climitiar ai¡e contaminado. A - compartimientos pnrcbade explosión. a o Li¡npiezaefectivade los dcrrames. r"{ r Conüol de los rcclamos dc indcrnniz¡ción. - recintos cemadoso aislacionespara las m:iquinas t4 c Control de las demandas judicialcs por rcspon- ruidosrs pa¡a el calor y el fno, para la electricidad y sabilidadlegal. f4 para la radiación. . N{edidas recuperacióny dc control dcl derrochc, de Á - filt¡os paraextraerdel ai¡c los elenrentos tóxicos. pa¡a rcscatartoclo lo dc valor posible de lm ítetncs Modificación de las supcrficics de contacto. f{ - acolchadodc los puntosde contacto. dañados. o Rehabilitaciónrápida y cfec(iva de los Lrabajadores /.{ - incorporación dc protectorcs anti-golpes para los pilares de las const¡uccionesen áreas de rnanejo de lesionados,para reincorporarsc a la vida productiva. F4 matcriales. I-os controlcspost-contactono prcvicnen los accidcntes, )4 - zuaüza¡ redondeandoesquinasy bordes dc los ban- pcro sí minimiz-an las perdidas. Ellos puedcn significar la Á cos, de los mesoncs,dc los mucblcs y los cquipos de difercncia cntre Ia lesión y la muerte; etrtre los <lañc¡s trabajo. y rcparablcs la-s ¡Érditlastotalcs; cntrc un sinrplc ¡cclamo y t1 - zuaviza¡supcrñcics,i.p.r* o bordcs agudosde lcc una dcmanda judicial; ent¡e unri intemrpción dc la gcstión ),1 cquiposy materiales. y cmprcsarial el cicrre total dcl negocio. - remoción de escombros,rcparación de hoyos c i- ?l ¡l d i ¡ --J{
  • de las Pérdidas- 37 Lss Causaey Consecuenciac REVISIONDE CONCBPTOSBASICOS los e-stánd¡res Ce 3. Vigencia del cumplimiento de camino para cl - La seguridad *el control de Iaspérdidassccidentales" es mwricar educar, motiva¡ y oricntar el Se refiete a los accldentesa dc un descmPcñocorrecto - ¡" i"n"i"ión es íuncional. logro función dc laspetdidascausadaspor los accidentesy a la amb-iente (G-E-M- - conuol cl sistcmaadminist¡ativo La gente,el equiPo, material y medio en subsistemasde la organización e¡ lorotít rycn los cuatro - accidcnte es: un sucesono ¿"U"r, intcractuar adecuadamentc para ot> La detinición moderna de tt"i-t* daño a la ",tul", la seguridad la calidad la - descado da como tcsultado lesión a la gente quc i"n"i * control efectivo de cl rcsultado dcl son cua$o p¡opi.dui o perdida para cl proceso Es producción y los cctos Estos subsistemas Ácntcs - y cuatro fucntes importan- io*..,o u* substancia fuentedc encrgíapor cncinra o im¡nrtantes de pérdida " "on ! dela capacidad límite del cucrpo o estmcnrra tes dc control. ! D.sdeuna pcmP€ctiva estrictamente de la seguridad un es quc se llega a La perdida por accidcnte es rara vez" si incidente- cs un sucesoque, bajo circu¡stanciasiigera- mayoría de : p.áu"ir, cl resultado de una causa única I-a cn lesión a las como las con- mentcdifercntes,¡rcdríahabcr resultado iou ^..iá"nt"", involucran tanto los acto6 - o pcrdida para el proceso p"oon.., daño a la propiedad diciones subestánda¡es.Y estos son sólo síntomas a un acon- : Dcntro un conceptomás amplio, sc rcficre dc pcrsonales y los que resulta en pcrdida l. Las csusas básicas son los facto¡es tirni"nto qu" ¡,odtt tcsulta¡ o los actos y t- factores del trabajo que causan o permitcn de ls relació¡r 1-10-3&600 muestra1o absurdo conclicionessubestánda¡es - El estudio esfucrzos a los relativamentspocos Ou.esdirigir todos loa 2. Dctrás de estas causas básicas, se cncucntran Ias ! aconteci¡nietrtos dan 1rcr rcsultado lesioncs gravcs o que dcficienciasdel sistemaadministrativo g inca¡,acitatitcs, cuandopor cacla uno de cstosaconteimicn- tos iay muchos otros (lesionos mcnorc.sdaños a la 3. Por lo tanto,hay tres niveles de causalidad: - una t¡asc propláa y cuasi-acciclentes), pro¡rorcionan que a) causas inmediatas, -, rnu.tln rruis amplia, para un control m:is efectivo de las b) carrsas b:isicas, Y producidas por los accidentes t^tt* cn los factorcs del control adrninist¡ativo -- Érdida-s "j cnticas para mejorar el control de El moderna con relacicna las ! L¿st¡esvías re.almente ¡*rotrrri"nto y la experiencia le-s pcrdidasptovcnicntcsde los acciclentes manificstan sc carlsas dc ¡rerdida accidcntal se rcflejan cn el mo<lelo dc dc domi¡ró ! a t¡aves los siguicntesmétodos: de causalidacl perdidasy cn la nucva sccuencia de de pérdida Los modeloi -odetlos de causalidad ! 1. Desorrollode progranta adecuadoGarantizarque un los reflejan estaside¿s: - el sistcmaadministrativoincorpore,adecuadamente vitalcs del programa ele¡netrto,s (cotnolos quc sc obscr- múltiples a) El conceptode las causas - rancn cl cuad¡osuperiorde la Figura 2-14) relación causa b) hs interacciones rnultili¡eales de la - del 2 . E s t a b l e c i m i e n t od e e s t á n d a r e s a d e c u a d o s cfecto. (y v progmma. Es¡rcificar quién dcbc haccr qué tosa el control (prc- c) Múltiples oportunidades pa¡a aplicar ! . u e n a o ¡ , p a r a l a S c g u r i d a d / C o n t r o ld c P é r d i d a s c- contacto,contacto,post-contacto), Ascgurarscquc los estánda¡esscan suflcicntemcnte v xigcntcs,cs¡rccificosY clarostIFp-i".-vrt,E.-,______--;..:-.:¡.....-:--
  • |:3 B- L l d e r a z g o r á c t l c oe n e l C o n t r o ld e P é r d l < l a s P # e q MODELO CAUSALIDAD PERDIDA DE DE € F a l l ae n e l c u m p l l m l e n t od e l o s e s t á n d a r e s d e c u a d o s , n c u a n t o a l : a e @ LJd6r& gp y AdrirÉtradón . Equtpo do Protción PuwoJ & E¡tsry*yrlo dc h Admhlsl¡mi5n . Cot d+s y Sov,lcio do Sdud lGpaccfroP!r-¡d6 . SJlcru d6 EvoJlffjóo dcl Prograru ü Arúlisie y ftmlrrimtG do Trdbo¡tTüe8 . C$to¡es d€ lñCqüqt! lrresdgw:ón dc Acddorrtd¡rciiün6 . . Coou;citroPdssldes @ a: Oboorrejcra Pfor¡ddc do{ Trnb{*]/TeoN CdMixjffiqcrLga6 PrepryEi5r¡ ps8 Effi!€.ds . Rmlrncr6sJ s BegiláEntc do la Ogridjó. . Cotr*cdar y Col.ccaión A¡táfsis dc AEikoMrciJrde Cq¡d6d€Adqri8iciro Enbmiry¡to dc br Trr$s¡ador* . SagulJad Fwa delTrabsio Y --& *- Factores ersonales P F a c t o r e sd e l T r a b a J o -s . Caprcnad Inadmxaa L-iddeto o Slperykim lrsd€aryJ{r -& - Ft¡¡lqf¡;o+óAúq , . lryrtsia ¡n¡dqpda - l¡erdsl€lcolótia . ACqJbicjffilnaj€qds . Faisd€CdFdmh6 . lvk-ierEjóa IntrJ¿ffda * . . Falta do l-taLilidld Tmsjón . . fbrm;erdG Eí,ó.dú6 - EquiF6 - Moleriatca Inaj|n&jcs de Tf abqio lrEd@ajo6 r& - Fbl:a,tFslo|jgÉá . A"t¡e o M¡i U9 - X.lerrtsts;@lo9ks . L}so y Oesgste $q & . Motitrin lrEdcqjoda -* Actos Subestándares C o n d i c i o n eS u b e s t á n d a r e s s -*; Operd los eqdpos sin andmt&l /v Desob€d6er |¡3 adva1ffi!6 Protmi(P; y resgusdos Equlpos dó protsñ. iuajqados inadeGsdos o insr-ldc¡1os d //l Oi4derc d€ @lEr b. É9ú6 I lrrMbds -Eqüm o roierides deloctwG ,v Cq)du*awdódcs ñc I Pffi h6a ¡rEd@Jod8 do !fficir los ruisrs do segunded Esptrtos ¡rñ6¿r¡ Shlfr€ prya dcs*olvers da 6dvrrt eftIá ;rTuácjrari ó d i-)/ E]imhw b. .6!u-do3 dc sgurldád Rrsgo do lrxrodo y c xp¡6ión $ir láVai Empbo tJo lff oqdpo dclecnro ¡deq¡sdryrer¡tc Ctrgtrd€ffia¡rffsda Él Equipo d€ Protsjón Pcrsonaj Crrdtr Erposiión Exposii&r y limÉa doficj€r1es m 6l tr!ry al ruido a radmi:m d€ ,úabaio ,s AJt.nffido|]lffi!¡rffodr Lddltrdó |]1ffi6 hFrcctá Exposjcfn llúñinsitrr a ens deficj{*le o b¡jss lemp¿r¿rtu$ o c¡6iva # Adopls R€aliza flecqb.m m tMf pos¡dón hodoq{ds ffii5n a oquts fr psa hffi operrcix la t8rea Vmtrlrci5n ireuñcierrtc e Trabalw bnio h irttltrü delakohot y/u qtrs drogas # @ -.d¡ A Contaclos r# l,/ lá;Y/ oI l l l . . Gdpoódo Golp€ado ffüa Caba a m nivclirftrid C¡id¡ a m mim (trop¿zando o c||ffido por (6 otftto m mimiecrto) nivel (r6bsjón m) y eicia, volerse) . . . Co0do s C{€iJo Cqnado 6nrc (eg&rsdo, cé6tiu, (ap{6stodo Éb6do) prod€lElóxicos, o 6rpúado, m (e!eCú;:U¡d, Étq, l b, roC;cdón, ru¿o) s EÉ V trcdLrd6 Atsp¡do d€ mpr6i5n y de aprielo) Sobretmsir - sb(mf.tro - obrwga {txtrl6 d ü Y # A nl Leslónpersonal D a ñ oa l a p r o p l e d a d P é r d i d a a r ae l P r o c e s o p *É *¡# I lcA L6ión o edarrcdsd grm Cd6rrót6 . (}f 6úóñc¿ rd lÉl/.1 Lcón o alwmodod sorh ¡¡aytr . . t4e/q lf.,l Lsión o mldrpdod b^€ Serk) . Ssi¡ l1crs ram V r# rfi FIGURA2-14 :.* * J ¡- -t
  • I Las Causag- Consecuenciasde las Pérdidas- 39 y I t I PREGLINTAS CLAVES I T actos subcslánda¡cs- y con- 1. Defi¡a por cscritolos siguicntestérminos: 10. ¿Por qué Ios términos r a) segu¡idad dicionessubcstándares" más funcionales son queactos b) accidente irrsegurc" ycondici ones irrscguras-? T c) i¡cidentc I l. I-os actos y condiciones subestánda¡es dcbcnan tratars€ r 2, ¿Vctdadcroo Falso?Scgún cl ¡rcnsamicntomodemo, un y no como causas F acontecimientotienc quc incluir las lcsiones huma¡as básicas. t parascr clasificadocorrcctamentc como u¡ accidentc. 12. ¿Cuáles son las dos catcgonas primarias de causas I 3. l: rnayonade los accidentes implican cl Brindc varios cjcmplos de cada una de cllas. b¿ísicas? con una substanciao fuente de-po¡ cn- r cina de la capacidadlímite del cuery)o estructu¡a. o 13. Nombre tresrazoncscomunespara lafalta dc conhol". I 14. Enrrmere10 ó l2 elementosdc los programasde éxito 4. ¿Cuálessotr los títulos cor¡ectospara cada una de las - dc la Seguridad/Cont¡ol Pérdid,q. dc l divisiones la proporción1-10-30-600? cuatro de I 15. ¿Porquéson importantaslos cstánda¡es programa? del 5. ¿Cuáles Ios títulos que van en cadarna de las cinco son F ¡ fich¿-s dorninó cn la nucva sccucncia dc causa y dcl 16. ¿Cuálcs cl Principio de las Causas Múltiplcs? ¿Porqué efecto? cs im¡rcrtantecn la adminisfración de la Seguridad/Con- ¡ trol de Pé¡did¿s?i- ó. Nombrccuat¡oá¡casbásicasdc perdidaderivadadc los quc corcspondan también a cuatro árcas accidentes, 17. Debcnamosp¡esta¡lela mayor atcnciónposiblea aque-¡ básicas control. dcl llos factorcs causales con el mayor potencial de gravcdad de -- y la mayot probabilidad de.{: 7. ¿Vodade.ro Falso? El costo de las lcsiones o enfer- olv mcdades accidentcs dc 5 a 50 r,eccsel costo dcl por es interaccioncs multi- dañoa la propiedadno a-segurada. 18. Expliquc cl conccpto de lasi!l lineales" corresflondientes niodclo de causalidadde al ti¡x-rs cnergíaque puedenc-star 8. Nonrbrocinco o sei.s det pcrdida.¡ involuc¡ados las ¡rerdidas en accidentales.l! 19. Nombre las tres etapas del control y brinde rtrrimt 9. ¿Vudadcroo Falso?El cqui¡rodc protección¡rcrsonal ejcnrplosde cadauna.i-¡ elitalos incidentes.{
  • 4O- LiderazgoPráctico en el Control de Pérdidss RESLINTEN PRACTIC O DII APLIC AC IOI{BS S - Pqr¡ Supervisores E - Para [iecutivos C - Pars Coordinsdoresde la Scguridad/Coutrol de Pórdidas SEC 1. Dc,sa¡¡ollar comunicar la f,rlosofía la orgarriz-ación cuanto a la scguridacl la y dc en y sus conceptos s.rhrd, b:isicosy sus dcf-rnicio¡rcs funcionalcs. xxx 2. poner en práctica y mejorar la adrninist¡ación del prograrna y los De,s"errollar, estánd¡¡cs de la seguridad y la salud de la organización. xxx 3. Incluir los conceptos causas-y-efectos los accidentes las actividades de dc en dc entrenamientode la administración. XX 4, Lrclui¡ los conceptosde cauas-y-efectos de los accidcntcscn los programas de entrenamiento de lo¡; trabajadores,en las comurricacionesde grup<tyen lc; con- tactos personelas. XX;( 5. En el programa de irrspcccioncsplaneadasenfatizar no scilo las corrdicioncs subestí¡da¡cs sino tambiérr las causashásicasdet¡ás de ellas. XXI 6. En el prograrna de obscrvacionesplalead:s , enfatizar no sólo los actos subestándarcs, que s€ encuent¡alrdet¡ás de ellas. sfurotambién las causasb¿ísicas x x r 7. F¡r cl anilisis dc accidcntcs/incidentcs, inclui¡ las caus"as i¡rmediatas, causas las b:isicasy ios factotesdc falta de control admjnistrativo. 8. Ma¡tener ügente el cumplimicnto de los cstánda¡es programade seguridady dcl salud. x x .{ 9. En todas las actividades peflfurentes programa, ascgurarsequc la falla de los fac- del tores del control administ¡ativo"sea tomadacn consideración fonna en a<Jccuada junto con las causasinmediatasy b.Ísicas. xxx ta¡rtode los cuasi-accidcntes. 10. PrcocuDa¡se como tanrbiénde los accidentes. XXX 11. Administra¡ el control en todlrssr¡stres etapa-s pre-contacto, de colrtactoy post-contac- to.xxx rt
  • - C o n t r o lA d m i n i s t r a t i v o e P é r d i d a s 4 1 d CAPMJLO 3 ADMINISTRATIVO PEHDIDAS CONTROL DE -El beneficioadicionalmásvalioso que seha podidolograr,al considerar seguridad la como progresogeneralque se manifiesta en la una est¡ategiao¡rcracional, ha constituido el 1o todaslos atpettos de todo su tl.abajo capacidacl Ia administración línea,pu* mun.¡u, de de hecho comprobado- -lrster A Hudson créanme, esto no es simple ¡etórica ... es un Presidente Gerentcde Opcraciones, y Dan River Inc de Caüdad") y otros espccialistas ftrionerodc losCírculos Y{IT{ODUCCION dc una e]radmi¡ristración, solo cl 15% de los problernas tan .-Ll compariíapucdcn ser controlados por los trabajadorcs- dc cada controldc ¡Értliclas ttnapartcvital dcl trabajo cs *i"nt.u, qu" 85% rcstante pucde ser coiltrolado ox- L organizaciónParaser llevado a Y:rentc,a todo nivel clc la "l clusiv^mente¡nr la administració¡r ottas En palabrasla I requicre dc un,enfoque ad- lr -r" "n forma cfcctiva, son problemasde t, -inistrativo profcsiorral. I-as tres razonesmás irnportantes -uyoriu de los problemasdc seguridad, la administ¡ación. t l , ]rra que esto sca así son: 1) los gcrentcsson responsables ¡ i dc los demás,2)el administratla 1., = -,rla scguúdad la saludy ánas relacionad as ,:uriiiadpropcrciona oporttrnidacles; im¡rcrtantes pa¡a Ailmilli{ral" la seguridad <úas y i,l I lt: , ] n " j " i l o , . o s t o r , y 3 ) i a a d m i t r i s t r a c i ó nd e l a con las pérdidas, proporciolla oportunidades t: t: -, r¡urido.lTcotlLrol Pé¡dicla-s dc pro¡rorciona rna cstrategia significativas para atlnrinistrar los costos i, t: paramcjorar la admi¡Lst¡ación zu totalidad en los ít¿mesobv.ic¡s t, -.":racional I¡s accidentes tienen costoselevado:; ll i en cuantoa costosincluyen la compensación trabajador del ,os gerentes responsables la seguridad son por los cqui¡ns y productos el ¡: I el scguro médico, el iaño a t ,- la saludde los demás. ticmiio de inactividad las reparaciones, reposicioncs las Ias l. I y demanclas la rcs¡rcnsabilidad y legal Otros costosde impor- i: - La tes¡rc,tr-sabiiidad un gcrente cn la productividad clc costos de l,r gru ,1" utilidaclcs cs substancial Pcro la resporrsabiiidad tarcia incluy"n J ti"mpo <lc invcstigación los I -t"-li contrataciótr la preparación y/o clelos strplcntcs perclida la l. s"-guridad y salud dc los trabajadorcs cs dg alta jr cxtra dc -.ignificación. l-as tnáquinas, los matcrialcs y las estratcgias de productividad,-el-sobrctiempo,cl tienrpo f,: ¡ncrcado sc puedcn cxplicar cn términos de hcchos y su¡rrvisiórL el tiempo dcl ¡>crsonal de.oñcina y la ¡rrdida i: l. -;ifras. Pcro, sirnplcmente no existc la marcra dc explicar, dc la crcdibilidadcornercialy del crédito ii l, -<,n fonna satlsfactoria, a una familia que ha sido gol¡reada t; l: ll cr cl la mucrtc del ser amado, la pérdida de su --vi-sta, sufrimicnto, o su irrcapacidad pcrmanente. I-a ¡rerdida de uq dólar -cn cl balanccanuel cs tcm¡rcral y pucdc recui)c¡arsca travós Pcro, no hay luodo dc -.i¿ utrl administraciótrma.scfcctiva. a la scgrrridadcomo r.cr¡i(:rdr la-sp.:rcliclashulnanas quc rcsultan dc los acci- Traclicionalmelrtc, sc ha corsiderado -- dcnti-:s. vid¡, las p:utes dcl cucrl>o, o cl funcionamiento I-e un gasto, como uno de los costos cicl negocio Sil elnbargo ltnnal, no sc rccuPcmn janrás. ,nulho, acl¡nirristraclores lnodcnrosla vcn y la tratan ahora - utra invcrsiótr con com¡rtl-srcioncs cotl)o una inversión Como scrcs ltttntanos, los di¡ectivos ticncn la tendcncia como económicas Un alto sisnificativas, tantohumanas iunrana a ¡acionaliza¡ la-s causas quc se refieren a los la nrarrcra siguiente: - -descuidos" o actos ejlcutivo lo cxprcsó de accidctfcs; ... ticndcn a cnfatizar los -in-scgrrros- los trabajadores; y a evita¡ senti¡sc culpables los gastos de la scguriclad dc F¡tamos ahora corrsiderando -oportunidadcs qrc sc cotrsidcra-n cliosmisnrcx.Pcro, conro lo ha cvidcnciado cl Dr. Dctnming corno oportunitladcs -itt :**-*ir*rr¡*r ---
  • ¡=.:1¡,# .¿:t4 2 - L i d e r a z g o r á c t i c oe n e l C o n l r o lc t ep é r d i d a s P F i f tarr rrnpoftatrtcsy potcncialnrcrrtc tan bcneficiosas. forma efectiva, en árcas conto las que sc obscrvan en Ia r I como las invcrsiorrcs oricntad.as la proclucCión corno a o Figura 3-1. Ia aplicación dc cstos principios y prácticas I la int¡oduccióndc u¡ranucva línea <1e productos. ( ayudanín a alcanza¡ no sólo la seguridacl dcsea<Ja las metas y I Los programas de segwidad más efectivos y dirigidos del cont¡ol de ffrdidas, sino tunbién las nretas desc¡clas en t al I control clc tod¿sla-s pirdiclrs, producenula utilid.rdnrucho cuanto a calid.rd, productividad y costos. { rnayor,ai rcducir los costos. ¡r ¡ La Adrninistración de Ia Segur-iclad/Control , de ALGUNASMETASFUNDAIlIENTALES DEL Pérdidasp ruporciona ruul eslr¿l tegi:ropera cio n al PROGRAMA ECONTROL E PERDIDAS D D I ! para mcjolar la ¿rclnrinistració¡ su totalitlad. en l 1.Lesión enfermedad n eltrabajo y e r5 l-os expertos <le todo el mundo, reconocen de manera {ü i¡rsistcntequc un programa de scguridad bicn administr¿do. 2.Lesióny enfermedadfuera deltrabajo proporciona u¡a cficiente estrategiaoperacional para t- 3.lncendioy explosión ef q rncjorar la adminisüación en su totalidad. Este no es un td conccptonuevo.Fue expresado lr.acc casi50 añospor H. W. 4.Dañoa la propíedaden general l- Hcirrich, un pionero cn cl pcnsanicnto cn cuanto a la 5.Disminución robo y q atlnrinist¡acióndc la seguriclad,en su irrfiuyente libro, l " -1 ¡ i.ta Prevenció n de Ac c ídentes I ndustríales (lndustrial Acciclent 6.Ausentisnro ,€ Prevention). El escribió, -I-q; métodos m¡ís valiosos en la prcvención dc accidentesson arúlogos a los métoclos re_ T.Responsabilidad ministrativa generaly ad- s queridosparael conüol de la calidad,los costosy cantidad t€ S.Responsabilidad producto de la producción". Fn aquel entonces, a los pensamientos dc Flcinrich,en cstcscnticlo, se les prestóla atenciónque no de 9.Abuso de alcoholy otras drogas ,s rcrecían, debido a la abrumadora necesidad re<luci¡los cle q 10. Pérdida natural catastrófica úrdices cielas lesioncs.pero errrrvs signilicativo de organiz-aciones últimos años,ul¡ niifi1c.ro ,& importütes han descubicrto l l . V i o l a c i o n e sd e l a l e g i s l a c i ó n que, el aplicar las herrarnicntasy téclúcasdescritasen estos q capítulos,Ics ha traído, no sólo una mayor scguridad,sirro tarubiénprog¡esos 12.At¡usodel arnbicrrte s mediblescn cuantoa eliciencia.calidad l3.Desorden y prcüuctiüdad. 14.Comportamienloderrochador s Objetivo del CapÍtulo 15.Otrosderrochesinnecesarios, e g I;r neccsidad de saber en qué consiste la administ¡ación l6.lnsuficienciaen el sistemaad- profesional -sus caractenstica-s, principios y funciones_ sus ministrativo s no sólo es una nccesidadbisica de la mayona de los acl_ nrinistradores, sirroque es talnbién la basecic la mayor panc [-igura 3-1 s de.susproblemas.Sin exageracióqurradc las nccesidades T más grandesen tocloel mundo, entre las organizacionesque Objectivos Administrativos en el Control de s no han alcanzado los niveies deseadc¡s dcscmpcño dcl <Je ir control de pérdidas, es este aspecto referido a la Pérdidas ad¡uinist¡aciónde las ta¡casque s€ rcquieren para lograr que {F Los siguientes objetivos generalesen el control de sc rcalice el trabajo con eficiencia y efectividad. perdidas,cuandoson apropiadamcnte Iogrados, re<luci¡á las "} ptobabilidades dc una perdida rnayor o catastrófica en ,qÉ "El primer deber del negocioes sobreüvir y el cualquieraorganizaciórr riesgosaltos. de principio guía de la economíacomercial no t es Objetivos Administ¡ativcrscn el Cont¡ol a pérdidas la ma-rimiinciónde las utilidades,sino el evitar { Ias pérdidas." peter Drucker t Identifica¡ todas las exposicionesa pcrciiclas { 2. Evaluarel riesgoen cadacxposición .Y J. Desa¡rolla¡un plan Este capítulo prescnta los aspcctos principales dc Ias / Irnplementar plan a. el tc a r a c t e r í s t i c a s ,I o s p r i n c i p i o s y f u n c i o n c s d c la 5 . Monitor - Dirigir - Controlaradministración profesíonal partir dc las cxpcriencias los a <ie cjccutivos líde¡es y de los corr-sulto¡es doccntese n y I-o mas importante para lograr cstos objctivos, es laadminist¡ación.El objetivo fundamenral,Á a¡"udara lq; idcntificación dc todas las exposicion., "cr quc unaadministradorcs a marrcjar cl control dc las prerdidascn "o,, organiz:ción sc cnfrcnta.Esta cs la únjca rnancradc idcn- tr ^1| 1 4
  • -..t-gr...) - 43 Control Administrativo de Pérdidas) .-t -) plf"tio*l se debc **t"""r l ¡csulta¡ ff tifrcar ¡rocascxpcxicionescríticas,quc ¡ndnan las "¿-i"i.t*dot/zu¡rcr"itot y funcionalcs dc) -l son controladas al día cn cuarito t tou signin"ados ügcntcs cnuna p"rdida,.t^yo, o catasüófica,si no pcrtinentcs; ios") guv tu.ttu. matrcras para lograr esto; como a [avés la i* t¿rrnin*, cn relaciJn a las profesioncs "-l doboutllir¡r on forma efootive y a¡rdar r otrosa cntcndorlos l¿¡¡ hr.nturl* do rlcsgcx o cxpostclottól,fopnlo do toctt¡ con cfcctividad Esenóiahcntc lo quc se hace -, incluycndomapasde flujo, reportes ;-;üI comcrciaics actiricjades p* el misrno significado y para lograr unal -u anualx, compras, materiales ventas,etc y dc "omp"rti¡ comr¡nicación- Esto mutuE cs vcrdadcra para iden- "o-pr*riOn esta¡ en l" mitm^ longitud dc onda cn relación alI ¡o Sincrnba¡go,una de las manerasmas cfectivas ..q"i"r" dc la) -t tificar mayoridad de exposicioncs la accidentales una en .ig;n""ao de los términos usados cn el proccsor Ur" .ontinuu" es implemcntar un programa moderno de comunicación.1,l1 control perdidas de scguridad y salud y cfcctivamente deil, --l , dr¡iek control. su Identificación del Thabajo Requerido" proíesionales" enl * necesana Elresto estecapítuloy libro da la perspectiva de I-a segunda ca¡acterística de los con cuáles ac- Paratorna¡ paso un gigarrte esadirección cn cualquier area, es el quc se tenga-cla¡ot; y cuálesserárr tividades se lograrán los resultados dcseadoa sabcrL deü.- ocabulaúoProfesionalEspecífico inefectivas. I¡n administradores profesionalcs quc ellos y sust ticncn acuerdo a su preparación y experiencia, lo Dc la misma manera quc los médicos y abogados se realice cn la ejecutivostambién 1o trabajadoresd"b.,, hu""t Para que el trabajot -ó*n. vocabulario profesional, los supropio forma más correcta posible El no conta¡ con este co- profcsión n"Ui¿o u qu" la administraciónes una frustración$, términosespccializados nocimiento,o cl no apiicarlo,da como resultado *p""if.", cila cuentacon muchos aqucllos que perdida de tiempo y confusión para todos5..-.* y consigniñcados espccrficos En muchos casos los sig- no se cncuentran particiPan en ese trabajo ¡n.t¿* funcionalesde estos términos,ü_ evolucionan tenga que cmPczar cncl dicciona¡io. I-asdefinicionesfuncionales No es necesario que una organizacióng.t a convcrti¡ en una en cuanto a la identificación y -f a partir dc la cxpcriencia Se llegan desde un una "o-i",to lograr resultadosB .rpr.i" de lenguaje taquigráfico para.facilitar clasificación del trabajo requerido para entre los miembros de la profesiórr óptimo,s la administr¿ción cn dc la seguridady dcl controlp. comurLicación "*¡-aito valedrcir, Ia proJcsión admi¡istr¿tiva Por supuesto el a" ¡*.aian . El análisisde los ptogramas queya han logrado debiclas en ya la ma1or parteclce¡tas#.. >a protsional deb,:Sícmpr"tomar las prcrauciones lcnguaje- codificado cuandose co- éxito cl munclo,ha idcntificado "n análisis 20 elemcntcs de i, fo*^ de luar ese activiclades.Basaclo en talf,* niunica gentc que no pertenccea su proteslon para trabajo de aclministraciónlun con frog-rnu o actiüdades# E¡.Lstcn tarnbién términos técnicos es¡rccíficos para los sido identificaclos (vcr Figura 3-2)p. u¡rectos la administ¡ación dc dcl control dc pérdidas los En Para que los ejecutivos sean capaces de decirestoy acl- y cxplicarán cn u¡ estiloR- di".rso, capírulosdc este libro, se presentarán minist¡ando mi trabajo de cont¡ol de ¡rrdidas gerentesde opcraciones qué elementosclelprograma oesl algunos ellos. Aú¡ cua¡do los dc nJ n"".rit"n convcrtirscen espccialistas seguridad cn sc profesional-, debení¡ saber .r, p.opio organiiración les "árr"sponde aplicar y cu-áles elt lucc nccesa¡ioquo conozcan términos como los quo se truüujá especíñco que deben hacer co¡ c¿da uno de cstos del trabajo pueden en-q. lf c,scntancontinuación: a elementos.Estas respon-sabiliclades dcscripción del cargo en los contrarsc d"tult^¿uten lapl a Pérdida- denoche i¡nccesario de cualquier re€u¡so ma¡rualcs procedimientosy/o en norrnas dc prácticas Pcrop de o Peli|ro- una condicióno acto con potencial ¡rrdida sin importar dónde y cómo se identifiquen las normas de *cuáles- son satrer ¡rcraccidcntc. funcionamiento, los supervisores debcnf.o accidentalcs esasnornas. El poder completar la hoja de trabajo que se t Seguridad- cl conttol de las ¡rerdidas ser un buen modo dcfx observa l^ Fig"o 3-3, ¡rcdría o Control Pérdidas- cualquicr cosaque sc haga para "n las normasde de comprobarrápidÁente cuán bien se conocent rcducir perdicla-s las provenicntcsdc los riesgospurosdcl descmpcñopara las rcs¡rrr-sabilidades que tcprcsentaesta pa-raagrcgarlas ac-E|-1 n c g o c i o .l l o i n c l r r Y c : E área crítica (Incluyc los cspacios y quc no aparczcan la lista) cnp] a perdida cx¡>osiciotrcs 1. l-a prevctrción la-s dc tiüdadcs quc ustcdrcalicc?r ocurren los 2. la rcducción dc la-sperdidas cr.rando Medición clela Ejecución del Trabajo qtrc ocasio¡ratrrt acontccimicntos 1Érdidas. Prácticamcntc cualquicrapuedemcdir el resultado una dc 3. l¡ climinació¡ro la sustihrcióndcl ricsgo. organización -ya sca en toncladasen unidadesen ventas6l. Sin embargoun adminisbador I a havésde susscrviciosctc[Ñ! o Administración Control de Pérdidas- la aplicación dtl sabcr y scr capaz de medi¡ los insumoa dclashabilidadcs profcsiotralcs, control admini-strativas al O-"sional clebc para obteneresostesul-6ig I (inputs; quc sc rcquierc ingrcsar.f - dclaspcrdidas los riesgosdcl ncgocioF;nla Figura dc dc las difercnciascntre un cjccutivo y un t tados.Esta cs unaFt 3-.1 pudo obscnar los objetivos más importantes scFFruá!
  • Í44 - LlderazgoPráctlco en el Conlrol de Pérdldae { q oficinista. En el pasado,en rclación a la scguridad,casi todas las mcdicioneseran referidasa los resultados programa del ticmpo perdidoen gcneral,etc.),Pcro tanrbiénsabenquc sc requierenprogramas (inputs) para obtener rcsultados(out- E Á -la rcducción de las lesionesy de todos los costos que se puts) y que éstosestán directamenterelacionadoscon el derivabande ellas.Sin embargo,estas cantidadcslaspuede de desempeño los miembrosdel equipo en el programa.Sólo d calcularcualquieroficinista, más o menos competente.Se requierenhabilidades administrativas profesionales, al conocer el desenpeño individual en cada árca dcl d poder mcdir los requisitosque rJebcn para entrar al progranta para programa,pueden los supcrvisorcstomar las slcdidas apropiadas,antes que ocuffan lasffrdidas. En efecto,Ias de d garantizar los resultados que s€ pretcnden lograr. I-os accionesadministrativas puedenscrpredicüvasy prcactivas d ql t c j c c u t i v o s p r o f e s i o n a l e sp u c d e n m e d i r s u p r o p i o más quc reactivas postcriorcsa Iaspérdiclas. o ,Á desempeño el trabajoy el de la gentebajo su clirección. q en Un ejcmplo dc esto podría ser el que un supervisor esté realizandosólo un6OVo lasreunionesrequeridaspor los de I-a medición válida del descmpcñocs una c¿racterística tan importante de un administ¡ador profesional, que se q i estándares la organizacióno aplicandosólo el 75% dela de analízará tratarácon mayor deralle más adelanteen este y E instrucciónen el trabajo que se necesita los trabajadores o capítulo. q podrían estar clmpliendo con los rcquisitos del equipo Principioso YerdadesFundanentsles -d protectorsólo e¡r un B}Vodel tiempo; o ajustandola ma- qrrinaria la tolerancia a - q{ co[ec!a, sólo en ungZVodel üempo. Casitodadisciplina administración, de ticneciertosprin- I Una buena analogía podría comparar el uso de las cipioso verdadades fundamentiles, guian lasacciones que ü mecliciones ejecutivo de empresas, gcnerales profesional. del del con el uso que de -€ ellashaceun entrenador inte¡esará deportivo. buen entrenador Un mucho por llegar a medir los ¡esultados las se Henri Fayol (1841-L925)fue uno de los primeros con- -q + o tribuidoresdistinguidos movimiento de administración; del consecucncias juego, (el marcadordel particlo),pero la del accntúa necesidad estosprincipios de Iiderazgoen sus la de forma en que se vence al rival, es a travésde la medición del trabajode cadajugadory dándoleIasrecomendaciones primerasobrascomo en 1916. s . necesarias paramejorar.Del nrismo modo, en el mundo de los negcrcios, los supervisoresy los altos ejecutivos se [-os siguientcs han sido seleccionados como aquéllos e s t i m a d o sa t e n e r u n v a l o r e s p e c i a l , d u r a n t e l a I é i¡teresan grandementeen la medición de los resultados implementación cualquier programa o ¡rroyeoo. I_a de (número de accidentes, tiempo de detención del proceso, mayoriade ciloshan continuado valer,como, un lider se empeña nun€ terminarde scb¡esalir. a a ¡h f & a: :.: :.: : : : : :.:.: : : :.:.. : :.:.: :.:.: : :. l:: :::::i: t...:.: :::;:.::: :::i & ,s :::;:::;::::::::::::j:t:::::::i::::::::i;::l::;::::::::::::: ENTRENAMIENTO DE LA ü ADMINISTRACION & I=IIÍIIN:E # s OBSERVACION PREPARACION REGLAS ü PARA LA DE LA TRABAJOS/TAFEAS EMERGENCIA ORGANIZACION & ü -# EQUIPOS E D C O N T R O LY SISTEMA E D ü PROTECCION PERSONAL SERVICIOS E SALUD D E V A L U A C I O ND E L PFOGRAMA s t ü : CONTFATACION + PROMOCION GENERAL COLOCACION t , + Fi gura 3-2 1RABAJO ADMINISTRATI VO NECESARIOPARA _ü OBTENEREXITO EN ELCONTROLDE PERDIDAS I 4 -Üa.
  • - Control Administrativo de Pérdidas 45) AD MIN IS T R A C ION E L CONTROL PERDIDAS D DE)- Hoja de Trabajo ParaSuPeruisorest_ I ¿P¡d ó ¿E.ttü..) -t ACTIVIDAD s-No ¡ sl-|5 ¡¿osE }¿OS€ü.rj 1. Comunicaryhacercump|irlaspolíticasdeSeguridad/ControldePérdidas.) a. Establecer liderazgomodelo ún para los subordinados ó. R"rfi"ipo del programade orientación supervisores deF--r --j A Compietarlos.p rogramas de entronamiento para supervisores 5 . Efecruar inspecciones genoralos planeadas..). área Á;;¡ü"i plogrunrudeinspeccióñ a partescríticasen mii-r 7 . Áuditar et pro!rama do mantención preventiva mi área en antesde su uso a v contiolarla verificación los equipos de¡ - l Y . Aolicar un inventariode trabajos/tareas eieparár críticas procedimientos prácticas oi: 1I 0 . Análizarlos trabajos/tareascrÍticasy preparar para instruir,observar,ad¡estrar. 1 y procodimientos iá"ti*r CeiriUáiosnaieas Usar!,_ t L . Investigar accjdentes. Investigar cuasi-accidontes.F_ 1 4 . ldentifióar causasbásicasde los accidentos las preventivas conectivas y l( Rr"t¡.", invostigaciones seguimiento acciones doh t o . Realizarobservácionesplaneadasde trabajosftareas con en los análisis dosempeño delI l 1 7 . Usarla informacrónp.i. observacjones las reuniones contactos soguridad de lás áÁlrg"ncias, en y d.e 1 8 . Inclulr preparación laFI 1 9 . Coordinar simutacri OáindnO¡o",á.¡ercrcios evacúación actividades equi- los de y delhl I po de emergencia el departamento en ¿urante orientación los trabajadores la de nuevosy deF. -i Ens"narto¿"os regtaÁáhtos tosbI lostransferidos.s. i.-l ¿ 1 . náaizar una revisiónanual de los reglamentos los trabajadores coni l i 22. Hacarcumplirlos reglamentos maneraconsistente de un.rqcon_ocimiento positivob - l ¿ ó . Refozarol cumplimiento losproyectos med.ianteperdldas parteda los oquiposde cle reglamento.s ds conlrolde !l a-1. Fomtarn¡l Evaluarlas nec¿sidades entrenamiento su personal, dc: de ..l¡. j"tu mejorar habilidades exhibonlostrabajadoros las que en ¿o. Usarel entrenam¡entobl estemomento prepararlos y para progresar personal. Explicar exigirol cumpiimienlo ló normasdel equipode.protección y OeFI at - ¿o. Promover conservación Equipode la del Protección Personal Personal Refozarel cumplimientá tas áxigencias Oe sobreel Equipo Protecciónl ,c Enseñar|asprácticasde|manejosegUrodesubstanciaspe|igro.sas. _deF-l !)1. éarantizarlá instalacióny ol oqi-ripo 3 2 , Informa¡ aspectosinseguros los elementos los on adecuadode primerosaux¡lios adquiridosF- l- lI irtár"ár a las y O" f"ligio relativos las henamienias, máquinas los métodos, "rpe.to,pl nuevos modificados. o nuevoso transferidos # + . Orientar los trabajadores añ -¡:i. üorgar una instrucción adecuada el trabajo. on 36. EmJlear técnicas efectivas entrenamiento de recomendaciones. de yF n7 CoóOuc¡r reuniones grupocon los trabajadores de yp 3E promover activamente ácontecimientoé, cifras, afichos, publicaciones ós las los las lascompetencias seguridad. dos- óán.,rni*. problemJsde colocación personal aquéllos los tratar ubicara los trabajadores. y de a encargados con- de provechosasF |40 Analiár los rogistros ¡ritormes seguridad e Oe parasacarconclusiones do grupoy de contactos per- 4 1 . Incluir sugutidud uera cleltrabajoen las reuniones fe la sonalos. sus experiencias qlanto a seguridad fueradelp- qa- Estimular que la gente comparta trabaio. a enF-t- 43. a.t.L- Aip- 45.nffi figura 3-3FEh,i¡i¡s/rt
  • --; t;a - a,;".;oPráctrco en el control de Pérdidss s t l. EI Principio de Reaccióna Cantbíó. Ln gerltc nccpta s-.nuna dc las fuerz-as rnotivacionalcsmás podcrosascn F p canrbios ¡lrrisfacilmelrte cuando son prtsentados c¡r cl mu¡do. c¡rntidades pequeñas.lnhocluzca cambim en pasosquc 6. El Príncipio de Causs kísicas. Soluciones a los prol> $i no Seanmuy grandes a una vez. Ascgurcsc de plarrear lemas son m¿is efectivos cuando tratan las causrc F como tratar la posible rcsistencia carlbios. lvfaltcnga a a la gentebien informadade ca¡rbiospcndie ntcsy de ia-s mzoncs;acsltúe a la gartc i¡rvolucmcl¡cn kx bctrcficios básicaso de rafz. En todo caso si rclacionarnosc-sto items dctectados inspeccioncs ctr planeadas, a calidad o a s & de cs y problcm;rs producción,cl sig-nificado cl nrisrno. t. dc cambios.Obtcngala participaciónmris factiblc dc la planificacióny construya lo conocidoa lo de No podcmccurar la cnfermedad traltrdo sololos sí¡totnas. F ::::".:.la Icnemos causas que cnco¡rrrar quó los síntonras b:isicas por cxlstcn, las dct¡asde cllos, los problernastealcs. s 2. El Príncipio del Refuerzode Ia Co¡uJucta.Conducta & con efectos negativostie¡rdes disminuir o se ncabq. Conductacotr cfcctos po,sitivos tiende a continua¡ o a 7 . El Principío de los Pocos Cntico-yVitdles. La mayoría (80%) de cualquier grupo de efectos es producido s aumenLar. Una clave al éxito motivacional es identificar relativamente por un pcqueño (2O%) número de et a causas.Por cjcmplo, ururspocas operacionescríticas las conductasdeseadas cnticas a la seguridad,caliclador cstár impliciad¿scn una gran porción de los accidcntcs; tr produccióq y dar de irunediato rcpctida rccognición positivacualdo srx cjecucioncs ¡ccotrocid.rs. soo Rcpctido positivo de acciotrcsdescableshani cl camino unaspocasgentc crítica prescntarr una gran porciórr de lo,s lroblemas de <lesernpcñoly unos ¡rcos tipos cic s -$ refucrzo corrccto tan at¡activo quc el i¡divicluo tendrá ¡nenos incidentesde perdida críticos cílusanutra g¡an porción dc las pérdid"q. El profcsional de admi¡ist¡ación t¡ata -# deseosde elegir el camino subesta¡&í¡ o peligroso. I-a necesidadpor recognición sincerasc encu€ntraentre los de identilica¡ los factores cnticos, y corlccntra los cs- fucrzos en eilos. Esto da cl regreso más gtandc en la s poderesde hambriento psicológico rnás básicos lo cual la gente tiene. Cuando esa necesidadno cs obtcdda a inversión rle tiempo, dinero, y otros recursos, # :$, # travésvías legitimas (refuerzode la conductapositiva), 8. El Principio del Defersor Clave. Es má.s fácil per- la gente tiende a no tratar ¡ntlcho o trata a obtener suadi¡ a los que lracen deci-siones cuando por lo # recognición a t¡aves de vías que no son aceplables (chacoteo, üolación dc las rcglas,lucirsc, etc.). menosuna perso¡radentro de su propio círculo cree en la propuestaIo suficientepara defendcr Ia causa. rs Esto es conocido como -cabildeo" en los crrculos # 3. Ei Principio del InteresMuttto. Programas, pro¡ectos y ideassolrrnejor ve¡rdidas cuandojuntan los dcscos políticos.Reconocirniento cstc principio debcna sc¡ dc # partc de la estrategiade planificación para cualquict bJ y lo que quieren los dos partidos. Supervisores son quo *verrder" una # -vender" programaso idcas son esosque prescntación importantea ídeao prog¡ama. los mejoresen claramentc establccen pucnteo conecciónde valores un Ganepor lo nrc¡ros defcnsorfucrtc quién rcspaldasu un # propuesLa grupo. El podcr pcrsuasivopositivo de tal al cntre lo quedcseala mnpanía" y Io quc los trabajadores i*i camp€ónpuedc quc haga la diferencia etrtrerechazo y tF, desean. Ellos buscan los beneficios de las ideas o lps aceptación. progranras para el trabajador individual, y construycn sobrc ellos; honeslamentey persi-stemcntc. otras hr 9. El Princípio de Compromiso Mínímo. Es má-s fácil ,e hi palabras, me rascas cspalday yo te msco la tuya." mi ganarconsentimiento compronriso parrl una porción y ,s 4. El Príncipio del Punto de Accíón. Esfuerzos ad- del sistema que del proyecto o prograr¡ra entero. Cuandolos pasosde implementaciónson clegidos con # ministrativos son más efectivo cuando tienen el enfo- que al punto donde el trabajo es actualmente llevado cuid.ado, cadaconsentimicntosubse,cuentc hacia el plarr I a cabo. C¿si toda acción de día a día toma lugar en el o proyecto complcto sc convierte en un ejercicio más fácil. F-stodenuevo destacael tener un plan colnplcto # piso, cn el taller, cn el campo dondc la gente p¡ovee cl scrvicio o haceel producto. Por lo tanto, lm supervisores organizado,que lo llcva paso a paso de donde está a # de primera linea son el punto de conftol administrativo donde deseaesta¡. # para la scguidad, calidad, producción y costos.Lo m¿ís lO. EI Princípio de Integración del Sistema. mejor que Lo *fr nipido que puedenidentifica¡ va¡iaciones,deterrnirnr su son las nueyasactividadesintcgradas dentro de un $ signilicativo, y hacer algo acercade ellos, lo más efec- sistemaexistente,m¡is alta son las oportunidades de tivo el conhol sc convcrtirá. aceptación y éxito. La implementación dc i<leasy I 5. El Príncipío de Ejemplos de üderazgo. La gente actividadcs nuevasusualmentc,lleva la idca de trabajo ext¡a o requerimicntos.I-a probabilidad dc accptación J tiende a imitar a suslíderesla mayor parte de la gente quierc satisfaccr suslíderes,y lo haccnsiguicndosus a es aumcntada grandcmente cuanclolo nucvo c.sincor- # poraclo dcntto o cone¡tadocon un prograrr)a sisterna o -.S cjemplos dc conducLa. Actitudcs y influcncias, como por existentc, ejemplo,incorporandola seguridaddentro cascadas,flúcn hacia abajo. En todos los niveles de del trabajo esLindar/procedimiento de tarc-a,antcs dc # administraciórulas actitudasy accionesde los lidercs crc.er trabajocxtra/proccdimicnto tarcadc scguridad. rur dc -s } J J "4
  • { Control Administrativo de Pérdidas 47 Controla¡rdo- no significa una palabra dc clarificación -.,. El Principio cle Participación. ParticiPación sig- cs algo tratar a la gcntc como rnarionctas pro¡xkito, no A nificativaaurncnts motivación y respaldoEn haccr vcz es algo quc haccmos al prcguntana su Scntc¡ror.zugcrcncias qu" Ita"cnro, a la gcntc En csto, zu¡rcrvi^sorcs Fs como el lazo dcl contol en un recotncndacioncs, .,rrrr"jos/sobrematcriasquc y afcc- irog."* dcl trabajo. y hace mutuo un p..ri"* la cual *id" t".p"tafura o presión ctc tan su trabajo. Eiios dcsar¡ollanun intcrcs . ajustcs al proceso para dejarlo ccrca dc cicrtos niveles climadc coiaboracióny coo¡rración Tal ¡rarticipación que a p"rcd"t"múi-dos. Un cjemplo simplc es un terrnóstato ticneu¡r gran poder motivacional I-a gcnte ticnde cn un cuarto y corta la y respaldo dc lo monitoréa la tempcratura ! dcsa¡rollaruna sc¡rsaciónde ¡rosesión al nivcl calcfaccióryai¡eacondicionado; y lo manticne qucayudaron crear. Estc @cr cs eüdcnte-cncambios a ! predctcrminado. El control administ¡ativo es el mismo i. a" t guridad proyectosde perdidade control Hay "quip* pro""*, pcro, cs aplicado a los procesos de trabajo ! cí¡culos de calidad, y otras formas dc cquipos dc que guian al cont¡ol de u¡ra ac- que pr"* progresivos soluciónde problems - participativas Suprvisores "i""o por la _ un intercs tividaá p"r^ l^aad.ministraciónEstos son resumidos usanestoPnnclplo efectivamentedesarrollan - mutuo,motivación mutua, y rcspectomutuo Lideres sigla I-S-M-E-C de c f c c t i v o sp c r i ó d i c a m c n t ei n v c n t a r í a ne l n i v e l ! La Iclentificación del Ttabajo participación poscsiónquc desarrollal enüo ellos y 2.EI Principiode CausasMultiples Los accidentes y Si a ustedno lc i¡teresa saberadondcva cualquier camino ! lo llevará ahr. Pero cua¡do lc i¡teresa sabcr realrnente otros problcnlas sonr rara vezr el rcsultado de una L:^s aclondc siempreva a querertoma¡ cl camino mejor va, ! solt causil. El rcsolvedor sisternáticos problcmas dc cl expcricncias dc otraspcrsonas han realizado üajc con que el ¡csistc tcntación<icsaltara conclusiones, tomat la a ! plausible como la causa;y toáo éxito, lc puedcnproporcionarel modclo paraayrdarlo primcrpc<iazo eviclencia <lc al ! acción Casi todos los probletnas a planear, organizaty orientar el camino que lo llevará tomaruna a¡rresuracla control de las pcrdidasaccidcntalcs tiencnttna varicdarl dc causas contribuidorasI-os de nrayores incidentcs ¡Érdidas,por cjemplo,involucran cle Sc han llevado a cabo u¡ra Sran cantidad de astudios ! la-sclcncausa-s inmcdiatas (pnicticas subcstandaresy importancia, para identificar los componcntcs de un ! concliciones subesta¡dáres),y causasb¿isicas (factorcs progaurnu i*ito de scgrrridady salud l-os resultadosde profesiornl dc "on Safety pr:;onalcsy factorcs del trabajo) El estÁ esrudioshan sido publicadosen el Joumal of ! adminisl¡acióntrata dc identifica¡ todas las causas Research y cn las publicaciones del Businessrnens de perdida;cntonces da agen- ! ¡rc.:iblesla r¡ranoclelproblema a Roundtable.Algunos esrudiosfueron realizadosPor i. tnayoi aterrcióna esos con el ¡ntencial mayor a .u, orrb.rnamcntales, como el Instittlto Nacional de of Oc- actualrncnte control¿rr problcma el s"gr.,Jata y Salud Ocupacional(National Irstitute : - U NS I S T E N { A E C O N T R O L D ACTIVIDADESPARA LA ADMINISTRACION , ADt v {iN I ST R AT I VO DEL CONTROL * I{crui Fayoi fue un pionero en el pensamiento ad- I- Identificación del trabajo. Se especific¿nlos - I:face tanto ticmpo como cn 1916, el definió nrinistrativo. clemcntos actiüdadesdel programaparalograr y Ias funcioncs de aillninistraciónn corno: Planificando y los resultadoadcseados. - - Pianeanclo, Orgarriz:ndo, Ma¡dando, C-oordina¡do, y, Con los S - E s t á n d a r e sN o r m a s ) S e e s t a b l e c c n ( - tola¡do. (critcrios ¡rcr estándares no¡lnas de cjecución o y Sobrc los año,s otros grandes ¡ren-sadorcsadmirrisffativos mcdio de los cualesse cvaluaránlos métoclos hicicronajustes pcqueños a esa lista dc funcio¡rcs los rcsultados). - Planificarrdo coordinando han sido combi¡ados cn olras y y - funcioncs.lr{andando ha sido re cmplazado por dirigiendo o M- Medición. Se mide el desempcño, registra sc sc informa,tanto el trabajoen desarrollocomo el cuiando. Estc¡scambicx rcflcctan cl cambio en cl papcl - aCnlinistmtivo trarózdt.los años. IIoy cn clialas funcioncs a trabajoYa finalizado - dc ailministraciótr cnrtllrcrad¡s ¡ror rnuchas organiz-rcioncs midiéndolo E- Evaluación.Sc evalúaeI ácscm¡cño colllo: y comparárrdolo con los cstá¡darqsestablcciclos; Plancando sc pondcrael trabajoy los resuitados Organizando y C - C o r r e c c i o q e sY m o t i v r ¡ c i ó n . S c r c g u l a n l)irigiendo/Guiando mcioranlos nrétodos rcsultados, y estimulando el Controlanclo desem¡reño deseadoy corrigiendo cn forma con- st¡uctiva cl dcscnrpcñosubc-st áncla¡I F^s l:r cua¡14frrncirirr la quc (ir¡crcrnos enf<rcat.Pritncro, cnf-i,:r.ft.*
  • -*: 4¡ t¡48 - LiderazgoPráctico en el Control de Pérdidas fi # s fr EL CONTROL LA GERENGIA DE $l conlleva fl s b fll 1. IDENTIFICACION DEL TRABAJOnocosario para lograrlos objotivos de & pórdidadeseados: s Liderazgo Administración y . Entrenarniento la de Entrenamlento los Empleados de Equipode Proteccjón Porsonal s Administracjón . lnspecciones Planeadas SoMcios y Controlde Salud Sistemads Evaluactón del e & :38;: . Procedimientos Análisis y de Programa I, 6 - X6! Pe{FE Tarea . Invesügación Accidontesi de Control Ingeniería de Incj- , Comunicaciones Personalos s : EEEI donles Fleunionos Grupo de & ^X =ü-jr oo- ;: og -13 Observación Tareas de Preparaciónpara Emergencias Promoción General ContrataciónColocación p É ei퀀 g F EE E Reglasde la Organización Cont¡oles y Compra de & EE*FH e _á E -É . tr ! g q5 og - . Análisisde Accidentesilncidentes Seguridad fuera del Trabajo s $ F"ü:" X?@PE & p I áÉ;xq -op ó ó U Perfeccionar poner y .€iÉE- @;6 y ii: _ 2. Establecerestándarespara el al día los estándares existentes para p - ? sa 5 a É É nqlo>=; desempeño trabajoque se espera del en c¿da área ds actividad trabaio dol mejorarel alcance, F r+@oc@>: ()fr:J:o r n - r e - F ñ identificada. onterrcJimiento, y racio- nalidad utilidad. & ,s o P o 3. M e d i r l d e s e m p e ñ s e g ú n l g r a d od e e o e M L3 . P e r f e c c i o n a rl a o b - F z u¡ E s J cumplimiento on las normas es- c jetividad calidaddel y z ,e J o cc tablecidas. sistema para cuan- tificarlos resultados. u¡ F s I tÍ z U) t¡l o = uJ o b t J UI o 4. M L4 . Perfeccionar l sis- e o N F ,y o Evalua¡la ejecución trabajoopor- del tema de comu- J F tunament€y presentado el mejor en tr¡ e s t i l o c o m u n i c a t i v o - m o t i v a c i o na l a nicación existente ¡t = o aquellos responsables todos los niveles. en paraaumentar sig- nificado motivación y el la t x ul I cc () J n .E UI o 5. o N Conegirdeficiencias el desempeño en según las normas del programa de i I J y s e g u r i d a d A L A B A Re l c u m p l i m i e n t o l o e l b u e nd e s e m p e ñ o . ! l T Figura 3-l ¡ f c
  • - Coittir:l ,i:rii;titr!str¡iivode Pirr(iii?e 4S dcl rJ(:sclnpüñoen túttlril.tt.*.; ol;ictivcrs Y cuaniificeblcs Sin¡i.:ii.)irll S:fciy atr,:l Ilr::-hirl ) atrr-j i)or univcrsidades cj,.;luii,ns ¡o lrliiJt:tr de t:str: nl:x1r cl ,:nrlr.irgo, n,,t.i,,-:,,,.-.,tital)ti:s,1¡l^q ¡¿r11r;1 ].-Iliivr:t:ir,l:.,:L Ncbraska y 1a ia rlc rvcr::i,lr,i l.il 5t¿tnfoi,l J-,r¡rri¡idrr i,i Asociació¡¡ dc drr:;clrlpcl:r{) !¡ Si:r.r:li<iadlControl Pérditl"s. lYltqrlt:¡rc ¡lc dc At:cid:rLt sL: ¡cs lla -t-..ñ¡,1,i l:. fc,illa dc hacci e-st:rrt-lcdiciiiir. L;{-s]i,,r:¡i;ió;-r Accidc¡ite-rIlrtltl-,t¡iales cli (lrlilL;strial iinir:ás tú.{lidas <1:"sc¡t:tirJ¿-d* tr;r* dt: curlcs c(;n(}:jÜn alcn-:intli)i) Ar.sxizrtion) d;: Üir1-¡rrio, C):uradá, llevir ;: crtlv; inll.lol-tantc. s¡¡r la-s qu!: coiÍ(:!lli.ltldcn a ias c()l)s!-cllc¡lciasllc lc"; acli- * Lindicr lot ínCi:es dc con:r:: "l¡¡-:ínrii-:c::d: frecttel.cía- y ricnt,-^s,, y L-lp¿lir.iriiia ¡rnícfica que rt)[lci:Ú],-^:ii;:i criu¡lir)s; la gr¿vc.ci¡ci. Esli,-, i¡.edici tttrcs pircden pcilr: itii cotu---jt.ijici.r¡a¡! la n::jor ri-iii1!;riio.ll para iclrrtilica¡ l¿rgac- ir:l - p,rrr,.it,nes si¡,ni fi cntita s cntrc cl rtlrdimi eilto Ce ¿r"c r:tr quc lcaratl los lc:.ulle,ios ti¡a dc csla-s ci¡:st,:rciosi-¡ i!:r,1¡s tabriiri:r.l do ufr:r c)¡gi¡¡i7á;iólr L:n un pcríod6 ds ¡i¡r!rrlYr clcl-.,;¡,¡¡rsioncs cottcslxrnric, a lrr ii.sia d¿ .10 elemcni<x cl,rt¡:ir¡inario el r,:rdi;uie nto dc e-sii y nri-cmeorgani?¿cióll c¡I )i.i?,i qrlc tc obscrva f-tl trl l¡iiner L-r:r culrrir¡<lt¡dcl mcriclo i¿ua1dc ii{r!r}},1) l?il.-} circrinstanci¡-ssi¡rrii¿*r¡. cilo ¡r:ri,xl,r j:i3l¡¡c .i-4. Sc ha contlrtobarlo "fI, cr:llrr:i ad:;riiiist.reti,.-, flir crni,:rrfo, ¡¡rrt a.tl .ttittitr¡: r¡n 1iogralú3, cllr:lta coil xguritl:rci"y,r csi;-r.i activirieC¿s, ctl¡rii<ic soll reajii¿das crl foñIl¿ s:.ri?-.i1i¡aitrcio:rc.;. Ell¿s sotl 1n-s I¡eiicioncs cle . ..,,,,,,i-,. ir.¡n,r ics:ult:til¡sr,;:lirii-,:;, só!o ira¡ael coil{Jol no cl,-r ci;alcs t;lás:e::bu-*i ¡ sc t:r¡lilcalr en fornr3 ciiil(;l, las ;. i:s .¡,ic l¿r :,¡!l.,i.ir..c.!, sino tanrbión piitr la 1,,ir,ii,1.::,r cst,rn¡lo strjcias:l l¡ltt{l1li1s ati:1ci(rIlos fortit:ls tit: v yliiii¡1, i;r ;;tr:<lt,cción el t:c¡itrrl tJ.t ccr;to: 1 ltx ¡ir;r,liirr.tlaciót;. o sr.¡rnr;;c,i iic:l clctitlilli.,-ls¿ eltcii":nLl"¿r clr¡9 ctl-iir.l:ir;is <ic.spr-ríi;" l:r.:ho y litItc¡-Ic¡rictcr r::acti"t) icl crfaniz:rcicii{:s l:a pr€icn otor,¡larie la lrii:lnl s.: lrplicaii *imcgl::i.ilr.i" y i::.rrcfccto, cotrespc;tlilc¡i¿rit;,--rlicii,ri,ls ric-llll;r,.illL ti¿rda uito,.lt: ii)li cli:i:lor¡tostlcl proparrra li r,iul¿,cl;,:rí¡i:ru1.iuicio:lr-t cl¡lf t-rath¡:rli intcnt¿rlo cl clc I-:L rio cxiriicatr n:iijir itcci<r-:, iil l¡¡trtr:1::z:d¿ los;tr:¡irll¡;lal; tir: c()fl l¡r1 f)l()iat¿lilii--lo 10 r:lcmc¡ttos ct ti¡t rri lo qriu:.;u:dci.xr l::r::¿r cri lr:Lrción a cllos (lil¡i:ls l:T::r,.uí:.t.r:)pirr^ van cotLfrlrliral- (i;1mo¡c, cIl [ln¿];ilr¡¡-:tlció:r ltctha i:il cl (longrrso li¡itit¡"rl-r, Jrra¡,iir,j-,.i2 c 1-,mcr,to:;,¡.titti rtal.rncllt(: cl ;it.i;11;,il¡ri cotrt¡rLctc, lls r:tnprct3s lídcrc!; ()l:;tr:r c1; tlr S,-¡luii,.1lri,ic, cr-ni.sc d,: la t::att:;:¡ :riguictrt::ir:r,;i,?¡riiciirr:.3Ji)iirliati lalistadci¡s L i.2á¡:ea:;dcactiviri¡rl si lr pórdidu ti::requl ; , Q u é s e r l fi , i o r i t t r i :e l t l l . d i r .y,r !j cl::;t,:alail 1a i;;.¡i¡¡¡¿i r,l -1-5, rcnio un tipo delislr i¡ oc¡JIrir an¿{.i ri;rri U:;it:r} }}tictia ¡irltu¡rr? lliio ct;- nct.¡r:11:l ar;i!vidadcsciríiicj¡l-- :iiicarióli. i,rra v:ii.cii,:tLai n,.:s¡rlntlc a ttlla lr:acci¡i¡t.¡¡o ll llli cc¡ntrcJ. -,:,- pt:crl:il 21"rlai3r I:,i lná:i ctr etapa cs1:ccífica clc ri:s:- 5i1l Lzs do-ÍLrllt,-ili prl¡ici-i:r in¡xlirlas c.l...si:ictaC:rs I fl-]rf-E-C, scn 111:{liJír:; en lrLti:;illil:i.i:.sas; cc:¡rio I:i.gitttt-?-5 la *aitl::,- r1i:" p:11?. ¡lcs¿rrc,lioricl ci conlrtrl qit": !r. cirl;-,i,:,,1i srtcCa:r los :r-:cidttics-. j .:r.irr.il,r,r -illl¡ilc rlr: a,:citit., rl j;r jricnliñcación C,e.l :)ir-::;..:,,I:r,:<lIrr:i: ti¡;o de actir-i¡l:ri -¡ hs ¡Érdidas. Íji1¿,s s,;:: t:ltliil1a-q l(r:il)on1elr:r i¡:cgilll iiilr la t:,, "¿(Jrin.cuátria c::irll¡ii r:-:t:rll1c¡s nue3t¡c f Lala,i: ir.rr:i¡:nclol . s , . i l i : r . i. c i i ¡ r á . i i c : : . tlc Pércicl"s?" lrar:i la scguricll,ii, la s:,lrid 1 ei Colriroi " ¡:s r:i ]1:;1ánrJ:¡t Pam l"xlcr tl.alri.j:rrbici,, esias tnetliciottes liqriicrsrl cl i.,r rir:ii:ióir inpli,:a ulra r-r.rmlrar3c:ión l,-x estiirri¿rics. con ¡l i: t c tl rilt aJ c on au i i ci p a(:i,in I o:r cst á Id arcs es¡xcrf i c crs I-:-s-il;!i ,.st.ilrCafes adc-crt:irJo:;, pucr-lc cxisíir r:na lncrlicirin no incdrc:ior!cs rgfleiatt ic,s resul|adoscolno ¡rorccntrjc cic l:s-iiltJr, li ulr..¡ ;-"all,l¡cirintri .:olL;:<:ciotlcs dcsetn¡xiio. Sc nl ist;í.rii:ur:s. Pol t:.je r;t¡rlo, si c1 cstárlrllrr rcc|rictc c¡ttr c;rJ:i l::: cojiiar r:o:r cstácdaics c:lairli, t:.sp:<:íficc,s e>ligclies y :1.1i.i:risci re¡llicc in-qPcrcciones :remanalcs, Dcro srilol., r trrj,oslo:i clc¡¡ic,rrtcx tlcl pt,:rgraina v l)3lii to:las l:-c ic:riiz:rntics l.tt :ir tlt,:l: t1;icio, reirdlnicnto scrj clc só1orill cl 15%-i..i: i rl¿i i clr:s ¡:rincil>ales dc1 tr nbaj o i,Jc¡rt cadas 4{á-s iii en rclaciórr a (r:{)cstánciar cqxcífico. Si urri cl¡ los- l:l:r:li¡, sr oiir:¡,:cirt:stándart.sa l:ro:lc dc cjonplo y s:1c,c- c.stánclarcs dctcrnrin:. quc tcxJÚs trabajadorcs ci¡Li:irtr:ar }os ir:iurios rarios elclucntos dc Pro¡lranra.(figura i-ó). d: ca:;irclslrf(-tc(:l1)¡rjs it)(Ji) roolncnto dent¡o cl¡ su dirir¿,J- cll talr¡ento, pcro las ol:sc.rveciolles informalcs o a aur J,¡: lsiilrla¡cs apropiados se tralr,sforfnan cn prucbas dol-¡(:ir..limicüto clc¡r.lucstranquc Ltt) 159{ de clios no están us¿"ndo I;¿ a la r:rgani:raciórr.No sólo lxrrnitcn mcjorar la <lado,cl njvcl de cutniriimietrto.-,,,"Iu:¡:irit: progran:a Idcl des;cm¡trio ilrdividual, siro i;r<.,tccciirn un l)lolllctrto e1r dcl reslxcto íi cst c:tándat, cs <lcl 859ó 0, .lesu clcpat:trmct)to i¡:.ia¡rbiciil rv-:Itr;itcltrlltc ca,-1lt :;tt¡v:tviscli odetrtc, Ixlnllrri)-r si rrn cstánda¡ c:r-i¡r.e Qltc ca<Jasulr:tlisor prc¡raLe rlos c.:,i¡i..i:: ¡,rct¡rio su dtst:trtitcñc. L-lt c.fccti.id:rcl la:; ttc:; clc -farc:r-s ittoc¿r.lirnicntos ri,: CrítÍci:.scada tritncstrc ) sc- . t a 1 r : r 5c s t e t l t c s ;q u c s c ¡ l t : r l i i : l r t l a c o l r t i n u a c i i ¡ 1 ,( l i r ¡ i)rcf¡xmncirlcro pa¡a t(xlt) cl a-ño, i:Ltitlplitttictito rcleció¡r cl c;l , : t l i . r i ó nl,a c v ; r l , r a r : i , i n ,l ; . r c c r t f t c c i t i n y e I c s t i t n r r l o ) csliind:rr i¡ c.sr-. cs sólo rlci Ó2,1i Ít ,i:il:r,ri., comlrlctatnctii¿clt:cst.rct:ira Na ?.:cl clcsa¡roliodc l i : . t r o ; l S l A | . iI ) A l ( l l S . I } a J.lvaluación j i.e hiediciiur coil-siste" I.¿ evaluación rr:ndimie:nto dcl crr sinrplcmriile dct¿n¡i¡ar en quó gr..rrio st: ha utnplido uno c) r"fiÚs iial r:o¡lr, lo hr.r, titsta-:ad¡ Ios iidr:rts r¡ r:o¡lr-r¡ltorírl (::o1¡,:) c c : ; t á l r , , i ; ü c : ; ,E - - l t c ¡ 1 r : t t c t , r . l i r r : l r t l 5 c c i r r c 5 ¡ r , - s tcrct,,".i¡i: €^i) l¡rl I¡¿rs,:Lic ar¡¡¡ri,,¡¡.st¡rr¡,luc tto st: ¡tltrlt !t, tlc:rrr.sifti at)tes, 1rÜ:: I ; l { r l i t l d t r l r l t c t : t i t a j c s F ^ s 1 r1 x : t l r i l c lr:iiir. c¡¡irz-órl I ccirtrri ¡:till:ilri:;trlrtivtl la rri¿:riicit,t l.ll r1; ¡:s , l i , t i t r . , l i t , i l f c r r r i l , : , se . s t . i r r i ¡ r r ( : rx - l l r t : c r r n r l , l i c i o 1 c r t r i l r . . s c l , i n ii : i,,,,.-:ú:.r,¡!Í!¡i..J,TiY¡riql¡;¡trti.Í:¡?;¡itjl fr!:r¡! !!.- -.
  • -_,.,it .. Pr¿1tlcr el Contrr:lde Párdlcls:¡ 50 " L!clen;rgo e .l.i-ii Ff------=1, t---;:i_-:a:=:.---Tl I t.l:---_-:il -- [,[:-:- I| fffi l--lT.--:_-¡---------- lrT.t,=l $u-il-* * -=lÉ*-#i- i,iiii¡ i,j ;¡ i ,¡{f lü i, tr li iiiitii¡i rid*¡ijii i;lri,!i¡i,iifulii{riilfr :. I slii¡il¡l¡i li ilii:$iliiir | ; ¿ ! f* t ; d-.L vfl: ¡i¡r I ll iiiit li i ¡ t lr i¡:¡ii¡l: l--_:::":.__J-- i:::l_ ; l- :_ _.1 _ , IJ- TT [¡r--:-¡lÉ tE==::: :=TiTi--._--:.] {3 - - ifiH---:J lgt¿--::------illLl--::--= lg[L:--------: i , {t", r; lü*ltr¡{* lü tfrt lr rl ii r t;üi li r iÉ iiiiilfu;1, ii li i¡li,ii¡¡ li ii;iiiiji ii;iiriÉi3¡;, irii ii*i,iii¡,r r lH i,li,iii,iiiti ii:¡i¡ {iii; lfi t¡iiiifr;isrijr 1i L l: :-i ---i J:-_ __ - | - - - - _: - : j - " = . : . . - - . . ?:j :- ::ffi - j ::.- :j Yr .:=.i ..:.j ::- _:- ::- :=- :- _:__-___il*fil::__- ,t --. - :, I i f:t II il i"i-- i;f_ " _ __ -----i tfi-r-i;[,i--.-- :---.- - i,i",, i:,: |Í:r-:=--"-;Jl $E1--;:---llfi -:-- ,?¡ I;iilii ji ii jiiii l[¡¡ii*,i t i,iiii iii ;rriiii ,¡,i,ii ir ;i¡tl:iii! ii ** iiirijiii;sii i¡:i;iii{i, iiiÉii¡ lii lE lii,iii, li i,Íliji;, i,fiii,i,Í -:-., ¡l r ú# q .; i---, :, ::, :.-l=--i .--- t-l-i-i.---l-- u tn I i, i !i--: , o n::: l---,iJJ ,t{¡-*J ii tr_"-"::__ ;ttf=T:lr _: iÍL,:- _::=l=:-¡ FE=- --rlil"l-_ .Jili{___ _Jlrl:l_ _-.__ j: .n ,:i! it ..¡iiii.l{r li j ii i i: ,i.irir,.i li lif, ii , r;IL¡f;3 i r!, &1 ¡j:1 IIii¡iiilliiii liiiiiiiii¡ii,iiii fl,iÍ, i$,i,fti, lI -::=-:==l- liiii*i, t:,: t i ¡4 sr I(} ";lfr" f i :i1",ilrr-,o I I r á É ots | . r I ütr; ; ; | : tll i:::¡ i¡ ^ | ;f : : É ; s* tr=ET ¡_-.:-- -"-..*--:--i-:--:-l---::----r---L-.--.-.-----::--.."-.-::^^^ .r-_--_--------.-jdlt_/?LU iir:.,---- I _-------,. u :r I ¡*=j-------:r ffi*==.- | " r:_-_--.--Jl His---. -., nt iri r ;,t¡__ll!,l * illi l;,- il¡e l¡ i 4,1 1i:!ffi *i:iiiriii {r!rlti;i¡i¡r¡riiii lfiiiiii,iii,¿:;,* ¿"i i i,iiiiiii *rj {iftl ¡i iiir¿?rÉr,Ii,{iiii¡; is F!1 il i ! ¡r4 :i:itllliÍil iliirili riiiiii lriii¡iiii!:: ¡¡iiii r rr & I # - * _ t . *::: ::: *l *:l_ :_. j_: = _ _ _lr_ , *r=rrr_-L-_-_r:, : r : fl a¡ iigrrnr.S-5 w A --^rñ
  • - 51 O o n l r o l/ r c l n r i n i s t r a t i vtoc P é r d i d a s i EJEil.4PLü ESTANT}AR[S EJTfiTJüION NE Dñ las retrtrionosmensuales ri Direclc,r plantainduirásoguri.Jatf r,le cf-líI)o partes:gnilic.itiva la agort<1a todos urla clo en genorait,s admrrristración. de gnr.¡nlnrontg ol ottptrtvl¡ror pof Inmqrtlntn La cjo,,rrci:,n segr,rd<Jacl cle de c¿dan",i€mbrc, admlnlsr.ra¿1cln svaluada cls *r¡rá. ¿uio trabajoen el prorxrso aprocieucnanl¡al rJr-:il de rloiacJmini:;ir.¿1dor, una pajta inr¡:crtante v ser¿t "io"ro¿rr duranteel ¿rnLrales la eieo:citind* seguridac! de ssrán e¡stab!+citlo c:-ditm¡embr. de atjnrirrisLratjói¡ por Losrrbjsctivr::; sri la riiau:ciónd"; y rrrejcrarnierntos t¡ii¡;¿stre. trliinrcr serán Onentados desanlllcr prograrnas Estos ob.ietivoS al da progiamas. y durantela proqiamasde rier:taciÓn segi;l"iclilrisaluci rec¡birán nuev,os adnlinislración de rio T,d:rs lcs mirirnbros p.mcr-a niana su asignación el suporvisor sr: <je por innredialo de lUrnOS C¡ndUCirán generales inS¡lnCtrOneS planea:laS fn{jn(:)S C-ada meSe:: nC qtre c-{os Sl,.rF,erViSoies cxíiirxrs rcvis¡ri1;r puosta ;r al dia anr¡¡rlntente li"sr:apalaz:ts pof ¡:ssiju¡.trprecislon,la lista do partes y itemss !:,e,i"a ";er;i ri¿ iitrno- i-a!ist¿icji:tareascrilicasseráre¡isal,1ey|ücjciadaa¡lua!illei¡tc¡-ror|icel,osdtrlcqlli¡r.rp0rü?CJaourt1:lll.:iÓ,tl:lajoe|cnt Jecl,o:-;. C)::tii.rprot:oclirliicrrlrlostán<jarrJetare,ao-praclicaseráror,,isa.:laytno;irac1aapi.clpiacianrel 1;i:rion.rlnosartua|rrt:;t.rtc,yolariclnui.iapregttntarr;eSr¡í.;citaa.árr,:1cjo|.ltareapo|.ri|]ooiprol.c:;".rt:arlli.:ja, o i:-,cid¡nte poieactal alto Ce pértiicia tlel resuliancjo iasiirn enfor¡rc;cl¿rrJ en o a Firs¡rf:]::l:j:",:t;11:,:?,,)l; oci.r¡raciotta!, j,L ;x]j;:lff aci:irii¡r,to c;rrJa aplopi¿damonre tiir ::l investi¡¡acir¡f+rii¡-irrr¡rari. c+ir 1* f.j;il;,i:|]i:J;-;,.:"il";;;ffi,:,,-ár^;.;;¿;il.,. iill,.ijlJl:i;fjl""#illj;d,*";";; pi¡.,.iJ , - . , rrL,ranre . l rer¡i c : r i ¡ I t l l i ¡ i r i o ii"rÉrvonti) il;;,fi;",1r" ri*e¿t , . . r , f ó orturo¡ a c:¡¡rtxi¡irion f i ) . r, ñl tr rrn ¡ r oi "l ÉrVO ;.;:;r, ;. "",r, t¡n esc.r:ra.l:l^.:,J:i]:llj:: ;?:l;::],,1í:i:;tn:i::i I la osraráen,,*erlos j:l?1?lÍ :";,i:i:.i.0::?il1jiT#i:::Hl""il;H;;;;;".1;;rl:.::iiil:i:ÍJli::f:,,"1,H ".nr,,,," reporlables) rni::rr <ruranlel (iia r¡iirr:r ocurroncr; cre rimiiüs ros l ;],|;:il;i..,.;",:HljJi,,uür{.,};tüo.l":;;;;;"" uugri,nienrororjos aiicreilÉ)s -.-- ;ir¡rrirr:r4 hcii¿:; -.rr:í1rrrl ¡!r;r¡i ( i e 4ir cje - ^ rlos^ . - - i , l ^ , r 1 . ! { . r¡,|¿)ürijs¡ ( ¡ cie i l h C i i ¿ " : ; i I J":;,Í"*;;ffiir:.ffi;ff;;;;;li,x :,.1:l-1l. íi,ii ¡ r , a ,{ . : i i f í ( : a : . 1 serán rovisacias po-;iciones, ailualme¡n?¿ pcr lic::is cle Erupo:j; I y t licglase-;;r:ciallzarj¿¡s se,guiidarJ todas las de cl., r:ig cis i de lcs eqlripcs las fr+c;itas cLtrltplirnir.intc i y €e3soarpaclor,isha.io control eliosAsiqrriic:iortes oti)1iai:es¡jrr ol clr¡ I cslast:,rt,;s.seránestablecidas los jei,:sde los departanlenlos pol I y regist¡ario ifi3noS n0 qUeanualrnento c-ada prr-rf emple:ilO I re¡:¿rso roglaS12. Ui-, ci,t pei,inentosse;ár:c,nclur:i,Jo i I tJrrinventaiiocle l¿rs ¡-rece,siclaces equipo personal de protecr:ión cie cle c;rd¿iocupac;iÓn, anualtncnie selá ilev;¡tjc ¿¡utl."t¡ i¡ .5. J,orerlcapaláz cr)!rri,comenciacjo¡es liec,lras Clparfamentc cle se c¡Ltriciad at e lrigieno incir-¡sliial l ¡rorsotralqutJnc es disp-onirio catla seis rrleses i El clerr:llle al¡r:rc¡irrllevará ;r cat-¡o :rnálisisde equipo ¡,rotcr:tivc1,4 dc-.1 un I .y en.,,iar;^ re¡r:,rtaal capatáces, los jofes clo clop;irtamorrtos los geiontss cler y cor¡tiol pÚ;-dit{as clo I el /*rdilr:rioslrilnestralescreoquipo protect¡vo personal,será hccilo pol el caordiirarjorcle control cJc¡"riit.tar corlrcpoit(ls I I tnvia<josa los jolos clo clopaita;loniosy a los capatacesriil prtnierellttea I tl iu r l u rL u forma! trabaio 1 8 .Cacl;rt i t i i t r r ¿ l ( . ¡nuovo transf ) ¿ ¡ r ,rocibirá ¡ ( ¡ inclucción u a o ¿ I empt¿arlo r u v u o r ¡ d ¡ r o rorício ¡v r v , , ( ¡ una c v tiol eirx:^i."-"fl:1f:3;:::;jj"j:::Xt;$i requencios a gular I I por stls suporvlsotj ¡s inrngrJiatos. Frormulair:s L r n ¿c , : , n t i : - ¡ r . r ¡ r c i< J s lr o p a s o d e n t r o c l o t r e i n t a ( 3 0 ) d í a s v enviad¿,s indicado I con:o por r ón , ^-,,i..¡- é ..dr^ inrlin¡rto nor compre,tadas :||,"nj}$??:r::1,;::".#;::;:::ilJi;,JüJJi;;;il;;;erán e l ¡ r s i s t . ¡ nde ;p e r s o n a l . ie l I ¡ instrticrción recibir¿i Cil¡rie,a.,1o apropiada trabaio del (lA1-), los supetvisoros caJanttcvcL por Por trabalo o dilerente I 17. CacJa as;táriCai traba;oo urrprococlirniento de I ?,rtrsrJosor tcqucricio ojoctrtar trabajo. asi¡rr;:c1o ije ese cs;rplicable Crarldo I I ¡lilrl;or sr: Lriilizai"á esl¡r irtsl.:i¡cción. on crÍticos tlo trlrbaios ct¡a¡lclose asiqtra 1s. CarJasti¡roivislr va a rlar prr¡tos clarrescJeimformación orl asp{rc;1os trabajo a pararcacla trabajador rocibir I i utra f¡ocuoncia durarrtolos coniaclos porsonalescleltrabaio dsl día r¡onnal, a trabajadcr.e:s I ilr!,i¡,:;s uuntoclervg i¡lfonr¡aciÓn s€mana-. [,orl,:r un de Por I del <x¡ntrol pérc{idas sostendrá do se I reunión grupo,ctopor lo rnenos10 mirrutos (!n tonla critico en 1$. Una ¡roqucrla cle c¡n tocosr,rslrabajacjorcs rJe somaa, on todaslas uiric¿.cjones la pleni¿r los sttporvisores; primeralinoa FOr de iL c¿rj¿r [i¡¡um 3-d: Iicnrplos clc ]jstri¡¡dnni"E c1: liji:cución ,--.J I
  • lJ2- LiderazgoPrácticoen el Control de Pérdidas El- SIJPf:l-lVlSOR QUE ADMINISTf1A Ef:FcT¡VAMf;NTE CONTBOLDE PERI]IDAS [L ,.. idontifica (rcntprendo trabajoadrninistrativo y el . . . n r i d o , l o m á s o b j e t i v a n t e n t ep o s i b l o , e l i (la - - planificaciónla organización la clirr:cción y dosempoíto su gonto. elo ol control)qLre paraobtoner dobe realizar rc¡sul- tadosó¡:tirnos. ... evalúalo quo sa debo haccr para alcanzary/o mantensr sstánclaros ciosotnpoño su los do co ... identifica, y cJariiica especifica traltajo ol que su propioirerbajo. qents dobo hacor para obtenerresultados óptimos. ... de¡lermina qua su gentadebs hacerpara al- k: c a n z a t y / o m a n t e n o r l o s e s t á n d a r e sd o . . . c o m p r i l r r d ey a p l i c a l o s e , s t á n d a r e s o d dosempoño trabajo su persorral. del da dr;somporio ¡:araol trabajoquo él dobe hacer. . . .r . l s a l a m o d i c i ó n , l a o v a l u a c i ó n y l a . . .c o r n u n i c ac f s c l i v a m o n t e a s u g e n t o l o s rotroalimontación mantener tiosempoñ,r para su sstáridares clesonrpeño cia para el trabajo quo a nivsldo oxcsfsncia. ollosdobenr:umplir. ... estinTula orionta su porson:,ri y a par;rm¿lntori¿:r . . .u . s a l a s m o d i c í o n e sd o d o s e m p o ñ o p a r a un dosempeño óptimo. y tlondorar orientar propiodo:empoñt-r. su I Fir¡rra 17: tjN PitRIfL DEL DITSIIilIPENO IlEf, SIJI>IiRVISOR QUE ADM-L{ISTRA ItL COIiT-ROL !)E PITRDIIIA:-. i <iu,ico:it r.sti funcion¡¡,lo bicn y qué otras no lo cstán, qué y las activid¡dcs sin llr-1!orrcie tlr.cia pai;i 1n cos¡.s !:!ri:iüccnír:licii¡rciones y qrré otras nrcesiian cclitc,;. ob¡¡:¡lsir-i;r ¡ .;ultarlos. clc r;¡orrcscútisi¡r¡etivas. ir:ul(r.. ra...: ,.::. o Utr te-conrrcirnicntorluc sea ce.cl:tvt:..r. i o iitur.¡larcl corn¡rcrtalnictrto<jcscadr.,, i)urricair i r : r ci)1 il, {-nnstruclivay los Estírrrnlos l-a Corr¿:c¡.:irlu , , , , ^ ^ f , . ^ r i , . , , ^ . r . - l i ^ 1 , - ^ , . , , 1 , , . , r i , . , ^ i . , . . r , . . . : ¡ t ¡ ¡ ¡ r L ¡ ¡ r ¡ ¡ r q Ei casti¿o, colno un últi¡no ¡ccuiso, l.:¡¡:..r:ri.riicario,.1.: Ii;ic r.:irfbque torno a la evaluación clcl rcndirnientr¡ sn j r ü rtri,r rcocii ¡r.,.,-,i,.i-, tal mrxJo que realmcnt" ae¡¡1 ¡r iu ¡ ¡ F : : ¡ l r : i t iq : r e s c i d e n t i f i q u e o b j c t i v a m e t r t e c l b r ¡ c r r .l r ur<lndcr;i. y qr:o dt^sen:,1xiio se ir: otorgucel rcconocí.nrierriocstírnulo o aiieci¡arlo. c-lecuiivos los nivclc.s Lrir; dc inás aitcs, <iei:en:ur I-a lnayor parte do este libro cstá ricdic:da ai a¡líli:;is r1,: ri.rr!a t,;nica,p¡.r:r po¡i¿ren prácticacl tcfue¡zo rJe cor;-.pcii:- I cót:ro llcva¡ a la priictica csLrs ctr.¡-s. lcxios talnicnto prositi.;o totla la organizaciórr. crr lo:; ¡rlicmi;¡osrjc I¿rad¡ninistación, aslxxialnrctitc lc.s srrpr!:- llcdición tlel Ilendimie¡rto rlcl l)r"ogr;inra viso¡c.s ptinrcra lú.:a,Ccbcríalrrccibi¡ c¡rti(:ti.atnicilto dt: y Lr ir.lcdicióri la cvaluación dr:l tr:nriitnic¡rto(lr.:l y pfo[:i ¡nr;). ; r n l i c a i e l p o i i e r t n o t i v a c i o n a lq u c r e s u l i a r l c o r c r 3 , r i cs rura función vital del conhol adrni¡i,strativo. ¡ i¡avt:s dt: ¡ccons:itni-:trto y re.fuerzo, por el clcscrulxrio c{lrtecto (lel la litctatura cn ¿dniitristr¿ciór¡los !íclcrcsl;,,halrcrr,:rr.r,:r,irr ú:rhajc. cle dcsLrcar rc¡retidamcntc su inrpottante valor. L)stcenfcquetatnbiÉnpcrmitc que sc idt:ntitiqui v c()rriji Periódicalncntc. ial vez ulur vcz al luio, si: rlcl:n:ríairrs¡ili ci <icscmp,:no aJltes subc¡kind:Lr quo ocruratrlos ar:cidentes el programa conrpleto dc Scguricled v Sa1ucl/Ccrrt¡clrlt y r.rrras pétCida.s. pucdc lrar una v¿iiicd¿cl rue.lici¡.s Se de Pérdidu-s,para vcrificar el cumplimicnt<> dc ics csLhda¡cs. correctiva-s, c¡ráctci constnrctivo,mucir;rsdc las cuales de Esto pr:cdc ser hecho por los profesionaies dc staff, ixrr la irnpiican: adrninist¡ación o¡rrativa o lxrr mcrlio dc una conrbirraciótt o Una inejor conr,tuicaciórr lastrct;r-s, olr.ietivos de los 1 tJcanrbos.Dc acuc¡cloal tamaño dc la organiz;rciótiy alti¡o para Josestá-ndares galirntizar que sea-rr comprcndicios. de evaluación del prograrna, esto lo pr¡fi;¿ liar:t:i una sol:. o {Jna prcpnr:ción nrís cfectiva para hacer ¡rsiblc el pcirsona o un etluiEr. ciucu¡a prcrsona pucr.la cumplir las meta.-s, objctivos los Ta¡i"i;itln c.tisto la ncccsidad dc a¡rlicar nlcJiciunes ¡l:i-s y l<isestiilr,Jarcs. f¡ecuentes a cicrlr-x asfx:ctos de l¡-s :ictivi,.lldcs críticr,s rlcl o l-Ína ret¡oalinrc¡rtaciónmayor y nrás pcrfccte, dc progranla, como la carrticlad calid:rd dc l¿rsirr:iy:ccj(/¡r(::i y tliirncrÍtquc las prr,,onrs teltgaitclucadivinir a clué 1ro planc:idas. (rca-se Figura 3-8 dc un nrótrxl<¡cjc cveluacit-.tt la rii:;iiulcia clrcuu)Lra¡de cstosobjctivo.. so para la.sinspcceioncs planearlr.s), y ia c:iirtirl:i<ly calirlrC c1,: 6 lvlóttxlos prrxcrjirlicntos tnba.iolufcccionaclos, y de llevadasa cabo, cl graC,rric cr,rrrr¡:lirrLictr- invc:;tigaciotrcs l:-rs los cualescolaborarr cvitar l¡ fru..;trirción, 1x-ligt<x a ios to dc r¡:;odc los cquiSrs protcctorcs, la c:rrrti<.!rrrlcali.iacl y- -. -, ::;.:g t? i:F;eF .* - "..;:;..
  • de Pérdidas - 53 Control Administrativo pucdcn motivar la acción dcl orgullo dcl rcnclimicntoc¡Júbido o dcl rcr¡nione-s gnr¡xr dcla-s dc cl nivcl dcl.:r{lciJrl]Tpicza cor¡cctiva ncccsaria p*" qu" ía actividad crítica ;;,;.cicncraI:ntc:::fi *,]. t"t":_il:;- :#:i;;:Jt#: progranra wuclva a apuntal al objctivo PretUado n)^;scs proPJrctonatrt para "f-T:f i..¿mctro dcl mediantc Los rcsultados clc cstas mcdicloncs t¡imestraics o lcr:ciccutivos rcsPctlvos ,"rr -11::: cn un fcnnato quc s¿ midcn sc pucdÉn cam- bimesbeles rcguiatcs, pucden rePortarsc ffi;;. ir"r- i,¡it"¿ocs la Flgura 39 qu" sc es1e¡logrando los ,"*to"at quc nuestra biu pcritxiicarncnte para "";ti"ut cotno "on.,.iclW #.li,os.Ji;*; dti png**a quesc cs,tablccieron dc tutut"l¿n "iuuti"u l-os rcsultadixx# t$;;; tl¿.s rn{.diciollcs sc lruetlcn corstitui¡ d¡ cn una fuctltcx4w$B,.fell.P K{ son dei tlcse mPtño Y la n l o t i v s c i é n*-t&f---t-*t"*>"dt,B 1 ,r á c t i c t r t t t t t t t c, s i n ó n i n r o s . HOJADE EVALUACION tNT-ORME DEI- INSPECCION Ilan lctctstn DE LATr, I -e+)F"& *B,fP ,Ier r¡rrr t* pl;iblc mctlir, tx posiblc hacer,Iil equivalc & pt)(lcr cri,,,,r,.utlrt ¡rtedida a algoitt** ,.,ilizu.lo. Colr ello se logra ccrltr¿tr ¡lt ryat dt la atlministración ert e-scr¡sptcto!-,tw i,r^r*,tpa,,ión da a conoccr la i,p".lii.o. Sitrlplcrnente seryFs,9 i¡, r n¡ació¡¡y Iu gc tc* * "ff it¡ n ,;"l: J. n.r"o, Rotrcrt " Watt*rnran Jr Fecha de EvaluaciÓn "En Ruscade la llxcclcncia"rys In Searxh Ercellence of Focha de InsPeclonw,p F-t-FtJüt{fo OÍCTFiGAIIOSW uA cada jugatlor st le asigna un nivel dc rcn- jugada de cada Outirdoorr,rru. M¡nucios¡dnd ld de rlirrricnto, ei c.ariH@tFMS Prligros clesif ccdos con proi3iónFf& D€scriPoór, dua Y ubmaonw "Cuarrdo le tx ¡rosible rnctiir aquello irablu y t:xptt^.*rrlo en lrirmeros, pucd: cntoncts sabtr nlgt¡ de lo que dice; ptro cuando no de lo que puctlc cl.asrde homV"S$ ¡ncrlirlo o expresarlo en núnreros, estc co-tMss noci¡nietrto * tn.rtn yrbrc c insuficiente: ¡rodría c o n s t i t u i t s ec ; r c l i n i c i o d c l c o n o c i ¡ n i c n t o t p c t t r tn Rosponssbilidad clnra Por-,# r c l : r c i í r nH l a s i d c a s q u e d c s c a c x P o n e r t a p r : l l u s siIr* logrrrclo un *t,td;::;tTi?", habr{n tener ,r* fisico Escocás M;t#¡r& ullcsgnrcint)atrtentca ttraloría de l¿rs nedicioncs l, rFhÉe qtrcse ptlcticl¡t crt la acttlalidtd cn cl cnnrpo (lcx.@ Il scguridad, hactrt ncccsario c¡rtc los acridcnt:s quc signifiurtr pértlidas de cicrta co¡rsideraciónElp i.ng,"n qu. octtrrir priuteror anles quc stn ¡rosiblc lu iricntiflc¡rción de los ptrblentirs quc cllllsl)nk*üe cstos acciclctttcs".E-eb Dr. W. E. T¡¡n¡rnls *w Figr¡rt 1l-8 ew
  • .______<¡!ryfEi¡:l h-54 - Liderazgo Práclico cn el Conlrol de Pérclidas F"t F.* B- I tr l;i F" $F. o tyei v.- ó "{ tr |ry.-- tr Irl (u d pó .! x ;a f-. u (L ] J -o T lfl o U EoÍII X Pq e3 e) L É