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Apresentação utilizada nas reuniões de 18 e 25 de Outubro com os Conselhos Executivos das escolas.
 

Apresentação utilizada nas reuniões de 18 e 25 de Outubro com os Conselhos Executivos das escolas.

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    Apresentação utilizada nas reuniões de 18 e 25 de Outubro com os Conselhos Executivos das escolas. Apresentação utilizada nas reuniões de 18 e 25 de Outubro com os Conselhos Executivos das escolas. Presentation Transcript

    • Os Conselhos Executivos e as TIC na escola Sessão de trabalho
        • Centro de Competência
        • da ESE de Setúbal
        • 18 de Outubro de 2006
    • Sumário
      • A Estratégia de Lisboa, o CRIE e  a dinâmica TIC nas escolas.
      • O papel do Coordenador
      • Os professores e os alunos “ao teclado!”
      • Os projectos das escolas - bases estruturais para a mudança
      • Os Conselhos Executivos/Directivos como parceiros fulcrais da mudança
    • A Estratégia de Lisboa
      • Na Cimeira de Lisboa (Março de 2000)
      • Chefes de Estado e de Governo da UE chegaram a acordo
      • um novo objectivo estratégico para a União Europeia:
      • torná-la a economia mais competitiva do mundo até 2010.
    • A Estratégia de Lisboa
      • Em 2001 os Estados-Membros decidiram tomar medidas relacionadas com a aprendizagem electrónica.
      • O Parlamento Europeu adoptou um programa plurianual (2004 - 2006) para a integração efectiva das TIC nos sistemas europeus de educação e formação (Programa e-Learning).
      • “ (…) o pleno desenvolvimento das potencialidades da Internet para a melhoria do acesso à educação e à formação, assim como da qualidade da aprendizagem, é essencial para a construção de uma sociedade europeia do conhecimento”.
    • A Estratégia de Lisboa
      • Garantir a plena participação de pessoas desfavorecidas numa sociedade baseada no conhecimento.
      • Em todos estes estados membros “(…) afiguram-se necessárias políticas específicas para a integração das TIC nos sistemas de educação e formação”.
      • Iniciou-se, no âmbito da iniciativa e-Learning, (…) uma estreita cooperação com os Estados-Membros em diversos domínios, tais como a formação de professores(…)”. [1]
      • [1] Disponível on-line em
      • <http://europa.eu.int/smartapi/cgi/sga_doc?smartapi!celexapi!prod!CELEXnumdoc&lg=PT&numdoc=52002PC0751&model=guichett > em 27/12/2004
    • A Estratégia de Lisboa
      • Aumentar a qualidade dos sistemas de educação formação
      • Facilitar o acesso de todos à educação e à formação
      • Abrir os sistemas de educação e formação ao mundo
      • melhorar a qualidade da formação dos professores e dos formadores, a fim de corresponder à evolução da sociedade do conhecimento ;
      • melhorar a aptidão dos cidadãos no que respeita às competências básicas em TIC e às competências transversais (aprender a aprender, trabalhar em equipa, etc.)
      http://europa.eu/scadplus/leg/pt/cha/c11049.htm
      • Prioridades
      • A qualidade no equipamento dos estabelecimentos escolares.
      • A optimização na utilização dos recursos.
      • A intensificação do recrutamento a partir de estudos técnicos e científicos, a fim de assegurar uma Europa competitiva na economia do futuro.
      • O aumento da qualidade dos sistemas de educação e de formação.
      • A adequação entre os recursos e as necessidades, permitindo aos estabelecimentos escolares realizar novas parcerias diversificadas.
      A Estratégia de Lisboa http://europa.eu/scadplus/leg/pt/cha/c11049.htm
    • A Estratégia de Lisboa
      • Os resultados concretos a alcançar são:
      • Assegurar o acesso de todos os estabelecimentos de educação e formação à Internet e aos recursos multimédia.
      • Aumentar anual e substancialmente o investimento per capita em recursos humanos
      • Velar por que todos os professores implicados tenham qualificações na utilização destas tecnologias.
      http://europa.eu/scadplus/leg/pt/cha/c11049.htm
      • Esta equipa tem como missão
      • A concepção, desenvolvimento, concretização e avaliação de iniciativas mobilizadoras e integradoras no domínio do uso dos computadores, redes e Internet nas escolas e nos processos de ensino-aprendizagem, incluindo as seguintes áreas de intervenção:
        • desenvolvimento do Currículo de Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC)
        • b) promoção e dinamização do uso dos computadores, de redes e da Internet nas escolas.
        • c) apetrechamento e manutenção de equipamentos de TIC nas escolas.
      A Unidade de Missão CRIE (Computadores, Redes e Internet nas Escolas)
    • A Unidade de Missão CRIE
      • Concretização da acção
      • Disciplina e salas TIC
      • Coordenador e Plano TIC
      • Novo Quadro de Referência da Formação TIC de Professores
      • Concursos
        • produção de conteúdos
        • portáteis
      • Acompanhamento do projecto dos portáteis (CCs)
    • A dinâmica TIC das escolas
      • A escola tem necessariamente de se adaptar a esta nova forma de aprender, ensinar e comunicar.
      • Guha (2000) apresenta o número insuficiente de computadores nas salas de aula como uma barreira para os professores que querem desenvolver trabalho com as TIC.
      • Fabry e Higgs (1997) apontam a necessidade dos computadores estarem onde os professores e os alunos os possam realmente usar.
    • A dinâmica TIC das escolas
      • O projecto dos portáteis
      • Impactos importantes na escola
      • Cf. projecto dos portáteis descrito por Youngman and Harrison (1998)
      • a confiança e a competência dos professores melhorou.
      • eles sentiram que o seu conhecimento de TIC aumentou
      • substancialmente;
      • os professores alteraram os seus modos de trabalho
      • e o seu entusiasmo pelo trabalho aumentou.
    • Coordenador e Plano TIC
      • A importância da componente pedagógica , para além da técnica
      • A necessidade de uma equipa de trabalho (outros professores : NACs, CRE, alunos monitores, etc.)
      • Ser o interlocutor no âmbito das TIC
        • dentro da escola e do agrupamento
        • da escola com o exterior
      •  
    • Coordenador e Plano TIC Coordenador TIC Professores Estagiários dos cursos tecnológicos Pessoal auxiliar alunos monitores Conselho Executivo
    • Coordenador e Plano TIC Elaborar o plano TIC , integrando as TIC nas actividades lectivas e não lectivas Zelar pelos computadores e redes Usar o Call Centre Ser o interlocutor TIC da escola Criar e coordenar uma equipa Fazer o levantamento dos projectos das escolas Equacionar o que se faz com as TIC na escola Fazer o levantamento de necessidades de formação e oferecer form. contextualizada Fomentar e apoiar as boas práticas com as TIC O trabalho de projecto Estabelecer a ponte com CF, CC e Autarquias Coordenador TIC Em interacção com os Conselhos Executivos
      • Da disciplina TIC às TIC nas disciplinas
      • O uso das salas (com) TIC
      • Facilitar o acesso – factor mobilizador
      • Da formação ‘em pacote’ à formação em contexto
      • Incentivar a cultura TIC na escola
        • Disponibilizar recursos (laboratórios e dispersos)
        • Facilitar/incentivar a formação em TIC e o desenvolvimento profissional dos professores
        • Incentivar a utilização dos computadores pelos alunos
      Os professores e os alunos ao teclado
    • Em grupo…
      • Identifique uma boa prática e/ou uma limitação de uso das TIC a partir do “olhar da gestão”.
      • Em seguida, apresente as ideias principais da discussão.
    • Os projectos das escolas - bases estruturais para a mudança
      • As TIC para valorizar o que já se faz e para permitir o que sem elas não era possível.
      • Projecto dos portáteis (apoio dos Centros de Competência, parcerias diversificadas).
      • As plataformas de conteúdos e de comunicação – tendências (das páginas Web, à gestão de conteúdos e à colaboração - Moodle)
      • Os Conselhos Executivos e a liderança
      • Ter uma visão ( Dias Figueiredo ) e objectivos de liderança tecnológica.
      • Da análise de necessidades -> nível integração das TIC nos diferentes sectores –> prioridades (planos acção).
      • A comunicação (a imagem) e o uso real das TIC (professores e alunos) – desenvolvimento profissional
      Os Conselhos Executivos - parceiros fulcrais da mudança
      • Os Conselhos Executivos e a liderança:
      • Integração/articulação das iniciativas TIC no PEE.
      • Agilizar decisões que facilitem o acesso.
      • Estabelecimento de redes de gestores educativos.
      • Mais uma vez a equipa (assessores para além do Coordenador TIC).
      • Parcerias diversificadas.
      Os Conselhos Executivos - parceiros fulcrais da mudança
      • A importância que a equipa de missão CRIE dá ao papel a desempenhar pelos Conselhos Executivos/Directivos no processo de mudança está bem patente nos objectivos de uma das 4 áreas de formação propostas .
      • Área C - Factores de liderança na integração das TIC nas escolas&quot;
      Os Conselhos Executivos - parceiros fulcrais da mudança
    • Apoio do Centro de Competência
      • Oficinas de curta duração dentro das áreas de intervenção do Centro e em sintonia com as necessidades detectadas nas Escolas.
      • Disponibilização de informação actualizada na página do Centro sobre iniciativas na área das TIC e boas práticas de utilização educativa das TIC.
      • Aconselhamento técnico/pedagógico para projectos concretos.
      • Procura de parcerias na região ou no país para estabelecimento de projectos com recurso ao uso das TIC
      • Acompanhamento de projectos das escolas e Iniciativa dos portáteis
      • A disponibilização de espaços moodle para disciplinas ou projectos das escolas.
      Apoio do Centro de Competência
    • Referências
      • Guha, S. (2000),‘Are we all technically prepared? Teachers’ perspective on the causes of comfort or discomfort in using computers at elementary grade teaching’, paper presented at the Annual Meeting of the National Association for the Education of Young Children, Atlanta, GA, November 8–11
      • Fabry, D. & Higgs, J. (1997) Barriers to the effective use of technology in education’, Journal of Educational Computing, 17 (4), pp. 385–395.
      • Proposta de Decisão do Parlamento Europeu e do Conselho (Programa eLearning) (2004). Disponível online em http:// europa.eu.int / smartapi / cgi /sga_doc?smartapi!celexapi!prod!CELEXnumdoc&lg=PT&numdoc=52002PC0751&model=guichett em 27/01/2006
      • Youngman, M. and Harrison, C .(1998) Multimedia Portables For Teachers Pilot Project Report. Coventry : British Educational Communications and Technology Agency In Mumtaz, S. (2000) Factors affecting teachers' use of information and communications technology: a review of the literature - Journal of information technology for teacher education, vol.9 nº 3. Coventry, United Kingdom: University of Warwick, pp 333-334
    • Muito Obrigada
      • Contactos
      • Centro de Competência da ESE de Setúbal http:// nonio.ese.ips.pt
      • Conceição Brito - [email_address]
      • João Torres – [email_address]
      • José Duarte – [email_address]